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Forum Cinema em Cena

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Sou vegetariano , mas como o cinema nacional anda surpreendendo , não pude deixar de fazer essa matéria :


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              2 coelhos e
uma caixa D`água

 

 

SINOPSE : Edgar (Fernando Alves Pinto) encontra-se na mesma situação que a maioria dos brasileiros: espremido entre a criminalidade, que age impunemente, e a maioria do poder público, que só age com o auxilio da corrupção. Cansado de ser vítima desta situação, ele resolve fazer justiça com as próprias mãos e elabora um plano que colocará os criminosos em rota de colisão com políticos gananciosos. Na medida que o plano de Edgar é executado, descobrimos pouco a pouco suas reais intenções e sua história, marcada por um terrível acidente e um amor que ele jamais esqueceu. Dois Coelhos é um enigmático suspense de ação onde cada minuto vale mais que todo o passado.


Duração: 108 minutos
Diretor: Afonso Poyart

Elenco: Alessandra Negrini, Fernando Alves Pinto, Caco Ciocler, Aldine Muller, Marat Descartes, Afonso Poyart, Thaíde, Thogun, Neco Villa Lobos, Roberto Marchese, Eduardo Moscovis


 

o que achamos sobre esse filme ?  Ainda nada , o filme estreia só dia 20 , mas fique ligado no blog . Não temos muita informações sobre esse filme , mas parece que somos os únicos que sabemos da existência dele . Chupaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa concorrência !!!

 

Dentinho2012-01-06 16:59:21
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  • 2 weeks later...

2 Coelhos | Crítica

Produção dá novo fôlego à produção de gênero no Brasil

2%20Coelhos

Muita gente está torcendo o nariz para 2 Coelhos, longa-metragem de estreia do diretor Afonso Poyart, alegando que "se eu quiser ver um filme com cara de feito nos EUA assisto a um filme de lá". Desde quando, porém, o cinema delimita criatividade por região, como se as retrógradas restrições de mercado do home vídeo, com suas incompatibilidades geográficas, também se aplicassem ao que se pode ou não criar em cada país?

Quando um determinado gênero ou estilo ficou restrito a "Região 5" ou "Região 6"? Os grandes filmes americanos dos anos 1970 não conseguiram se desligar do formato vigente de trabalho com estúdios quando os cineastas se inspiraram no modelo francês - que, por sua vez, via em estadunidenses considerados "menores", como Alfred Hitchcock, um exemplo a ser seguido? A história do cinema está cheia de exemplos assim e a troca sempre fez parte do negócio (e uso aqui a palavra em seu sentido mais literal e comercial).

O policial de ação brasileiro é, sim, claramente inspirado por blockbusters norte-americanos. Tem ação, tiroteios, explosões e incorpora grafismos, trilha sonora em estilo videoclipe e aqueles "momentos uau!" encontrados todas as semanas em qualquer produção que cruze o Equador em busca das hoje tão preciosas para Hollywood bilheterias internacionais. Mas, ainda que de olho no dinheiro, mirando o resultado de público - o filme passou até por exibições-teste - Poyart deu atenção especial à qualidade do texto, à estrutura não-linear da trama e conseguiu, ali no meio, realizar uma crítica social suficientemente interessante, representativa de um sentimento de impotência preguiçosa que é tipicamente brasileiro.

A cultura pop - e um sem-fim de nerdices - também integra o pacote. Videogames são exaltados, uma espada ninja (tem coisa mais nerd que isso?) troca de mãos, diálogos nonsense e bem-humorados evocam Tarantino, há reviravoltas várias, montagem superveloz, câmeras lentas... a coisa toda. Poyart se apropria de suas referências com conhecimento de causa, ainda que em certos momentos, especialmente em todo o primeiro ato, os maneirismos pesem e incomodem bastante quem já não se impressiona tanto com firulas gráficas e de estilo.

Em meio a todo o bem-executado pacote gráfico, porém, os atores não foram esquecidos. Todo o elenco está ótimo e o diretor soube como equilibrar os momentos de pirotecnia com o trabalho de Alessandra Negrini (Julia), Caco Ciocler (Walter), Marat Descartes (Maicon) e o protagonista, Fernando Alves Pinto. O intérprete de Edgar, uma das grandes promessas do cinema nacional depois de Terra Estrangeira, recentemente subaproveitado em superproduções medíocres como Nosso Lar e Lula, O Filho do Brasil, deve encontrar aqui um novo e merecido trampolim.

Divertido e diferente (pelo menos do que se faz aqui), 2 Coelhos tem uma linguagem que pode revitalizar as produções nacionais de grande circuito, hoje em sua maioria muito mais obcecadas com comediantes ruins e em parecer novelas. E entre parecer novela e lembrar um filme do Guy Ritchie, eu não tenho a menor dúvida do que prefiro ver nas telonas brasileiras.

A pré-estreia foi na cidade de Santos com a presença dos protagonistas Alessandra Negrini e Caco Ciocler, o Erico Borgo do Omelete gostou
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Eu vi a matéria no omelete falando como foi feito os efeitos, muito legal!!

