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O Diabo Veste Prada


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O Diabo Veste Prada (The Devil Wears Prada, 2006)

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***,5

 

Uma vez mais, começo profundamente envergonhado de avisar que: não, não li o livro que gerou o filme. Mesmo assim, pelos comentários ouvidos, vou tentar comentar algo a mais que o de costume.

 

Pois bem, nesta nova comédia; Anne Hathaway (apenas um rostinho bonito) é uma garota esperta e, independente (ao menos, na sua concepção) de dois mundos: o da moda e o do trabalho. Sonhando em ser jornalista, ela vai trabalhar na RunWay, onde Miranda Priestley (Meryl Streep) é a gerente. Começa, então, uma epopéia da personagem principal em busca de parar de preocupar-se com esses mundos.

 

Como o espectador já espera, é Streep quem arranca as (poucas) risadas e dá o charme requerido ao filme. E, uma vez mais, destaco sua imensa versatilidade, trabalhando desta vez como um alguém ácido, mas humano; com o brilhantismo de sempre. Mas, da mesma forma como esperamos-na genial e o fato confirma-se verdadeiro, também podemos prever os rumos do filme. Primeiro, porém uma breve pausa para falhar de “fatores secundários”:

 

A fotografia irrita os olhos (e não propositalmente, como alguém poderia defender): seja com as alternâncias, sem muita explicação, do dia para a noite e vice-versa; ou com os flashes abusados (até um miserável, com todo respeito a todos os seres humanos – claro –, sabe que modelos + fama = fotos + fotos; é quase como 1 + 1 = 4 – 2). A trilha sonora começa com a música que, simplesmente, ninguém agüenta, devido à novela “Belíssima” (resta saber quem copiou de quem) e não tem mais que duas cenas com músicas instrumentais diferentes. Enquanto isso, o diretor David Frankel preocupa-se em dar uma de estilista e trazer à tona preços, cores, modelos, estilos, enfim.

 

Mas, voltando aos acontecimentos neste longa-metragem, a crítica feita à sociedade e às modelos, chefes de revista etc. sai murcha (oposto ao que eu ouvi falar do livro); fica a sensação de que fomos tentados a sentir pena de Miranda e, afinal das contas, não temos a decisão de quem é o verdadeiro culpado, pois Anny (Hathaway) consegue se livrar do trabalho, Emily (o tipo clichê-ambulante) é a vítima. Bem, talvez Jaqueline (a francesa), mas esta sai-se bem. Outros fatores influenciadores negativos são os “momentos-família” e “românticos”, mais outros diversos “chororôs” de Anny e algumas personagens que funcionam como lingüiças a serem enchidas na nossa paciência (para que diabos, com o perdão do trocadilho, servem, por exemplo, sues amigos, namorado e “paquera” – este último ainda consegue um Harry Potter para ela).

 

Apesar dos pesares, “O Diabo Veste Prada” consegue encaixar boas saídas para a personagem de Miranda (ainda que o fato de “ela ser coitadinha” tenha prejudicado um pouco), resta saber se senti isso por ser Streep o seu símbolo ou pelo roteiro ter conseguido, sim, explorar sua família, seu lado frio e seu lado quente, sua inteligência, sua percepção e sua vulnerabilidade. Também joga algum peso sobre viciados em dinheiro e evita um final “patroa e empregada amigas e livres para sempre”; menos alegria e “laçadas” para atrair o público (a câmera lenta e o telefone jogado à lagoa) a esquecer tais fatores negativos (citados nos parágrafos anteriores) e teria terminado perfeitamente bem. Ah, e sabe que nem me incomodei com Gisele Bündchen ao final das contas? Consegue falar menos o sotaque estúpido, não tem cenas “lamentáveis” como em Táxi e faz menos barulho.
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Eu esperava mais desse filme... todo mundo tava falando bem.

 

Chegando no cinema, sessão lotada, todo mundo esperando ansiosamente o começo do filme.

 

Fiquei um pouco decepcionado. Êta filmezinho clichêzão, viu...

Completamente previsível, como se fosse mais um daqueles filmes da Disney para menininhas de 7 a 13 anos.

