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Forum Cinema em Cena

The Spirit (30/01/2009)


joao_spider
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Em sua estreia na direção, Frank Miller é fiel ao 'espírito' de Will Eisner

Adaptação da série 'The Spirit' chega aos cinemas do país nesta sexta (20).
Filme tem Eva Mendes, Scarlett Johansson e Samuel L. Jackson no elenco.

Diego Assis Do G1

Hollywood e os fãs de histórias em quadrinhos estão "de mal". Conquistada a duras penas nas últimas décadas com produções bem-sucedidas como "Homem-Aranha", "X-Men" e os dois últimos "Batman", a relação de amor entre as duas partes sofreu um baque neste mês com a estreia de "Watchmen". Cultuada por 9 em cada 10 fãs de super-heróis e considerada "infilmável" por muitos, a HQ de Alan Moore e Dave Gibbons rachou opiniões quando sua adaptação finalmente chegou aos cinemas - houve quem gostasse da versão de Zack Snyder por sua fidelidade quase literal à HQ e houve quem criticasse justamente por ser fiel demais. 

Foto:%20Divulgação

O ator Gabriel Macht protagoniza ''The Spirit'', filme que marca a estreia de Frank Miller na direção 

Dilema semelhante enfrenta Frank Miller, com sua versão para a tela grande de "The Spirit", obra de Will Eisner igualmente idolatrada pelos leitores de quadrinhos que estreia no país nesta sexta-feira (20). Sem risco de exagero, Eisner - morto em 2005 quando as negociações para adaptar a HQ já tinham se iniciado - é nada menos que o "deus" da narrativa dos quadrinhos. Foi ele quem cunhou o termo "graphic novel" e são dele algumas das indiscutíveis obras-primas do gênero como "Um contrato com Deus" e "O edifício". Criada como uma tira de jornal no início da década de 1940, "The Spirit" era um dos principais veículos para a experimentação do autor, seja em seus roteiros voltados para leitores mais adultos, seja na inovadora linguagem gráfica desenvolvida por Eisner ao longo dos anos em que se dedicou ao projeto.

Também quadrinista e entusiasmado com sua curta mas razoavelmente pacífica relação com Hollywood - são dele as HQs que deram origem aos filmes "Sin city" e "300" -, Miller, estreante na direção, decidiu chamar para si a responsabilidade de levar "The Spirit" aos cinemas. Amigo e discípulo de Eisner desde a década de 1970, o autor de HQs como "Batman - O cavaleiro das trevas" e "Ano um" revelou em julho passado, em San Diego, que não conseguiria enxergar outra pessoa que não ele fazendo o serviço. Resultado: lançado nos Estados Unidos em dezembro de 2008, o longa-metragem foi um fracasso de público e crítica, desdenhado por cinéfilos e fãs do personagem clássico de Eisner na mesma proporção.

As primeiras acusações diziam respeito - adivinha? - à falta de fidelidade de Miller à criação de seu suposto mestre. Diferentemente da versão em papel, o Spirit do cinema ganhou superpoderes e agora é capaz de se curar dos tiros e ferimentos inflingidos por seus inimigos em questão de horas. Mais grave ainda, disseram os fãs, foi o fato de Miller ter dado um rosto ao arqui-inimigo de Spirit, o vilão Octopus, que na HQ só aparece na penumbra, no máximo com as luvas visíveis. Parece não importar aos críticos que o rosto e a voz de Octopus sejam do sensacional ator Samuel L. Jackson, que imprime um tom adequado de gibi ao personagem - afinal, quem Miller acha que é para tamanha ousadia? O diretor, talvez... 

 Foto:%20Divulgação

Eva Mendes em cena de ''The Spirit'' 

Recheado de belíssimas mulheres - Eva Mendes, Scarlett Johansson, Sarah Paulson, Jaime King etc. - mas estrelado por um ilustre desconhecido - Gabriel Macht -, "The Spirit" também foi alvo de reclamações por um flagrante artificialismo nas cenas e diálogos. Quem viu (e gostou de) "Sin city", no entanto, tem pouco do que reclamar nesse sentido: esse mesmo artificialismo, com longas narrações em off e cenas de lutas nada verossímeis, é a marca registrada do trabalho de Miller. Eisner também não se preocupava ainda com os grandes dramas sociais a que viria se dedicar décadas depois - seu "The Spirit" era "só" uma tira policial, de aventura e mistério, com doses de sexismo e racismo que eram até comuns nas criações da época.

