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Showing content with the highest reputation since 09/20/19 in all areas

  1. 3 points
    tem spoiler Fui assistir ao filme na última sexta e fiquei muito satisfeito, apesar das ressalvas! Como boa parte de tudo já foi dita aqui, vou citar aspectos mais particulares da experiência. Por isso, pode soar estranho. Nova York é paixão antiga, e a atmosfera vendida em “Taxi driver” povoa minhas principais referências. Gosto muito mesmo. Mas tenho junto o desejo pela manutenção daquela originalidade que Gotham e Metropolis alcançaram nessas tantas décadas de suor dos artistas. Ver as torres gêmeas no cartaz do Reeve é quase uma dor. Por isso, foi infeliz nostalgia ver o trio de funcionários receber o carimbo “Wall Street” no texto. Porém, relembro: isso é coisa minha. O filme é muito bom. A patroa teve que escutar de mim um sussurrante “a vizinha e ele nunca estiveram juntos, então...” interrompido pela frustração de ver o diretor desenhar isso depois. Esse é um exemplo das ressalvas. Há momentos em que o Todd Philips escorrega na casca pisada pelo Nolan, mas o visual e o clima cinemão podem maquiar o tombo. É aquela banana da confusão entre a boa didática e o didatismo. Quando isso veio na primeira sequência, bateu a má vontade, mas, passou. Refiro-me ao líder dos garotos dizendo “Ele é fraco” enquanto chuta o protagonista e a outros momentos da primeira metade. Talvez eu estivesse cobrando demais? Não sei. Em outro ponto, um mascarado na TV vem me dizer que o alvo da revolta é o sistema. Sério? O problema do didatismo é que tira o foco da construção real de uma “explicação”. Sim, é preciso contextualizar em um filme assim. Na minha opinião, mesmo que o foco seja o Fleck, faltou mais cuidado (um pouco) nos fatos que geraram a revolta popular. Um exemplo bom seria a mídia citar a autodefesa no trem. O espectador sabia, mas achei que faltou vender para o cidadão (e a gente assistir vender) a postura escrota de três caras ricos. Na falta disso, essa escalada teve pitadas leves de roteirismo facilmente evitáveis. Coringa é um filme que me conduziu. Foi forte pra mim. Fleck entrou ao vivo na TV, e meu coração disparou lembrando "Tróia" e o temor pelo inevitável destino de Hulk Bana contra o Brad Pitt. A comédia é muito bem executada. Destaque para o beijo na convidada e o anão tentando abrir a porta. Alguém citou que o anão está nos quadrinhos, inclusive. O que não vi citarem foi a relação entre a escada e o Ledger. A cena mais emblemática do ator antes do Coringa é descendo os degraus da arquibancada enquanto canta e dança “Can't take my eyes off you” após deslizar pelo poste (o pequeno Bruce é quem desliza agora, bela homenagem ao antigo Batman). Durante o trailer, pensei: imagina se o diretor coloca o Coringa para ser perseguido por policiais exatamente ao descer as escadas, a exemplo do que ocorre no estádio em “Dez coisas que eu odeio em você”... E ele fez! Coincidência? Talvez. Outros dois paralelos: ele consegue escapar malandramente escorregadio, e temos exatamente dois policiais o perseguindo, um gordo e um magro. Por falar em “não conseguir tirar os olhos de você”, Ledger e Phoenix conseguem tirar um dos olhos de seu desafeto com itens de escritório (um lápis lá, e uma tesoura aqui). A primeira bala no De Niro gera também um reflexo interessante com o atirador. Enquanto vemos de longe a mancha vermelha no olho atingido, um losango, a câmera mostra na exata sequência apenas um dos olhos do Coringa, manchado em mesmo formato pela maquiagem azul. Afinal, temos no Phoenix o espelho do que De Niro foi em “O rei da comédia”. Também não vi citarem que os seguidores do Coringa o retiram desacordado da viatura com trejeitos de médicos em um parto. Essa foi mais óbvia, mas achei bem legal.
  2. 3 points
    Acho que o que chamou tanta atenção primeiro foi pelo fato da própria força do Coringa como ícone cultural. Segundo, que de acordo com o que andam dizendo, o Coringa surge como uma espécie de anti herói social, e não como um vilão de fato, com suas ações violentas sendo quase justificadas pela obra. No caso do massacre em TDKR, é bom lembrar que o vilão até era o Bane, mas o assassino se apresentou como "O Coringa", inclusive pintando o cabelo antes do massacre. Em tempo, não acho que os filmes são culpados por esse tipo de ação violenta. Mas acho válido o debate no que diz respeito sobre as formas que a mensagem do filme pode ser interpretada, da mesma forma, pegando um exemplo citado pelo PRIMO, que se discutiu no passado as diferentes interpretações que poderiam ser dadas a um filme como TROPA DE ELITE.
  3. 2 points
    Olha, eu não compro muito essa explicação. Primeiro por que a violência aqui é mostrada de forma muito crua, bem diferente do que ocorre com o Tarantino, onde ela é estilizada na maioria esmagadora dos casos ( o que gera essa banalização). Segundo, quede todas as mortes que ele poderia ocultar (sendo que no caso da Sophie ele faz mais que ocultar, ele deixa ambigua), escolheu justamente a das personagens que mais gerariam indignação no publico? Não. Não foi medo de banalização da violência. Foi medo de fazer o publico se voltar contra o seu protagonista. Mas voce não concorda que deixar a morte da vizinha ambigua acaba sendo meio covarde, em uma manobra pra nåo nos fazer perder a empatia pelo personagem? Ora, é muito fácil ver o Coringa como uma vitima da sociedade grande e má quando ele mata playboys abusadores, uma mãe negligente e uma figura da mídia que usa o seu poder para humilhar os outros. Mas uma mãe solteira tentando sobreviver com a sua filha já é uma coisa bem diferente. Inevitavelmente, se a sua morte tivesse ficado clara, veríamos o personagem de uma forma diferente. Por isso a ambiguidade.na cena da Sophie me irrita ( não acho um pecadilho. De fato, me irrita mais quanto mais eu penso nisso). Se a ideia era manter o Coringa como esse flagelo social que atinge os poderosos somente com os conflitos morais em torno da proposta em si (a la Travis Bickle, inspiração obvia do filme) então que não sugerisse a morte da Sophie. Agora, se a ideia era mostrar esse lado egoista do personagem, jogando luz sobre a perversidade do indíviduo (que ao meu ver, não devia ser totalmente ignorada, mesmo com a falha da sociedade em relação a ele) então que assumissem que ele matou uma mulher só por que delirou ter um relacionamento com ela.
  4. 2 points
    SergioB.

