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Poder sem Limites (Chronicle)


Jorge Soto
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Poder Sem Limites (Chronicle)

Depois dos falsos documentarios de monstros (Cloverfield), assombracao (Atividade paranormal), zumbis (Rec) , exorcismo (O Ultimo exorcismo), etc...agora tem um de super-heroi...16

 

Bruxa de Blair encontra X-Men e Corpo Fechado!!!16

 

Um filme de super-herói, criado e contado sob a perspectiva de um garoto de 17 anos, por meio de sua câmera. Todos sonham em ter superpoderes, mas o que acontece quando não se está preparado para lidar com eles? Neste filme, três adolescentes comuns, repentinamente, são capazes de fazer coisas que nunca imaginaram ser possível. No início, eles se divertem, mas quando as pegadinhas tornam-se perigosas, os três amigos terão de lidar com a responsabilidade que virão com estes poderes...

 

 

Depois que colocamos no Boca do Inferno o filme CORPO FECHADO,  em 2002, algumas pessoas questionaram o site pela presença de “um filme de herói num site de terror.” Diferente de filmes como “Homem-Aranha“, “Hulk” e “Capitão América“, sempre vi esse filme de M. Night Shyamalan como a humanização dos superpoderes, ou seja, como seria se realmente alguém conseguisse salvar o planeta. E isso, envolve temas como o medo e até a violência gerada pela sua nova condição. Foi com esse pensamento que resolvi acrescentar notícias sobre PODER SEM LIMITES ou CHRONICLE, de Josh Trank (da série “The Kill Point“), uma produção que remete a esses temas e ainda inclui a tendência atual dos filmes feitos com câmera amadora, típico “footage“.

Com roteiro de Max Landis (filho do diretor John Landis, fez o roteiro de episódios das séries “Fear Itself” e “Masters of Horrors“), o longa traz três estudantes que ganham superpoderes depois que fazem uma incrível descoberta. Logo, eles perderão o controle de suas vidas e testarão suas índoles quando começarem a se aproximar do lado negro.

Com estreia prevista para 3 de fevereiro, lá fora, pela Fox, e 9 de março, por aqui, PODER SEM LIMITES traz no elenco Michael B. Jordan (da série “Parenthood“), Alex Russell (Almost Kings), Dane DeHaan (Jack and Diane), Michael Kelly (Os Agentes do Destino) e Ashley Hinshaw (Rites of Passage). Confira imagens, trailer e clipes do filme.

 

Trailer16

 

 

 

 

 

 

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Eu participei do concurso para a escolha do título desse filme . Eu tinha pensado em Efeito-rebote, psíquico ou algo do tipo..., mas perdi. Eu fiquei meio chateado com a escolha desse título por que esse é um titulo que até um criança de 3 anos poderia elaborar , mas não vou deixar de assistir o filme por isso . Promete !

 

 

 

Obs : Tomara que a Fox continue fazendo esses concursos !

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  • 3 weeks later...

X-men + Smallville???

 

 

 

PODER SEM LIMITES ganha novo trailer

02/02 - 10h25

por Heitor Valadão

 

Poder Sem Limites, mais uma produção com filmagens encontradas, mas agora de garotos com superpoderes, ganhou um novo trailer que mais parece um videoclipe. O filme tem recebido boas críticas e excelente divulgação boca a boca. O vídeo vem, então, em boa hora para tentar lotar os cinemas com adolescentes, principal público alvo, no fim de semana de estreia.

 

Jorge Soto2012-02-02 15:17:06
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Crítica portuguesa do filme. Pode ter spoilers, nao tenho certeza. Pelo que entendi, é um filme com cenas de ação impactantes, que não se aprofunda muito nos personagens. Mas essa é a opinião do cara.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Posted by Rui Madureira on

02 - Fev

 

 

Cartaz%2BPT.jpg
Realizado por Josh Trank
Com Dane DeHaan, Alex Russel, Michael B. Jordan

 

