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X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido

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Sinceramente eu adoro ler criticas em geral,para saber oque tá bombando  mas não me deixo me influenciar muito Pablo e Rubens Ewald detonaram o Godzila como chato e decepcionante e na boa o filme e muito bom e até um pouco inovador.

A cada trailer, clip e spot tão me dizendo que o filme e ótimo no quesito da ação e aventura com efeitos visuais, elenco, direção e roteiro vou me apegar em detalhes babacas. Li hqs a muitos anos inclusive Dias do futuro esquecido que e fantástica e a essência desde historia ta presente neste novo filme só com algumas mudanças.

O Erico Borgo ta pecando em sua critica mesmo por isto, sendo meio fanzoide e insistido em fidelidade e coesão como a Marvel Studios tem feito com seus projetos. Mas se maravilhou com todo o resto vai entender. só sei que se for bom vou assistir 2 vezes como fiz com o Capitão America 2.

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Espero que tenham dado um espaço decente pro Colossus.

 

 

 

Duvido... tem muito cacique pra pouco indio nessa produção! É aquilo q ja li em varios reviews: sao duas tramas paralelas rolando simultaneamente, uma no presente e outra no futuro. Quem leu a estoria do gibi conhece bem. E a estória foca (e detalha) mais a do presente, ou seja, a galera do First Class. A trama do futuro mostra uma penca de mutantes, mas rapidamente. Creio q a participação do Colossus fique nesse contexto. Pelo q li, até o McKellen e a Halle Berry foram bem sub aproveitados..

 

PS: e todas as criticas q li ate agora dao conta q a cena do Mercurio resgatando o Magneto ta pau a pau com a do Noturno invadindo a Casa Branca..

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O pessoal do Jovem Nerd criticou e com razão. A cronologia do X-Men e genéricos é bem zoada. Também acho que eles poderiam explicar algumas coisas, pois existem várias pontas soltas e furos do tamanho de bala de canhão na história. :blink:

 

 

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O Patrick Stewart e o MacVoy estiveram semana passada em Sampa divulgando o filme... e o Professor X da trilogia original ficou numa saia justa qdo perguntado do pq ele tava vivo se no X Men 3 ele foi desintegrado... nem ele mesmo soube responder...kkkkkkk...ou seja, eles tao cagando pro filme do Rattner.. Mas na boa, eu tb to cagando pra cronologia ou qq incoerência, coisa q td filme sem exceção tem. Estando no limite toleravel, eu quero mais é me divertir mesmo!

 

 

O ator também respondeu a uma pergunta que intriga alguns do seguidores da série. Como Xavier aparece no futuro sendo que ele morreu no final de "X-Men: O Confronto Final". "Eu odeio essa pergunta! Mas vamos lá. A resposta está em uma cena secreta que aparece ao final dos créditos deste filme. Também no começo dele há uma outra cena em que Xavier comenta com seus alunos sobre um médico que está desenvolvendo uma técnica para transferir a mente de uma pessoa para outro corpo. E mais não me perguntem porque é tudo o que sei."

 

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Acabei de ver o podcast do Pablo e a sua declaração de amor a franquia X-men(deixando de fora os filmes Wolverine) que deixa o lado chato do critica e curte a produção como todo nerd e amante de cinema olha aí:

 

 

 

enfim, a critica paga-pau do Pablito! ele deu 5 estrelinhas em cinco...nota máxima!

 

 

Não sou um grande conhecedor de quadrinhos, mas a série cinematográfica protagonizada pelos mutantes criados por Jack Kirby e Stan Lee já proporcionou algumas de minhas melhores experiências como cinéfilo no que diz respeito ao subgênero “super-heróis” (o “sub” não é pejorativo; serve apenas para descrever seu nicho dentro de um maior: o da ação/fantasia). Embora não tenha apreciado os dois filmes-solo estrelados por Wolverine, permaneço fascinado pela trilogia original (sim, incluindo aquele dirigido por Brett Ratner) e pelo excepcional Primeira Classe.

E é por esta razão que constatar como Dias de um Futuro Esquecido faz jus aos seus antecessores foi um alívio. Aliás, não apenas honra aquelas obras, como ainda traz alguns dos melhores momentos de toda a franquia.

