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Forum Cinema em Cena

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 Diretor especialista em filmes de horror. Apesar de não ter atingido o nivel lendario de um John Carpenter ou George Romero, Hooper dirigiu classicos do gênero, como O MASSACRE DA SERRA ELETRICA e POLTERGEIST.

 

 Alem dos classicos já citados, ví dele OS VAMPIROS DE SALEM, que é uma adaptação fraca, mas não ruim de um romance de Stephen King, e o péssimo O MASSACRE DA SERRA ELETRICA 2, que praticamente parodia o classico de 74.

 

 Então, o que acham do trabalho desse cara?
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 E não é a primeira vez que acontece, DOOK. Já aconteceu em outros tópicos.09

 

 Bem, conferi FORÇA SINISTRA

 

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  Filme meia boca, e um bocado esquisito. Hooper mistura os gêneros Sci-fi, e os subgêneros de vampiro e zumbi, para contar a historia de uma nave espacial, que acaba trazendo a terra três alienigenas liderados por uma morena nua bem gostosinha (Mathilda May). Mas esses seres são vampiros de energia, que obviamente querem se alimentar de nós. Tirando os peitos da garota alienigena, e uma ou outra cena envolvendo os esqueleticos zumbis criados pelos alienigenas, é um filme bem fraquinho.
Questão2012-05-19 15:42:58
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Acho o Massacre da Serra Elétrica uma OP. Aquele tipo de filme que possui algumas cenas que ficam cravejadas, um terror absoluto. Aquela dança final do letherface insano balançando sua serra pra todos os lados... Aquilo é do mal. Ou a garota acordando na companhia da família inteira. Um terror pesado, de atmosfera infernal mesmo.

 

 

 

Já Poltergeist é muito bobinho. Aquele climão spielbergniano me tirou totalmente da jogada. Não consegui curtir plenamente nem o lado leve e nem o lado assustador. Resultado um filme indolor, mas que não pretendo assistir nunca mais.Tensor2012-05-21 17:08:41

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  • 1 month later...

Acho o Massacre da Serra Elétrica uma OP. Aquele tipo de filme que possui algumas cenas que ficam cravejadas, um terror absoluto. Aquela dança final do letherface insano balançando sua serra pra todos os lados... Aquilo é do mal. Ou a garota acordando na companhia da família inteira. Um terror pesado, de atmosfera infernal mesmo.

 

 

 

Já Poltergeist é muito bobinho. Aquele climão spielbergniano me tirou totalmente da jogada. Não consegui curtir plenamente nem o lado leve e nem o lado assustador. Resultado um filme indolor, mas que não pretendo assistir nunca mais.Tensor2012-05-21 17:08:41

Acho o Massacre da Serra Elétrica uma OP. Aquele tipo de filme que possui algumas cenas que ficam cravejadas, um terror absoluto. Aquela dança final do letherface insano balançando sua serra pra todos os lados... Aquilo é do mal. Ou a garota acordando na companhia da família inteira. Um terror pesado, de atmosfera infernal mesmo.

 

 

 

Já Poltergeist é muito bobinho. Aquele climão spielbergniano me tirou totalmente da jogada. Não consegui curtir plenamente nem o lado leve e nem o lado assustador. Resultado um filme indolor, mas que não pretendo assistir nunca mais.Tensor2012-05-21 17:08:41

 

Penso o mesmo de Poltergeist, mas acho o filme bem bom, aquela sensação de que tudo acabou, e depois recomeçar o sufoco todo outra vez, gosto daquela pequena reviravolta no finalzinho. E claro, o palhaço arrastando o muleque é icônico, daquelas cenas imortais do cinema.

 

Massacre eu considero OP do cinema de horror, tenso até a última gota, coisa do demônio mesmo aquela cena da família reunida, o velho que a gente não sabe se está vivo ou morto, sendo induzido a dar uma machadada na cabeça da mocinha, etc. The horror, the horror, no melhor e mais literal sentido da palavra.

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  • 5 months later...

 Visto PAGUE PARA ENTRAR, REZE PARA SAIR

 

 90460.jpg

 

 A trama não podia ser mais simples. Dois casais de adolescentes decidem pernoitar no parque de diversões que chegou a cidade. Mas os jovens acabam testemunhando um assassinato cometido por uma criatura bizarra que vive no parque, e que agora os esta caçando.

