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Ensaio Sobre a Cegueira - dir: Meirelles


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Fernando Meirelles lança ‘Ensaio sobre a cegueira’ e rejeita Hollywood

Diretor brasileiro esclarece que o filme é uma co-produção entre Brasil, Japão e Canadá.
E afirma que, apesar de ter recebido propostas de Hollywood, prefere continuar recusando

Fernando Meirelles participou nesta segunda-feira (25) de uma entrevista coletiva para a imprensa em São Paulo, parte do lançamento de “Ensaio sobre a cegueira”, seu mais novo filme, baseado no livro homônimo de José Saramago, que estréia em 12 de setembro. O diretor brasileiro estava acompanhado da atriz Alice Braga e da americana Julianne Moore, além de produtores e outros profissionais que participaram do longa.
Fernando Meirelles participou nesta segunda-feira (25) de uma entrevista coletiva para a imprensa em São Paulo, parte do lançamento de “Ensaio sobre a cegueira”, seu mais novo filme, baseado no livro homônimo de José Saramago, que estréia em 12 de setembro. O diretor brasileiro estava acompanhado da atriz Alice Braga e da americana Julianne Moore, além de produtores e outros profissionais que participaram do longa.
Foto:%20Daigo%20Oliva/G1

Na primeira oportunidade que teve de falar, Meirelles fez questão de esclarecer: “Li algumas reportagens afirmando que o filme é uma produção hollywoodiana, e não é. É uma co-produção entre Canadá, Japão e Brasil.” Na seqüência, o diretor ainda completou que “O jardineiro fiel” foi uma produção independente e que, apesar de já ter recebido convites para trabalhar em Hollywood, pretende “continuar não aceitando”.

“Ensaio sobre a cegueira” conta a história de uma epidemia de cegueira que domina a população de uma cidade não-identificada, causando caos, tumulto e violência. Como a princípio acredita-se que a cegueira é contagiosa, os doentes são trancafiados em um sanatório, onde precisam aprender a sobreviver e superar as limitações, não apenas de não enxergar, mas também com o racionamento de comida.
Foto

Julianne Moore interpreta a única mulher que ainda consegue ver. Esposa de um médico oftalmologista (Mark Ruffallo), ela se faz passar por cega para acompanhar o marido na “internação”. “Estou muito empolgada em ter participado do filme. Faria qualquer coisa que o Fernando me pedisse”, disse a atriz que declarou não apenas sua admiração pelo cineasta, mas também pelo Brasil. “Fiquei encantada pelo país quando viemos filmar, agora voltei de férias com meus filhos.”

Moore disse que o estilo realista dos filmes de Fernando Meirelles a interessava muito. “Você não vê atuações, vê as pessoas. Isso é muito particular no estilo dele fazer cinema.” A atriz falou também a respeito da obra de Saramago. “Quando li o roteiro, fiquei muito impressionada com a linguagem. Procurei o livro e me deparei com aquele estilo fabuloso do Saramago, sofisticado, lúcido.”

Alice Braga, que tem Meirelles como seu padrinho pelo trabalho em “Cidade de Deus”, também afirmou se sentir honrada em participar do longa e disse que depositou total confiança no cineasta. “Esse filme, para mim, foi um projeto especial. Um reencontro com o Fernando, amigo querido e especial. Além disso, esse é um dos meus livros preferidos”, afirmou.
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Fernando Meirelles lança ‘Ensaio sobre a cegueira’ e rejeita Hollywood

Diretor brasileiro esclarece que o filme é uma co-produção entre Brasil, Japão e Canadá.
E afirma que, apesar de ter recebido propostas de Hollywood, prefere continuar recusando.

Fernando Meirelles participou nesta segunda-feira (25) de uma entrevista coletiva para a imprensa em São Paulo, parte do lançamento de “Ensaio sobre a cegueira”, seu mais novo filme, baseado no livro homônimo de José Saramago, que estréia em 12 de setembro. O diretor brasileiro estava acompanhado da atriz Alice Braga e da americana Julianne Moore, além de produtores e outros profissionais que participaram do longa.

