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The Americans


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The Americans divulga fotos promocionais de sua primeira temporada Série chega às telinhas estadunidenses em 30 de janeiro
Aldo Queiroz
04 de Janeiro de 2013
 

The Americans, série de espionagem oitentista do canal pago estadunidense FX, ganhou uma leva de imagens promocionais para sua primeira temporada, além de dois pôsteres teaser. Veja:

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Ambientada no início dos anos 1980, a trama tem como foco dois espiões da KGB - o equivalente russo da CIA -, Phillip (Matthew Rhys) e Elizabeth (Keri Russell), disfarçados como um casal dos EUA morando no subúrbio de Washington.

The Americans foi criada pelo ex-agente da CIA Joe Weisberg (Falling Skies), que servirá de produtor-executivo ao lado de Graham Yost (Justified). Gavin O'Connor (Guerreiro) dirigiu o episódio-piloto.

A primeira temporada de The Americans, que terá 13 episódios, estreia nos EUA em 30 de janeiro. Assista ao trailer da série.

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  • 4 weeks later...

Finalmente estreou... e o piloto não chega a ser ótimo mas é mto bom.. apesar de ter caído em alguns cliches e soluções simples.. por ser de espionagem, esperava algo mais complexo, mas a série tem um ótimo potencial... curti bastante...

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  • 3 weeks later...

Ainda bem q foi renovada, uma das melhores dos últimos anos...

 

O ep 4 foi fantástico, com o tema central o atentado ao Regan... o governo americano tentando incriminar os comunistas, e os russo tentando descobrir se estavam sendo incriminados... é mto bom ver uma história com espionagem a moda antiga... o bom q mostra as relações das pessoas em torno da espionagem, com seus medos e duvidas enquanto tentam fazer o q acham ser certo...

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Ela e uma série mais densa mesmo, bem focada na espionagem, embora o foco familiar seja bem abordado.

 

Nesse quarto eppy por exemplo, eles usaram um fato histórico veridico, a tentativa de assassinato de Reagan por um eroctomaniaco, e montaram  uma ação desses espiões infiltrados por trás desse fato. Somado a isso o furor que o discurso "estou no comando" de Haig  causou.  Incumbidos de reportar  à União soviética, se os EUA achavam que tal ataque tivesse sido obra deles, numa época sem net, qquer palavra usada de maneira mais intensa poderia causar  a terceira gueera mundial.

 

Foi genial!

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Shi, o fato de ser densa e mimimi não é motivo, já que adoro séries densas e até mesmo estranhas, como Twin Peaks, Boss, Fringe, House Of Cards, À Sete Palmos, Família Soprano, The Hour, The Wire e etc...

 

 

Sei lá, eu achei meio tosca... Não ei prq, mas poucas vezes tive uma aversão tão grande quanto à essa série... Assim como tive com Mad Man...

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Mas qd eu citei densa quis dizer  com relação a base política, tensão perene URSS x EUA que a série tem.

É um mote que alguns não curtem muito (eu, inclusive) e confesso que o que gosto na série é  os recursos  de espionagem daquela época.

Eu, que devorava  bolsilivros antigos do Lou Carrigan no busão durante anos, é como se visse encarnada aqui,as aventuras de Brigitte Monfort \o/

 

By the way, tb não consegui  seguir "Mad Man" e nem é por achá-la ruim, não.

 

Se tu curte séries estranhas, perto do bizarro a inglesinha "Black Mirror" serve como uma luva...aff!

 

Essa "House of Cards" aí, tá sendo tão comentada !!!

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Essa Black Mirror eu até tenho vontade, mas nada me motivou ainda...

 

E é por aí e Jujuba (difícil deixar de chamar de Shy que é mais prático, rs...), a qualidade da série eu não questiono, achei boa, assim como Mad Men, mas não caiu no gosto mesmo... Assim como aquela sobre Cuba ou Panamá, sei lá, com o "Winchester Pai"...

 

É mais ou menos como mulher... Tem mulher que eu acho linda, mas que não me atrai do jeito que outras não tão lindas, mas que eu acho muito bonitas, me atraem...

 

É coisa de "bater o santo" mesmo... rs Quando o santo não bate, não adianta...

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  • 3 months later...

Maratoninha dos 3 últimos eppys!

É absurdo como a série trabalha a tensão. Até pode se pensar que eles se safarão de uma maneira ou de outra, amsss já foi mostrado na série que ela sacrifica sem pudor personagens que podem ser conisderados importantes.

 

By the way, algo que  estica os nervos é que a cada ena de tensão tu pensa como a tecnpologia, tipo, um simples celular, resolveria coisas importantes, de questão de  estremecimento internacional, passivel de desencadear em conflitos...afff!

 

SF muito boa, com cliffhnagers a ser deduzido, tanto pode ser algo bombástico qto nada.

Anyway, a filha não estava fazendo aquilo a troco de nada.

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Tendo visto todos os episódios disponíveis de Hannibal e terminado a maratona Arrested Development, voltei a The Americans. Não vou comentar cada episódio, mas parei pra vir dizer que o sexto foi muito tri (apesar da identidade 

dos torturadores que capturaram o casal principal

ser óbvia), todas as subtramas foram bem construídas e envolventes, até a das crianças.

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Terminada a primeira temporada. Apesar da comparação mais óbvia ser Homeland (e me parece óbvio que The Americans veio tentar abocanhar uma parte do sucesso daquela), acho que há algo de intrinsecamente semelhante a Castle. Esta última é uma série processual (o popular procedural), subgênero bastante explorado, e o diferencial é a relação entre os protagonistas. The Americans se foca em eventos cujo desfecho é conhecido - spoiler alert: a União Soviética perde. Assim sendo, nada mais lógico do que aprofundar as raízes no relacionamento do casal. Não por acaso, os momentos de ação são os mais fracos da série, nada mais do que amontoados de clichês, saídas fáceis e resultados previsíveis. O que é interessante é saber como a família vai reagir.

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