Jump to content
Forum Cinema em Cena
  1. Anúncios e Esclarecimentos

    1. Anúncios Oficiais do Cinema em Cena

      Instruções, regras e comunicados importantes de seu site favorito! :)

      67
      posts
    2. Sugestões, Reclamações, Dúvidas... e Elogios

      Você tem alguma sugestão para o fórum? Não gostou de alguma coisa? Quer entrar em contato com os moderadores? Este é o espaço!

      1084
      posts
  2. O Mundo do Cinema em Cena

    1. Críticas e Publicações do Cinema em Cena

      Discuta as críticas de nosso editor, Pablo Villaça!

      9428
      posts
    2. Filmes em Geral

      Aqui você pode conversar sobre qualquer filme, de qualquer país, de qualquer época, de qualquer gênero, de qualquer... bom, já entendeu, né?

      185501
      posts
    3. Em Cartaz nos Cinemas

      Aqui você pode conversar sobre os filmes que estão atualmente nos cinemas do Brasil e do Mundo e os que irão estrear em breve!

      597
      posts
    4. CineNews

      Discuta as últimas novidades sobre os projetos mais recentes, trailers, fotos, cartazes...

      12223
      posts
    5. Premiações e Festivais de Cinema

      Comente aqui sobre o Oscar, Globo de Ouro, SAG Awards, MTV Movie Awards, Festival de Berlim, Cannes, Gramado...

      46050
      posts
    6. Cinema Brasileiro

      Discuta, converse, dê sua opinião sobre a produção cinematográfica nacional!

      2965
      posts
    7. Bastidores do Cinema

      Espaço para que interessados em produção cinematográfica possam discutir temas técnicos: trilhas sonoras, fotografia, edição, montagem, roteiros...

      1191
      posts
  3. Sucessos do Cinema

    1. Grandes Sagas

      O lugar ideal pra falar das sagas que já acabaram! Matrix, O Senhor dos Anéis e Star Wars! Entre e discuta!

      8209
      posts
    2. DC Comics

      Uma grande sala pra falar sobre todos os heróis, filmes e personagens da DC Comics e Vertigo: Batman, Robin, Superman, Constantine, Mulher-Gato, Watchmen, V e muitos outros!

      90203
      posts
    3. Marvel Comics

      Estão todos aqui: X-Men, Homem-Aranha, Hulk, O Justiceiro, Blade, O Quarteto Fantástico, Capitão América, O Demolidor, Elektra...

      33431
      posts
    4. Star Wars

      Os Jedis, Darths, Siths e até os Condes... Todos entram aqui pra falar de Star Wars!

      7604
      posts
  4. Na Telinha

    1. Home Entertainment

      Discuta os filmes que já se encontram disponíveis para locação ou venda, Blu-ray, HD-DVD, PS3, players, home theater, ou seja, tudo para levar o cinema para sua casa!

      29135
      posts
    2. Séries

      Espaço ideal para falar sobre suas séries favoritas e os sucessos:

      42517
      posts
    3. TV Paga

      Programas nacionais e internacionais da TV Paga, Filmes, Shows, Documentários...

      1938
      posts
    4. TV Aberta

      Discussões sobre tudo relacionado à televisão brasileira: Programas, canais, desenhos, apresentadores, audiência...

      28273
      posts
    5. Plataformas de Streaming (NetFlix, Prime Vídeo, GloboPlay, HBO Max)

      A variedade de plataformas só cresce e aqui você discute o que tem de melhor e pior nos serviços de Streaming.

      179
      posts
  5. Assuntos Diversos

    1. Geral

      Não quer falar de cinema? Prefere política, religião, sexo, games ou um outro tema que nada tem a ver com a Sétima Arte? Então este fórum é para você!

      126854
      posts
    2. Música

      Discuta aqui sobre suas bandas favoritas, shows, canções, letras, cifras...

      11300
      posts
    3. Esportes

      Seu time perdeu? Ganhou? Quer discutir as Olimpíadas ou a Copa do Mundo? Então o lugar é aqui!

      55456
      posts
    4. Livros & Quadrinhos

      Converse sobre seus livros, quadrinhos, autores e desenhistas favoritos neste espaço!