 

 G1

 

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Da Frigideira: Ensaio Sobre a Cegueira

Conferimos a adaptação do romance de Saramago ao cinema

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Na manhã de segunda Ensaio Sobre a Cegueira (Blindness) foi apresentado à imprensa brasileira pela Fox Film. Agora, na seção Da Frigideira o Omelete dá suas primeiras (e rápidas) impressões sobre o longa-metragem, que será devidamente criticado por aqui na semana de seu lançamento.

Como grande fã do escritor português José Saramago fui o escolhido aqui da Cozinha para conferir a adaptação do mais visceral romance do autor português às telas, cuja trama narra uma inexplicável epidemia de cegueira e se passa em grande parte dentro de uma estrutura de confinamento para os que perderam a visão.

Nem vou começar aqui a dizer que "me preocupava com o filme" ou coisa assim. Apesar de ter a obra do vencedor do Prêmio Nobel de Literatura entre as minhas preferidas, minha confiança no cineasta Fernando Meirelles bastou para manter minhas expectativas elevadas.

E o diretor de Cidade de Deus e O Jardineiro Fiel não decepcionou. Esqueça as críticas ruins no Festival de Cinema de Cannes. Filmes com temática forte são quase sempre complicados e geralmente não agradam. Mas para cada pessoa que diz não ter gostado (até imagino as embonecadas caras de nojo no balneário francês) há os que amaram a produção. É, sim, um filme difícil - mas o livro é muito mais.

O diretor brasileiro soube esconder um pouco da imundície que tornaria a produção simplesmente "improjetável". E no caos há a beleza da direção de fotografia de César Charlone (que além dos dois mais recentes filmes de Meirelles fez também O Banheiro do Papa) e a edição inspirada de Daniel Rezende (Cidade de Deus, Tropa de Elite). O power trio simplesmente parece ter se reinventado para Ensaio Sobre a Cegueira, mergulhando em conceitos e significados que foram transformados em linguagem cinematográfica. Alguns momentos são de puro brilhantismo e cada quadro parece ter sido exaustivamente pensado em função da narrativa e seu efeito. Com o perdão do trocadilho, é o tipo de cinema que dá gosto de ver.

A Fox lança o filme no Brasil em 12 de setembro.

Fonte: Omelete

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Julianne Moore fala sobre o novo filme de Fernando Meirelles
(26/08/2008 - 15h31)

Por Angélica Bito www.cineclick.com.br

 

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Fernando Meirelles e Julianne Moore
na coletiva de imprensa
Uma sala lotada de jornalistas, cinegrafistas e fotógrafos ansiosos. Era esse o cenário encontrado na coletiva de imprensa do longa-metragem Ensaio Sobre a Cegueira na última segunda-feira (25/8), em São Paulo. Natural: além das presenças do diretor Fernando Meirelles e da atriz Alice Braga, também era esperada a atriz Julianne Moore na mesa para conversar com os jornalistas brasileiros sobre o longa-metragem.

E, de fato, a atriz norte-americana indicada a quatro Oscars era a presença mais esperada da tarde. A ruiva esbanjou simpatia no encontro com a imprensa. Aliás, a forma como todos os envolvidos com Ensaio sobre a Cegueira se apresentavam na coletiva denotava que existia uma forte cumplicidade entre a equipe durante as filmagens do longa, que ocorreram no Canadá, Uruguai e Brasil. "Faria qualquer coisa que Fernando me pedisse", afirma Julianne, mostrando que a confiança definiu sua relação com o diretor neste trabalho. "Confiei muito no Fernando, ele sabia o que era melhor para o filme e é um belo trabalho", acredita a atriz.

"Tive momentos maravilhosos no Brasil, por isso estou muito feliz com o filme", diz a atriz, que acaba de voltar de férias na Amazônia com seus filhos tamanho carinho que desenvolveu pelo país quando esteve por aqui filmando, em setembro do ano passado. "A energia durante as filmagens foi muito boa, todos éramos amigos", explica Alice Braga, que trabalha com Fernando Meirelles pela segunda vez após seu primeiro longa, Cidade de Deus. "É um prazer estar de volta às mais do Fernando, meu padrinho", confessa a atriz, afirmando também que Ensaio sobre a Cegueira é um de seus livros favoritos. "Estava confiante porque o Fernando consegue denotar na tela o que o livro para o leitor", acredita.

