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Rayden

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    Rayden got a reaction from BennydrIty in Superman - Os DVDs   
    Aqui vão os contatos:
     
    Warner
     
    Alameda Rio Negro, 585, Bloco B – 8º e 9º andares, Alphaville
    Barueri (SP), CEP 06454-000
    Fone (11) 2133-2900 Fax (11) 4191-3908
     
    [email protected]
    [email protected]
     
    Microservice
     
    Call Center - Warner Home Video
    Fone 55 11 2105 5656 / 0800 115 922
    Fax 55 11 2105 1062
     
    [email protected]
     
    Quanto aos discos que faltaram do box, eu espero que agora relancem tudo em Blu-Ray, especialmente a versão de cinema de Superman - O Filme com a trilha original de 1978. Em Blu-Ray só saiu o primeiro filme faltando vários extras, na versão estendida, e Superman 2, versão do Donner.
     
    Tinham que fazer como o box Matrix, que está pra ser re-lançado, dessa vez em Blu-Ray...
     
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    Rayden got a reaction from KarenENZYPE in Superman: Os Filmes (de Donner á Singer)   
    Se você só quer levar os dois primeiros filmes, compre o primeiro (triplo) e o segundo (1 DVD só), que dessa vez tem extras (a edição antiga era pelada). Falando especificamente do filme original, dessa vez adicionaram um disco só com a versão de cinema (e faixa de comentários sem legendas de Ilya Salkind e de um produtor).  
    O ponto negativo fica pra ausência do idioma em DD 2.0, original (o box americano chegou a
    prometer, mas vinha sem, aí a Warner prensou uma tiragem incluindo a trilha DD 2.0, original de 1978). Infelizmente aqui não houve esse "recall", até porque a propaganda enganosa só ocorreu lá fora. Pra quem gosta do áudio em português, também não espere encontrar (com exceção do segundo filme) as dublagens antigas. 
    Uma nota: Eu achei uma pena também, tanto em Blu-Ray, como HD-DVD, Superman - O Filme não ter saído com o áudio DD 2.0 original. Não que o áudio 5.1 tenha ficado ruim, mas a trilha sonora é um dos elementos que mais pesam na franquia (o que seria de um filme do Super sem o score de John Williams) , e pra mim é um crime deixarem só a versão com novos efeitos sonoros. Eu espero que se relançarem todos os filmes em Blu-Ray (como a Warner está fazendo agora com todos os Matrix), incluam essa faixa de áudio.

    O segundo disco é o mesmo que veio naquel
    a edicão com a versão estendida, lançada no ano 2000 (que vinha com comentários legendados do Richard Donner). Os extras são os mesmos, "Decolando - Realizando Superman", "Filmando a Lenda", "A Magia por trás da Capa", "Testes de elenco", etc. OBS: O disco 1 com o filme na versão estendida foi limado desse box. Provavelmente a Warner retirou porque vinha com os comentários legendados.
    O disco 3 é que tem extras novos: Um making of da época do filme (muito bom), com quase 52 minutos, e acredito que um episódio da série com George Reeves, mais 9 desenhos dos estúdios Fleischer.

    Rayden2008-09-15 01:46:11
  3. Like
    Rayden got a reaction from KarenENZYPE in James Bond - 007 (A Série de Filmes)   
    Estranhei que esse tópico não tenha sido criado, então aqui está, pra discutir tudo relacionado à esta franquia.
     
    O tópico do novo filme é esse:
     
    James Bond - Quantum of Solace (2008)
     



    James Bond, também conhecido pelo código 007, é um agente secreto britânico fictício, criado pelo escritor inglês Ian Fleming em 1953. Bond trabalha no serviço de espionagem MI-6.

    James Bond foi primeiramente apresentado ao público em livros de bolso na década de 50 e logo tornou-se um sucesso de vendagem entre os britânicos. Em seguida tornou-se uma grande franquia no cinema, com vinte e um filmes desde 1962, sendo que o 22º está planejado para 2008. James Bond também apareceu em quadrinhos, videogames, e se tornou alvo de muitas paródias.
     
