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Jailcante

Brinquedo Assassino (Remake)

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On 1/15/2020 at 10:56 AM, Gustavo Adler said:

Rapaz, não assisti nem o primeiro e nem esse, mas já preferi esse ao primeiro possuido pelo demonio.

 

Pelo demónio não. É pela alma de um assassino. São categorias diferentes. Hehehehe

Em tempo, acho que vale a pena você assistir aos dois quando puder, ADLER. Acho que o primeiro trabalha melhor o suspense, e tem um vilão mais carismático (e com um design melhor e mais ameaçador). Mas o remake tem personagens um pouco mais complexos, e é tematicamente mais ambicioso 

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On 2/7/2020 at 11:52 AM, Questão said:

Pelo demónio não. É pela alma de um assassino. São categorias diferentes. Hehehehe

Em tempo, acho que vale a pena você assistir aos dois quando puder, ADLER. Acho que o primeiro trabalha melhor o suspense, e tem um vilão mais carismático (e com um design melhor e mais ameaçador). Mas o remake tem personagens um pouco mais complexos, e é tematicamente mais ambicioso 

Rapaz, que suspense heim, um buneco assassino possuido por... tanto faz.

Esse suspense é um natimorto hehehe

Chuta que é macumba

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On 2/16/2020 at 12:42 AM, Gustavo Adler said:

Rapaz, que suspense heim, um buneco assassino possuido por... tanto faz.

Esse suspense é um natimorto hehehe

Chuta que é macumba

Suspense é suspense. Terror é terror. Se o elemento utilizado é um boneco sobrenatural ou um boneco robótico, pode mudar a forma de construção, mas continua a ser suspense e terror.

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23 hours ago, Questão said:

Suspense é suspense. Terror é terror. Se o elemento utilizado é um boneco sobrenatural ou um boneco robótico, pode mudar a forma de construção, mas continua a ser suspense e terror.

É, mas um boneco robo pode te atacar de diversas formas, até mesmo dando um curto circuito no forno elétrico automático, te vigiar e te controlar pelo computador e colocando biscoitos pra que você entre nos conteúdos que ele quer que você entre (e através desse mecanismo, "te possuir" e mudar sua personalidade de forma a agir como ele quer), pode controlar seu carro automático....

Mas um boneco possuido por um ... ser sobrenatural, mas que precisa da sua fisicalidade pra causar algum mal as pessoas (tipo, não é que o boneco serve como porta de "recipiente" pro sobrenatural acessar o mundo natural, é que ele precisa do boneco pra agir, pra bater com as mãos do boneco, na pessoa, pra pegar uma faca e matar uma pessoa).

Isso me tira completamente da imersão do filme, uma vez que não vejo perigo nenhum na força física de um bonequinho, basta chutar que é macumba, ora bolas. 

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On 2/18/2020 at 7:18 PM, Gustavo Adler said:



Isso me tira completamente da imersão do filme, uma vez que não vejo perigo nenhum na força física de um bonequinho, basta chutar que é macumba, ora bolas. 

 

  Mas ai você limita o suspense e o terror apenas a questão do embate físico com o boneco (que é onde o Chucky menos funciona, mesmo em seus melhores momentos) além de desconsiderar totalmente a questão da direção, já que uma premissa aparentemente superior pode ser mal executada, e uma premissa aparentemente superior pode ser bem executada, gerando assim um produto inferior. Como a gente vem discutindo ao longo de vários tópicos em um debate de proporções épicas (hahaha) terror é montagem (não estritamente no sentido de montagem de planos, é bom esclarecer), e a premissa é só um elemento dessa montagem.

Os embates físicos com o Chucky sempre foram a parte menos funcional da série justamente pelo que você falou (que também tá presente no Chucky robô, pois no fim do dia, o personagem tem que sair na porrada com ele pra sobreviver). Mas o terror em torno do personagem não gira só em torno de si. O personagem, como bem utilizado, parte do suspense hitchcockiano. Usando a metáfora de Hitchcock, ele é uma bomba relógio embaixo da mesa. O publico sabe que aquela bomba tá ali, os personagens ou não sabem, ou não tem certeza. E isso é suspense que funciona pro Chucky independente de ele ser um boneco sobrenatural ou ser um boneco tecnológico. A cena abaixo é um baita exemplo.