Diferentemente de Alice Braga, esta foi a primeira vez que Julianne trabalhou com o diretor brasileiro e ela não poupa elogios ao cineasta. "Nos apoiávamos o tempo todo, você se sente confortável filmando com quem se confia", afirma. "Este foi um trabalho muito interessante pra mim como atriz, este roteiro trouxe um exercício interessante na construção do personagem, já que ele não é descrito psicologicamente, mas por meio de seus atos", explica a atriz. "Sempre fui muito interessada no trabalho do Fernando, ele desenvolve seu trabalho em cima das pessoas, não nos personagens", analisa Julianne. "Não poderia pensar em como aquela história terminaria, o que me abria possibilidades, já que tudo poderia acontecer", conclui. "Trata-se de uma jornada na qual as pessoas se transformam", analisa Alice, em relação ao filme. "Reagimos instintivamente, temos um instinto de sobrevivência inato, a própria História nos mostra isso, e sempre temos a idéia de que um herói aparecerá para nos salvar - culpa também do cinema -, mas não é assim, minha personagem não é Batman", acredita Julianne Moore. "A situação extrema muda os personagens; sem querer, formamos uma família dentro do filme e fora também", diz Alice.

A versão de Ensaio Sobre a Cegueira que chegará aos cinemas é resultado de 14 processos de montagem, assinada por Daniel Rezende, que trabalha com o cineasta deste Cidade de Deus. "É sempre uma pena cortar cenas porque sempre acredito em todas, mas elas podem não funcionar em conjunto", explica o diretor. "Uma delas foi de estupro, ela era muito forte e nos screening tests (exibições feitas para pessoas que seriam potencialmente público alvo do longa) muitas pessoas deixaram a sala durante esta cena", conta Meirelles. "Ela não funcionava no filme", conclui o diretor.

Ensaio Sobre a Cegueira é uma adaptação do livro homônimo do escritor português José Saramago, ganhador do Prêmio Nobel de Literatura de 1998. "Adquiri os direitos de adaptação do livro há dez anos", explica o produtor Niv Fichman. "O roteiro demorou sete anos para ficar pronto", revela. Mas o trabalho complexo que se demanda para adaptar para o cinema de forma digna o romance de Saramago não o assusta, pelo contrário, tanto que Fichman demonstra interesse de adaptar outros livros do escritor, especialmente As Intermitências da Morte. "Sua perspectiva do mundo me interessa muito", revela o produtor. Saramago sempre foi muito relutante ao permitir que seus romances fossem adaptados ao cinema, tanto que esta é a primeira adaptação de uma obra sua. "Depois que exibimos o filme ao Saramago em Lisboa (na época do Festival de Cannes, em maio deste ano), fizemos uma pequena coletiva de imprensa que ele disse que deixaria que eu adaptasse outro livro seu, mas não sei se foi somente por causa do calor da emoção", revela Meirelles.

Em Ensaio sobre a Cegueira, os personagens não têm nome, o que denota essa intenção de Saramago de não criar vínculos passados entre o leitor e os personagens. Julianne interpreta a mulher de um oftalmologista (Mark Ruffalo), a única pessoa que consegue ver no meio de uma epidemia de cegueira branca que infesta uma cidade - também não-nomeada, assim como os personagens da trama. As imagens lidam o tempo inteiro com a questão da cegueira, descrita por um dos personagens como "mergulhar no leite". "A imagem se dissolve no branco, nos reflexos e nos planos mal-enquadrados, como se a câmera estivesse sendo operada por um cego", explica Meirelles. "Também existe uma desconexão entre som e imagem", complementa.

Atualmente, Fernando Meirelles conduz a direção da minissérie Som & Fúria. "Estou gostando bastante desta experiência", revela o diretor. "Resolvi que, quando quiser dirigir um longa-metragem, vou me dedicar a projetos internacionais, com mais dinheiro e estrutura; no Brasil, só farei projetos para a TV", diz Meirelles, que se define como um homem "movido por desafios". "Filmo assuntos que me interessam, tive a felicidade e a sorte de ter feito este filme", explica. "Foi um passo muito ousado para mim, já que meus filmes anteriores eram quase documentários, enquanto este fala de uma doença que não existe, o espectador não tem onde se apegar, somente ao comportamento dos personagens", define o diretor. "Não conseguia imaginar se as pessoas poderiam se interessar por eles, já que não temos um narrador, como no livro", acredita. "Meu próximo filme vai ter de ser mais fácil!", avisa Meirelles, sempre bem-humorado.

