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Jailcante

Brinquedo Assassino (Remake)

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Annabelle vs Chucky: quem ganharia?

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O reboot de Brinquedo Assassino estreia em agosto nos cinemas e Annabelle: De Volta para Casa estreia quase um mês antes. Mas quem ganharia uma luta entre Chucky e a boneca demoníaca?Gary Dauberman, roteirista dos três filmes da Annabelle, em entrevista à EW, respondeu justamente essa pergunta.“Sabe, eu estou realmente empolgado para ver esse filme”, disse Dauberman sobre o novo Brinquedo Assassino. “Mas sinto que o Chucky teria de trabalhar duro. Annabelle é muito boa em só ficar sentada e fazer os outros fazerem o que ela quer. O demônio, certamente, ganharia. Mas seria uma luta f*da”.
Já o produtor de Brinquedo Assassino, Seth Grahame-Smith, deu outra resposta para a EW.“Chucky, em dez vezes de dez, com todo respeito a Annabelle”, disse o produtor, que também produz It: Capítulo 2. “Eu amo James Wan e eu amo Gary Dauberman, mas Chucky acabaria com Annabelle”.
Annabelle 3: De Volta para Casa estreia em 27 de junho de 2019.Já Brinquedo Assassino estreia em 22 de agosto de 2019.

 

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2 minutes ago, Jailcante said:

Que ódio Chucky tem do povo do Toy Story. Eles não toparam que ele entrasse na turma? hehehe

esse ódio no coração de plástico é porque ambas produções  estreiam nesta semana, simultaneamente, nos States e o boneco encapetado não quer deixar por menos pra concorrência..?

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Brinquedo Assassino é um razoável reboot atualizado do Chucky que reinventa o boneco com prós e contras. Contra tem a origem mequetrefe, a voz robótica do Hammill e a primeira tediosa meia hora, já a favor tem o humor negro, as atuações, o "modus operandi" das mortes (estilo Premonicão, ja que ele controla aparelhos) e o gore bem generoso, quase oitentista. Resumindo, é um filme que diverte mas dificilmente vai convencer fãs devotos da franquia pelas diferenças pontuais em relação ao boneco. 8-10

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Assisti ontem. Até que achei bom. Talvez o problema foi terem ligado ao Chucky, deveriam ter criado o próprio boneco, já que não tem nada a ver com o Chucky raiz.

 

Temática interessante sobre o controle que a tecnologia pode ter nos humanos, tem boas cenas de morte, personagens/atores legais. Enfim, talvez seja mais legal que o filme original (não sou tão fã dele, prefiro até algumas as sequels que ele), mas tem que abandonar a ideia do Chucky antigo e ver esse novo como um novo boneco.

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 Visto BRINQUEDO ASSASSINO

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  Na trama, Andy Barclay (Gabriel Bateman) é um pré adolescente solitário criado pela mãe, a batalhadora Karen (Aubrey Plaza). Quando o popular boneco Buddi, um brinquedo eletrônico dono de uma avançada A.I é devolvido por uma cliente alegando que ele estava com defeito, Karen, que trabalha na loja e está preocupada com a solidão do filho, presenteia o pré adolescente com o brinquedo. Embora inicialmente rejeite o boneco, Andy acaba desenvolvendo uma ligação com ele, mas o que o garoto não sabe é que o boneco auto intitulado Chucky (dublado por Mark Hamill) foi sabotado na linha de montagem, o que pode torna-lo terrivelmente perigoso.

  Em 1988, quando a primeira febre Slasher começava a entrar em decadência, o diretor Tom Holland (de A HORA DO ESPANTO) e o roteirista Don Mancini lançaram BRINQUEDO ASSASSINO. O filme se tornou um grande sucesso ao misturar suspense, terror e humor negro ao contar a macabra história de um garotinho que ganha da mãe um boneco, que sem que eles soubessem, continha a alma de um maníaco homicida. O boneco Chucky, dublado por Brad Dourif se tornou um ícone do terror, se juntando a figuras como Freddy Krueger, Jason Voorhees e Pinhead como um dos grandes monstros do cinema oitentista. O filme rendeu um total de seis continuações (a ultima lançada em 2017 diretamente para o mercado On Demand) e dizem ainda, ganhara uma série em 2020 no canal SiFy, que dará continuidade a franquia.

