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Forum Cinema em Cena

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Showing content with the highest reputation since 07/01/21 in all areas

  1. Jorge Soto

    Viuva Negra

    Os lucros da atriz dependiam exclusivamente do resultado de bilheteria, a Disney sacaneou ela com a exibição no streaming, no momento atual isso com certeza faria as pessoas optarem por assistir em casa, sem falar que acredito que ela provavelmente não vai receber a participação dos lucros do serviço premium. Nesse caso, dou toda a razão a ela, o caso dela se enquadra na teoria da "perda de uma chance" na qual ela perdeu a chance de lucrar o que poderia ter lucrado caso o filme fosse exclusivo dos cinemas. Logo, ela tem direito a 50 milhoes, já que o filme é a 3° maior bilheteria do ano e se o filme sair bem na China dele consegui mais alguns milhoes tbm.
    2 points
  2. Jailcante

    Viuva Negra

    Scarletinha linda e colhuda. Processar Disney não é pra qualquer um mesmo. E nem só ela estaria chateada com esse lançamento no Disney+... VIÚVA NEGRA: KEVIN FEIGE ESTÁ “FURIOSO” COM LANÇAMENTO DO FILME, DIZ SITE O chefe da Marvel Studios não queria que o filme fosse lançado no streaming. Após muitos atrasos devido a pandemia da Covid-19, Viúva Negra finalmente chegou aos cinemas e no Disney+. Porém, nem todo mundo que está por trás do filme ficou feliz com a decisão de lançar o longa no streaming, tanto que a própria Scarlett Johansson está processando a Disney por quebra de contrato. Mas parece que a atriz não é a única dentro da Marvel Studios descontente com a decisão. Uma nova informação vinda do What I’m Hearing… (via Comic Book), um newsletter criado pelo antigo editor do The Hollywood Reporter e advogado de entretenimento, Matthew Belloni, diz que Kevin Feige também não ficou feliz com a decisão. Não é de hoje que os fãs do Universo Cinematográfico da Marvel ouvem rumores de que Kevin Feige não queria que Viúva Negra fosse lançado no Disney+ através do Premier Access, com fontes dizendo que ele não tinha nenhum problema em esperar um longo tempo para que fosse seguro fazer um gigantesco lançamento nos cinemas. Contudo, a Disney forçou o lançamento do filme de forma limitada. Segundo Belloni, o chefe da Marvel Studios está “com raiva e envergonhado” pelo fracasso comercial que Viúva Negra se tornou, já que o lançamento limitado nos cinemas durante um momento de insegurança fez com que o público não fosse ver o filme. A informação diz: Segundo o jornalista, a Disney se negou a comentar sobre o assunto. Ontem, contudo, a empresa se posicionou em relação ao processo de Scarlett Johanson, dizendo: Por enquanto, o filme solo da Viúva Negra está em cartaz nos cinema e disponível no Disney+ pelo Premier Acess. https://www.legiaodosherois.com.br/2021/viuva-negra-kevin-feige-furioso-lancamento-rumor.html
    2 points
  3. Jorge Soto

    NetFlix

    HBO max e Prime Video reagem cutucando a Netflix pelo aumento.😂
    2 points
  4. Jailcante

    Army Of The Dead 2

    Se for protagonizado pela filha do Batista... Pelamor. Prefiro que sigam aquela cara lá que foi pro México (e ele cometendo uma nova 'pandemia zumbi'), e que essa menina, simplesmente, não apareça.
    2 points
  5. Jailcante

    Flashpoint (202?)

    Ué, o Timothée Chalamet é o novo Superman?
    2 points
  6. Legal que logo no começo do vídeo aqui, o cara já diz que o único filme do Verhoeven que ele viu foi "Elle".... Não conhecer os filmes do Verhoeven: Isso é cringe, geração Z. Muuuuuito cringe!
    2 points
  7. Segundo filme da leva de Kelly Reichardt, "Wendy and Lucy" deve ser um dos primeiros olhares da crise econômica de 2008 nos EUA. Wendy e a fofíssima Lucy estão à caminho do Alaska para uma jornada de trabalho intermitente. Nada se sabe sobre a garota, apenas que ela tem uma irmã e cunhado no Indiana, mas fora isso ela é essencialmente um corpo em movimento. Tudo que ela tem é um carro e o companheirismo de Lucy. Até que numa manhã dormindo em lugar proibido, o carro pifa. Depois, numa decisão errada, ela descobre que Lucy se perdeu. Presa num lugar que nada tem, sem ter onde ficar, com quem falar e perdendo seu norte. Para mim, o mais notório do filme é a forma como fala de uma situação crítica sem precisar berrar e abre os olhos para pequenos detalhes que normalmente não são tão tratados em obras do tipo: não se perde apenas os pertences numa crise econômica, mas ela traz muita solidão, pois é preciso buscar algo, normalmente longe e se nao é você quem o faz, será um familiar ou amigos. Além disso, é bem ilustrativo ao reforcar que uma vez caindo neste espiral de pobreza, é muito difícil escapar; isso é mais bem comentado na fala do segurança que se aproxima de Wendy (muito provavelmente por sua própria solidão ) "É preciso um endereço para ter um endereço e um trabalho para ter um trabalho". Tendo ainda uma das sequências mais tristes que vi recentemente (o travelling no canil), Wendy e Lucy é o retrato muito gentil, mas não menos duro de sobrevivência.
    2 points
  8. Questão

