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O Amor Não Tira Férias


Bart Scary
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Conferi o trailer e realmente o elenco parece ser o grande atrativo do longa ... pela Winslet, principalmente ... mas espero conferir se a química dos "nórdicos" Diaz e Law funciona e qual foi o tratamento que a Meyers fez para deixar Jack Black mais "clean" ... creio que será um programa obrigatório para curtir com a 1ª dama ...03

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Cartaz do filme...

 

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Comunzinho...

 

Alguma semelhança???

 

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Os mesmo princípios no cartaz... os mesmos princípios de "clima" do filme... não deverá ser obra prima, mais deverá valer a pena.

 

ps: acho que ainda n me recuperei da Cameron Díaz.. ela podia sumir um pouco ... ou mudar completamente o foco das suas atuações... devia.. sei lá.. começar a fazer filme de época!

 

ps 2: jude law como ator é um homem muito bonito... mas ele eh tão charmoso que a gente até perdoa. rsrs

 

ps 3: é muito bom ver Winslet de novo.. e agora numa comédia romântica ... algo raro na sua carreira.

 

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A narcisista e a desencanada <?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><?:NAMESPACE PREFIX = O />

Ao lado de Cameron Diaz, pode parecer que Kate Winslet é o patinho feio. Ela é o cisne.

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Cameron e Kate em O Amor Não Tira Férias: uma se produz, a outra aproveita o café com chantilly<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

Quando uma estrela começa a usar outras atrizes como "escada", é sinal de que algo não vai bem. Pior, então, se isso começa a virar hábito, como no caso de Cameron Diaz. No drama Em Seu Lugar, ela se valia da solidez da australiana Toni Collette para amparar suas gracinhas como uma moça linda e adoravelmente neurótica (para quem acha que isso existe). Na comédia romântica O Amor Não Tira Férias (The Holiday, Estados Unidos, 2006), que estréia nesta sexta-feira no país, ela tenta repetir a jogada para cima da inglesa Kate Winslet. Tenta, apenas. Primeiro, porque Kate não é mulher de posar de "second banana" – como descreve o jargão da indústria – para ninguém. Segundo, porque, se o cinema tem hoje um exemplo a oferecer às mulheres sobre como conduzir sua carreira, esse exemplo está longe de ser Cameron. Ele é, indiscutivelmente, Kate, que roda os filmes que quer, com quem quer (nos dois casos, ela faz boas escolhas), e fica cada vez melhor. Tudo isso – atenção – vestindo um manequim de mulher provável, e não de mulher impossível.

O número do manequim é item indispensável quando o assunto é Kate, porque poucas jovens atrizes foram tão vilipendiadas, em tablóides e não só neles, por causa de suas medidas ocasionalmente generosas – como se fossem muito mais do que isso, aliás. Depois de Titanic, em especial, falar que Kate estava gorda virou lugar-comum. Não é fácil resistir a uma pressão tão intensa e constante quando se tem apenas 21 anos, mas Kate não cortou os carboidratos da dieta. Passada quase uma década, verifica-se seu bom senso. Perder alguns centímetros talvez tivesse multiplicado as ofertas de papéis naquela ocasião; mas eles não seriam os papéis consideravelmente mais interessantes que ela interpretou para diretores exigentes quanto a talento e indiferentes quanto a circunferências – como em O Expresso de Marrakesh, Iris, Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças, Em Busca da Terra do Nunca e no excelente Pecados Íntimos, ainda inédito no Brasil.

Em defesa de Cameron, é preciso dizer que expor-se à comparação com uma das atrizes mais sensacionais e preparadas de sua geração deve ter exigido coragem. A qual, aliás, não é honrada pela diretora Nancy Meyers. Em O Amor Não Tira Férias, tanto Iris (Kate), jornalista londrina, quanto Amanda (Cameron), montadora de trailers de cinema, estão curtindo a ressaca de relacionamentos rompidos. Embora não se conheçam, elas combinam pela internet trocar de casa por duas semanas. Iris vai para o sol de Los Angeles, aproveitar a mansão com piscina de Amanda. E Amanda ruma para o inverno inglês e a pitoresca, mas exígua, casa de Iris. Claro que não se passa um dia até que um novo pretendente bata à porta de ambas. Cameron sorteia Jude Law, enquanto Kate ganha Jack Black. Essa demonstração explícita de darwinismo amoroso poderia até passar despercebida, não fosse a falta de apoio da diretora à interpretação de Cameron – que, deixada à própria sorte, soa irremediavelmente narcisista e vazia, enquanto Kate só faz ficar mais encantadora. É um cisne que, por cegueira, andaram chamando de patinho feio.

 
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O AMOR NÃO TIRA FÉRIAS ( 5/10 ) - o roteiro parece ter sido escrito momentos antes de cada cena ser gravada tamanha as incoerências e furos que se apresentam ao longo do filme, mas se Nancy Meyers tenta estragar o caldo toda vez que vem como uma das "suas"  ( lembrem-se que ela é responsável pelo terrível "Alguém Tem Que Ceder" ), o elenco segura as pontas e se há algum crédito a ser dados são aos 4. Kate Winslet em um papel mais descontraído não perde a elegância mesmo quando é colocada em situações patéticas ( deve ser o personagem que mais dá pulinhos, saltinhos e gritinhos ); Cameron Diaz começa de maneira "atropelada", mas aos poucos vai se assentando e ainda assim continua sendo um tipo simpático ( o roteiro tenta de todas as formas torná-la ruim para os olhos do público - o momento com as meninas ganha o público, mas o roteiro faz questão de ignorá-lo e emprobrece a personagem ); Jude Law usa o máximo da canastrice, mas consegue extrair um lado sensível de um personagem que surge de um sujeito e quando menos se espera surge de outra forma, e de outra, e de outra ...; Jack Black está apenas ok, consegue ser engraçado como na cena em que se passa na locadora, sofisticado na cena do jantar com os velhinhos, mas tb exibe alguns dotes ruins, como na cena em que ele descobre a traição da namorada ( aquela cena dele abaixando a cabeça é de diretora amadora ). Mas, ainda assim e por causa deles, vale o programa. Não aborrece, porém logo se esquece ...
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Bem, eu vi ontem e detestei. Vai ser ruim assim na China!