Não podemos deixar de pensar que

era assim que “Dragonball Evolution” devia ter sido concebido. Se o

trágico pseudo-filme de James Wong tivesse exibido um pingo da

competência e da criatividade deste “Chronicle”, decerto teria sido

recebido pelo público em geral com muito menos animosidade. Não que esta

surpreendente e extremamente curiosa fita de acção realizada pelo muito

novato Josh Trank partilhe muitas semelhanças com o núcleo duro do

célebre anime japonês, mas algumas das sequências de luta em pleno voo

picado fazem-nos lembrar Songoku e companhia limitada. Para dizer a

verdade, “Chronicle” apresenta um código genético muito mais próximo de

fitas como “Cloverfield”, “X-Men” e até mesmo “Star Wars: Episode III –

Revenge of the Sith”. E o que é de louvar é que parece absorver com

sucesso todos os pontos fortes dessas películas de renome, colocando o

nome de Josh Trank na lista de jovens realizadores a seguir com atenção

nos próximos anos. Há uma coisa que desfavorece esta película: a sua

data de estreia. Ser lançado no mercado numa altura em que a 84ª edição

dos Óscares está na berra não me parece a melhor estratégia de marketing

que se poderia engendrar, porque levará muitos espectadores a ignorar a

sua estreia. Chegando às salas de cinema na mesma altura de filmes como

“The Artist”, “The Descendants”, “Hugo” ou “War Horse”, “Chronicle” só

poderá mesmo ficar a perder, até porque não será propriamente um

portento cinematográfico. Não é material de Óscar e isso pode fazê-lo

passar despercebido numa altura destas. Mas não se iludam. “Chronicle”

pode não ter o estofo ou a consistência narrativa dos melhores filmes do

ano, mas é certamente um espectáculo visual que se acompanha com todo o

agrado, usufruindo até de espaço para transmitir mensagens bastante

interessantes.

 

texto0.jpg

 

O fio narrativo é simples e não tem

muito que enganar. Andrew (Dane DeHaan) é o típico rapaz adolescente que

é enxovalhado por tudo e por todos, sem nenhuma razão aparente. A sua

vida é um inferno e ele não sabe para onde se há-de virar. Na escola,

todos o gozam e ninguém se arrisca a oferecer-lhe uma mão amiga. Em

casa, o pai reformado por invalidez embebeda-se a toda a hora e minuto,

fazendo-lhe a vida negra com cenas de pancadaria e discussões

constantes. E para facilitar as coisas, a mãe – seu único suporte

emocional – encontra-se às portas da morte com uma doença fatal que nem

lhe permite levantar-se da cama. Graças a este prisma de negrume

completo, Andrew desenvolve uma personalidade reservada e pouco dada a

amizades, encontrando numa velha câmara de filmar a única escapatória

possível para toda aquela miséria. Porém, tudo se altera quando ele, o

primo Matt (Alex Russel) e o popular Steve (Michael B. Jordan) se

deparam com uma descoberta inusitada: um grande buraco no chão de uma

floresta inóspita emite estranhas sonoridades e o trio de rapazes decide

investigar os seus segredos. No interior do buraco, descobrem um

objecto bizarro que depressa os deixa inconscientes. Mas em vez de

morrerem naquele preciso momento, os rapazes descobrem que o objecto

supostamente alienígena lhes concedeu poderes extraordinários. De

repente, Andrew, Matt e Steve são capazes de voar e de mover diferentes

objectos com o poder da mente. E isso faz com que eles se divirtam à

fartazana, fazendo pouco dos comuns mortais que os rodeiam. Até ao dia

em que Andrew se deixa levar pelo ódio que o seu coração alberga e os

outros dois percebem que têm ali um problema bicudo para resolver…

 

texto1.jpg

 

“Blair Witch Project”, “[REC]” e

“Paranormal Activity” haviam já demonstrado que esta abordagem ao estilo

de filme caseiro encaixava que nem uma luva no género cinematográfico

do terror. “Cloverfield” comprovou que ela podia ser alastrada ao género

do thriller. E “Chronicle” atesta que ela pode ainda ser reproduzida

com sucesso no género da acção/aventura. De facto, o que estas películas

têm de melhor é a forma como se servem de um realismo assombroso para

envolver o espectador por inteiro na trama. No que a “Chronicle” diz

respeito, o fio narrativo desenvolve-se demasiado rápido, fazendo com

que as personagens passem do 8 ao 80 num piscar de olhos, o que afecta

ligeiramente a credibilidade das mesmas. Por exemplo, a passagem para o

lado negro de Andrew (é aqui que se encontra a tal similitude com o

terceiro episódio da saga de George Lucas) desabrocha ante os nossos

olhos de forma algo forçada e demasiado veloz, como se houvesse uma

ânsia enorme de entrar no último terço da narrativa. Se analisarmos as

coisas de forma fria e absolutamente racional, chegamos também à

conclusão de que “Chronicle” não é um produto cinematográfico de uma

profundidade estonteante, limitando-se a entreter o espectador com as

desventuras de personagens maioritariamente previsíveis e

unidimensionais. Mas se fecharmos os olhos a estes pontos mais negativos

e despertarmos o nosso adormecido espírito de criança, não há como

fugir ao facto de que este será um dos filmes mais divertidos, intensos e

espectaculares do ano.