    Viuva Negra

    Conferi o filme. Gostei bastante do que vi. Seguindo a pegada de Thriller de espionagem iniciada pelos filmes do Capitão America comandados pelos Irmãos Russo (e que teve continuidade na minissérie do Falcão e do Bucky) VIÚVA NEGRA adota um tom mais sóbrio e pé no chão em sua trama e sequências de ação, embora eventualmente enverede para a ação mais fantástica da espionagem, mais para o lado de "Missão Impossível" do que para a série Bourne. É um bom tributo para a personagem de Scarlett Johanson, ao mesmo tempo em que prepara o terreno para que a Yelena Belova de Florence Pugh assuma o manto da heroína no futuro do MCU. Alías, Pugh rouba varias das cenas de que participa, ao entregar uma personagem de humor mais ácido e aparentemente mais impulsiva que a Viúva original. O resto do elenco manda bem, e o humor funciona na medida, mesmo no caso do Guardião Vermelho de David Harbour que tem basicamente a função de alívio cômico. O filme, entretanto, perde um pouco do ritmo em seu 3º ato. O Treinador nunca consegue ser uma ameaça tão grande quanto o filme vende, e a reviravolta final, embora parta de um lugar muito interessante, parece não atingir o impacto emocional que poderia. Ainda assim, depois de um hiato de dois anos, VIÚVA NEGRA é um bom retorno do MCU ao cinema, enfim dando a Natasha Romanoff o filme que ela merecia. Não fica entre os grandes filmes do estúdio, mas também não o colocaria entre os medíocres.
    2 points
  9. (244) Desde logo, com seu "resumo" do capítulo de 1994, já se revela que deveria ser chamado de "série" e não de "trilogia". Dividiram por que estrategicamente se ganha mais views. Só por isso. Um pouco de honestidade, por favor, Netflix! "Rua do Medo: 1978 - Parte 2" oferece mais "gore" do que o primeiro, em sua tentativa de lembrar "Sexta-Feira 13". A protagonista deste episódio, Sadie Sink, é melhor atriz também. No mais, detestei. Escuro demais; "sujo" de elementos; a químicia entre os adolescentes não funciona; cheio de hits a cada minuto pra demarcar a época, embora no design não tenhamos efetivamente nada de especial dos anos 1970. Bobo até falar chega.
    2 points
  10. ‎Zack Snyder‎‎ passou por apocalipses zumbis, Grécia antiga e Metrópolis. Agora, de acordo com relatório exclusivo do The Hollywood Reporter, o diretor está pronto para viajar até galáxias distantes.‎ ‎Snyder definiu seu próximo projeto, um filme de ficção científica e fantasia intitulado ‎‎’Rebel Moon‘‎‎, onde irá dirigir, co-roteirizar e produzir para a Netflix, mantendo a parceria do sucesso ‘Army of the Dead‎‎‘. ‎Ao lado dele no roteiro, teremos Shay Hatten (Army of the Dead) e Kurt Johnstad (300). Um detalhe interessante é que a ideia do filme surgiu a partir de um projeto de ‘Star Wars‘ que Snyder apresentou para George Lucas há mais de dez anos. ‘Rebel Moon’ começa quando uma colônia pacífica à beira da galáxia é ameaçada pelos exércitos de um regente tirânico chamado Balisarius. O povo, desesperado por uma salvação, envia uma jovem misteriosa para procurar guerreiros de planetas vizinhos para ajudá-los na batalha.‎ ‎“Este sou eu crescendo como um fã de Akira Kurosawa e Star Wars”,‎‎ diz Snyder. “É meu amor por ficção científica e uma aventura gigante. Minha esperança é que isso também se torne uma grande franquia e um universo que possa ser construído.”‎ ‎”Passei os últimos dois ou três anos construindo este universo. Tenho feito projetos, constantemente desenhando e cultivando seu terreno fértil para tornar este mundo plenamente realizado,”‎ concluiu. FONTE: O VÍCIO Lasers e naves explodindo em Slow Motion com musicas fora de contexto tocando ao fundo. Já vi tudo.
    2 points
  11. Jailcante