Novamente dirigido por Bryan Singer (responsável por X-Men X-Men 2) e roteirizado por Simon Kinberg (X-Men 3Sherlock Holmes), esta produção funciona ao mesmo tempo como continuação e prequel dos longas originais, contando uma história que tem início numa Nova York destruída (e apropriadamente pincelada por neons roxos) que, com seus esqueletos apodrecendo por todos os lados enquanto máquinas gigantescas rondam o planeta, remete diretamente ao universo futurista distópico de O Exterminador do Futuro. Encurralados pelos Sentinelas, robôs capazes de mimetizar qualquer poder mutante e de detectar a presença do gene X, os mutantes se encontram praticamente exterminados – e é então que o professor Xavier (Stewart) e Magneto (McKellen), aliados em desespero, têm a ideia de usar os poderes de Kitty Pride (Page) para enviar a consciência de Wolverine (Jackman) de volta à década de 70 a fim de impedir que Mística (Lawrence) mate o empresário Bolivar Trask (Dinklage) – um incidente que daria impulso à criação daquelas máquinas. Porém, para convencer Mística a abandonar seus planos, Wolverine deverá buscar a ajuda das versões joviais de Xavier (McAvoy) e Magneto (Fassbender), que não são exatamente parceiros.

Abandonando as alegorias sobre intolerância que até então eram constantes na série, já que desta vez a trama é complexa demais para permitir tempo para tais tangentes (há um comentário breve e óbvio sobre dependência química destruindo o potencial de um viciado, mas só), Dias de um Futuro Esquecido faz um belíssimo trabalho ao manter a intrincada história sob controle mesmo tendo que lidar ainda com uma infinidade de personagens fascinantes que jamais se tornam meros figurantes diante das sequências de ação e dos efeitos visuais – se nos importamos com estes, é porque nos preocupamos com aqueles indivíduos e com seus dilemas. Assim, quando vemos Magneto e Xavier juntos naquele futuro sombrio, percebemos imediatamente como a situação se encontra dramática – e ver velhos rostos de volta (a Tempestade de Halle Berry) é um complemento eficiente à apresentação dos mutantes até então ausentes da série (o Mercúrio de Evan Peters). Por outro lado, o roteiro de Kinberg tem o cuidado de não depender excessivamente do conhecimento dos longas anteriores, ainda que os espectadores já familiarizados com a franquia venham a aproveitar melhor as pequenas referências atiradas aqui e ali.

Sem jamais permitir que a alternância entre as épocas se torne intrusiva, Singer e o montador John Ottman (que merece indicações a prêmios por seu trabalho aqui) mantêm a dinâmica da narrativa e constroem uma tensão crescente que é ressaltada pela belíssima estrutura concebida, que passa a saltar entre passado e futuro com mais frequência à medida que nos aproximados do clímax, aumentando, com isso, a sensação de urgência da trama (especialmente ao trazerem os personagens enfrentando versões diferentes dos mesmos antagonistas, o que ainda funciona como uma rima temática elegante). Além disso, Singer demonstra um amadurecimento notável como cineasta, já que cria sequências de ação complexas que sempre estabelecem com cuidado a geografia das cenas e a mise-en­-scène:por mais personagens que vejamos na tela, sempre sabemos quem está fazendo o quê, quem está indo em qual direção e como todos se relacionam no espaço construído pelo diretor.

Hábil também ao retratar a maneira instigante com que os poderes dos heróis são empregados em conjunto, Singer deixa claro, já na sequência inicial, como os Sentinelas representam predadores perfeitos dos mutantes, o que ressalta a importância da missão de Wolverine e os riscos que esta traz. Além disso, o diretor se diverte em sequências como aquela que traz Xavier usando a telepatia basicamente para manter uma conversa à distância com outro personagem, usando humanos como retransmissores, e também ao usar as imagens em Super 8, tão presentes na década de 70, para retratar flagrantes públicos dos X-Men, criando um efeito curioso de filme de época mesmo ao enfocar elementos claramente fantasiosos. Neste aspecto, os figurinos de Louise Mingenbach também merecem créditos por oscilarem entre a recriação de época e o tom colorido dos quadrinhos, acertando também ao comentarem o arco vivido por Xavier através de suas roupas, que começam mergulhadas no estilo hippie e gradualmente se tornam mais sérias e “adultas”.

Mas em meio a tantas virtudes de Dias de um Futuro Esquecido, talvez a mais surpreendente seja seu senso de humor, já que pontua a projeção com gags rápidas e eficientes que funcionam precisamente por surgirem de forma orgânica e direta: o filme não se desvia de seu caminho para fazer graça, mas, quando provoca o riso, segue adiante sem se deter para confirmar o efeito provocado – e, desta forma, referências à “bala mágica” que matou Kennedy e ao esqueleto ainda não “adamantizado” de Wolverine acabam tornando a narrativa mais leve, mas não a ponto de diluir a tensão. E se o longa finalmente parece fazer uma pausa em sua trama principal a fim de se concentrar no mutante Mercúrio, esta breve interrupção se mostra mais do que justificada ao presentear o público com uma sequência absolutamente excepcional que, ambientada em uma cozinha em meio a um tiroteio, retrata os poderes do sujeito de forma inventiva e irreverente, sendo beneficiada também pela performance irônica de Evan Peters.