      6519
      posts

Announcements

  • Topics

  • Popular Contributors

  • Who's Online (See full list)

  • Forum Statistics

    • Total Topics
      6080
    • Total Posts
      1379466
  • Posts

    • Visto a 2ª temporada de PATRULHA DO  DESTINO        Segue abaixo minha humilde resenha, a qual não é possível fazer sem dar alguns spoilers da 1ª Temporada, então, fica o aviso.     Na trama, algum tempo se passou desde que a Patrulha do Destino conseguiu derrotar o perverso Sr. Ninguém; mas agora eles devem lidar com as consequências das revelações feitas durante o confronto, onde a equipe descobriu que o seu querido mentor; Niles Caulder, vulgo o Chefe (Timothy Dalton) deliberadamente provocou acidentes que lhes deu poderes e os transformou em párias (excetuando o Ciborgue (Joivan Wade) que foi mesmo um acidente). Os motivos de Caulder para destruir as vidas dessas pessoas envolviam a busca pelo prolongamento da vida, que o cientista desejava para poder proteger a sua filha, a jovem Dorothy (Abigail Shapiro), uma garota com o corpo e mentalidade de uma criança de doze anos, (embora já tenha mais de cem anos de idade), com a habilidade de dar vida aos seus amigos imaginários. Enquanto enfrentam novos e bizarros inimigos, e tentam acertar as contas com o seu passado e decidir que tipo de heróis eles são, os membros da Patrulha precisam encontrar uma forma de perdoar Niles, e proteger não só Dorothy do mundo, mas o mundo dela, pois um poderoso demónio conhecido como o Candelabro está preso na imaginação da garota, apenas esperando o momento certo de se libertar e devastar o Planeta Terra.  Tendo surgido como um Spin-Off da fraca TITÃS, PATRULHA DO DESTINO foi uma das grandes surpresas de 2019, trazendo uma série de super heróis bastante divertida e madura, que abordava temas complexos como o abuso sexual; preconceito; auto aceitação; os tons cinzentos da moralidade; entre outros, tratando-os de forma bastante adulta, mas sem com isso abrir mão da natureza insana; colorida; e muitas vezes ridiculamente surreal das histórias de super herói, inclusive rindo com gosto de muitas das convenções do subgénero, sem transformar este humor em cinismo exagerado. Sendo, na minha opinião, uma das melhores coisas produzidas pela DC nos últimos anos, as expectativas para a segunda temporada eram muito grandes, não só pela altíssima qualidade da temporada de estreia, mas pela curiosidade de saber como o show iria lidar com a ausência do brilhante vilão vivido por Alan Tudyk, que deu grande parte da identidade da temporada anterior pelas quebras da quarta parede. Pois bem, a segunda temporada finalmente chegou, sendo lançada tanto pela DC Universe Online quanto pela HBO Max (o que indica o fim iminente do primeiro serviço, na minha opinião), e com a nova temporada, chega também a duvida e a série conseguiu manter as suas principais qualidades. A resposta é um grande e sonoro sim, embora seja uma experiência sensivelmente diferente (e mais sombria) do que o primeiro ano.   A relação de pais e filhos surge como a grande temática da temporada, com cada um dos personagens principais lidando com com as marcas que tais relações deixaram em suas vidas. Cliff; o Homem Robô (Brendan Fraser) e Larry; o Homem Negativo (Matt Boomer) tentam reestabelecer os laços com os filhos dos quais se afastaram após as tragédias que mudaram as suas vidas. Rita; a Mulher Elástica (April Bowlby) precisa lidar com um trauma envolvendo a sua mãe manipuladora; o Ciborgue deve lidar com a culpa de quase ter matado o pai na temporada anterior, e nem precisamos falar de Crazy Jane (Diane Guerrero), cujos fantasmas do abuso paterno que sofreu na infância voltam constantemente para assombra-la. E claro, temos a relação de Niles e Dorothy, onde a superproteção do primeiro em impedir que a filha cresça para proteger a garota (e o resto do mundo) do Candelabro possivelmente tenha deixado a menina mais vulnerável á criatura.  Uma das grandes diferenças é a forma como o arco central da temporada é trabalhado. Diferente da primeira temporada, onde a equipe tinha um objetivo claro, que era resgatar Niles das garras do Sr. Ninguém, e todas as tramas se ligavam direta ou indiretamente com este objetivo; a ameaça do Candelabro, embora sempre presente, assume um caráter mais periférico. De fato, a própria ausência do vilão de Tudyk dá uma cara diferente a temporada, já que a sua narração metalinguística e sarcástica muitas vezes suavizava alguns dos momentos mais sombrios da história, e essa válvula já não está mais aqui. Com isso, não quero dizer que a série abandonou o seu bom humor característico e nem a sua insanidade quadrinhesca, pois ela ainda é um daqueles poucos programas que consegue transitar com elegância do drama genuíno para a comédia hilariante e vice versa. Mas decididamente temos uma temporada mais intimista e menos preocupada em rir do género, o que acho uma decisão acertada, pois do contrário seria uma piada repetida.   