Tsc.

 

 

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O filme vale pela atuação da Meryl Streep , ótima como a editora temida por todos . A produção , no final das contas , é até bem tímida na sua crítica sobre o mundo da moda e o final é bem tolinho e moralista . A figura da editora foi bem atenuada . Segundo consta , a editora da vida ( a Anna Wintour , da Vogue) é um autêntico diabo ,que constrói e destrói carreiras facilmente ,hehehe.

 

Anne Hathaway consegue se sair com competência , em meio ao desempenho inspirado de Meryl , mas a Emily Blunt se destacando mais  como a assistente inglesa arrogante .

 

Produção bem leve , material para futuras exibições na Sessão da Tarde , mas até que é um filme agradável e que é melhorado pela Meryl Streep .Achei a ponta da Gisele Bündchen até simpática , não deu tempo para ela pagar muito mico de tão rápida que é ,heheh.

 

Li agora que é o filme que está em primeiro lugar nas bilheterias internacionais : http://cinema.uol.com.br/ultnot/2006/10/09/ult26u22523.jhtm .

 

O sucesso do filme é por causa do trabalho da Meryl Streep .
Fernando2006-10-09 18:33:01
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 Bom texto retirado do jornal "Estado de Minas" sobre o filme "O Diabo Veste Prada".

 

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"O diabo veste Prada" discute relações de trabalho e amor contemporâneos - 10/10/06


Filme e best-seller de sucesso usam bastidores do mundo da moda para discutir relações profissionais e afetivas da vida contemporânea

Gracie Santos
EM Cultura

Barry Wetcher/Fox Film

diabo180.jpg"As versões de O diabo veste Prada – livro da jornalista Lauren Weisberger e filme de David Frankel, conhecido pelo trabalho na TV norte-americana como diretor de diversos episódios de Sex and the city – não são, como podem parecer, apenas romance ou comédia dramática sobre o mundo fashion. Um e outro se dão ao luxo de extrapolar passarelas e bastidores da alta-costura, mostrando como andam relações políticas, econômicas e sociais na vida contemporânea. Se a personagem central Miranda Priestly (no cinema, Meryl Streep), personificação do poder e status, desfila com elegância e frieza as mais importantes grifes da moda, ao mesmo tempo é submetida a um striptease pela autora, que está mais interessada na relação dominador/dominado. Nem que para isso tenha que deixar o diabo nu. Pouco importa se a jornalista se inspirou em Anna Wintour, editora de moda da Vogue, com quem trabalhou. O importante são as questões colocadas no livro (e filme): Quanto vale a sua alma? Quantos Gucci, Prada, Chanel ou malas pretas seriam necessários para comprá-la?

“Moda é isso, extrapola tudo, permite abordar todos os pecados. Gosto de uma fala de Al Pacino em O advogado do diabo (1997), quando ele diz que o ponto fraco da humanidade é a vaidade. A indústria da vaidade atua onde há insegurança e se aproveita disso porque a falta do ser humano é muito grande”, analisa o estilista Ronaldo Fraga. Vem daí o poder da marca, cada vez maior na sociedade contemporânea. “O homem moderno não precisa de mais uma camiseta. O mundo já tem roupas suficientes para mais 100 anos. O que nós queremos não é mais uma roupa, queremos comprar um universo. E com ele a possibilidade de deixarmos de ser coadjuvantes da nossa história. A Prada é chance de colocar você como personagem principal de um contexto. Um figurante não vai vestir Prada. Essas marcas estão carregadas de códigos; dependendo do que você veste, assume um papel”, afirma.

Ronaldo Fraga já viu muitos filmes que não conseguiram refletir o mundo da moda (“como Prêt-à-porter, de 1994, de Robert Altman”), mas, no caso de O diabo veste Prada, acredita que tenha facilitado um pouco a reprodução da realidade o fato de a autora ter trabalhado na revista Vogue com Anna Wintour. “Soube que o escritório de Anna foi fielmente reproduzido no longa para abrigar Miranda, e que, no dia seguinte àquele em que assistiu ao filme, Anna mudou toda a decoração de sua sala”, conta. O estilista tem sido freqüentemente perguntado sobre quem seria a Miranda da história da moda brasileira, mas não acha que exista uma. Defende que ainda somos muito amadores, ingênuos nessa indústria, menos mercantilistas e, por isso mesmo, teríamos apenas mosaico, com várias pessoas para somar uma Miranda. “Gostaria de acreditar que esse personagem está fora de moda, é coisa do passado”, afirma.

