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Forum Cinema em Cena

Taxi Driver


Travis Bickle
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Bom, da pra se notar que muitaaa gente aqui adora esse filme, mesmo porque nunca vi alguem que tenha assistido e não gostou. Eu procurei e não achei nenhum tópico falando sobre ele, então resolvi criá-lo...

Roteiro perfeito, atuação do De Niro perfeita (não é exagero dizer que é uma das melhores atuações ja vistas no cinema), e direção perfeita... isso resultou num dos melhores filmes de todos os tempos, e, para mim, o melhor filme do mestre Scorsese.

 

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Meu filme favorito, por enquanto. É foda demais!!!

Uma cena que representa o filme é a hora que ele leva a Betsy pra assistir um filme pornô, mostra o grau de como ele estava tentando se reintegrar...

Outra é quando ele leva o senador candidato em uma corrida e fala assim "Não li o seu programa, mas sei que vc é o melhor candidato".

Não vou fazer mais masturbação mental, mas essas cenas são duas muito representativas, além das mais clássicas (Are u talkin' to me?)

zaberdust.gif

rubysun2006-6-17 20:7:10
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Meu filme favorito' date=' por enquanto. É foda demais!!!

Uma cena que representa o filme é a hora que ele leva a Betsy pra assistir um filme pornô, mostra o grau de como ele estava tentando se reintegrar...

Outra é quando ele leva o senador candidato em uma corrida e fala assim "Não li o seu programa, mas sei que vc é o melhor candidato".

Não vou fazer mais masturbação mental, mas essas cenas são duas muito representativas, além das mais clássicas (Are u talkin' to me?)

zaberdust.gif

[/quote']

É cara, como diria o Tarantino: Taxi Driver é o filme mais histérico de todos. smiley36.gif

Só como curiosidade: o compositor Bernard Herrmann (de Psicose e Cidadao Kane), considerado por muitos o maior compositor de trilhas de todos os tempos, só aceitou fazer a trilha para taxi driver depois de ver a cena onde o Travis molha pão com whisky enquanto está vendo tv. Essa foi a ultima trilha do Herrmann, e foi indicada ao Oscar, não ganhou, mas merecia...

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  • 1 month later...

Forasteiro eu já elogiei essa crítica sua, acho matadora mesmo... mas vasculhando material para aquele projeto, achei a pérola abaixo e como eu não resisto a um bom princípio de incêndio, meninos, preparem as Hanzo sword:

O FALSO CINEMA DE AUTOR


Nei Duclós (Jornalista e Escritor)

Brian de Palma e Martin Scorcese - e sua versão ainda mais perversa, Quentin Tarantino - substituíram o espaço criado nos anos 60 e 70 por inventores como Arthur Penn e Sam Peckinpah, e por meio de um cinema vazio e apelativo tentam assumir a postura de autores, quando não passam de comerciantes da pior qualidade com pose de pais da matéria. Enquanto isso, a linhagem que tem Nickolas Ray como estrela maior encontra em Clint Eastwood sua mais bem acabada realização. Já David Lean e Fred Zinnemann continuam sós, ocupando a olimpo da genialidade sem terem deixado descendentes.