    Viuva Negra

    hehehe.
    2 points
  12. Bingo.. genérico ate o sabugo da unha...pior que o Pratt produziu...😠 The Tomorrow War é um scy-fy de acão bem intencionado porém bem fraquinho em sua execucão. Foda que os temas de viagem no tempo pra mudar o destino marcado da humanidade ja deram no que tinham que dar e aqui não é diferente. Misturaram Um Lugar Silencioso com De Volta pro Futuro e rolou um filme em genérico e superficial. As atuacões tao corretas e o filme é muito bem feito.. mas é aquelas, ne? Tenta parecer profundo com paralelismos politicos atuais mas tudo fica só por cima.. Filme preguicoso com roteiro piegas que tinha mais pra render. 7-10
    2 points
  13. 2 points
  14. Primeiro longa de Christian Petzold, "Segurança Interna" de 2000 não faz questão de explicar absolutamente nada. Uma família alemã está em Portugal, aparentemente em fuga, mas do quê? De quem? O que fizeram? Para onde vão? O foco é na filha adolescente Jeanne, que solitária, vive seu coming of age, nesta constante fuga com seus pais. Como rebelar-se quando já vive -se à margem? Como descobrir novas músicas, curtir o que vestir, aflorar sexualidade? Petzold consegue mesclar estas questões com seu cinema de montagem seca, elíptica e objetiva. Uma estreia marcando forte presença.
    1 point
  15. Este é um dos filmes com mais citações memoráveis que já vi: "O amigo gosta de mensagens? Então guarda essa: cada um aprende com as vilanias de cada um e continua a andar. Num é possível, e é." "O homem progride porque é desgraçado e se aperfeiçoa em desgraça e para a desgraça."
    1 point
  16. (240) Cinema brasileiro marginal, com "Filme Demência", de 1986, do maioral Carlos Reichenbach. Que, nunca tinha pensado nisso, é nosso Fassbinder misturado com Godard! Pela sinopse, a trama é descrita como inspirada em "Fausto", de Goethe, tanto que assim batiza o protagonista. Aliás, "Fausto Murnau". Mas ao longo do filme, aparecia era Walmor Chagas na minha cabeça, em "São Paulo, Sociedade Anônima", e, ao final, o filme é dedicado a Luiz Sergio Person. Touché! Assim como o personagem de Walmor, dois insatisfeitos com o casamento, que fogem pelas ruas de São Paulo, estilhaçadas pela montagem surpreendente. Um falido herdeiro de uma pequena fábrica de cigarros, transido pela crise financeira-existencial, erra pela noite marginal de São Paulo, tentando compreender a si mesmo. Para em barzinhos de poetas que leem Ginsberg, para em um lupanar de strip tease, para em um bordel, e (desen)caminha para a violência, usando sua velha arma. Eu entendo bem isso: a noite como porta-voz de mensagens existenciais, através de seus tristes personagens. Um filme cheio de referências literárias e cinematográficas, com muitas boas sacadas de câmera, e texto caprichado, como, para exemplificar: "É da merda que nasce a epopeia".
    1 point
  17. Gust84

    Loki (Série Disney+)

    Mas tem as animações Marvel da época fox kids. Muito massa.
    1 point
  18. Jailcante

    Loki (Série Disney+)

