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Jogo Perigoso (Mike Flanagan)


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Diretor de O Espelho vai adaptar o livro Jogo Perigoso para as telonas

Postado por Silvana Perez no dia 20/05/2014

Longa será baseado em Gerald’s Game, suspense de Stephen King lançado em 1992.

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Mike-Flanagan.jpg

Adaptação é o próximo projeto de Mike Flanagan.

Mike Flanagan, diretor de O Espelho (Oculus), que estreia no Brasil no dia 12 de junho, será o responsável por levar às telonas o livro Jogo Perigoso (Gerald’s Game, no original), de Stephen King.

Com roteiro de Flanagan e Jeff Howard, Gerald’s Game será produzido pela Intrepid Pictures, responsável pelos dois filmes de terror anteriores de Flanagan, O Espelho e Somnia.

Gerald’s Game gira em torno de um jogo sexual aparentemente inofensivo entre um casal em um local remoto. O jogo se transforma em uma angustiante luta pela sobrevivência, e a esposa, Jessie, deve confrontar demônios há muito enterrados dentro de sua própria mente – possivelmente espreitando nas sombras de sua casa aparentemente vazia.

 

FONTE: BOCA DO INFERNO

 

 JOGO PERIGOSO foi um livro do King que eu curti bastante, mas é de difícil adaptação. Afinal, o livro basicamente acompanha uma única personagem algemada á uma cama. Curioso pelo resultado desse projeto (espero que saia, já que ultimamente a maioria dos projetos baseados em Stephen King não saem do papel).

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  • 1 month later...
  • 2 years later...
Netflix vai desenvolver adaptação de Jogo Perigoso, de Stephen King
Postado por  Silvana Perez  no dia 13/09/2016

Projeto do diretor Mike Flanagan estava parado desde 2014; sucesso de Hush atraiu o interesse do serviço

Mike-Flanagan.png

Projeto foi anunciado em 2014, mas estava parado desde então

O anúncio de que Mike Flanagan adaptaria para os cinemas o livro Jogo Perigoso, de Stephen King, surgiu em 2014, depois de o diretor lançar O Espelho. Mas o assunto ficou parado e nenhuma novidade apareceu nos dois anos seguintes, período em que o diretor lançou O Sono da Morte, o bem-sucedido Hush – A Morte Ouve e o ainda inédito Ouija – Origem do Mal. E finalmente surgiram novidades sobre o projeto: o filme será mais uma produção da Netflix.

Jogo Perigoso tem como protagonista uma mulher chamada Jessie, cujo marido gosta de brincadeiras sexuais. Ele a deixa algemada à cama, mas tem um infarto e morre minutos depois. Jessie fica presa por dias e acha que está ficando louca, porque parece que há outra presença no quarto com ela.

Foi o sucesso de Hush, que estreou em abril na Netflix, que atraiu o interesse do canal para este projeto de Flanagan. Sabemos que a Netflix dá bastante liberdade a seus criadores, e o diretor falou sobre isso com o site Rue Morgue:

Se você conhece o material base, você sabe que há muitos desafios inerentes àquela história. Não tanto desafios narrativos de como adaptá-la; eu levei dez anos pensando no livro constantemente para chegar à versão cinematográfica. Mas é um desafio para financeiras e distribuidoras, que dizem “nós amamos seu trabalho, nós amamos Stephen King, mas esta história? Nós não sabemos como ela funciona”, sem adaptá-la para se encaixar a uma estrutura bem mais convencional, o que eu não queria fazer.

E a Netflix, por Hush ter ido bem, disse, “Nós estamos interessados e gostaríamos de fazer do jeito que você quer fazer”. Isso eliminou a pressão de ter que fazer uma exibição-teste do filme e definir o perfil de quem vai assistir – tudo o que costuma surgir na conversa quando você está tentando descobrir como comercializar um filme para um lançamento nos cinemas. Isso saiu do jogo, então eu posso fazer o filme que eu quero fazer. Eu espero que possamos fazer este filme em breve.

 

FONTE: BOCA DO INFERNO

 

Como eu disse antes, curioso pelo resultado deste filme, pois o material base é de difícil adaptação. Mas já que está nas mãos da Netflix, é um ponto a mais.

 

 Fora que parece ser o tipo de narrativa que o Flanagan domina, vide ABSENTIA e O ESPELHO.

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  • 1 month later...





 












Jogo Perigoso | Carla Gugino vai estrelar adaptação de Stephen King para Netflix
Bruce Greenwood também está no elenco

17/10/2016 - 16:57 CAMILA SOUSA

 

De acordo com o Deadline, Carla Gugino (Wayward Pines, Roadies) e Bruce Greenwood(American Crime Story, Star Trek) serão os protagonistas de Gerald's Game, adaptação aos cinemas do livro Jogo Perigoso, de Stephen King.

