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Progger58

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  1. É isso aí, Albergoni, afinal cada um tem o sagrado direito de gostar do que melhor lhe apraz (e, da mesma forma, cada um tem o direito de não gostar daquilo que não lhe diz nada também, mesmo que seja algo que quase todo mundo mais aprecie). Demétrio.
  2. Beatles??! Para mim a "coisa" mais supervalorizada já surgida na história da música. Pink Floyd rules!!!! Progger582008-04-04 20:10:48
  3. Segue a minha sugestão de hoje: Artista: BILLY CORGAN Título: The Future Embrace Ano: 2005 Origem: USA Gênero: Alt Pop-Rock Líder e guitarrista da banda de rock alternativo The Smashing Pumpkins, Billy Corgan encampou outros projetos musicais (a exemplo do grupo Zwan) depois que ele próprio decidiu desfazer sua banda, em 2000. The Future Embrace, lançado em 2005, marca sua estréia em carreira solo, com um disco simplesmente magnífico, repleto de atmosferas densas, no melhor estilo progressivo, mescladas com seu rock alternativo característico, bem na linha Smashing Pumpkins. E uma ótima notícia: disponível em edição nacional. http://www.americanas.com.br/AcomProd/580/259033 Uma das melhores aquisições que fiz nos últimos tempos. Demétrio.
  4. Minha sugestão de hoje: Grupo: A PERFECT CIRCLE Título: Thirteenth Step Ano: 2003 Origem: USA Gênero: Metal Alternativo / Progressivo Banda americana formada pelo guitarrista Billy Howerdel, músico com ligação com diversas bandas (Tool, Smashing Pumpkins, Nine Inch Nails, etc.), contando ainda com o vocalista Maynard James Keenan (Tool), o guitarrista James Iha (ex-Smashing Pumpkins), o baterista Josh Freese (ex-Guns n' Roses) e o baixista Jeordie White (ex-Marilyn Manson). O som da banda, como é de se supor, tem muito a ver com Tool e Smashing Pumpkins, mas também algumas reminiscências progressivas na linha Porcupine Tree. Demétrio.
  5. Segue a minha sugestão de hoje: MUSE - Black Holes and Revelations Trio britânico formado por Matt Bellamy (guitarra, vocais), Chris Wolstenholme (baixo) e Dominic Howard (bateria), o MUSE ostenta uma carreira muito interessante, já contando com quatro álbuns lançados até agora, sendo este Black Holes and Revelations (2006) justamente o mais recente trabalho do grupo. Black Holes and Revelations é um autêntico petardo da primeira à última faixa, com um rock bastante dinâmico, vigoroso, veloz, muito gostoso de se ouvir realmente, lembrando uma magnífica combinação de Radiohead com Uriah Heep, Ayreon, Yes e Jean-Michel Jarre (por algumas levadas eletrônicas em certas passagens). Difícil apontar faixas favoritas num disco tão coeso como este, mas eu diria que "Knights of Cydonia" (última faixa) é talvez aquela que mais me impressionou logo na primeira audição e que vem me impressionando ainda mais. Demétrio.
  6. O Radiohead é, definitivamente, uma das minhas bandas prediletas da atualidade. Nesta semana recebi o último trabalho da banda e posso dizer que, desde então, praticamente não parei mais de escutá-lo, portanto o faço, hoje, como minha sugestão muito especial do dia: RADIOHEAD - In Rainbows Sempre brindando seus fãs com lançamentos acima da média, eis que o Radiohead novamente nos brinda com mais um excelente trabalho. No geral In Rainbows pode ser talvez descrito como um álbum um pouco mais ritmado, menos soturno e claustrofóbico que alguns trabalhos anteriores (OK Computer, Kid A e Amnesiac, por exemplo), mas certamente não menos interessante. Magnífico trabalho de guitarras, o vocal característico do Thom Yorke, as variações e atmosferas costumeiras e alguns elementos eletrônicos na medida certa fazem deste In Rainbows mais uma obra prima desta incrível banda, num disco bastante coeso e maduro, de excelente equilíbrio entre luz e sombras, entre faixas mais roqueiras e outras mais viajantes. Em suma, um discaço este novo trabalho do Radiohead!!! Demétrio. Progger582008-02-03 19:28:20
  7. Minha sugestão de hoje: Grupo: BAUER Título: Astronauta Olvidado Ano: 2004 Origem: Argentina Gênero: Rock Progressivo sinfônico Excelente trabalho de estréia desta banda argentina cuja sonoridade nos remete imediatamente a uma deliciosa fusão do melhor do Radiohead (fase OK Computer / Kid A) com reminiscências progressivas tradicionais (Pink Floyd) e mais modernas (Porcupine Tree), através de interessantes atmosferas sonoras baseadas na farta utilização de teclados vintage como Moog, Farfisa, Oberheim e Mellotron. Demétrio.
  8. Sinceramente, com um nomes desses, eu nem me dou o trabalho de checar.
  9. Minha recomendação de hoje: Grupo: CAFÉ DO VENTO<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /> Título: Calangotango Ano: 2007 Origem: Brasil Gênero: Regional / Experimental Grupo musical proveniente do Estado do Rio Grande do Norte, o CAFÉ DO VENTO estreou em disco em 2007, com o álbum Calangotango. Trata-se de um trabalho excelente em todos os aspectos, presenteando o ouvinte com uma música bastante criativa, aliando o regional ao experimental de forma primorosa, com instrumentos inusitados nas mãos habilidosas dos músicos Roderick Fonseca (violino, viola, bandolim, marimbal, flautas), Mazinho Vianna (violão, gaita, contrabaixo), Sami Tarik (percussão, efeitos vocais e eletroacústicos) e Kleber Moreira (percussão, efeitos vocais, bateria). Àqueles ávidos por comparações, eu diria que lembra em certos aspectos uma interessante fusão de música experimental-progressiva (à la Uakti / Cabezas de Cera) com música regional nordestina (folguedos populares), além de eventuais reminiscências à música andina e indiana em algumas passagens. Site da banda: http://www.cafedovento.mus.br/ Demétrio.