 

texto2.bmp

 

“Chronicle” consegue mesmo criticar o

sistema escolar norte-americano, mostrando a forma como as palhaçadas de

uns podem arruinar a vida de outros, deixando-lhes marcas irreversíveis

na alma torturada. O espectador simpatiza de imediato com a personagem

de DeHaan, puxando mesmo pelo sucesso das suas acções apesar de elas não

serem propriamente aceitáveis. DeHaan, de resto, surpreende tudo e

todos com uma interpretação carregada de vigor e exposição emocional,

afirmando-se como um valor seguro para o futuro. E a realização vibrante

e corajosa de Trank é a garantia de minutos bem passados na escuridão

da sala de cinema. Razão pela qual, somado tudo isto, podemos dizer que

“Chronicle” não é um colosso, mas também está muito longe de ser a fita

juvenil e inconsequente que muitos julgarão que será. Vale a pena a

deslocação ao cinema, e isso é dizer muito.

 

Classificação – 3,5 Estrelas Em 5

 

 

 

 

 

Tetsuo2012-02-05 07:06:35

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  • 2 weeks later...

“X-Men” + “Smallville” encontram “Bruxa de Blair” , “Cloverfield”, “Atividade Paranormal” ou qq outra produção q se valha de câmera digital na mão definem esta ótima surpresa. Variante de filme de super-heroi, quinem “Kick-Ass” ,  so q tocado em tom documental/caseiro. Trama? Três adolescentes, tal qual Peter Parker, recebem subitamente “poderes especiais” q não saberão controlar. É legal acompanhar as façanhas do trio (telecinesia, vôo, superforça, etc), tal qual como se deslumbrassem com os primeiros pelinhos pubianos crescendo; mas depois a coisa fica preta qdo um deles (vitima de bullying) resolve descontar td sua raiva no mundo ( “Revenge of Siths” ? “Elefante” ? Ohhhh! ). Tecnicamente é um dos mais impressionantes levando em conta o precário orçamento “índie”. Apesar das atuações marromenos, vale a pena uma conferida por levar o gênero além dos sustos fáceis do “sai-capeta”, mas q te envolve de uma forma q vou te contar, principalmente pelo realismo das cenas! Ode às turbulentas transformações na adolescência ou critica ao sistema escolar gringo? Tanto faz, é um bom filme, ainda + se repararmos q o roteiro foi escrito por Max Landis, filho de um certo John, q já tem vasta experiência no cinema fantástico. 9,5/10

16

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  • 3 weeks later...

 

cenas de vôo sinistras , lutas sensacionais ,

referências a mitologia de lost ( a caverna , o sangue no nariz , os homens

misteriosos encobrindo o a caverna ) , referência a mitologia do superman (

dentro da caverna parecia ter uma nave . parecia que era a nave do superman ) ,

drama etcetc . Se o ´´negão`` não fosse o primeiro a morrer e se o filme não

fizesse apologia a discriminação as vítimas de Bullying , teríamos um filme bem

funcional, mas o diretor peca ao predestinar o protagonista a psicopatia . Nem

todo mundo que sofre bullying ou qualquer outra experiência traumática se torna

alguém ruim !!!

Nota : 6 /10

 

 

 

 

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Quando alguém chega ao

ponto de fazer algo tão ruim, tal como o protagonista dessa história fez , é

por que houve negligencia  por parte do sistema,

é por que houve prepotência por parte da sociedade e inconseqüência por parte dos

agressores das vítimas desse ultraje social  etcetc . Ao não mostrar isso  adequadamente, ao não mostrar as variantes, ao

não mostrar o posicionamento dos coadjuvante diante a jornada do personagem

principal ,  ao não criar uma espécime de

narrativa em OFF-psicológica  que nos

mostrariam  o personagem em sua impotência

emocional  ; ao substituir essas cenas dramáticas que

poderiam fazer a sociedade refletir , por cenas de lutas sensacionais , o filme

faz parecer que o personagem principal é o único culpado pelo seu lamentável e

predestinado desfecho.

 

 

 

 

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O maior problema de Poder Sem Limites é que ele simplesmente não precisava ser feito no estilo "filmagem amadora". Apesar de terem algumas boas sacadas com esse recurso, a câmera acaba se tornando um personagem. Um personagem intromissivo e desnecessário.