    Os Vingadores 4: End Game

    Que comentário infeliz do Scorsa.
  5. 2 points
    Jorge Soto

    Os Vingadores 4: End Game

    "Aquilo não é cinema [...] Não é o tipo de cinema com seres humanos tentando transpassar experiências emocionais e psicológicas para outro ser humano.” Adoro o Scorcese. Muito difícil negar que é um puta diretor. Mas aqui na boa, ele ta com a mesma birra do Cameron ao diminuir filme de super-heroi. Acho um equívoco definir cinema como algo que tem, como que por obrigação, que passar uma mensagem ou transpassar as citadas experiências emocionais e psicológicas. Não acho os filmes da Marvel nenhuma obra prima, de fato não ao nível Scorcese que considero um gênio. Mas o que essa gente precisa entender é que, lá no fundo, num mundo tão conturbado como o nosso, tudo que precisamos em certos momentos é de um parque de diversão. Coincidentemente, o cinema nasceu como diversão de massas lá nos idos de mil novencentos e bolinha. Algo que o próprio Scorcesse contou muito bem naquele seu filme A Invenção de Hugo Cabrito.😉 Querer torná-lo algo obrigatoriamente cerebral é pretensão de pseudo-cult. Nao acho que seja preciso a cada filme que se for ver no cinema eu ter de sair refletindo sobre a vida ou meu espaço no mundo ou nas minhas relações para com o próximo. As vezes so queremos nos divertir e na outra nos aprofundar um pouco mais na vida. Ha espaço para todos, só basta saber explorar e de se encaixar neles devidamente. E viva as diferenças! Acho que é como negar o cinema de ação, fantasia, sci fi, mas entendendo que as pessoas mais velhas são mais conservadoras é razoável ele pensar assim. Por exemplo, Star Trek é sci fi e tem profundidade. E Star Wars, é também coisa de criança? Não, é diversão de primeira! E Liga da Justiça? Queria ser diversão de primeira, mas termina sendo o contrário...😂
  6. 2 points
    O Coringa é possivelmente o vilão mais apreciado do grande universo do Batman, seja nos quadrinhos ou nas adaptações cinematográficas do herói. Seu anarquismo e sua insanidade o colocaram num patamar de misticismo que, até então, dispensou a necessidade de uma história de origem bem detalhada. Agora, finalmente temos uma imaginação bastante humanizada dessa origem, representada no tenso e dramático filme “Coringa” (2019). A história se passa na Gotham City dos anos 1980, e nos apresenta o Arthur Fleck (Joaquin Phoenix) como um comediante fracassado que tenta se sobressair em meio a seus problemas psicológicos, e em meio a uma sociedade que o rejeita. Alguns elementos da graphic novel “A Piada Mortal” são usados, mas o diretor Todd Phillips cria seu próprio universo hermético, com várias cenas e elementos narrativos que não escondem nem um pouco as influências dos filmes “Taxi Driver” e “O Rei da Comédia” (ambos de Martin Scorsese). O tom geral da obra é muito mais melancólico do que irreverente, como representação da falta de talento cômico do protagonista. Há um estudo intrigante sobre depressão, inseguranças, traumas familiares, esquizofrenia, e sobre como podemos adquirir um cinismo e egocentrismo perigosos quando notamos a total falta de empatia que nos rodeia diariamente. Phillips evoca um desconforto que transforma a experiência em algo bastante claustrofóbico, seja através de suas cores fortes, ou por sons que dialogam com o estado mental do personagem. Sim, tudo gira em torno de Arthur Fleck, que é interpretado aqui por um Joaquin Phoenix intenso, multifacetado, e digno de Oscar! Ele caminha por uma Gotham que é tão suja quanto Nova York, e vai chafurdando gradualmente em sua própria sujeira, à medida que acumula fracassos e frustrações. Sua mãe, interpretada por uma misteriosa Frances Conroy, não chega a ser memorável mas possui utilidade narrativa. E Robert De Niro, divertidíssimo, faz aqui um apresentador de televisão que acaba sendo o catalisador de algumas reviravoltas importantes... No fundo, “Coringa” não romantiza a psicopatia e o crime, e nem apela para o ‘fan service’ em torno da personalidade final do personagem. É um drama violento sobre um ser humano ainda oscilante e instável, rumo a um destino que nos trará a seguinte reflexão moral ambígua: será que ele se perdeu, ou se encontrou? O ato final do filme é excepcional, gera um gostinho de “quero mais”, e faz valer até algumas redundâncias de autopiedade no roteiro. Talvez a vida tenha que ser mesmo uma comédia, afinal. Nota: 9
  7. 2 points
    primo

    The Batman (Matt Reeves - 25/06/2021)

    é que todo herói tem seu arqui inimigo heheh
  8. 2 points
    Questão

    Rambo V: Last Blood (2019)

    Pra mim a franquia é algo genérico desde o segundo filme. O único rambo que tem uma identidade mesmo, pra mim, é o filme original.
  9. 2 points
    E eu gostei do universo do snyder apresentado no MoS
  10. 1 point
    Gust84

    Ad Astra (Brad Pit, 19/09/2019)

    Brad pitt muito bem. Cenas lindas. Trilha bonita. Tommy Lee Jones surpreendente . Mas o filme é muito chato, meu deus. Devagar quase parando, tem tanta narração que me lembrou filmes do Malick .
  11. 1 point
    Jailcante

    Mulher Maravilha 1984

    O que imagino no ano que vem pra DC: Mulher-Maravilha 1984 / Harlequina de Rapina
  12. 1 point
    Jorge Soto