Humor

Para compreender o universo da moda e enxergá-lo por outras vias, Ronaldo Fraga receita muito humor (que, inclusive, há mais no filme que no livro). “Observar o mundo da moda é como ver macacos no zoológico, separados por um fosso d’água. Tem coisa para rir, coisa para morrer de raiva, coisa para tentar interferir, brigar. Vendo a distância, pode-se perceber que essa indústria da vaidade tira o melhor e o pior do ser humano. Por isso permite discussões várias. É bom que se entenda a moda também como registro de nosso tempo, algo que permita compreender o porquê da existência de tudo”.

A psicanalista Inez Lemos explica que os homens buscam poder na política (“campo do exercício da vaidade masculina”), enquanto as mulheres tentam encontrá-lo na beleza (“com o que exercitam sua vaidade”). Como a base do ser humano é narcísica, faz parte da sexualidade feminina essa necessidade de se sentir eleita, escolhida. “Na verdade, a mulher se veste bem para outra mulher, está disputando o falo, esse lugar da luz, quer provar para ela mesma que pode ter esse poder”, afirma a psicanalista. Daí a sedução natural que a mulher sente em relação à moda. “O mundo fashion é palco de luz, bom lugar para se ganhar essa disputa narcísica”, esclarece Inez Lemos.

Se for possível, como para a personagem Miranda, aliar poder e beleza, a psicanalista explica que essa terá sido a forma escolhida por ela para se sentir reconhecida. “O importante é saber que tudo isso é um paradoxo, uma faca de dois gumes. Todo mundo quer apostar na beleza, mas apostar só nisso é vazio. No Brasil, temos altos índices de cirurgias plásticas e de anorexia. Mas algumas pessoas buscam formas mais interessantes para preencher suas faltas. Caso da jornalista Lauren Weisberger, por exemplo, que usou sua experiência no palco da moda criando espaço para o questionamento e a reflexão”.

O livro

No início do livro de Lauren Weisberger o leitor se imagina diante de mais uma Bridget Jones ou simplesmente o diário de uma garota que experimenta a sedução do mundo da moda. Andréa Sachs ou Andy acaba de deixar a faculdade e quer ser escritora. Consegue emprego como assistente da maior editora de moda do planeta, Miranda Priestly (da qual nunca havia ouvido falar), e passa a integrar o time das “garotas pelas quais as outras dariam tudo para estar no lugar”. Esse é o mote, eixo da trama. Importante é saber o que é esse tudo (a alma?). Andy insiste em manter sua aparência desleixada em meio a glamourosas e anoréxicas colegas de trabalho. Não quer se deixar engolir pela máquina.

O livro tem ritmo alucinante, linguagem simples, diálogos redondos. Personagens paralelos (a amiga Lily, o namorado Late e a colega de trabalho Emily) são fundamentais para a autora amarrar sua trama, aprofundar os questionamentos que propõe. Do lado do bem, amigos e famílias; do mal, a robotizada Emily. Curiosamente, Miranda insiste em chamar Andréa de Emily, “a nova Emily”, deixando claro que todas vão se tornar, no fim, a mesma pessoa, o séquito de mirandas. A história prende não apenas pelo ritmo, mas pela curiosidade para a resposta à pergunta principal: Andréa será vencida? O fato de o livro ter algo de autobiográfico o torna ainda melhor. Afinal, alguém foi corajoso o suficiente para não sucumbir e, o que é melhor, gerar reflexões.

