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Invocação do Mal 3

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Invocação do Mal 3 | Filmagens começam em junho

 

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De acordo com informações do Discussing Film, as filmagens de “Invocação do Mal 3” começam em 03 de junho, em Atlanta. Tudo o que sabemos até o momento é que este será bem diferente dos anteriores.

 

 

A direção fica por conta de Michael Chaves (A Maldição da Chorona), enquanto James Wan, criador da franquia, retorna apenas como produtor.

 

 

Invocação do Mal 3 deve chegar aos cinemas em 2020.

 

 

A trama será focada no julgamento por assassinato de um homem que clama ter sido possuído por um demônio. Nisso, o casal Ed (Patrick Wilson) e Lorraine Warren (Vera Farmiga) irão se envolver na investigação.

 

FONTE: O VÍCIO

 

Não curto muito o primeiro filme, mas a sequência já me cativou mais. Vamos ver se o terceiro filme consegue balacear as coisas para o lado positivo

 

 

 

 

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Invocação do Mal 3 | Vera Farmiga diz que filme será “enorme”

BRUNO GOMES
2 DIAS AGO
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Em entrevista ao portal da Entertainment Weekly, Vera Farmiga comentou sobre a produção de “Invocação do Mal 3“. A atriz explicou que mesmo sem a presença de James Wan na direção, o filme promete atingir às expectativas do público.

“Invocação do Mal 3 está a caminho, e será incrível. Será enorme. Então, retornar como Lorraine Warren em ‘Annabelle 3’ foi muito bom, pois foi como tirar a ferrugem e fazer alguns ajustes. Nós vamos mergulhar fundo no próximo. Garanto que será algo enorme.”

Vale lembrar que as filmagens começam apenas em junho.

Michael Chaves (A Maldição da Chorona) fica responsável pela direção, enquanto James Wan, criador da franquia, retorna apenas como produtor.

A trama será focada no julgamento por assassinato de um homem que clama ter sido possuído por um demônio. Nisso, o casal Ed (Patrick Wilson) e Lorraine Warren (Vera Farmiga) irão se envolver na investigação.

Invocação do Mal 3 chega aos cinemas em 11 de setembro de 2020.

 

FONTE: O VÍCIO

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Concordo que o 2 meio que se perdeu em trechos.

Assistir pela primeira vez nos cinemas foi uma experiência bem legal e tensa. Mas rever o filme perde muito da graça.

O Wan perde muito tempo na construção de certas cenas que não apresentam resultado algum. Como é aquela cena envolvendo o menino, caminhão de brinquedo e a cabana. Muito longa, a resolução é sem graça e não gerou maiores desdobramentos para a história. E quando você sabe o que acontece perde todo o impacto.

Há uma introdução explícita ( ou seja, nada sutil) de elementos que não tem peso narrativo, mas só servem para criar no futuro um momento de tensão. É o caso do menino perguntando sobre o sino que o cachorro toca. Depois, o sino não é retomado pela a narrativa em nenhum momento, exceto para a cena de tensão. Por causa desta obviedade, perde a sutileza. 

Aliás, a freira é legal. Mas aquele homem torto que não emplacou. 

O que é bem diferente de assistir um Iluminado da vida, onde a condução da história, a sutileza, a ambiguidade, o simbolismo e a ambientação nos prendem toda vez que assistimos o filme.

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On 4/30/2019 at 10:39 AM, conan said:

Concordo que o 2 meio que se perdeu em trechos.

Assistir pela primeira vez nos cinemas foi uma experiência bem legal e tensa. Mas rever o filme perde muito da graça.

O Wan perde muito tempo na construção de certas cenas que não apresentam resultado algum. Como é aquela cena envolvendo o menino, caminhão de brinquedo e a cabana. Muito longa, a resolução é sem graça e não gerou maiores desdobramentos para a história. E quando você sabe o que acontece perde todo o impacto.

Há uma introdução explícita ( ou seja, nada sutil) de elementos que não tem peso narrativo, mas só servem para criar no futuro um momento de tensão. É o caso do menino perguntando sobre o sino que o cachorro toca. Depois, o sino não é retomado pela a narrativa em nenhum momento, exceto para a cena de tensão. Por causa desta obviedade, perde a sutileza. 

Aliás, a freira é legal. Mas aquele homem torto que não emplacou. 

O que é bem diferente de assistir um Iluminado da vida, onde a condução da história, a sutileza, a ambiguidade, o simbolismo e a ambientação nos prendem toda vez que assistimos o filme.

boa comparação com o iluminado, pois o que assusta no iluminado não são as aparições, mas toda a sutileza e a ambientação, toda a sugestão que isso leva e que é o contexto do qual as aparições se apresentam.