    19 Dias de Horror

    é legalzinho, principalmente pelo inicio e desenvolvimento, mas no final te deixa com a pulga atras da orelha com nada explicado, um vazio sem sentido. Quiçá pra deixar o espectador interpretar o que viu ou por que não soube finalizar mesmo😂 Little Monsters é uma divertida comédia com gore onde a evolução do personagem principal em assumir responsabilidade da vida adulta é muito bem narrada. Repleto de gags hilárias, a surpresa foi ver a Lupita Nyong’o se dar muito bem neste tipo de produção, cuja premissa já é bizonha: o apocalipse zumbi numa fazendinha de pets, onde rola uma excursão infantil(!?). Resumindo, o filme não inventa a roda como Shaun of Dead mas é diversão acima da média feito Zumbilândia por carregar mensagem sentimental bem fofuchis, sem soar piegas. Ponto pra carismática molecada do longa. 8,5-10 Luz é um curioso filme alemão sobre possessão demoníaca com forte estilo arthouse. Nada convencional e de difícil digestão, esta produção prima por cenas bizarras e queima bem devagar beirando o insuportável, pra só no final mostrar sua cara. Com estética bacana noventista, este horror nada convencional tem boas atuações e de longe a melhor cena é a sessão de hipnose e do interrogatório. Surreal, aqui ou você se encanta ou dorme todo filme. 7,5-10 The Fanatic é um thriller bacana de stalker de ídolo, do naipe do noventista Estranha Obsessão (com Snipes e De Niro), mas com poderosa critica ao sonho americano. Travolta está irreconhecível (e muito bem) na pele duma espécie de Forest-Gump-geek-do-mal obcecado pelo seu ator preferido; o resto do elenco ta bem fraquinho. Tem muitos furos mas não desmerece como todo a produção indie e bem eficiente. Atente pras várias referências a clássicos do terror. 8,5-10 Prey é um fraco terror que mistura vários gêneros sem conseguir ser original. Começa como drama, passeia pelo survival de Naufrago, flerta com romancezinho feito Lagoa Azul e finalmente tem um monstro tipo Predador. Na boa, so curti mesmo o thriller de sobrevivência pois o resto deixa muito a desejar, até o gore e o próprio monstro, meia boca. Pra completar, atuações ruins e um desfecho previsível coroam esta produção da Blumhouse que desponta pro anonimato. E olha que o diretor é o mesmo do ótimo remake de Maniac. 6-10 Scary Stories to Tell in the Dark é um terrorzinho juvenil até divertido. É um Goosebumps feito pelo Del Toro, com um plot macabro meio História sem Fim mas com estrutura de mortes tipo Premonição. A ambientação sessentista e o design das criaturas é o ponto positivo, além das atuações e tal. O ruim é que pela faixa etária do público faltou um gore mais nervoso e, claro, ser meio previsível. Mas o resultado é bom passatempo apesar dos apesares.. Pra quem curtiu It, Stranger Things, etc.. 8-10 In the Tall Grass é uma razoável adaptação de conto do Stephen King que logo de cara te enfia num labirinto bem claustrofóbico, mas logo surgem os mistérios temporais do naipe Triangulo do Medo que fundem a cuca do espectador e não se sabe o que ta rolando. É interessante, bem atuado e tem tensão com cenas bizonhas, mas deixa a desejar no quesito explicações porque se deixar pra subjetividade do espectador pode ser qualquer coisa. Pra mim o filme funcionou mais como thriller de sobrevivência do que terror psicológico. 8-10 The Standoff at Sparrow Creek é um tenso e claustrofóbico thriller dark que te prende mesmo rolando tudo num único cenário, onde um grupo de milicanos tem que descobrir qual deles promoveu um massacre. O forte deste índie são os diálogos, roteiro e as atuações, onde ninguém é o que parece ser, do naipe de Cães de Aluguel. De baixissimo orçamento, a película é uma navalha com uma boa reviravolta final, com uma forte crítica ao governo Trump e á industria armamentista (e do entretenimento atual). É daqueles filmes que você pode discordar pelo viés político que carrega, mas que isso não faz dele menos sensacional. 9-10 Harpoon é um eficiente thriller negro indie que tinha tudo pra dar errado - feito num único ambiente e apenas 3 personagens - mas não. Diálogos afiados e interpretações competentes fazem desta comédia negra algo do naipe do Tarantino, Guy Ritchie ou Coen. Lembra do noventista Dead Calm? É algo parecido mas tocado de forma bem dinâmica com uma pitada de survival. Não bastasse, esta bacana narrativa de desconstrução da amizade e amor se vale dum conto de Edgar Allan Poe e, pasme, Da Vida de Pi. Pequeno grande filme. 9-10
  13. 1 point
    Gostei Muito dos paralelos que você colocou, e também havia reparado. O tal didatismo também pesa a mão em alguns momentos. Confesso que fiquei com vergonha de parecer chato sobre o "movimento" se formar tão facilmente também e por isso não levantei a bola, mas concordo em número gênero e grau. Ainda assim tem muito mais acertos que erros.
  14. 1 point
    Jailcante

    19 Dias de Horror

    Fiquei de ver esse do Campo do Medo (e o El Camino) nesse fds, mas tinha um box de filmes policiais que tinha que assistir e acabei ficando só neles (eram 4 filmes). Vou ver se vejo esses durante essa semana.
  15. 1 point
    Disney Dark... não vai rolar filme realista, uma que eh a Disney e outra que eles muito bem obrigado com os filmes família.... DC família....já deu passou nesse sentido, com Aquaman e Shazan...e pelo jeito o próximo Esquadrão.....
  16. 1 point
    Tem que ver a proposta do Gunn. Se a proposta aqui é mostrar o quão ridícula é essa galera, e que eles servem mais pra serem explodidos, então pode funcionar. Acho interessante quando, dentro do bom senso, diretores tem a coragem de assumir o colorido e cartunesco dos quadrinhos. Só espero que o Gunn não tente transformar o Esquadrão em super heróis incomprendidos, que foi um (dos muitos) erros do Ayer. Pessoalmente, eu não aprovo essa dicotomia de Marvel faz "filmes família" e "DC faz filme "sombrio e realista". Acho que a Marvel deve sim fazer alguns filmes mais sombrios, e talvez até com censura alta, assim como a DC tem que fazer filme família sim. Só por que o CORINGA deu certo, eu vou querer uma Mulher Maravilha sombria e realista? Não que eu tenha problema com isso, mas não vejo como uma única opção de qualidade (como se ser sombrio e ter censura alta garantisse qualidade). . Pessoalmente, eu acho que 2019 foi um bom ano pra DC no cinema, por apresentar experiências cinematográficas tão diferentes entre si como SHAZAM e CORINGA.
  17. 1 point
    Não dá pra duvidar da Pixar, mas, sei lá tá sem "cara" ainda...
  18. 1 point
    Jailcante

    Superman - O Homem de Aço 2 (20??)