 

 

 

Acho essa uma puta cena, até o desenlace quando o Chucky efetivamente se revela, ai o negócio já envelheceu mal. Mas a construção da cena até esse momento é ótima. E tirando um ou outro fator, não faz diferença se o Chucky é fruto do sobrenatural ou de tecnologia aqui.

 

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14 hours ago, Questão said:

 

  Mas ai você limita o suspense e o terror apenas a questão do embate físico com o boneco (que é onde o Chucky menos funciona, mesmo em seus melhores momentos) além de desconsiderar totalmente a questão da direção, já que uma premissa aparentemente superior pode ser mal executada, e uma premissa aparentemente superior pode ser bem executada, gerando assim um produto inferior. Como a gente vem discutindo ao longo de vários tópicos em um debate de proporções épicas (hahaha) terror é montagem (não estritamente no sentido de montagem de planos, é bom esclarecer), e a premissa é só um elemento dessa montagem.

 

 

Meu Caro, diferentemente dos outros brinquedos possuidos, esse parte do pressuposto de que ele mata através da fisicalidade do boneco, não o boneco ser uma porta de entrada.

Sinceramente, não sei como você´consegue captar o sentimento de terror dessa premissa, uma premissa que é furada antes mesmo de assistir, desculpa.

Já sinto sair da imersão do filme toda vez que me vejo imaginando ele. 

Não tem como, há um certo momento que os fogos de artificios não adiantam pra fazer uma coisa ser outra.

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7 hours ago, Gustavo Adler said:

Meu Caro, diferentemente dos outros brinquedos possuidos, esse parte do pressuposto de que ele mata através da fisicalidade do boneco, não o boneco ser uma porta de entrada.

Sinceramente, não sei como você´consegue captar o sentimento de terror dessa premissa, uma premissa que é furada antes mesmo de assistir, desculpa.

Por que eu não observo a premissa (e o filme como um todo) dentro de um vies puramente racionalista (nada de errado com isso). Em essência, é ridícula a ideia inicial de um boneco de meio metro embarcar em uma campanha de assassinato? Com certeza. Mas premissa é premissa; filme é filme. São coisas diferentes. Além disso, o filme tá ciente do absurdo da premissa, justamente ao não leva-la tão a sério (mas sem nunca cair na galhofa total).

Botando a premissa dentro de um contexto, percebemos que as duas versões de "Brinquedo Assassino" são contadas inicialmente do ponto de vista de crianças, com a diferença de que no primeiro é uma criança pequena, no segundo é um pré adolescente. No caso do primeiro, eu consigo captar o sentimento de terror da premissa, a começar pela corrupção dessa figura infantil do boneco, o "amigo da criança" por uma força maligna. Seja uma tecnologia equivocada ou possessão sobrenatural, esse conceito da macula da inocência já me permite captar esse sentimento de terror, mesmo com o fator ridiculo.

No papel desse menino, eu também capto sentimentos de terror pelo papel de uma uma criança que não consegue fazer os adultos cegos acreditarem, que sim, o seu boneco é o responsável por uma série de assassinatos, intensificando o isolamento dessa criança, ao ponto de que as pessoas vão preferir acreditar que ele é o responsável pela carnificina ao invés do boneco. E isso se comunica com o ridículo da premissa inicial, já que as vítimas de Chucky, em um bom numero de casos são mortas devido a ataques surpresas, por que, é claro, elas não tem motivo pra desconfiar de um boneco. Mas nós, o público, temos, e é dai que vem o suspense. Mais uma vez, usando o exemplo de Hitchcock da bomba embaixo da mesa.

 

8 hours ago, Gustavo Adler said:



Não tem como, há um certo momento que os fogos de artificios não adiantam pra fazer uma coisa ser outra.

 Mas o que seriam fogos de artifício? Os fatores técnicos? Por que falando assim, você parece apontar que eles não são importantes , e são. E aqui, não me refiro apenas aos efeitos especiais, que são bem importantes aqui. As feições humanas que surgem no boneco sobrenatural, "deformando" o seu rosto inocente, funcionam muito melhor do que os olhos vermelhos do novo Chucky robótico. Mas falo de todo o resto, to falando de decupagem, to falando de direção de atores, to falando de montagem, to falando de trilha ou ausência de trilha. Esses elementos não são perfumaria. Esses elementos guiam a premissa, pois o terror, repito, não surge na premissa, surge na junção desses elementos.

Assim, "Brinquedo Assassino" (tanto o original quanto o remake) não tenta fazer uma coisa ser outra. Ele é exatamente o que ele quer ser.

