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O Cinéfilo

Quem vc acha que vencerá o jogo,se tornando O Cinéfilo?  

  1. 1. Quem vc acha que vencerá o jogo,se tornando O Cinéfilo?

    • Abelha
      16
    • Bart Scary
      17
    • Cavalca
      5
    • Engraxador!
      4
    • Forasteiro
      42
    • Garami
      42
    • Jack Bauer
      13
    • Lara Jolie
      51
    • Outro (no caso de substituição)
      13
    • Não me interessa!
      6
    • Pra mim nenhum desses deveria nem estar nesse fórum
      7
    • Esse tópico vai ter o mesmo fim da Casa 2
      15


Recommended Posts

 

    Recapitulando:

 

    ETAPA 1:

 

- Garami = 66,85

- Forasteiro = 29,7

 

   

 

    ETAPA 2

 

- GARAMI = 54,33

 

- FORASTEIRO = 16,66

 

    ETAPA 3


- Garami = 74,59

- Forasteiro = 89,34

 

[/quote']

 

Isso até meus avós já sabem !!! Vamos prosseguir.

 

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Só para lembrar,antes de irmos à etapa final,eis os premiso que serão entregues ao vencedor de O CINÉFILO:

B00005BCEW.02.LZZZZZZZ.jpg
DVD Ben Hur (Duplo)

Poltergeist-DVD.jpg
DVD Poltergeist

dv05754.jpg
DVD Curtindo a Vida Adoidado

img03640.jpg
CD com a trilha sonora de Beleza Americana.

Right-right?

Conversei com o Pablo a respeito de uns premios extras,e ele se prontificou a enviar pelo correio para o vencedor.Mas...Como acho que estou fazendo um grande favor ao fórum dele,formando cinéfilos,e aumentando (pelo menos a idéia é essa) o poder argumentativo dos frequentadores dele,além de estar dando premios,de meu proprio bolso,sem ganhar nada com isso...Os balangandãs serão entregues à mim.
smiley4.gifsmiley36.gif

Já já postarei a MONOGRAFIA escrita pelos 2 finalistas,e enfim...O RESULTADO FINAL! Aguardem...

 

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Etapa 4

Nesta etapa,os finalistas deveriam fazer um texto de "conclusão do curso",cujo assunto pre-definido era baseado na palavra CINÉFILO.Vamos aos textos:

