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Celular (Adaptação de romance de Stephen King)


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Cell | Terror baseado em livro de Stephen King ganha primeira imagemSamuel L. Jackson e John Cusack estão no filme
Thiago Romariz
26 de Fevereiro de 2014
27
 
 

Cell, terror baseado no livro de Stephen King, que tem John Cusack e Samuel L. Jackson  no elenco, ganhou a sua primeira imagem - confira:

 

 

CELL+stephen+king.jpg

 

 

 

 

O livro conta a saga de um pai (Cusack) que sai em busca de seu filho após um surto psicótico - iniciado por meio de celulares - atacar a humanidade. Pessoas perdem a consciência, começam a atacar umas às outras e tudo vira um pandemônio.

Jackson viverá Tom McCourt, engenheiro e ex-soldado que escala de Boston com o personagem de Cusack, Clay Riddell. Os dois atores já estrelaram outra adaptação de Stephen King antes, o terror 1408.

Tod Williams, de Atividade Paranormal 2 e Provocação, dirigirá Cell. King escreveu o roteiro ao lado de Adam Alleca. As filmagens começam em janeiro.

No Brasil, o romance foi publicado pela Editora Objetiva com o título Celular.

 

FONTE: OMELETE

 

 O livro é bem interessante. Começa como uma história típica de zumbis, mas depois ganha contornos mais instigantes. Curioso pelo resultado.

 

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  • 1 year later...

 

Diretor Dá Detalhes Sobre Adaptação de “Celular”

Celular1-208x300.jpg“Cell”, adaptação cinematográfica baseada no romance Celular, foi gravada em janeiro de 2014, mas até hoje nunca viu a luz do dia. Dois anos depois, o filme parece que, enfim, será exibido nos cinemas (muito embora ainda não haja uma data certa). O diretor da película, Tod Williams (Atividade Paranormal 2), falou, em entrevista ao portalGamesradar, sobre o que os fãs de King e do livro podem esperar.

“O filme tem um ponto de partida realmente claro, que é: este não é um filme sobre zumbis. Acabamos surpresos com o quão difícil foi ter que trabalhar para fazer com o que este não fosse um filme sobre zumbis, até porque Stephen King dedicou o livro a [George A.] Romero”, contou o diretor, que também falou sobre a trama.

“A história acontece em um belo dia. Todos que estão usando um celular captam um sinal que essencialmente apaga o cérebro e os fazem voltar a um tipo de estado animal e violento. Daí há uma série de revelações sobre no que eles realmente estão se tornando. Não é algo contagioso, mas há maneiras d’O Pulso’ encontrar suas vítimas. Então, a coisa cresce, mas, essencialmente, o filme fala sobre o momento quando a maioria das pessoas é convertida ou não. As pessoas que não são convertidas, são quase imediatamente mortas. Há poucos sobreviventes restantes”.

Willians prosseguiu comparando os fonáticos a uma colmeia de insetos. “Há um biólogo maravilhoso em Harvard chamado Edward O. Wilson, que escreve sobre ‘animais eussociais’. Há os animais sociais, que incluem os sociais e eussociais, como humanos, formigas, abelhas e vespas, que dominaram nosso planeta de modo impressionante. Os seres humanos são os mais sociáveis, mas os eusssociais, que são as formigas e abelhas, são, essencialmente, um único organismo. Então, uma colmeia de abelhas não é realmente um grupo de indivíduos, mas um organismo, e um muito bem-sucedido. Há uma filantropia nisso que é admirável. Pensamos um poucos nas teorias de Wilson sobre animais eussociais quando tratamos destas criaturas (os fonáticos)”, explicou o diretor.

Tod Willians também contou como foi difícil evitar comparações e influências da série “The Walking Dead” enquanto gravava o filme.