Peters que, vale apontar, quase rouba a cena de seus colegas de cena infinitamente mais experientes e que aqui voltam a oferecer atuações impecáveis encabeçadas, claro, por Hugh Jackman, que, para seu imenso crédito, jamais parece estar no piloto automático ao interpretar um personagem com o qual já está mais do que familiarizado – e aqui o ator parece mesmo descobrir novas oportunidades de explorar Logan, seus traumas e seu senso de humor. E se Patrick Stewart e Ian McKellen trazem peso e seriedade a Xavier e Magneto, suas versões jovens são interpretadas com eficiência similar por James McAvoy e Michael Fassbender: o primeiro, ao retratar a imensa capacidade de Xavier de experimentar o sofrimento daqueles que o cercam e de se compadecer ao absorvê-los; o segundo, ao tornar Magneto imprevisível e traiçoeiro mesmo permitindo que percebamos como este age segundo seus princípios, não por uma crueldade gratuita (e a casualidade com que ele arremessa soldados que o ameaçam, usando gestos mínimos e sem nem mesmo olhar para seus inimigos, é perfeita ao sugerir a magnitude de seus poderes). Para finalizar, Jennifer Lawrence é competente ao evocar a confusão emocional de Mística, que se encontra presa entre seus ideais e a falta de moralidade das próprias ações, ao passo que Peter Dinklage transforma Trask em um vilão multidimensional que parece realmente acreditar que suas ações trarão um bem maior à humanidade e que, mesmo temendo os mutantes, não esconde seu fascínio por estes.

Funcionando também como uma espécie de reboot (como Star Trek) que abre novas e interessantes possibilidades para a franquia – que, a esta altura, pode seguir qualquer caminho que desejar envolvendo as diversas gerações que concebeu, Dias de um Futuro Esquecido não é apenas o melhor “filme de super-herói” do ano; é, desde já, um dos melhores trabalhos de 2014. Em qualquer gênero.

Observação: há uma cena importante depois dos créditos finais.

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Sinceramente, eu quero que vá pro espaço a cronologia, estou preocupado é com o filme, não com a cronologia.

 

Estou preocupado se vou gostar ou detestar o filme, não a cronologia, mesmo porque as histórias futuras e amarras a esse passado é responsabilidade dos filmes futuros

 

E ainda bem que Xman3 e wolverine foram pro saco!!

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Com licença que EU queria um POUCO de explicação sim sobre essa bagunça. Isto não é pedir muito. :angry:

 

Alias RAZÃO de vez em quando faz bem. Se todo o filme as incoerências temporais ficam sendo cada vez mais bagunçadas e ficam empurrando para debaixo do tapete NO FUTURO não esquecido chegará em um ponto de comprometimento sim da história. Bons filmes têm boas histórias bem amarradas no ROTEIRO e não um emaranhado de pontas soltas. Afinal o roteiro serve para alguma coisa. :huh:

 

E claro Patrick Stewart volta no corpo de um outro cara igual a ele mesmo. Era irmão gêmeo? Clone do mesmo? Claro tem a resposta: "Uma imagem projetada na mente das pessoas por um telepata". "Genial"! (Sarcasmo). Acho isso uma solução bem fraca. Haja trabalho mental para o Xavier e os espectadores ficarem perdendo tempo enganado as pessoas ao invés de assumir a identidade nova. Fora que nesse novo corpo também o cara é aleijado? Sério? Quais as possibilidades? Prefiro acreditar no império Shi'ar (não contem essa história).  Eu prefiro a solução do clone até porque já fizeram isto nas HQ's. Não custa nada pensar em uma solução melhor.

 

UX167_Xavier.jpg

 

O pior de tudo é usar a ignorância máxima e esquecer os filmes anteriores. Por pior que seja o filme eles devem ser lembrados sim, mesmo que seja só para criticar apontando as falhas. O esquecimento é a perdição da humanidade. Faz com que se repita os mesmos erros.

 

 

SE é tão ruim assim faz a franquia do zero. Apesar que as vezes é uma solução covarde de fugir dos problemas cinematográficos.

