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Forum Cinema em Cena
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SergioB.

Oscar 2020: Previsões

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Produção da Amazon, "The Aeronauts" é um filme apenas razoável, na média de sua péssima primeira hora, e seus excelentes 10 minutos finais.

O filme, porém, tem um roteiro fraudulento (que tenta contemporizar com o alerta "inspirado em fatos verdadeiros" debaixo de seu título), que é na verdade uma chicana cinematográfica. Como é possível mudar o sexo do cientista apenas para "lacrar" perante a nossa sociedade? Nem a estudantada canhota brasileira pode consentir com uma aberração dessas. É muito pra minha cabeça. Tudo no filme,  então, se torna uma nota de 3; um uísque paraguaio. Não dá pra acreditar em nada, e perde-se uma boa história de cunho científico. Eu realmente queria saber o que tem de verdade nisso tudo.

Tirando isso, Felicity Jones é realmente uma boa atriz, escapa. Eddie Redmayne, que é bom ator, precisa urgentemente sair desse esquema de filmes de época, e quebrar sua "casca". Fazer um filme de ação, fazer um filme de putaria, fugir rapidamente das biografias.

Em termos de Oscar, não dá para descartar a já oscarizada Alexandra Byrne em Figurino. Sempre um nome forte. Indicada em 2019, novamente, por "Mary Queen of Scots", ou seja, um filme do radar de baixo. É muito querida pela Academia.

Felicity Jones and Eddie Redmayne in The Aeronauts (2019)

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F I N A L M E N T E!!!

Há muitos anos eu esperava para ver essa adaptação. A primeira adaptação de um livro, de 1 dos 3 únicos livros - escritos um a cada década - de uma das maiores escritoras do mundo, a americana, excêntrica e linda, Donna Tartt. Ler algo dela é entrar em contato com minúcias, detalhes e sentido de realidade, algo Tosltiano, é entrar em contato com uma abrangência enorme da vida contemporânea,  é como... " estar vendo um filme". "O Pintassilgo", livro, ganhou o Pulitzer, mas "O Pintassilgo", filme, não irá ganhar nenhum Oscar. 

É que a adaptação de um romance de 800 páginas não é trivial, é difícil mesmo fazer tudo ficar fiel, e dentro de compasso de tempo que ainda seja comercial. O que posso dizer é que Peter Straughan fez um ótimo trabalho, dentro dos limites. A adaptação está fidelíssima! O design de K.K. Barret é incrível, é o livro estampado. Oakes Fegley está excelente, assim como Nicole Kidman, e outros do elenco. Por muito tempo, vislumbrei uma indicação ao Oscar para os coadjuvantes Sarah Paulson e Finn Wolfhard, pois eles ficaram com personagens deliciosos. Os dois, felizmente, estão muito bem; corresponderam. Embora, claro, no livro, os personagens se desenvolvem muito mais, com muito mais nuances.

Eu realmente não entendo alguém dizer que esse filme é "ruim". Podem até dizer que "não funciona", já que há muita história a ser contada. Mas dizer que é ruim? Não o é, de jeito nenhum. As críticas e as notas baixas são muito injustas, a meu ver.

O filme, mesmo com suas 2h: 29, vale muito a pena!

Um trabalho muito injustiçado.

Oakes Fegley in The Goldfinch (2019)

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SPIRIT AWARDS 2020:

Best Feature
A HIDDEN LIFE
CLEMENCY
THE FAREWELL
MARRIAGE STORY
UNCUT GEMS

Best Director
Robert Eggers – THE LIGHTHOUSE
Alma Har’el – HONEY BOY
Julius Onah – LUCE
Benny Safdie, Josh Safdie – UNCUT GEMS
Lorene Scafaria – HUSTLERS

