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Jessica Jones (a série)

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1 hour ago, Jailcante said:

Vish! Tava planejando começar a ver Jessiquinha hoje, mas com esse comentário, devo ficar no Justiceiro mesmo. hehehe Jessica vejo depois.

Punisher, veja os dois primeiros, pule para os dois últimos. ?

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Visto aqui a 2ª temp.

Spoilers:

Realmente, nessa temp. falta um "senhor vilão", já que a primeira temporada tinha um dos melhores da Marvel. Aqui, você olha pra um lado e olha pro outro e não tem absolutamente ninguém. Os que aparecem aqui, nem considero vilões em si (são só personagens perturbados que atrapalham). Aí, sobrou explorar o drama dos personagens que é tudo meio mais-ou-menos (o da advogada foi legalzinho, o do assistente da Jessica, foi médio e assim vai).

A temporada serve mais como uma "Jessica Begins", já que o acontece aqui é pra jogá-la pro heroísmo (já que ela fica se negando a executar tais atos). Se não curte história de origem de super-heróis, não vai curtir mesmo essa temp. 

** Não fiquei chateado com muita coisa na temp, mas só não suportei a Trish Walker. Drama chato, horrível, a mulher só aparece pra encher o saco e faz TUDO errado. No fim, a gente vê o que tudo o que ela faz na temporada toda é por um motivo altamente bocó. E chave de ouro, no final ela faz algo totalmente sem noção com a Jessica que nem sei como seria possível perdoá-la. Torço pra  3ª Temp. a Trish virar uma vilã e assim Jessica dá cabo logo da irmã mala (o nome de vilã dela deveria ser esse mesmo "Irmã Mala").

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20 hours ago, Jailcante said:

Visto aqui a 2ª temp.

Spoilers:

Realmente, nessa temp. falta um "senhor vilão", já que a primeira temporada tinha um dos melhores da Marvel. Aqui, você olha pra um lado e olha pro outro e não tem absolutamente ninguém. Os que aparecem aqui, nem considero vilões em si (são só personagens perturbados que atrapalham).

 

 Foi bem o que eu apontei na minha resenha da temporada, JAIL. Essa segunda temporada não teve um vilão propriamente dito, já que nem o cientista e nem a mãe da Jessica eram vilanescos de fato, só eram mal orientados. Eu achei uma opção interessante e até corajosa fazer uma temporada sem um "senhor vilão" ali (até por que acho que ficaram com medo de botar um char ali, e ele ficar meio na sombra do Killgrave, por ser seu "sucessor" e tal) embora no fim das contas, a falta de um vilão definido fez falta. Acho que na terceira temporada já existe a necessidade sim de ter um grande vilão, ainda mais agora que a Jessica assumiu definitivamente o lado heroína dela.

 

20 hours ago, Jailcante said:

A temporada serve mais como uma "Jessica Begins", já que o acontece aqui é pra jogá-la pro heroísmo (já que ela fica se negando a executar tais atos). Se não curte história de origem de super-heróis, não vai curtir mesmo essa temp. 

 Mesma impressão. Eu acho que a jornada dela em OS DEFENSORES cumpria mais ou menos a mesma função, mas essa temporada aqui praticamente ignora que OS DEFENSORES aconteceu, não fazendo uma menção sequer do que o que aconteceu lá, com a showrunner decidindo fazer a sua própria história de como a Jessica abraça o heroísmo. Se não fossem detalhes mínimos como a vidraça nova do escritório da Jess, e os buracos de bala tapados, eu ia achar que o crossover nem aconteceu. Das quatro temporadas "pós Defensores" é a unica que não faz uma menção sequer a o que rolou lá.

 Mas em troca, foi a primeira série da Netflix que reconheceu a existência do tratado de Sokovia. Reparou o monte de referências feitas ao GUERRA CIVIL, JAILCANTE? Até o boneco do Caps que o enteado da Jessica tem tá sem o escudo. Hehehehe. Fora que fica subentendido que a Jessica assinou o acordo, e a mãe dela quase vai parar na Balsa, que foi onde os Vingadores do Capitão foram presos em GUERRA CIVIL.

