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Big One reacted to Jorge Soto in Cara de Barro (Clayface 2026)Trailer
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Big One reacted to Chiquinho in Obituários (in memoriam)Morre aos 78 anos Sam Neill, ator neozelandês de "Jurassic Park"
Morte acontece após ator se recuperar de um câncer
O ator neozelandês Sam Neill faleceu nesta segunda-feira (13), aos 78 anos, após se recuperar de um câncer. A informação foi divulgada por familiares em um comunicado.
Em publicação nas redes sociais do ator, familiares informaram que ator que estava em Sydney, na Austrália e que "perda foi repentina e inesperada, mas a família se sente confortada pelo fato de que Sam permaneceu livre do câncer".
"Sam estava cercado por familiares e partiu com a dignidade que marcou toda a sua vida."
De acordo com a publicação, mais detalhes serão compartilhados posteriormente. "Neste momento, em nome da família, pedimos que a privacidade deles seja respeitada enquanto enfrentam essa perda imensurável."
Neill ficou conhecido por interpretar Alan Grant na franquia cinematográfica "Jurassic Park". O ator, nascido na Irlanda, foi diagnosticado com linfoma angioimunoblástico de células T em estágio três, em março de 2022. Após cinco anos de tratamento, Neill anunciou em abril de 2026 que estava curado do câncer.
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Grande perda... lembro dele não apenas em Jurassic, mas no terceiro A PROFECIA... ☹️
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Big One reacted to Jorge Soto in Mestres do Universo (He-Man, 05/06/26)Até a Sony tá zuando o filme 🤣🤣🤣🤣
https://www.facebook.com/share/r/18kVkMqZ1t/
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Big One reacted to Jorge Soto in Mestres do Universo (He-Man, 05/06/26)Razoável apenas, nada de mais. E o Gorpo e a She-Ra aparecem só no finalzinho, na pós crédito. Não devem ter colocado no filme por estourar orçamento 🤣
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CBF leva presidentes de clubes aos EUA para estreia do Brasil na Copa; Fábio Mota, do Vitória, confirma presença
Link com a Informação:https://www.bahianoticias.com.br/am...-copa-fabio-mota-do-vitoria-confirma-presenca
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Big One reacted to Chiquinho in Trilogia De Volta Para o FuturoDiscussão interessante que abri no Reddit, sobre a parte da meteorologia...
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Algumas correções sobre como o clima é retratado nos dois primeiros filmes
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Uma coisa que sempre me incomodou foi a cena final do primeiro filme mostrando um raio atingindo a torre do relógio do tribunal de Hill Valley, mas sem chuva torrencial no local (no segundo filme, se não me engano, começa a chover depois que o Doc é enviado para 1885, e aparentemente para antes de Marty correr em direção ao Doc).
Eu achava que era impossível isso acontecer (raios) sem que houvesse chuva acompanhando. Acontece que isso pode acontecer:
https://en.wikipedia.org/wiki/Dry_thunderstorm
Aqui está uma explicação científica (vou falar sobre a parte 2 depois):
Isso é totalmente possível do ponto de vista meteorológico. Raios não exigem chuva visível exatamente no local onde o observador está. O que é necessário é uma nuvem cumulonimbus eletricamente ativa, e essa nuvem pode produzir raios mesmo quando a precipitação não está atingindo o solo naquele ponto específico.
Para entender isso com mais precisão, ajuda observar a física das tempestades.
Dentro de uma nuvem cumulonimbus, fortes correntes ascendentes e descendentes causam colisões entre cristais de gelo, gotas de água super-resfriadas e graupel (uma espécie de granizo macio). Essas colisões levam à separação de cargas elétricas dentro da nuvem. Normalmente, carga negativa se acumula na parte inferior da nuvem enquanto carga positiva se acumula na região superior. Quando a diferença de potencial elétrico entre a nuvem e o solo se torna grande o suficiente, a atmosfera sofre uma ruptura elétrica e ocorre uma descarga de raio.
É importante notar que essa descarga elétrica não depende de chuva caindo naquele local específico. Ela apenas exige o campo elétrico produzido pela nuvem carregada.
Meteorologistas reconhecem vários cenários em que raios podem ocorrer sem chuva evidente.
Um caso é chamado de “raio seco” (dry lightning). Isso acontece quando a precipitação se forma dentro da nuvem, mas evapora antes de atingir o solo. Essa evaporação ocorre quando o ar abaixo da nuvem é relativamente seco. As faixas de chuva que estão caindo evaporam durante a descida, um fenômeno chamado virga. Para alguém no solo, pode parecer que o raio está caindo mesmo sem chuva.