Esta segunda temporada continua o ótimo trabalho de desenvolvimento de seus protagonistas iniciado na temporada anterior. O Homem Robô continua sendo o coração da equipe, e um dos grandes alívios cómicos da série, devido a otima dublagem de Frasier e trabalho corporal de Riley Shanahan. A jornada de Cliff Steele neste ano é tragicômica, e se ha momentos em que o personagem nos faz gargalhar, como o momento em que suas pernas param de funcionar no meio da estrada, e ele é obrigado a gravar video-selfs para um garoto que passava para poder usar o telefone, em outros ele nos deixara realmente emocionados, como uma conversa franca que ele tem com Dorothy no episódio seis após a menina passar por uma triste experiência. Além disso, a relação de rancor sempre regada a muitos palavrões acaba sendo outro destaque. Ainda na linha do tragicômico, April Bowlby volta a se destacar como Rita Farr, entregando uma atuação onde o exagero dos gestos da personagem como uma típica diva dos anos 50 mascaram as suas inseguranças. A Mulher Elástica surge muito mais confiante aqui, e com um controle bem maior de seus poderes, e tem uma jornada inicialmente interessante onde busca se firmar como uma super heroína. Entretanto, o arco acaba sendo um pouco atrapalhado quando a personagem também passa a lidar com o medo de sua carreira como atriz não ter sido merecida ao fazer uma descoberta sobre a mãe, e passa então a tentar se provar como artista, dois aspectos do conflito da personagem que acabam não sendo muito bem articulados, embora talvez seja injusto julgar por razões que explorarei mais a frente.   Se na primeira temporada, a jornada de Larry Trainor envolvia a aceitação não só da sua sexualidade, mas da entidade com a qual agora dividia o corpo, neste ano, o Homem Negativo precisava ter a coragem de se aproximar daqueles que deixou para trás. Diferente de Cliff, que só recentemente descobriu que a filha sobreviveu ao acidente que destruiu o seu corpo, Larry sempre soube onde os seus filhos estavam, e onde encontra-los, o que faz com que ele lide com uma dose extra de culpa. E é interessante que ao compararmos a jornada do Homem Robô com a do Homem Negativo, percebermos que enquanto Cliff volta para a vida da filha em um momento de renovação, já que a jovem está grávida e prestes a se casar, Larry volta a vida do filho mais velho em um momento de perda, após o filho mais novo cometer suicídio, apontando o arco mais sombrio atravessado por Trainor, que tem que finalmente enfrentar o preconceito que sempre temeu. O Ciborgue, entretanto, acaba soando um pouco deslocado nesta temporada, com a trama envolvendo o seu romance com a misteriosa Roni, uma ex militar que o herói conhece em um grupo de apoio, sendo bem sem desinteressante, e completamente solto em tom ou tema do resto da temporada. O que é uma pena, pois quando o Victor Stone de Joivan Wade aparece ao lado da Patrulha, gera alguns dos momentos mais divertidos da temporada, como o sonho de Cliff e a fantasia de Rita, que parodiam STARSKY E HUTCH e OS VINGADORES (Não os da Marvel), onde ambos se vêem combatendo o crime ao lado de Stone como heróis. Essas montagens são só são muito divertidas, como dizem muito da forma como os membros da Patrulha vêem o Ciborgue, um exemplo a ser seguido, ainda que de sua própria maneira, este super herói tradicional seja tão danificado quanto os seus colegas "Freaks".   