 

 

 

Parece que o filme foi feito em 2009 mas só agora a pós produção dos efeitos foram terminados, pena esse tipo de coisa acontecer, mas o caminho pra filmes com efeitos especiais no Brasil já começou a ser trilhado.

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  • 4 weeks later...

 

 

Gostei bastante! Achei bem inovador para cinema brasileiro o modo como o diretor montou a história. As únicas coisas que me incomodaram foram o excesso de explicação por parte do roteiro (parece que não confiaram muito na capacidade de compreensão do espectador), as voltas á cenas que já haviam sido exibidas pra ratificar e justificar algumas ações que vêm mais frente (deu muitas barrigas por filme e enjoou no final) e a narrativa em off do personagem principal que tirou boa parte das surpresas do roteiro. No geral, o filme é muito dinâmico, bem interpretado, tem uma trilha interessante, texto divertido e enxuto e excelentes interpretações (principalmente do Marat Descartes que rouba a cena por diversas vezes).

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  • 2 months later...

 

2 Coelhos | Filme de Afonso Poyart vai ganhar versão hollywoodiana

Diretor brasileiro vende direitos de remake para a Tango Pictures

Natália Bridi

04 de Maio de 2012

2 Coelhos vai ganhar uma versão hollywoodiana. De acordo com a Variety, a Tango Pictures comprou os direitos de remake do filme brasileiro escrito e dirigido pelo estreante Afonso Poyart.

A trama do original acompanha Edgar (Fernando Alves Pinto),

sujeito em crise que usa tecnologia, contraespionagem e um pouco de

sorte para matar com uma cajadada os dois coelhos que o perseguem: o

estado e os criminosos. Leia a crítica.

O remake será o segundo projeto em desenvolvimento da nova produtora, comandada por Andrew Lazar, Christina Lurie e Steven Shainberg. A Tango Pictures atualmente também conduz o horror Bedbugs, com roteiro de Ti West. Ainda não há informação sobre quem deve dirigir a nova versão.

Ainda de acordo com a Variety, o filme de Poyart tem servido como cartão de visitas para o diretor em Hollywood, garantindo reuniões com executivos da Imagine e da DreamWorks.

 

Esse e o Homem do Futuro são os únicos nacionais que fiquei com vontade de ver nesses últimos tempos, acabai não vendo. Devo pegar quando sair em DVD.

 

 

 

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2 Coelhos | Filme de Afonso Poyart vai ganhar versão hollywoodiana

Diretor brasileiro vende direitos de remake para a Tango Pictures

Natália Bridi

04 de Maio de 2012

2 Coelhos vai ganhar uma versão hollywoodiana. De acordo com a Variety' date=' a Tango Pictures comprou os direitos de remake do filme brasileiro escrito e dirigido pelo estreante Afonso Poyart.

A trama do original acompanha Edgar (Fernando Alves Pinto),

sujeito em crise que usa tecnologia, contraespionagem e um pouco de

sorte para matar com uma cajadada os dois coelhos que o perseguem: o

estado e os criminosos. Leia a crítica.

O remake será o segundo projeto em desenvolvimento da nova produtora, comandada por Andrew Lazar, Christina Lurie e Steven Shainberg. A Tango Pictures atualmente também conduz o horror Bedbugs, com roteiro de Ti West. Ainda não há informação sobre quem deve dirigir a nova versão.

Ainda de acordo com a Variety, o filme de Poyart tem servido como cartão de visitas para o diretor em Hollywood, garantindo reuniões com executivos da Imagine e da DreamWorks.

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Esse e o Homem do Futuro são os únicos nacionais que fiquei com vontade de ver nesses últimos tempos, acabai não vendo. Devo pegar quando sair em DVD.

 

 

 

Eh bom ver Hollywood copiando Hollywood.

 

Mas é bom que tem saido gente boa da baixada santista.

 

Só precisa ser mais original.

 

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ome

 

» Cinema

 

 

 

 

 

 

 

Solace | Diretor brasileiro de 2 Coelhos vai estrear em Hollywood em suspense com Anthony Hopkins

Afonso Poyart assume o filme de serial killer da New Line

Marcelo Hessel

10 de Maio de 2012

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Enquanto o filme de ação nacional 2 Coelhos  caminha para ganhar uma versão em Hollywood, seu diretor, Afonso Poyart, tenta trilhar carreira por lá. Ele vai dirigir Anthony Hopkins em Solace.

O filme de assassinos seriais que a New Line Cinema desenvolve dentro da Warner Bros. há meses tem elementos de paranormalidade. Na trama, Hopkins não será o serial killer, mas sim o médico John Clancy, que é convidado pela polícia a colocar seus poderes psíquicos a serviço da caçada a um criminoso.

O projeto vem desde 2008, época em que seria dirigido por Mark Pellington (Arlington Road). O roteiro - escrito por Sean Bailey e Ted Griffin e revisado por James Vanderbilt - foi reescrito por Peter Morgan e pode passar por nova revisão.

 

 

 

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Conferi hoje e achei muito bacana mesmo. O filme se perde um pouco no final, mas é um pipocão nacional que só pela iniciativa do Poyart já merece ser enaltecido.

