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Bates Motel (série prequel de Psicose)


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E teve inicio o começo do fim para BATES MOTEL     A premiere intitulada "Dark Paradise" tem início dois anos após os trágicos eventos da temporada anterior. Para a maioria dos cidadãos de White Pin

Quarto epísódio acaba sendo o com menos acontecimentos até aqui, mas ainda assim bem bom. A série continua a construir com cuidado como cada vez mais "A Mãe" tenta tomar o controle da mente de Norman,

Rihanna aparece em imagens  de Bates Motel

 

Na quinta e última temporada da série, a cantora interpretará Marion Crane, vivida por Janet Leigh em Psicose

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Bates-Motel-5-2017-1024x683.jpg

As primeiras imagens de Rihanna como Marion Crane na quinta temporada de Bates Motel foram divulgadas pelo Entertainment Weekly, Em Psicose, a personagem é morta por Norman Bates na icônica cena do chuveiro, mas a produtora Kerry Ehrin conta que a série vai mostrar uma Marion diferente.

 

 

 “Nós estamos pegando pedaços daquela história e definitivamente os usando, então será reconhecível, mas para onde vamos com isso é que será bem diferente”, contou Ehrin à EW. “É difícil estar em uma situação em que você está apaixonada por um cara e, por qualquer motivo que seja, ele fica te enrolando. A história interior disso, para uma mulher, é bastante interessante. Nós nunca realmente vemos isso. Em Psicose, você só vê o lado de fora. Eu estava tentando criar uma história de uma mulher contemporânea, com personalidade, com expectativas, que não é perfeita, que não é sempre perfeitamente doce, e que está nessa situação, mas nós estamos torcendo para que ela consiga o que quer”.

Bates-Motel-5-2017-1-1024x683.jpg

Marion vai aparecer em alguns episódios, e Norman (Freddie Highmore), ficará atraído por ela. “Norman está em um lugar incrivelmente intenso e interessante”, afirmou a produtora, lembrando que a nova temporada da série será ambientada 18 meses após a morte de Norma (Vera Farmiga). “É esta colisão entre a narrativa de Bates Motel e Marion Crane aparecendo Ele está em uma posição frágil e solitária, e Marion é uma mulher carismática, está super presente quando está com ele e é muito atraente – tudo isso é exatamente o que ele precisa neste momento”.

 

 

FONTE: BOCA DO INFERNO

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  • 2 weeks later...

  E teve inicio o começo do fim para BATES MOTEL

 

  A premiere intitulada "Dark Paradise" tem início dois anos após os trágicos eventos da temporada anterior. Para a maioria dos cidadãos de White Pine Bay, Norman Bates é um simpático porém recluso gerente de motel (mas não aquele tipo de motel, como ele deixa claro para um hóspede em certo momento :D ). Entretanto, a verdade é que Norman é refém da própria loucura. O jovem na maior parte do tempo acredita que vive em um paraíso, já que se convenceu de que sua amada mãe forjou a própria morte para se dedicar exclusivamente a ele (quando na verdade a pobre Norma esta embalsamada em uma câmara frigorífica no porão). Além disso, Norman continua a ter apagões, que ele agora registra em uma agenda. Em Seattle, Dylan e Emma, agora pais de uma menina pequena, recebem a visita de Caleb, que veio conhecer a neta (ou sobrinha neta).

 

Não chegou a ser uma premiere impactante, mas foi um bom começo estabelecendo como está a vida dos personagens agora, bem diferente da ultima vez que os vimos. Como de hábito, a parte Norman/Norma continua sendo o ponto alto da série. Highmore nos entrega aqui um Norman bem mais maduro, já com todos os elementos da versão do filme, com direito a balinhas na recepção do hotel, e olho vivo pra espionar os hóspedes (chegando a "se aliviar" em uma dessas espiadas. Hehehe). Já "A Mãe" de Vera Farminga, embora carregue a maioria dos traços da verdadeira Norma, é claramente bem mais perigosa. Essa ameaça está em pequenos detalhes e gestos que Farminga confere a personagem, que a diferencia de sua "versão viva". A dupla Highmore/Farminga continua afiada, e pronta pra nos entregar um gran finale. A montagem e fotografia foram outro trunfo do episódio, especialmente na forma como alterna a vida idealizada de Norman e da Mãe, com a realidade. 