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Com licença que EU queria um POUCO de explicação sim sobre essa bagunça. Isto não é pedir muito. :angry:

 

Alias RAZÃO de vez em quando faz bem. Se todo o filme as incoerências temporais ficam sendo cada vez mais bagunçadas e ficam empurrando para debaixo do tapete NO FUTURO não esquecido chegará em um ponto de comprometimento sim da história. Bons filmes têm boas histórias bem amarradas no ROTEIRO e não um emaranhado de pontas soltas. Afinal o roteiro serve para alguma coisa. :huh:

 

E claro Patrick Stewart volta no corpo de um outro cara igual a ele mesmo. Era irmão gêmeo? Clone do mesmo? Claro tem a resposta: "Uma imagem projetada na mente das pessoas por um telepata". "Genial"! (Sarcasmo). Acho isso uma solução bem fraca. Haja trabalho mental para o Xavier e os espectadores ficarem perdendo tempo enganado as pessoas ao invés de assumir a identidade nova. Fora que nesse novo corpo também o cara é aleijado? Sério? Quais as possibilidades? Prefiro acreditar no império Shi'ar (não contem essa história).  Eu prefiro a solução do clone até porque já fizeram isto nas HQ's. Não custa nada pensar em uma solução melhor.

 

UX167_Xavier.jpg

 

O pior de tudo é usar a ignorância máxima e esquecer os filmes anteriores. Por pior que seja o filme eles devem ser lembrados sim, mesmo que seja só para criticar apontando as falhas. O esquecimento é a perdição da humanidade. Faz com que se repita os mesmos erros.

 

 

SE é tão ruim assim faz a franquia do zero. Apesar que as vezes é uma solução covarde de fugir dos problemas cinematográficos.

 

ué, você assiste o filme ou a série?

 

eu quando vou ao cinema, vou assistir a um filme, e não a um seriado, e sempre irei assim, mesmo pra filmes que são feitos em episódios, em várias continuações...

 

A obrigação de dar um sentido para a cronologia é sempre dos filmes posteriores, no sentido de serão eles que poderão contar a história decorrente da história passada, ou mesmo mudar a história passada com uma tática como a de voltar ao tempo, como foi o caso desse filme.

 

O Xman 3 tinha "matado" a franquia, mas a franquia continuou. Se esse filme agora é fantástico, então que venham os próximos filmes e explorem o material deixado por esse filme que pode se tornar uma excelente cronologia se contar a partir do first class e não dos xman 1 e 2. 

 

Ou contando com os Xman 1 e 2 mas com ressalvas, mas levando a sério mesmo a partir do first class.

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Eu prefiro o X-Men 3 que o X-Men 1...

 

E Wolverine Imortal foi a primeira sequel direta da trilogia, e lá a história dele do 3 é considerada. Wolve sofre porque matou a Jean e ele fica surpreso ao ver Xavier vivo. Nesse, novo filme vou ver como ficou o lance.

 

Vou deixar pra ver o filme e ver se as possíveis incoerências me incomodam ou não.

 

Verei hoje.

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O Tom Leão da Globo News disse que X-Men é o melhor filme de super herói do ano até o momento.

 

Melhor que o filme do Spider tem que ser, porque se for pior é melhor o Brian Singer se aposentar de vez.

 

Já do Capitão, considero ser meio difícil ele ser melhor, mas é aquilo, se o crítico não curte os filmes da Marvel Estúdios, vai preferir o X-Men mesmo.

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ué, você assiste o filme ou a série?

 

eu quando vou ao cinema, vou assistir a um filme, e não a um seriado, e sempre irei assim, mesmo pra filmes que são feitos em episódios, em várias continuações...

 

A obrigação de dar um sentido para a cronologia é sempre dos filmes posteriores, no sentido de serão eles que poderão contar a história decorrente da história passada, ou mesmo mudar a história passada com uma tática como a de voltar ao tempo, como foi o caso desse filme.

 

O Xman 3 tinha "matado" a franquia, mas a franquia continuou. Se esse filme agora é fantástico, então que venham os próximos filmes e explorem o material deixado por esse filme que pode se tornar uma excelente cronologia se contar a partir do first class e não dos xman 1 e 2. 

 

Ou contando com os Xman 1 e 2 mas com ressalvas, mas levando a sério mesmo a partir do first class.

 

Ambos. Não é por nada que se fala a série de filmes dos X-Men, Matrix, Star Wars, Senhor dos Anéis, Poderoso Chefão ou sagas. Se o filme obviamente depende de outro para fazer sentido ou acima de tudo para contar uma boa história ele precisa sim de coerência. E isto é responsabilidade de quem assume o novo projeto. Não se pode voltar no tempo para corrigir um erro lá do passado. É um absurdo isso. A responsabilidade óbvia é da futura franquia. Veja bem é uma possibilidade de tentar amenizar os erros. Até porque não se pode as vezes ou não se tem condições de fazer muita coisa como mudar a cara de um protagonista como em "De Volta Para O Futuro".  A não ser usar edições guardadas.

 

Imagine ver o Poderoso Chefão e em uma possível continuação Poderoso Chefão 4 (espero que nunca aconteça depois do 3) e do nada volta Don Corleone. O mínimo que você espectador antenado e com mínimo de neurônios quer saber é como diabos ele voltou dos mortos já que ele morreu no primeiro filme? E nem me fala do segundo, pois ali é flash back por favor. Aqui não temos flash back. Capiche?