TUDO DESÁGUA NELE - Scorcese costuma pontificar na televisão como uma espécie de historiador do cinema, com um detalhe: o de que toda a maravilhosa produção cinematográfica italiana, de Vittorio de Sica a Fellini, de Rosselini a Visconti, acaba redundando na própria obra dele, Scorcese. Não é muita pretensão? Basta aturar o horrendo Taxi Driver, um filme que confunde transgressão estética com a instauração de uma indústria da maldade e da perversão, para ver que tipo de mente doentia tem esse sujeito. O cinema dele suga o espectador para devolver nossa alma em farrapos, e isso não pode ser encarado com um elogio (é moda aplaudir o horror como se fosse vanguarda). Tem sua porção italianinha com os Bons Companheiros, que ele tenta misturar comédia com tragédia, tentando imitar o "truque " (na versão dele) de De Sica, esse sim um gênio, que criou inúmeras obras-primas, como Ladrões de bicicleta e Casamento à italiana (inteiramente chupado por Silvio de Abreu numa dessas novelas globais). Scorcese adora usar esse canastrão de marca maior, Robert de Niro, que não serve nem para engraxar os sapatos de Al Pacino e acha que fazer careta é arte de primeira grandeza. De Niro se presta a inúmeras performances que só intensificam sua falta de jeito e talento para esse ramo. Basta um milésimo de Sean Penn, um cordão de sapato de Tim Robbins para desmascarar essa fraude. Scorcese não faz cinema de denúncia (já que é sabujo do sistemão) como Arthur Penn, que em Caçada Humana ou Bonnie and Clyde consegue fazer um retrato da América fora do círculo de giz do autismo ideológico dessa nação. É por isso que encontraram em Scorcese o antídoto perfeito para o impacto causado por Penn, um cineasta como poucos. Além disso, Scorcese está longe de contribuir para o cinema como fez Sam Peckinpah, que colocou sangue na tela (o que era proibido pela censura estética conservadora) e filmou pela primeira vez a morte em câmara lenta (o que agora é usado até o infinito) sem se dobrar aos maneirismos "de autor", apenas criando novas soluções visuais para traçar o perfil da América violenta. Cineastas originais precisam ser corajosos, o que não é o caso de Scorcese.

ENGULHOS - Nem tampouco Brian de Palma, essa contrafação do suspense, que, em princípio, odeia mulher. Está passando na HBO Femme Fatale, uma palhaçada com o execrável Antonio Banderas (o pior ator do mundo) e uma fauna de preconceitos (o negrão facínora, a loura vagabunda e cruel, a morena coitadinha, as lésbicas exibicionistas). Tudo provoca engulhos. O roteiro é ridículo, a apelação é extrema. O pior é que de Palma (e isso o aproxima de Scorcese) começa o filme transcrevendo um clássico do cinema noir, com Fred McMurray, como se essa citação o encaminhasse para a glória da autoria, como se fizesse parte do seleto grupo de criadores. Sua versão anódina de Os Intocáveis tinha essa mesma ilusão. O resultado foi um filme cheio de falsidades (como a tentativa de reproduzir a célebre cena de Eisenstein em Outubro, a do carrinho de bebê que desce a escada), além de um ridículo, como sempre, Kevin Kostner, o pseudo galã exilado de qualquer carisma. A cena do assassinato de Angie Dickinson em Vestida para matar é uma sucessão de barbaridades, a declarar o ódio que o autor devota ao sexo que ele deveria admirar. Acham essa cena o máximo, mas é apenas uma maneira de marcar o cinema com momentos de alta voltagem comercial, no pior sentido. Tudo não passa de comércio. Não há, nesses filmes, sinceridade que poderia até gerar muito dinheiro. Há apelo, como se o espectador fosse um sádico igual aos cineastas que produzem esse tipo de porcaria. E vocês notam a cara séria que eles fazem quando dão entrevistas sobre sua "arte"? Como se todos fossem obrigados a acreditar nas mentiras que contam.

RAÍZES - O tal de Tarantino, que nos explode a paciência com suas intermináveis arengas recheadas de violência gratuita, é ainda pior. Ter sido convidado para ser jurado em Cannes é puro deboche. Ele faz parte de uma camada de nulidades onde despontam coisas como o "diretor" Mel Gibson, o rei da patriotada barata. O novo filme de Gibson sobre Cristo deve ser uma besteira só. Sabe-se que ele, claro, apela para a violência estúpida que caracteriza toda a sua obra de ator e diretor. Gente desse quilate merece repúdio. Eles infestam o mundo do cinema e exercem péssima influência. Quando sabemos que David Lean se fez num caldo de cultura o­nde tinha Alexander Korda e Noel Coward, e que Glauber Rocha bebeu em Visconti de Terra Trema para fazer seu Barravento, e que Walter Salles seguiu os passos de Gloria, de John Cassavetes (autor de verdade) para compor sua obra-prima, Central do Brasil, notamos que o gênio nasce, mas precisa de ambiente para evoluir e se expressar. Num espaço tomado por inutilidades, fica difícil despontar os autores que mereçam ser vistos e respeitados.

