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O Pintor Que Escrevia


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3109111.jpg  O PINTOR QUE ESCREVIA

A editora Record solicitou a escritora Letícia Wierzchowski um livro para a coleção  “Amores Extremos” e não consegui parar  de lê-lo até chegar à última página!. Confesso que no primeiro capítulo já fiquei encantado com a descrição da serra gaúcha; da atmosfera do lugar; seus jardins e aquele ambiente europeu. Um lugar de reflexões...amores possíveis e impossíveis. Amores extremos que nos arrebata imediatamente. Um tanto quanto açucarado, mas tudo bem. Era só pra criar um clima e captar a atmosfera do lugar e assim criar uma expectativa no leitor para o próximo capítulo. <?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

Neste ambiente bucólico...florido...europeu descortina-se uma história de amor extremo entre um pintor (que escrevia) e sua musa inspiradora. Na realidade, muito mais que uma musa: sua sina e sua perdição; sua paz e  turbulência. Emoções à flor da pele. Um mistério guardado por longos 21 anos.  Neste paraíso,  ao lado da mulher amada e de seus quadros, o pintor, atormentado,  suicida-se deixando uma história de amor e dor escrita atrás dos seus quadros. Através deste diário em forma de pinturas, Marco Belucci escreve a  razão que o levou a praticar este ato tão extremo. E, durante 21 anos estas telas ficaram guardadas no tempo, acumulando poeira e dúvidas.

 

Letícia leva-nos por labirintos a desvendar este mistério. Pode um grande amor levar-nos à morte? Seus quadros... um grande amor ...uma casa de lindos jardins na serra gaúcha. Um verdadeiro paraíso. Entretanto, Marco Belucci seria um homem feliz carregando na alma e na consciência seu “pecado” de amar loucamente Amapola? Que segredos seu passado esconde?

 

Um final surpreendente e, apesar de tudo, muito bonito. Como diz o velho ditado: “O amor tem razões que a própria razão desconhece”. Uma narrativa envolvente de uma escritora que conhece a alma feminina e leva-nos a conhecer os caminhos de um homem – que amava extremamente sua musa inspiradora – à loucura. Seria impossível fugir desta armadilha. Eu também, como Augusto,  guardaria este segredo revelador até o túmulo. Talvez, com o passar dos anos, eu conseguiria entender o porque o grande pintor italiano não tenha  fugido do seu destino e de sua trágica morte!. Seria possível não ter vivido este amor extremo?

 


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