Agora, se o espectador não compra a proposta de saída, ou se o filme simplesmente não funcionou com esse espectador são outros quinhentos.

Dito isso, acho que nenhuma das duas versões de "Brinquedo Assassino" são grandes filmes. Mas são bons filmes, na minha opinião que cumprem bem aquilo que se propõe a fazer

Mas é isso que tenho a dizer. Pra esse debate ganhar mais propriedade, você teria que assistir alguma das duas versões.

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On 2/22/2020 at 12:26 AM, Questão said:

Por que eu não observo a premissa (e o filme como um todo) dentro de um vies puramente racionalista (nada de errado com isso). Em essência, é ridícula a ideia inicial de um boneco de meio metro embarcar em uma campanha de assassinato? Com certeza. Mas premissa é premissa; filme é filme. São coisas diferentes. Além disso, o filme tá ciente do absurdo da premissa, justamente ao não leva-la tão a sério (mas sem nunca cair na galhofa total).

Bem, então, como tu consegue imergir em um filme de terror onde a ideia é ridicula que se assume como tal?

e filme é filme, mas para tal precisa da imersão, a não ser que o filme se proponha a ser uma reflexão que não implique envolvimento emocional e nem se proponha a tal, sendo apenas "uma aula" ao espectador.

Coisa que o Chucky não é.

E tu se assustou com o filme todo mundo em pânico? acredito que não!

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15 hours ago, Gustavo Adler said:

Bem, então, como tu consegue imergir em um filme de terror onde a ideia é ridicula que se assume como tal?

Primeiro por que a premissa é só um elemento. Nós não imergimos em premissas, nós imergimos em filmes. Segundo, por que apesar de sim, carregar elementos ridículos, a premissa também carrega elementos assustadores, e são todos os elementos da montagem fílmica que vão guiar as intenções da obra, e como a premissa pode ser explorada. O fato de o filme reconhecer que o elemento ridículo existe na premissa não significa que ele abra mão da verosimilhança interna, ou que ele não se leva a sério. De fato, tem o efeito oposto, reforça a verosimilhança, e por consequência os aspectos assustadores.

 

15 hours ago, Gustavo Adler said:


e filme é filme, mas para tal precisa da imersão, a não ser que o filme se proponha a ser uma reflexão que não implique envolvimento emocional e nem se proponha a tal, sendo apenas "uma aula" ao espectador.

Coisa que o Chucky não é.
 

De fato, Chucky é um entretenimento não é um puta estudo reflexivo de personagem.

Mas aqui eu me repito. A imersão tal como o terror, não vem da premissa. Nós imergimos em filmes, não em premissas. Se você não compra a premissa logo de saída; é um problema seu, não do filme. Se o filme não fez você comprar a premissa, ai o problema é do filme.

 

15 hours ago, Gustavo Adler said:


E tu se assustou com o filme todo mundo em pânico? acredito que não!

Por que TODO MUNDO EM PÂNICO nunca planejou me assustar. Ele não é construído pra isso. E repare, sendo uma paródia, TODO MUNDO EM PÂNICO tem basicamente a mesma premissa de PÂNICO, filme que está parodiando, esse sim um filme de terror. Pra você ver o quanto a premissa não é determinante, já que os dois filmes tem objetivos totalmente diferentes, que se traduzem não na premissa, mas na montagem fílmica.

Como uma paródia, TODO MUNDO EM PÂNICO usa os signos do género que ele tá parodiando (nesse caso, o subgênero do terror, o Slasher), o que é natural, mas ele não é um slasher. A direção, o roteiro, o desenho de som, as atuações, a montagem, tudo ali é  posto pra me fazer rir. Tanto é que os personagens do filme não levam a "ameaça" a sério, eles não a temem de verdade, o que arranca do filme qualquer intenção de se enquadrar no terror, até por que ela não é construída pra isso.

Foi bom você citar TODO MUNDO EM PÂNICO pra ilustrar que a premissa não determina os caminhos de um filme, não determina necessariamente o género, e decididamente não determina a imersão. 

Mas se a ideia era comparar com BRINQUEDO ASSASSINO (com qualquer uma das versões) pessoalmente acho uma comparação um pouco infeliz. Por que TODO MUNDO EM PÂNICO é claramente uma comédia, BRINQUEDO ASSASSINO claramente não é.