     


    O personagem

    Em suas doze aventuras originais completas, entre elas Casino Royale, Dr. No, Goldfinger e Octopussy,
    Bond era descrito como um homem alto, moreno, de olhar penetrante,
    viril, porte atlético e sedutor na casa dos trinta anos, apreciador de vodka-martini (batido, não mexido) exímio atirador com licença 00 para matar (sétimo agente desta categoria especial, daí seu código 007) e perito em artes marciais, que combatia o mal pelo mundo (muitas vezes representado pela URSS naqueles tempos de Guerra Fria), a serviço do governo de Sua Majestade, sempre com charme, elegância e cercado de belas mulheres.




     
    Literatura

    O primeiro livro estrelado por James Bond foi Casino Royale, lançado em 1953. Então, todo ano, Ian Fleming ia para sua casa na Jamaica, chamada GoldenEye, para escrever um novo livro, até sua morte em 1964. Após sua morte, seus herdeiros publicaram duas obras: The Man with the Golden Gun e Octopussy and The Living Daylights (livro de contos). As obras foram publicadas em 1965 e 1966, respectivamente.
     
    Após a morte de Fleming, Kingsley Amis, amigo de Fleming e sob o pseudônimo Robert Markham, escreveu Colonel Sun, em 1968. Em 1973, John Pearson lançou James Bond: The Authorised Biography of 007, uma "autobiografia" do espião.

    Nas décadas de 80 e 90, outro autor, o inglês John Edmund Gardner (1926-2007), escreveu quatorze livros originais, até se aposentar por problemas de saúde.
     
    Raymond Benson seguiu-o com seis livros originais e três histórias curtas. Retirou-se em 2002.
     

    Em 2008, os herdeiros de Ian Fleming autorizaram a publicação de umanova obra de James Bond. Esta foi escrita pelo britânico Sebastian
    Faulks. É ambientada no período da guerra fria e, como sempre, passa por locações diversas. Devil May Care lançou em 28 de maio de 2008, acompanhando o centenário de nascimento de Fleming.

    Além disso, filmes com enredos originais receberam novelizações. The Spy Who Loved Me e Moonraker foram escritos pelo roteirista Christopher Wood. Os "escritores oficiais" assinaram as seguintes obras: John Gardner - Licence to Kill e GoldenEye, e Raymond Benson - Tomorrow Never Dies, The World Is Not Enough e Die Another Day.

    O livro Moscou contra 007 foi publicado pela primeira vez no Brasil em 1965, mas tratava-se de uma segunda edição já que a mesma história fora publicada em 1963 com o título Espionagem. Traduzido do original em inglês por Maria Eugênia de Sousa Pacheco, é no capítulo 28 desse livro que o autor Ian Fleming
    narra a morte de seu mais famoso personagem, fato que nunca aconteceu
    no cinema.
     
    James Bond aparentemente morre no quarto 204 do Ritz Hotel
    em Paris e sua algoz, embora tenha sido capturada por ele próprio, é
    Rosa Klebb, que desfere-lhe um golpe com sua botina armada com uma
    pequena lâmina envenenada na ponta. Aparente, porque o mesmo retorna no
    romance seguinte, Dr. No, já que o livro anterior termina de maneira um tanto dúbia.
     
     


    007 no cinema
    Filmes oficiais

    Os filmes de 007 foram produzidos inicialmente por Harry Saltzman e Albert Broccoli,
    detentores dos direitos cinematográficos de quase toda a obra já
    escrita por Ian Fleming e donos da produtora EON (Everything or
    Nothing). Em 1975, Saltzman abandonou a franquia. Desde 1995, os filmes são produzidos pela filha de Albert, Barbara Broccoli, e seu meio-irmão Michael G. Wilson.

    James Bond já foi interpretado por seis atores:

    Sean Connery (1962–1967;1971;1983 cujo filme não faz parte da saga original) George Lazenby (1969) Roger Moore (1973–1985) Timothy Dalton (1987–1989) Pierce Brosnan (1995–2002) Daniel Craig (2006–presente)
    Válido como curiosidade, James Bond também foi vivido no cinema pelo ator inglês David Niven, na primeira versão cinematográfica de Cassino Royale.
    Todavia, tal filme não pertence à série "oficial". Curioso, também é o
    fato de que o mencionado ator era o favorito de Ian Fleming para
    interpretar o espião, devido às suas características físicas e
    aparência elegante, refinada.