O filme

Incrível a agilidade que o diretor David Frankel imprimiu ao seu longa-metragem. Poucos filmes seguem à risca o ritmo do livro do qual são adaptados. O filme capta e repete o tom alucinado da publicação, que é também o da própria vida das pessoas que trabalham na revista Runaway (correndo sempre?). É como se houvesse dois mundos, um das pessoas normais, no qual há tempo para conversar e viver, outro que segue sem controle, em que é impossível se manter inteiro, íntegro.

É forte o contraste entre o glamour de festas, passarelas e hotéis de luxo e o apartamento espremido ou bares freqüentados pelos pobres mortais. A opção por modificar personagens (o namorado de Andréa não é professor, nem sua amiga Lily, estudante alcoólatra) é compreensível. Tem o claro objetivo de reduzir a trama, concentrando-a na personagem principal. Apesar da interpretação incrível de Meryl Streep como Miranda, o diabo do livro parece infinitamente pior. Ainda mais sádico. No jogo da dominação, ela se mostra particularmente atraída por boas almas. O prazer de corrompê-las será maior. "
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acho que o filme cumpre bem seu papel como filme bobo de entreteinimento. as roupas sao lindas. haha meryl esta fodissima, perfeita. o resto é descartavel, atuação de sessao da tarde, e é o que esse filme é.

 

 

nao me decepcionei pq nao esperava muito. achei a escolha do elenco boa principalmente pela meryl e pelo adrian grenier. ele tem cara de sujo mas é lindo (e nao ficou sujo nao, ele sempre teve cara de sujo, menos quando era novo, naquele filme "febre de viver"). aquele cara loiro que trabalha pro now yorker foi pessimamente escolhido.  enfim

 

 

 

normalzinho, nao me fez mal, nao sai puta do cinema. voces querem tb entrar num filme desses e sair filosofando?! aff....
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Eu penso que tem mais coisa ali. O tema principal não é o mundo da moda não, inclusive porque a atriz principal e o centro narrativo do filme é o personagem da Anne Hathaway. O foco do Prada é o assédio moral mesmo, e aí eu acho que ele se desenvolve admiravelmente bem, acrescentando algumas dimensões interessantes a esse conceito.

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  • 4 weeks later...

O DIABO VESTE PRADA - smiley10smiley10smiley10 ou 3/5

 

Gostei do filme, bem levinho e apesar dos clichês, funcionaram melhor do q eu imaginava.

 

Meryl Streep está soberba como sempre (e deve conseguir a indicação com o lançamento do dvd lá) e a Anne Hathaway tá ficando cada vez mais gatinha.

 

O item 7 da crítica do Richard deu conta do q eu ia comentar....vlw

 

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  • 2 weeks later...

 

 

The Devil Wears Prada - 5 de 10

 

 

 

Bah... esse filme não merece mais de 5 linhas de texto. Em resumo... Streep e

Emily Blunt salvam o filme do desastre e Stanley Tucci está bem tb. Hathaway

está um lixo e caiu de atriz boazinha para fraca no meu conceito. Se o filme

tivesse uma trilha sonora melhor, a verdadeira sendo  apenas correta,

poderia ser muito melhor pois poderíamos esquecer das idiotices do roteiro. Mas

como não tem, fica como um filme fraquinho. Pretendo rever no dia de São Nunca.

 

 

 

 

Ah, esse é o terceiro pior filme que vi este ano (nos cinemas), provando que

fiz uma boa seleção de filmes para ver nas telonas, já que até um dos três

piores é um filme mediano, não ruim. Bom.

 

 

 

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  • 3 weeks later...
  • 2 months later...

finalmente!!! vi ontem e gostei. Mas é apenas correto, não há nada de excepcional tirando é claro Streep que está perfeita como sempre. Não gostei da humanização que deram ao prsonagem dela parece que ficaram com medo da reação de  Ana Wintour.Mas em geral gostei.Especialmente do figurino e da boa trilha pop.Há uma participação no flme que gostei muito foi a de Emily Blunt e Stanley tucci.Estão ótimos.Ajuda a elevar o filme. Em filmes apenas corretos como esse o eleco de codjuvantes sempre é uma boa ajuda para levantar o nível do filme.7,5/10

cinefila032007-02-25 09:04:52
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Sinceramente? Pra mim o filme é mais do que excelente no começo, assim como todos os filmes desse gênero. Mas quando o namorado começa a implicar com a menina a coisa desanda pra caramba. É uma daquelas coisas chatas que você SABE que vai acontecer mas espere que por algum milagre não acontece. Mas em O Diabo Veste Prada acontece... o namorado fica com raiva, termina o namoro, a menina continua mais um pouco e depois percebe que a vida não vai ter graça sem ele. O filme só não é esquecível por causa da Streep mesmo que esteve brilhante. =D

