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Forum Cinema em Cena

Flight, Robert Zemeckis


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Após alguns anos se aventurando pelo mundo das animações, em um período em que experimentou diversas técnicas na direção de O Expresso Polar, A Lenda de Beowulf e Os Fantasmas de Scrooge, Robert Zemeckis planeja voltar em grande estilo ao universo dos dramas em carne-e-osso. Para isso, contará com ninguém menos que Denzel Washington, que estrelará Flight depois de três filmes de ação em sequência.


De acordo com o blog 24 Frames, do jornal Los Angeles Times, Washington interpretará Whip Whitaker, um piloto que se torna um herói quando tem sucesso ao pousar emergencialmente uma aeronave comercial lotada de passageiros. A investigação dos alegados problemas técnicos que quase conduziram o avião à catástrofe, no entanto, revela que o comandante estava sob a influência de drogas e álcool enquanto voava.


A partir daí, Whitaker tem que conviver com um indesejado rótulo de salvador, enquanto a corporação de pilotos e a companhia aérea tentam esconder a verdade para evitar um escândalo de enormes proporções. O roteiro é de John Gatins (Hardball - O Jogo da Vida e Coach Carter - Treino Para a Vida).


Ainda não há previsão de lançamento, mas especula-se que as filmagens deverão ter início ainda em 2011, uma vez que tanto Zemeckis (produtor de Gigantes de Aço) quanto Washington (estrela de Safe House) já finalizaram seus compromissos previamente assumidos. Assim, Flight aparece como um candidato interessante a estrear na temporada de premiações do próximo ano, o que marcaria o retorno da dupla ao centro das atenções após um longo hiato.


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  • 2 weeks later...
  • 2 weeks later...

por Virgílio Souza


kellyreilly_01.jpg

Com o início de suas filmagens agendado para os próximos meses, Flight acaba de ter mais um nome interessante adicionado ao seu elenco: Kelly Reilly. A atriz, mais conhecida por sua participação em Sherlock Holmes (em que deu vida ao interesse amoroso de Jude Law), se juntará a Denzel Washington, que havia sido confirmado no papel principal na última semana.


Segundo o site Deadline New York, Reilly interpretará Nicole Devlin, uma viciada em narcóticos que se torna amiga do piloto de aviões Whip (Washington). Na trama, o protagonista evita uma catástrofe aérea, mas as investigações revelam que ele estava sob o efeito de álcool e drogas, o que o leva a ser perseguido pela imprensa.


As informações dão conta de que Reilly desbancou nomes como Olivia Wilde (Cowboys & Aliens) e Dominique McElligott (Lunar) para ficar com o papel. Nos últimos anos, a atriz atuou em longas como Orgulho e Preconceito, Sra. Henderson Apresenta, Bonecas Russas e Albergue Espanhol, bem como na elogiada peça Otelo, ao lado de Ewan McGregor.


Kelly ainda não ganhou popularidade nas telas, mas este papel pode ser o começo.
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Flight | Robert Zemeckis

 

A Paramount confirmou ambas as participações de Zemeckis e Washington no filme. As filmagens terão início em outubro, na cidade de Atlanta, Georgia, nos EUA.

[Atualizado, 22/9] Don Cheadle (Homem de Ferro 2) e Bruce Greenwood (Star Trek) foram contratados para o elenco.

[Atualizado, 12/9] O estúdio fechou contrato com a atriz britânica Kelly Reilly (Sherlock Holmes) para o principal papel feminino, o da investigadora do FAA que analisa o caso do protagonista.

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 Don Cheadle e Bruce Greenwood se juntam ao elenco de Flight- 22/09/2011 13:19

doncheadle_01.jpgbrucegreenwood_01.jpg

Mais de quinze anos após O Diabo Veste Azul, Denzel Washington e Don Cheadle finalmente trabalharão juntos novamente. De acordo com o site Moviehole, o segundo (indicado ao Oscar por Hotel Ruanda) se juntará ao primeiro (vencedor por Tempo de Glória e Dia de Treinamento) em Flight. O projeto marca o retorno de Robert Zemeckis ao live-action após anos de experimentação em animação.