Mas, à parte as alterações já citadas e mais algumas mudanças para atualizar a trama - na década de 1940 não existiam telefones celulares, por exemplo -, Miller soube transportar para o seu filme a sensualidade das femme fatales da HQ e, principalmente, a estética das tiras com seus jogos de luz e sombra e uma cuidadosa mistura do branco-e-preto com cores. Também transparece no longa a influência do cinema noir e expressionista, com suas sombras e ângulos inusitados, que caracterizava os originais de Eisner.

"The Spirit", o filme, pode não agradar a todos, da mesma forma que as tirinhas da HQ, se lidas hoje, provavelmente não atrairiam novas legiões de leitores para as histórias em quadrinhos. Mas só a disposição de Miller em, como fazia Eisner, buscar uma linguagem experimental e diferenciada para levar sua versão do personagem às telas já indica que ele, sim, pegou o "espírito" da coisa. O resto é discutir o sexo dos anjos.

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Soto' date=' é tão ruim assim mesmo? Não vale nem pelas piriquitas em ação?[/quote']

 

É uma bosta! e pericota por pericota, qq producao capenga do Brasileirinhas dá conta do recado, embora a buzanfa da Mendes lhe confira uma certa grife! O problema é q Miller quis fazer um personagem só seu, esquecendo do resto e onde se mostra ate meio perdido na direcao. A impressao é q vc ta vendo um Sin City 2, so q piorado! É verdade q Miller escreveu TDK, 300, etc..mas ele tb escreveu TDK2 e uma mini-serie do Batman e Robin vergonhosa. The Spirit se enquadra nesta segunda safra. 14141414

 

 

 

alias, a critica de O Globo

 

Filme do 'Spirit' já nasceu morto

20_941-boneco-spirit01.jpg

Uma das adaptações de quadrinhos mais esperadas em muito tempo era a para "The Spirit", o clássico personagem da era de ouro criado pelo mestre Will Eisner. E quando se soube que ela seria feita nos mesmos moldes de “Sin City”, e com direção de Frank Miller, os fãs respiraram aliviados. Contudo, como diretor, Miller é um excelente roteirista. Ele achou que só por ter dado pitaco em “Sin City” (dirigido por Robert Rodriguez com uma mão de Quentin Tarantino), já estava apto para segurar um filme sozinho. Ledo engano. Miller ainda tem muito o que aprender na arte cinematográfica.

O filme que estreia dia 20 no Brasil, além de chato e paradão, ainda tem um roteiro para lá de confuso e interpretações que beiram o ridículo, sobretudo a de Samuel L. Jackson, que faz o vilão Octopus (o pior vilão numa adaptaçãode hq desde o Mr Freeze de Schwarzenegger no fracasso "Batman & Robin"). O novato Gabriel Macht empresta bem o seu físico ao personagem, mas nada além disso (fora o fato de que agora ter virado quase um super herói). Mas, no geral, tudo é meio constrangedor e até amadorístico. Scarlet Johansson, como a secretária do vilão, mostra que só atua bem quando bem dirigida. A bela espanhola Paz Veja paga um mico colossal. Só a latina Eva Mendes escapa do desastre com suas curvas estonteantes. É a única "coisa" que presta.

No geral, parece que Miller apenas filmou as pranchas do story board e se esqueceu de que movie significa movimento, o que falta ao filme. Além disso, ele salpicou aqui e ali algumas falas engraçadinhas espetando a concorrência (desdenha de Batman e de Star Trek) e incluiu elementos dos tempos modernos no universo do personagem (laptops, celulares), que vivia numa espécie de mundo noir, ligados aos anos 1940 do século passado. Nada disso funciona. Os personagens são caricatos e irritantes como o filme, que, merecidamente, fracassou nas bilheterias americanas.