Outra situação envolve raios atingindo o solo longe do núcleo principal de chuva da tempestade. Os canais do raio podem percorrer vários quilômetros horizontalmente antes de se conectar ao solo. Meteorologistas às vezes chamam esses raios de “bolts from the blue” (“raios vindos do azul”). Nesses casos, uma pessoa sob condições relativamente secas ainda pode ver um raio atingindo o solo nas proximidades, porque a descarga se originou em outra parte da nuvem de tempestade.
Um terceiro cenário ocorre quando uma célula de tempestade está enfraquecendo ou se afastando. A chuva pode já ter parado em determinado local, mas a nuvem ainda pode conter carga elétrica suficiente para produzir algumas descargas adicionais.
Agora relacionando isso com Back to the Future:
No primeiro filme (1985), durante a cena climática em Hill Valley, vemos uma tempestade elétrica intensa com ventos fortes e raios frequentes. O filme enfatiza visualmente os raios porque eles são cruciais para a trama. A ausência de chuva evidente pode simplesmente ser uma escolha cinematográfica — chuva forte dificulta filmagens noturnas e pode obscurecer a ação — mas também é compatível com o comportamento real de tempestades, nas quais raios podem ocorrer fora do núcleo principal de precipitação.
Em DVPF parte 2, quando Marty retorna para 1955 durante a mesma tempestade, a cena sugere que havia chovido anteriormente, mas que a chuva já havia parado ou diminuído quando ele chega à praça da cidade. Isso também é realista. Uma célula convectiva de tempestade pode passar rapidamente por uma área, deixando atividade elétrica residual mesmo depois que a chuva se deslocou.
Portanto, em condições atmosféricas reais, todas as seguintes combinações são possíveis:
raios com chuva forte
raios com chuva caindo em outro lugar nas proximidades
raios sem chuva visível no nível do solo
Essa é uma das razões pelas quais tempestades são perigosas mesmo fora da área principal de precipitação: raios podem atingir o solo muito além da região onde está chovendo.
Sobre esta cena da parte 2 (2015):
E aqui:
https://backtothefuture.fandom.com/wiki/National_Weather_Service
Desta vez, a crítica se aplica apenas a essa cena. Observe o ponto abaixo sobre a velocidade com que as nuvens estavam se movendo (isso nunca fez sentido para mim), além de outros aspectos:
Ela retrata um comportamento atmosférico que não é fisicamente plausível segundo a meteorologia real. Há três problemas separados envolvidos: a cessação abrupta da chuva forte, o movimento irrealisticamente rápido das nuvens e a ideia de que o clima pode ser previsto com precisão até o segundo exato.
Do ponto de vista meteorológico, aqui está a explicação de por que isso não é possível:
Primeiro, considere a chuva torrencial parando quase instantaneamente. Chuvas intensas desse tipo normalmente são produzidas por células convectivas dentro de nuvens cumulonimbus. Essas células de tempestade geralmente têm dimensões horizontais da ordem de 5 a 20 km (3 a 12 milhas). Quando a borda de um núcleo de precipitação passa sobre um determinado local, a transição de chuva forte para ausência de chuva não acontece em segundos. Em vez disso, normalmente leva vários minutos.
Em tempestades reais, a progressão típica seria algo assim: chuva forte enfraquece para chuva moderada, depois para chuva fraca ou garoa, e só então para completamente. Mesmo que o núcleo de chuva esteja se deslocando rapidamente com o vento, o observador veria a chuva se afastando gradualmente, não simplesmente “desligando”. A cena do filme mostra uma chuva extremamente intensa que então para completamente em cerca de cinco segundos, o que é meteorologicamente irrealista.
Segundo, há a questão do movimento das nuvens. Imediatamente após a chuva parar, o filme mostra as nuvens se afastando rapidamente e revelando o sol. Na realidade, nuvens se movem com o vento na altitude em que se encontram. Velocidades típicas para nuvens cumuliformes são de cerca de 20 a 60 km/h, e em ambientes de tempestade mais fortes podem atingir 80 a 100 km/h.
Mesmo nessas velocidades, uma massa de nuvens levaria minutos, não segundos, para se deslocar o suficiente a ponto de alterar dramaticamente as condições do céu sobre um único local. No filme, as nuvens parecem deslizar para longe extremamente rápido, quase como se o céu estivesse sendo exibido em time-lapse. A velocidade aparente corresponderia a centenas de quilômetros por hora, o que é impossível para estruturas de nuvens atmosféricas por causa da inércia e da dinâmica da massa de ar.
Terceiro, o diálogo sugere uma previsão do tempo precisa até o segundo exato. Quando Doc diz:
“Right on the tick! Amazing. Absolutely amazing.”