    Esse ep. 5 foi só preparação pro último. Então, nem tem o que comentar dele. Só esperar a série acabar e ver o que sobrou no final.
    1 point
  19. PRODUTOR EXPLICA A RAZÃO PELA QUAL WILL SMITH NÃO VOLTOU PARA O NOVO FILME O Esquadrão Suicida promete apresentar diversos novos personagens ao público, mas há também alguns rostos já conhecidos do filme de 2016 que retornam na nova aventura. Esse não é o caso do Pistoleiro de Will Smith. O personagem, que teve um papel importante no primeiro filme, não retorna para o longa de James Gunn. De acordo com o produtor Peter Safran, o motivo da ausência de Smith é muito simples: “Discutimos isso. Mas acho que o problema com o Will foi mais uma questão de agenda do que qualquer outra coisa. Sabíamos que tínhamos que começar a filmar em setembro porque sabíamos, mais cedo do que outras pessoas, que provavelmente James voltaria a fazer Guardiões da Galáxia. Por isso, era muito importante que começássemos a filmar quando começamos a filmar e Will não estava disponível.” Safran explica que o conflito de agenda que impediu o retorno de Will Smith acabou sendo positivo para o novo Esquadrão Suicida. Nas palavras dele: “Isso meio que tornou tudo mais fácil. Afinal, foi bom para nos ajudar a separar esse novo do primeiro filme de uma maneira mais ampla.” Em O Esquadrão Suicida, James Gunn comanda a história da estranha equipe de vilões da DC, que se tornam membros da Força-Tarefa X e são enviados para a ilha sul-americana de Corto Maltese para uma perigosa missão. O filme está programado para estrear nos cinemas em 5 de agosto de 2021. Nos Estados Unidos, O Esquadrão Suicida estreia simultaneamente nos cinemas e na HBO Max em 6 de agosto. Ou seja, o personagem do Will Smith era essencial nesse filme então colocaram o Bloodsport (personagem do Idris Elba) com uma história semelhante e que iria ter a mesma função na trama que o Pistoleiro. Entretanto, essa mudança repentina de personagens ajudou a separar o lixo do SS (2016) pra esse novo que vai servir como continuação e ao mesmo tempo soft reboot.😁
    1 point
  20. Grande perda, este não será esquecido, deixou sua marcar para sempre na telona, nos fez sonhar com o Super e nos divertir com Máquina Mortífera. @RichardDonner
    1 point
  21. A reportagem da People disse que a treta foi num treino de luta com seus dublês e que só atrasou um pouco o cronograma de filmagens..
    1 point
  22. Richard Donner, diretor de Superman e Máquina Mortífera, morre aos 91 Causa da morte não foi divulgada FLÁVIO PINTO 05.07.2021 16H53 ATUALIZADA EM 05.07.2021 17H12 O diretor e produtor Richard Donner, mais conhecido por dirigir o Superman original, Os Goonies e diversos filmes da série Máquina Mortífera, faleceu hoje (5) aos 91 anos. Segundo a Variety, a morte de Dooner foi confirmada por sua produtora, no entanto, a causa não foi divulgada. FONTE: OMELETE Donner colaborou com clássicos absolutos de diversos gêneros. SUPERMAN, A PROFECIA, MÁQUINA MORTÍFERA, OS GOONIES. Nome pra ser lembrado. R.I.P
    1 point
  23. (236) Na madruga, "Rua do Medo: Parte 1: 1994" . O colega @Jailcante definiu a trama como "rocambolesca", e foi exatamente o que eu pensei. Uma trama muito "suja", misturando alhos com bugalhos, elementos de todos os tipos de terror adolescente + monstros + clima epocal... Mas além disso, as duas meninas principais são péssimas! Socorro! A loirinha, coitada, não tem carisma nenhum. Toda vez que a câmera ia para ela, a coisa caía...Pra mim, da turminha ali, só o ator loiro, mesmo com o personagem mais esterotipado, mandou bem. Achei muito fraco. E compará-lo com o excelente e marcante "Pânico" é um crime! Basta comparar as sequências iniciais de ambos. Ai, agora vou ter que ver essa bomba 2 e 3!
    1 point
  24. Falei mais no sentido que Netflix produziu ela própria o filme. Outros slashers que ela lançou, ela comprou depois do filme pronto. Então, seria primeira vez que ela investiria de forma maior num filme do gênero. Já 'The Final Girls' eu também gostei muito e é melhor que esse aqui, com certeza. Comparação foi mais que ambos se apoiam muito nas referências ao gênero. Mas Final Girls se dá melhor por tirar um sarro ali e não se levar tão a sério como esse aqui.
    1 point
  25. Esse aí só pretendo maratonar quando ja tiver os três lançados ... Mas só vou ver por curiosidade mesmo pois sei que nao e nenhuma obra prima. Na real não da pra dizer que é produção "original". Netflix usa um algoritmo que pega o que a galera está assistindo e faz suas produções em cima deste "código". Foi assim com Stranger Things pelo menos. E falando nesse Final Girls.. ó filme bao pra danar.. deveria ter continuação..😁 Agora teve outro indie chamado The Final Girl, que é só mais ou menos..
    1 point
  26. Assistível, o roteiro passa por cima de alguma situações e se contradiz em outras, mas é um blockbuster regular pra passar o tempo.
    1 point
  27. Jailcante