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On 2/26/2020 at 1:32 AM, Questão said:

Por que TODO MUNDO EM PÂNICO nunca planejou me assustar. Ele não é construído pra isso. E repare, sendo uma paródia, TODO MUNDO EM PÂNICO tem basicamente a mesma premissa de PÂNICO, filme que está parodiando, esse sim um filme de terror. Pra você ver o quanto a premissa não é determinante, já que os dois filmes tem objetivos totalmente diferentes, que se traduzem não na premissa, mas na montagem fílmica.

E o que diferencia um filme que nunca planejou te assustar de um que planejou mas te fez foi rir?

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18 hours ago, Gustavo Adler said:

E o que diferencia um filme que nunca planejou te assustar de um que planejou mas te fez foi rir?

Isso é uma pergunta retórica, correto? Por que a resposta é bem óbvia. Então me pergunto qual é o ponto da retórica.

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3 hours ago, Gustavo Adler said:

Tá fugindo da pergunta com medo de concordar comigo?

 

 Vamos fazer do seu jeito então.

 Um filme que nunca planejou te assustar e sim fazer rir cumpre o objetivo dele no momento em que ele te faz rir.

Um filme que planejou te assustar, e te fez rir, se o objetivo dele é claramente não fazer rir foi mal executado (embora o susto e o riso podem coexistir, mas a intenção tem que ser gerar a coexistência).

Basicamente é a diferença de rirem com você, e rirem de você

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8 hours ago, Questão said:

 

 Vamos fazer do seu jeito então.

 Um filme que nunca planejou te assustar e sim fazer rir cumpre o objetivo dele no momento em que ele te faz rir.

Um filme que planejou te assustar, e te fez rir, se o objetivo dele é claramente não fazer rir foi mal executado (embora o susto e o riso podem coexistir, mas a intenção tem que ser gerar a coexistência).

Basicamente é a diferença de rirem com você, e rirem de você

Sim, por isso que um filme é ruim quando a ideia é fazer terror com uma premissa que lhe faz rir, entende?


COmo não rir com um "boneco assassino"?

Bem, posso fazer uma contra partida pra te dar referência:

Tem um filme que passava no saudoso cine trash da band, onde um bando de brinquedos matava na surdina uma família, crianças, sei lá, minha memória falha um pouco.

E a premissa era a mesma, brinquedos que matam (não demonios que usam brinquedos pra aterrorizar e ganhar força).

Só que nesse caso até era um filme que dava algum impacto porque: Não era um brinquedo, mas um arsenal de brinquedos com várias características que fazia a premissa plausível de se imaginar (e, portanto a imersão possível), eles atacavam na surdina e de forma cirurgica.

Mas, no final, era um filme pastelão e seria, independentemente da qualidade dos efeitos e do roteiro, ao meu ver. Pois como imaginar ser possível um brinquedo te assassinar? talvez se você associasse a uma aranha venenosa, talvez. Mas ai a aranha tem um inoculador de veneno e não te mata na força física.

Portanto, pior ainda um filme que "se leva a sério" achando que pode fazer terror com uma premissa que é inutil a tentativa de se imaginar perigosa.

A não ser se o malabarismo seja tão genial que consiga convencer seu imaginário que é possível (e nesse sentido, pra mim, o filme de brinquedos assassinos do cine trash foi muito mais satisfatório do que esse do brinquedo assassino)

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Se o filme for Puppetmaster , Mestre dos Brinquedos (que ganhou até franquia) é clássico mesmo do terrir. A pegada dele é bem distinta da do filme do Tom Holland. Mas depois a franquia Boneco Assassino enveredou pelo mesmo caminho da do Freddy Krueger: começou como terror/suspense mas nas sequências abraçou despudoradamente a galhofa no terrir.😂

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10 hours ago, Jorge Soto said:

Se o filme for Puppetmaster , Mestre dos Brinquedos (que ganhou até franquia) é clássico mesmo do terrir. A pegada dele é bem distinta da do filme do Tom Holland. Mas depois a franquia Boneco Assassino enveredou pelo mesmo caminho da do Freddy Krueger: começou como terror/suspense mas nas sequências abraçou despudoradamente a galhofa no terrir.😂

Eu acho que é essa!

Vou ver se re assisto

Gostava do cine trash da band

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On 3/1/2020 at 12:04 PM, Gustavo Adler said:

Sim, por isso que um filme é ruim quando a ideia é fazer terror com uma premissa que lhe faz rir, entende?