Além da dupla, estarão no time Kelly Reilly, escalada na última semana, e Bruce Greenwood (Não Estou Lá e Star Trek),
também confirmado hoje. Ainda não há informações sobre quais papéis
serão ocupados pelos recém-contratados. Na trama, Washington interpreta
um piloto que evita um acidente de avião, mas que passa a ser centro de
uma grande controvérsia após uma investigação constatar que estava sob o
efeito de álcool e drogas. Reilly, por sua vez, dá vida a uma viciada
em narcóticos que tenta ajudar o personagem principal.

As filmagens de Flight
terão início nas próximas semanas. Especula-se que o longa deverá
estrear nos últimos meses de 2012, durante a temporada de premiações.
Com adições tão interessantes ao elenco, uma premissa interessante e um diretor renomado, a expectativa é vê-lo causar
alarde.



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por Larissa Padron


briangeraghty_01.jpgBrian Geraghty (Guerra ao Terror) está em negociação para se juntar a Denzel Washington (O Livro de Eli) em Flight, próximo longa do diretor Robert Zemeckis (Náufrago).


De acordo com o Hollywood Reporter, Geraghty irá interpretar o co-piloto de Washington, que, após o acidente principal da trama, encontra a religião.


Estão em negociação também os atores Don Cheadle (Homem de Ferro 2), Kelly Reilly (Sherlock Holmes) e Bruce Greenwood (Super 8).


Geraghty também estará este ano em Ten Year, com Channing Tatum (Querido John).


As filmagens de Flight começam no próximo mês e a previsão de estréia do longa é para 2012.


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por Virgílio Souza


johngoodman_01.jpg

De acordo com as notícias recentes, é possível concluir que Robert Zemeckis não pretende apenas retornar ao live-action. Os planos do cineasta parecem ser bem mais ambiciosos, especialmente quando John Goodman (foto) se junta a um elenco formado por Denzel Washington, Don Cheadle e Bruce Greenwood. As informações, divulgadas hoje, são do site Deadline New York.


Goodman (O Grande Lebowski) interpretará um grande amigo de Washington, piloto que se envolve em uma grande controvérsia após a perícia concluir que ele trabalhava bêbado e sob o efeito de drogas. O personagem desempenha um papel semelhante ao de Kelly Reilly (uma viciada em narcóticos que se torna amiga do protagonista), mas com contornos bem distintos. Não há informações sobre quais serão os papéis ocupados por Greenwood e Cheadle.  Brian Geraghty (Guerra ao Terror) ainda negocia participação.


Goodman que boa surpresa, gosto dele.
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  • 9 months later...
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  • 3 weeks later...

Denzel Washington e Robert Zemeckis decolam em "O Voo".

 

Você poderia pensar que Robert Zemeckis, após ter se dedicado à animação por “motion-capture” nos últimos 12 anos, ficaria empolgado a voltar à imprevisibilidade da filmagem com atores de carne e osso –aqueles momentos por acaso em que os elementos se alinham para algo surpreendente.

 

Mas estaria errado.

 

“Em toda minha carreira, eu poderia contar em uma mão”, diz o diretor, lembrando as dores de cabeça, como ter que transportar neve enquanto filmava em Moscou, e pintar a folhagem de outono em outubro em Vermont. “Toda vez em que estive em uma situação onde, por exemplo, há um ‘Oh, meu Deus, olha só esse céu! Olha esse por do sol!’ –ele nunca estava lá no momento oportuno. Nós sempre o perdíamos. É de partir o coração.”

 

"O Vôo" é o primeiro filme tradicional de Zemeckis desde “Náufrago”, após o qual ele, mais do que qualquer outro cineasta, desenvolveu a tecnologia de “performance capture” com filmes como “O Expresso Polar”, “A Lenda de Beowulf” e “Os Fantasmas de Scrooge”.

 

Em vez disso, "O Vôo" extrai sua magia principalmente das interpretações, em especial a de Denzel Washington, que estrela como aquele que talvez seja o alcoólatra mais funcional na história do cinema. Como o capitão Whip Whitaker, Washington interpreta um piloto de companhia aérea que, apesar de bêbado, de ressaca e drogado, consegue realizar um ousado pouso de emergência com um avião em rápida deterioração, no que deveria ser um voo de rotina entre Orlando, Flórida, e Atlanta.