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Achei o final absolutamente genial. Muito bom mesmo.

 

E as mulheres são altamente maleaveis. Senta lá claudia.

 

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Conferi hoje e achei muito bacana mesmo. O filme se perde um pouco no final, mas é um pipocão nacional que só pela iniciativa do Poyart já merece ser enaltecido.

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Achei o final absolutamente genial. Muito bom mesmo.

 

E as mulheres são altamente maleaveis. Senta lá claudia.

Quer realidade? Vá observar o mundo lá fora com seus próprios olhos e pare de curtir arte, "Cláudia".

 

O final é surpreendente, inteligente e plenamente de acordo com a lógica do filme.

 

 

Mr. Scofield2012-05-11 19:08:29

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O problema não é o final em si, mas é tudo aquilo que o roteiro faz a partir do tiroteio até chegar ali. A partir daí o roteiro força a mão para fazer com que a conclusão seja melancólica e coerente dentro da proposta, como você mesmo disse, mas foi algo que senti como imposto como e não com o que tinha sido visto até então.Thiago Lucio2012-05-11 21:25:04
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Conferi hoje e achei muito bacana mesmo. O filme se perde um pouco no final, mas é um pipocão nacional que só pela iniciativa do Poyart já merece ser enaltecido.

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Achei o final absolutamente genial. Muito bom mesmo.

 

E as mulheres são altamente maleaveis. Senta lá claudia.

Quer realidade? Vá observar o mundo lá fora com seus próprios olhos e pare de curtir arte, "Cláudia".

 

O final é surpreendente, inteligente e plenamente de acordo com a lógica do filme.

 

 

 

antes de escrever uma imbecialidade dessa vai estudar cinema, começa com Godard que é facin… senta lá claudia.

 

2 coelhos é um filme muito escuro e sujo e nem procura esconder.

 

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O problema não é o final em si' date=' mas é tudo aquilo que o roteiro faz a partir do tiroteio até chegar ali. A partir daí o roteiro força a mão para fazer com que a conclusão seja melancólica e coerente dentro da proposta, como você mesmo disse, mas foi algo que senti como imposto como e não com o que tinha sido visto até então.[/quote']

Entendi.

Na verdade, eu considero este filme como uma espécie de conto de fadas às avessas sofisticado, meio sombrio, dark. Daí parece que ele foi construído a partir da conclusão (acho que seria uma inversão de sua percepção). Os personagens e as situações são meio caricatas, absurdas, sentimentais.

Como não consigo de fato ver nada de concreto em Dois Coelhos - e portanto, não esperar conclusões lógicas ou reais, gosto do final como se fosse a moral da estória (que não é exatamente uma moral, mas serve para ilustrar algo que o diretor queria dizer desde o início da empreitada, hahah).

 

VNCS, look at yourself, man. Buscar nomes de diretores famosos no google não faz de você conhecedor de cinema. Você não sabe nem escrever "imbecilidade" e quer discutir? 06

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mr. Scofield2012-05-12 08:46:57

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Aquele final "família feliz" com a narração foi um péssimo final...

 

 

 

Mas o filme todo é ótimo... Tô nem aí se é chupínhado, se é internacionalizado, nacionalizado e mimimi...

 

 

 

O filme tem o seu estilo e se aproveita muito bem dele e na minha opinião o estilo combinou muito bem com o Brasil...

 

 

 

Não chega à ser um Cidade de Deus, mas tá ali...

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Não chega à ser um Cidade de Deus' date=' mas tá ali...[/quote']

Pois é, outro dia vi alguém falando (acho que aqui no fórum mesmo) que houve uma inversão. Hoje os finais ousados são os felizes, hahah.

 

Mas, pô, Cidade de Deus é OP. Melhor que ele só LavourArcaica e talvez Limite.

 

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O problema não é o final em si' date=' mas é tudo aquilo que o roteiro faz a partir do tiroteio até chegar ali. A partir daí o roteiro força a mão para fazer com que a conclusão seja melancólica e coerente dentro da proposta, como você mesmo disse, mas foi algo que senti como imposto como e não com o que tinha sido visto até então.[/quote']

Entendi.

Na verdade, eu considero este filme como uma espécie de conto de fadas às avessas sofisticado, meio sombrio, dark. Daí parece que ele foi construído a partir da conclusão (acho que seria uma inversão de sua percepção). Os personagens e as situações são meio caricatas, absurdas, sentimentais.

Como não consigo de fato ver nada de concreto em Dois Coelhos - e portanto, não esperar conclusões lógicas ou reais, gosto do final como se fosse a moral da estória (que não é exatamente uma moral, mas serve para ilustrar algo que o diretor queria dizer desde o início da empreitada, hahah).

 

VNCS, look at yourself, man. Buscar nomes de diretores famosos no google não faz de você conhecedor de cinema. Você não sabe nem escrever "imbecilidade" e quer discutir? 06

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

erro de digitação, ser desprezível que procura erro numa bobeira. Antes procura me conhecer.

 

2 Coelhos falha no final forçado, chegando a ser machista, trata a personagem da Alessandra como objeto.

 

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