 

 Parques de diversões desertos sempre foram ambientes pra lá de assustadores. E Hooper explora bem esse ambiente, com os bonecos eletrônicos macabros, e a fotografia que realça o clima de pesadelo da historia. Mas o filme perde  muito por focar metade da projeção no desinteressante passeio dos jovens pelo parque lotado, onde eles fazem piadas ridiculas de adolescentes,  e recebem avisos macabros de velhinhos loucos, que são sumariamente ignorados (um clichê usual neste tipo de trama).

 

 Enfim, PAGUE PARA ENTRAR, REZE PARA SAIR não chega a ser ofensivo. É assistivel, mas facilmente esquecivel. O triste é que tendo em vista o cênário e a idéia de jovens presos naquele ambiente macabro uma noite inteira, sinto que o filme poderia ter sido muito melhor do que é. Uma pena.

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  • 2 weeks later...

 Visto PAGUE PARA ENTRAR, REZE PARA SAIR

 

 90460.jpg

 

 A trama não podia ser mais simples. Dois casais de adolescentes decidem pernoitar no parque de diversões que chegou a cidade. Mas os jovens acabam testemunhando um assassinato cometido por uma criatura bizarra que vive no parque, e que agora os esta caçando.

 

 Parques de diversões desertos sempre foram ambientes pra lá de assustadores. E Hooper explora bem esse ambiente, com os bonecos eletrônicos macabros, e a fotografia que realça o clima de pesadelo da historia. Mas o filme perde  muito por focar metade da projeção no desinteressante passeio dos jovens pelo parque lotado, onde eles fazem piadas ridiculas de adolescentes,  e recebem avisos macabros de velhinhos loucos, que são sumariamente ignorados (um clichê usual neste tipo de trama).

 

 Enfim, PAGUE PARA ENTRAR, REZE PARA SAIR não chega a ser ofensivo. É assistivel, mas facilmente esquecivel. O triste é que tendo em vista o cênário e a idéia de jovens presos naquele ambiente macabro uma noite inteira, sinto que o filme poderia ter sido muito melhor do que é. Uma pena.

 

Pra quem é fã de filme de terror, toda essa história do parque de diversões dava um filme MUITO bom, mas ainda assim, deu vontade de assistir mesmo sendo ruim.

 

Gosto muito de Poltergeist mesmo só tendo assistido uma vez. Achei divertido e muito bem feito ao ponto de me dar medo, mas O Massacre da Serra Elétrica ainda é superior pra mim. Só assisti esses dois filmes do diretor, mas o título acima me chamou um pouco de atenção.

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Também achei que o problema desse filme foi demaorar demais pra entrar na parte principal e gastar tempo demais com o passeiro dos teenager no parque.

 

Mas uma coisa eu pago pau: O título nacional (rimou...). Raramente, o pessoal que traduz títulos acerta tanto assim, quando não resolvem usar ou traduzir o título original.

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  • 3 weeks later...
  • 5 months later...

 Visto A DANÇA DOS MORTOS

 

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  A trama se passa em um futuro em que a sociedade esta se desmantelando, devido a guerra química que devastou o mundo anos antes. As ruas são tomadas em sua maioria por jovens punks viciados. É neste mundo que vive Peggy (Jessica Lowndes), que é dominada pela controladora mãe (Marilyn Norry). As coisas mudam quando Peggy se apaixona por Jak (Jonathan Tucker) um jovem punk que apresenta a Peggy uma estranha forma de entretenimento, onde mortos reanimados dançam para a plateia sob a batuta do bizarro MC (Robert Englund).

 

 A DANÇA DOS MORTOS é uma história bem original de zumbi. Aqui, os mortos vivos não são comedores de carne, mas sim vítimas, mais uma ferramenta para alienar a juventude e conduzi-las aos vícios oferecidos por MC em sua casa noturna. Seguindo a linha dos melhores filmes do gênero, Hooper usa a trama envolvendo zumbis e um futuro distópico para tecer uma interessante crítica social sobre a juventude e sua relação com os seus pais.

 

 Embora tenha uma participação relativamente pequena (mas vital para a resolução da trama), Robert Englund rouba todas as cenas de que participa, dando a MC um ar acertadamente exagerado de um showman quen precisa conquistar a sua plateia para que consumam os seus produtos e assistam ao show que oferece. O filme só não é melhor, pois ao meu ver esta era uma história que precisava de uma protagonista com o mínimo de talento para marcar bem a jornada de transformação de Peggy, o que não é o caso da terrível Jessica Lowndes.

 

 No geral, A DANÇA DOS MORTOS é um filme que vale a pena ser conferido. Cria um universo interessante (embora não exatamente original no que diz respeito ao seu cenário). Apesar de Hooper exagerar um pouco na montagem videoclipada, ainda vale a conferida.

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