    19 Dias de Horror

    Rua do Medo Parte 1 - 1994 (Fear Street Part One 1994, Dir.: Leigh Janiak, 2021) 2/4 Podemos dizer que essa é a primeira "superprodução" slasher de um streaming (considerando que Netflix sempre distribuiu alguns filmes do gênero, mas produzir, acho que é primeira vez). Baseado numa série de livros, que desde anos 1990 se planejava virarem filmes. A última tentativa seria pela Fox, mas a Disney dispensou o projeto depois de comprar o estúdio da raposa. NetFliz acabou pegando e resolveu produzir 3 filmes de uma vez. Então, ainda vão ter mais 2 partes (uma rola em 1978 e outra em 1966 - que são citadas aqui). Lembrou, pra mim, o Final Girls (Terror nos Bastidores - 2015), por fazer muita referência ao gênero, então fica a sensação de "colcha de retalhos". Mas 'Final Girls' tinha muito humor ali (principalmente zoando de si mesmo) que disfarçava um pouco isso. Aqui já é um filme mais sóbrio o que faz isso não descer tão bem. Mas no geral tá ok, apesar de achar a trama meio rocambolesca demais. Felizmente, tem personagens legais que faz com que torçamos por eles. Só que problema maior é que como vai ter mais 2 partes, o final não traz muitas resoluções, ficou muita coisa pra resolver depois, nisso, parece mais um episódio de série e não tanto um filme. Freaky - No Corpo de um Assassino (Freaky, Dir. Christopher B Landon, 2020) 2/4 Acabou que gostei menos do que esperava, apesar de ter gostado (talvez tenha ido com muita sede ao pote, sei lá). Problema pra mim foi que o filme tinha que mesclar 2 gêneros: o slasher e o 'troca de corpos' (e gosto muito dos 2 gêneros), mas acho que a parte slasher acabou sendo muito diluída pra parte 'troca de corpo' ficar maior. O filme foca muito na menina no corpo do serial killer e a parte slasher ficou pra escanteio (apesar de ter uma mortes/cenas bem criativas ali). Acho que rolou o mesmo que A Morte te dá Parabéns 2, onde a parte sci-fi passou por cima da trama slasher e o filme acabou virando um sci-fi. Como curti a parte sci-fi isso não me incomodou ali. Já aqui, acho que a parte troca de corpos não me agradou tanto, já que tem certas cenas inverossímeis ali e os personagens (envolvendo a turma da menina) não me agradaram tanto. (Mas acho bem válido essa tentativa do diretor renovar o gênero slasher, envolvendo/misturando ele com outros gêneros - fico de boas se ele continuar nessa vibe). Spoilers: Falando da menina no corpo do do serial killer: Ficou meio inverosímel, já que ela sai na rua, na escola e tudo que é canto de cara limpa, com pouca gente reconhecendo o serial killer ali, mas tinha imagem dele rolando em tudo que é canal de TV. Muita cena fica sem sentido com esse fato de colocarem a cara dele na TV, já que a menina não se sente muito impedida de fazer muita coisa ali (o que é aquela cena que os amigos dela vão arranjar uma máscara pra ela num mercado cheio de gente, e levam ela junto? Porque ela não esperou no carro? Ah, sim, porque tinham que fazer aquela cena dela conversando com a mãe...). Ficou conveniente pro roteiro escolher que as poucas vezes que ela seria reconhecida e assustaria alguma pessoa (única hora que isso seria necessário é quando uma pessoa que vê ela na escola e chama a polícia - mas até isso poderia ser feito de outra forma, sem a necessidade de mostrarem o rosto do cara na TV - achei que identificarem o cara fez a coisa ficar meio solta, não era necessário). Falando do serial Killer no corpo da menina: O cara é brutal, isso é mostrado logo no início do filme e está ali livre pra agir na escola, mas achei que fez pouco (matou 2), ainda mais se considerar o filme trazer cenas curiosas, como a que ele vendo que no corpo da menina ele não seria tão forte, e aí acaba apanhando de uma de suas vítimas (hehehe). E, no fim das contas, também faltou uma apresentação maior do serial killer, porque no começo ele é apresentado como se fosse um Jason (uma máquina de matar e fim), mas mais tarde se vê que ele teria um convívio social ali (quando a menina acorda no corpo dele, tem um cara ali pedindo drogas que aparentemente o conhecia), e teria uma 'personalidade'. Se ele passasse o filme todo sem falar nada e só matando, tudo bem, mas acontece coisas ali com ele que seria bom uma introdução melhor dele no começo do filme (ainda mais que nitidamente o filme trabalha mais o lado 'troca de corpos' do que a parte slasher, então teriam que mostrar bem os 2 personagens envolvidos na troca, e não só um).
    1 point
  28. E o que deveria ser um "momento" significativo é extremamente previsível e mal trabalhado, jogado na cara do espectador como se fosse a coisa mais tranquila do mundo. Um momento WTF e sem o mínimo de sensibilidade. É ruim. Assístivel, mas ruim. Não dá para apenas desligar o cérebro, tem que ocorrer praticamente uma lobotomia para conseguir assistir o filme sem questionar os infindáveis furos. Possível ter continuação. Espero que não.