A Crazy Jane de Diane Guerrero merece o seu próprio parágrafo, afinal, tem um núcleo inteiro de personalidades só pra ela. Se na primeira temporada, o funcionamento das 63 personalidades de Jane eram um mistério, explorado apenas no ótimo "Jane Patrol", na segunda temporada, o Underground, como é chamado o espaço mental onde vivem as personalidades na mente da garota, torna-se um cenário recorrente. Inicialmente temi que essa maior presença do Underground pudesse baratear o mistério em torno da personagem, mas felizmente foi um dos núcleos melhor trabalhados da história, tornando o Underground um mundo ainda mais rico e instigante. O arco de Jane envolve uma crise de identidade literal, já que as personalidades restantes passam a questionar a capacidade de Jane como a personalidade primaria, já que ela basicamente vive pondo a vida da "garota"(como chamam Kay a personalidade original) em risco ao arrastá-las para enfrentar meta humanos psicóticos e demônos extradimensionais ao lado da Patrulha. Apesar de tudo, incluindo a traição de Niles Caulder, é uma família para Jane tanto quanto as personalidades do Underground, que a ajuda a crescer e se curar. Mas o que é a cura para a garota que um dia já foi Kay Challis? Jane ama Kay (preservada na forma de uma criança em sua mente), mas a cura não significaria o seu desaparecimento? Não só Guerrero tem a chance de apresentar grandes momentos ao longo dos nove episódios (com destaque para uma dolorosa cena na finale que mostra o nascimento de Jane como a nova primária após o desaparecimento de Miranda, a primária original) como as outras personalidades de Jane vividas por diferentes atrizes no Underground também tem a chance de ir um pouco mais além dos tipos básicos que representam.   Fechando o núcleo principal, Timothy Dalton tem uma participação maior nesta temporada, tendo a oportunidade de mostrar mais facetas de seu Niles Caulder. Este é um homem que está disposto a fazer qualquer coisa para proteger a sua filha, e se ele tiver que trair novamente toda a sua equipe para isso, não tenha dúvida de que ele o fará. Paradoxalmente, isso não significa que Caulder veja essas pessoas como peças, ele realmente se importa com elas, e sente remorso por tudo o que fez a cada um deles. O episódio em que a equipe enfrenta o sádico Red Jack, um serial killer dimensional que se alimenta da dor de suas vítimas é muito ilustrativo ao inserir um vilão que admira Niles por toda a dor que ele causou. Caulder é pragmático (excetuando quando se trata da filha) o que o leva a ser cruel se assim achar necessário, mas ele não gosta da crueldade, o que o torna um personagem deliciosamente imprevisível, ainda que a sua relação com Dorothy revele uma faceta mais afável e vulnerável. Finalmente, Dorothy, a personagem que move a temporada, é vivida de forma graciosa pela estreante Abigail Shapiro, que constrói um arco de amadurecimento bastante comovente, tendo algumas cenas realmente tocantes.  Tecnicamente, a série se sai muito bem. Os amigos imaginários de Dorothy, criados através de um CGI econômico, mas bem empregado são convincentes, e com um design muito interessante. O vilão Candelabro é muito bem adaptado visualmente, parecendo realmente ter saído do pesadelo de uma criança, como uma criatura feita de cera derretida incandescente, encaixando-se bem no humilde CGI da série. E se a maquiagem do Ciborgue ainda pode incomodar alguns, o trabalho feito em Dorothy e no vilão Red Jack são dignos de nota ao criar maquiagens convincentes, mas que não limitam a expressão facial dos atores. A direção de arte e de fotografia da série são outro destaque, vide as passagens no Underground (sempre muito bonitas visualmente) ou em cenários mais fantásticos, como a Lua; o covil do Red Jack, ou a boate do Dr. Tyme. As cenas de ação são relativamente poucas nesta temporada, mas são  bem executadas quando surgem, cumprindo a sua função sem passar vergonha, mas sem se destacar também.   Ainda que mais intimista, o novo ano continua tão louco como antes. Além de novos vilões, como o citado Doutor Tyme (cujo visual abraça sem vergonha alguma o ridículo e o psicodélico dos quadrinhos dos anos 50 e 60, gerando inclusive uma reviravolta bizarra) e Red Jack (que proporciona uma bem vinda pitada de Body Horror), temos o surgimento de novos personagens, como os SeXMen, uma equipe do pentágono obviamente inspirada nos Caça Fantasmas, que tem como especialidade resolver casos paranormais sexuais, o Sombrio Sr. Evans, um demónio sexual que força a aliança da Patrulha do Destino com os SexMen; os Scant, uma praga que emburrece as pessoas se alimentando de suas más ideias, entre outras excentricidades. Além disso, temos o retorno de alguns personagens conhecidos como o mago Willoughby Kipling (Mark Shepard), Flex Mentallo (Devan Chandler Long), e Danny: A Rua, agora transformado em Danny: O Tijolo após os eventos da ultima temporada, entre outros.     