 

Agora aplica isso ao Xarles Chavier no corpo de outro cara que é igual a ele e que também é paralítico. Quais as possibilidades disso ocorrer? Isto é abusar de suspensão de crença. Mais do que isto é chamar nós de idiotas.

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Ambos. Não é por nada que se fala a série de filmes dos X-Men, Matrix, Star Wars, Senhor dos Anéis, Poderoso Chefão ou saga. Se o filme obviamente depende de outro para fazer sentido ou acima de tudo para contar uma boa história ele precisa sim de coerência. Imagine ver o Poderoso Chefão e em uma possível continuação Poderoso Chefão 4 (espero que nunca aconteça depois do 3) e do nada volta Don Corleone. O mínimo que você espectador antenado e com mínimo de neurônios quer saber é como diabos ele voltou dos mortos já que ele morreu no primeiro filme? E nem me fala do segundo, pois ali é flash back por favor. Aqui não temos flash back. Capiche?

 

Agora aplica isso ao Xarles Chavier no corpo de outro cara que é igual a ele e que também é paralítico. Quais as possibilidades disso ocorrer? Isto é abusar de suspensão de crença. Mais do que isto é chamar nós de idiotas.

 

Mas ai você tá errando, se aparecer o Don Corleone sem o mínimo de explicação com os filmes do passado, o filme atual é que não fez uma cronologia pros filmes anteirores, a não ser que o filme crie uma explicação convincente.

 

Já o dia depois de amanhã é outra questão, ele lida com o passado (first class), e muda o futuro (xman 1 2 e 3), portanto, a cronologia com os xman 1 2 3 pouco importa, agora vai ser uma nova história. 

 

E no caso do novo Poderoso chefão, se o filme for a altura dos outros anteriores, vou adorar tbm, só considerarei esse filme um filme "paralelo" da franquia. 

 

E a suposta morte do Xavier pode ser explicado melhor nos filme seguintes, talvez. ou não, ou nos filmes seguintes não houve morte alguma de Xavier, e eu não sei qual é o espanto, nas histórias de quadrinho vários foram as vezes que um herói morreu e voltou do mundo dos mortos B) . 

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Eu prefiro o X-Men 3 que o X-Men 1...

 

E Wolverine Imortal foi a primeira sequel direta da trilogia, e lá a história dele do 3 é considerada. Wolve sofre porque matou a Jean e ele fica surpreso ao ver Xavier vivo. Nesse, novo filme vou ver como ficou o lance.

 

Vou deixar pra ver o filme e ver se as possíveis incoerências me incomodam ou não.

 

Verei hoje.

 

Vale lembrar que Wolverine Imortal tem total ligação com esse novo filme. E Wolverine Imortal por sua vez tem óbvia ligação com X-Men 3 quer gostem ou não. Por fim eles devem sim dar satisfação sobre o o "clone paralítico" do Professor X. Eu torço para que o Xavier seja um clone é uma explicação muito "mais simples" e menos forçada. O problema é ele ser clone e paralítico. Como se é um novo corpo?  :o

 

Apesar de muitos problemas de X-Men 3, eu o prefiro também que o primeiro em alguns pontos principalmente pela falta de ousadia. O primeiro filme era muito tímido. Acho precisava de mais ambição apesar de que graças a ele que teve o boom de filmes de super heróis e incluindo os outros da franquia X-Men. Já X-Men 2 é o melhor disparado ficando lado a lado ou empatado com X-Men Primeira Classe.

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X-Men 3 poderia ser melhor se tivesse os mesmos 130 minutos de X2. Isso daria tempo para desenvolver melhor seus personagens e a saga da Fênix. Não sei se com mais tempo poderia superar X2. Até porque O Singer é muito mais diretor que o Brett Ratner.

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Dei sorte hoje e acabei de assistir o filme na sessão da tarde, e a historia e realmente maravilhosa e emocionante a trama e sombria e o futuro do X-men e extremamente pior do que o Exterminador do futuro pois não esperança ou salvação a unica coisa certa e trevas e morte.E para quem estava com medo do Wolverine ser o protagonista novamente, ele e junto com Xavier,Magneto e Mistica, e a escolha mais acertada foi o Logan um cara com fator de cura mais cheio de cicatrizes emocionais e quando volta ao passado e encontra um Charles amargurado e desiludido vemos a sua dificuldade de orientar o jovem professor e descobrimos uma nova facetas e humanidade do Wolverine sem deixar de ser violento.