    1 point
  29. Já vai vendo, é quase um final fechado deixando brechas para as continuações.
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  30. Essa mulher é a fundação da minha mente. Simplesmente, a mulher mais culta da história! Recomendo vivamente a biografia. Eu a li assim que lançou, e fiquei boquiaberto. Há muitas revelações, muitas. Principalmente para quem conhecia os incríveis Diários dela, cheios de mistério. Foi um trabalho de detetive do Benjamim Moser - que havia brilhado com Clarice Lispector. Sobre ser gay ou bi, realmente, ela teve casos com homens, foi até casada, muitos,muitos homens, até Warren Beatty, para ficarmos no mundo do cinema. Mas sem dúvidas tinha maior predileção pelas mulheres. No entanto, escondia o máximo que podia. Nem a irmã dela tinha noção, pra você ter uma ideia! Ficou sabendo depois que ela morreu, por incrível que pareça. Gosto deste documentário, mas ele é muito curto pra dar conta da vida de Susan. Quanto mais da obra dela em si. A biografia, ao contrário, esmiúça todos os textos, todos os filmes que ela dirigiu, tudo que ela fez. Quanto aos livros de ficção, acho que eles são subestimados, até por rivalidade. "O Amante do Vulcão", e "Na América" (principalmente do meio para o final) são excelentes. O livro dela que me causou maior impacto foi o primeiro volume dos "Diários". Aquilo causou um terremoto na minha alma. Uma adolescente judia, no meio do século XX, escrever sobre a diferença entre homossexualidade e bissexualidade (uma linha vertical x uma linha horizontal), ou sobre ser ativa ou passiva com uma mulher, ou sobre os tapas que as namoradas lhe deram no rosto, sobre como ela não era benquista, acusado de ser gélida...E saber que foi o filho que editou aquilo ali...pesado! Fora a lista de filme e livros que ela ia anotando, anotando, anotando, até não ter mais fim....Incrível! A mulher mais culta da história da humanidade. Só isso.
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  31. com certeza, ta feliz porque nao virou jacaré feito o Loki..🤣
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  32. Não li a polêmica biografia de Benjamim Moser, mas Susan Sontag foi provavelmente a intelectual mais pop depois de Sartre, uma escritora interessada sobre tudo, mas principalmente, que sabia escrever sobre tudo, concorde-se ou não com seus posicionamentos. Temos aqui um panorama geral da pessoa, num maior grau e da obra, num grau menor. Suas principais amantes e parceiras são ouvidas e muito é gasto sobre sua decisão de nunca ter se assumido como uma mulher lésbica. O que por si só é um tanto absurdo, pois ela era bissexual, um apagamento bastante recorrente na comunidade. Sobra pouco para sua obra e diferente do que muitos intelectuais e acadêmicos perpetuam, falar sobre os tópicos quentes e fazer parte da ação, tal qual em suas viagens ao Vietnã e Bósnia. Outro ponto que poderia ser mais bem discutido é a decepção com sua obra ficcional, de romances e filme (não sabia que ela havia dirigido). Para mim, o insight principal disso vem de uma de suas ex, que mencionou "Susan é insensível"; ela era formidável em destrinchar o outro, mas não conseguia buscar em suas próprias emoções, a inspiração para criar. Não importa, ela escrevendo de outros (Ou de tudo) fez eu me entender um tanto mais.
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  33. Em 2016, Leonard Cohen e sua musa e ex-mulher Marianne morreram separados por 3 meses um do outro. (No caso dele, não me lembrava, foi no meu aniversário). Este documentário "Marianne & Leonard: Words of Love", recentemente adicionado na Netflix, é um olhar para este relacionamento de mais de 5 décadas. Formalmente é colcha de depoimentos, incluindo passagens dos dois personagens principais, embalados por imagens de arquivo, destacando a incrível Ilha de Hydra, na Grécia, onde a história deles se iniciou e que foi um ponto de encontro e fuga durante os anos, praticamente se tornando uma paisagem mitológica helênica. Esta parte de depoimentos reside os dois pontos mais negativos do filme: a auto-inserção do diretor, algo de bem pouco interesse geral e uma cronolgia um pouco bagunçada. O principal da obra foi ver que ambos, Marianne e Leonard, por mais que tenham seguido caminhos muito distintos, tinham um interesse comum: a busca de si mesmos, de uma identidade, de respostas e, principalmente no caso de Leonard, da luz grega no meio da penumbra canadense. "Poetas não fazem bons maridos.", uma frase de uma das amigas deles e que achei engraçada e bem certeira.