 

 Romero, que continua preso, após cometer perjúrio na temporada passada, teve uma participação pequena, mas fundamental no episódio, estando diretamente ligado ao desaparecimento de um homem no Bates Motel. Acredito que a participação do Xerife deve crescer nos próximos eps, já que ele promete ser o grande nêmesis de Norman nesta temporada. Dylan e Emma estão vivendo uma vida dos sonhos, mas a realidade chega na figura de Caleb, lembrando ao casal o quão sombrio e complicado (pra dizer o mínimo) é o passado de Dylan. Confesso que a atitude da Emma me surpreendeu, embora seja compreensível. Mas tenho a impressão que ela pode se arrepender da atitude que tomou em relação ao Caleb nesse episódio, pois acho que ela o mandou diretamente para a faca do Norman.

 

 Não tivemos Marion Crane nesse episódio, mas fomos introduzidos a uma nova personagem na figura de Madeleine Loomis (vivida por uma atriz que não por coincidência é a cara de Vera Farminga). A personagem não existe no filme, mas ao que tudo indica, ela será a esposa de Sam Loomis, dando a entender que o Sam Loomis da série será bem menos bonzinho que o do filme, já que terá (ou tem) um caso com Marion Crane. Esta traição a sósia da mãe pode ser fatal para Marion? Ou é Madeleine que devia se cuidar, e começar a tomar banho armada? :D  Bom, a Mãe não deve gostar de nenhuma das duas, então...

 

 Com um episódio que mergulha no doentio mundo construído por Norman Bates, BATES MOTEL promete a sua temporada mais insana e sangrenta. Vejamos se a temporada vai conseguir cumprir suas promessas.

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‘Bates Motel’: Produtora comenta sobre o que vem por aí na 5ª temporada

O primeiro episódio da quinta temporada de ‘Bates Motel’ já chegou e a produtora da série,  Kerry Ehrin, decidiu abrir o jogo com o site TV Line e além de conversar sobre algumas questões do que aconteceu no retorno da última temporada, ela comentou sobre aspectos da produção e o que aguarda os apaixonados pelo psicótico Norman Bates.

[Contém SPOILERS DO PRIMEIRO EPISÓDIO]

Ao ser perguntada sobre o atual estado de desleixo e bagunça de Norman, ela comentou sobre o contexto psíquico que reflete na forma como tem vivido, além de falar sobre como o protagonista se sente diante da morte da mãe:“Ele perdeu a mãe e não está muito bem mentalmente. A casa bagunçada é uma metáfora para sua confusão. Na superfície, ele acredita que ela está viva e que sua morte é uma farsa. Obviamente, o corpo está na casa e ele sabe disso, então há uma parte dele que sabe a verdade, mas está em negação porque é muito doloroso. E nós deliberadamente queremos manter um pouco turvo, porque insanidade é de fato turva. Não existem regras para isso”.

Kerry também falou sobre o trabalho de Vera Farmiga, que mesmo após encerrar sua participação, continua mais do que nunca:

“Para fazer as cenas em que Norma está morta, às vezes usamos 
Vera
, às vezes é uma prótese. Ela é uma atriz incrível, mesmo morta e interpreta a melhor pessoa morta, não sei como consegue!”

A quinta temporada, que na trama volta 18 meses após o fim do quarto ciclo, traz também dois personagens que marcaram o fio de esperança na tensa trama. Agora casados, Dylan e Emma surgem com um bebê no colo, o que acabou gerando alguns questionamentos, como se este arco está ou não se encerrando antes do genuíno final.

