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CACO/CAMPOS

Era uma vez em Hollywood - Dir Quentin Tarantino

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duas músicas do trailer

 

 

poster estilizado

once-upon-a-time-in-hollywood-406x600.jpg

 

Em uma das cenas do trailer divulgado no início dessa semana, Bruce Lee, interpretado por Mike Moh, está usando uma característica túnica preta com luvas. Esse é o figurino exato do super-herói Besouro Verde.A única diferença é a máscara utilizada pelo personagem, cuja série parou de ser exibida em 1967.

Mike-Moh-Era-Uma-Vez-em-Hollywood-1068x712.png

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9 hours ago, Questão said:

 

 Trailer não me impressionou. E de boa, essa contagem regressiva do Taranta de "o 9º filme de Quentin Tarantino" é bem desnecessário.

 

8 hours ago, Big One said:

Já virou uma marca...acho legal...

só faltou emendar outro adjetivo superlativo bem comum... " do diretor visionário..."?

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On 3/30/2019 at 12:12 AM, Big One said:

Já virou uma marca...acho legal...

Sei lá. Acho um pouco auto indulgente. Em OS 8 ODIADOS fazia sentido, até por que tinha a brincadeira com o número, mas aqui acho bem dispensável. Até por que acho que esse lance de parar no décimo filme é mais jogada de marketing do Taranta do que outra coisa (mas já errei antes).

 

On 4/1/2019 at 6:29 PM, Jorge Soto said:

ser visionário não é privilégio só do Snyder...?

brightburn_ver2.jpg

 

 Mas pra mim isso ai é o Gunn tirando sarro do Snyder, e o "visionário" tem essa função por que é o que o Snyder usou em O HOMEM DE AÇO. Tu vê os trailers do filme, e tudo remete ao MOS.

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Era Uma Vez em Hollywood | Produtores dão novos detalhes sobre os personagens e a trama do longa

Segundo os produtores, a obra será a mais pessoal já feita pelo diretor Quentin Tarantino.

Em entrevista à Entertainment Weekly, os produtores de “Era Uma Vez em Hollywood“, novo filme de Quentin Tarantino (“Os Oito Odiados”), David Heyman (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) e Shannon McIntosh (“Os Oito Odiados”), revelaram mais detalhes sobre os personagens e a trama da obra. 

 Heyman deixou claro, logo de início, que o tema central do filme não são os crimes cometidos por Charles Manson no final dos anos 60. Segundo o produtor, esse é um dos maiores equívocos a serem esclarecidos em relação ao projeto.

O filme se passa em 1969 e mostra DiCaprio como um astro de faroeste de TV decadente, chamado Rick Dalton. Pitt trabalha como o dublê de Dalton, Cliff Booth. A dupla de amigos transita pela Hollywood da época buscando dar novo fôlego às suas carreiras. Porém, Charles Manson e seu culto mortal têm sim um papel importante no filme. Damon Herriman (“Pelo Direito de Ser Feliz”) interpreta Manson e Margaret Qualley (“Dois Caras Legais”), Dakota Fanning (“Tudo que Eu Quero”) e Lena Dunham (da série “História de Horror Americana”) vivem membros do infame culto. McIntosh diz que o filme mostrará o fim da inocência que aconteceu nos anos 60 após os brutais ataques da gangue de Manson. Uma das principais vítimas do culto, a atriz Sharon Tate (Margot Robbie, de “Duas Rainhas”), viverá na casa ao lado à do personagem de DiCaprio. Heyman explicou a relação entre os personagens de DiCaprio, Pitt e Robbie:

“São as três classes de Hollywood: Temos a alta Hollywood de Sharon, a estrela em decadência de Rick, e Cliff, que está mais à parte, vivendo de forma mais humilde.”

Unir Pitt e DiCaprio pela primeira vez em um filme é um dos principais atrativos do projeto. Ambos trabalharam em filmes de Tarantino (Pitt em “Bastardos Inglórios” e DiCaprio em “Django Livre”), mas colocá-los lado a lado, segundo McIntosh, é absolutamente magnético:

“Não vejo a hora de o mundo ver a performance do Brad. Ele é tão maravilhoso e carismático, acho que é o Brad Pitt por quem as pessoas se apaixonaram anos atrás. Especialmente quando ele está frente a frente com Leo, sua performance é espetacular. Acho que as pessoas vão se lembrar porque ele é a estrela de cinema que sabemos que é.”  