 

A sequência da queda, feita com virtuosismo pelos artistas digitais dos desenhos animados de Zemeckis, exibe a manobra incomum, mas eficaz, de brevemente pilotar o avião de cabeça para baixo. A queda emocionante, que basicamente abre o filme, é o tipo de chamariz para o público, que então é atraído para um poderoso estudo do personagem de Washington, que luta com seu problema de alcoolismo enquanto seu heroísmo passa a ser questionado.

 

“O que mais poderia superar a queda do avião?” pergunta Zemeckis. “Mas o verdadeiro espetáculo, é claro, é a interpretação de Denzel.”

 

Ela é uma que muitos esperam que dê a Washington sua sexta indicação ao Oscar. (Ele ganhou por “Tempo de Glória” e “Dia de Treinamento”.) Sua interpretação é um retrato completo de um homem que acredita estar no controle, mas não está, cujo alcoolismo é propelido pela incapacidade de ser honesto consigo mesmo e com os outros.

 

“Um mentiroso é um mentiroso, independente de optar por mentir ou querer anestesiar a dor”, diz Washington, descrevendo Whitaker. “Ele fez a escolha específica de anestesiar a dor.”

 

Washington foi atraído ao projeto pelo roteiro de John Gatins (“Gigantes de Aço”), no qual Gatins vinha trabalhando desde 1999. O roteiro cerca Whitaker com um conjunto de personagens que o contestam (Kelly Reilly como a viciada em heroína em recuperação, Melissa Leo como a investigadora do acidente) ou que o apoiam (Don Cheadle como o advogado de defesa convencido, Bruce Greenwood como um velho amigo e também piloto, John Goodman como o vendedor de drogas).

 

Mais do que a maioria dos protagonistas, Whitaker frequentemente beira o detestável.

 

“Eu ouvi algumas pessoas dizerem isso, mas é isso o que é bom no papel”, diz Washington. “As pessoas dizem: ‘O que você quer que eu tire do filme?’ Eu respondo: Depende do que você trouxer. Então algumas pessoas não gostarão dele.”

 

Foi essa ambiguidade moral que atraiu Zemeckis, que constrói uma história que apresenta questões para o público a respeito de simpatia e o reconhecimento das próprias falhas.

 

Já foram feitos muitos filmes sobre alcoólatras memoráveis –Ray Milland em “Farrapo Humano”, Jack Lemmon em “Vício Maldito” e Nicolas Cage em “Despedida em Las Vegas”. Ao ser perguntado se consultou esses filmes ao fazer "O Vôo", Zemeckis respondeu: “Apenas sobre o que não fazer”.

 

“Se fosse apenas sobre alguém com dependência química, isso não atrairia as pessoas”, diz Zemeckis. “Não é algo com que as pessoas se identificam. Mas o fato de todo mundo –se você realmente tiver coragem de ser honesto consigo mesmo– ter falhas, isso é um tema universal. Foi isso o que eu busquei.”

 

O fato de "O Vôo" voar, em vez de afundar com o peso do alcoolismo, serve como prova da mão firme de Zemeckis na condução de histórias pessoais em uma tela grande. (Entre seus filmes anteriores estão a trilogia “De Volta para o Futuro”, o premiado com o Oscar “Forrest Gump, o Contador de Histórias” e “Contato”.) Essa é uma habilidade cada vez mais rara, em parte por dramas adultos proibidos para menores como "O Vôo" raramente serem feitos na Hollywood moderna.

 

"O Vôo", que será lançado pela Paramount Pictures em 2 de novembro nos Estados Unidos, com esperança de bilheteria sólida e indicações ao Oscar, foi feito com um orçamento de US$ 31 milhões. Esse é um valor relativamente pequeno para um filme desses, algo possibilitado em parte pelo know-how digital de Zemeckis.

 

“Os únicos filmes que valem a pena ser feitos são os de risco”, diz Zemeckis. “Este não é arriscado do ponto de vista do orçamento, mas é arriscado no sentido do público apreciar sua aspereza.”