7/10

 

 

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Fútil até a medula e sobre a trilha sonora, ela está mais que adequada ao filme. A Tv Cultura exibiu a poucos dias atrás uma entrevista com editora Anna Wintour, manda-chuva da Vogue americana, discreta e inteligente, pode viver em um mundo fútil, mas sabe tirar como ninguém proveito de tudo. Frase antológica dela, "Nós da Vogue, não vendemos vestidos, vendemos ilusão".

 

Eu me diverti muito mais com Prêt-a-Porter do Altman, mas como não esperava nada deste aqui, tá na média. E é até redundância falar da atriz principal.

 

 
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Li uma reportagem sobre Anna Wintour que tinha um quote interessante . Quando começou na Vogue , há uns trinta anos , a então chefona lhe perguntou : " Qual o cargo que você almeja ?" .  Wintour respondeu : " O seu . " .

 

O Diabo Veste Prada vai virar série de TV . Miranda Priestley ainda continuará a infernizar a vida de seus subordinados ,hehehe.  
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O filme é legalzinho, vale mais pelas atuações. Meryl Streep perfeita, Emily Blunt simplesmente ótima e até a Hathaway tá decente. Só acho que o roteiro se perdeu no terceiro ato, principalmente na parte da viagem e com relação aquela coisa clichê toda da aceitação dos amigos diante do trabalho da personagem da Anne, sem graça. Mas enfim, é bem divertido sim e a cena final é ótima 01Beckin Lohan2007-02-28 12:35:55

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  • 4 weeks later...

WO aos 50 minutos.

Mas acho inútil criticar o filme pela suposta 'futilidade' se os personagens é que são daquele jeito... e eu não vi o filme justificar alguns tipos de comportamento que predominam no filme. O que não salva o resto da cagada...

Em alguns momentos eu me pegava pensando se era proposital o número de cenas ridículas e absurdas que aconteciam (tipo aquele episódio do Harry Potter)... mas não deu, simplesmente. Tô cagando e andando se a Anna Wintour pedia coisas/era assim; até podia desenvolver as situações de um jeito interessante, mas o que eu senti era quase como um joguinho que a protagonista tinha que fazer N missões para sei lá o quê, RPG mal feito... 06 além daquelas montagens meio videoclipe da protagonista descobrindo/trabalhando em algo novo, eu precisaria ser fã da Madonna ou fã de moda pra não achar aquilo bem chatinho. Meryl Streep está ótima, mas enfim, não salva o resto (pelo menos da primeira metade que eu vi... esquemático pra cacete).
rubysun2007-03-24 22:36:32
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Também achei esse filme  fraco. Se não fosse as interpretações de Streep e Blunt, este filme entraria num hall de as piores cagadas de todos os tempos. E todos iriam chamá-lo pelo seu verdadeiro nome: O Diário de Princesa 3. E seria pior que a parte 2 12 .  

 

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Pode ser fútil e clichê mas não é um bom divertimento. Pelo menos eu me diverti e ri bastante.

 

Acho que sobrou aquele "não" ali no teu post, né?

 

Há três fatores que diferenciam O Diabo Veste Prada da infinidade de comédias formulaicas plenamente descartáveis que abundam pelas prateleiras de locadoras: a atuação da Meryl Streep, a trilha sonora e (pelo menos para as mulheres) o figurino. Sem esses três, é provável que O Diabo Veste Prada fosse um filmizinho daqueles para os quais ninguém liga, exceto quando quer matar duas horas da vida com entretenimento sem compromisso.
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