(“Bem na hora exata! Incrível. Absolutamente incrível.”)
A piada é que o serviço meteorológico do futuro pode prever o momento exato em que a chuva vai parar.
Na meteorologia real, mesmo com tecnologia moderna — satélites, radar Doppler e modelos numéricos de alta resolução — as previsões trabalham com probabilidades e janelas de tempo, não instantes exatos. Uma previsão realista de curtíssimo prazo poderia dizer que a chuva deve parar por volta das 16:30, ou entre 16:20 e 16:40. Prever que a chuva parará precisamente às 16:29:55 é impossível na prática porque a atmosfera se comporta como um sistema caótico. Pequenas mudanças nas condições iniciais podem produzir grandes diferenças no resultado em poucos minutos.
Portanto, a cena exagera a capacidade da meteorologia muito além do que a física permite.
Narrativamente, a cena foi pensada para apresentar uma ideia futurista bem-humorada: em 2015, o serviço meteorológico seria tão avançado que poderia prever o clima até o segundo exato. O filme nunca esclarece se isso seria devido a uma tecnologia de previsão perfeita ou a algum tipo de controle atmosférico, mas a piada do Doc sugere a primeira opção.
Há também um detalhe interessante do mundo real relacionado à data do filme. 21 de outubro de 2015, frequentemente chamado de “Back to the Future Day”, na verdade ocorreu durante uma seca severa na Califórnia. Na realidade, não houve chuva na Califórnia nessa data, o que torna a previsão fictícia do filme ainda mais imprecisa em comparação com as condições reais.
Em resumo, a cena contém três impossibilidades meteorológicas: chuva torrencial que para instantaneamente, nuvens se movendo a velocidades irreais e previsões meteorológicas precisas até o segundo exato. A sequência foi claramente concebida como uma representação estilizada e humorística de um sistema meteorológico futurista, e não como uma representação realista da física atmosférica.
Algumas respostas pertinentes:
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Perguntaram se nunca tinha visto raios sem chuva. Respondi:
Não que eu lembre. Não sei por que sempre associei a queda de raios com chuvas em toda parte. Pra mim, pareceu que os produtores decidiram não filmar dessa forma, apenas pra não dificultar.
Na cena do primeiro filme:
Não chove diretamente sobre Marty e Dr. Brown (momento que ele volta pra 1985). Mas chove bastante na parte 2, quando Marty recebe a letra do Dr. de 1885 (e antes dessa cena, não estava chovendo).
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Um usuário disse:
Isso faz sentido.
Nós temos raios secos aqui na Califórnia, mas, pelo que entendo, isso é extremamente raro fora de climas desérticos, porque as condições necessárias raramente são atendidas. Essencialmente, está chovendo bem alto na atmosfera, mas o ar é tão seco que a chuva evapora e vira umidade antes de atingir o solo em forma de gotas. Eles não chamam isso de chuva, já que não há gotas chegando ao chão; isso é chamado de virga. Mas ainda assim é suficiente para que o raio desça através da atmosfera.
O que também faz sentido, já que Hill Valley em 1885 é mostrado como um deserto seco.
Aqui é relativamente comum parecer que vai chover, e então isso não acontece, mas o ar ainda fica extremamente úmido como se tivesse chovido.
Isso também representa um grande risco de incêndios florestais, porque raios atingindo vegetação seca na ausência de chuva podem facilmente iniciar um incêndio, e historicamente isso já foi um problema na Califórnia. Pesquise no Google por “California Lightning Siege” e você poderá ler sobre um grande episódio que tivemos há cerca de seis anos.
Outro disse:
Raios também podem preceder uma tempestade de chuva. Assim, você tem trovões e relâmpagos por 20 minutos (ou até mais), e só depois finalmente começa a chover.
Isso é bastante comum no Colorado, onde também temos um clima seco (embora não tão seco quanto o do sul da Califórnia).
E o comentarista original:
Ah sim, isso também acontece o tempo todo por aqui.
Acho que a maior parte do sudoeste dos Estados Unidos tem raios secos, mas o restante da América não. Nunca tinha realmente pensado nisso até ver esta postagem, porque para nós isso é algo bastante normal.
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Big One reacted to Rafael Zach in O Telefone Preto (Scott Derrickson)Gostei muito do 1, e assisti o 2 logo na estreia nos cinemas.
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Big One reacted to Gust84 in Homem Aranha 4 (MCU)Fui fisgado pra caralho!