    Lois Lanes:
  19. 1 point
    Se alguém acredita que vão "rebutar" o melhor coringa de todos os tempos, dois ou três anos depois, realmente não conhece o mínimo da indústria. A Warner não vai fazer isto de forma alguma, ainda mais depois do fracasso do Reboot do Batman com apenas 4 anos de diferença. Ou eles não vão usar coringa ou vão usar o coringa do Phoenix. A informação(de meses atrás) diz que a ideia é criar uma espécie de selo "dark" mas que todos os filmes deste selo se passariam no mesmo universo porém sem "crossover". Desta forma, seria um universo mas ao mesmo tempo daria para fazer filmes solos autoriais e a muleta para explicar o porque o personagem do outro filme não aparece seria a mudança temporal, tipo uns personagens existem nos anos 50 , outros anos 60, outros 80, outros 90, outros 2000...e por ai vai. Então o Coringa do Phoenix criou aquela revolução em seu filme , não a toa, mas para ser usado este conceito no Batman do Pattinson que se passará 15 anos depois. E se tiver filme da Batgirl, ele vai se passar dentro deste "universo selo" e o Phoenix também não voltaria mas esta mesma revolução(no futuro) afetaria a Barbara gordon a deixando tetraplégica. Aquela revolução final do Coringa, foi plantada pela Warner para lançar uma série de filmes posteriores que seriam afetados por esta revolução. Lembrando que o artifício de lançar uma franquia cinematográfica a partir de um filme com pegada "arthouse" é clássica, na verdade antigamente era feito assim. Rambo e Rocky são exemplos. Inclusive o Rambo 1( first blood) é a história de um soldado que ficou com problema mental na guerra e se vinga da sociedade que o persegue..numa historia muito parecida com este Coringa.
  20. 1 point
    “O filme do Coringa estreia hoje. Os incríveis Joaquin Phoenix, Todd Phillips e Scott Silver brilhantemente reimaginaram um personagem como nunca antes! Dois joinhas daquela versão mais antiga dos quadrinhos… Eu”, escreveu o Coringa Jedi Mark Hamill.😂
  21. 1 point
    Jorge Soto

    19 Dias de Horror

    The Furies é um divertida produção australiana que é, resumidamente, uma versão terror de Jogos Vorazes com Massacre da Serra Elétrica. Vai vendo, praticamente não tem enredo - que se resume á corre-corre das presuntas dos mascarados - e tem um gore de dar gosto, lembrando filme dos anos 80 nos efeitos práticos. Quiçá seu diferencial seja seu toque sutil de empoderamento femenino que evita de descartá-la logo de cara, mas é um slasher rural simples e eficiente em sua proposta. 8-10 Gwen é um bom thriller psicológico (ou seria drama histórico?) que flerta muito com A Bruxa e Lady McBeth. Tem muitas coisas admiráveis pra representar o macabro: sua atmosfera mórbida, seu desenvolvimento moroso e a atuação sincera da atriz que dá nome ao filme. A sutileza da sugestão pontualmente rompida pela ultraviolência geram toda hora uma leve sensação de incomodidade nesta fita irlandesa, a despeito do desfecho que achei borocoxô. 8-10 Eeire é um terror filipino que é muito bem ambientado e começa até legal, mas depois cai na mesmice numa estória que seria versão da loira do banheiro daquele país, entupido de sustos fáceis e trechos bem morosos. Falaram tanto que dava maior cagaço (na Netflix ta como Testemunha Fantasma) mas creio que a criatividade e tensão ficou só no cartaz e no desfecho, estilo Sexto Sentido. 7,5-10 Trespasers é outro "home invasion" apenas correto, sem mais. Já viu Os Estranhos? Pois é, mesma coisa só que aqui se passa no deserto do Mojave. Fora a ambientação diferenciada o filme não acrescenta mais nada ao gênero, mas consegue divertir um pouco com o nonsense dos protagonistas e algumas situações que se esticam além do necessário. Os últimos 20 mínutos são a coisa mais legal. 7,5-10 Deadsight é mais um "zombie movie" de baixo orçamento que ao menos tem uma premissa que foge do tradicional e te mantêm preso á película: um cego e uma policial grávida unem forças pra sobreviver no apocalipse desmorto. Mas apesar disso e a precariedade do orçamento, as idéias logo se diluem e tudo se estica além da conta apesar do empenho evidente da dupla protagonista. No final fica a sensação de que com mais grana e melhor direção teria vingado coisa bem melhor neste Fargo do terror. 7,5-10 D-Railed é um terror bizonho que são 3 filmes em um e não se resolve em qual quer ser. Começa até bem como thriller de mistério feito Assassinato no Expresso Oriente, mas daí surgem 3 reviravoltas inesperadas e vira um survival com clones do Monstro da Lagoa Negra (!?). Sim, creio que esta produção quis ser original e se perdeu totalmente nesses 3 giros, sem falar que a duração é curta demais pra desenvolver tudo que se propõe. Atuações canhestras, furos nababescos e um desfecho sem sentido completam o pacote desta pérola da bizarrice involuntária. 4-10 Haunt é terror indie típico, correto, previsivel, porém bem efetivo. Mescla Escape Room com elementos slasher com homenagens ao terror oitentista de rodo. A boa ambientação e o roteiro oferecem diversidade na forma de pegar peças ao espectador de forma a não cair no slasher convencional. Mas fica a impressão que com um elenco melhorzinho e um desfecho mais potente teria vingado um baita filmão. Depois vi que os roteiristas são os mesmos do Lugar Silencioso, mas aqui foram mais preguiçosos pois ta cheio de furo. 8,5-10 Midsommar se diz filme de terror mas é mesmo um thriller de mistério pois todo desenrolar da estória nada mais é que metáfora do relacionamento do casal protagonista..alías, do término dele. O roteiro tenta ser inteligente mas o filme só me prendeu no quesito das bizarrices daquela comunidade alternativa sueca. Visualmente é lindo e deixa-se ver de boa, atuações idem.. mas é justamente esta pretensão de simbolismos que faz a experiência (pelo menos a minha) não ser plena. Pelo menos foi menos broxante que Hereditário. 8-10 Cutterhead é outro bacanudo filme que aborda a exploração de imigrantes se valendo do thriller de sobrevivência, no caso, no metrô. Esta produção dinamarquesa é simples, tensa e terrivelmente claustrofóbica, onde o trio de personagens é lentamente espremido cada vez mais e mais, não deixando o espectador respirar, á semelhança de Buried. O melhor é seu trio de protagonistas, que parecem interpretar eles mesmos. Um pequeno grande filme e eficiente survival. 8,5-10 Itsy Bitsy é um bom filme de "bichos assassinos", no caso, uma aranhona turbinada que toca o terror. Parece até remake não oficial do clássico noventista Arachnophobia dadas as semelhanças. Atuações corretas, elementos mitológico interessantes, efeitos práticos e confrontos á moda antiga são os pontos positivos deste divertido filme B. O único ruim é um dramalhão familiar no meio que não diz a que veio e toma boa parte da projeção. 8,5-10 Dead List é uma antologia horrível de curtas de terror que parece trabalho de conclusão de curso de cinema á distância. Vai vendo, ele até tem uma espinha dorsal interessante e coesa, mas os curtas em si são fraquíssimos, mal produzidos e sem tensão alguma. Da pobreza na execução e fraquíssimo elenco, sobram somente os bons efeitos práticos e o uso de metalinguagem na narrativa. Mas não é suficiente pra elevar o conjunto da obra a um nível mais aceitável. 5-10 DreadOut é um bacanuda fita indonésia de ação de horror. Imagina uma versão terror de Jumanji.. é isso! O incrível é que é adaptação de um game (que nem sequer sabia existência) e flui que é uma beleza, não te deixa respirar com seu horror freaky e caráter imersivo. Bem feitinha e caprichada visualmente, o ruim é que os personagens não tem muito carisma e a última meia hora soa repetitiva, sem falar aquele desfecho borocoxô. 8,5-10 Tone Deaf é um thriller apenas bonzinho pois ele quer ser mais do que é, além de modernoso. É um filme que começa bem mas não alcança todo seu potencial a despeito da ótima atuação do eterno T-1000, Robert Patrick, na pele de um psicopata. Sem ser suficientemente divertida, extravagante ou intrigante pra satisfazer os fãs do gênero. No final fica a impressão de qual era a intenção do diretor, uma vez que não serve nem como terror nem comédia diante daquele desfecho apressado. 7-10 In Fabric é um razoável filme de gênero que flerta entre o horror e o giallo italiano. Sim, é daqueles filmes com estética retrô setentista que te hipnotiza, mas que deixa a desejar em conteúdo, no caso, uma crítica ao consumismo capitalista. Fora o visu e as boas atuações resta pouco, pois creio que não precise ser estiloso pra falar de um vestido amaldiçoado (!?). Colagem de cenas, aspecto surrealista e muito nonsense completam o pacote desta curiosa produção inglesa. A ver, mas com ressalvas. 7-10 Three From Hell é um fecho meio melancólico da trilogia do Zombie, com House of 1000 Corpses e The Devils Reject´s. Sim, é o filme mais frouxo. Os melhores momentos das anteriores estão aqui, mas cobertos pelo verniz grindhouse, o que confere ao filme um tom de comédia desnecessário. As atuações do trio principal estão ok, mas um pouco beirando o caricato. No entanto, a violência explícita ta bem legal. Resumindo: recomendada unicamente aos fãs da saga e do Rob Zombie, mas com ressalvas. 7-10
  22. 1 point
    Questão