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 Indo na contramão da maioria do pessoal aqui, curti mais o segundo filme. O original tinha muita atmosfera (o que acho que o segundo também têm), mas eu não conseguia me envolver com os personagens, nem com os Warren (a despeito da ótima atuação do casal principal) e nem com a família, por que acho que o filme não conseguia desenvolver o ponto de vista deles. No segundo filme, acho que já houve um trabalho melhor de personagens a ponto de eu conseguir me envolver com eles (nada brilhante, mas decididamente mais acurado).

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On 5/11/2019 at 9:32 PM, Questão said:

 

 Indo na contramão da maioria do pessoal aqui, curti mais o segundo filme. O original tinha muita atmosfera (o que acho que o segundo também têm), mas eu não conseguia me envolver com os personagens, nem com os Warren (a despeito da ótima atuação do casal principal) e nem com a família, por que acho que o filme não conseguia desenvolver o ponto de vista deles. No segundo filme, acho que já houve um trabalho melhor de personagens a ponto de eu conseguir me envolver com eles (nada brilhante, mas decididamente mais acurado).

sinceramente, isso passou despercebido por mim. 

Me incomoda demais essas exposições de figuras monstruosas como se fossemos crianças que estivesse as vendo pela primeira vez, e acho que o segundo filme pecou demais em cenas com monstros (todos eles), o primeiro teve o final que fugiu de toda a ambientação e escorregou nessa de monstros ou casa assombrada explodindo no meio do exorcismo, mas no todo, foi excelente, inclusive a parte da annabelle fncionou justamente pela ambientação e sugestão da boneca e tal, coisa que os filmes dela foi pra o caminho oposto, de exposição de criaturas feias e cenas pitorescas.

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On 5/12/2019 at 11:42 PM, Gustavo Adler said:

Me incomoda demais essas exposições de figuras monstruosas como se fossemos crianças que estivesse as vendo pela primeira vez, e acho que o segundo filme pecou demais em cenas com monstros (todos eles), o primeiro teve o final que fugiu de toda a ambientação e escorregou nessa de monstros ou casa assombrada explodindo no meio do exorcismo, mas no todo, foi excelente, inclusive a parte da annabelle fncionou justamente pela ambientação e sugestão da boneca e tal, coisa que os filmes dela foi pra o caminho oposto, de exposição de criaturas feias e cenas pitorescas.

 Já eu gosto que algumas ramificações do gênero (não todas) nos tratem justamente como "crianças" (o que não significa desrespeitar a nossa inteligência). Um Jump Scare bem feito, uma "cara feia", um "monstro gosmento" tem o seu valor, na minha opinião, quando bem explorados. Uso por exemplo, no segundo filme, a sequência em que vemos a sobra da freira deslizando lentamente até a pintura, pra então se materializar ali. É um Jump Scare clássico, mas muito bem filmado. Alias, o Wan é mestre nesse recurso, ao meu ver.

Devo frisar que não acho nenhum dos dois "Invocação do Mal" grandes filmes (ou mesmo ótimos filmes), e o segundo tem a vantagem na minha memória de ter sido assistido recentemente. Mas tenho muitas poucas lembranças do primeiro, o que ao meu ver, quer dizer alguma coisa.

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Essa cena da sombra da freira e do quadro foi tensa demais no cinema.  Mas revendo, e sabendo o que vai acontecer, fica manjado e perde o impacto.

Acho que cena deveria ter terminado com a ambiguidade do quadro no escuro. Era claramente a freira lá no escuro observando, mas quando acende a luz a Lorraine vê que era somente o quadro. Não precisava mais. Podia ir jogando mais nesta lógica, mas com um jump scare ali ou aqui. Mas toda construção de tensão termina em jump scare, aí fica meio previsível.

Mas o Wan evoluiu muito. Em Gritos Mortais, ele utilizou a ideia de boneco assombrado com os clichês do gênero, tipo o boneco virando os olhos quando ninguém vê, ou o boneco que aparece em lugares diferentes em cada cena, etc. Com a Anabelle ele evitou estes clichês e fica mais interessante.

 

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On 5/19/2019 at 3:16 PM, Questão said:

 Já eu gosto que algumas ramificações do gênero (não todas) nos tratem justamente como "crianças" (o que não significa desrespeitar a nossa inteligência). Um Jump Scare bem feito, uma "cara feia", um "monstro gosmento" tem o seu valor, na minha opinião, quando bem explorados. Uso por exemplo, no segundo filme, a sequência em que vemos a sobra da freira deslizando lentamente até a pintura, pra então se materializar ali. É um Jump Scare clássico, mas muito bem filmado. Alias, o Wan é mestre nesse recurso, ao meu ver.