 

 

 

Tem bons momentos, principalmente na maneira gradual em que os poderes passam de diversão para problema e a apoteótica "batalha final". Mas valeu mais para revelar um novo diretor promissor...

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Poder Sem Limites: Nem todos os poderes criam heróis!

Por

Marcelo Milici
10/03/2012

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Grandes poderes trazem grandes responsabilidades.” Essa é uma das mais célebres falas do filme “Homem-Aranha“, de Sam Raimi, proferida pelo Tio Ben como uma importante lição para Peter Parker. O que poucos sabem é que essa frase é considerada uma versão de uma máxima do Presidente dos EUA Franklin D. Roosevelt dita em 1945: “Today we have learned in the agony of war that great power involves great responsibility.”. Há aqueles que ainda apontam a fala como uma adaptação da Parábola de um Servo Fiel, de Jesus Cristo, onde foi dito: “Qualquer que muito for dado, muito se lhe pedirá“. De todo modo, trata-se de uma constatação interessante, fidedigna para aqueles que adquirem algum dom, alguma habilidade especial. Será que qualquer pessoa dotada de um novo poder se transformará em um herói para salvar o mundo ou fará uso para seu próprio prazer?

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Até então, o mais próximo que havíamos chegada desse debate foi no longa de M. Night Shyamalan, “Corpo Fechado“, de 2000, uma visão bastante realista da transformação de um homem comum num super-herói. Pois, essa produção acaba de perder seu primeiro posto para o filme de Josh Trank, “Poder Sem Limites“, que estreou nos cinemas brasileiros em 2 de março. Trata-se da abordagem mais realista do que poderia acontecer se pessoas comuns ganhassem superpoderes. Aqui ninguém será salvo, heroísmos não servem para nada, basta apenas usar o que você adquiriu para se divertir, tornar-se popular e até machucar aqueles que te incomodam.

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A partir de um roteiro de Max Landis – filho do cineasta John Landis (Um Lobisomem Americano em Londres) -, a trama de PODER SEM LIMITES traz três jovens que acidentalmente descobrem num buraco um objeto estranho e cristalino – que emite sons e brilha – e acabam ganhando poderes de telecinésia, alta resistência, além da capacidade de voar. Andrew Detmer (Dane DeHaan) é um jovem antissocial, atormentado na escola pelos valentões, pela bebedeira do pai e a doença terminal da mãe, tendo apenas como apoio seu primo Matt (Alex Russell). Ele é o oposto do popular Steve (Michael B. Jordan), que consegue fama e garotas com suas competências no esporte. Durante uma rave, os três se juntam para investigar o que parece ser o resultado de uma queda de algum meteoro ou coisa parecida e, ao tocarem no objeto, perdem a consciência. No dia seguinte, eles já não são mais os mesmos: resolvem, então, aproveitar os poderes adquiridos para se divertir e assustar as pessoas, até que algo não previsto começa a abalar o grupo, colocando em questão o caráter de um dos envolvidos.

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Para dar vida ao longa, Josh Trank fez uma aposta arriscada ao utilizar mais uma vez o desgastado recurso da câmera em primeira pessoa, produzindo uma espécie de “found footage“, mas sem aquelas informações que dizem que as fitas foram encontradas e todos estão mortos. Por mais que você não aguente mais o estilo, posso afirmar que em PODER SEM LIMITES ele serve adequadamente ao roteiro, quando a trama transforma Andrew num rapaz que usa sua câmera como uma barreira de contato social. Por outro lado, exagera ao incluir a namorada de MattCasey (Ashley Hinshaw) – como dona de um videolog, fazendo uso do material de filmagem para seu diário virtual.

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As gravações intensificam a sensação de verossimilhança, principalmente com as atitudes dos rapazes que, em nenhum momento, pensam em usar seus poderes para salvar o mundo, algo bem próximo do que poderia realmente acontecer. Eles começam fazendo brincadeiras com o movimento de objetos, voam pelos céus…até gerar um acidente com um veículo na estrada. Andrew já foi apresentado no filme como um rapaz problemático, um vulcão prestes a entrar em erupção, restando apenas alguns incidentes para que os problemas venham à tona. Nem todos sabem lidar com seus dons!

Apesar do roteiro consistente e interessante, os efeitos especiais não foram tão eficientes em algumas tomadas: por exemplo, na cena em que os rapazes brincam de bola no céu e um deles é quase atropelado por um avião; e no terceiro ato, na sequência de confrontos entre os prédios. Contudo, no show de talentos e na observação dos acontecimentos por cima os recursos de movimentação da câmera e a qualidade técnica foram bem realizadas.