Quem curtiu First Class a química fantástica dos jovens Charles e Eric ele continua o filme foca na relação do 2 só que  mais dramática e visceral as verdades que um diz pro outro e foda no avião e Magneto cospe na cara do amigo "Voce abandou a todos nos" já que o professor virou um hippie alienado e explica a ausência dos mutantes de First Class e as motivações de Mistica.

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E a gente se depara pela primeira vez  nesta aventura com um Xavier quebrado imperfeito, repleto de medo e angustia um homem que odeia violência, mas no primeiro impulso soca o Magneto a solta-lo da cadeia oque faz todo sentido com atua condição do personagem, que tem revigorar sua e fé crença na humanidade e cada passo nesta nova descoberta com orientação do Logan e lindo  de se ver o seu renascimento ao se deparar com seu futuro e ver sua versão mais velha(Patrick Stwear) e me fez lembra da cena do Leornad Nimoy o Spock original  em Star Treck, um dos grandes momentos do filme.

 

Quando vemos o nascimento deste herói da franquia, tem que ter seu oposto o jovem Magneto tão impulsivo e cruel que não ve dilema moral de tirar vidas pela causa mutante e age seguindo o seu próprio propósitos e se tornado o vilão humanidade teme e odeia, o legal nisto tudo que apesar de ele tentar mudar o futuro o cara não muda a personalidade e continua sendo extremista e até traiçoeiro o bandido que odiamos e amamos a mesmo tempo, oque ele faz o Wolverine e desumano.

 

A Mistica mais uma vez brilha, agora agindo sozinha em busca de vingança contra Bolivar Trask  ela move a trama como uma anti-heroína que ajuda a causa mutante, mas se sente magoada pelos dois homens que mais confiou  Xavier e Eric este pisou na bola mesmo e tentar seguir o seu próprio caminho mesmo que árduo solitário e lembrando a Raven da hqs que sempre foi uma grande personagem.

 

A introdução do Mércurio e mais do que bem vinda, ele e mesmo uma figura com seu lado anti social e uma tendencia de já desafiar autoridades o seu encontro com Magneto e ótimo e realmente uma ligação entre os dois que fica bem explicita e ele salva o dia ao impedir o massacre na cozinha já que está presente Wolverine e o Mestre do Magnetismo dispostos ao usar seus poderes.

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A trama se passa mais nos anos 70 e tem toda uma vibe como clima e acontecimento da época oque achei muito legal o Singer mandou bem, e ação no futuro e incrível e assustadora os sentinelas são verdadeiras maquinas de matar e não poupam nada em sua frente apesar de  Bispo,Blink,Manchar Solar, Colossus  e etç não terem muitas cenas e falas as cenas de ação são bagaça e memoráveis os fãs não se decepcionar.

 

Só achei que o filme dá uma pausa para contar a historia melhor no passado e não tem tanta ação oque não e problema vendo o show de interpretação dos atores e detalhes gostosos como mostrar cenas X-men 2 e 3 Wolverine Imortal e depois rebotar e trazer uma nova realidade aos mutantes trazendo caras que nos já conhecemos de volta. A minha unica pergunta e saber oque aconteceu nos últimos 30 anos com Magneto,Mistica e Wolverine e agora eu entendi porque o Erico Borgo(Omelete) falou que eles cagaram o final. A ultima cena envolvendo o Wolverine e Mistica alguém entendeu ?

 

 

 

 

 

 

 

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Vi hoje. É excelente, pau a pau com X2 como melhor da franquia. Mas é preciso abstrair mais erros de cronologia e outras coisas:

 

 

 

Na linha temporal não-adulterada (pré-Logan viajando), Mística é capturada e dissecada para aperfeiçoar a tecnologia dos Sentinelas. Não bate em nada com a trilogia original, como nada envolvendo a personagem.

 

Os Sentinelas ganham força em 1973 como linha de defesa anti-mutante até gradualmente se tornarem uma ameaça global à toda humanidade 50 anos depois. A trilogia original não faz a menor menção a isso, fora aquela simulação na Sala de Perigo em X3.

 

Kitty Pride tem o poder de enviar mentes no passado. Como e quando desenvolveu essa habilidade não é mencionado, parece ser recente pois nem Xavier e Magneto sabiam até o início do filme. Isso será abordado futuramente ou esquecido agora que isso não interessa à trama? Aposto na segunda opção.

 

 

 

 A minha unica pergunta e saber oque aconteceu nos últimos 30 anos com Magneto,Mistica e Wolverine e agora eu entendi porque o Erico Borgo(Omelete) falou que eles cagaram o final. A ultima cena envolvendo o Wolverine e Mistica alguém entendeu ?

 

 

Achei a cena meio estranha. Prefiro a resposta mais simples: Mística impersonou o Stryker para que Wolverine não caísse nas mãos dos militares. Foi o mesmo que fez no início do filme com os soldados mutantes no Vietnã.