Devo frisar que não acho nenhum dos dois "Invocação do Mal" grandes filmes (ou mesmo ótimos filmes), e o segundo tem a vantagem na minha memória de ter sido assistido recentemente. Mas tenho muitas poucas lembranças do primeiro, o que ao meu ver, quer dizer alguma coisa.

Pois pra mim não faz efeito nenhum cara feia.


Sinceramente, não sei se é porque sou ateu e já estou precavido de todos os fenômenos supostamente sem explicação (barulhos, vultos ou mesmo aparições que eu possa ter visto mas que depois de repensado, fica tudo esclarecido, isso com o tempo se torna hábito e toda a situação que seria desconfortante porque teoricamente não teria explicação, você já está pre disposto pelo hábito de pensar: "aah, tem uma explicação pra esse fenomeno ter ocorrido").

 

Tipo, usando o exemplo da sombra da freira, ela estava perfeita, perfeita, amedrontadora, ao mesmo tempo que era sutil ( e o medo está justamente nessa sutileza), lembrando até umas cenas do filme antigão a casa das almas perdidas, mas ai, a cena caga tudo quando a freira se materializa num mostro na foto. Era pra ter ficado ali, pois, como o conan disse, tudo isso já mostrava que havia ali uma figura a espreita. 


Se aquela aparição foi uma tentativa da aparição de subjulgar a alma da caçadora de fantasmas, que utilizasse de outra sutileza, como um "acidente" ou ambientação psicologicamente agonizante pra protagonista (e pro espectador, por tabela), se lá, que utiliza-se outro recurso que não a aparição de monstros. 

 

Sei lá, a aparição de monstros faz o oposto do que supostamente me deveria causar, ao invés de me causar mais medo e susto ou susto, me faz é "me acordar do pesado" (pesadelo quando o filme é bom né, porque se não, vira só uma perca de tempo mesmo) e perceber que aquilo ali é um filme e, me causando desconexão com o mundo ali apresentado de forma que eu fico: "opaa, deixa essa cara feia passar que o filme deve voltar a ficar bom"

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On 5/28/2019 at 4:31 PM, Gustavo Adler said:

Pois pra mim não faz efeito nenhum cara feia.


Sinceramente, não sei se é porque sou ateu e já estou precavido de todos os fenômenos supostamente sem explicação (barulhos, vultos ou mesmo aparições que eu possa ter visto mas que depois de repensado, fica tudo esclarecido, isso com o tempo se torna hábito e toda a situação que seria desconfortante porque teoricamente não teria explicação, você já está pre disposto pelo hábito de pensar: "aah, tem uma explicação pra esse fenomeno ter ocorrido").

 

 Todos nós, independe da crença, seja cristão, espirita, ateu (sim, ateísmo também é uma crença)  temos um conceito cultural de normalidade, e seu avesso, de anormalidade, de estranho. Pra irmos do estranho pro assustador, é um pulo. Então, sim, algum efeito tem em você, embora certas construções de terror podem funcionar melhor com você do que  outras. Mas acreditar ou não acreditar em deus não tem nada a ver com isso, por que a "cara feia" vem daquilo que você considera estranho (ponto de partida de qualquer construção de terror). Pode ser um rosto apodrecido, uma máscara, ou até um sorriso sinistro. Tudo isso é "cara feia".

 

On 5/28/2019 at 4:31 PM, Gustavo Adler said:

Tipo, usando o exemplo da sombra da freira, ela estava perfeita, perfeita, amedrontadora, ao mesmo tempo que era sutil ( e o medo está justamente nessa sutileza), lembrando até umas cenas do filme antigão a casa das almas perdidas, mas ai, a cena caga tudo quando a freira se materializa num mostro na foto. Era pra ter ficado ali, pois, como o conan disse, tudo isso já mostrava que havia ali uma figura a espreita. 

  Revendo a cena, eu acho que não combinaria com a forma como ela é construída. A cena é toda construída pra tensão atingir um climax. Ela é super honesta quanto á isso, não é uma questão de se o Jump Scare vai vir, e sim de quando o Jump Scare vai vir. O climax da cena, quando a freira se materializa lentamente atrás do quadro, além de eu achar visualmente bastante inventivo, é coerente com o que veio antes. Podia ter uma quebra de expectativa, e esse Jump Scare não vir? Podia. Mas esse nunca foi o estilo do James Wan, e acho que nem da franquia. 