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Fan trailer acima da média👏👏👏👏
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O que falta para o futebol brasileiro virar tese de investimento
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Big One reacted to Rafael de Sopuza in Noticias da TVA Casa do Dragão | 3ª temporada revela data de estreia em novo trailer
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Liga é um jogo de renúncia, e o futebol brasileiro ainda não entendeu isso
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Clubes do FFU acenam para CBF e Libra com diálogo sobre liga unificada
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Big One reacted to Chiquinho in Oscar 2026Oscar 2026: 'Uma batalha após a outra' é grande vencedor em noite sem prêmios para o Brasil
Filme levou seis das suas 13 indicações. 'Pecadores', que bateu recorde histórico ao concorrer em 16 categorias, levou quatro.
"Uma batalha após a outra" confirmou o favoritismo ao ganhar o prêmio de melhor filme e outras cinco categorias no Oscar 2026, neste domingo (15) — em uma noite em que o Brasil tinha representantes com cinco indicações no total, mas saiu sem vitórias.
"Pecadores", que era considerado o azarão que tinha chances de estragar a festa de Leonardo DiCaprio e companhia, venceu quatro de suas históricas 16 indicações. Entre elas, Michael B. Jordan levou como melhor ator.
No fim, o que tinha tudo para ser uma disputa acirrada entre os dois filmes acabou como uma vitória até um pouco previsível da obra do cineasta Paul Thomas Anderson, favorita desde o começo da temporada de premiações.
Em paralelo, a torcida brasileira também ficou frustrada, já que os representantes do país não conseguiram nenhuma estatueta. "O agente secreto" concorria a melhor filme, melhor ator (Wagner Moura), melhor seleção de elenco e melhor filme internacional. Na categoria de melhor fotografia, estava o brasileiro Adolpho Veloso, de "Sonhos de trem".
Brasil histórico
Não deixou de ser uma noite histórica para o Brasil. Apesar de não conseguir nenhuma estatueta, o país nunca tinha concorrido a cinco categorias em uma mesma edição do Oscar.
No fim, o grande momento do país foi a participação de Wagner Moura no palco para apresentar o diretor de elenco Gabriel Domingues, de "O agente secreto", que concorria na inédita melhor seleção de elenco.
Por mais que "Pecadores" fosse considerado favorito, a primeira edição da categoria foi para "Uma batalha após a outra", em uma espécie de prenúncio de como seria o resto do evento.
Mais de uma hora depois, melhor fotografia foi vencida por Autumn Durald Arkapaw, de "Pecadores", que se tornou a primeira mulher a vencer a categoria.
O gosto amargo foi emendado pela vitória do norueguês "Valor sentimental" como melhor filme internacional. Com nove indicações, a obra era a favorita, mas "O agente secreto" ainda tinha boas chances já que ambas concorriam na categoria principal.
Uma vitória após a outra
Por mais que "Uma batalha após a outra" tivesse vencido os principais eventos que servem como "termômetro" do Oscar, muitos especialistas acreditavam que "Pecadores" ainda tinha poder para surpreender ao levar prêmios importantes, como o de melhor elenco do Sindicato dos Atores.
Mas é difícil brigar com as estatísticas e o que prometia ser uma corrida de dois cavalos se transformou em uma disputa um tanto previsível. No total, o filme sobre revolucionários em um Estados Unidos fascista venceu:
melhor filme;
direção;
roteiro adaptado;
montagem;
ator coadjuvante (Sean Penn);
e seleção de elenco.
O cineasta Paul Thomas Anderson, aliás, levou três estatuetas no total, pelo roteiro, pela direção e como produtor do filme na categoria principal — o que inclui o primeiro em sua carreira. Antes de 2026, ele colecionava 11 indicações e nenhuma vitória.
Outro destaque foi a ausência de Penn, que manteve seu hábito de não comparecer às últimas premiações e não foi receber seu terceiro Oscar. O vencedor da categoria em 2025, Kieran Culkin, chegou a brincar ao dizer que receberia a estatueta no lugar do colega, que não pôde ir, "ou não quis", completou o ator.
'Pecadores' e outras notas
Apesar das grandes esperanças, ainda mais após se tornar o recordista histórico com 16 indicações, "Pecadores" ganhou "apenas" quatro.
Além de ator e fotografia, o filme levou roteiro original — o primeiro do diretor Ryan Coogler — e trilha sonora original.
A vitória de Jordan, aliás, foi apenas a sexta de um ator negro na categoria em 98 edições.
Outros destaques da noite foram "Frankenstein", que ganhou três categorias técnicas, e "Guerreiras do K-Pop", que venceu como melhor animação e melhor canção original, outra das grandes barbadas da noite.
Por falar nisso, a categoria mais fácil de prever confirmou o favoritismo gigantesco de Jessie Buckley, que dominou a temporada na categoria de melhor atriz, e garantiu o único Oscar para "Hamnet: A vida antes de Hamlet".
