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ERIC KRIPKE, DE THE BOYS, ACREDITA QUE OS FILMES DA MARVEL SÃO “PERIGOSOS”

O grande sucesso do Prime Video, The Boys, é uma sátira da cultura de heróis desde a sua concepção nos quadrinhos. E essa ideia não para em tela ou nas páginas: Eric Kripke, responsável pela série, tem uma opinião bem agridoce sobre super-heróis, principalmente sobre as produções Marvel.
Hoje, o Universo Cinematográfico Marvel é um dos maiores titãs da indústria do entretenimento. Enquanto muitos veem essa abrangência como algo positivo, pela mensagem de esperança e representatividade que carrega, existem críticas severas às criações da Casa das Ideias.
Além de liderar The Boys, que satiriza todo esse universo de heróis, Eric Kripke não possui uma opinião tão positiva sobre o UCM. Conversando com o THR (via ScreenRant), apesar de admitir que gosta dos filmes do estúdio, showrunner ponderou sobre a influência da Marvel no mundo, hoje, explicando que vê como “perigosa” a quantidade de filmes do estúdio que carregam a mensagem de “treinar uma geração inteira para esperar por alguém forte para vir te salvar”.
De acordo com Kripke:
É esse o motivo que eu vejo para você terminar com pessoas como o Trump e populistas que dizem, “Eu sou o único que pode fazer isso, será apenas eu”. E eu penso que a maneira que a cultura pop condiciona as pessoas sutilmente, eu acho que está condicionando elas da maneira errada – porque tem muito material. Então eu acredito que é legal ter um corretivo, pelo menos um pedacinho nosso, que diga, “Eles não vão vir salvar você. Abrace sua família e salve a si próprio”.

 

Interessante a análise dele. Porém a expectativa por um "salvador da pátria" existe desde antes de uma suposta influência comportamental por parte de hollywood. os contos de fada ja davam conta disso..aprendiz do Alan Moore...🤮

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21 minutes ago, Jorge Soto said:

expectativa por um "salvador da pátria"

interessante o que o cara ali disse, realmente. Mas, sobre essa pré-existência: temos uma audiência gigante, o cinema, que acompanha uma saga única, de personagens com certa "força maior", e de um "único" estúdio, que pode ter suas agendas em conta-gotas. Então, sim... entendo que o cara coloque isso em outro patamar.

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36 minutes ago, primo said:

interessante o que o cara ali disse, realmente. Mas, sobre essa pré-existência: temos uma audiência gigante, o cinema, que acompanha uma saga única, de personagens com certa "força maior", e de um "único" estúdio, que pode ter suas agendas em conta-gotas. Então, sim... entendo que o cara coloque isso em outro patamar.

A religião basicamente usa isso, todos querem crer em um "salvador da pátria", assim como  ideologias ateístas como o marxismo e suas derivadas também usam dessa tática. Mas por outro lado, as jornadas dos heróis incentivam as pessoas a serem mais "do bem". E essa fala dele "salve a si próprio" pode ser interpretada de maneiras bem egoistas, temerária, e os The Boys sao uma bando de egoistas, a motivação é a vingança por algo que sofreram. Como tambem isenta a responsabilidade do estado de fazer o bem pela coletividade. Parece variante daquele velho papinho que videogames violentos cria pessoas violentas..
Vi que ele também falou que acha que super-heróis populares são ''inerentemente fascistas'' e, honestamente, pra mim tá mais é parecendo que ele tá querendo se achar a última bolacha do pacote só porque fez uma série diferente. Sem desmerecer o valor e qualidade da produção em si, mas é cansativo esse povo que parece querer se promover sendo o diferentão que repudia o mainstream, pagando de anti-Trump. Tá parecendo aquela modinha de uns tempos atrás onde um cineasta diferente a cada semana ficava falando mal de filme de super-herói.

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1 hour ago, Jorge Soto said:

essa fala dele "salve a si próprio" pode ser interpretada de maneiras bem egoistas, temerária, e os The Boys sao uma bando de egoistas, a motivação é a vingança por algo que sofreram

Salvar a si próprio - e o cara inclui a família na mesma frase - tem uma interpretação mais razoável e que até se encaixa mais no contexto de manipulação das massas que a série aborda, seja uma agenda do estado ou de empresas com poder que vai "além dos contratos". Eu me refiro ao conceito de ter uma visão própria do cenário, acreditar nisso e não se deixar levar pela manipulação. Se a pessoa pensa no bem coletivo, mas age com base em seus princípios, que são, claro, produto de algo naturalmente coletivo (comunidade, família, escola etc.), não há traço de egoísmo, não necessariamente e não além de certa individualidade sadia. Sim, cada um tem suas demandas individuais, e, por mais que os personagens sejam motivados inicialmente de modo individual, eles estão em uma jornada para algo coletivo. E, como toda boa história, devem ser alterados por essa jornada.

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  • 2 weeks later...
  • 2 weeks later...

HOMEM FANTASIADO COMO CAPITÃO PÁTRIA, DE THE BOYS, SALVA PESSOA DE INCÊNDIO

Capa da Publicação

Quem assiste The Boys sabe que o Capitão Pátria não é flor que se cheire, estando sempre mais interessado em ser amado e adorado pela população do que realmente salvar as pessoas. Contudo, nesse Dia das Bruxas, os papéis se inverteram e um homem fantasiado como o vilão da série do Amazon Prime Video salvou outro homem de um incêndio.
Chris Taylor estava indo, junto de sua noiva e seus filhos, para uma festa de Halloween, quando no caminho viu uma casa de dois andares pegando fogo. Taylor então foi imediatamente até a casa e perguntou se alguém precisava de ajuda. Tudo isso vestido como o Capitão Pátria.
Ao falar sobre o incidente, Taylor disse ao WTHR que ao entrar na casa “gritei o mais alto que podia, ‘tem alguém aqui?’ e ouvi, como se alguém tivesse levado um soco no esterno, como você soa quando está perdendo o ar – eu ouvi um som assim; meio que um gemido e um som fino. Tinha chamas ao redor e bem perto de mim, minha fantasia estava ficando quente, eu senti como se estivesse derretendo, não consegui respirar. A fumaça era muito, muito pesada”. 
Taylor encontrou um homem preso no segundo andar e conseguiu o levar para fora em segurança. O homem está bem e segundo a reportagem chegou a recusar atendimento médico após ser salvo.
Em seu twitter, Antony Starr, que interpreta o Capitão Pátria na série disse: “Nunca fui um pai mais orgulhoso”.

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