Mike Flanagan (O Sono da Morte, Ouija) vai dirigir, com roteiro de Jeff Howard (também de O Sono da Morte, Ouija), com distribuição global da Netflix.


Na trama, Gerald e Jessie Burlingame vão para sua casa de verão em um dia quente de outubro, para aproveitar um momento romântico que envolve jogos adultos. Depois de ser algemada na cama, Jessie participa dos jogos do marido, até que a situação tem uma mudança trágica. Ela é deixada amarrada e sozinha com suas memórias dolorosas de infância, um cachorro de rua faminto, as vozes em sua mente, e, possivelmente, alguém que a observa do canto escuro do quarto.


Ainda não há data de lançamento prevista.






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  • 3 months later...

Stephen King já assistiu à adaptação de Jogo Perigoso – e gostou

Postado por  Silvana Perez  no dia 14/02/2017

Adaptação do livro Jogo Perigoso foi dirigida por Mike Flanagan e será lançada na Netflix

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Geralds-Game.jpg

Stephen King costuma comentar sobre os filmes de que gostou em seu Twitter, o que, inevitavelmente, atrai a atenção das pessoas para produções muitas vezes pequenas.

Desta vez, o Mestre do Terror usou a rede social para contar aos fãs que assistiu a uma versão inicial de Gerald’s Game, a adaptação de seu livro, Jogo Perigoso, que Mike Flanagan (O Sono da MorteOuija: Origem do Mal) para a Netflix, e gostou!

Saw a rough cut of Mike Flanagan's GERALD'S GAME yesterday. Horrifying, hypnotic, terrific. It's gonna freak you out.

 
 

 

“Vi um corte preliminar de Gerald’s Game, de Mike Flanagan, ontem. Arrepiante, hipnótico, excelente. Vai enlouquecê-los”, escreveu King.

 

Gerald’s Game tem como protagonista uma mulher chamada Jessie, cujo marido gosta de brincadeiras sexuais. Ele a deixa algemada à cama, mas tem um infarto e morre minutos depois, deixando-a impossibilitada de se libertar. Conforme o tempo passa e Jessie percebe que não há esperança de resgate, ela começa a deslizar para a insanidade, as vozes em sua cabeça se manifestando em visões.

 

O roteiro de Gerald’s Game foi escrito por Flanagan e Jeff Howard. O filme traz no elenco Carla Gugino, Henry Thomas, Bruce Greenwood e Kate Siegel.

 

 

FONTE: BOCA DO INFERNO

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  • 4 months later...

Em meio à conversa sobre IT e A Torre Negra, a adaptação de Mike Flanagan do subjacente Jogo Perigoso pareceu passar desapercebido dos fãs, mas as coisas estão caminhando bem, e a previsão é de que o filme estreie pela Netflix no final deste ano. Afinal, como é que alguém esquecerá a história de uma mulher que é deixada algemada na cama depois que o marido morre durante um dos seus jogos sexuais? Jogo Perigoso pode não ser o livro mais fácil de se adaptar, mas o trabalho de Flanagan em Hush e Ouija: Origin Of Evil o impulsionou para os grandes projetos do horror, então esperamos por mais uma pérola do diretor.

 

Falando para Daily Dead, o produtor Trevor Macy revelou como o filme diferirá do livro:

 

“Bem, eu também sou um grande fã do livro, e um dos momentos mais gratificantes na minha vida profissional foi mostrar esse corte para Stephen King e ver como ele estava entusiasmado com isso. Eu acho isso um verdadeiro desafio – se você é um fã do livro então, “como você faz isso de maneira cinematográfica?” Foi a questão fundamental que tivemos ao longo do percurso da produção. As coisas em um filme não são feitas exatamente como estão descritas no livr, mas estou muito orgulhoso disso e, felizmente, Stephen King está muito orgulhoso disso, então eu acho que o público vai gostar”.

 

FONTE: ACERVO DO LEITOR

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  • 2 months later...

'Gerald’s Game', da Netflix, tem primeira imagem divulgada

Imagem do filme Gerald's Game da Netflix
 
Sim, 2017 é o ano de Stephen King. A adaptação do livro A Torre Negra já está nos cinemas, e nas telinhas seu nome está ligado a várias séries. E agora é a vez de Gerald’s Game ganhar seu filme. Produção da Netflix, a nova adaptação baseada nas histórias de King teve sua primeira imagem divulgada hoje.
 
O filme é baseado em um livro de 1992: uma mulher mata acidentalmente seu marido depois de ser algemada a uma cama, e fica impossibilitada de se libertar. Com o passar do tempo, ela percebe que o resgate pode ser uma esperança vazia, e começa a mergulhar na insanidade, com vozes em sua cabeça se manifestando através de visões.
 