 

21 hours ago, Jailcante said:

** Não fiquei chateado com muita coisa na temp, mas só não suportei a Trish Walker. Drama chato, horrível, a mulher só aparece pra encher o saco e faz TUDO errado. No fim, a gente vê o que tudo o que ela faz na temporada toda é por um motivo altamente bocó. E chave de ouro, no final ela faz algo totalmente sem noção com a Jessica que nem sei como seria possível perdoá-la. Torço pra  3ª Temp. a Trish virar uma vilã e assim Jessica dá cabo logo da irmã mala (o nome de vilã dela deveria ser esse mesmo "Irmã Mala").

 Nem fala. Que personagem mais mala mesmo, e olha que eu gostava dela na primeira temporada. Tudo o que ela faz aqui é por uns motivos bem debeis e movidos a pura inveja e desejo por glória. Ao longo da temporada, ela ferra a Jessica mais de uma vez, fora a merda que ela faz no final. Dá a entender que ela vai virar heroína, mas pra mim parece mais história de origem de vilã. 

 

PS: Faltou temporada final de LUKE CAGE e JUSTICEIRO pra encerrar as séries da Marvel/Netflix, JAILCANTE?

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A terceira temporada de Jessica Jonesfinalmente ganhou uma previsão de estreia.

 

Em uma reunião com acionistas, um representante da Disney anunciou que a nova temporada será lançada durante o verão norte-americano de 2019, entre os meses de abril e junho.

Junho parece o mês mais provável, tendo em vista que a produção da terceira temporada de Jessica Jones também começou em junho de 2018.

 

FONTE: OBSERVATÓRIO DO CINEMA

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On 2/6/2019 at 11:15 AM, Questão said:

A terceira temporada de Jessica Jonesfinalmente ganhou uma previsão de estreia.

 

Em uma reunião com acionistas, um representante da Disney anunciou que a nova temporada será lançada durante o verão norte-americano de 2019, entre os meses de abril e junho.

Junho parece o mês mais provável, tendo em vista que a produção da terceira temporada de Jessica Jones também começou em junho de 2018.

 

FONTE: OBSERVATÓRIO DO CINEMA

Netflix deveria aproveitar que já cancelou e lançar o troço logo.

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26 minutes ago, Jailcante said:

Netflix deveria aproveitar que já cancelou e lançar o troço logo.

 

 Mas pelo que entendi, não cancelaram JESSICA JONES oficialmente ainda (mesmo que todo mundo saiba que é exatamente isso que vão fazer).

 

Edit.

 

Agora que vi a notícia que cancelaram Jessica também. Eu sei que a Showrunner ja ia sair de qualquer forma pra trabalhar na Warner antes mesmo dos cancelamentos começarem, então não deve ficar nenhum tipo de gancho como aconteceu com DEMOLIDOR, PUNHO DE FERRO, e LUKE CAGE. Me pergunto então, como foi a própria Showrunner que criou a série, se ela fez essa temporada com mais cara de "capítulo final" mesmo.

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P.S.: Notaram que alguém da Marvel falou recentemente que os cancelamentos vieram por parte do Netflix, não da Marvel, aí 10 segundos depois a NetFlix anuncia o cancelamento das duas séries restantes, inclusive da Jessica que nem teve última temporada exibida ainda?

Só dizendo... Briga feia aí.:ph34r:

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 Poster da 3ª e última temporada

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   Não sei por que, mas acho que essa vai ser a unica "temporada final" das séries Marvel/Netflix que foi filmada como um final mesmo. Não que a Jessica vá morrer ou coisa parecida (duvido disso, se não teria sido anunciado como temporada final antes), mas a showrunner e criadora da série já ia sair antes da onda de cancelamentos, então creio que ela deva ter dado algum senso de conclusão para a história.

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11 hours ago, Big One said:

Pelo menos eles ficaram sabendo que seria a última antes de lançar..então tiveram tempo de encerrar e até colocar final season no trailer...rsrsr

E pelo jeito foi a ultima que filmaram como sendo um final de fato, diferente do que ocorreu com as outras quatro séries.

 

Criadora de Jessica Jones agradece aos fãs pela temporada final

POR
 LUCAS NASCIMENTO
 -
 29/05/2019
 

A terceira e última temporada de Jessica Jones chegará no próximo mês na Netflix, encerrando oficialmente a era da Marvel no serviço de streaming.

 

Em entrevista para o ComicBook, a showrunner Melissa Rosenberg só teve aos fãs para agradecer, chamando toda a série de “um filme de 39 horas”.
 