Best First Feature
BOOKSMART
THE CLIMB
DIANE
THE LAST BLACK MAN IN SAN FRANCISCO
THE MUSTANG
SEE YOU YESTERDAY

Best Female Lead
Karen Allen – COLEWELL
Hong Chau – DRIVEWAYS
Elisabeth Moss – HER SMELL
Mary Kay Place – DIANE
Alfre Woodard – CLEMENCY
Renée Zellweger – JUDY

Best Male Lead
Chris Galust – GIVE ME LIBERTY
Kelvin Harrison – Jr., LUCE
Robert Pattinson – THE LIGHTHOUSE
Adam Sandler – UNCUT GEMS
Matthias Schoenaerts – THE MUSTANG

Best Supporting Female
Jennifer Lopez – HUSTLERS
Taylor Russell – WAVES
Zhao Shuzhen – THE FAREWELL
Lauren “Lolo” Spencer – GIVE ME LIBERTY
Octavia Spencer – LUCE

Best Supporting Male
Willem Dafoe – THE LIGHTHOUSE
Noah Jupe – HONEY BOY
Shia Labeouf – HONEY BOY
Jonathan Majors – THE LAST BLACK MAN IN SAN FRANCISCO
Wendell Pierce – BURNING CANE

Best Screenplay
Noah Baumbach – MARRIAGE STORY
Jason Begue, Shawn Snyder – TO DUST
Ronald Bronstein, Benny Safdie, Josh Safdie – UNCUT GEMS
Chinonye Chukwu – CLEMENCY
Tarell Alvin Mccraney – HIGH FLYING BIRD

Best First Screenplay
Fredrica Bailey, Stefon Bristol – SEE YOU YESTERDAY
Hannah Bos, Paul Thureen – DRIVEWAYS
Bridget Savage Cole, Danielle Krudy – BLOW THE MAN DOWN
Jocelyn Deboer, Dawn Luebbe – GREENER GRASS
James Montague, Craig W. Sanger – THE VAST OF NIGHT

Best Cinematography
Todd Banhazl – HUSTLERS
Jarin Blaschke – THE LIGHTHOUSE
Natasha Braier – HONEY BOY
Chananun Chotrungroj – THE THIRD WIFE
Pawel Pogorzelski – MIDSOMMAR

Best Editing
Julie Béziau – THE THIRD WIFE
Ronald Bronstein, Benny Safdie – UNCUT GEMS
Tyler L. Cook – SWORD OF TRUST
Louise Ford – THE LIGHTHOUSE
Kirill Mikhanovsky – GIVE ME LIBERTY

John Cassavetes Award
BURNING CANE
COLEWELL
GIVE ME LIBERTY
PREMATURE
WILD NIGHTS WITH EMILY

Robert Altman Award
“Marriage Story”

Best Documentary
AMERICAN FACTORY
APOLLO 11
FOR SAMA
HONEYLAND
ISLAND OF THE HUNGRY GHOSTS

Best International Film
INVISIBLE LIFE, Brazil
LES MISERABLES, France
PARASITE, South Korea
PORTRAIT OF A LADY ON FIRE, France
RETABLO, Peru
THE SOUVENIR, United Kingdom

Piaget Producers Award
Mollye Asher
Krista Parris
Ryan Zacarias

Someone to Watch Award
Rashaad Ernesto Green – PREMATURE
Ash Mayfair – THE THIRD WIFE
Joe Talbot – THE LAST BLACK MAN IN SAN FRANCISCO

Truer Than Fiction Award
Khalik Allah – BLACK MOTHER
Davy Rothbart – 17 BLOCKS
Nadia Shihab – JADDOLAND
Erick Stoll & Chase Whiteside – AMÉRICA

Annual Bonnie Award
Marielle Heller
Lulu Wang
Kelly Reichardt

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Li o livro no ano passado, e não acredito até agora que o Roteiro optou por responder a pergunta do título nos primeiros 10 segundos do filme! Poxa, no livro a Bernadette é uma personagem ausente, um fantasma, tudo que sabemos dela é narrado pela filha, ou dito pela vizinha, ou revelado pelos seus e-mails...No filme, optou-se por ter Cate Blanchett presente em todas as cenas. E optou-se por mudar a personalidade do personagem do Billy Crudup. Perdeu-se o mistério e a surpresa do livro, para realçar essa coisa que o cinema de Linklater mais gosta: a intimidade familiar, os laços entre as pessoas...