 

 

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Ainda prefiro X2, mas esse chega bem perto. Bom demais mesmo. É um X-men do Brian Singer com todas as muitas qualidades (e alguns defeitos) que isso possa acarretar.

 

E sim, ele considera a história do X3. Não passa por cima dela, inclusive o Wolverine tem flashbacks de todos filmes (até do Origins, apesar de ter achado que o filme meio que passou por cima da história dele). O único fato que achei que ficou pendente é que o filme não explica a volta do Xavier, mas nem dava pra fazer isso, a cena no futuro é dramática e ágil com os sentinelas fudendo tudo o tempo todo. Não dava pro filme parar pra ficar explicando isso, acho que nem faria sentido, e particularmente não senti falta. Ele voltou, fim (e já sabemos disso desde o Wolverine Imortal).

 

No geral, não achei a cronologia tão bagunçada assim como acusaram (nesse sentido o First Class foi bem pior, esse aqui nem tanto). É aquele negócio dos fãs de HQ que sempre ficaram de mimimi demais em relação a trilogia, aqui isso não vai mudar. Mas quem gostou dos filmes X-Men do Singer pode ir sem medo.

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Pra mim melhor até que os vingadores (pra citar filmes de grupo).

Um filmão de ação mesmo, e pela primeira vez vi o que é realmente o Xavier, e o que é realmente o Wolverine. 

 

 

 

 

Foi o primeiro filme em que eu pude ver não por palavras, mas pelo personagem em si, o que é a qualidade maravilhosa do Xavier que o faz professor, e que na verdade a gente vê essa característica estampada em algumas pessoas. E não é o poder de ler a mente, mas sim a grande sensibilidade dele, por ser uma pessoa sensível e gentil, e cativante. Em todos os filmes dos XMen que o Xavier aparece, sempre como a imagem do professor legal, mas nunca consegui ver nele (nem no desenho animado) essa característica que não advém da sua força mutante, mas da sua cativante sensibilidade humana, mas nesse filme, o Xavier perdido foi um excelente momento para demonstrar o quão interessante é o Xavier O Professor, o quão guia "espiritual" ele realmente é, porque não foi só o Xavier perdido mas a dedicação com que ele tentava deixar de se preocupar com os outros e no fundo no fundo, isso doer a ponto de ele não conseguir, e isso fica claro no caso da sua amiga de infância onde essa característica se aflora, e na verdade é origem de sua determinação.

 

Ou seja, foi essa impossibilidade do Xavier em deixar de querer se preocupar com a Mistica é que me fez entender o quão profundo é sua luta, porque na verdade ele, no fundo, dedicando-se a estimular para um orgulho mutante em relação as coisas boas que eles são e podem fazer, na verdade ele no fundo quer provar pra ele mesmo que tem como a mistica ser estimulada a ver a sua beleza, ver o quão belo é e são todos os que nascem. Eu acho que é nesse drama de tentar no fundo no fundo se convencer que não há mais jeito mas nesse fundo se deparar com essa esperança adormecida que o impossibilita de acreditar nesse futuro determinado da mistica (e do Magneto) é que demonstra a origem do Xavier e o quão é a pessoa (não o mutante) Charles Xavier.

 

E ai eu deparo com um dos problemas, não do filme, mas do formato de ser um filme de aventura-ação. Pois esse dilema do Xavier é tão profundo que eu acho que ele se convenceu que tinha que ajudar a mistica e o magneto (principalmente) rápido demais. Talvez caberia nesse roteiro ser divido em dois filmes, e ai talvez esse dilema profundo pudesse ser melhor trabalhado. Mas ai certamente o filme ficaria meio enfadonho e iria deixar de ser um filme de ação, divertido, que entretém, e eu teria que concordar com o Questão que essa abordagem acabaria estragando a história como um todo, porque seria um filme sobre as questões profundas de um personagem chamado Xavier a respeito da sua impossibilidade de deixar de acreditar nas pessoas, ou seja, um filme de drama-reflexivo, não um filme de Xmen -ação, ficção, e aventura.

 

E por conseguinte, eu finalmente, mesmo depois de tantos filmes do Wolverine que não conseguiram transmitir isso, eu pude ver o quão o Wolverine era um perdido que se tornou selvagem. Eu acho que esse filme foi o primeiro que não sub utilizou o Wolverine (sub utilizou tanto no sentido dele ser selvagem, que nesse fiilme ele não utilizou, quanto no sentido dele ser uma pessoa que carrega essa história de selvageria com ele e que o torna esse homem mais velho e lúcido, esperançoso, e sensível). Enquanto os outros filmes sobre utilizaram a ação envolta do Wolverine, nesse filme eu pude perceber que o Xavier foi uma pessoa chave e fantástica pro Wolverine, porque ninguém além do Xavier, com essa delicada mas persistente e penetrante dedicação de se preocupar com os outros, seria capaz de estimular através de sua orientação o Wolverine a ter consciência de sua selvageria, Ali eu pude ver o lado selvagem do Wolverine, o homem destroçado, sem visão, que apenas perambulava e mordia quem se aproximasse, como uma resposta reflexiva de auto-defesa. Nenhum outro filme conseguiu abordar isso do Wolverine.