“Estávamos procurando coisas para colocar em nossa cidade apocalíptica, na qual não ficamos por muito tempo, e minha equipe achou este ônibus queimado, e eles disseram ‘Este ônibus queimado é incrível. Podemos trazê-lo aqui. Vai ficar ótimo’. Só que acontece que aquele ônibus havia sido usado no piloto de ‘The Walking Dead’, e eu fiquei, ‘Qual é, cara’. O desafio de filmar em Atlanta era evitar ‘The Walking Dead’. E ainda assim, conseguimos o apoio de várias pessoas com experiência que trabalharam em ‘The Walking Dead’, tanto para aprender o que eles sabiam quanto para evitar de repetir o que eles haviam feito. Uma das coisas que tivemos que descobrir rapidamente foi o modo como as criaturas se mexeriam. É muito fácil dizer para um extra ‘andar desengonçado’, mas instantaneamente eles parecem que saíram de ‘The Walking Dead’. Fomos a Chicago e trouxemos um grupo de balé e de improvisadores; passamos três ou quatro dias inventando movimentos que refletissem mais um comportamento de uma manada do que de um grupo de zumbis”.

Estrelando “Cell” estão John Cusack e Samuel L. Jackson, reeditando sua parceria de “1408”. Tod Willians, por sua vez, afirmou que um dos fatores que o fez querer dirigir o filme, depois de uma experiência recente com o terror (o segundo capítulo da franquia Atividade Paranormal), foi exatamente os dois atores.

“O projeto chegou a mim quando John Cusack já estava a bordo. John é um grande fã dos filmes de Romero e muito sabido quando o assunto se trata de zumbis. Ele é uma pessoa inacreditavelmente bondosa, e Sam é um profissional e um cavalheiro. Trabalhar com eles é como pilotar uma BMW 7 Series. É fácil de dirigir porque você tem o melhor ao seu dispor”, comparou.

Por fim, Tod Willians falou sobre as regras dos filmes de zumbis e de como elas não são exatamente mantidas em “Cell”. “Há violência no filme, mas eu não diria que é excessivamente violento. Acho que a experiência é muito tensa. Eu diria que há um clima de suspense ao longo de todo o filme; você está vivendo em mundo que se tornou desconhecido. É diferente dos zumbis que viemos a conhecer, onde se entende as regras, que são: se eles te mordem, você se transforma num zumbi, se atirar na cabeça deles, eles morrem. Isso é muito consistente. Stephen King não está interessado em um grupo estático de regras, e sim na contínua evolução de alguma versão futura da humanidade. Há muito mistério no que está acontecendo e King se faz confortável com o mistério que permanece. Eu acho que é isso que me atrai à ideia. Não é algo resolvido, diferente da maioria dos filmes de terror. Há um desejo de criar regras para as coisas, e quando se há regras, você começa a se afastar do subconsciente, do mistério e do desconhecido, e isso é o coração do terror”, finalizou.

 

FONTE: KING OF MAINE

 

Já não levo fé nesse filme. Quando passa tanto tempo na gaveta do estúdio, é pra desconfiar bastante.

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  • 1 month later...
  • 5 months later...

Visto CELULAR


 


  Celular.jpg


 


 


   Na trama, o mundo entra em colapso, quando um sinal enviado pelos celulares transforma todos aqueles que os escutam em criaturas irracionais e violentas. Clay Rydell (John Cusack) um daqueles que não escutou o "pulso" resolve atravessar os Estados Unidos em busca do filho, na esperança de que ele tenha sobrevivido e não se transformado em uma das criaturas. Em sua jornada, ele vai contar com a companhia de Tom (Samuel L. Jackson) um ex funcionário do metrô, e Alice (Isabelle Fuhrman), uma adolescente que ficou orfã após o sinal tomar os celulares do mundo.


 


  Os romances de Stephen King já geraram clássicos, bons filmes, e filmes que eu preferia não ter assistido. Infelizmente, CELULAR se classifica na ultima categoria. Assim como o romance de King, o filme parte do cenário mais do que conhecido do típico apocalipse zumbi. Mas enquanto o livro usa este cenário somente como ponto de partida pra desenvolver uma trama muito mais complexa, a adaptação se contenta em ser somente isso, um filme de zumbi, e não um particularmente bom. E neste caso, podemos culpar o próprio King, já que ele é um dos responsáveis pelo roteiro.


 


  A direção de Tod Williams também não se destaca em particularmente nada, não aproveitando o potencial que a onda inicial de violência gerada pelo "pulso" poderia gerar pra criar algum impacto gráfico. John Cusack e Samuel L. Jackson, que são dois bons atores, atuam aqui totalmente no piloto automático, como se não vissem a hora de pegar o seu cheque e largar fora. Em resumo, não recomendo esse aqui. Leiam o livro, que é mais negócio.


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