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  34. (233) Diante de tanta expectativa para a sua estreia, "Marighella" já pode ser tido agora como um mero insucesso? Não sinto amor do público pelo filme. Eu também mal queria ver, mas como vejo tudo, vi hoje, vi agora... Sempre escrevo que diretores deveriam começar pelo Terror, ou pelo Drama pontual, mas não, jamais, pela Biografia - o gênero mais difícil. No caso da pessoa em questão, ardente em controversias, foi um passo ainda mais arriscado do Wagner Moura - um ator que adoro. Gosto tanto que posso reconhecer coisas pessoais dele no roteiro, como a frase de "Hamlet", que ele costuma citar nas estrevistas, "Estar pronto é tudo", citada em determinado momento. Aliás, esse é um dos pontos fracos do filme: frases de efeito. Cada vez gosto menos de frases assim no cinema. Pra mim um roteiro bem escrito, tipo Kenneth Lonergan, deve ter diálogos de uma beleza quase escondida. Em "Marighella", cada revolucionário morto ou apanhado grita uma frase marcante, do tipo: "Esse homem amou o Brasil!!", "Esse homem amou o Brasil!". Dose. Nesse sentido, o filme contém vários recados indiretos ao Brasil de hoje, que qualquer pessoa com cérebro capta, como, por exemplo, não sei de cor a frase, algo assim, "A justiça não pode ser feita com mentiras"...Enfim, é um filme com uma agenda implícita. Ninguém é bobo aqui. Há um prólogo, muito bem feito, que talvez seja das mensagens mais oportunas do filme, que é fazer a esquerda brasileira se apropriar dos símbolos nacionais. Eu gostei. Como linguagem cinematográfica, não notei grandes atributos de direção. Tem mais a ver com a televisão. Quanto a outros elementos, conta com uma fantástica reconstituição de época, supercrível e meticulosa. De longe, o melhor aspecto do filme. Figurino e som muito bons, também. As atuações...Seu Jorge está "apagado", ou então foi intencional personificar um Marighella mais discreto, mais família, um homem experiente (salvo engano, já tinha sido preso na era Vargas, já tinha sido anistiado, já tinha vivido na China maoísta...deve ser por isso.) Não é um Marighella cheio de adrenalina, não! Causa surpresa esse aspecto. O lindo Bruno Gagliasso atua relativamente "bem", como sempre, mas ele não tem um porte sombrio, nefasto, como avatar de Sergio Fleury, já que rebatizaram o personagem - certamente uma das figuras mais torpes da história. Assistam ao filme. Vai ver vocês gostem mais do que eu. Confesso que assisti com má vontade. Penso completamente diferente dos retratados. Acho que para o Brasil foi muito melhor sair da Ditadura via um processo político demorado, costurado no legislativo, cheio de idas e vindas, de derrotas e pequenas conquistas, do que nos esbaldarmos em um banho de sangue revolucionário. Ainda não sei o quê ganharíamos com isso. Pessoalmente, noto, por fim, que os herdeiros político-ideológicos de Marighella votaram contra a aprovação da Constituição de 1988. Ou seja, quando realmente chegou a hora da Democracia, fraquejaram. Não a reconheceram. Não era a imagem do espelho.
    1 point
  35. (232) Li a novela "Notas do Subsolo" no ano passado, e, sinceramente, não está entre minhas obras prediletas de Dostoiévski. Ele, que, aliás, pode ser o maior escritor da história ("Os Irmãos Karamazov"), ou o mais chato escritor ("O Idiota"). Aqui, a balança cai mais para segunda coluna. A adaptação para as telas mais conhecida é de Gary Walkow, em 1995, com o canadense Henry Czerny no papel principal. A adatação é fidelíssima, mas confiando demais no poder universal da literatura, a moderniza, transportando-a para o tempo contemporâneo, para uma socidade ocidental, com nomes ocidentais...Tipo, algum interesse histórico, a saber, o protagonista ser um dos milhões de funcionários públicos ineficientes, que parasitavam o Império russo, enfim, o painel histórico, se perde. Ficamos com a angústia atemporal e sem fronteiras desse homem. Um homem sem verdadeiros amigos, sem prazer de viver, sem dinheiro, sem amor por ninguém. Que precisa desabafar.
    1 point
  36. Eu me pergunto se depois da série, a Marvel pretende usar alguns dos Lokis (incluindo ai o próprio Tom Hidlestone) como o "Loki Oficial" do MCU, ou se vão ficar só na série mesmo. Afinal, apesar de todo o lance do multiverso, imagino que Feige e Cia ainda estabelecem uma versão "oficial" pra cada personagem, e o resto é participação mesmo. Lembrando que Lady Loki integrou a Cabala no MCU (Os illuminati dos vilões) Mas como essa Lady Loki é mais anti heroína do que vilã, não acho que a Marvel vá por esse caminho. O Kid Loki, introduzido no fim do episodio 4 talvez renda frutos mais imediatos, já que ele foi dos Jovens Vingadores nos quadrinhos, e a Marvel parece estar formando a equipe aos poucos, apresentando um membro potencial em cada produção desde WANDAVISION. Claro, talvez mantenham o(s) Loki(s) só na série agora (supondo que seja uma série, e não minissérie, que nem todas as produções do Disney Plus da Marvel até agora)
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  37. E tem o Loki brasileiro vacinado que virou jacaré. hehehe
    1 point
  38. Jailcante