 

O fato de "O Vôo" ser estrelado por um dos poucos astros de cinema realmente bancáveis ajuda. O cartaz do filme exibe o belo ator vestindo uniforme de piloto, o que casa de forma atraente com um ator conhecido pelo aspecto distinto de um comandante de submarino, maquinista de trem e soldado da União.

 

A simples experiência de estar em um simulador de voo ajudou Washington a encontrar seu caminho com Whitaker.

 

“O simples entrar na cabine foi tipo, ‘Uau, eu não vou voar, mas me sinto como um piloto’”, diz Washington.

 

O ator tem pouco interesse em detalhar o processo, que ele diz de modo autodepreciativo ser “como representar. Sério, não é tão difícil”. Mas Washington, conhecido por trabalhar arduamente, reconhece: “Você faz a lição de casa. (...) Todos nós deveríamos ser assim”.

 

Zemeckis diz que a interpretação de Washington é “de tirar o fôlego” e “no mesmo patamar dos grandes”.

 

“Não tem embolação”, o diretor diz sobre Washington. “Ele é muito sério e ele se prepara seriamente. Eu desconheço o processo, porque não é da minha conta. Ele escreve nos ensaios. Se eu digo algo, ele toma nota. Outro ator diz algo, ele toma nota.”

 

Zemeckis ainda acredita no cinema por motion-capture, apesar de sua última tentativa ter sido um fracasso histórico, “Marte Precisa de Mães” da Disney. Zemeckis produziu o filme, após o qual sua refilmagem por motion-capture de “O Submarino Amarelo” dos Beatles foi cancelada. O futuro do cinema, ele diz, será um “ensopado digital” de “imagens digitais móveis”.

 

Ele às vezes se depara com seus filmes mais antigos na TV a cabo e pensa: “Ei, até que é bom”. Zemeckis gostaria de ver "O Vôo" com esse distanciamento, mas, desde já, ele se sente satisfeito.

 

“Eu já gosto dele”, ele diz com um tipo de contentamento que raramente se permite. “Eu vejo as falhas, naturalmente, mas já gosto dele.”

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Roger Ebert viu o filme e também elogiou muito a atuação do Denzel e abertura com a cena da queda do avião, "Uma das mais assustadoras que ele já viu na telona".

 

FLIGHT

 

BY ROGER EBERT / October 31, 2012

 

After opening with one of the most terrifying flying scenes I've witnessed, in which an airplane is saved by being flown upside down, Robert Zemeckis' "Flight" segues into a brave and tortured performance by Denzel Washington — one of his very best. Not often does a movie character make such a harrowing personal journey that keeps us in deep sympathy all of the way.

 

Washington plays Whip Whitaker, a veteran commercial airlines pilot who over the years has built up a shaky tolerance for quantities of alcohol and cocaine that would be lethal for most people. At the film opens, he's finishing an all-night party with a friendly flight attendant named Katerina (Nadine Velazquez) and jolts himself back into action with two lines of cocaine. His co-pilot (Brian Geraghty) eyes him suspiciously, but Whip projects poise and authority from behind his dark aviator glasses.

 

Their flight takes off in a disturbing rainstorm and encounters the kind of turbulence that has the co-pilot crying out, "Oh, Lord!" But Whip powers them at high speed into an area of clear sky, before a mechanical malfunction sends the aircraft into an uncontrollable nosedive. Zemeckis and his team portray the terror in the cabin in stomach-churning style. Acting on instinct, seeming cool as ice, the veteran pilot inverts the plane to halt its descent, and it flies level upside-down until he rights it again to glide into a level crash-landing in an open field.

 

The field, as it happens, is next to a little church, and the way Zemeckis portrays an outdoor baptism on the ground below captures the hyper-realism with which I imagine we notice things when we think we're about to die. Only six people do die in the crash, and Whittaker is hailed as a hero.

 

Will this close call bring an end to his drinking? He retreats to his grandfather's farm where he was raised, pours out all his booze and is dry for a time — until he's told by his union representative (Bruce Greenwood) and his lawyer (Don Cheadle), that blood tests show he was flying drunk. A government hearing is fraught with hazard (he faces a possible life sentence). Meanwhile, he is befriended by a woman named Nicole (Kelly Reilly), who he met in the hospital, and she takes him to an AA meeting, but the program is not for him.