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GARAMI

A Real Importância do Cinéfilo   


    Enquanto escrevo esse texto para a última etapa de "O Cinéfilo", pode ser que Steven Spielberg esteja sonhando com seu futuro filme sobre Abraham Lincoln. Pode ser que Michael Bay esteja imaginando uma seqüência eletrizante de explosões que pode vir a ser utilizada em um novo projeto. E, sim, pode ser que Michael Haneke esteja sentado tomando um chá e criando um roteiro no qual ele, mais uma vez, usará a fantasia do espectador como sua principal arma. Eles possuem públicos diferentes e fazem filmes diferentes. Têm diferentes modos de ver o cinema e diferentes ideais. O público de cada um desses diretores é, também, diferente entre si. Não que o público de Haneke seja essencialmente mais "intelectualizado" que o de Bay, por exemplo. Não é esse o ponto. Porém, mesmo assim, são diferentes. São, porque não dizer, cinéfilos diferentes. Cada um com sua visão e suas expectativas sobre o cinema.
    Não importa, portanto, o "tipo" de cinema a qual o cinéfilo se foque. Ele pode, sim, aplaudir Fellini e, logo após, rir-se "degustando" algo de Ed Wood. O importante para tal pessoa é saber posicionar-se criticamente para aquilo que lhe é exposto e ter desenvoltura para expressar sua aprovação ou seu descontentamento diante de uma obra.
    Vivemos em uma época em que se tornou comum falar sobre uma possível "degradação" do cinema. Segundo a "comunidade cinéfila", o suspense já não é mais tão tenso... o terror já não é mais tão assustador... os dramas já não são tão tocantes... e as comédias já não são tão hilariantes. O dever do cinéfilo, em tempos como esse, é posicionar-se dentro de tais debates com opiniões obtidas a partir de empirismo pessoal, sendo que tal empirismo, obviamente, só será conseguido a partir do momento em que se visite o cinema de outras épocas, com a mente completamente livre de qualquer tipo de preconceito. É necessário, também, saber o que ocasiona tamanhas mudanças no cinema. Para isso, mais uma vez, é preciso fazer um acompanhamento das transformações que o cinema, como toda forma de arte, sofre no decorrer dos tempos. A partir de tal acompanhamento, o cinéfilo pode perceber as discrepâncias entre os conceitos que se tinham há 50 anos, por exemplo, e os conceitos de hoje, ou de qualquer época que se queira focalizar. Dessa forma, torna-se mais fácil compreender e debater tais transformações. Além disso, a compreensão dessas transformações acabará por servir como comparativo quando o cinéfilo deparar-se com as transformações que ainda estão para acontecer, afinal de contas, o cinema atual não está livre de mudanças e esse é um aspecto positivo.
    Portanto, compreender as transformações que o cinema sofre é também a aquisição de um dever para com a arte: o cinéfilo torna-se responsável de passar para as gerações futuras suas impressões sobre as alterações que o cinema teve em sua época, seja dissertando sobre as contribuições que essa alteração possa ter dado ou sobre como um determinado estilo/gênero acompanhou as novas tendências. Além disso, o posicionamento correto e ativo do cinéfilo acaba contribuindo para a conscientização das demais pessoas à sua volta que passam a ver o cinema com outros olhos e aceitando que, além de uma forma de entretenimento, o cinema é uma forma de arte e um veículo de comunicação, informação e ideologias.
    Finalizando, o papel do cinéfilo não é apenas "gostar de cinema". Pode parecer um tanto quanto "assustadora" a dimensão que tal responsabilidade ganha mas, mesmo assim, ela é um "dever" que acaba sendo cumprido quase que inconscientemente e de forma bastante prazerosa, pois, apesar do papel do cinéfilo não ser "apenas gostar de cinema", o amor dele pela arte é o que o impulsiona a novos patamares de descoberta e opinião.

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FORASTEIRO

A Pílula Vermelha
 

Sinopse: A história de um jovem comum que se (des)encontra entre vários cinéfilos, julgando-se um estranho naquele lugar, quando surpreendentemente redescobre o cinema através de um processo de paciência e compreensão. Estrelado por uma descoberta, dirigida por Taxi Driver. 
 

Ato I
 

Quando fui convidado pelo Enxak pra esse jogo, a ausência de ambição não deixou que eu me imaginasse aqui escrevendo este texto. Isto porque, além de me considerar um desafio inatingível quanto à proposta do jogo, tinha certeza de que a frieza que o cinema representava, e a displicência com a qual eu o tratava, não me deixariam progredir em NENHUM dos sentidos. Graças a Deus, sou um visionário miserável!
 

Minha relação com a sétima arte era bem simples: ela não se metia comigo, e eu não me metia com ela. Na verdade, a palavra “arte”, que aparecia inerente ao cinema, me vinha como uma incógnita, um maldito enigma de esfinge, quase um terceiro segredo de Fátima. Não que eu não o considerasse uma, mas não entendia seu significado. Sempre avaliei que a arte precisa passar por um filtro de paixão para que seja compreendida em um todo (mais ou menos como sinal de TV a cabo). Já disse uma vez que os frios e óbvios aspectos técnicos que separam o bom do ruim jamais compuseram nenhuma visão artística. Ou seja, poderia assistir Laranja Mecânica e perceber sua importância, mas não tinha capacidade alguma para compreender seu funcionamento. Não tinha sensibilidade suficiente para que o fascínio intrínseco à obra de Kubrick me atingisse. Tudo que captava era apenas o necessário para um julgamento que, fatalmente, se revelaria superficial, cumprindo ainda as exigências dos estereótipos nos alicerces do medo da incompreensão daqueles que eu considerava, e que eram, os verdadeiros cinéfilos. A situação que me rodeava era cristalina: eu era um estranho, sem amor pelo cinema, sendo que este representava um mero passa-tempo realizado esporadicamente. Muitas vezes, a pipoca e a Coca-Cola recebiam bem mais atenção que os filmes que eu assistia.
 