 

O endereço do rapaz: AQUI onde teremos respostas afiadas aos descontente com o textículo acima.

 
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  • 2 weeks later...

Nossa eu to com muita vontade de ver esse filme. Alguem sabe a censura que ta no DVD?

18 anos... mas vc liga pra isso?

Basta aturar o horrendo Taxi Driver' date=' um filme que confunde transgressão estética com a instauração de uma indústria da maldade e da perversão, para ver que tipo de mente doentia tem esse sujeito. O cinema dele suga o espectador para devolver nossa alma em farrapos, e isso não pode ser encarado com um elogio (é moda aplaudir o horror como se fosse vanguarda). [/quote']

Scorcese não faz cinema de denúncia (já que é sabujo do sistemão) como Arthur Penn' date=' que em Caçada Humana ou Bonnie and Clyde consegue fazer um retrato da América fora do círculo de giz do autismo ideológico dessa nação. [/quote']

Pode não ser tão grande, mas há um cheirinho de contradição em dizer que ele retrata uma América violenta e chamá-lo de incapaz de ir para 'fora do círculo de giz do autismo ideológico dessa nação'.

Além disso o cara nem conhece sobre o assunto:

(como a tentativa de reproduzir a célebre cena de Eisenstein em Outubro' date=' a do carrinho de bebê que desce a escada)[/quote']

Alguém que tenha lido um pouco sabe que De Palma se inspirou em "O Encouraçado Potemkin", e não "Outubro". Não sei se "Outubro" tem uma cena parecida, mas se vc comparar as duas cenas, de "Os Intocáveis" e de "O Encouraçado Potemkin" (e ver sem preconceito) vc percebe uma grande homenagem de De Palma.

Tem sua porção italianinha com os Bons Companheiros' date=' que ele tenta misturar comédia com tragédia, tentando imitar o "truque " (na versão dele) de De Sica, esse sim um gênio, que criou inúmeras obras-primas, como Ladrões de bicicleta e Casamento à italiana (inteiramente chupado por Silvio de Abreu numa dessas novelas globais). Scorcese adora usar esse canastrão de marca maior, Robert de Niro, que não serve nem para engraxar os sapatos de Al Pacino e acha que fazer careta é arte de primeira grandeza. De Niro se presta a inúmeras performances que só intensificam sua falta de jeito e talento para esse ramo. (...) um cordão de sapato de Tim Robbins [/quote']

Só um comentário: smiley36.gif

PS: Esse povo escreve "Scorcese" de propósito?

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Nossa eu to com muita vontade de ver esse filme. Alguem sabe a censura que ta no DVD?

No que eu alguei tem 14 anos, mas para que você quer saber, só por curisosidade mórbida? Pode alugar, que é praticamente impossível não gostar... Bem, digamos que há algumas criaturas como a que o Nacka colocou que têm um pouco de dificuldade, mas são raras exceções.

ltrhpsm2006-8-25 18:30:40
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Nossa eu to com muita vontade de ver esse filme. Alguem sabe a censura que ta no DVD?

No que eu alguei tem 14 anos' date=' mas para que você quer saber, só por curisosidade mórbida? Pode alugar, que é praticamente impossível não gostar... Bem, digamos que há algumas criaturas como a que o Nacka colocou que têm um pouco de dificuldade, mas são raras exceções.

[/quote']

Eh que, em geral, a familia quer ver o filme junto... por isso a pergunta de censura. Mas se tem um DVD em que eh 14 anos entao ta OK.