    Em 1962, foi lançado o primeiro filme, Dr. No, com o personagem James Bond interpretado pelo então semi-desconhecido escocês Sean Connery.

    O filme, feito com apenas um milhão de dólares (orçamento irrisório,
    até para a época), estourou nas bilheterias de todo o mundo,
    transformando Connery num ícone dos anos 60, que com a sua espetacular popularidade internacional fez surgir uma nova histeria mundial vinda da terra da beatlemania da época: a bondmania.

    Alguns dos fatores de maior empatia da série com o público, além do
    carisma e do charme de seu personagem principal, têm sido sem dúvida os
    mirabolantes vilões , os gadgets mortais e de alta tecnologia, suas canções-tema e suas maravilhosas bond-girls.
     



    Os vilões

    As mais variadas estrelas do cinema internacional já passaram pela
    pele dos terríveis inimigos de Bond, do pioneiro Dr. No interpretado
    por Joseph Wiseman; passando pelo vilão Goldfinger, interpretado por Gert Fröbe; Ernst Blofeld, o líder da organização criminosa SPECTRE vivido por Donald Pleasance, Telly Savallas e Charles Gray em filmes diferentes; Francisco Scaramanga, vivido por Christopher Lee em The Man with the Golden Gun; o capanga Jaws, interpretado pelo gigante Richard Kiel em The Spy Who Loved Me e Moonraker; até o Khamal Khan de Louis Jourdan em Octopussy, e o Renard de Robert Carlyle, principal vilão de The World Is Not Enough.
     
     

     
    Artefatos tecnológicos

     
     
    Bond também não seria o espião invencível que é se não fossem os
    brinquedos tecnológicos que o acompanham desde o início, e que por
    tantas vezes lhe salvaram a vida, todos produzidos no laboratório de
    pesquisas do MI-6 pelo irascível "Q", o gênio inventor da agência de espionagem, vivido por Desmond Llewelyn.
     
    Falecido num acidente de automóvel no fim de 1999, Lewellyn foi o ator que mais participou dos filmes de James Bond: esteve em todos, à exceção do pioneiro Dr. No e de Live and Let Die.

    Entre esses brinquedinhos tornaram-se famosos a Lotus Esprit, o carro esporte-submarino-lançador-de-misséis de The Spy Who Loved Me; o Aston Martin DB5 com chapa blindada à prova de balas que protegia o vidro traseiro de Goldfinger; Little Nellie, o mini-helicóptero desmontável de You Only Live Twice, e até mesmo um brinquedinho não criado por "Q", mas pela NASA, o jipe lunar usado por Sean Connery em uma de suas fugas no filme Diamonds Are Forever.

    As sempre inovadoras vinhetas de apresentação na abertura dos filmes, criadas pelo artista gráfico Maurice Binder, se tornaram uma atração à parte dentro do próprio filme e revolucionaram o design cinematográfico nos anos 60 e anos 70.




    Canções

    As famosas canções-título também marcaram época, como Goldfinger e Diamonds Are Forever, na voz da cantora britânica Shirley Bassey.

    Nobody Does It Better, tema de The Spy Who Loved Me, cantada por Carly Simon e líder de todas as paradas de FM do fim dos anos 70, ou Goldeneye, com Tina Turner, ajudaram os filmes de Bond a se tornar os mais populares filmes de aventura e espionagem em todo o mundo.

    No filme de 1973, Viva e deixe morrer, Paul McCartney interpreta a canção tema Live and Let Die.

    Até mesmo Madonna teve uma canção na abertura de Die Another Day, e o grupo Garbage também colaborou com uma canção de mesmo nome do filme The World is Not Enough, em 1999.

    O cantor Chris Cornell, ex-integrante das bandas Audioslave, Soundgarden e Temple of the Dog, foi o responsável pela canção-tema You Know My Name, em Casino Royale, de 2006.





     
    Bond girls
    Mas são as famosas bond-girls, as namoradas do agente
    especial, que trouxeram aos filmes de 007 o ar de sofisticação, beleza
    e sensualidade, que são a sua marca registrada.
     