Plot-Point I
 

Dá pra dizer que eu ainda estava preso. Acorrentado pelos clichês (construtores de um preconceito) com os quais fui (mal) acostumado, considerando-os, em nível inconsciente, imprescindíveis para a obtenção de um bom nível de diversão e entretenimento (o máximo que eu exigia do cinema) quando Taxi Driver, de Martin Scorsese, apareceu para me libertar. Primeiro a rejeição, depois a reflexão, a compreensão e, finalmente, a redenção. 
 

Ato II
 

Comecei a escrever sobre o filme sem saber direito o que estava acontecendo. Foi um processo, realmente. Quando cheguei à parte em que deveria analisar o personagem, Travis Bickle, foi que percebi que se tratava de algo maravilhoso. Que eu o entendera por completo, e o melhor, estava adorando aquilo tudo. Não apenas percebi seus méritos evidentes, mas compreendi a genialidade do filme, fazendo com que conseguisse GOSTAR dele, finalmente o reconhecendo como uma obra de arte. Depois deste dia (aconteceu na prova 3) eu passei a ver filmes fazendo uma espécie de paralelo com o que havia sentido em Taxi Driver. E puta que pariu, cheguei à conclusão de que mergulhava em um mar de merda acreditando estar me banhando com as ninfas. Afinal, alforria! Taxi Driver fora o início de uma revolução conceitual. O instrumento da liberdade, o marco de uma ascensão de discernimento, o efeito impactante de uma queda do Empire State! Talvez a única forma de fazer com que não pareça exagero seja a seguinte:
 

Costumo fazer analogia ao Mito da Caverna, de Platão, para avaliar e reavaliar minha antiga condição, e a transição (incompleta) na qual me encontro agora. Pode até parecer pretensão minha, mas é a única forma sincera que achei para entender (explicando pra mim mesmo) o que aconteceu. 
 

No início (ou pouco mais de um mês atrás, não importa...) eu vivia acorrentado no interior escuro de uma caverna, de frente para a parede, acreditando que as sombras nela projetadas eram a verdadeira realidade, e que não precisava de nada mais. Observava as sombras com a concepção de que ali residia a legítima beleza. Um dia, no entanto, me livrei das correntes/preconceitos (motivado pelo jogo) e resolvi sair da caverna para, afinal, ver o que havia de tão lindo lá fora. Cruzei a entrada e, a princípio, fui cegado pela luz. Não entendia o porquê de aquele novo mundo ser visto por tantos como algo bem mais bonito. Não estava enxergando nada, sendo que ao menos na caverna eu via as sombras, o que bastava pra mim. Mas então, aos poucos, fui voltando a enxergar. A dor foi gradativamente deixando meus olhos, presenteados agora por algo que eu julgara inconcebível, inimaginável a princípio. Dilacerados por uma luz olímpica, refletida naquele novo mundo, levando até mim cores impossíveis, e que eu jamais havia conhecido. Tudo era tão mais bonito que eu finalmente percebera o tempo enorme que tinha perdido. Primeiro por admirar, por ver tão disformes sombras (projeções por AUSÊNCIA de luz), como imagens de plástica indiscutível. Depois, pela falta de vontade em quebrar as correntes que eu sabia ter forças para quebrar. Fraco, vencido e treinado como um macaco para me alimentar de merda enquanto toda a mais deliciosa comida do mundo estava a minha disposição, e tão perto. Cítricas, metálicas, tecidas em veludo doce, enquanto a ignorância me “abençoava”... se é que esta frase teve, algum dia, chance de estar correta.
 