Primeira premiada da noite, Amy Madigan completou as categorias principais ao ganhar como melhor atriz coadjuvante por "A hora do mal".
E se muita gente achava que seria justo um empate em melhor filme, ele veio — mas na categoria errada. Na hora de ler o vencedor de curta-metragem com atores, o comediante Kumail Nanjiani precisou reforçar que não fazia piada ao anunciar um empate entre "The singers" e "Two people exchanging saliva".
"É irônico que o filme de curta-metragem demore o dobro do tempo", brincou ele.
Veja lista completa de vencedores abaixo:
Melhor filme
'Bugonia'
'F1: O filme'
'Frankenstein'
'Hamnet: A vida antes de Hamlet'
'Marty Supreme'
'Uma batalha após a outra' (VENCEDOR)
'O agente secreto'
'Valor sentimental'
'Pecadores'
'Sonhos de trem'
Atriz
Jessie Buckley, 'Hamnet: A vida antes de Hamlet' (VENCEDORA)
Rose Byrne, 'Se eu tivesse pernas, eu te chutaria'
Kate Hudson, 'Song Sung Blue - Um sonho a dois'
Renate Reinsve, 'Valor sentimental'
Emma Stone, 'Bugonia'
Ator
Timothée Chalamet, 'Marty Supreme'
Leonardo DiCaprio, 'Uma batalha após a outra'
Ethan Hawke, 'Blue Moon'
Michael B. Jordan, 'Pecadores' (VENCEDOR)
Wagner Moura, 'O agente secreto'
Direção
Chloé Zhao, 'Hamnet: A vida antes de Hamlet'
Josh Safdie, 'Marty Supreme'
Paul Thomas Anderson, 'Uma batalha após a outra' (VENCEDOR)
Joachim Trier, 'Valor sentimental'
Ryan Coogler, 'Pecadores'
Canção original
'Dear Me', de 'Diane Warren: Relentless'
'Golden', de 'Guerreiras do K-Pop' (VENCEDORA)
'I Lied to You', de 'Pecadores'
'Sweet Dreams of Joy', de 'Viva Verdi!'
'Train Dreams', de 'Sonhos de trem'
Filme internacional
'Foi apenas um acidente' - França
'O agente secreto' - Brasil
'Valor sentimental' - Noruega (VENCEDOR)
'A voz de Hind Rajab' - Tunísia
'Sirât' - Espanha
Fotografia
'Pecadores' (VENCEDOR)
'Uma batalha após a outra'
'Sonhos de trem'
'Frankenstein'
'Marty Supreme'
Montagem
'F1: O filme'
'Marty Supreme'
'Uma batalha após a outra' (VENCEDOR)
'Valor sentimental'
'Pecadores'
Som
'F1: O filme' (VENCEDOR)
'Frankenstein'
'Uma batalha após a outra'
'Pecadores'
'Sirât'
Trilha sonora original
'Bugonia'
'Frankenstein'
'Hamnet: A vida antes de Hamlet'
'Uma batalha após a outra'
'Pecadores' (VENCEDOR)
Documentário
'Alabama: Presos do sistema'
'Embaixo da luz de neon'
'Rompendo rochas'
'Um Zé Ninguém contra Putin' (VENCEDOR)
'A vizinha perfeita'
Documentário em curta-metragem
'Quartos vazios' (VENCEDOR)
'Armado com uma câmera: Vida e morte de Brent Renaud'
'Children No More: Were and Are Gone'
'O Diabo não tem descanso'
'Perfectly a Strangeness'
Efeitos visuais
'Avatar: Fogo e cinzas' (VENCEDOR)
'F1: O filme'
'Jurassic World: Recomeço'
'O Ônibus Perdido'
'Pecadores'
Direção de arte
'Frankenstein' (VENCEDOR)
'Hamnet: A vida antes de Hamlet'
'Marty Supreme'
'Uma batalha após a outra'
'Pecadores'
Roteiro original
'Blue Moon'
'Foi apenas um acidente'
'Marty Supreme'
'Valor sentimental'
'Pecadores' (VENCEDOR)
Roteiro adaptado
'Uma batalha após a outra' (VENCEDOR)
'Hamnet: A vida antes de Hamlet'
'Bugonia'
'Sonhos de trem'
'Frankenstein'
Ator coadjuvante
Benicio Del Toro, 'Uma batalha após a outra'
Jacob Elordi, 'Frankenstein'
Delroy Lindo, 'Pecadores'
Sean Penn, 'Uma batalha após a outra' (VENCEDOR)
Stellan Skarsgård, 'Valor sentimental'
Curta-metragem com atores
'Butcher's Stain'
'A Friend of Dorothy'
'O drama menstrual de Jane Austen'
'The Singers' (VENCEDOR - EMPATE)
'Two People Exchanging Saliva' (VENCEDOR - EMPATE)
Seleção de elenco
'Hamnet: A vida antes de Hamlet'
'Marty Supreme'
'Uma batalha após a outra' (VENCEDORA)
'O agente secreto'
'Pecadores'
Maquiagem e cabelo
'Frankenstein' (VENCEDOR)