    Os Vingadores 4: End Game

    Alguém realmente não se deu ao trabalho de olhar no dicionário e ver o significado de entretenimento. Em tempo, Scorsese é um gênio, mas falou besteira. Ele pode achar que não é bom cinema (o que é discutivel por si só), mas dizer que não é cinema já é demais, pois é querer definir o que é arte, o que foge da propria subjetividade.
  23. 1 point
    Da minha parte (e não sou tão fã do Batman ou muito conhecedor do universo dele fora dos filmes), não teria problema com isso, ainda mais que os filmes dele se passariam um tempo depois desse aqui, o que seria uma justificativa de qualquer coisa mais "fora do eixo" que rolasse. Acho que o filme deixou uma boa base pra levar pra levar frente.
  24. 1 point
    Jailcante

    Superman - O Homem de Aço 2 (20??)

    Ok. Três Supermans e um Batman Velho. Flash: Porque temos 3 Supermans e só um Batman? Arrow: Você acha que o Michael Keaton, George Clooney e Christian Bale viriam aqui? Teríamos sorte de ter o Val Kilmer e olhe lá...
  25. 1 point
    STAR WARS – A ASCENSÃO SKYWALKER – DISNEY DIVULGA IMAGEM DE UM NOVO PERSONAGEM DO FILME! 12m - 0 – Será que ele vai ser importante? POR RAPHAEL MARTINS → A cada novo filme, Star Wars revela novos planetas, naves e personagens, expandindo ainda mais o já enorme universo da saga e dando espaço para que mais brinquedos, outro ponto forte da franquia, sejam produzidos. Star Wars: A Ascensão Skywalker não será uma exceção e e alguns destes novos rostos já apareceram no trailer e em materiais promocionais, como a caçadora de recompensas Zori Bliss (Keri Russel), o general da Primeira Ordem Pryde (Richard E. Grant) e a guerreira Jannah (Naomi Ackie). Esta semana, a Disney revelou mais um novo personagem a aparecer no filme. Seu nome é Babu Frik, um alien construtor de dróides que trabalha entre os mercadores de especiarias do planeta Kijimi, uma das novas localidades do longa. É dito que ele tem a capacidade de modificar e reprogramar qualquer dróide, independente das medidas de proteção que possam ter sido instaladas nele. Parando um pouco para pensar, ele pode ser o responsável pelo C3PO de olhos vermelhos que aparece no trailer do filme, que pode ter sido modificado para entrar em combate ou até mesmo para se voltar contra os heróis. https://legiaodosherois.uol.com.br/2019/star-wars-a-ascensao-skywalker-disney-divulga-imagem-de-um-novo-personagem-do-filme.html
  26. 1 point
    Hoje completam 60 anos da estreia de Além da Imaginação na TV Americana:
  27. 1 point
    Decididamente o diretor não tava esperando esse tipo de reação, e sem saber o que dizer, tá simplesmente falando m#%2d O que mostra uma ingenuidade por parte do Philips em não esperar se não essas reações, algo parecido. Primeiro, por que ele pegou um vilão clássico, conhecido por ser basicamente a encarnação da maldade e sadismo, da loucura incompreensível caótica, e o transformou em um anti herói social (pelo menos é o que os trailers vendem). Segundo, pela influência clara em TAXI DRIVER, um filme que sofreu exatamente esse mesmo tipo de crítica que está sendo imputada a CORINGA. Ou seja, não precisava ser um génio para perceber que o filme podia levantar este tipo de questionamento, e portanto ele deveria ter se preparado melhor pra responder esse tipo de pergunta, ao invés de passar essa impressão de quem foi pego "com as calças na mão".
  28. 1 point
  29. 1 point
  30. 1 point
    Gust84