Plot-Point II
 

Enfim, o componente de paixão, necessário para compreender a arte no cinema, finalmente fora encontrado. Ou seja, não é exagero algum dizer que me apaixonei. E se o amor está envolvido, posso finalmente gritar a palavra “cinéfilo” como parte complementar da minha personalidade, agora enriquecida por (e pela compreensão integral de) obras como O Poderoso Chefão, Amadeus, Laranja Mecânica, e o óbvio (assim como tão merecidamente mencionado) Taxi Driver. 
 

Ato III
 

Eu não tinha a menor noção da violência a qual estava me submetendo quando escolhia os filmes errados na locadora. O que sentia com os American Pies, Velozes e Furiosos e 60 Segundos não passava de, digamos assim, simples “atração”, algo lascivo, irracional, dominado unicamente por um desejo condicionado. Pulp Fictions e Belezas Americanas representam o verdadeiro amor UNIDO ao desejo. A razão unida à paixão, o útil ligado ao entretenimento. Por fim, existe possibilidade de haver diversão ocupando o mesmo espaço da “seriedade”, construindo assim um misto que resulta em admiração. A diferença é que agora vejo e sinto isso. Não apenas pelo reconhecimento da importância e das qualidades técnicas do filme, mas pelo principal resultado da metamorfose: a capacidade despertada de brotar emoção num Atacama de sensibilidade e discernimento. Foi a aparição do monolito, a pílula vermelha, admirável mundo novo, a saída da caverna. “I was cured all right!”

E sobem os créditos...

A SEGUIR,FINALMENTE,O QUE TODOS ESTAMOS ESPERANDO...A AVALIAÇÃO DO PABLO VILLAÇA PARA AS MONOGRAFIAS.

PEDIMOS PARA ELE ESCOLHER APENAS 1 DOS 2,QUE LEVARIA O CORRESPONDENTE AOS 15% DA NOTA FINAL DA PROVA 7.O ESCOLHIDO POR ELE,TERÁ EM SUA SOMA OS 15% ADCIONADOS.

E AGORA? QUEM SERÁ O CINÉFILO AFINAL DE CONTAS?

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FORASTEIRO

A Pílula Vermelha

 

Sinopse: A história de um jovem comum que se (des)encontra entre vários cinéfilos, julgando-se um estranho naquele lugar, quando surpreendentemente redescobre o cinema através de um processo de paciência e compreensão. Estrelado por uma descoberta, dirigida por Taxi Driver. 

 

Ato I

 

Quando fui convidado pelo Enxak pra esse jogo, a ausência de ambição não deixou que eu me imaginasse aqui escrevendo este texto. Isto porque, além de me considerar um desafio inatingível quanto à proposta do jogo, tinha certeza de que a frieza que o cinema representava, e a displicência com a qual eu o tratava, não me deixariam progredir em NENHUM dos sentidos. Graças a Deus, sou um visionário miserável!

 

Minha relação com a sétima arte era bem simples: ela não se metia comigo, e eu não me metia com ela. Na verdade, a palavra “arte”, que aparecia inerente ao cinema, me vinha como uma incógnita, um maldito enigma de esfinge, quase um terceiro segredo de Fátima. Não que eu não o considerasse uma, mas não entendia seu significado. Sempre avaliei que a arte precisa passar por um filtro de paixão para que seja compreendida em um todo (mais ou menos como sinal de TV a cabo). Já disse uma vez que os frios e óbvios aspectos técnicos que separam o bom do ruim jamais compuseram nenhuma visão artística. Ou seja, poderia assistir Laranja Mecânica e perceber sua importância, mas não tinha capacidade alguma para compreender seu funcionamento. Não tinha sensibilidade suficiente para que o fascínio intrínseco à obra de Kubrick me atingisse. Tudo que captava era apenas o necessário para um julgamento que, fatalmente, se revelaria superficial, cumprindo ainda as exigências dos estereótipos nos alicerces do medo da incompreensão daqueles que eu considerava, e que eram, os verdadeiros cinéfilos. A situação que me rodeava era cristalina: eu era um estranho, sem amor pelo cinema, sendo que este representava um mero passa-tempo realizado esporadicamente. Muitas vezes, a pipoca e a Coca-Cola recebiam bem mais atenção que os filmes que eu assistia.