Com a espera de alcançar $15 milhões em seu final de semana de estreia, com a divulgação no Super Bowl, enquanto a Fox projetava apenas $8, com o filme abrindo em 2900 salas nos EUA, PODER SEM LIMITES surpreendeu alcançando $22 milhões, em primeiro lugar, ultrapassando “A Mulher de Preto” ($21) e “Perseguição” ($9,5). Para um orçamento estimado em $12 milhões, o sucesso já está incentivando a realização de uma continuação, como é de praxe na América, local onde funciona a frase: “Grandes estreias trazem muitas continuações.

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O problema da filmagem amadora são as falhas. Além de criarem situações MUITO forçadas pra justificar a filmagem amadora (como a garota que filma o tempo inteiro só pra justificar a troca de câmeras e ângulos), existem cenas em que não havia nenhum personagem pra filmar, como quando Andrew está no hospital sozinho e desacordado.

 

Tudo bem que a filmagem amadora complementa o enredo e a questão deles quererem deixar o segredo entre eles mesmos, mas não acho que o público a veja com bons olhos e determinadas situações são artificializadas demais só pra servir como motivo para a filmagem dos personagens....

 

 

 

O enredo em si é bacana, acho que poderia ter ido pra um lado mais filósofico do tipo "um grande poder traz grandes responsabilidades", que ele até começa a discutir, mas dá lugar às farras de high school e os dilemas sessão da tarde, que parecem ser o que atrai o público, né....

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Eu já acho o filme genial justamente por não pender prum lado filosófico demais. É o que qualquer um faria com uma trama dessas. Fico contente por ver garotos com superpoderes agindo como agiriam se fossem pessoas de verdade, não representações ambulantes de bem e mal - e as farras de high school entram nisso.

 

Os subplots são bem levinhos e bobos justamente porque não importam. O filme é sobre Andrew, e acredito que o personagem é muitíssimo bem construído justamente na simplicidade em que é apresentado.

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  • 2 months later...
  • 1 month later...

Ótimo filme, com certeza o melhor de todos os tempos no estilo "falso documentário".

É interessante também a abordagem do diretor ao tema de "super-herói", pois nesse filme o pequeno grupo de jovens que adquire poderes abruptadamente ,resolve ao invés de partirem em uma jornada milagrosa prendendo bandidos, salvando pessoas inocentes...etc., eles simplesmente resolvem desfrutar de seus incríveis poderes (ainda que sem responsabilidade e no único espírito de "curtição"); afinal, qual adolescente em sã consciência que, hipotéticamente, adquirisse super-poderes, faria o contrário do que eles fizeram???

Portanto, gostei muito do filme, embora o mesmo tenha uma reviravolta irregular no enredo no fínal, mas isso não tira os créditos da direção e do longa que, diferentemente de muitos outros, tentou ao máximo fugir dos irritantes clichês e, felizmente, conseguiu!!! -Recomendo!

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  • 8 months later...

Roteirista fala sobre a continuação de Poder Sem Limites

Postado por Silvana Perez no dia 10/04/2013

Max Landis afirmou que a continuação definitivamente acontecerá.

 

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Poder Sem Limites foi uma das boas surpresas de 2012.

 

Poder Sem Limites (Chronicle), dirigido por Josh Trank, foi considerado por vários sites especializados como uma das boas surpresas do ano passado. No filme, três amigos ganham superpoderes depois de fazerem uma descoberta no subsolo, mas logo perdem o controle e seus laços são testados enquanto eles descobrem seus lados mais obscuros. O roteirista Max Landis, responsável pelo original, vinha trabalhando no roteiro da continuação há algum tempo, e falou um pouco sobre o projeto.

Há alguns meses, John Landis, pai de Max, afirmou que a Fox não gostou do roteiro da continuação escrito pelo filho. Porém, Max esclareceu a situação: “[John] não está envolvido em Chronicle 2. Ele não sabe qual o processo. Ele não estava em posição de dizer aquilo”. Landis afirmou que o novo filme será obscuro. “Houve um boato que o estúdio não tinha gostado do meu roteiro. Eles gostaram. Só é um roteiro bem obscuro. A questão é mais ‘como nos comprometer a conseguir algo que realmente queremos?’. E esse processo é incrivelmente lento”. Landis concluiu dizendo que o filme definitivamente será feito, e que ele tem “60-75% de certeza de que será um filme muito bom”. Mais informações devem ser divulgadas em breve.

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