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Forum Cinema em Cena

Dook

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Dook last won the day on November 10 2021

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    Not Telling
  1. Apareceu no Twitter... arte por Scott Hopko
  2. O duro é fazerem games problemáticos... Sexta-Feira 13 teve que lidar com o processo infindável e o amadorismo dos desenvolvedores... hackers invadiram o jogo, tá uma tristeza.... Essa daí é a IllFonic que desenvolveu o jogo, tretou com a editora Gun Media e saiu fora... a Gun, por sua vez está lançando agora um game de O Massacre da Serra Elétrica.
  3. Para matar a saudade do jogo mais mal tratado da história dos games...
  4. CARACA! Eu lembro EXATAMENTE dessa chamada... "na calada da noite...."
  5. Dook

    Star Trek - Séries

    Gente.... abandonei o tópico de novo... 🤣
  6. Revendo as páginas desse tópico, é o local mais depressivo do fórum... quanta gente boa que já perdemos...
  7. Mídia física sobrevive bravamente no Brasil, mesmo contra todas as probabilidades... Halloween Kills parece que já foi confirmado pela Cinecolor ano que vem
  8. TEM SPOILERS... LEIA POR SUA CONTA E RISCO Um dos maiores méritos de Halloween é também um fator de extrema limitação. Sua simplicidade em criar um clima sufocante e creepy com um fiapo de premissa e pouca ou nenhuma informação acerca de seu vilão é algo que funciona uma vez só. Em caso de uma sequência, quem a conduz precisa decidir se se repete na simplicidade ou se tenta “desenvolver” aquele universo. A série Halloween sempre optou pela segunda escolha e mesmo nos seus (MUITOS) erros, foi relativamente bem sucedida em se afastar, por exemplo, da sua maior concorrente, a série Sexta-Feira 13, essa sim que se repetiu sem a menor vergonha na cara. Porém, algo que é simples dificilmente “se desenvolve” a contento e a série toda vez que resolveu fazer isso obteve resultados no mínimo controversos, seja estabelecendo uma relação familiar pouco verossímil para Michael Myers (em Halloween 2, 4, e H20 - o que nunca me chateou na verdade), seja informando que toda aura de mistério que envolve o personagem era obra de um culto estranho (Halloween 5 e 6), seja dando a ele uma família desestruturada, o que faria qualquer um pirar (as duas bombas dirigidas por Rob Zombie em 2007 e 2009) ou ainda fazendo dele um membro do Big Brother Brasil (Halloween 8). Quando David Gordon Green resolveu ressuscitar a série e prometendo voltar à simplicidade do primeiro filme de 1978, ele cumpriu sua promessa no filmaço de 2018. Mas daí vem esse Halloween Kills e aí como faz? Green andou por um campo minado e perdeu alguns “bifes” de sua carne pelo caminho, mas conseguiu sair praticamente ileso. Ao invés de focar de novo numa relação simbiótica entre o assassino e a eterna mocinha Laurie Strode – o que já foi feito antes na série e, de novo, com resultados que deixou todo mundo pistola, inclusive o gênio criador de tudo isso, John Carpenter – Green dá uma de Clint Eastwood e amplia uma premissa que ele já tinha explorado de forma muito feliz no filme anterior. Se lá a violência de uma só noite, impactou de forma irreparável uma família, afetando 3 gerações desta, e em como elas lidam com isso, agora ele explora como a violência daquela mesma noite reverberou na cidade inteira de Haddonfield e como os cidadãos lidam agora com o bicho papão que voltou para aterrorizar a cidade. Boa jogada. Green evita as armadilhas fáceis que fizeram cair todos os que vieram antes dele e imagina uma população aterrorizada que resolve responder com as próprias mãos, depois do fracasso do “sistema” (leia-se, “autoridades constituídas”). Mas a turba não responde bem a um senso coletivo de justiça – o que justifica a existência de um “sistema” que faça isso – e logo a loucura, antes reservada apenas a Myers, toma conta de toda a cidade liderada pelos sobreviventes do primeiro filme de 1978. Mas nem tudo são flores. Como parece uma “maldição” que ronda a franquia, Green flerta perigosamente com explicações que destroem a simplicidade que fez do primeiro Halloween a obra prima que ele é. Desde coisas sutis como “ele olhava pela janela” a idiotices como “ele sempre foi aquele garoto esquisito da classe”, Green parece sabotar a si mesmo mostrando que não confia na sua premissa maior. Felizmente ele só “flerta” com isso e essas coisas ficam meio que “jogadas”. Do outro lado, Michael Myers aparece com “sangue nos zóio” e Green não poupa o expectador ao fazê-lo contemplar em primeira mão todo o horror perpetrado pelo assassino, uma força imparável. Não se engane, isso não tem nada a ver com Jason. A coisa aqui é retratada de uma forma nada circense, mas visceral e literalmente explícita. Nunca um filme da série foi tão graficamente violento. A repulsa que o gore geralmente gera como reação em filmes assim vira algo bem assustador porque o diretor nunca desassocia o vilão de sua “humanidade”, cujo rosto nunca é mostrado, mas que você sabe que não é deformado, como o Jason é. E nisso reside esse elemento que é realmente terrível em Halloween. Michael Myers é um cara. Simples assim. “Um filho de alguém, irmão de alguém”. Alguém que você pode encontrar no final do beco. Como alguém diz em certo momento que o halloween é quando “colocamos máscaras para mostrar quem nós não somos”, Green (e Carpenter também) apresentam Michael Myers, o cara que no halloween coloca uma máscara para mostrar que ele realmente é. E então Green monta aquela cena, quando finalmente os cidadãos encurralam o vilão, sem máscara, e vêem a face do inimigo comum a todos (menos você que já está roendo as unhas), e a imagem evocada é poderosa o suficiente para que se compreenda o que ele quer dizer. Não é difícil entender porque John Carpenter resolveu voltar pra a franquia. Halloween Kills é cru, pesado e não faz concessões. E ainda arruma espaço para brindar o espectador com decisões artísticas de extremo bom gosto em revisitar o filme de 1978 e seus desdobramentos imediatos, com direito a emular a fotografia de Dean Cundey em detalhes praticamente minimalistas e a presença digital do saudoso Donald Pleasence que é mais do que mero fan servisse, sem mencionar detalhes estéticos como o logotipo do Hospital Memorial de Haddonfield, tirado do rejeitado Halloween 2 (1981). E dispensa maiores digressões sobre a FANTÁSTICA trilha de John Carpenter que ao mesmo tempo que sofistica o seu estilo, ainda volta às origens não apenas do próprio Halloween de 1978, mas das trilhas de seus filmes nos anos 80. Quando falei do filme de 2018 eu disse que se fizessem uma sequência, estragariam tudo. Que bom que eu estava errado. Mas agora, com o desfecho súbito deste aqui e com uma sensação de total imprevisibilidade do que vem por aí, começo a achar que Green, Danny McBride e Carpenter podem estar dando um passo maior que as pernas. Mas isso é papo para outubro de 2022.
  9. Dook