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O FALSO CINEMA DE AUTOR

 

Nei Duclós (Jornalista e Escritor)

 

Brian de Palma e Martin Scorcese - e sua versão ainda mais perversa' date=' Quentin Tarantino - substituíram o espaço criado nos anos 60 e 70 por inventores como Arthur Penn e Sam Peckinpah, e por meio de um cinema vazio e apelativo tentam assumir a postura de autores, quando não passam de comerciantes da pior qualidade com pose de pais da matéria. Enquanto isso, a linhagem que tem Nickolas Ray como estrela maior encontra em Clint Eastwood sua mais bem acabada realização. Já David Lean e Fred Zinnemann continuam sós, ocupando a olimpo da genialidade sem terem deixado descendentes.

TUDO DESÁGUA NELE - Scorcese costuma pontificar na televisão como uma espécie de historiador do cinema, com um detalhe: o de que toda a maravilhosa produção cinematográfica italiana, de Vittorio de Sica a Fellini, de Rosselini a Visconti, acaba redundando na própria obra dele, Scorcese. Não é muita pretensão? Basta aturar o horrendo Taxi Driver, um filme que confunde transgressão estética com a instauração de uma indústria da maldade e da perversão, para ver que tipo de mente doentia tem esse sujeito. O cinema dele suga o espectador para devolver nossa alma em farrapos, e isso não pode ser encarado com um elogio (é moda aplaudir o horror como se fosse vanguarda). Tem sua porção italianinha com os Bons Companheiros, que ele tenta misturar comédia com tragédia, tentando imitar o "truque " (na versão dele) de De Sica, esse sim um gênio, que criou inúmeras obras-primas, como Ladrões de bicicleta e Casamento à italiana (inteiramente chupado por Silvio de Abreu numa dessas novelas globais). Scorcese adora usar esse canastrão de marca maior, Robert de Niro, que não serve nem para engraxar os sapatos de Al Pacino e acha que fazer careta é arte de primeira grandeza. De Niro se presta a inúmeras performances que só intensificam sua falta de jeito e talento para esse ramo. Basta um milésimo de Sean Penn, um cordão de sapato de Tim Robbins para desmascarar essa fraude. Scorcese não faz cinema de denúncia (já que é sabujo do sistemão) como Arthur Penn, que em Caçada Humana ou Bonnie and Clyde consegue fazer um retrato da América fora do círculo de giz do autismo ideológico dessa nação. É por isso que encontraram em Scorcese o antídoto perfeito para o impacto causado por Penn, um cineasta como poucos. Além disso, Scorcese está longe de contribuir para o cinema como fez Sam Peckinpah, que colocou sangue na tela (o que era proibido pela censura estética conservadora) e filmou pela primeira vez a morte em câmara lenta (o que agora é usado até o infinito) sem se dobrar aos maneirismos "de autor", apenas criando novas soluções visuais para traçar o perfil da América violenta. Cineastas originais precisam ser corajosos, o que não é o caso de Scorcese.

ENGULHOS - Nem tampouco Brian de Palma, essa contrafação do suspense, que, em princípio, odeia mulher. Está passando na HBO Femme Fatale, uma palhaçada com o execrável Antonio Banderas (o pior ator do mundo) e uma fauna de preconceitos (o negrão facínora, a loura vagabunda e cruel, a morena coitadinha, as lésbicas exibicionistas). Tudo provoca engulhos. O roteiro é ridículo, a apelação é extrema. O pior é que de Palma (e isso o aproxima de Scorcese) começa o filme transcrevendo um clássico do cinema noir, com Fred McMurray, como se essa citação o encaminhasse para a glória da autoria, como se fizesse parte do seleto grupo de criadores. Sua versão anódina de Os Intocáveis tinha essa mesma ilusão. O resultado foi um filme cheio de falsidades (como a tentativa de reproduzir a célebre cena de Eisenstein em Outubro, a do carrinho de bebê que desce a escada), além de um ridículo, como sempre, Kevin Kostner, o pseudo galã exilado de qualquer carisma. A cena do assassinato de Angie Dickinson em Vestida para matar é uma sucessão de barbaridades, a declarar o ódio que o autor devota ao sexo que ele deveria admirar. Acham essa cena o máximo, mas é apenas uma maneira de marcar o cinema com momentos de alta voltagem comercial, no pior sentido. Tudo não passa de comércio. Não há, nesses filmes, sinceridade que poderia até gerar muito dinheiro. Há apelo, como se o espectador fosse um sádico igual aos cineastas que produzem esse tipo de porcaria. E vocês notam a cara séria que eles fazem quando dão entrevistas sobre sua "arte"? Como se todos fossem obrigados a acreditar nas mentiras que contam.