    Entre goles de champagne Bollinger e Dom Pérignon, lençóis de seda inglesa, peles de raposa, tapetes persas, castelos e cenários de sonho em todo o planeta, a série lançou ao mundo as atrizes: Ursula Andress, Daniela Bianchi, Honor Blackman, Claudine Auger, Mie Hama, Diana Rigg, Jill St. John, Jane Seymour, Britt Ekland, Barbara Bach, Lois Chiles, Carole Bouquet, Maud Adams, Kim Basinger, Tanya Roberts, Maryam D'Abo, Carey Lowell, Izabella Scorupco, Michelle Yeoh, Teri Hatcher, Sophie Marceau, Denise Richards, Mary Stavin, Halle Berry, Barbara Carrera e Eva Green
     

    Filmes não-oficiais

    Bond estrelou também três filmes "bastardos": em 1954, uma adaptação para a televisão de Casino Royale teve Barry Nelson no papel do espião; a paródia Casino Royale, de 1967, com David Niven; e Never Say Never Again, de 1983, refilmagem de Thunderball, estrelada por Sean Connery.




    Paródias

    James Bond virou referência no gênero espionagem, com diversas paródias, sendo as mais conhecidas a série Austin Powers, criado pelo canadense Mike Myers e iniciada em 1997, formada por filmes como Austin Powers: International Man of Mystery, Austin Powers: The Spy Who Shagged Me e Austin Powers in Goldmember.
     
    As paródias incluem também seriados de televisão durante a "bondmania", nos anos 60, como Agente 86, Sou Espião (essa paródia inclusive mencionou os filmes de 007 em um de seus episódios), James West, O Agente da U.N.C.L.E., além de diversos filmes, como Flint, Perigo Supremo e Johnny English.
    Rayden2008-08-27 07:55:00
  4. Like
    Rayden got a reaction from Ordibbarpkava in James Bond - 007 (A Série de Filmes)   
    Estranhei que esse tópico não tenha sido criado, então aqui está, pra discutir tudo relacionado à esta franquia.
     
    O tópico do novo filme é esse:
     
    James Bond - Quantum of Solace (2008)
     



    James Bond, também conhecido pelo código 007, é um agente secreto britânico fictício, criado pelo escritor inglês Ian Fleming em 1953. Bond trabalha no serviço de espionagem MI-6.

    James Bond foi primeiramente apresentado ao público em livros de bolso na década de 50 e logo tornou-se um sucesso de vendagem entre os britânicos. Em seguida tornou-se uma grande franquia no cinema, com vinte e um filmes desde 1962, sendo que o 22º está planejado para 2008. James Bond também apareceu em quadrinhos, videogames, e se tornou alvo de muitas paródias.
     
     


    O personagem

    Em suas doze aventuras originais completas, entre elas Casino Royale, Dr. No, Goldfinger e Octopussy,
    Bond era descrito como um homem alto, moreno, de olhar penetrante,
    viril, porte atlético e sedutor na casa dos trinta anos, apreciador de vodka-martini (batido, não mexido) exímio atirador com licença 00 para matar (sétimo agente desta categoria especial, daí seu código 007) e perito em artes marciais, que combatia o mal pelo mundo (muitas vezes representado pela URSS naqueles tempos de Guerra Fria), a serviço do governo de Sua Majestade, sempre com charme, elegância e cercado de belas mulheres.




     
    Literatura

    O primeiro livro estrelado por James Bond foi Casino Royale, lançado em 1953. Então, todo ano, Ian Fleming ia para sua casa na Jamaica, chamada GoldenEye, para escrever um novo livro, até sua morte em 1964. Após sua morte, seus herdeiros publicaram duas obras: The Man with the Golden Gun e Octopussy and The Living Daylights (livro de contos). As obras foram publicadas em 1965 e 1966, respectivamente.
     
    Após a morte de Fleming, Kingsley Amis, amigo de Fleming e sob o pseudônimo Robert Markham, escreveu Colonel Sun, em 1968. Em 1973, John Pearson lançou James Bond: The Authorised Biography of 007, uma "autobiografia" do espião.

    Nas décadas de 80 e 90, outro autor, o inglês John Edmund Gardner (1926-2007), escreveu quatorze livros originais, até se aposentar por problemas de saúde.
     