Ainda bem que Will Eisner não viveu para ver sua obra prima ser tão mal utilizada.

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Era o q eu suspeitava, Miller naum fazia nem filme caseiro, deu uns pitacos em Sin City e já se achou fera do primeiro escalão, pega agora a porrada pra aprender e vai estudar cinema. Esse filme com clima Noir era pra ter sido dirigido pelos irmãos Coen e no estilo de  o homem que naum estava lá.

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Só uma coisa me incomoda nesse fracasso todo: Vai prejudicar SIN CITY 2 como Grindhouse fez quando deu prejuízo. 11

 

O que uma coisa tem a ver com a outra? 09

 

Rodriguez pode levar Sin City 2 sozinho com um pé nas costas...

 

E era esperado que Grindhouse desse prejuízo. Aliás, seria uma ironia desgraçada se o filme fizesse sucesso.
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Era o q eu suspeitava' date=' Miller naum fazia nem filme caseiro, deu uns pitacos em Sin City e já se achou fera do primeiro escalão, pega agora a porrada pra aprender e vai estudar cinema..[/quote']

 

iagree Miller conseguiu o impossivel lancando o filme na mesma epoca q Watchmen: faz parecer o filme do Snyder uma "OP"..06

 
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Entrevista com o homi:

 

20/03/2009 - 07h00

Frank Miller diz que Hollywood produz bons atores, mas pouquíssimos homens

ALESSANDRO GIANNINI
Editor de UOL Cinema

Com Art Spiegelman ("Maus") e Alan Moore ("V de Vingança" e "Watchmen"), Frank Miller, de 51 anos, pode ser considerado a terceira ponta da diviníssima trindade que deu uma nova dimensão aos quadrinhos nos anos 80. Dos três, é o único que se adaptou ao mundo de Hollywood. Spiegelman, que raramente dá entrevistas, tem horror à possibilidade de ver seus trabalhos "pixelizados". Moore, por sua vez, declarou que não quer ter nada a ver com as adaptações de seus trabalhos para o cinema - não por acaso, o nome de Dave Gibbons aparece sozinho nos letreiros iniciais de "Watchmen" como co-criador.

Miller, no entanto, não deixa de ser crítico. Enxerga Hollywood como uma máquina de moer e é grato à produtora de "The Spirit - O Filme", Deborah del Prete, por ter mantido os produtores e desenvolvedores de projeto longe de sua cola. Só topou fazer a adaptação para evitar que "ferrassem com tudo". E, sem modéstia alguma, considera-se a pessoa mais qualificada para o trabalho, já que conviveu durante anos com Will Eisner, o criador do personagem, a quem chama carinhosamente de "mentor".

O artista e diretor concedeu a entrevista a seguir por telefone, de Nova York, em dezembro do ano passado. Ele não pode estar presente na mesa redonda da qual o UOL Cinema fazia parte, em Los Angeles, na ocasião da junket de lançamento de "The Spirit - O Filme". Teve o que foi classificado pelos assessores como um "mal súbito". A compensação está impressa nas respostas inteligentes, bem humoradas e cheias de ironia.

 

UOL Cinema - Convencionou-se dizer que o Spirit era um personagem muito difícil de se adaptar para as telas de cinema, senso comum seguido pelo próprio Will Eisner. Por que o senhor decidiu fazê-lo?
Frank Miller -
Porque eu tinha medo de que outra pessoa pudesse ferrar tudo. E também achava que eu era a pessoa mais qualificada para fazer isso. Eisner foi meu mentor durante 25 anos e eu aprendi muito com ele. E também porque eu queria que o filme fosse tão audacioso quanto os quadrinhos eram. Não queria que parecesse uma relíquia cansada, uma velharia, queria que fosse novo e jovem.

UOL Cinema - Nas conversas que teve com Eisner, o senhor falou a respeito de adaptar Spirit para o cinema?
Miller -
Não. Nós sempre discutíamos sobre quadrinhos. Nunca falamos sobre filmes.

UOL Cinema - E o que acha que diria se tivesse visto essa adaptação?
Miller -
É muita presunção da minha parte, mas acho que ele teria dito que ficou feliz pelo Spirit não usar armas - Eisner as odiava -, que as mulheres são muito bonitas - e são mesmo - e que ajudaria a vender os álbuns dele. Além disso, não tenho a menor idéia do que ele poderia dizer.