Ensaio sobre a Cegueira estréia no Brasil em 12 de setembro
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¬¬ esperar esperar e esperar!
3d22

 

besteira dele falar isso' date=' nao entendi o preconceito, pode ser q jaja ele aceite ai fica com cara de bobo, podia ter dormido sem essa.

[/quote']

Também não entendi. Vai Deus saber porque isto estava incomodando ele tanto assim a ponto de falar numa entrevista.

Deve ser crise de compasso de espera para o lançamento.

 

 

12 de setembro?! Que maravilha' date=' está chegando! 05

Quem ainda não leu o livro, providencie um imediatamente. Trata-se de um monumento da literatura, sem contar que José Saramago é genial em toda sua obra. Fã número 1 de José Saramago s2
[/quote']

Também acho este é o caso de se ler o livro antes. 01

 

Fernando Meirelles lança ‘Ensaio sobre a cegueira’ e rejeita Hollywood

Desculpe aí Caco. Só agora vi que enquanto eu postava a notícia do G1, você também postava.

 
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Meirelles muda "Ensaio sobre a Cegueira" para estréia no Brasil

 

SILVANA ARANTES

 

da Folha de S.Paulo

 

 

 

"Ensaio sobre a Cegueira", o longa de Fernando Meirelles que estréia no

próximo dia 12, não é exatamente o mesmo "Ensaio sobre a Cegueira" com

que o diretor abriu o Festival de Cannes, em 14 de maio.

 

 

Divulgação

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Cena

de "Ensaio Sobre a Cegueira", do cineasta Fernando Meirelles, que

estréia dia 12 de setembro; confira galeria de imagens do filme

 

 

Meirelles modificou o filme, após o festival, onde sua versão para o

livro homônimo do Nobel de Literatura português José Saramago recebeu

mais críticas severas do que favoráveis.

 

 

A principal mudança é a subtração da narração em "off" (com a voz

superposta às imagens) feita pelo personagem do velho com a venda

(Danny Glover). Por ser um narrador onisciente, o velho com a venda é

tido como alter ego de Saramago na trama sobre uma epidemia de cegueira

que atinge toda a população, exceto a mulher do médico, interpretada

pela norte-americana Julianne Moore.

 

 

A narração descrevia sobretudo os sentimentos e intenções da mulher

na segunda parte da história, em que os personagens estão encarcerados.

 

 

"Foi uma decisão dura de se tomar, mas achei que ficava melhor sem a

narração", afirma Meirelles, que saiu de Cannes "com essa pulga atrás

da orelha, achando que a narração estava explicando, atrapalhando".

 

 

O diretor consultou Saramago sobre a mudança. Foi desaconselhado a

fazê-la. O escritor viu o filme em sessão privada em Lisboa, três dias

após a estréia no Festival de Cannes.

 

 

De volta ao Brasil, no entanto, o cineasta reviu diversas vezes o

filme, "testando-o com e sem a narração". Optou por eliminá-la, mas não

por inteiro. Três trechos foram mantidos.

 

 

 

Nos pontos em que a locução foi suprimida, as cenas foram ligeiramente encurtadas.

 

 

 

Ladrão

 

 

Outra mudança foi o acréscimo de uma cena envolvendo o ladrão,

vivido por Don Mckellar, que é também roteirista do filme, e o primeiro

personagem a ficar cego (Yusuke Iseya).

 

 

Na versão exibida em Cannes, o ladrão sumia com o carro do cego,

abandonando-o no meio da rua. Os dois só voltavam a se encontrar no

"hospital" improvisado pelo governo.

 

 

A cena acrescentada mostra o ladrão retornando ao encontro do cego e

o acompanhando no caminho do elevador até seu apartamento. O modo como

o cego se desembaraça da presença do ladrão e aguarda a chegada da

mulher também foi integrado à nova versão.

 

 

Em sessões-teste com público realizadas antes de o filme ter seu

primeiro corte "final", as cenas de estupro foram as mais criticadas.

Meirelles suavizou-as, de acordo com o desejo dos espectadores.