Tudo o mais: a casa, as roupas, os projetos amalucados, os problemas com a vizinha, a hilaridade surreal da personagem, tudo confere. Ficou bem fiel ao livro.

Não vai chegar ao Oscar em nenhuma categoria, nem deveria.

Mas talvez role uma indicação no Globo de Ouro em Atriz de Comédia para a Cate Blanchett, que, nem precisava dizer, está perfeita.

Cate Blanchett in Where'd You Go, Bernadette (2019)

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2 hours ago, Gust84 said:

Finalmente conferi Parasita!

Baita hein!

Filme do ano até agora. 

É demais! Estou pensando nele há 3 meses. Já vi todas as resenhas de Youtube, do Brasil, dos Estados Unidos, e da França.

Apenas um cara me chamou a atenção para algo que eu não tinha percebido ainda. Em mais de um momento, as luzes piscam, falham...

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O que eu mais gostei é que dentro da premissa, e de cada acontecimento, do início ao fim, que surpreende de todas as formas,  o filme tem um charme, tem algo de robusto. 

É um filme cascudo,  worldclass,  tem um patamar de filme grande. Não consigo ser mais claro, que isso,  é a diferença de encher a cara com corote, e tomar uma taça de um vinho hiper caro, mas o detalhe é que quem te serviu essa taça, chamou o vinho de corote, hahaha. 

Enfim,  Tô também vasculhando as reviews por aí. 

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5 hours ago, SergioB. said:

Quero saber se o Red Bull de vocês já está comprado pra ver "The Irishman" amanhã. Vou encarar na madruga.

É a meia noite?

Sair da baixada, e ir direto pra casa assistir, hehe.

Se o athlético vencer, estarei na hype e acordado, poderei ver. Se perder, estarei puto e acordado, também poderei ver. 

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3 hours ago, Gust84 said:

É a meia noite?

Sair da baixada, e ir direto pra casa assistir, hehe.

Se o athlético vencer, estarei na hype e acordado, poderei ver. Se perder, estarei puto e acordado, também poderei ver. 

Na verdade, na verdade, ano passado, com "Roma",  eu fiquei grudado à meia-noite, mas ele só foi posto no meio da manhã. 

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"Frozen II", sucesso de público já é. Fez 130 milhões nos Estados Unidos, 50 na China e por aí vai...Deve ficar próximo ou  passar à marca do bilhão. 

É melhor do que o primeiro? Não. Mas, gente, é muito bem feito. Tem duas sequências técnicas do meio para o final que são "Woowwww". Mas o Roteiro é seu ponto mais débil. Parece faltar um grande "tema", pois a ideia de "viveremos sempre juntos" , pra mim, é pouco, além de ser curiosamente diametralmente oposta à moral da conclusão de "Toy Story 4", seu maior concorrente na Categoria do Oscar, que apresenta, por sua vez, uma visão da vida muito mais realista e corajosa.

A parte musical me surpreendeu. Não esperava gostar de nada. Muita gente tem se digladiado na internet sobre qual música é a melhor:"Into The unknoow" (que, pra mim, é só a terceira melhor), ou "Show Yourself" (pra mim, a melhor, presente em uma sequência absurdamente maravilhosa perto do final). A minha segunda canção preferida é apresentada logo no começo, uma canção graciosa e para cima chamada "Some Things Never Changed". As três devem entrar na pré-lista de Best Song, e aí é aquela luta para saber qual ficará entre as 5. Acho que "Frozen II" tem portanto bastante potencial para emplacar duas indicadas em Melhor Canção, mas o ano está forte. Contudo, todavia, entretanto, nenhuma das três tem o poder irrepetível de "Let it Go".