Mike Flanagan, de Hush: A Morte Ouve, Ouija: A Origem do Mal, dirige o longa. Carla Gugino, Henry Thomas, Bruce Greenwood e Kate Siegel estão no elenco. 
 
FONTE: SANGUE TIPO B
 
Gerald’s Game terá sua premiere no Fanstastic Fest, em Austin, Texas.
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  • 2 weeks later...
  • 3 weeks later...

 Visto JOGO PERIGOSO

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   Na trama, Jessie Burlingame (Carla Gugino) e Gerald (Bruce Greenwood) são um casal que tentando apimentar a relação, viajam para a sua casa de campo. Durante um jogo sexual em que Jessie é algemada a cama, as coisas saem do controle, e Gerald morre devido a um infarto fulminante, deixando Jessie presa á cama. Agora, sofrendo de sede e alucinações, e sabendo que as chances de ser resgata a tempo são mínimas, Jessie precisa encontrar uma maneira de sobreviver, ao mesmo tempo em que encara um grande trauma de seu passado.

 2017 tem sido um ano bem fértil para as adaptações de Stephen King. Enquanto a TV lançou versões seriadas de O NEVOEIRO (já cancelada) e MR. MERCEDES, enquanto as salas de cinema receberam os longas metragens baseados nos romances IT (muito bem recebido) e A TORRE NEGRA (não muito bem recebido). De fato, a própria Netflix, que produz JOGO PERIGOSO ainda lançara esse ano mais um filme original baseado em Stephen King, 1922. Mas de todas estas obras, talvez JOGO PERIGOSO fosse a mais difícil de transpor para o formato fílmico. Afinal, a maior parte da narrativa acompanha uma mulher algemada a cama falando com as vozes em sua cabeça, algo que funciona muito bem na literatura, mas que não parece um material muito promissor para um longa metragem. Pois Mike Flanagan, diretor responsável por filmes como O ESPELHO e HUSH: A MORTE OUVE aceitou o desafio, transformando o romance em um ótimo suspense psicológico, que é sim dinâmico visualmente, mesmo que sua protagonista esteja algemada a cama durante a maior parte da projeção.

 O roteiro, escrito a quatro mãos, por Flanagan e Jeff Howard, parceiro habitual de Flanagan segue o romance de King relativamente de perto,  mas faz uma mudança essencial que parece servir melhor a mensagem de empoderamento feminino que King tentava passar em sua obra. No livro de King, as vozes que Jessie escuta em sua cabeça, a incentivando, ou a desestimulando pertencem a uma antiga colega de quarto da faculdade, e a uma versão submissa dela mesma, chamada "esposinha perfeita". Flanagan e Howard não só transformam as vozes figuras visuais (algo esperado tendo em vista a adaptação das mídias) como coloca essas figuras imagéticas simbolizadas na figura do próprio Gerald e de uma versão não mais fraca, mas sim mais forte de Jessie, que basicamente simulam aspectos de sua psiquê, como submissão e independência, pulsão de vida e pulsão de morte, etc. É uma escolha narrativa interessante, pois não só aumenta a importância de Gerald na trama, expondo de forma mais orgânica detalhes da relação prévia do casal, como dá ao publico uma figura antagônica mais palpável. O roteiro encontra até mesmo para entregar um fan service bastante orgânico para os fãs de King, ao estabelecer a ligação dessa história com ECLIPSE TOTAL (romance de King que já foi adaptado na década de 90, com Kathy Bates e Jennifer Jason Leigh no elenco), um fan service que não só não soa gratuito, mas colabora com a história ao ilustrar a relação de Jessie com segredos.

 Flanegan é um cineasta acostumado a lidar com as camadas dramáticas de suas narrativas, seja o jogo de ilusão/realidade de O ESPELHO, sonhos/mundo real de O SONO DA MORTE ou a perspectiva surda/não surda de HUSH. Com JOGO PERIGOSO não é diferente, e o cineasta brinca de maneira competente com a perspectiva cada vez mais delirante de Jessie, que passa a misturar realidade, imaginação e memória. Pelo fato da maior parte da narrativa se passar em um único cenário com alguns poucos personagens em cena, o filme corria um grande risco de parecer meramente uma peça de teatro filmada. Mas a Mise en Scéne e a decupagem de Flanagan é muito eficiente em dar dinamismo ao filme, eliminando qualquer sensação de "teatro filmado". Além disso, é muito interessante como o filme trabalha esses avatares representados pelo Gerald e Jessie imaginários para expor seus significados. Reparem como a Jessie imaginária surge em cena pela primeira vez, ou como o Gerald imaginário parece invadir o espaço pessoal da protagonista a medida em que o desespero dela aumenta. Flanagan também acerta na condução do suspense, como a primeira aparição de uma figura misteriosa no canto do quarto onde Jessie está presa, e também em algumas sequências de gore, que surgem macabras e incômodas, mas sem chamar atenção excessiva demais para si mesma, vide o destino do cadáver de Gerald, que passa a ser devorado aos poucos por um cachorro faminto que rondava a casa.