 Portanto, com a franquia ainda na ativa, mesmo que longe do sucesso de outrora, todos receberam com surpresa e desconfiança a noticia de que a United Artists lançaria um remake do filme original, que pela primeira vez não contaria com a participação do criador Don Mancini, e nem com o retorno de Dourif na voz do famoso boneco assassino, o que levou nomes como Jennifer Tilly (que dubla a boneca Tiffany na franquia) e o próprio Mancini a exporem publicamente a sua reprovação ao remake, já que ambos já estavam trabalhando na série de TV. As primeiras informações de que no remake, Chucky deixaria de ser um boneco possuído pela alma de um assassino através de magia vodu, para virar um boneco robótico fora de controle também deixou os fãs da série ainda mais descontentes. Pois bem, o remake foi lançado, e ficam as perguntas: o filme é bom? Faz jus ao filme original, a franquia como um todo e ao personagem?

  Pois bem, o remake comandado pelo dinamarquês Lars Klevberg (de MORTE INSTANTÂNEA) e escrito pelo estreante Tyler Burton Smith, é muito mais ambicioso tematicamente que o filme original, e ouso dizer, conta com personagens mais carismáticos (com uma importante exceção que tratarei mais abaixo). A sequência de abertura, ainda que longe de ser sutil, é bastante interessante ao mostrar um brilhante comercial das Empresas Keslam e de seu novo produto, o boneco Budi, cheio de famílias de comercial de margarina e coisa e tal, somente para sermos levados a uma linha de montagem no Vietnã, onde vemos trabalhadores cumprindo suas funções em condições precárias para a realização do "sonho capitalista". O filme faz uma série de outros comentários que jogam a favor do terror tecnológico que o filme se propõe a fazer (tão popularizado por séries como BLACK MIRROR, mas que a precedem em muito), seja o isolamento social que as tecnologias podem produzir; a forma como essas mesmas tecnologias passam a dominar cada aspecto de nossas vidas, bastando perceber a proliferação de produtos Keslam espalhados pelo filme (todos podendo ser controlados por Chucky, naturalmente) e é claro, o fim de nossa privacidade; o que como figuras como Edward Snowden já comprovaram, está muito longe de ser ficção científica.

  Chucky não é o único personagem a sofrer grandes mudanças em relação ao original. Andy deixa de ser uma criança de seis anos para se tornar um pré adolescente com problemas de sociabilização,  e que se torna dono de seu próprio arco dramático ao invés de simplesmente simbolizar os medos de Karen e os desejos de Chucky, um arco simples, sim, mas eficaz, que é muito bem defendido pelo jovem Gabriel Bateman. A carismática Aubrey Plaza (da série LEGION) também apresenta uma Karen Barclay muito mais relacionável que ao original, ao construir Karen como uma jovem mãe que ama muito o seu filho, mas que também tem as sua próprias necessidades e frustrações, e como qualquer mãe, comete alguns erros pelo caminho (que não incluem apenas não acreditar no filho quando este diz que o seu boneco é responsável por uma campanha de assassinatos). Por fim, Brian Tyree Henry nos apresenta um Detetive Mike Norris muito menos arquétipo do que o personagem interpretado por Chris Sarandon no filme de 1988, ao viver um detetive competente, porém capaz de ficar sem palavras diante de Karen, ou mostrar-se dominado por sua mãe (Carlease Burke). O roteiro ainda acrescenta outras crianças na narrativa, que funcionam para dar mais camadas ao Andy de Bateman, mas que não tem muito tempo para se desenvolverem por si só.

 Lars Klevberg mostra uma evolução visível como diretor de seu trabalho anterior, o genérico MORTE INSTANTÂNEA. O cineasta consegue navegar muito bem entre os diferentes momentos dramáticos que o filme atravessa, desde o drama familiar que toma o 1º ato, passando pelas sequências de humor macabro, até as sequências de maior tensão e terror Gore, com as cenas de morte desse filme não poupando nesse quesito, conseguindo ainda encontrar algum humor sem cair completamente no ridículo. A fotografia, que se utiliza de luzes levemente coloridas também merecem destaque por aumentar a sensação de horror de determinadas sequências, desde o assassinato ocorrida em um campo de abóboras em meio a luzes de natal, passando por Chucky espreitando Andy á noite em seu quarto, até o sangrento climax passado em uma loja de brinquedos.