    Hellraiser (remake)

    Se o Hellraiser 1 e 2 não te animou muito, então o que vem depois, vai passar longe. São os 2 filmes relevantes da série. Mas considero que a cronologia original acaba no 4 (Hellraiser Bloodlines). Depois são todas histórias isoladas com pequenas participações do Pinhead. Então, acho que até o 4 seria interessante ir (por sua conta e risco).
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  39. O curta O Bem, o Bart e o Loki estreia na próxima quarta-feira, dia 7 de julho, somente no Disney+. isso depois daquele pós crédito de Loki... suspeito🤣
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  40. Questão

    Fuga de NY (Remake)

    Lembro que tem uma época que o Carpenter considerou fazer um "Fuga da Terra", já que no fim do segundo filme, o Snake derruba a tecnologia do mundo todo. Mas como na época do lançamento, o pessoal não curtiu muito o "Fuga de Los Angeles", ele desistiu da ideia, já que seria um filme ainda mais viajado.
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  41. Jorge Soto

    Viuva Negra

    VIÚVA NEGRA FICARÁ DISPONÍVEL PARA TODOS OS ASSINANTES DO DISNEY+ EM AGOSTO Após uma longa espera, o filme solo da Viúva Negra finalmente está prestes a estrear, tanto nos cinemas, quanto no Disney+. Para quem optar pelo streaming, o longa chega no dia 9 de julho pelo Premier Access, com o valor adicional de R$ 69,90, mas já há uma data para que todos os assinantes possam assistir. A ficha do longa foi atualizada dentro da plataforma, e consta a informação de que a produção estará liberada para todos os assinantes a partir de 25 de agosto de 2021, sem a necessidade de pagar um valor a mais: Essa prática foi feita pela Disney com outros blockbusters recentes que também tiveram estreia híbrida, como Mulan. Assim, quem estiver mais ansioso pode pagar o valor adicional e, quem estiver sem pressa, pode esperar até a data de liberação completa na plataforma. Com Scarlett Johansson de volta ao papel principal, Viúva Negra é situado após os eventos de Capitão América: Guerra Civil e mostra Natasha reencontrando amigos do passado, como Yelena Belova (Florence Pugh), Melina Vostokoff (Rachel Weisz) e Alexei Shostakov (David Harbour), o Guardião Vermelho.
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  42. Ola pessoal, de acordo com as informações que temos ate agora, considerando que o Loki que estamos acompanhando na serie é uma variante do Loki da linha do tempo sagrada, podemos entender que as outras versões do Loki apresentadas na serie ( inclusive a Silvie) sao versões de universos difetentes muito provavelmente de antes da criação da Linha do Tempo sagrada, correto? Se qualquer acontecimento que esteja escrito na Linha do Tempo Sagrada for alterado, criará uma ramificação. Então podemos concluir que se a Silvie teve uma infancia diferente do Loki, ou ela faz ou fazia parte de um dos multiversos de antes da LTS (linha do tempo sagrada) ou pode ser que exista universos fora do controle da TVA, considerando que no 3⁰ episodio a Silvie mostrou que nunca havia pisado na sede da TVA.
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  43. Questão

    Loki (Série Disney+)

    Também achei esse terceiro episódio bem fraco. Gostei da dinâmica do Loki com a Lady Loki (Silvie), mas não trouxe nenhum grande desenvolvimento de personagem que justificasse essa pausa na trama. Mas ela comenta que é adotada também, e diferente do Loki, ela sempre soube, então ela não foi criada pelos Gigantes de Gelo não. PS: E você tava certo meses atrás quando falou que a série ia tratar de multiverso, JAIL. Achei que ia ser mais sobre viagem no tempo, e universos criados a partir da viagem no tempo (igual ULTIMATO). Mas a série foi mesmo pra questão de multiverso que não necessariamente envolve viagem no tempo, tipo a Lady Loki, ou o Loki Gigante de Gelo que o Mobius mostrou no episódio 2 (aquele deve ser uma versão que não foi adotada pelo Odin).
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  44. Entendo nada de transformers, hehehe Tem esse beasts no título e um transformers mão de T-Rex na foto, aí acho que incluíram dinossauros no lance.
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  45. tao querendo o que...o cara ta com quase 80 anos.. Só espero que não tenha sido dentro de um Eletro doméstico🤣
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  46. Jailcante

    What If...?

    Injustice? Episódio do Dr. Estranho, seria ele usando poderosas magia negras depois de ter perdido o amor de sua vida.
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  47. Vamos ter Namor? Sim ou não? Rumor diz que sim e já tem ator escolhido. Tenoch Huerta de Narcos.
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