A dinâmica entre os personagens de DiCaprio e Pitt é muito interessante, segundo Heyman:

“Dalton não é a estrela que gostaria de ser, então ele está em crise. Ele tem trabalho, mas não é uma estrela do cinema. Já Cliff é tranquilo, alguém que está confortável em ser quem é. São duas pessoas que têm uma história juntos, e a lealdade que têm um pelo outro é bem forte. O filme é sobre essa amizade, sobre o poder dessa amizade enquanto eles embarcam em suas jornadas, seja juntos ou em separado.”

Sobre o papel de Robbie, Heyman explica que a ideia é esquecer toda a mitologia em torno do brutal assassinato e mostrar Sharon Tate como uma pessoa, com toda a sua doçura e entusiasmo. Ela representa a inocência, e como essa inocência é perdida quando ela é morta. A irmã de Tate, Debra, aprovou que Sharon fosse interpretada por Robbie, que afirmou querer honrar a memória da atriz. Tarantino fez questão de chamar Debra para validar o que está fazendo, até para deixar claro que não se trata de um filme sobre Charles Manson.

O ano de 1969 marcou uma época de mudanças em Hollywood. A Era de Ouro do cinema chegava ao fim e a TV ocupava um lugar cada vez maior nas vidas dos norte-americanos. Para Rick e Cliff, também, será um momento de transformações pessoais, conforme explica Heyman:

“Eles terão que se reinventar, e o quanto estão dispostos a fazer isso determinará seu futuro. O que eu adoro a respeito disso é que é contado de forma singular, porque é Quentin Tarantino falando a respeito da sua cidade natal. Ninguém mais poderia ter feito esse filme. É um filme pessoal do Quentin. São suas memórias de crescer em Los Angeles e ser um fã de Hollywood.”

Para transportar a audiência de volta à Los Angeles dos anos 60 e à sua infância, Tarantino e sua equipe transformaram muitas das icônicas locações em Hollywood Boulevard em suas versões de 1969. O Aeroporto de Los Angeles, que passaria por reformas, aguardou até que as filmagens no local fossem concluídas, para manter o visual clássico que ainda conserva. Os produtores de “Era Uma Vez em Hollywood” dizem que, tanto na fotografia quanto na trilha sonora, esse é o filme mais pessoal feito por Tarantino.

O filme deve estrear em 26 de julho nos EUA, mas Heyman e McIntosh consideram terminá-lo antes, para que seja possível exibi-lo no Festival de Cannes, no qual“Pulp Fiction” ganhou a Palma de Ouro há 25 anos. O evento acontece em maio.

Além das tramas principais, já relatadas, “Era Uma Vez em Hollywood” também retratará outros acontecimentos relevantes do ano de 1969, como a chegada da missão Apollo 11 à Lua, o Festival de Woodstock e o primeiro ano de Richard Nixon na presidência dos EUA.

No elenco estão também Al Pacino (“Paterno”), Bruce Dern (“No Rastro da Violência”), Mike Moh (da minissérie “Street Fighter: Ressurreição“), Timothy Olyphant (da série “Santa Clarita Diet”), Damian Lewis (da série “Billions”), Emile Hirsch (“Drama em Família”), James Marsden (da série “Westworld”), Scoot McNairy (Batman vs Superman”) e Maya Hawke (“Little Women“). Além de dirigir, Tarantino também escreve o roteiro da produção.

“Era Uma Vez em Hollywood” tem previsão de estreia no Brasil para 15 de agosto.

 

FONTE: CINEMA COM RAPADURA

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On 3/29/2019 at 11:12 PM, Questão said:

 

 Trailer não me impressionou. E de boa, essa contagem regressiva do Taranta de "o 9º filme de Quentin Tarantino" é bem desnecessário.

É que ele diz que todos filmes dele se passam num mesmo universo, então até faz sentido ficar numerando.

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FILHO DE LUKE PERRY FARÁ PARTICIPAÇÃO ESPECIAL NO ÚLTIMO FILME DO PAI

'Era Uma Vez Em Hollywood', de Quentin Tarantino, será a última aparição do ator

08/05/2019 12H13 - ATUALIZADO EM: 08/05/2019 12H22 /
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Luke Perry (Foto: Getty Images)
 
Luke Perry (Foto: Getty Images)

Jack Perry, filho de Luke Perry, ator que morreu em março deste ano, vai fazer sua estreia no cinema graças ao pai no filme de Era Uma Vez Em Hollywood, de Quentin Tarantino. O longa-metragem, que será lançado no dia 26 de julho, é também o último trabalho de Perry.