De acordo com Ehrin:

“Nós queríamos que Dylan tivesse realmente conseguido se separar da Norma e do Norman, tendo um casamento bom, um emprego que ele de fato goste e uma criança. Tudo que Dylan sempre quis é uma família para qual ele pudesse pertencer, então parece ser uma bela maneira de ilustrar que ele foi bem sucedido em 90% da sua vida. Mas há 10% dele que ainda está ligado à sua família de origem e ele ainda se sente culpado por deixá-los. E sobre não saber da morte da mãe, quando Dylan vai embora no final da temporada passada, ele muda seu número. Também não há ninguém que possa comunicá-lo, uma vez que o único parente que sabe da morte é Norman, que não quis contar para o irmão. Mas sua história ainda continua e não posso te dizer quando, mas a revelação virá e é uma grande parte da trama, principalmente do arco de Dylan e Emma”.

Para encerrar, a chefe de ‘Bates Motel’ também conversou sobre uma teoria que rola entre os fãs. Sem dar respostas concretas, ela deu indícios que a apontam para o caso que aparece nos primeiros minutos do clássico ‘Psicose’, ao responder o entrevistador sobre o surgimento de Madelyn Loomis, esposa de Sam Loomis, que questionou se ele de fato teria um caso com Marion Crane. Segundo ela, “é uma grande suposição”.

 

FONTE: CINEPOP

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  • 2 weeks later...

 Visto o segundo episódio

 

 Intitulado "The Convergence of Twain" o episódio inicialmente não traz grandes acontecimentos, mas continua a trazer os aspectos doentios da relação simbiótica entre Norman e "a Mãe" enquanto outros personagens começam a perigosamente se aproximar do universo macabro do Bates Motel. É interessante notar como de certo modo, Norman Bates e a própria "Mãe" começam a ficar cansados da prisão que se colocaram (Ou que Norman se colocou, pois temos que lembrar, "A Mãe" não existe de verdade). Ainda assim, ambos continuam a guardar um ciúmes doentio um do outro, o que basicamente define essa "relação de um corpo só". O mais interessante sobre "A Mãe" é que as vezes ela parece ter consciência de que realmente esta morta, e não apenas fingindo.

 

  O episódio mostra também as movimentações dos inimigos de Norman. Romero não demora a descobrir que seu plano para matar o enteado deu errado quando o próprio aparece na cadeia para visita-lo. Entretanto, o Ex Xerife continua tão bad ass como antes, e a visita do homem que mais odeia no mundo apenas lhe deu a força que precisava para por em prática um plano para enfim poder sair da cadeia, e lidar com o assassino da mulher que amava com as próprias mãos. O acerto de contas entre esses dois é um dos momentos que mais aguardo nesta temporada.

 

  A série nos apresenta oficialmente Sam Loomis, que surge bem menos simpático e correto do que sua versão cinematográfica, e que já desenvolveu uma inimizade quase instantânea com Norman. Embora Marion Crane siga sem dar as caras, a presença da jovem ladra já começa a ser sentida, afinal, obviamente ela é a amante de Sam.

 

 Por fim, Caleb. Ele foi um personagem com uma jornada muito complexa na série. Apresentado inicialmente como um "demônio do passado", que cometeu o mais imperdoável dos crimes, Caleb percorreu ao longo da série uma jornada de redenção, tentando encontrar algum tipo de perdão da irmã e do filho/sobrinho. Kenny Johnson mandou muito bem ao retratar o sofrido luto de Calem pela morte de Norma. Ah, e a cena final dele invadindo o Casarão dos Bates foi de um suspense fenomenal.

 

 Chick é um personagem que nunca gostei muito, mas que começa a crescer. Ele parece sempre ter desconfiado que havia algo errado com o Norman, e tem a certeza no fim do episódio, ao ver Norman usando o clássico vestido e peruca da "mãe" (acertadamente adaptado ao visual de Vera Farminga). Chick parece que enfim terá a sua vingança contra Caleb, mas o preço sera mergulhar fundo na loucura de Norman Bates e da "Mãe".

 

 E caraca, quanto Highmore está excelente no papel. Ele consegue retratar todos os nuances da personalidade de Norma com perfeição sem soar caricato em nenhum momento, seja na ironia fria que ele reserva nas conversas com Romero e Sam, seja na timidez quase adolescente em suas conversas com Madeleine, na postura passivo agressiva que ele tem com "A Mãe" ou quando surge possuído pela mãe nas cenas finais do episódio. Esse rapaz merece no mínimo uma indicação ao Emmy no final desse ano, caramba!