 

Plot-Point I

 

Dá pra dizer que eu ainda estava preso. Acorrentado pelos clichês (construtores de um preconceito) com os quais fui (mal) acostumado, considerando-os, em nível inconsciente, imprescindíveis para a obtenção de um bom nível de diversão e entretenimento (o máximo que eu exigia do cinema) quando Taxi Driver, de Martin Scorsese, apareceu para me libertar. Primeiro a rejeição, depois a reflexão, a compreensão e, finalmente, a redenção. 

 

Ato II

 

Comecei a escrever sobre o filme sem saber direito o que estava acontecendo. Foi um processo, realmente. Quando cheguei à parte em que deveria analisar o personagem, Travis Bickle, foi que percebi que se tratava de algo maravilhoso. Que eu o entendera por completo, e o melhor, estava adorando aquilo tudo. Não apenas percebi seus méritos evidentes, mas compreendi a genialidade do filme, fazendo com que conseguisse GOSTAR dele, finalmente o reconhecendo como uma obra de arte. Depois deste dia (aconteceu na prova 3) eu passei a ver filmes fazendo uma espécie de paralelo com o que havia sentido em Taxi Driver. E puta que pariu, cheguei à conclusão de que mergulhava em um mar de merda acreditando estar me banhando com as ninfas. Afinal, alforria! Taxi Driver fora o início de uma revolução conceitual. O instrumento da liberdade, o marco de uma ascensão de discernimento, o efeito impactante de uma queda do Empire State! Talvez a única forma de fazer com que não pareça exagero seja a seguinte:

 

Costumo fazer analogia ao Mito da Caverna, de Platão, para avaliar e reavaliar minha antiga condição, e a transição (incompleta) na qual me encontro agora. Pode até parecer pretensão minha, mas é a única forma sincera que achei para entender (explicando pra mim mesmo) o que aconteceu. 

 

No início (ou pouco mais de um mês atrás, não importa...) eu vivia acorrentado no interior escuro de uma caverna, de frente para a parede, acreditando que as sombras nela projetadas eram a verdadeira realidade, e que não precisava de nada mais. Observava as sombras com a concepção de que ali residia a legítima beleza. Um dia, no entanto, me livrei das correntes/preconceitos (motivado pelo jogo) e resolvi sair da caverna para, afinal, ver o que havia de tão lindo lá fora. Cruzei a entrada e, a princípio, fui cegado pela luz. Não entendia o porquê de aquele novo mundo ser visto por tantos como algo bem mais bonito. Não estava enxergando nada, sendo que ao menos na caverna eu via as sombras, o que bastava pra mim. Mas então, aos poucos, fui voltando a enxergar. A dor foi gradativamente deixando meus olhos, presenteados agora por algo que eu julgara inconcebível, inimaginável a princípio. Dilacerados por uma luz olímpica, refletida naquele novo mundo, levando até mim cores impossíveis, e que eu jamais havia conhecido. Tudo era tão mais bonito que eu finalmente percebera o tempo enorme que tinha perdido. Primeiro por admirar, por ver tão disformes sombras (projeções por AUSÊNCIA de luz), como imagens de plástica indiscutível. Depois, pela falta de vontade em quebrar as correntes que eu sabia ter forças para quebrar. Fraco, vencido e treinado como um macaco para me alimentar de merda enquanto toda a mais deliciosa comida do mundo estava a minha disposição, e tão perto. Cítricas, metálicas, tecidas em veludo doce, enquanto a ignorância me “abençoava”... se é que esta frase teve, algum dia, chance de estar correta.