Acho essa lógica bastante equivocada por uma série de razões. Primeiro que fazer terror é um conceito amplo pra caramba, que pode inclusive incluir elementos cômicos. Em segundo lugar, você segue discutindo premissas, e não filmes, e não é a mesma coisa. Se você não abraça a premissa, o problema não é do filme, o problema é seu que não tá disposto a suspender a descrença. E tudo bem com isso.

  Uma premissa tá inserida dentro de um contexto e de uma montagem. Tanto o potencial para o terror na premissa existe (e funciona pra algumas pessoas, eu incluso), que pessoalmente eu acho a cena que eu postei acima bastante assutadora na forma como a montagem fílmica é realizada e que tem a premissa como elemento.

 

On 3/1/2020 at 12:04 PM, Gustavo Adler said:


COmo não rir com um "boneco assassino"?
 

 Como não rir com um sujeito que voa pelo céu com uma cueca por cima da calça e uma capa vermelha? Que volta no tempo girando a Terra ao contrário? O potencial para o humor existe na premissa de SUPERMAN de 78, mas o filme não é construído dessa forma. Então é possível não rir. O mesmo vale pra BRINQUEDO ASSASSINO.

 

On 3/1/2020 at 12:04 PM, Gustavo Adler said:


Bem, posso fazer uma contra partida pra te dar referência:

Tem um filme que passava no saudoso cine trash da band, onde um bando de brinquedos matava na surdina uma família, crianças, sei lá, minha memória falha um pouco.

E a premissa era a mesma, brinquedos que matam (não demonios que usam brinquedos pra aterrorizar e ganhar força).

O problema é que tu não quer discutir filmes. Tu quer discutir premissas. O SOTO inclusive já te respondeu isso.

 

On 3/1/2020 at 12:27 PM, Jorge Soto said:

Se o filme for Puppetmaster , Mestre dos Brinquedos (que ganhou até franquia) é clássico mesmo do terrir. A pegada dele é bem distinta da do filme do Tom Holland. 

 

 

On 3/1/2020 at 12:04 PM, Gustavo Adler said:

eles atacavam na surdina e de forma cirurgica.
 

E é exatamente isso que o Chucky faz, excetuando o climax onde o conflito é mais aberto.

 

On 3/1/2020 at 12:04 PM, Gustavo Adler said:


Mas, no final, era um filme pastelão e seria, independentemente da qualidade dos efeitos e do roteiro, ao meu ver.

Discordo completamente, pois mais uma vez, você condiciona uma montagem fílmica inteira meramente a premissa. Sendo que o género já trabalhou com ideias bem mais absurdas. Chucky nada mais é que um herdeiro dos "Devil Dolls", que já existiam á décadas dentro do gênero. Afinal, objetos inanimados que ganham vida sempre foi algo mais do que tradicional dentro do gênero.

 

On 3/1/2020 at 12:04 PM, Gustavo Adler said:

Pois como imaginar ser possível um brinquedo te assassinar? 

Da mesma forma que é possível imaginar que o brinquedo está vivo em primeiro lugar, ora essa. A partir do momento em que você aceita que o brinquedo está vivo, a possibilidade de ele assumir um comportamento homícida vem junto, já que se o boneco está vivo, em tese pode fazer qualquer coisa que uma pessoa viva pode fazer. E o fato da descrença dos personagens de que o boneco pode matar (que parte da descrença dos personagens que o boneco pode viver) é onde reside o terror da premissa do filme, reforçada pelo contexto de ser contado da perspectiva de uma criança.

 

On 3/1/2020 at 12:04 PM, Gustavo Adler said:

pior ainda um filme que "se leva a sério" achando que pode fazer terror com uma premissa que é inutil a tentativa de se imaginar perigosa.
 

 Olha, se fosse tão inútil, não teria havido uma geração inteira que cresceu com medo do Chucky. Por que ainda que a premissa tenha elementos ridículos, ela também tem elementos assustadores. E um filme, e mesmo a concepção de um personagem, não se limitam a premissa, como você parece defender.

On 3/1/2020 at 12:04 PM, Gustavo Adler said:



A não ser se o malabarismo seja tão genial que consiga convencer seu imaginário que é possível (e nesse sentido, pra mim, o filme de brinquedos assassinos do cine trash foi muito mais satisfatório do que esse do brinquedo assassino)

Achei que você tinha dito que não tinha assistido a BRINQUEDO ASSASSINO, então como pode afirmar isso?

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