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Eu também não achei nada demais, mas absorvi de forma menos amarga a ideia do filme. Entendi como, "sendo o que não somos de fato é impossível ser feliz."
  31. 1 point
    JAMES GUNN DIZ QUE MARVEL E DC PODEM CRESCER JUNTAS! 3h - 899 – E ele está certíssimo! POR RAPHAEL MARTINS → Apesar do que alguns fãs possam pensar, nunca existiu uma inimizade entre a Marvel e a DC, apenas uma competição saudável onde todos aqueles que acompanham quadrinhos e histórias de super-heróis ganham. E James Gunn nos lembrou disso. Em uma nova postagem no Twitter, o diretor de O Esquadrão Suicida celebrou o início da produção do filme mostrando um presente muito especial que ele ganhou de Kevin Feige e da equipe do Marvel Studios: um diário com fotografias da época em que o diretor trabalhou por lá. Junto com as fotos, o diretor escreveu: Na mesma postagem, Gunn disse que tanto Marvel quanto DC se beneficiam com os sucessos uma da outra, e que brigar por favoritismo a uma em detrimento da outra é pura bobagem: https://legiaodosherois.uol.com.br/2019/james-gunn-diz-que-marvel-e-dc-podem-crescer-juntas.html Gunn querendo tirar o sustento do Omelete... Sem briguinhas de estúdios, o povo lá vai noticiar o quê?
  32. 1 point
    off Durante a festa de lançamento da décima temporada da série "The walking dead", o ator Jeffrey Dean Morgan, que é grande fã de quadrinhos e da DC, confessou que ainda deseja viver o Batman alternativo de "Ponto de ignição" e que está apenas esperando um chamado: “Olha, eu não sei, quer dizer, se houver alguma chance de me chamarem, eu diria que sim. Eu acho que 'Ponto de ignição' é minha história preferida. Eu iria amar fazê-la. Mas sabe como é, a DC é a DC, e eles estão em uma constante… parece que eles estão sempre mudando quem manda por lá e o que eles vão fazer. Então, com sorte, o que eu gostaria de ver é um pouco de continuidade na DC, que eles se endireitassem, e aí, cara, eu ficaria honrado e iria amar fazer isso mais do que qualquer coisa”.
  33. 1 point
  34. 1 point
    Que bom que não fez sua teoria SW ainda, porque já pode socar o Kevin Feige e a Marvel nela, né?
  35. 1 point
    Kevin Feige, chefão da Marvel, fará filme de Star Wars para a Disney Era apenas uma questão de tempo. Com o sucesso do Universo Cinematográfico da Marvel nas costas, o produtor Kevin Feige foi convidado pela Disney para trabalhar no universo de Star Wars. O The Hollywood Reporter anunciou nesta quarta-feira (25) que Feige e Kathleen Kennedy estão trabalhando juntos em um novo filme da saga. De acordo com o site, o projeto deve iniciar uma nova era de histórias, já que A Ascensão Skywalker vai colocar o fim na cronologia principal. “Estamos empolgados com os projetos que Kathy e a LucasFilm estão trabalhando, não apenas em Star Wars, mas também Indiana Jones e outras partes da empresa. Com o fechamento da Saga Skywalker, Kathy está perseguindo uma nova era de narrativa em Star Wars, e sabendo o quão fã ele é, fez sentido para nós que esses produtores extraordinários trabalhassem em um filme de Star Wars juntos”, afirmou Alan Horn. O projeto misterioso de Feige se junta aos de D.B. Weiss e David Benioff (Game of Thrones) e a trilogia de Rian Johnson.
  36. 1 point
    Diretor usa John Wick 3 para defender Coringa de polêmica A polêmica sobre o filme do Coringa continua. Para críticos e alguns grupos, o longa da DC pode inspirar a violência por causa de sua trama.Em entrevista para Associated Press, o diretor Todd Phillips voltou a ser questionado sobre o assunto. O cineasta explicou novamente que Coringa não tem a intenção citada acima. Dessa vez, o diretor foi abordado com um questionamento sobre o medo de que o tiroteio de Aurora, de 2012, se repita em uma sessão de Coringa. O massacre foi feito na estreia de Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge na cidade do Colorado (EUA).“Eu acho que é uma situação horrível. Mas, não é algo que culpam Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge. Francamente, se você fizer uma pesquisa sobre Aurora, aquele homem não estava vestido de Coringa. Isso foi relatado de forma errada. Ele tinha o cabelo pintado de vermelho. Ele teve um colapso e isso é horrível. Mas, não estava relacionado com o filme, apenas o fato de que aconteceu em um cinema. Não é algo que Coringa quer representar”, respondeu o diretor. Phillips também usou John Wick 3: Parabellum para defender a trama de Coringa. O filme com Keanu Reeves traz violência como tema central. “O filme se passa em um mundo fictício. Pode ter implicações no mundo real, opiniões, mas se passa em um mundo fictício que está aí há 80 anos. E uma coisa que me incomoda é a coisa tóxica, do homem branco que diz, ‘Oh, eu vi John Wick 3’. Ele é um homem branco que mata 300 pessoas e todos estão comemorando, rindo e gritando. Por que os filmes ficam presos em padrões diferentes? Honestamente, não faz sentido para mim”, finalizou o cineasta.
  37. 1 point
    DeNiro vai envelhecer por décadas durante o filme:
  38. 1 point
    sinopse divulgada hoje...é quase a mesma anterior com alguns adendos.. tipo que Anne Hathaway será a maior bruxa do mundo “Visualmente inovador, Convenção das Bruxas narra o conto sombrio, bem-humorado e comovente de um menino órfão (Jahzir Kadeem) que, no fim de 1967, vai viver com sua amorosa avó (Octavia Spencer), na cidade rural de Demópolis, no Alabama. O garoto e sua avó se deparam com algumas bruxas enganosamente glamourosas, mas completamente diabólicas, e a avó leva o jovem a um resort à beira-mar. Lamentavelmente, eles chegam lá exatamente no mesmo momento que a maior bruxa do mundo (Anne Hathaway) reuniu todos os seus companheiros de todo o mundo para realizar seus planos nefastos.”
  39. 1 point
    Big One