'Kokuho'
'Pecadores'
'Coração de lutador: The Smashing Machine'
'A Meia-Irmã Feia'
Figurino
'Avatar: Fogo e cinzas'
'Frankenstein' (VENCEDOR)
'Hamnet: A vida antes de Hamlet'
'Marty Supreme'
'Pecadores'
Animação de curta-metragem
'Butterfly'
'Forevergreen'
'The Girl Who Cried Pearls' (VENCEDORA)
'Retirement Plan'
'The Three Sisters'
Animação
'Guerreiras do K-Pop' (VENCEDORA)
'Zootopia 2'
'Arco'
'Elio'
'A Pequena Amélie'
Atriz coadjuvante
Elle Fanning, 'Valor sentimental'
Inga Ibsdotter Lilleaas, 'Valor sentimental'
Amy Madigan, 'A hora do mal' (VENCEDORA)
Wunmi Mosaku, 'Pecadores'
Teyana Taylor, 'Uma batalha após a outra'
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Big One reacted to Chiquinho in Obituários (in memoriam)Morre aos 66 anos o ator Gerson Brenner, galã da década de 90
Artista marcou a TV brasileira com papéis de destaque em novelas como 'Corpo Dourado' e 'Rainha da Sucata'
Gerson Brenner morreu aos 66 anos nesta segunda-feira (23). O ator, que foi um dos galãs da TV Globo, lidava com sequelas de um tiro, durante um assalto em 1998, e estava afastado da vida pública há décadas. A informação foi confirmada à Quem pelo cunhado do ator, Luciano, marido de Cristina Brenner, irmã de Gerson. O ator deixa uma filha, Vica Brenner, com a ex-mulher, Denise Tacto, e a viúva, Marta Brenner.
Ele ganhou destaque principalmente nas décadas de 1980 e 1990, sendo considerado um dos galãs da televisão na época. Ele participou de diversas novelas de sucesso, especialmente na TV Globo, onde ficou conhecido por papéis marcantes e presença constante na dramaturgia. Mesmo longe dos holofotes, seguiu sendo lembrado pelo público e por colegas de profissão.
https://revistaquem.globo.com/noticias/noticia/2026/03/morre-o-ator-e-ex-gala-gerson-brenner-aos-66-anos.ghtml
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Big One reacted to Jorge Soto in Duna 3 (⊃∪∩⪽ dir. Denis Villeneuve) -
Big One reacted to Chiquinho in Obituários (in memoriam)Valerie Perrine, atriz de 'Superman' e indicada ao Oscar por 'Lenny', morre aos 82 anos
Atriz que brilhou como a parceira de Lex Luthor em 'Superman' morreu nesta segunda-feira (23). Ela uniu status de sex symbol ao prestígio em premiações.
Valerie Perrine, atriz conhecida por seu papel nos filmes da franquia "Superman", morreu aos 82 anos nesta segunda-feira (23). A atriz foi diagnosticada com Parkinson em 2015 e a causa da morte não foi revelada.
Durante a carreira, ela equilibrou o status de sex symbol e o prestígio de Hollywood. Marcada pela doçura e ironia de Eve Teschmacher nos primeiros filmes do herói, ela também chamou atenção pela atuação visceral em "Lenny", que lhe rendeu uma indicação ao Oscar. A filmografia tem outros papéis de destaque nos anos 1970 e 1980.
Nascida em Galveston, no estado americano do Texas, em 1943, Valerie começou a carreira como modelo e "showgirl" nos palcos de Las Vegas.
Em 1973, ela se tornou a primeira mulher a ter os seios intencionalmente expostos na televisão, quando apareceu no telefilme da emissora PBS, "Steambath". Ela disse que foi escalada para o papel por causa de sua "atitude descontraída para aparecer de topless, algo que havia cultivado nos palcos de Las Vegas e nas praias da Europa".
O salto para o drama veio com força em "Lenny" (1974), cinebiografia dirigida por Bob Fosse. No papel de Honey Bruce, mulher do polêmico comediante Lenny Bruce (Dustin Hoffman), ela entregou uma performance que arrebatou a crítica.
A atuação como uma stripper rendeu o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes, o Bafta de revelação e uma indicação ao Oscar.