  10. Essa questão de gosto musical é algo muito relativo realmente. Para mim, pelo menos, não existe algo melhor que a música do Porcupine Tree. Uma combinação perfeita entre o som "viajadão" de um Pink Floyd com a fúria arrasadora de um Rush e a modernidade de um Radiohead. Demétrio.Progger582008-01-04 21:34:26
  11. Faço minhas as duas recomendações da Lizbennet (Sigur Rós - Ágætis Byrjun e Massive Attack - Mezzanine). Dois discaços realmente!!! Demétrio.
  12. Ué, parece que a turma está de férias... Sugestão de hoje: Grupo: ELOY Título: Silent Cries and Mighty Echoes Ano: 1979 Origem: Alemanha Gênero: Rock Progressivo Formado em 1969 e depois de seis discos lançados (Eloy, Inside, Floating, Power and the Passion, Dawn e Ocean), o grupo alemão Eloy (nome inspirado no livro "A Máquina do Tempo", de H.G.Wells) chega ao seu sétimo trabalho no melhor de sua forma, a esta altura contando apenas com o vocalista e guitarrista Frank Bornemann da formação original. O grupo, que quase encerrara atividades depois do quarto trabalho (Power and the Passion) em razão de divergências musicais intensas que resultaram na debandada de três de seus músicos de uma só vez (o tecladista Manfred Wieczorke, o baixista Luitjen Harvey Jansen e o baterista Fritz Randow), retornou totalmente reformado em Dawn com três novos membros (o baixista Klaus-Peter Matziol, o tecladista Detlev Schmidtchen e o baterista Jürgen Rosenthal), que ajudariam a moldar o novo som do Eloy, do típico hard progressivo dos três primeiros trabalhos para o característico progressivo sinfônico / espacial da fase seguinte, iniciada ainda que transitoriamente em Power and the Passion e consolidada definitivamente em Dawn. Silent Cries and Mighty Echoes, lançado em 1979, marca o auge dessa fase. O que temos aqui (a exemplo dos dois trabalhos anteriores, Dawn e Ocean) é um rock progressivo sinfônico/espacial da melhor qualidade, caracterizado por passagens instrumentais bem viajantes (ainda que mantidos alguns elementos hard em determinadas passagens), com deliciosas reminiscências de Pink Floyd e Tangerine Dream. Detlev Schmidtchen, um mago dos teclados, era exatamente do que o Bornemann precisava para criar os sofisticados arranjos sinfônicos agora presentes na música do Eloy. A faixa de abertura, a totalmente instrumental "Astral Entrance", começa com um timbre grave de teclado, seguido de um melancólico solo de guitarra do Bornemann, bem na linha "Shine on you Crazy Diamond – Part 1" do Pink Floyd. "Master of Sensation" (faixa 2) marca a passagem de uma atmosfera melancólica e viajante para levadas mais hard, comandadas por riffs de teclados analógicos e sintetizadores, ótima performance vocal do Bornemann e excelente presença de guitarra e seção rítmica também. "The Apocalypse" (faixa 3) é uma suíte de quase 15 minutos de duração dividida em três partes, sendo a primeira delas com incríveis solos de órgão, guitarras e sintetizadores, a segunda mais viajante, marcada por um melancólico solo de teclado, riffs de guitarra à la Gilmour e um vocal feminino na linha "The Great Gig in the Sky" do Floyd, e a terceira bem cósmica, comandada por sintetizadores (à la Tangerine Dream) e baixo, complementada ao final por riffs de guitarra e bateria. "Pilot to Paradise" (faixa 4), a exemplo da segunda faixa, também é uma música mais cadenciada, construída predominantemente em cima de timbres de baixo e teclados, mas com boa presença de guitarra e bateria também, além de uma excelente e inspiradíssima performance vocal do Bornemann. "De Laboris Solis" (faixa 5) é outra música bastante atmosférica também, comandada por timbres de teclados e outra boa participação do Bornemann aos vocais. A faixa de encerramento, "Mighty Echoes", também tem seus momentos mais hard, com ótima presença de todos os músicos da banda. A edição remasterizada deste disco, a exemplo de todas as outras do Eloy que eu conheço até agora, também é de uma qualidade técnica excepcional, razão pela qual a recomendo sem reservas. Além disso, contém duas faixas bônus também excelentes, inclusive a última com algo que eu considero bastante incomum no som do Eloy: flauta (será por isso que alguns também conseguem identificar alguns elementos esparsos do Jethro Tull no som da banda?). De uma forma geral eu considero este trabalho todo excelente realmente, mas destacaria com especial ênfase as faixas "The Apocalypse" e "Pilot to Paradise", além da bonita e melancólica faixa de abertura, como minhas prediletas. Detalhe: o disco é de 1979, uma prova cabal de que, nessa época, diferentemente do que muita gente pensa, ainda se fazia rock progressivo de ótimo nível. Uma pena que, depois deste álbum, o tecladista Detlev Schmidtchen e o baterista Jürgen Rosenthal acabaram deixando o grupo para formarem uma outra banda, a Ego on the Rocks (a qual lançaria apenas um álbum, Acid in Wonderland, ainda em 1979). Silent Cries & Mighty Echoes foi o álbum de maior sucesso comercial na carreira do Eloy e constitui, na minha opinião, um dos melhores trabalhos do grupo, no mesmo nível de clássicos como Dawn, Ocean e Power and the Passion. []'s Demétrio.
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