    Frozen 2

    Vai ser outro sucesso..acertaram a mão de novo..visual fantástico...
  40. 1 point
    Bem, isso traz um debate deveras interessante!! Peguemos o caso do Tropa de Elite, O Brasil é um país históricamente calcado no apelo a autoridade, aos heróis que lutam bravamente contra os criminosos e contra as ameças a pátria. Ou seja, um traço dessa construção colonial que é o Brasil é o apego a imagem da autoridade policial (o que é uma característica chave para que o fascismo floreça). O Padilha pode ter tentado expor uma crítica a essa figura, mas o filme sempre exalta as características socialmente reconhecidas como características valiosas de um policial, como por exemplo, seguir a linha da sua missão como policial, sem transgredir (e não achem que os tapas na cara, a forma de abuso de autoridade do chefe da tropa e a arbitrariedade com que mata e caça pessoas na favela, isso é visto como uma característica dentro da linha de missão do policial e extremamente valiosa por por sua vida em risco pra salvar a vida dos cidadãos de bem. Isso não é trasngressão da profissão e o Padilha, acredito eu, sabe muito bem disso. Colocar isso como ele colocou achando que estaria expondo um problema da coorporação pra a sociedade é, ao meu ver ingenuidade, pois, na verdade, realça o sentimento da população de que policial é herói que tem que sair matando pra salvar a vida e os bens do cidadão de bem). No mundo atual, a pressão social, a discriminação, o bullying, o apego as armas e discursos fáceis somado a xenofobia, o racismo e o nazismo estão em alta, a sensação de se achar fazendo parte de uma elite que tem valores que devem ser defendidos e que os outros valores devem ser eliminados, é um contexto do qual o filme pode realçar. Por exemplo, se o coringa for um jovem branco que sofreu bullying a vida inteira e foi desprezado e ridicularizado em sua profissão enquanto na sociedade, algumas medidas afirmativas são tomadas e o sucesso de jovens de outros grupos que, teoricamente, não teriam sido escolhido por não possuir as qualidades esperadas, e a revolta se tornar um ato justificado frente ao boicote que essa sociedade causa a esse jovem que tinha tudo pra realizar seus sonhos em detrimento de grupos considerados degenerados ou inferiores, ai sim, estará reafirmando essa imagem de branco humilhado pela sociedade que busca sua vingança. Mas como eu acho que esse filme do Coringa vai ter uma pegada diferente da do Tropa de Elite, pois o Tropa de Elite é um block buster e não um estudo de caso ou estudo de personagem aprofundado, no final, a missão foi cumprida, a policia salvou a comunidade dos criminosos e o bandido maior foi eliminado, o que, sem querer querendo, acabou reforçando a imagem da policia como grupo de heróis a serviço da população. Já no do Coringa, acredito que sim, haverá a critica a essa sociedade elitista e discriminatória (pois não há como negar que esses assassinos em massa é resultado, em grande parte, da sociedade vigente que vende sonhos e condena ao despreso e ao ridículo aqueles que não alcançaram - ainda - os sonhos que ela vendeu, e que, a criança sofre discriminação desde cedo e assim aprende que assim como os grupos que o ridicularizaram na infância são merecedores, eles são merecedores em relação a outros grupos e que, por isso, é justo sua vingança) mas também mostrará uma mente perturbada do Coringa de forma que deixará claro que a sua reação frente a essa pressão será completamente irracional, que ao invés de tentar solucionar as causas desse problema, passará a ser um resultado extravagante e ressaltado daquilo que o formou, um retrato insano das qualidades insanas da sociedade. Enfim, vejo mais no Coringa um estudo de caso de como um genocida alucinado é um retrato de uma sociedade e de problemas psicológicos decorrentes ou reforçados por essa sociedade do que uma afirmação de uma figura justiceira e que luta contra uma sociedade que lhes rouba o sucesso que lhe és de direito. Já o Tropa de Elite não me parece ser o caso, me parece mais que ressaltou a figura de policial que sofre horrores no combate ao crime e aos criminosos. Ou seja, ressaltando a imagem popular de que são heróis fardados que a dispeito da sua própria qualidade de vida se entregam a uma missão horrenda. Em nenhum ponto do Tropa os problemas psicológicos do Capitão demonstrados em sua casa tiveram algum efeito na conduta do policial de forma a colocar sua ação inexplicável perante sua função, qualquer abuso que ele tenha feito, se explica pela função que ele exerce. As pessoas torturadas são, no fim, bandidos, a ação autoritária só se restringe a bandidos e tudo é justificado. hahaha
  41. 1 point
    Mas MoS é um ótimo filme, se comparado a Liga... por assim dizer. Snyder tinha a visão dele pra construir todo aquel universo mas isso realmente demanda tempo (e planejamento), impondo seu estiilo característico. A Warner tava desesperada pra pegar o vácuo do sucesso da Marvel e começa a fungar o cangote do cabra. E sob pressão nada sai certo mesmo.. ainda mais quando juntam duas sagas apenas pra servir de fan service pra nerdaiada, uma vez que Snyder tinha planos diferentes pra BvS, pelo que vi em foruns gringos. E acho que sou um dos únicos que consegue ver algo bom em Sucker Punch, um mangá visual. Madrugada dos Mortos é um remake melhor ao original. 300 é ok, mas Watchmen é uma adaptação que mal arranhou o obra origem, mas é divertida, tipo Constantine. É a mesma coisa quando culpam o grande David Ayer pelo fracasso de SS... Resumindo: se tiver esse tal Snyder Cut da Liga sou um dos que ta doido pra ver..😁
  42. 1 point
    Scatman

    Superman - O Homem de Aço 2 (20??)