O filme ainda tem uma canção solo do Kristoff, interpretada pelo Jonathan Groff, de "Hamilton", e que emula os video-clipes dos anos 1980. Ficou bem legal. Mas Olaff, novamente, é o personagem responsável pela grande diversão e pelas (poucas) risadas.

É um bom filme. Vejo, no momento, "Toy Story 4" como franco favorito em Animação.

 Mas meu voto, na categoria, seria, até agora, para "How To Train Your Dragon: The Hidden World".

Kristen Bell, Idina Menzel, Josh Gad, and Jonathan Groff in Frozen II (2019)

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Se quisessem encerrar suas carreiras, os amigos septuagenários, e lendas do cinema,  Robert, Joe, Al, e Martin, poderiam ter em "The Irishman" um gran finale absoluto. 

É magnífico! É maravilhoso! É uma aula de cinema! Épico!

Eu não estou raciocinando bem para escrever, por que, entre outras coisas, "The Irishman" é extenuante também. Seja pela sua enorme duração, mas seja pela sua complexidade. Em certo momento, confesso, eu tive de parar o filme, para poder pesquisar um pouco sobre algumas informações históricas muito específicas dos Estados Unidos, que, eu, por ignorância, não tinha tanto conhecimento. É um filme que exige bastante do espectador, o que é ótimo, por sinal.

Antes de ressaltar tudo que é maravilhoso, tenho que afirmar que o Roteiro propriamente não foi o que eu mais gostei. Trabalho de adaptação de Stevem Zaillian (Oscar por "A Lista de Schindler"). É que a história é muito rica, vai em muitas direções, inclusive políticas ( Os descendentes da família Kennedy devem estar posessos! Fica a pergunta: Haveria um outro irlandês na máfia estadunidense?). Tantas direções, que, por vezes, eu pediria um pouco mais de "foco" no veio principal. Não li o livro, não posso atestar a fidelidade, mas posso dizer que não faria falta eliminar uma ou mais subtramas do início.

No mais, show de Figurino, show de Design de Produção, show de Maquiagem, show de Fotografia, show de Montagem; todos os profisisonais serão indicados ao Oscar, em suas categorias, com justiça. Mas eu diria que o Bob Shaw, responsável pelo Design , briga pau a pau com os profisisonais do Filme do Tarantino. Não sem quem mais mitou! Talvez o meu voto fosse para ele, nunca, sequer, indicado. É...muito...muito cenário...muitos ambientes...muitas épocas...muitos setores...É um trabalho de Hércules! Se Prieto, em Fotografia, ganhar, será outro mexicano com o prêmio na categoria nesta década (está até engraçado!).

Agora, os atores são o principal. Todo o elenco está soberbo, mesmo a Anna Paquin, que, infelizmente, "diz" pouco com as palavbras, mas muito com o olhar. Amei as atrizes que fazem as esposas dos mafiosos, acrescento.

Agora, gente...Al Pacino!!!!! Que monstro! Que atuação!!!! O primeiro discurso dele me deu arrepio (Tenho, pessoalmente, pavor de Sindicatos e líderes sindicais, no geral. O filme , aliás, em uma de suas linhas, mostra como esssas organizações podem se converter facilmente em células criminosas com seu populismo econômico-social como disfarce). Bati palmas! Acho que é uma das maiores interpretações de sua carreira , e vai para a nona indicação ao Oscar, com certeza. Amei o Brad Pitt no filme do Taranta, mas não dá nem pra por lado a lado. É outro nível. Dafoe em "The Lighthouse" está soberbo também, mas num papel "estranho". O Pacino tem muita, mas muita chance, de ganhar seu segundo Oscar.

Joe Pesci...Ah, gente! Para! Que composição! Todos esperavam outro mafioso baixinho desafiador e violento, e ele aqui está numa pegada até tranquila - vamos dizer - mais "senhorial", dono da situação. Se pegarmos "Os Bons Companheiros", "Cassino", e "O Irlandês", em sequência, é quase uma ascensão profissional.  Muito talentoso.