“Deus os abençoe, em primeiro lugar. Eu realmente encorajei as pessoas a verem isso como um filme de 39 horas. É tudo uma coisa só. Fomos capazes de encontrar um desfecho para cada personagem e trazer a história para um fim satisfatório. Estamos bem orgulhosos e saímos com a sensação de ter contado uma história completa, e espero que todos pensem assim”, diz Rosenberg.

 

FONTE: OBSERVATÓRIO DO CINEMA

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Tem spoilers:

JESSICA JONES – TERCEIRA TEMPORADA DA SÉRIE PODE TER FEITO REFERÊNCIA A CAPITÃ MARVEL!

 1d -  635 – Inspirando outras heroínas!

POR RAPHAEL MARTINS → A terceira e última temporada de Jessica Jones, que encerra de vez a parceria Marvel/Netflix, já está disponível na plataforma de streaming para quem quiser assistir. E ela traz algumas surpresas legais para os fãs.

Como vimos na segunda temporada, Trish Walker (Rachael Taylor) passou por experiências perigosas na esperança de ganhar poderes, para que possa se tornar uma heroína, o que acabou funcionando. No início da terceira temporada, ela já é uma vigilante que atua nas ruas da cidade.

No segundo episódio da nova temporada, vemos um pouco do treinamento da personagem para se tornar uma verdadeira heroína, e há inclusive uma cena onde ela experimenta vários trajes que lembram os diferentes visuais que a heroína Felina teve nas HQs. Mas não para por aí.

Nesta mesma cena, Trish põe uma roupa bastante semelhante a da Capitã Marvel, com o mesmo esquema de cores e tudo. A personagem coloca inclusive uma peruca loira, completando a referência visual.

Nos quadrinhos Carol Danvers é a melhor amiga de Patsy Walker, e isso parece ter sido lembrado pelos produtores na terceira temporada. Se foi intencional ou não, não sabemos, mas a referência parece ser bem clara.

legiao_o7tpqw8NDzxOVyCgsEiXMIvrcA4SRbHhP

https://legiaodosherois.uol.com.br/2019/jessica-jones-terceira-temporada-da-serie-pode-ter-feito-referencia-a-capita-marvel.html

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Visto os 3 primeiros episódios. Gostando até aqui. Não aguentei ver toda a segunda temporada, espero que não tenha uma barriga muito grande daqui até o fim da temporada, senão fica dificil continuar assistindo.

Jéssica alcoólatra e sem o baço, agora me identifico ainda mais com ela - perdi o baço em um acidente de carro quando tinha 5 anos XD.

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 Visto a temporada final de JESSICA JONES

  Ao lado de DEMOLIDOR, JESSICA JONES foi um dos maiores sucessos da parceria Marvel/Netflix. A série em sua primeira temporada, trouxe uma protagonista carismática e extremamente humana justamente por suas falhas e vícios, vivida com paixão por Kristen Ritter, trabalhou com competência questões delicadas como o vício em drogas e o abuso sexual, além de trazer um dos mais vilões mais carismáticos (e odiosos) do MCU na figura do Killgrave de David Tennant. Após uma segunda temporada divisiva que teve uma recepção morna (especialmente pela falta de um vilão de peso) a detetive particular beberrona e heroína (já não tão) relutante volta para a sua terceira e ultima temporada, que tem a responsabilidade de não apenas encerrar a própria série, mas apagar a luz da parceria Marvel/Netflix. Após assistir a temporada, posso dizer que a série encerra o seu ciclo com dignidade, entregando uma temporada sólida que fecha bem a história sem deixar pontas soltas.

 A trama, situada um ano após os eventos da temporada anterior, mostra Jessica fazendo o que sempre faz, bebendo, fazendo sexo casual, e investigando, com a diferença que agora a detetive abriu um programa de casos especiais, onde ajuda aqueles que não podem pagar a solucionar uma causa que ela considere justa (embora mesmo ai, existam áreas cinzentas, como a investigadora descobre nos primeiros minutos da nova temporada). Ao mesmo tempo, Trish Walker, passou os últimos meses aprimorando os poderes que ganhou na temporada anterior, e agora está agindo como uma vigilante mascarada nas ruas da cidade. Tendo se afastado uma da outra desde que Trish matou a mãe de Jessica no fim da temporada anterior, as duas são obrigadas a porem as suas diferenças de lado quando seus caminho cruzam com o de Gregory Sallinger, um serial killer altamente inteligente, que torna-se obcecado em provar ao mundo que Jones não é uma heroína, e sim uma fraude.