    Raymond Benson seguiu-o com seis livros originais e três histórias curtas. Retirou-se em 2002.
     

    Em 2008, os herdeiros de Ian Fleming autorizaram a publicação de umanova obra de James Bond. Esta foi escrita pelo britânico Sebastian
    Faulks. É ambientada no período da guerra fria e, como sempre, passa por locações diversas. Devil May Care lançou em 28 de maio de 2008, acompanhando o centenário de nascimento de Fleming.

    Além disso, filmes com enredos originais receberam novelizações. The Spy Who Loved Me e Moonraker foram escritos pelo roteirista Christopher Wood. Os "escritores oficiais" assinaram as seguintes obras: John Gardner - Licence to Kill e GoldenEye, e Raymond Benson - Tomorrow Never Dies, The World Is Not Enough e Die Another Day.

    O livro Moscou contra 007 foi publicado pela primeira vez no Brasil em 1965, mas tratava-se de uma segunda edição já que a mesma história fora publicada em 1963 com o título Espionagem. Traduzido do original em inglês por Maria Eugênia de Sousa Pacheco, é no capítulo 28 desse livro que o autor Ian Fleming
    narra a morte de seu mais famoso personagem, fato que nunca aconteceu
    no cinema.
     
    James Bond aparentemente morre no quarto 204 do Ritz Hotel
    em Paris e sua algoz, embora tenha sido capturada por ele próprio, é
    Rosa Klebb, que desfere-lhe um golpe com sua botina armada com uma
    pequena lâmina envenenada na ponta. Aparente, porque o mesmo retorna no
    romance seguinte, Dr. No, já que o livro anterior termina de maneira um tanto dúbia.
     
     


    007 no cinema
    Filmes oficiais

    Os filmes de 007 foram produzidos inicialmente por Harry Saltzman e Albert Broccoli,
    detentores dos direitos cinematográficos de quase toda a obra já
    escrita por Ian Fleming e donos da produtora EON (Everything or
    Nothing). Em 1975, Saltzman abandonou a franquia. Desde 1995, os filmes são produzidos pela filha de Albert, Barbara Broccoli, e seu meio-irmão Michael G. Wilson.

    James Bond já foi interpretado por seis atores:

    Sean Connery (1962–1967;1971;1983 cujo filme não faz parte da saga original) George Lazenby (1969) Roger Moore (1973–1985) Timothy Dalton (1987–1989) Pierce Brosnan (1995–2002) Daniel Craig (2006–presente)
    Válido como curiosidade, James Bond também foi vivido no cinema pelo ator inglês David Niven, na primeira versão cinematográfica de Cassino Royale.
    Todavia, tal filme não pertence à série "oficial". Curioso, também é o
    fato de que o mencionado ator era o favorito de Ian Fleming para
    interpretar o espião, devido às suas características físicas e
    aparência elegante, refinada.

    Em 1962, foi lançado o primeiro filme, Dr. No, com o personagem James Bond interpretado pelo então semi-desconhecido escocês Sean Connery.

    O filme, feito com apenas um milhão de dólares (orçamento irrisório,
    até para a época), estourou nas bilheterias de todo o mundo,
    transformando Connery num ícone dos anos 60, que com a sua espetacular popularidade internacional fez surgir uma nova histeria mundial vinda da terra da beatlemania da época: a bondmania.

    Alguns dos fatores de maior empatia da série com o público, além do
    carisma e do charme de seu personagem principal, têm sido sem dúvida os
    mirabolantes vilões , os gadgets mortais e de alta tecnologia, suas canções-tema e suas maravilhosas bond-girls.
     



    Os vilões

    As mais variadas estrelas do cinema internacional já passaram pela
    pele dos terríveis inimigos de Bond, do pioneiro Dr. No interpretado
    por Joseph Wiseman; passando pelo vilão Goldfinger, interpretado por Gert Fröbe; Ernst Blofeld, o líder da organização criminosa SPECTRE vivido por Donald Pleasance, Telly Savallas e Charles Gray em filmes diferentes; Francisco Scaramanga, vivido por Christopher Lee em The Man with the Golden Gun; o capanga Jaws, interpretado pelo gigante Richard Kiel em The Spy Who Loved Me e Moonraker; até o Khamal Khan de Louis Jourdan em Octopussy, e o Renard de Robert Carlyle, principal vilão de The World Is Not Enough.
     