RAÍZES - O tal de Tarantino, que nos explode a paciência com suas intermináveis arengas recheadas de violência gratuita, é ainda pior. Ter sido convidado para ser jurado em Cannes é puro deboche. Ele faz parte de uma camada de nulidades onde despontam coisas como o "diretor" Mel Gibson, o rei da patriotada barata. O novo filme de Gibson sobre Cristo deve ser uma besteira só. Sabe-se que ele, claro, apela para a violência estúpida que caracteriza toda a sua obra de ator e diretor. Gente desse quilate merece repúdio. Eles infestam o mundo do cinema e exercem péssima influência. Quando sabemos que David Lean se fez num caldo de cultura o­nde tinha Alexander Korda e Noel Coward, e que Glauber Rocha bebeu em Visconti de Terra Trema para fazer seu Barravento, e que Walter Salles seguiu os passos de Gloria, de John Cassavetes (autor de verdade) para compor sua obra-prima, Central do Brasil, notamos que o gênio nasce, mas precisa de ambiente para evoluir e se expressar. Num espaço tomado por inutilidades, fica difícil despontar os autores que mereçam ser vistos e respeitados.

 

O endereço do rapaz: AQUI onde teremos respostas afiadas aos descontente com o textículo acima.

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Caramba, a mulher deste cara deve trai-lo com o Tarantino, Scorsese e o De Palma. smiley36.gif

 

Não posso dizer algo como "ta-na-nam foi a gota d'água", pois o texto inteiro foi o fim da picada !!! Vou dar uma xeretada no site do rapaz e atacá-lo depois. Que diferença fará? Nenhuma, mas poderei ao menos usar isso como argumento quando for prestar contas com O Criador.

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  • 5 months later...

Esse jornalista Nei Duclós faz uma referência ao cinema original. O próprio Tarantino já explicou que ele faz cinema de referências, especialmente porque os filmes que ele faz basicamente tem aquilo que ele gosta: sangue e violência. Mas isso não significa que os filmes do Tarantino sejam ruins. O Martin Scorcese, assistindo a esse filme Taxi Driver, vc pode ter uma idéia logicamente aparente de que ele possa ser um louco, da mesma maneira como Hitler. Creio que cinema não é só beleza estética e coisas bonitas da vida. Mas, sim, um cinema que responda pela nossa própria personalidade.  03

 

 
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  • 5 months later...
  • 10 months later...

 Olha, eu tambem só vi uma vez, mas pelo q pude entender, o cara simplesmente se revoltou contra o sistema, respondendo com violência. Por isso o ataque ao politico, ao cafetão, com a ideia d salvar jodie foster, e até mesmo o cabelo moicano, q acho eu, tambem era uma forma de mostrar sua revolta.

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É difícil dizer porque esse é um dos meus filmes favoritos. Não ouso argumentar a respeito, já que qualquer palavra seria em vão ao descrever o carinho que tenho pela obra de Scorsese. Digo apenas que a idéia central está mais no conflito interno no protagonista do que na sua "revolta contra o sistema". O resto é tudo conseqüência. Só sentido o que Travis sente para entender o filme completamente.

 

O próprio Scorsese diz que a cena principal do filme é a conversa de telefone entre Travis e Betsy. Está é uma boa dica para quem não entendeu o propósito do filme e pretende reavaliá-lo.

 

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