  Esta temporada final revela-se infinitamente melhor que a anterior (que eu gosto), embora não consiga superar a brilhante temporada de estréia. Os conflitos dos personagens principais surgem aqui de forma muito mais coesa do que na temporada anterior já que todos giram em torno de temas muito comuns; os conceitos que cada um de nós tem de bem e mal, e como esses mesmos conceitos se conectam e se confundem com a questão do bem comum contra a questão do nosso próprio bem estar, com atitudes que podem parecer altruístas sendo de fato egoístas. Percebemos isso nas jornadas dramáticas de Malcolm, que agora trabalhando para Jeri Hogarth se questiona o quando está disposto a agredir o seu próprio código moral pra se dar bem; da própria Jeri, que estando moribunda tenta fixar o próprio legado e reconquistar a sua grande paixão, e claro, no arco de Trish, cujo desejo de ser uma heroína e ajudar as pessoas, mascara um desejo desesperado por atenção. A série deixa essa metáfora tão clara ao ponto de inserir um personagem que consegue praticamente medir a maldade daqueles a sua volta.

   Curiosamente, após duas temporadas totalmente focadas em fortalecer e desenvolver o caráter de sua protagonista como uma heroína, Jessica surge muito segura e consciente dos seus próprios limites morais, o que se torna irônico em uma temporada em que a maior parte dos personagens tem justamente esse aspecto de suas personalidades em crise.  Enquanto ela é confrontada com sua própria fragilidade física no começo da temporada após ser gravemente ferida (mas é algo que nao dura muito), o  lado detetive de Jones ganha mais destaque em seu duelo com Sallinger. O vilão (conhecido como Foolkiller nos quadrinhos) escapa de ser um serial killer genérico pelo ótimo trabalho de Jeremy Bobb, que realmente dá uma aura ameaçadora ao seu psicopata. Entretanto, o roteiro parece dar ao vilão mais crédito do que ele tem de fato. Jones e outros apontam Sallinger como um gênio do crime, mas ele toma atitudes completamente imbecis ao longo da história. Embora o tal "gênio" do vilão surja em vários momentos, vide a forma que ele manipula as leis e a opinião pública contra a detetive, na maior parte do tempo, Sallinger não é tão inteligente quanto ele (e outros personagens) acham que ele é. Ele ainda é muito inteligente, mas da forma que é vendido, esperava bem mais.

 A verdadeira figura dramática desta terceira temporada, entretanto, acaba sendo Trish Walker, que nos quadrinhos é a heroína Felina (como de hábito, ela nunca é chamada assim, e o nome é só aludido). Sim, Trish era uma personagem carismática na primeira temporada, que se tornou um porre na segunda temporada, e a terceira temporada não vai fazer ninguém gostar mais dela. Mas o fato da personagem não ser agradável não torna a sua jornada menos interessante. Em uma temporada em que as questões de bem e mal, certo e errado, são constantemente tensionadas, a discussão sobre o que faz um herói (ou heroína) tinha que estar presente. E a jornada de Trish como uma vigilante mostra que não basta ter poderes ou boas intenções para ser um herói, e é no contraste que é feito entre Jessica e Trish, e a forma como cada uma lida com o que lhes acontece é onde esta temporada final brilha, em uma jornada satisfatória, ainda que dolorosa para a relação entre as duas irmãs.

 Com pequenos acenos para a temporada de estréia (que ainda é a melhor), a terceira temporada de JESSICA JONES se encerra fechando os arcos de seus principais personagens de forma coerente que tiveram ao longo dos três anos da série. Com seus altos e baixos, JESSICA JONES vai deixar saudade por seu clima Noir, e por ser um drama de super heróis fora do convencional, com personagens falhos, e por isso mesmo interessantes. Também não posso terminar sem enaltecer o trabalho de Kristen Ritter como Jones, que a exemplo de Downey JR como o Homem de Ferro, não apenas fez uma leitura fiel da personagem dos quadrinhos, mas também tornou a personagem sua. Se este foi o ultimo caso de Jessica Jones, foi um bom final. Mas espero honestamente, que em algum momento do futuro voltemos a ver a detetive de Kristen Ritter novamente, com a sua jaqueta preta, e é claro, um copo de Whisky na mão.

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