 

Enfim, ótimo episódio, dando continuidade a uma temporada final que está mantendo grande qualidade. 

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 Visto o terceiro episódio.

 

 A série continua muito boa, entregando uma temporada acelerada e intensa. BATES MOTEL sempre foi muito bom em equilibrar os aspectos macabros e cômicos da insanidade, mas realmente estão conseguindo se superar. Ao mesmo tempo que é incômodo pra caramba aquele pesadelo do Caleb com o cadáver congelado, não tem como não rir do jantar surreal entre Norman, Chick e "A Mãe". E embora Farminga continue mandando bem como sempre, vivendo esse reflexo distorcido e psicótico de Norma, esta temporada parece pertencer mesmo a Freddie Highmore. O rapaz consegue trabalhar todos os aspectos da personalidade de Norman, do homem assombrado pelos próprios fantasmas, ao psicopata simpático que oferece amizade a Madeleine.

 

 Ah, e a cena final é do tipo "Ame ou odeie". Eu amei! "A Mãe" consegue o que quer, até sem querer. Hehehe

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  • 2 weeks later...

 Quarto epísódio acaba sendo o com menos acontecimentos até aqui, mas ainda assim bem bom. A série continua a construir com cuidado como cada vez mais "A Mãe" tenta tomar o controle da mente de Norman, assim como as suas tentativas de resistir. A relação do jovem serial killer com Madeleine ganha contornos mais interessantes aqui, e a cena em que os dois preparam um bolo juntos fo uma metáfora bem legal para as "preliminares". Tivemos também uma cena retirada diretamente dos filmes, na cena em que a nova xerife confere os registros do motel, com aquela inclinadinha de cabeça do Norman enquanto come balas. BATES MOTEL está realmente entregando uma temporada final incrível. Pra não ficar só nos elogios, só a subtrama do Romero que está chatinha, mas acho que ainda vai sair coisa boa dali.

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Bates Motel | “Rihanna não será uma imitação pálida de Janet Leigh”, diz cocriador
POR
 RAFAEL BRANDÃO
 -
  20/03/2017
 
 
 
bates-motel.jpg
 

O produtor e cocriador de Bates Motel, Carlton Cuse, declarou que teve uma “epifania” na qual lhe veio a ideia de chamar Rihanna para interpretar Marion Crane enquanto folheava as páginas de uma revista.

 

“Eu estava lendo um perfil dela na Vanity Fair e de repente ela diz que Bates Motel é o seu programa favorito de televisão. E justamente quando estávamos discutindo como introduzir a personagem Marion Crane de um jeito que não ficasse parecendo uma imitação pálida de Janet Leigh no filme original”, disse o produtor à TVLine.

Imediatamente, ele levou a ideia ao showrunner da série, Kerry Ehrin. Depois, foi atrás da assessoria de Rihanna. “O pior que poderia acontecer seria ela dizer não. Mas conetece que ela quis ser parte do projeto. E ela ainda reajustou seus compromissos de turnê para vir a Vancouver filmar alguns episódios”.

Ele disse ainda que não houve qualquer hesitação a respeito de confiar um papel tão importante a uma cantora com poucas experiências em atuação. “Há muitos cantores que engatam carreiras de sucesso como atores, desde Frank Sinatra a Barbra Streisand. E nós apostamos que Rihanna seria capaz de fazer um grande trabalho”.

 

Rihanna estreia como Marion Crane em Bates Motel nesta segunda-feira (20).

 

 

FONTE: OBSERVATÓRIO DO CINEMA

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 A série entrou na fase "remake" mesmo com a introdução da Marion Crane neste quinto episódio. Não tem muito o que dizer da atuação da Rihana ainda, só que não comprometeu. Mas achei que o roteiro não explorou muito bem todo o dilema da personagem em roubar o dinheiro, sendo este um trecho bem corrido. Sei que enquanto no filme, o plot de Marion era o principal, aqui é apenas uma subtrama, mas mesmo assim, acho que poderia ter sido explorado melhor.