 Mas é claro, a grande maioria das pessoas vai assistir a um filme da série "Brinquedo Assassino" para ver o Chucky. O filme original é excelente, na minha opinião (e tenho um carinho especial por ele por ser o primeiro filme de terror que assisti até onde eu lembre), mas diferente de filmes como HALLOWEEN ou A HORA DO PESADELO, sua importância maior está muito mais no ícone cultural que introduziu do que em seus próprios méritos. Então, vamos falar do novo Chucky. Inicialmente, embora fosse muito difícil imaginar um Chucky que não tivesse a sua mitologia ligada ao sobrenatural, e a figura de Charles Lee Ray, o novo status do boneco como uma ameaça tecnológica ao invés de uma ameaça sobrenatural não é o que mais incomoda, afinal; o filme dá mostras de que poderia fazer essa virada radical no personagem, e ainda manter-se fiel a proposta e a natureza do vilão criado por Don Mancini. Gostei muito, por exemplo, de como o boneco assimila de que a violência e assassinato são divertidos ao observar Andy e seus amigos se acabando de rir ao assistirem uma sessão de O MASSACRE DA SERRA ELETRICA 2. Era uma maneira interessante de incluir o famoso sadismo do personagem dentro de sua nova natureza de A.I. Alias, o fato de que o boneco possa controlar tecnologias ativadas por Wi Fi aumentavam o seu fator de ameaça, limpando um pouco da descrença do público que não conseguia levar a sério um assassino de meio metro. Mas uma série de equívocos acabam jogando contra o antagonista do longa, tornando-o ironicamente, o ponto decepcionante do filme.

 Começando por seu novo Design, que não apenas é feio, mas pouco criativo. Um dos motivos que fizeram o Chucky ser assustador (pelo menos em seus primeiros filmes, antes de ganhar as cicatrizes) era como a face inocente do boneco eram deformadas pelas expressões mais humanas que ele assumia quando Chucky revelava a sua verdadeira natureza. O novo filme exige que Chucky tenha uma natureza mais interativa, dando ao brinquedo uma cabeça e olhos bem maiores, mas quando Chucky revela a sua verdadeira natureza, temos os batidos olhos vermelhos que o boneco passa a ostentar, um signo batido e pouco criativo, e que gera inclusive algumas antecipações dramáticas. Além disso, o roteiro escolhe sublinhar muito da natureza maligna do boneco ao lhe conceder tintas mais dramáticas, ao estabelecer sentimentos sinceros em relação a Andy, mesmo que completamente mal orientados. O novo Chucky é uma criança psicótica que não compreende bem o mundo, e cujas ações estão ligados a uma devoção e ciumes doentio por seu "melhor amigo", uma proposta que até tem o seu charme, mas que empalidece diante da maldade caótica do vilão original, descaracterizando o personagem. Isso acaba se refletindo na dublagem de Mark Hamill, que inicialmente parecia ser um substituto mais do que natural para Brad Dourif, já que depois de Luke Skywalker, o personagem mais famoso de Hamill é justamente o Coringa, o lendário arqui-inimigo do Batman, que Hamill dublou em várias animações e games, e que compartilha muita das características de Chucky. Mas Hamill dá características fortemente infantis e quase inocentes em sua interpretação como Chucky (o que até funciona em alguns momentos, como na sinistra canção que o boneco canta ao longo do filme), e que acabam não casando muito com o personagem, especialmente durante o 3º ato, quando Chucky adota uma persona assumidamente mais maligna. Não é culpa de Hamill, tendo em vista que ele basicamente faz o que o roteiro pede, mas não consigo ver o Chucky completamente nisso. A ideia de uma relação mais estreita entre Andy e o vilão era boa, e o filme até adota isso quando os primeiros crimes de Chucky basicamente refletem os sentimentos de raiva de seu dono, mas depois acaba se perdendo.

 Apesar desta falha grave, este novo BRINQUEDO ASSASSINO merece elogios por ter a coragem de traçar o próprio caminho, afastando-se radicalmente da obra original, ao mesmo tempo em que atualiza com sucesso muito de seus temas, como a solidão da infância, e ainda usa o género para tratar de terrores sociais extremamente relevantes, como a nossa dependência tecnológica, e o quão expostos estamos diante do poderio dos grandes conglomerados. É um filme mais ambicioso, e atinge muito de suas ambições, mas que não perde o senso de entretenimento. A obra  não consegue compreender a real natureza de Chucky , o que em se tratando de um ícone do terror tão importante como este, faz com que perda muitos pontos. Mas ainda é um remake que tem alguma coisa a dizer, e se falha em dar uma nova roupagem reconhecível ao boneco assassino, pelo menos se percebe a tentativa. É mais do que a maioria dos remakes podem dizer.

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