 

 

"Senti que aquilo desconectava o espectador. A partir daquele

momento, ele ficava contra o filme", diz. Para a estréia nos cinemas, o

diretor fez outra alteração nessas cenas, intensificando sua

iluminação.

 

 

Na projeção em Cannes, o cineasta achou que a imagem estava

escurecida demais, o que dificultava ao espectador identificar o grande

vilão desta passagem, interpretado pelo mexicano Gael García Bernal.

 

 

 

O impacto das modificações na duração total do longa é de apenas um minuto -saltou de 120 para 121 minutos.

 

 

O filme "ficou mais simples" com as mudanças, na opinião de

Meirelles. "Mas, se eu for ver de novo, vou ficar mudando. A solução é

nunca mais assistir."

tigo2008-08-27 08:38:24
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nossa eu normalmente sou fã de narrações, mas desde que saiu a noticia que o "Ensaio sobre a Cegueira" teria narração fiquei meio com um pé atras, porque não tem muito o que explicar acho hehehe....

 

 

 

 

 

To muito ansioso pelo filme.

 

 

 

E reforço, é recomendavel ler o livro antes, não importando o resultado do filme, pois depois de ver o filme o livro perde parte da graça e esse livro é um dos melhores que li...exelente.

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“Roda Viva” entrevista o cineasta Fernando Meirelles

Quinta-feira, 04 de Setembro de 2008 às 19h31

O cineasta Fernando Meirelles, diretor do filme “Ensaio sobre a Cegueira”, que estréia no dia 12, é o entrevistado do Roda Viva, que vai ao ar nesta segunda-feira, 08, às 22h10, na TV Cultura.

Durante a entrevista, gravada e inédita, ele conta detalhes desta última produção, incluindo os testes feitos com platéia, uma novidade em sua carreira, e que o levou, inclusive, a fazer alterações de cenas. Meirelles ainda comenta sobre a produção cinematográfica no Brasil; seus outros filmes, como “Cidade de Deus”; o início da carreira; e o cenário do cinema infantil no país, tendo em vista seu trabalho com “O Menino Maluquinho 2 – A Aventura”.

Ensaio sobre a Cegueira, que foi inspirado em obra homônima do escritor português José Saramago, abriu o Festival de Cannes deste ano e dividiu opiniões. O filme conta sobre a repentina epidemia de cegueira que domina a população de uma cidade, causando tumulto e violência. Apenas uma pessoa consegue ver, a mulher de um médico, personagem de Julianne Moore.

A bancada de entrevistadores é formada por Luiz Carlos Merten (crítico de cinema do jornal O Estado de S. Paulo), Rodrigo Salem (editor-chefe da Revista Set), André Nigri (editor de cinema da Revista Bravo!) e Luís Antônio Giron (editor de cultura da Revista Época). A entrevista com Fernando Meirelles foi gravada dia 1º de setembro.

ps: infelizmente como já foi gravado não dá mais para mandar perguntas e o programa deve ser exibido na próxima segunda, 8, ou na outra, 15.

 

 

 

7...

 
Julia2008-09-05 09:16:56
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Ensaio Sobre a Cegueira é exibido em São Paulo
(05/09/2008 - 19h12)

Da Redação www.cineclick.com.br

 

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Cena de Ensaio Sobre a Cegueira
Um dos filmes mais esperados do ano, Ensaio Sobre a Cegueira, terá pré-estréia durante a maratona de filmes do HSBC Belas Artes, em São Paulo. O filme exibe o longa de Fernando Meirelles no Noitão, que ocorre nesta sexta-feira (5/9), a partir da meia-noite.

O longa baseado em obra de José Saramago abriu o Festival de Cannes desse ano e recebeu críticas diversas. A mais aguardada era do autor da obra homônima vencedora do Prêmio Nobel: o escritor era contra a adaptação para as telonas, mas aprovou a produção de Meirelles.

Além de Ensaio Sobre a Cegueira, será exibida a comédia francesa Baby Love, dirigida por Vincent Gareng. O longa mostra a relação de um casal gay que vive bem, até que um deles decide virar pai e precisa encontrar uma mulher que esteja disposta a ser a barriga de aluguel.