 

 Mas se os subplots decepcionam um pouco, a trama central continua sólida pra caramba. O pobre Norman fez descobertas bem chocantes sobre a vida dupla da "Mãe", que é muito popular em um bar gay :o . O choque do Norman ao descobrir não só que ele pode ser "A Mãe", mas que ela curte caras foi demais pra ele. Hehehe

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Não sei se caberia (não vi a série ainda), mas poderiam remekear as sequels também. Colocando um Norman mais velho (até colocando outro ator). Começando com ele saindo do manicômio, depois de muito tempo e tentando ser normal, mas todo mundo em volta enchendo ele, como no Psicose 2. Até o Psicose 4, tem uma trama interessante que poderia ser explorada, dele apavorado em ter um filho, achando que esse vai ser que nem ele. Poderiam até misturar essas duas tramas, não necessariamente uma rolar depois da outra.

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Não sei se caberia (não vi a série ainda), mas poderiam remekear as sequels também. Colocando um Norman mais velho (até colocando outro ator). Começando com ele saindo do manicômio, depois de muito tempo e tentando ser normal, mas todo mundo em volta enchendo ele, como no Psicose 2. Até o Psicose 4, tem uma trama interessante que poderia ser explorada, dele apavorado em ter um filho, achando que esse vai ser que nem ele. Poderiam até misturar essas duas tramas, não necessariamente uma rolar depois da outra.

 

 Não chegou a ver nada, JAIL? Vale muito a pena. Se eu não me engano, já tem as quatro primeiras temporadas na Netflix.

 

  Os caras vão terminar a série nessa temporada mesmo (então pode ser até que o Norman morra no final, vá saber), fora que com as mudanças que os caras fizeram na série, acho que não caberia a princípio os elementos vistos nas sequels, creio eu. Talvez só o lance do PSICOSE 2 (melhor sequência) com o Norman tentando retomar uma vida normal, e todos desconfiando dele, caso um dia resolverem fazer uma temporada revival da série (mas teria que ser com o Highmore pra fazer sentido). Já o lance do filho, acho que não rende. Mesmo no PSICOSE 4 (pior sequência, na minha opinião) serviu só de história moldura mesmo.

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 BATES MOTEL finalmente chegou ao momento que define toda a mitologia em torno de Norman Bates e seu universo. A noite em que Marion Crane se hospedou no Bates Motel, e consequentemente, o assassinato no chuveiro. Entretanto, a série nos apresenta com uma reviravolta deste momento tão icônico, que ao mesmo tempo que é fiel ao espírito do clássico de Hitchcock, deixa o restante da história agradavelmente imprevisível. Não só o destino de Marion foi alterado, mas a própria relação de Norman com "A Mãe" ganha uma dimensão totalmente nova, diferente de tudo que havia sido feito na série ou mesmo na franquia. Acredito que alguns podem ficar irritados com a subversão que este episódio propõe, mas acho que funcionou muito bem.

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Visto o 5x07

Que episódio fantástico! "A Mãe" estava mais cruel e sarcástica do que nunca. Cada tirada melhor do que a outra. Gostei muito também que Dylan surja como unica esperança de "salvação" para o Norman, num lance meio "a família condena, a família salva".

Alías, gostei muito do conflito do Dylan, sentindo-se culpado pela morte da Norma, e disposto a não abandonar o irmão. Curti muito a reviravolta do desaparecimento do terapeuta, nos lembrando que não podemos confiar no ponto de vista de Norman.

A cena final foi tensa pra caramba, muito bem escrita e dirigida. Só não sei se não queimaram cartucho cedo demais, pois ainda restam tres episódios.

BATES MOTEL se encaminha para sua reta final em grande estilo.

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  • 2 weeks later...

A Emma se tornou insuportavelmente chata. E egoísta.

Só tá viva por conta do Dylan e do Caleb, o segundo ela já despachou pra morte, e demonstra estar p.da vida com o Dylan como se ele fosse culpado.