 A fotografia do filme, a cargo de Milchael Fimognari, outro colaborador frequente do diretor, é outro acerto do filme. Filmognari simula luz natural no quarto onde a protagonista esta presa, nos dando uma ideia relativamente precisa da passagem do tempo, elemento esse que se torna muito importante a certa altura do filme. O fotografo trabalha bem alguns dos momentos mais febris da narrativa como a cena em que conhecemos a figura misteriosa que Jessie chama de "O Homem do Luar" que pode ou não ser reais. A iluminação nessas cenas carrega um tom etéreo, mas sem ser excessivamente chamativa, dando ao publico margem para duvidar se o que vimos foi real ou não (tal como Jessie). Os flashbacks envolvendo um dia fatídico para a protagonista ocorrido durante um eclipse dão a chance para a fotografia brilhar, criando alguns quadros lindos, que contrastam com a situação perturbadora que vemos acontecer entre a Jessie pré adolescente (Chiara Aurelia) e seu pai (Henry Thomas).

 Mas é em seu cast que se encontra o maior acerto do filme de Mike Flanagan. Carla Gugino e Bruce Greenwood estão brilhantes em cena, cada um vivendo dois personagens (já que as versões reais de Jessie e Gerald são substancialmente diferentes de suas versões imaginárias). Carla Gugino, uma atriz que deveria ser mais valorizada por Hollywood. Gugino retrata com intensidade todo o desespero de Jessie, ao mesmo tempo em que vai expondo as fragilidades emocionais de sua personagem, que ela já demonstrada de forma sutil mesmo antes de acabar na situação surreal em que se encontra. Ela esta igualmente bem no papel da Jessie imaginária, que com toda a sua segurança e ironia, cria um contraste pra lá de interessante com a Jessie real, cada vez mais exaurida. Bruce Greenwood também merece elogios por sua dupla atuação. Embora não tenha muito tempo como o Gerald real, Greenwood consegue nos fazer ter uma boa ideia sobre quem era esse homem, e de suas inseguranças, que ganham um reflexo óbvio em suas fantasias de estupro. Já como o Gerald imaginário, Greenwood se torna uma presença forte em cena, atiçando as fragilidades da protagonista com prazer sádico, criando uma figura vilanesca bastante carismática. O elenco de apoio ainda conta com uma atuação delicada e tocante da jovem Chiara Aurelia, em uma das cenas mais perturbadoras de Jessie, e de Henry Thomas (sim, o Elliot de E.T) como o pedófilo pai de Jessie, construindo um personagem revoltante, não só pelo abuso que pratica contra a filha, mas também pela forma como manipula as emoções da jovem para esconder o seu crime.

 JOGO PERIGOSO escorrega apenas em seu desfecho, ao entregar um epílogo que soa corrido demais, quase como um anexo para uma história que já havia sido encerrada. Tal epílogo traz um desfecho temático necessário para a história, mas que poderia ser feito de outra maneira, até por que ele faz o que o filme havia conseguido evitar até aquele momento, ser literal excessivamente, ao trazer um Voice Over de um personagem trazendo explicações para o público. Mas esse desfecho descompassado não apaga o que Flanegan já havia conseguido até aquele momento, que é entregar um horror psicológico de responsa, com uma excelente atuação da dupla principal, e que merece figurar na lista de boas adaptações de Stephen King. Excelente trabalho de Mike Flanagan, um nome interessante para os fãs do gênero acompanharem atualmente. Filme recomendado.

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  • 9 months later...
On 9/30/2017 at 10:44 PM, Questão said:

 

Eu gostei muito Gerald's Game, acho que a atmosfera do filme é estressante e te mantém no suspense até o final. Eu não sabia que era uma história de Stephen King, ele é realmente um escritor espetacular. As histórias de Stephen King são fascinantes. It: A coisa é a minha história favorita dele acho que o novo Pennywise é muito mais escuro e mais assustador, Bill Skarsgård é o indicado para interpretar It o palhaço. Os filmes de terror são meus preferidos, evolucionaram com melhores efeitos visuais e tratam de se superar a eles mesmos. Eu gosto da atmosfera de suspense que geram. E acho que este é um dos melhores, It tem protagonistas sólidos e um roteiro diferente. O clube dos perdedores é muito divertido e acho que os atores são muito talentosos. Já quero ver a segunda parte.

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