UOL Cinema - As personagens femininas são muito fortes nesse filme e nem sempre apareceram juntas nas histórias. O que o fez reuni-las assim?
Miller -
Eu acho que elas sempre estiveram lá nos quadrinhos. Eu e Eisner compartilhávamos duas grandes paixões: a cidade de Nova York e mulheres bonitas. E as atrizes... Eu escrevi um papel para Scarlett Johanson, mas percebi que ela era muito mais jovem do que a personagem destinada a ela. Então, criei uma personagem humorística para ela. Com a Eva Mendez, foi uma maravilhosa jornada de descobertas, só para ver como ela pode dar o melhor de si mesma. Ela pode fazer uma personagem cheia de nuances, mas muito firme. Com sarah Paulson foi um prazer muito diferente porque ela estava tão preparada e tão pronta que o trabalho do diretor ficou irrelevante.

UOL Cinema - E o que tem a dizer sobre a atriz espanhola?
Miller -
Paz Vega? Oh... A personagem dela foi escrita como um delírio febril. E, quando apareceu, ela era exatamente isso, um delírio febril. Sobre Paz e sua pequena participação no filme, tenho que dizer: ela é um pedaço de perfeição cinematográfica e mal posso esperar para trabalharmos juntos novamente. Da mesma forma para Jamie King, que interpreta Lorelei, e também interpreta Goldie em "Sin City". Essa pe uma parceria que pretendo manter enquanto tiver uma carreira.

UOL Cinema - Quanto a Gabriel Macht, o que acha de seu Spirit e porque o escolheu para o papel?
Miller -
Eu disse ao estúdio que uma das condições para eu dirigir "The Spirit" era usar nesse papel alguém com quem as pessoas não estivessem acostumadas. Não gostaria também que o filme se tornasse um veículo para Val Kilmer ou Tom Cruise. Queria que ele fosse o Spirit e que mantivesse a máscara o tempo inteiro. Para que só o conhecessemos como o Spirit. Depois, começamos a fazer testes com atores. E avaliamos várias dezenas. Eu cheguei à conclusão de que Hollywood produz muito bons atores, mas pouquíssimos "homens". E ele [Gabriel Macht] se encaixou perfeitamente no papel. Trabalhamos muito juntos, antes mesmo de ele ser selecionado. E mais ainda enquanto estávamos no set, para criar um verdadeiro herói. Estou impressionado com Gabriel. Não posso esperar para trabalhar com ele novamente. Ele pode fazer parte do meu grupo.

UOL Cinema - A produtora Deborah del Prete nos disse em outra entrevista que havia garantido ao senhor que os estúdios não interfeririam no seu trabalho. Isso realmente aconteceu? Porque ela teve que lhe garantir isso?
Miller -
São duas perguntas, deixe-me respondê-las em seqüência. Ela realmente me assegurou isso. E travou várias batalhas com os estúdios das quais não sei nada. Por que ela teve que fazer isso? Porque essa é uma indústria, no fim das contas, que está baseada em Hollywood. E ela é muito pesada, com produtores e pessoal de desenvolvimento. Ela teve que fazer essas pessoas afastadas para que eu pudesse fazer o filme que queria. Ela foi parceira e manteve a palavra. Foi uma relação maravilhosa.

UOL Cinema - O que pensa dessas adaptações de quadrinhos que estão inundando as telas dos cinemas, como "Homem de Ferro" e "Batman - O Cavaleiro das Trevas"?
Miller -
Deixe-me dize, em primeiro lugar, que adorei "Homem de Ferro", um filme sofisticado, divertido, tudo que um filme baseado em histórias em quadrinhos tem que ser. Também gostei muito de "O Incrível Hulk". No que diz respeito a "Batman", gostei que tenham dado o título certo, mas talvez tivessem que chamá-lo de "O Coringa". Porque, quando Heath Ledger morreu, isso quase jogou Batman para fora da tela. E Ledger fez um ótimo trabalho como Coringa, mas o meu ator preferido nos filmes ainda é Gary Oldman, que como o comissário Gordon muito cativante.

