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CACO/CAMPOS

Era uma vez em Hollywood - Dir Quentin Tarantino

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Outdoor do filme em LA é vandalizado chamando artista de pedófilo. Nele, os rostos dos protagonistas Leonardo DiCaprio e Brad Pitt foram trocados pelos de Roman Polanski e Jeffrey Epstein. Além disso, Hollywood ganhou o nome de Pedowood, em referência às acusações de pedofilia feitas contra Polanski, diretor de Hollywood, e Epstein, conhecido produtor.

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Aparição de Bruce Lee revoltou a filha do ator

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Muitas pessoas acharam engraçada a aparição de Bruce Lee – interpretado por Mike Moh – em Era Uma Vez em Hollywood, mas a filha do ator, Shannon Lee, certamente não está entre elas. Na cena em questão de Era Uma Vez em Hollywood, Cliff Booth (Brad Pitt) desafia Bruce Lee para um combate. Cada um deles vence um round antes do combate ser interrompido, mas a cena foi o suficiente para incomodar Shannon Lee.
“Entendo a maneira em que ele foi retratado no filme […] Entendo porque eles tiveram que fazer o personagem de Brad Pitt ser um homem durão que vence Bruce Lee, mas eles não precisavam tratá-lo do jeito que os brancos de Hollywood o tratavam quando ele estava vivo”, disse Shannon Lee ao The Wrap. “Ficou parecendo que ele era um babaca arrogante, quando na verdade ele era alguém que tinha que lutar três vezes mais do que todas aquelas pessoas para alcançar seus objetivos. Foi muito desconfortável sentar no cinema e ouvir as pessoas rindo do meu pai. Na cena, ele é quem é arrogante e é ele quem desafia o Brad Pitt, quando no fim das contas, ele não era esse tipo de pessoa”, encerrou Lee.
Bruce Lee morreu em 1973. Sua filha Shannon, continua seu legado por meio da Fundação Bruce Lee, que dá aulas de Artes Marciais e Filosofia para crianças.

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Nas prévias de Era Uma Vez em Hollywood, há uma cena de Leonardo DiCaprio que chama atenção. Rick Dalton, o seu personagem, incendeia um grupo de nazistas (relembre abaixo).

 

O personagem é um ator dentro da trama e estava mostrando o seu mais recente trabalho para o seu dublê, Cliff Booth, vivido por Brad Pitt. A cena parece tranquila, mas exigiu muito de Leonardo DiCaprio.
 

O coordenador de dublês Robert Alonzo contou ao HuffPost que Leonardo DiCaprio precisou incendiar de verdade os colegas. O ator não gostou do momento, uma vez que não queria ver ninguém ferido.

“Leo não estava muito entusiasmado com toda coisa de lançar chamas. Literalmente, ele não quer machucar ninguém e eu entendo isso. Normalmente, você usa dublês naquele ponto para controlar as chamas em alguém. Em Trovão Tropical, Nick Nolte me incendiou”, explicou o profissional.

O astro não precisou apenas de controle emocional. No fim das contas, Leonardo DiCaprio mostrou o motivo de ser um dos atores mais aclamados de Hollywood.
 

“Leo está queimando eles e segurando as chamas por sete ou oito segundos, enquanto o lança-chamas vai e volta em oito caras que ele não conhece. É algo psicologicamente difícil de fazer, então palmas para ele por conseguir se manter no personagem na cena”, elogiou o coordenador de dublês.

Era Uma Vez em Hollywood, novo filme de Quentin Tarantino, está em exibição nos cinemas americanos. No Brasil, o filme chega aos cinemas no dia 15 de agosto.

 

FONTE: OBSERVATÓRIO DO CINEMA

Pelo menos dessa vez ele não se cortou de verdade e espalhou o sangue na cara da colega de cena, que nem em DJANGO LIVRE. Hehehe

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Conferido em IMAX.

Achei MUITO bom. Realmente no terço do meio dá uma pequena arrastada, mas se paga demais!

O pessoal tá elogiando mais o Pitt no filme, mas pra mim ele mostra que o Di Caprio é mais ator. Que atuação, eu ri de praticamente tudo que ele faz, está espetacular. Pra mim merece indicação de coadjuvante!

Existem pelo menos 3 momentos épicos do Di Caprio no filme, no que tange atuação mesmo. Levou no talento. Já as melhores cenas escritas ficaram com o Pitt, que também está ótimo. Filmaço, Tarantino na veia, com uma verdadeira ODE ao cinema! 

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On 6/11/2019 at 6:42 PM, Jorge Soto said:

poster lindiu!

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O cartaz diz que esse é o nono filme dele, m,as eu contei 10 filmes na cabeça. Acontece que parece que consideraram os 2 Kill Bill como sendo um único filme. Eu colocaria como sendo 2 mesmo, o cara nem tem tantos filmes assim e querem diminuir ainda mais o número deles, baita sacanagem, kkkkkkk...

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Finalmente visto. Taranta nunca decepciona.

Tem uma certa lentidão aqui e ali, mas tudo é impecável, só que o que mais me deixou pensando sobre foi o final mesmo...

Spoilers

 

Talvez tenha notado que o fato que aconteceu com a Sharon, tenha marcado muito Tarantino (e todos que acompanharam o caso na época), e esse seria a resposta dele a esse fato trágico que aconteceu. Como você ficar com raiva e vai socar um saco de areia, ou algo do tipo. Uma sessão 'descarrego'. O "Era uma Vez" no título faz muito sentido já que termina como um conto de fadas (que sempre disfarçavam eventos trágicos).

Não esperava aquele final ali, e fui pego de surpresa. Não sabia como o Taranta mostraria a tragédia ou lidaria com ela, mas não imaginei que ele iria "desfazer" o evento, e indo com fúria pra cima daqueles personagens (e me permiti sentir essa fúria também). Enfim, senti que é um catarse do Tarantino aquela cena. 

Tarantino sempre parece ser essa pessoa forte, impenetrável, mas aqui senti que ele deixou (ou se deixou) escapar um lado mais "fraco', lidando com um, não necessariamente, trauma, mas algo que o abalou.

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Zuado. A filha do Lee tem todo o direito a não gostar de como o pai foi retratado. (apesar de ser uma obra de ficção). Mas daí a elanp dor pro filme ser editado na China pro pai dela ficar "melhor" no filme ou ela pedir pra banirem o filme eh ridículo. 

Segundo a reportagem mesmo que fosse o caso o filme do Tarantino não eh tão incorreto assim pois segundo o proprio Tarantino ele se baseou em partes do livro da esposa do Bruce Lee e mãe da Shanon e a reportagem diz que em várias entrevistas o Lee era arrogante. 

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