Para o grande público, a consagração veio por meio do universo dos super-heróis. Como Eve Teschmacher, a cúmplice de Lex Luthor (Gene Hackman) em "Superman" (1978) e "Superman II" (1980), Perrine injetou humanidade e timing cômico em uma personagem que poderia ser apenas uma secretária sem tanta importância.
Ao longo de mais de 50 produções, ela ainda brilhou ao lado de Robert Redford e Jane Fonda em "O Cavaleiro Elétrico" (1979) e transitou por comédias e dramas com a mesma naturalidade.
Após décadas de trabalho, a atriz passou a se dedicar a projetos independentes nos anos 2010, com destaque para o filme "Silver Skies" (2016). Recentemente, sua trajetória de resiliência (incluindo o enfrentamento de questões de saúde que limitaram sua mobilidade nos últimos anos) foi tema de documentários e homenagens de colegas de profissão.
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Big One reacted to Chiquinho in A Casa da Mãe JoanaPrezados, agradeço pela ajuda em recuperar esta conta. É porque agora o sistema do fórum mudou, o login não é mais por nome de usuário + senha (que eu sabia), mas EMAIL E senha (não logava mais só informando "CHIQUINHO"). Como o cadastro tinha um email provavelmente descartável, eu não sabia qual era (ou não estava chegando a mensagem do fórum neles).
Apenas gostaria de alertar para que vejam se não há problema em VALIDAR novas contas criadas, pois novo cadastro aberto requer aprovação de administrador (é até bom, por conta de BOTs spammers). Se não for feito eventualmente, não surgirão novos usuários no fórum do Cinema em Cena (depois de aprovação, tem de chegar email avisando).
É bom checar se tais emails estão sendo recebidos, talvez com uma conta criada como teste.
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Big One got a reaction from Gust84 in Homem-Aranha Noir (Spiderman Noir, Nicolas Cage, 2026)Ótima decisão da Prime Vídeo de colocar a opção de ser visto em Preto e branco e colorido.
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Big One reacted to Chiquinho in Superman: Os Filmes (de Donner á Singer)BREAKING NEWS: Depois de praticamente 40 anos, arranjaram a fita da cena na boate com o Clark (Christopher Reeve) e a Lacy (Mariel Hemingway). Essa era considerada perdida, e não está naquela meia-hora das cenas deletadas (ver edição de 2006 em DVD, ou a de Blu-ray). Nela, pode-se ver brevemente o primeiro HOMEM-NUCLEAR.
Até agora, tal cena só existia como imagens:
https://capedwondereurope.com/2010/08/behind-the-deleted-scenes-the-metro-club/
OBS: CAPED WONDER é um portal famoso dos EUA sobre o personagem.
No mesmo CAPEDWONDER e também no Youtube, isso foi comentado. Infelizmente, até agora só postaram dessa forma:
Ou seja, sem mandar pra tela-cheia, mas reduzindo.
Para achar os vídeos sobre a mesma (tem um deles em que editaram pra por alguns efeitos especiais, ver acima), é fácil, basta pesquisar no YT por:
Superman IV The Quest For Peace Metro Club Full Scene
Superman IV: Unseen Deleted Scene Metro Club After Hours APriceProduction Edit Version
Superman IV Metro Club Nuclear Man 1 Enters Clip With Life’s Too Dangerous Music
How The Long-Lost METRO CLUB Scene From SUPERMAN IV Finally Found Me…
Superman IV: Deleted Metro Club Sequence
Segue uma explicação rápida sobre:
Quem forneceu esse VHS:
Quem foi (e é) Paul Fishman?
– Músico, compositor e produtor britânico, nascido em Londres.
– Nos anos 80 foi membro fundador da banda Re-Flex (famosa pelo hit internacional “The Politics of Dancing”).
– Trabalhou em mais de 100 trilhas sonoras de filmes (Death Wish, Breakdance, Atomic Blonde, etc.).
– Em Superman 4 (1987) ele não foi o compositor principal da trilha orquestral (essa foi de Alexander Courage, adaptando temas de John Williams).
– Ele foi contratado especificamente para criar músicas pop/disco originais (source music) que tocariam dentro do filme.
Por que ele tinha a fita da cena deletada?
Essa é a parte mais interessante:
– Em 1986, durante a pós-produção, o estúdio enviou para ele um workprint (cópia de trabalho/rascunho) em VHS da sequência completa do Metro Club.
– Ele precisava dessa fita para sincronizar as músicas que estava compondo (“Revolution Now”, “Headphone Heaven”, “Life’s Too Dangerous”, “Saxy Sadie”, etc.) com as imagens da dança e da chegada do primeiro HOMEM NUCLEAR (OBS: aqui é o ator Clive Mantle, e não o loiro Mark Pillow visto na versão de cinema (segundo “NUCLEAR MAN”)).