 

On 5/28/2019 at 4:31 PM, Gustavo Adler said:

Se aquela aparição foi uma tentativa da aparição de subjulgar a alma da caçadora de fantasmas, que utilizasse de outra sutileza, como um "acidente" ou ambientação psicologicamente agonizante pra protagonista (e pro espectador, por tabela), se lá, que utiliza-se outro recurso que não a aparição de monstros. 

 Eu não tenho nada contra o terror sutil. Gosto muito, alias. Adoro o terror de sugestão. Mas também não tenho nada contra o seu avesso. Como eu disse acima, a aparição do monstro é totalmente coerente com a forma como a cena é construída. É um aspecto "túnel do terror"? Sim. Foi feita pra atingir o seu máximo efeito apenas na primeira assistida? Igualmente. Mas não vejo problema nenhum nisso.

 

On 5/28/2019 at 4:31 PM, Gustavo Adler said:

 

 

Sei lá, a aparição de monstros faz o oposto do que supostamente me deveria causar, ao invés de me causar mais medo e susto ou susto, me faz é "me acordar do pesado" (pesadelo quando o filme é bom né, porque se não, vira só uma perca de tempo mesmo) e perceber que aquilo ali é um filme

Mas o horror que trabalha com as imagens mais explicitas (a aparição do monstro, o cadáver encontrado na geladeira, a punhalada no peito da vítima, etc) é isso. O horror é o desenlace do terror da cena. Se você não consegue lidar com o horror, e só curte os aspectos de sutileza e sugestão, ai o problema não é do filme,  e sim seu que não consegue suspender a descrença. Esse estilo de terror não é do seu gosto. 

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On 6/10/2019 at 3:38 PM, Questão said:

 

 Todos nós, independe da crença, seja cristão, espirita, ateu (sim, ateísmo também é uma crença)  temos um conceito cultural de normalidade, e seu avesso, de anormalidade, de estranho. Pra irmos do estranho pro assustador, é um pulo. Então, sim, algum efeito tem em você, embora certas construções de terror podem funcionar melhor com você do que  outras. Mas acreditar ou não acreditar em deus não tem nada a ver com isso, por que a "cara feia" vem daquilo que você considera estranho (ponto de partida de qualquer construção de terror). Pode ser um rosto apodrecido, uma máscara, ou até um sorriso sinistro. Tudo isso é "cara feia".

Mas ai é que está, a coisa perde a estranheza a partir do momento que você decifra que: a) não existe nada sobrenatural (portanto, nada que fuja as leis da natureza e que possa lhe infligir mal sem que você "antevenha" o perigo e b) todo e qualquer estranheza vem da mente, e não dos fatos, enquanto os fatos não são explicados, ou desconhecidos, há a sensação de estranheza.

E ai o ponto a) liga-se com o ponto b), se você já sabe que não existe sobrenatural, a estranheza deixa de ser algum perigo fora dos fenomenos físicos e que você esteja desarmado, resultando no que me faz justamente gostar mais da tensão do que de aparições, que enquanto tensão, enquanto vultos e sugestões, a ameaça permanece na estranheza, e assim fica na sugestão. Portanto, minha estranheza deixa de ser do que eu vejo, mas passa a ser o tipo de perigo que pode me sugerir. 

E acredite, quando vejo um filme sugestivo e não demonstrativo, eu passo a interpretar o perigo como a existencia de deus a partir do momento que acreditamos que ele existe (ou seja, nesse caso, a existencia da assombração, na nossa cabeça, a partir do momento que acreditamos nela. Traduzindo, o fato pode não existir de fato, mas a crença nele faz com que de fato, as pessoas passem a se comportar como se tivessem sido assombradas, passem a esquecer as coisas e ouvir barulhos e ser de fato de assombrações, de, no fim, no ápice do surto psicótico, a pessoa pode sim ficar tomada pela ideia de uma entidade lhe enfligindo mal. É uma auto explicação que eu dou para mim, me colocando naquelas cenas de filmes que sugerem, porque eu passo a me ver a sem querer me convencendo da existencia desse fenomeno e isso me tomando por completo).


Quanto a crença, sim, o ateísmo é a crença da não existencia de que deus ou qualquer forças além das explicações que são possíveis de ser feitas com base nos fenomenos do universo, ou pelo menos, que o universo já pode se explicar sozinho, e, portanto, não precisa da crença em deus (é uma crença do mesmo jeito).