    A visão da PAtty J. foi diferente para a Mulher Maravilha justamente porque era diretiva do estúdio se distanciar da visão Snyder pelo fracasso de bilheteria de BvS com seu afastamento de Liga. Creio que ele teve uma visão correta na concepção e escalação do Momoa e Gal GAdot, mas errou com um Lex Luthor garotão...o problema foi colocar toda criatividade de um universo na visao de um diretor de cinema, que prescinde de ótica de quadrinhos para fazer sua adaptações, por vezes.
  43. 1 point
    Big One

    Rambo V: Last Blood (2019)

    Eita...mais paulada. Rambo está apanhando igual ao Rocky. Kkk
  44. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Dá uma sensação de "Estava esfregado na nossa cara!!!" Lembro-me que todo mundo achava estranho aquela craiançada toda em volta dele. Mas ninguém levantava a voz para sugerir algo a mais. Quatro horas de imagens de arquivo, fotos, e depoimentos impressionantes. Se eu acreditei nos depoimentos dos dois caras? Definitivamente. O caso de Michael Jackson força até o limite a capacidade de separar a admiração pelo artista e pela obra.
  45. 1 point
    Vou chutar aqui uma hipótese, mas lembro que o diretor disse algo na mesma direção: tem quem assistiu ao primeiro "Tropa de elite" e comprendeu a crítica ao arquétipo. Tem quem saiu se identificando. E isso pode ser bom. Essa dupla visão. Mas, no caso de "Coringa", parece muito que o espectador que se pegar torcendo (eu vou torcer no início, certeza) chegará em um ponto em que isso é impraticável. Quando as cortinas se abrirem, digamos... não será mais possível torcer, pelo menos pra maioria. E parece que isso é proposital.
  46. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    "Jane Fonda in Five Acts" é um doc feito pra gente cair de amores por essa mulher! Que atriz! Que beleza! Que cérebro! Embora não foque tanta assim o lado atriz, conseguiu reunir pelo menos umas 3 grandes cenas dela no cinema. Como o seu final no maravilhoso "A Noite dos Desesperados"; sua entrevista em forma de improviso em "Klute"; e a conversa com o pai em "Num Lado Dourado". Só faltou a eletrizante cena de sexo em "Coming Home"...Mas...ok... Na parte humana, não faltou nada. Jane filha sem amor, Jane militante, Jane malhação, Jane esposa, e, agora, depois de tudo, simplesmente Jane Foda! Que vida extraordinária!
  47. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    "Na Presença de um Palhaço" é um dos últimos filmes de Bergman, um telefilme de 1997, que é sobretudo a respeito do processo de criação. Estamos em 1925, e um diretor, internado em um hospício (ou não..), deseja criar uma técnica semelhante a um primeiro filme falado (antes portanto de "O Cantor de Jazz", que é de 1927) para contar a parte final da vida de Schubert. Não é um filme fácil, é muito subjetivo, e tem um caminhão de texto, como de costume. Algums diálogos são magistrais, como só ele sabia escrever: "A liberdade interior é, por mais ameaçada que pareça, um fato fascinante e inquebrantável que seguramos nas mãos quando as elevamos para a luz eterna." Mas como cinema é um Bergman menor. Destaque apenas para a cena do aparecimento do palhaço. E também para uma ironia dramatúrgica maravilhosa: quando o cinema falha, sempre se tem o teatro. Essa é a conclusão, a meu ver. O teatro como base do processo de representação.
  48. 1 point
    superover

    Notícias Sobre Harry Potter

    Sei lá, às vezes acho que 7 livros e de uma única saga é pouco pro Harold Bloom criticar a J.K. Rowling (Ela também fez Morte Súbita mas provavelmente depois dele já ter criticado). Se fosse um Stephen King que tem milhares de livros e ele também acha ruim faria mais sentido. Mas se a maioria das pessoas considera o McG ruim e incapaz de dirigir a franquia Terminator só porque dirigiu antes os 2 As Panteras e um filme genérico de esportes, acho que isso também vale.
  49. 1 point
    Jailcante

    Cemitério Maldito (Remake)

    Colocaram esse final no youtube, já vi aqui. É melhor que o do cinema, com certeza. Diria que bem melhor porque o de cinema faz sentido nenhum, só apela pra uma matança sem fim ali sem sentido. Essa aqui já faz algum sentido, sei lá. Mas esse final alternativo, eu colocaria uma explicação que pra mim, ficaria melhor, ficaria redondo. Seria assim: Quando o pai tá sentado com o filho esperando a mulher, teria um flashback ali, ele lembrando de algo. Mostraria ele, momentos antes, quando quase mata a filha mas ela fica normal e chora. Ele se comoveria e abraçaria a filha, e perguntaria porque ela quer matar a mãe. A menina falaria que ela sente medo do que ela se tornou, e que só queria ter alguém como ela pra ajudá-la. Então, ela pensou na mãe. Por isso queria matá-la, mas pra enterrar no cemitério e assim ela não estaria sozinha, não se sentiria sozinha. O pai, inicialmente, se nega a querer enterrar a mulher (ainda mais que ela tá viva ainda), mas a filha fala: Que sem a mãe a ajudando, ela não conseguiria continuar com aquilo, que seria melhor ele a matar mesmo. Se ele quiser manter a família inteira teria que enterrar a mulher. E assim, teria uma imagem dele na dúvida do que fazer, mas logo o filme volta pra cena dele sentando com o filho e a mulher surgindo ali na sala como zumbi (que é a cena final dessa versão do final). Minha questão aqui, é que a menina zumbi mata o velho por um motivo (ela o culpa por ter mostrado o cemitério pro pai), então esses zumbis daqui tem certa consciência, não cometem uma matança desenfreada como era no filme de 1989, mas pra mãe, a menina não dá uma explicação, ela quer simplesmente matar a mãe do nada (tanto no final de cinema, como no alternativo), então eu daria esse motivo pra ela querer matar a mãe. Ela topa a 'proposta' do pai de manter a família, mas tem essa condição de não querer ser a única ali de zumbi, que teria medo de ficar sozinha nisso e etc, então quer levar a mãe junto pra ter certa segurança. O final alternativo encaixaria mais nisso, teria pouca coisa a acrescentar de cenas. Fim.
  50. 1 point
    Jailcante

    19 Dias de Horror

    Sociedade dos Amigos do Diabo (Society, Dir.; Brian Yuzna, 1989) 2/4 Não tenho muito a dizer sobre o filme a não ser: Bizarro. Cerna final é meio chocante (hoje é meio risível, já que o festival de borracha rola solto ali), mas não acho que o diretor não extraiu muito dela, já que perde tempo com piadas desnecessárias e não, necessariamente, conclui bem alguma coisa ali no tom de paranoia do resto do filme. A cena é chocante, mas não 'foda', digamos assim.

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