    The Walking Dead

    Alguém sabe dizer se a última temporada vai passar na FOX ou se vai ficar só no streaming mesmo?
  10. Alice Hardy, 40 anos depois... praticamente todos os dias a Adrienne King nas suas redes sociais posta alguma foto ou alguma coisa que remete aos seus tempos de monitora de Crystal Lake...
  11. Não assisti o último filme... e embora esse novo pareça ter mais potencial, acho que Ghostbusters já foi mesmo...
  12. Dook

    Star Trek - Séries

    Não..... não abandonei o tópico de novo... 😂 5x24 - The Next Phase - 5/5 Ao ajudar uma nave romulana gravemente avariada, Georgi e Ro aparentemente morrem num problema de teletransporte, apenas para descobrirem que estão "fora de fase" ou ainda, numa espécie de camuflagem de fase. Com a nave dando seus dois tripulantes como mortos, além de descobrirem como tudo aconteceu, a dupla precisa sobreviver quando apenas um romulano consegue vê-los e está disposto a matá-los. Mais um excelente episódio, com uma premissa tecnológica ousada que mostra sem sombra de dúvidas que os romulanos são perigosíssimos. 5x25 - The Inner Light - 4/5 Eis o que é considerado por muitos como o melhor episódio de A Nova Geração. A Enterprise encontra uma sonda espacial que, numa varredura da nave, coloca Picard em estado inconsciente, mas consciente em algum lugar, vivendo a vida inteira de outro homem e tendo contato com outra civilização. Eu confesso que da primeira vez que assisti fiquei revoltado. Tanta lambeção para isso? Mas a verdade é que eu devia estar mal humorado. O episódio é extremamente tocante, emotivo e é uma experiência que mudará Picard para sempre. Continua não sendo o melhor episódio da série para mim. Mas certamente é um dos melhores da temporada e merece em grande parte a fama que tem. 5x26 - Time's Arrow - Parte I - 4/5 Uma descoberta arqueológica surpreendente na Terra, leva a Enterprise de volta ao século XIX quando descobre que uma raça alienígena descobriu como viajar no tempo para sugar a força vital dos humanos sem deixar rastros, no futuro, inclusive. Muito bom desfecho de temporada que, se não chega aos pés de encerramentos anteriores, também está longe dos constrangimentos a que fomos submetidos no final da 1ª e 2ª temporadas. Há momentos apropriadamente creepy quando se descobre a verdadeira natureza dos alienígenas e um senso de urgência e tensão muito bem vindos. E um gancho excelente para a 6ª temporada.
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