UOL Cinema - E sobre "Ronin", uma de suas criações mais célebres, o que pode dizer?
Miller -
A Warner vai fazer essa adaptação e eu estou contratado como produtor. Mas, sinceramente, não sei quando e se isso vai acontecer de verdade.

UOL Cinema - O senhor faria uma adaptação de quadrinhos como essas que citamos, de grande orçamento e tudo mais?
Miller -
Não sei, mas eles têm o meu número de telefone. (Risos)

UOL Cinema - Vários veículos noticiaram [no ano passado] que o senhor iria dirigir uma adaptação de Buck Rogers para o cinema. Isso é verdade?
Miller -
Muitas coisas podem acontecer. Só acredito que um filme vai acontecer de verdade quando vejo o título dele numa marquise. Meu grande amigo tem os direitos do personagem e eu tenho algumas boas idéias a respeito. Vamos ver o que acontece.
Dr. Calvin2009-03-20 20:00:46
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precisa jogar este trecho da conversa no topico TDK, pra dar um balde de agua fria naqueles q tao achando o Bale o maior astro do planeta e merecedor dos chiliques q costuma ter..06

 

 

UOL Cinema - O que pensa dessas adaptações de quadrinhos que estão inundando as telas dos cinemas, como "Homem de Ferro" e "Batman - O Cavaleiro das Trevas"?
Miller - Deixe-me dizer, em primeiro lugar, que adorei "Homem de Ferro", um filme sofisticado, divertido, tudo que um filme baseado em histórias em quadrinhos tem que ser. Também gostei muito de "O Incrível Hulk". No que diz respeito a "Batman", gostei que tenham dado o título certo, mas talvez tivessem que chamá-lo de "O Coringa". Porque, quando Heath Ledger morreu, isso quase jogou Batman para fora da tela. E Ledger fez um ótimo trabalho como Coringa, mas o meu ator preferido nos filmes ainda é Gary Oldman, que como o comissário Gordon muito cativante.
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  • 2 weeks later...

É incrivelmente detestável. Estúpido' date=' desconexo, etc. [/quote']

 

que cocozão' date=' hein? miller, sua besta, ou vc se interessa a aprender como se faz cinema ou volta pro papel. mas se é pra voltar pra fazer outra porcaria como 300, melhor se aposentar. [/quote']


Assisti esse lixo hj!
Que verdadeira porcaria!
heuheuehueheuheu!
Diálogos podres' date=' roteiro confuso, atuações patéticas, filme parado e entediante.
Não recomendo a ninguém.
[/quote']

 

06060606 eu avisei..0606060606 esse filme conseguiu o mérito de ser unânime no quesito ruindade, o q é raro no forum! Mas uma coisa é certa: Miller é pessimo diretor, mas entende mto bem de mulher.. Mas nao é o bastante..06
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Realmente, o Miller tem um otimo gosto para escolher o cast feminino, mas todo o resto é terrivel.

 

A atuação de Samuel L.Jackson é patetica, caricatural (no pior sentido da palavra), ridicula. As cenas de luta não tem pé nem cabeça e são chaterrimas.

 

Ou o Miller se prepara melhor caso queira de fato ser diretor ou desiste logo de uma vez e volta a sua antiga função.

 

 
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Graças a Deus economizei 13 reais. É por isso que eu acho que esse fórum é de grande ajuda, não só pelas informações, mas também no objetivo de manter o orçamento alheio em dia. Ainda mais em tempos de crise.

 

Pretendo usar o dinheiro economizado para ver Dragon Ball. Melhor perder 13 numa porcaria só, do que 26 em duas. 06

Tetsuo2009-04-08 21:46:55

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Hum... adoro esse fórum por causa disso: faz a gente economizar uma graninha boa! =D

 

Já economizei com Wolverine. E essas bombas tipo Spirit e Dragonball... deixo pra conferir de formas alternativas e mais baratas' date=' não muito ortodoxas.... rs!
[/quote']

 

Alguém disse: "lojinhas de dvd em frente ao Midway"? 06

 

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