Infelizmente, devido a pandemia, o ultimo episódio não pode ser gravado, e a temporada se encerra com nove ao invés de dez episódios. Assim, embora entregue uma jornada muito divertida, onde nenhum episódio parece sobrar, o arco de muitos personagens soa inconclusivo após o ultimo episódio, e ainda que os arcos de personagens como os de Cliff, Jane, e principalmente Niles e Dorothy encontrem algum tipo de fechamento, as histórias de Rita, Larry e do Ciborgue sentem-se terrivelmente incompletas, não sendo justo emitir uma opinião, já que este não foi o planejado (Embora não acredite que este ultimo episódio poderia melhorar muito o fraco plot de Ciborgue e Roni). A temporada também se fecha com não um, mas dois grandes Cliffhangers, deixando todos os membros da Patrullha do Destino em uma situação desesperadora. Será uma longa espera até a 3ª temporada (supondo que haja uma, já que a série ainda não foi renovada). Apesar de sofrer um pouco com a ausência do Sr. Ninguém (algo que muitas séries passam após apresentar vilões fortes em suas temporadas de estreia), a 2ª temporada de PATRULHA DO DESTINO continua sendo um excelente exemplar de televisão e um grande exemplar de uma série de super heróis, que consegue ser intímista e dramática, e ainda abraçar os mais ridículos conceitos sem vergonha de rir de si mesma.
    • Depois do filme antiguerra, que tal o antifaroeste? Em 1971, Robert Altman dirigiu "Onde os Homens São Homens", e reduziu a pó os clichês do gênero. Ambientado em um Oeste tardio, com muita chuva e neve, ao som de canções tristes de Leonard Cohen, Altman enfeou os mais belos atores de Hollywood na época, Warren Beatty e Julie Christie, para contar uma história da formação de uma sociedade entre um apostador e uma cafetina, no empreendimento de um bordel de luxo. Eles acabam se apaixonando, embora, longe da cama. Mas a razão do filme, na verdade, aponta a um fim maior: Mostrar o capitalismo incipiente do começo do século XX naquela região. Portanto, um parente setentista de "First Cow" - pra mim, ainda o melhor filme do ano -, sabe-se lá se não é de fato uma inspiração, e acrescento mais um argumento, a presença em ambos os filmes do ótimo ator Rene Auberjonois, morto no ano passado. Fotografia linda do húngaro Vilmos Zsigmond, preparando-se para o seu Oscar no final da década. Segunda indicação de Melhor Atriz para Julie Christie. Final excelente.
    • ESTÚDIO TEM TRÊS IDEIAS PARA O PRÓXIMO FILME DE STAR TREK Na tentativa de lançar um novo filme da franquia Star Trek nas telas grandes, a Paramount tem atualmente três ideias sob análise. O estúdio esteve, nos últimos anos, dedicado à revigorar Star Trek na televisão, com vários lançamentos bem sucedidos de series baseadas na franquia espacial. No entanto, a ultima vez que um filme da propriedade chegou aos cinemas foi em 2016, com Star Trek Beyond. Agora, segundo um relatório do Deadline, a chefe de cinema da Paramount, Emma Watts, está estudando o que fazer com Star Trek, tendo três ideias na mesa. A primeira seria de um longa escrito pelo cineasta Noah Hawley, de Legion. A segunda ideia remete ao filme que seria anteriormente dirigido por Quentin Tarantino, embora este não esteja mais envolvido no projeto. Finalmente, há uma ideia de longa que permitiria reunir os membros do elenco do reboot de Star Trek, potencialmente incluindo Chris Pine e Chris Hemsworth em um conto de viagem temporal. Dá para dizer que todas as opções parecem ter potencial, no entanto, vale espero para ver o que Emma Watts fará com elas.  
    • ja ta vendendo a Rita Cadillac no Walmart
    • "Aleksandra" é um filme de 2007 do mestre russo Aleksandr Sokurov. Leva como título o nome de uma avó que - por razões pouco explicadas - vai visitar o neto capitão no acampamento militar na Chechênia. O filme também poderia se chamar "Avó e Neto", na sequência de "Mãe e Filho" e "Pai e Filho", trabalhos elogiados do diretor, mas esse é muito mais simples e direto. Gostei do não sentimentalismo. A personagem da avó não é "fofa", é rabugenta, dá trabalho...Mas mesmo assim ela consegue atrair o carinho dos oficiais, e ofecer-lhes préstimos, como ir comprar  biscoitos do outro lado do campo miltar. É do outro lado, na zona de guerra, que ela encontra outras mulheres da sua idade, outras avós, ainda mais débeis,e pode ver a destruição que seus protegidos "tão jovens" ou "pequenos" podem acarretar. Ela que a pouco andara de tanques, e presenciara a limpeza do armamento. O desenho de som é primoroso. Sentimos durante todo o tempo os ruídos da maquinaria militar. Uma coisa irritante. Assim, como, a fotografia,  saturada em graus de verde e amarelo, nos fala do calor da região. Não é um cinema fácil. Mas é muito bom. 
×
×
  • Create New...