Quanto ao Robert de Niro ....Tenho lido por aí que...ele não faz, na verdade, nada demais em nível de atuação...mas, mesmos esses detratores, têm de ressaltar: "com exceção da cena do telefone", dizem eles. Gente...essa cena do telefone, no final do filme... Só por ela, ele merece a indicação ao Oscar, sua oitava.

Martin Scorsese, o cinema é seu. Quantos planos incríveis! Tá difícil falar de qual a melhor cena. Um espetáculo. Com certeza, tem muita chance de ganhar seu segundo Oscar de Direção. Fez um filme sobre  sobre como as dívidas de lealdade podem ser maiores do que a própria virtude da lealdade.

E fez um filme sobre o envelhecimento. O tempo que passa (E que até pode ser rejuvenescido em CGI, de maneira satisfatória, não excelente, com a tecnologia disponível hoje em 2019) estampado no rosto dos seus queridos. O tempo que nos resta. O tempo que perdemos.

Um Grand Finale!

Robert De Niro, Al Pacino, and Joe Pesci in The Irishman (2019)

 

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"Hustlers" tem recebido elogios inesperados desde a sua estréia, e com certeza vai levar uma indicação ao Oscar, a de Atriz Coajuvante para Jennifer Lopez. 

Fui ver empolgado, e a empolgação aumentou, com a cena de pole dance de Jennifer ao som de "Criminal" da Fiona Apple. Valeu o filme. Ela está naturalmente à vontade, num universo que domina bem, de música, dança, roupas sensuais, e um trabalho de interpretação à base de carisma e presença. Agora...Ganhar o Oscar? Da Laura Dern? Socorro! 

O problema é que o filme desandou para mim depois de seus ótimos 30 minutos. É que comecei a ver o mesmo filme que os americanos constantemente fazem: prostitutas como mães abnegadas, que, não, não fazem sexo (oral), não vão pra cama com ninguém, apenas "dançam". É o moralismo mais besta que há. Com certeza, não fazem esses filmes para adultos, e, não fazem esses filmes para mim, pois odeio produções que têm medo do seu próprio objeto. Não há nenhuma cena de sexo em "Hustlers"! O sexo, parece dizer a diretora, é o dinheiro. A verdadeira orgia, no mundo atual, é a grana que é jogada em você. O filme ainda lança a ideia de que os verdadeiros estelionatários estão na bolsa de valores, e não aplicando pequenos golpes pelas boates.

Por que será que sempre há uma justificativa de matiz de esquerda para os roubos?

* A oscarizada Mercedes Ruehl faz uma pontinha no filme; completamente arruinada pelas plásticas. Uma pena.

Jennifer Lopez, Keke Palmer, Constance Wu, Lili Reinhart, Lizzo, and Cardi B in Hustlers (2019)

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"I Lost My Body" é uma animação francesa que recebeu uma chuva de elogios e prêmios em Cannes, e depois se tornou o grande vencedor do prestigiado Festival de Animação de Annecy. Foi adquirido pela Netflix, e, com enorme apoio dos profisisonais de animação, está cavando sua vaga entre os 5 indicados da categoria no Oscar. Nathaniel Rogers, mais uma vez, foi o primeiro a perceber o potencial do filme. 

É um espetáculo de roteiro! Uma  mão tenta reencontrar o seu corpo, o que é uma metáfora maravilhosa para amar a si mesmo. Adoro quando a técnica da animação conta histórias realistas, adultas, urbanas, contemporâneas até um tanto soturnas -  mas, ao mesmo tempo, valendo-se de artíficios que a não-animação jamais conseguiria. 

Jérémy Clapin é o diretor e roteirista. 

A cena do reencontro é de chorar de tão elegante. Das cenas grandes do ano.

J'ai perdu mon corps (2019)

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