Para encerrar a noite, terá um filme surpresa, que segue a temática da maratona, ou seja, trata de assuntos relacionados a tolerância humana e a limitações. Os participantes vão concorrer a brindes entre as sessões e receberão um café da manhã ao final do dia.

No Rio de Janeiro também ocorre uma maratona de cinema na madrugada desta sexta-feira (5/9), no cinema Odeon Petrobras. A programação começa às 23h com a abertura do local.

Cashback foi o escolhido para iniciar a noite. O longa britânico, dirigido por Sean Ellis, conta a história de Ben, que sofre de insônia e aceita um emprego no turno da madrugada em um supermercado.

Também será exibido o filme Shortbus, de John Cameron Mitchell (Hedwig - Rock, Amor e Traição), que já está em cartaz em São Paulo, mas ainda não estreou no Rio. A história mostra um terapeuta de casais com problemas sexuais e seus pacientes, um casal gay, que passam a se encontrar regularmente em um clube noturno.

O suspense Paranóia Americana encerra a noite. Dirigido por Jeff Renfroe, conta a história de Terry Allen, um norte-americano depressivo que passa a desconfiar de seu vizinho, um estudante islâmico, e começa a vigiá-lo e persegui-lo.

Entre as sessões, o DJ Jorge Luiz irá entreter o público. No final da maratona, será servido bolo e café para o público.

Serviço:
São Paulo - HSBC Belas Artes
Endereço: Rua da Consolação, 2.423 - Consolação
Telefone: (11) 3258-4092
Horário: a partir da meia-noite
Ingressos: R$ 18 (estudantes, idosos e clientes do HSBC pagam meia-entrada)

Rio de Janeiro - Odeon Petrobras
Endereço: Praça Mahatma Gandhi, 7 - Centro
Telefone: (21) 2240-1093
Horário: a partir das 23h
Preço: R$ 20

 

 

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Pessoal estou com sono, depois comento mais, mas vi o filme, foi apaludido depois do término dele na sala, peguei a sessão das 2h e pouco da manha, e fiquei atento e acordado durante todo o filme.

 

 

 

No começo eu estava achando meio estranho a filmagem confusa e tal, mas me adaptei e comecei a curtir o filme, ele conseguiu ter cenas muito emocionantes, o livro está ali sem um monte de parte mas continua ali na sua essencia.

 

 

 

A narração do Danny Glover deve ter sido mesmo tirada em grande parte, ele só narra quase no fim, e ainda não tinha muita importancia a narração dele mesmo, dispensavel....

 

 

 

Tem coisas no filme que ainda não digeri, tem imagens muito confusas, tem cenas que não se entende o que está acontecendo, mas da para ficar na imaginação e passar uma sensação de "Cegueira", falei para meu amigo, meirelles fez um filme meio que poético, só não digo que é bonito de se ver porque o filme tem cenas fortes...

 

 

 

Poderia sim ter mais uma meia hora de filme, pequenas partes do livro foram tiradas, mas eu gostava dessas partes no livro, como quando o velho do radinho no livro escutava um locutor de radio ficar cego ao vivo, não tem essa cena no filme, que alias por ter muitos personagens eles não são muito aprofundados, eles são meio rasos até, só o da julianne moore, que é a principal né, ela alias mostrou que é uma exelente atriz está de parabéns, gostei do Mark Rufallo também.

 

 

 

No geral um filme que merece ser visto chocante no ponto certo, não fica com cenas de mal gosto e constrangedoras, passa a raiva vista no livro e a emoção também...Valeu a espera, mas poderia ter sido um pouco maior...

 

 

 

 

 

E a trilha sonora é muito boa, ela muda de tom no meio da cena conforme os acontecimentos muito boa mesmo...

 

 

 

O cão de lagrimas não tem a mesma força que no livro, até por ser meio corrido o final, eles mostram só o nescessario mesmo...mas consegue ter uma tensão. Ai tiraram mais uma grande cena e chocante do livro....

 

 

 

Mas exigir o livro todo ali é sacanagem né hehehehehe....

 

 

 

Parabéns ao meirelles ele transmitiu a Cegueira e confusão da situação...filmaço viu vale a pena assistir...

 

 

 

e há, na sessão teve gente que não gostou do filme como teve gente que disse ter sido o melhor filme visto na vida... The Cube2008-09-06 10:36:00

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