E pior, toda essa raiva por conta da morte da ""mãe"" que lhe abandonou. Até o Norman fez mais por ela que a mãe dela.

Não que ela devesse abraçar e agradecer o Norman, mas ficar brava com o Dylan não deu pra engolir.

Quando ela foi visitar o Norman na delegacia eu torci pra "Norma" falar poucas e boas pra ela, pena que não falou.

 

E a sósia da Norma também, o cara salvou a vida dela não deixando ela subir no dia do surto que quase lhe custou a vida e ela ta brabinha pq o marido que chifrava ela foi morto pelo irmão do cara?

O transtornado da história devia ser o Dylan, isso sim. Tudo cai nas costas dele.

 

Mas achei esse epi meio nhééé. Sei lá, parece que tão enrolando.

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A Emma se tornou insuportavelmente chata. E egoísta.

Só tá viva por conta do Dylan e do Caleb, o segundo ela já despachou pra morte, e demonstra estar p.da vida com o Dylan como se ele fosse culpado.

E pior, toda essa raiva por conta da morte da ""mãe"" que lhe abandonou. Até o Norman fez mais por ela que a mãe dela.

Não que ela devesse abraçar e agradecer o Norman, mas ficar brava com o Dylan não deu pra engolir.

Quando ela foi visitar o Norman na delegacia eu torci pra "Norma" falar poucas e boas pra ela, pena que não falou.

 

E a sósia da Norma também, o cara salvou a vida dela não deixando ela subir no dia do surto que quase lhe custou a vida e ela ta brabinha pq o marido que chifrava ela foi morto pelo irmão do cara?

O transtornado da história devia ser o Dylan, isso sim. Tudo cai nas costas dele.

 

Mas achei esse epi meio nhééé. Sei lá, parece que tão enrolando.

 

 

 A Emma era uma personagem muito legal na primeira temporada, mas ela acabou sendo negligenciada ao longo da série, e acabou ficando um pouco chatinha nesse final mesmo. Mas gostei do fato de ela conseguir reconhecer que não era o "Norman" ali, quando ela foi visita-lo.

 

 Mas o que achou dessa temporada final como um todo, J. McCLANE? E o que achou das adaptações da temporada em relação a PSICOSE?

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 A Emma era uma personagem muito legal na primeira temporada, mas ela acabou sendo negligenciada ao longo da série, e acabou ficando um pouco chatinha nesse final mesmo. Mas gostei do fato de ela conseguir reconhecer que não era o "Norman" ali, quando ela foi visita-lo.

 

 Mas o que achou dessa temporada final como um todo, J. McCLANE? E o que achou das adaptações da temporada em relação a PSICOSE?

 

Até a última temp ela ainda tava ok, ela era o ponto de salvação do Dylan, meio que de redenão dele e do Caleb, mesmo não sendo fundamental na história tava sendo legal, mas ela pariu e mudou totalmente. Tipo, não precisa beijar o chão a cada pisada deles, mas se to com uma condenação à morte por uma doença e duas pessoas agem pra me salvar - e salvam - eu não vou cuspir no prato na primeira chance. Isso que me irritou.

Isso eu curti, ela de cara já sacou que não era o Norman. Inclusive achei que ela ia sair dali pra falar com a advogada ou mesmo voltar pro hotel do Dylan e falar algo como "ok, ele é louco mesmo" ou "não é o Norman ali".

 

Não terem matado a Rihanna e a loirinha achei ok, mesma elas terem despertado desejo nele ele conseguiu se controlar, só a justificativa que "a mãe" usa pra incentivá-lo a matar o cara é que achei meio ruinzinha. Mas a temporada como um todo acheio meio freio de mão puxado, sei la, esperava mais, parece que tudo que aconteceu caberia não em 9, mas em 6, no máximo 7 episodios. Gastaram muuuuuuuuuuito tempo com o Chick, lá e pra nada. O Romero também, do total de cenas dele no mínimo uns 40% são cenas que ou são descartáveis ou são arrastadas demais.

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