P.S: Agora percebi que quando falei da questão do ateísmo e sua relação com minha falta de medo pra ver monstros, parecia que eu tava fazendo alusão ao ateismo em geral, e dando a entender que ateus não irão temer caras feias. Na verdade, eu quis dar uma possível explicação do porque essas aparições em filmes não me assustam mais, que eu acho que, em mim, tem a ver com minha fé na não existencia dessas coisas. Mas é uma coisa que eu percebo em mim, não que atrelo ao fato de eu ser ateu, necessariamente. Pra comparação, filmes de terror que me assustavam antes de ser ateu eram ligados justamente a espiritos, possuição, casas assombradas e tal, justamente porque eu era ligado nisso e adorava esse tipo de perspectiva (e a creditava). PORÉM, mesmo filmes desse tipo tinham que ser sugestivos (porque na minha cabeça, se eu visse uma pessoa morta, eu simplesmente falaria com ela, ou se eu visse o diabo, eu simplesmente zombaria dele e dizia "cade, não pode me fazer nada otário". Mas já essas entidades estando ocultas e trabalhando de forma que eu não os veja e não os antevenha, me dava o medo de que eles pudessem me fazer mal sem eu perceber que eles estavam agindo em mim, ou especificamente aonde eles estavam me atacando,e ai, quando a assombração aparecia, era apenas o ponto final, que ela vinha sem explicação, após eu ter comprado a ideia de que há algo tenebroso pra além da minha imaginação)
 

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Revendo a cena, eu acho que não combinaria com a forma como ela é construída. A cena é toda construída pra tensão atingir um climax. Ela é super honesta quanto á isso, não é uma questão de se o Jump Scare vai vir, e sim de quando o Jump Scare vai vir. O climax da cena, quando a freira se materializa lentamente atrás do quadro, além de eu achar visualmente bastante inventivo, é coerente com o que veio antes. Podia ter uma quebra de expectativa, e esse Jump Scare não vir? Podia. Mas esse nunca foi o estilo do James Wan, e acho que nem da franquia. 


 

Eu concordo com tudo com relação a tecnicidade da cena, foi bem feita e foi feita pra atingir esse climax, foi honesta, mas ainda assim foi pior do que não mostrar a freira.

Pra mim teria se tornado uma puta sequencia ameaçadora se o climax fosse o resultado psicológico perdubador do vacuo da presença materializada da freira, e sim ela agindo de forma a derrubar o psicologico da medium. Pra mim, a cena terminaria muito melhor se a sombra fosse pra o quadro e ficasse ali aquele quadro encarando a personagem da medium sem que o espectador tivesse a certeza que aquela imagem no quadro era a aparição ou o quadro, mas que o diretor conseguisse bolar alguma ameaça real resultando disso, como: a sombra vai até o quadro, a medium fica encarando o quadro por longo tempo, a imagem ficasse presa no quadro, encarando-o por tanto tempo que gerasse quase que uma claustrofobia do ambiente fechado escuro e tenebroso e dai acontecesse algo dúbio que pusesse a vida da mulher em risco.  

 

 

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Eu não tenho nada contra o terror sutil. Gosto muito, alias. Adoro o terror de sugestão. Mas também não tenho nada contra o seu avesso. Como eu disse acima, a aparição do monstro é totalmente coerente com a forma como a cena é construída. É um aspecto "túnel do terror"? Sim. Foi feita pra atingir o seu máximo efeito apenas na primeira assistida? Igualmente. Mas não vejo problema nenhum nisso.

As aparições hoje em dia, se não forem amarradas por um clima sugestivo muuuuito bem feito, me tira da imersão do filme, completamente.

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Mas o horror que trabalha com as imagens mais explicitas (a aparição do monstro, o cadáver encontrado na geladeira, a punhalada no peito da vítima, etc) é isso. O horror é o desenlace do terror da cena. Se você não consegue lidar com o horror, e só curte os aspectos de sutileza e sugestão, ai o problema não é do filme,  e sim seu que não consegue suspender a descrença. Esse estilo de terror não é do seu gosto. 

Mas ai é que está, concordo com tudo, mas a imgem pode ser sugestiva,, e não física. 

Você pode vislumbrar uma imagem de horror só através de sugestões ou pode ver a imagem de horror, e eu acho que filmes que mais me tocam trabalham mais na primeira linha.

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Invocação do Mal 3 já finalizou suas filmagens e agora está em processo de pós-produção, mas o terror trará uma novidade interessante.

 

A página The Conjuring Universe revelou que Mitchell Hoog e Megan Ashley Brown farão versões jovens do casal Ed e Lorraine Warren, personagens vividos por Patrick Wilson e Vera Farmiga na franquia. A conta do filme no IMDB confirma a informação. A história do filme deve envolver o julgamento de um homem que cometeu um assassinato enquanto estava supostamente possuído por um demônio.

 

Confira os atores abaixo.

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