 

E realmente, a cronologia tá comprometida, mas a cronologia temporal está comprometida, porém o filme tem uma cronologia simbólica perfeita, ao meu ver, e isso se traduz justamente no entendimento do Wolverine e do Xavier. É uma pena que não tivessem tido cuidado com a cronologia temporal, pois assim parece que a cronologia simbólica sem a temporal é apenas uma sensação, um mito, uma incoerência que não se consolida. Porém, essa falha cronológica não impede de ser concertada nos próximos filmes, e o erro cronológico não atrapalha o filme, pra mim o filme é um pipocão fantástico, justamente porque consegue trabalhar com o significado da essência de cada personagem.

AAAAAH, e falando em personagem, agooooora sim vi o que é o magneto realmente, nos outros filmes eu percebi que o Magneto era realmente um idealista radical, porém agora o ideal dele se tornou realmente forte a ponto de suas ações serem sustentadas por esse significado plenamente, e o final dele carregando e usando o estádio e as sentinelas é típico da sua força, não só de mutante, mas de uma pessoa decida do que tem que ser feito, do que tem que ser lutado.

 Agora um erro técnico que eu achei e que me incomdou um pouco foi a mistica, toda vez que ela se transformava parecia que seus movimentos ficavam meio boneco de plástico, meio esquisito, não consegui ver vida ali naquele ser azul.

E quer dizer que o Wolverine não vai mais ser torturado? uma vez que a mistica o resgatou e talvez impeça que ele caia nas mãos dos militares? isso pode ser explicado que não por conta do Wolverine ser a besta que era na época e não aceitar a ajuda da mistica e de ninguém e ir pra sua própria vida bestial e acabar caindo nas mãos dos caras que fizeram experiências com ele. 

 

 

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Na linha temporal não-adulterada (pré-Logan viajando), Mística é capturada e dissecada para aperfeiçoar a tecnologia dos Sentinelas. Não bate em nada com a trilogia original, como nada envolvendo a personagem.

 

Os Sentinelas ganham força em 1973 como linha de defesa anti-mutante até gradualmente se tornarem uma ameaça global à toda humanidade 50 anos depois. A trilogia original não faz a menor menção a isso, fora aquela simulação na Sala de Perigo em X3.

 

Kitty Pride tem o poder de enviar mentes no passado. Como e quando desenvolveu essa habilidade não é mencionado, parece ser recente pois nem Xavier e Magneto sabiam até o início do filme. Isso será abordado futuramente ou esquecido agora que isso não interessa à trama? Aposto na segunda opção.

 

 

 

Spoilers

 

O lance do passado da Raven já é algo que não bate muito bem desde o First Class. A situação dela com o Xavier é algo meio inimaginável pra quem viu a trilogia. E aqui esse lance todo não bate bem mesmo.

 

Mas assim, o filme não dá datas, ele só relata a ordem dos eventos. Então, sobre a Raven, capturaram ela, colheram o que tinham que colher, mas ela conseguiu sobreviver. Fim. Aí ou ela escapou ou eles a jogaram em alguma latrina achando que tava morta. Depois veio aí a Mística que se uniu com o time com o Magneto. Mística na trilogia sempre soou como alguém que sofreu muito no passado.

 

Já os Sentinelas... Sei lá. O máximo que posso dizer é que como o cara que inventou eles morreu, ou seja alguém que realmente conhecia o lance, isso pode ter atrasado o desenvolvimento delas, e o governo ter segurado eles até ter total controle delas (porque o cara que sabia controlar elas morreu pode ter demorado até surgir alguém que soubesse fazer isso bem). E como o mundo tava meio dividido em relação aos mutantes, o governo ficou acuado em usar, mantido isso como "projeto secreto" até ter havido um evento no futuro que fez o governo despirocar de vez e decidir usá-los. Como disse o filme, não dá datas, só relata a ordem dos fatos chaves ali. Muito tempo se passou entre esse aqui e X-men 1, então vai saber como tudo se desenvolveu.

 

Sobre o lance da Kitty é algo que também não senti necessidade de explicação. Ela poderia ter desenvolvido esse poder (ou descoberto) no decorrer do tempo depois do X3. No X3, ela era ainda nova e inexpreriente com os próprios poderes.

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