LEIA MAIS: LUKE PERRY FOI ENTERRADO COM TERNO BIODEGRADÁVEL FEITO DE COGUMELO

"Ele falava: 'Eu quero que você esteja no mesmo filme que eu'. E eu respondia: 'Tá bom, pai, eu vou fazer isso'", disse o jovem de 21 anos no podcast Talk Is Jericho. Jack trabalha como lutador profissional e fez a aparição no filme apesar da falta de experiência.

Luke Perry morreu aos 52 anos após sofrer um AVC. Luke ficou famoso após atuar na série Barrados no Baile, sucesso nos anos 90, vivendo Dylan. Recentemente, o ator fez parte do elenco da série Riverdale.

O filme, que se passa em Los Angeles, na Califórnia, em 1969, gira em torno de um ator decadente, Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), que já foi estrela de uma série popular de faroeste e tenta sobreviver em Hollywood ao lado de seu dublê, Cliff Booth (Brad Pitt). A dupla, em certo momento do filme, se envolve com Sharon Tate (Margot Robbie) - atriz que, grávida de 9 meses de um filho com o cineasta Roman Polanski, foi morta pela seita "A Família".

 

FONTE: O GLOBO

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caraca, só ótimas reações!

“É maravilhoso. É como se Tarantino estivesse apenas sonhando para o nosso benefício. Parece inocente de certa forma – amável, puro e hilário. Ver Margot Robbie, Pitt e DiCaprio nos anos 60 de Los Angeles é o suficiente para fazer valer a pena e vale”, comemorou Luke Hicks. 

 

“É uma mistura hipnotizante de Jackie Brown e Bastardos Inglórios. Tarantino está mais chamativo e mais sentimental, ao mesmo tempo que brinca com as locações e cenários históricos de Hollywood”, observou Steven Tuffin. 

 

“Como filmes recentes de Tarantino, é folgado, auto-indulgente, fascinante e criado com ambição. Claro que é talentoso, por vezes deslumbrante, e acaba sendo um sucesso-não sucesso, como os últimos filmes dele”, analisou Tim Grierson. 

“Wow. Surpreendente. As colinas de Hollywood estão vivas com a música de Mason. Tarantino está de volta!”, celebrou Ali Arikan. 

 

“Tarantino não estava brincando quando disse que faria algo muito próximo de Pulp Fiction. Ele monta um mosaico de personagens e histórias nesse, eventualmente unindo todos para um final emocionante e impagável”, destacou Jordan Ruimy. 

 

“É glorioso, perversamente indulgente, convincente e hilário. É o filme que Tarantino nasceu para fazer. O mundo é um lugar mais colorido no crepúsculo do diretor. Round dois, por favor”, contou Joe Utichi. 

 

 

“Eu não mudaria um único segundo de Era Uma Vez em Hollywood. Não decepciona”, garantiu Damon Wise. 

 

“A exploração do humor negro de Quentin Tarantino encontra algo de Pulp Fiction no pesadelo de Charles Mason: chocante, seguro, deslumbrante, filmado nas cores primárias do céu azul e da costa dourada”, definiu Peter Bradshaw. 

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Aqui estão questionando se o personagem do Kurt Russel seria irmão do personagem dele no A Prova de Morte.

Ambos são dublês e o personagem no A Prova de Morte diz que entrou no ramo de dublês por causa do irmão. Então, o personagem aqui seria o irmão mais velho do outro filme.

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stuntman-mike.jpg?resize=768,512&ssl=1

https://bloody-disgusting.com/movie/3562477/wherein-speculate-kurt-russell-playing-stuntman-mikes-brother-upon-time-hollywood/

 

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1 hour ago, Jailcante said:

Aqui estão questionando se o personagem do Kurt Russel seria irmão do personagem dele no A Prova de Morte.

Ambos são dublês e o personagem no A Prova de Morte diz que entrou no ramo de dublês por causa do irmão. Então, o personagem aqui seria o irmão mais velho do outro filme.

se bobear é mesmo, ainda mais nesse Taratinoverse?... os personagens de seus filmes sempre fazem referências ou tem alguem ligado a outro filme do cabra..

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Tão falando que o filme tem muito coração. Eu espero todo tipo de elogio aos filmes do Tarantino, menos esse.

Mas são tempos que pedem coisas assim. 

Ansiosissímo. 

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Eu não diria "muitas ressalvas" e sim algumas....ele diz algo como "terceiro ato sensacional"...e "é o Tarantino"...e temrinou com "curti muito..não foi desta vez qwue o Tarantino desapontou"....

 

Onde começa a fila?

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