 

Uma pena ver a talentosa Kate Winslet metida numa furada desta. Ver ela dando os chiliques, à la Cameron Diaz, Drew Berrymore e Sandra Bullock, foi extremamente constrangedor. Mas mesmo assim ela é a melhor coisa do filme.

 

Há! Gostei de rever o meu querido Eli Wallach! e as boas tiradas com Ennio Morricone. Além de Dustin Hoffman como ele mesmo!06
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  • 2 weeks later...

É assistível. 6 de 10. Seria infinitamente melhor se o filme fosse só a história da Winslet. E é só eu que acho que o personagem do Black foi introduzido na trama só porque Nancy Meyers ficou com medo de colocar a Kate junto do Eli Wallace no final?

 

No mais, é o tipo de filme que é bastante agradável de se ver em casa na telinha, mas não nos cinemas. Se não fosse tão longo, se tornaria um clássico da sessão da tarde.
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É assistível. 6 de 10. Seria infinitamente melhor se o filme fosse só a história da Winslet. E é só eu que acho que o personagem do Black foi introduzido na trama só porque Nancy Meyers ficou com medo de colocar a Kate junto do Eli Wallace no final?

 

No mais' date=' é o tipo de filme que é bastante agradável de se ver em casa na telinha, mas não nos cinemas. Se não fosse tão longo, se tornaria um clássico da sessão da tarde.
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Concordo com tudo que você disse, se fosse só a historia da Kate teria sido bem melhor.

 

E eu achei que demorou demais pro Black realmente entrar no filme, mas as melhores cenas são com ele.

 

Meus amigos me falaram que eu deveria ter gostado porque o filme fala de filme, e foi essa a parte que eu realmente mais gostei.

 

A cena da locadora é bem divertida. E o fato de o filme dar importancia aos filmes classicos, tipo de o roteirista indicar bons filmes classicos para a kate e ela gostar e tal.

 

 

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Eu dei 65 pra esse, mas 65 não é "assistível" pra mim. É tipo-bom, bem legal.

Como o povo daqui do fórum usa um sistema de notas meio maluco (aka escola de samba, tipo 7 é ruim, 5 é um desastre, 8 é comum, 9 é bom, 10 é ótimo) eu achei bom explicar.

Anyways, é um filme natalino gostoso de ver, o Jack Black é deus, todo mundo tá bem menos o Jude Law (wtf ele desaprendeu a atuar, é isso?), o subtexto das mulheres como "parasitas" (wtf ela é uma colunista de celebridades e ela é uma diretora/produtora de trailers) foi ok, é engraçado e bonitinho. Até podia ser um pouco mais curto, mas whatever.

Ah, o Eli Wallach detona. Eu vi algum outro filme com ele no mesmo dia em que vi esse, mas não lembro qual. Woohoo.
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O Amor Não Tira Férias: 9/10  (The Holiday; 2006; Dir Nancy Meyers )

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Devido a algumas críticas negativas, estava meio com o pé atrás com este filme, mas como a minha opinião é o que importa, fui ver e adorei.

“Você não é a melhor amiga da atriz principal, você é a atriz principal” foi que disse o amigo velhinho pra Íris (Kate Winslet) em um determinado momento do filme, e é o que vemos. Apesar de Winslet não ter direito ao galã da história, apesar da Kate não protagonizar as ceninhas de amor do filme, ela é a personagem com as maiores referencias, com profundidade com relação aos sentimentos de uma mulher. Pena não poder dizer o mesmo de Cameron Diaz e sua Amanda, aliás, a Diaz não sabe fazer outro tipo de personagem? Só a lindona e atrapalhada neurótica de sempre??

Enfim, “O Amor Não Tira Férias” foi uma boa surpresa, pois a história além de engraçada é bem cativante e simpática, valeu a sessão!!  E a cena da locadora com a participação mega especial do Dustin Hoffman foi SENSACIONAL!!!
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Adorei o filme, a Kate Winslet tá maravilhosa, como sempre. A Cameron Diaz, o Jude Law e o Jack Black tão bem. Gostei muito do ator que faz o roteirista famoso, amigo da Kate. O pior ator é o interesse amoroso da Kate, que trabalha com ela, muito canastrão o ator. As meninas são muito fofas. O filme tem algumas cenas ruins, como a da separação da Amanda, logo no começo. Sinceramente não concordei as críticas negativas ao filme. A crítica do Pablo  foi ácida.

 

 

 

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  • 2 years later...

Jude Law roubou a cena em o mor não tira férias. Kate Winslet praticamente ofuscou a atuação de Cameron. N averdade, percebam a gravidade do problema. Jude, Winslet e Cameron em um único filme...o que poderia dar?

FILMAÇO. Grandes atuações, diversos cenários, crítica a favor dos roteiristas, crítica contra britânixos x americanos. Crítica contra às depressivas em relação aos namorados. Assiste-o no lançamento, faz tempo, mas quando um filme me emociona, vale a pena lembrar.

Adorei.
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