– A cena inteira (e quase todas as músicas dele) foram cortadas na edição final porque o filme sofreu cortes brutais (perdeu quase 45 minutos).
– Paul Fishman simplesmente guardou a fita VHS na prateleira de casa por quase 40 anos (1986 → 2026), como referência pessoal do seu trabalho.
Em fevereiro/março de 2026 ele doou essa fita VHS para fãs/restauradores (principalmente via Philip Hawkins e depois o editor Aaron Price, do canal “A Price Production”). Foi com esse material que conseguiram restaurar e lançar a cena inédita que ninguém via desde 1986.
É um daqueles casos raros em que um profissional guarda material por décadas e, de repente, entrega aos fãs. A cena está circulando agora no YouTube (procure por “Superman IV Metro Club After Hours” ou “Deleted Metro Club Sequence” — tem versão com as músicas dele restauradas).
Pra quem não lembra das cenas deletadas dessa parte 4, assista ao vídeo acima. Pena que a Warner fez lambança em 2006 ao colocar não a trilha composta, e sim uma música pateta de fundo. Em 2008, lançaram pela primeira vez o score/trilha de Alexander Courage para SUPERMAN 4, num box de 8 CDs (também inédito o álbum completo de Superman 3).
Sobre o score do quarto, alguns comentários sobre: https://jwfan.com/?p=4066
P.S. IA interessante do quarto:
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Acordo assegura estabilidade para investimentos no futebol brasileiro
Link com a Informação:https://veja.abril.com.br/esporte/acordo-assegura-estabilidade-para-investimentos-no-futebol-brasileiro/
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Big One reacted to Rafael de Sopuza in Noticias da TVUniversal TV estreia a produção original nacional "(in)vulneráveis"
O Universal TV estreia em 1º de março, às 22h, a produção original nacional "(in)vulneráveis". Com quatro episódios, exibidos sempre aos domingos, a série acompanha a rotina na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Chica Xavier, no Rio de Janeiro, por meio dos desafios, dramas e sonhos de profissionais de enfermagem.
Fictícia, mas criada com muito realismo, a UPA Chica Xavier é o palco tipicamente brasileiro para a série procedural médica, ao destacar o cotidiano dos profissionais de primeiro atendimento nos bairros, tão importantes na estrutura do Sistema Único de Saúde do país. "Trazer a enfermagem é parte desse jogo de redirecionar o olhar, já que a enfermagem é essa categoria de grande importância e relevância dentro da estrutura hospitalar. Vimos isso em letras garrafais ao longo da pandemia de Covid", explica Renata Di Carmo, que assina a direção-geral e o roteiro final da série.
A narrativa de "(in)vulneráveis" se desenvolve a partir da enfermeira-chefe Regina, interpretada por Zezé Motta. Dedicada, correta e atenta às carências da população que busca a unidade por cuidados médicos, ela já tem idade para se aposentar, mas segue no batente, apesar das pressões. A Dra. Camila (Danni Suzuki) busca modernizar o processo de atendimento e prefere que alguém mais jovem assuma o posto. Por isso, tenta influenciar o diretor Dr. Daniel (Felipe Rocha) a promover a substituição à revelia da veterana.
Neste momento tão delicado da carreira, Regina precisa lidar ainda com três novas enfermeiras: Lorena, Mercedes e Keyla, bem diferentes entre si, mas que em comum carregam a vontade de se destacar no emprego, enquanto equilibram as dificuldades de suas vidas pessoais.
As personagens são interpretadas, respectivamente, por Simone Cerqueira, Jade de Axé e Júlia Tizumba, atrizes vencedoras do reality "No Jogo", do canal E! Entertainment, que foi ao ar no ano passado. Durante o programa, 12 atrizes competiram pelas três vagas no elenco.
A série "(in)vulneráveis" é uma coprodução da NBCUniversal e da Jabuti Filmes, com direção-geral de Renata Di Carmo e direção de Rafael Salgado, Luis Lomenha e Jamile Marinho. O roteiro é de Ceci Alvez, Renata Di Carmo e Susan Kalik. O elenco é composto por Zezé Motta, Danni Suzuki, Felipe Rocha, Simone Cerqueira, Jade de Axé, Júlia Tizumba, Leandro Firmino, Francisco Farnum, José Araujo, Lais Lage, Valéria Monã, Vitória Fallavena e Timóteo Heiderick, entre outros.
Link com a Informação:https://telaviva.com.br/23/02/2026/universal-tv-estreia-a-producao-original-nacional-invulneraveis/