 

Plot-Point II

 

Enfim, o componente de paixão, necessário para compreender a arte no cinema, finalmente fora encontrado. Ou seja, não é exagero algum dizer que me apaixonei. E se o amor está envolvido, posso finalmente gritar a palavra “cinéfilo” como parte complementar da minha personalidade, agora enriquecida por (e pela compreensão integral de) obras como O Poderoso Chefão, Amadeus, Laranja Mecânica, e o óbvio (assim como tão merecidamente mencionado) Taxi Driver. 

 

Ato III

 

Eu não tinha a menor noção da violência a qual estava me submetendo quando escolhia os filmes errados na locadora. O que sentia com os American Pies, Velozes e Furiosos e 60 Segundos não passava de, digamos assim, simples “atração”, algo lascivo, irracional, dominado unicamente por um desejo condicionado. Pulp Fictions e Belezas Americanas representam o verdadeiro amor UNIDO ao desejo. A razão unida à paixão, o útil ligado ao entretenimento. Por fim, existe possibilidade de haver diversão ocupando o mesmo espaço da “seriedade”, construindo assim um misto que resulta em admiração. A diferença é que agora vejo e sinto isso. Não apenas pelo reconhecimento da importância e das qualidades técnicas do filme, mas pelo principal resultado da metamorfose: a capacidade despertada de brotar emoção num Atacama de sensibilidade e discernimento. Foi a aparição do monolito, a pílula vermelha, admirável mundo novo, a saída da caverna. “I was cured all right!”

E sobem os créditos...

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smiley3.gifsmiley19.gif Por que uns com tanto e eu com tão pouco? smiley36.gif

 

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    Antes do escolhido do Pablo, vamos ao esquema todo de notas, para que vcs entendam como foi definido o vencedor:

 

    Peso de cada etapa da prova:

 

- Etapa 1 - MOSAICO = 35%
- Etapa 2 - QUIZ = 20%
- Etapa 3 - DEBATE = 35%
- Etapa 4 - PABLO = 10%

 

 

   Cada etapa será avaliada da seguinte maneira:

 

- Etapa 1 (E1) = na prova do mosaico o esquema de pontuação p cada acerto de foto do mosaico é o seguinte:

* Nos 80 filmes "mais fáceis":

- título do filme em portugues: 0,25
- o título original do filme: 0,25
- o seu ano de lançamento: 0,25
- o nome do diretor: 0,25

 

* Nos 10 filmes mais dificeis (Enxak, vc escolherá esses 10 filmes p q a soma final chegue a 100 pontos):

- título do filme em portugues: 0,5
- o título original do filme: 0,5
- o seu ano de lançamento: 0,5
- o nome do diretor: 0,5

 

 

- Etapa 2 (E2) = Como o máximo de pontos nessa etapa era 150, fizemos a pontuação dos participantes da seguinte maneira:

- utilizamos 150 como sendo a nota 100 no caso, já q todo o padrão de notas é baseado em 100

 

- Etapa 3 (E3) = cada jurado dará uma nota de 0 a 100 p o desempenho do participante no debate, e com será feito a média das somas das notas dos jurados, q será utilizada na nota final (NF).

 

- Etapa 4 (E4) = o Pablão tb não escapará, ele escolherá a melhor monografia, e o vencedor receberá 15% da Nota Final nota final (NF), já q o Pablo é o cinéfilo mais famoso do Brasil

 

    Enfim, a fórmula da Nota final será:

 

NF = (E1 * 35) + (E2 * 20) + (E3 * 35) + (E4 * 10)

                                       100

 

    Essa Nota Final (NF) definiu o grande vencedor do jogo.

 

 

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