 

It becomes clear that intoxication is more important to Whip than anything else; it cost him a marriage and the respect of his son. One of the most effective things in Washington's performance is the way he puts up an impassive facade to conceal his defiant addiction. "No one else could have landed that plane!" he insists, and indeed tests in a flight simulator back him up. The fact remains that he was stoned.

 

One of the most gripping scenes takes place in a hotel room where Whittaker is being held essentially under guard for the week before his official hearing. At a crucial moment, his drug supplier Harling Mays (John Goodman) turns up, marching toward camera in one of a series of garish Hawaiian shirts, ready to battle a crisis. I don't have any idea if cocaine can snap you back from a killer hangover, but I wouldn't count on it.

 

Denzel Washington is one of the most sympathetic and rock-solid of actors, and it's effective here how his performance never goes over the top but instead is grounded on obsessive control. There are many scenes inviting emotional displays. A lesser actor might have wanted to act them out. Washington depends on his eyes, his manner and a gift for projecting inner emotion. In the way it meets every requirement of a tricky plot, this is an ideal performance.

 

Among the supporting performances, Don Cheadle projects guarded motivations, Greenwood is a loyal friend, Goodman seems like a handy medic, and Brian Geraghty's panic in the co-pilot's seat underlines the horror. "Flight," a title with more than one meaning, is strangely the first live-action feature in 12 years by Robert Zemeckis, who seemed committed to stop-motion animation ("Beowulf," "Polar Express," "A Christmas Carol"). It is nearly flawless. I can think of another final line of dialogue for Whip Whitaker's character ("My name is Whip, and I'm an alcoholic"), but that's just me.

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  • 2 months later...

A cena da queda do avião é excelente, tanto pelos efeitos visuais quanto pela forma como o elenco realmente transmite o pânico da situação. Depois disso, o filme oscila, com alguns momentos de real profundidade na análise do personagem de Denzel e do seu impacto naqueles que o cercam, ora caindo em lugares-comuns e banalidades mainstream. O desfecho é bem pouco satisfatório, moralista e parece ter sido feito pra agradar gente velha. Mas o Denzel carrega fácil, com uma grande atuação.

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Razoavel apenas este drama judicial q começa como “Herói por Acidente” , enrola como “Despedida em Las Vegas” e termina como “A Condenação”. Após salvar trocentas vidas dum desastre iminente de avião, o piloto cachaceiro interpretado pelo Denzel Washington vira herói nacional. Mas aos poucos as investigações sugerem q além de mamado, o suposto “herói” tb tava cheirado. Contar ou não a verdade é o lema q perdura ao personagem principal até o final desta produção. Destaque disparado pro quase-desastre de avião (q lembra muito o de “Presságio”) e pra atuação convincente do pé-de-cana Denzel, embora não seja suficiente pra fazer jus à nomeação ao Oscar q teve. 8/10

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  • 1 month later...

Finalmente assistido e como e bom ver a volta do Robert Zemeckis ao live action e não fazendo filme leve ou fantasioso que seu habitual mas um bom drama com o sempre competente Denzel que traz mais um grande personagem a sua galeria como o simpático piloto Whip Witaker que apos um terrivel acidente de avião e desafiando os limites da logica e natureza salva 96 pessoas da morte certa, idealizado como herói pela mídia e investigado pelas autoridade da força área que descobre que Witaker na realidade e viciado em álcool e drogas, e sua jornada ao inferno pessoal ela conhece a bela viciada heroína Nicole (Kelly Reilly) que tenta se recupera de uma overdose, apesar do titulo o voo o filme traz um retrato cruel do vicio e suas consequências e a importante questão um homem pode salvar dezenas de pessoas mas ele próprio pode salvar a si mesmo das mentiras,vicio e solidão que lhe cerca eis o grande mérito do filme que traz finalmente Kelly Reilly no papel de destaque, John Goodman como amigo e traficante de Denzel, Melissa Leo como a principal investigadora todos muito bem. e adorei a resolução final do longa, que venha mais flimes de Zemeckis.

 

 

 

o-voo-1.jpg

 

 

OBS: JA EM CARTAZ

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