     

     
    Artefatos tecnológicos

     
     
    Bond também não seria o espião invencível que é se não fossem os
    brinquedos tecnológicos que o acompanham desde o início, e que por
    tantas vezes lhe salvaram a vida, todos produzidos no laboratório de
    pesquisas do MI-6 pelo irascível "Q", o gênio inventor da agência de espionagem, vivido por Desmond Llewelyn.
     
    Falecido num acidente de automóvel no fim de 1999, Lewellyn foi o ator que mais participou dos filmes de James Bond: esteve em todos, à exceção do pioneiro Dr. No e de Live and Let Die.

    Entre esses brinquedinhos tornaram-se famosos a Lotus Esprit, o carro esporte-submarino-lançador-de-misséis de The Spy Who Loved Me; o Aston Martin DB5 com chapa blindada à prova de balas que protegia o vidro traseiro de Goldfinger; Little Nellie, o mini-helicóptero desmontável de You Only Live Twice, e até mesmo um brinquedinho não criado por "Q", mas pela NASA, o jipe lunar usado por Sean Connery em uma de suas fugas no filme Diamonds Are Forever.

    As sempre inovadoras vinhetas de apresentação na abertura dos filmes, criadas pelo artista gráfico Maurice Binder, se tornaram uma atração à parte dentro do próprio filme e revolucionaram o design cinematográfico nos anos 60 e anos 70.




    Canções

    As famosas canções-título também marcaram época, como Goldfinger e Diamonds Are Forever, na voz da cantora britânica Shirley Bassey.

    Nobody Does It Better, tema de The Spy Who Loved Me, cantada por Carly Simon e líder de todas as paradas de FM do fim dos anos 70, ou Goldeneye, com Tina Turner, ajudaram os filmes de Bond a se tornar os mais populares filmes de aventura e espionagem em todo o mundo.

    No filme de 1973, Viva e deixe morrer, Paul McCartney interpreta a canção tema Live and Let Die.

    Até mesmo Madonna teve uma canção na abertura de Die Another Day, e o grupo Garbage também colaborou com uma canção de mesmo nome do filme The World is Not Enough, em 1999.

    O cantor Chris Cornell, ex-integrante das bandas Audioslave, Soundgarden e Temple of the Dog, foi o responsável pela canção-tema You Know My Name, em Casino Royale, de 2006.





     
    Bond girls
    Mas são as famosas bond-girls, as namoradas do agente
    especial, que trouxeram aos filmes de 007 o ar de sofisticação, beleza
    e sensualidade, que são a sua marca registrada.
     
    Entre goles de champagne Bollinger e Dom Pérignon, lençóis de seda inglesa, peles de raposa, tapetes persas, castelos e cenários de sonho em todo o planeta, a série lançou ao mundo as atrizes: Ursula Andress, Daniela Bianchi, Honor Blackman, Claudine Auger, Mie Hama, Diana Rigg, Jill St. John, Jane Seymour, Britt Ekland, Barbara Bach, Lois Chiles, Carole Bouquet, Maud Adams, Kim Basinger, Tanya Roberts, Maryam D'Abo, Carey Lowell, Izabella Scorupco, Michelle Yeoh, Teri Hatcher, Sophie Marceau, Denise Richards, Mary Stavin, Halle Berry, Barbara Carrera e Eva Green
     

    Filmes não-oficiais

    Bond estrelou também três filmes "bastardos": em 1954, uma adaptação para a televisão de Casino Royale teve Barry Nelson no papel do espião; a paródia Casino Royale, de 1967, com David Niven; e Never Say Never Again, de 1983, refilmagem de Thunderball, estrelada por Sean Connery.




    Paródias

    James Bond virou referência no gênero espionagem, com diversas paródias, sendo as mais conhecidas a série Austin Powers, criado pelo canadense Mike Myers e iniciada em 1997, formada por filmes como Austin Powers: International Man of Mystery, Austin Powers: The Spy Who Shagged Me e Austin Powers in Goldmember.
     
    As paródias incluem também seriados de televisão durante a "bondmania", nos anos 60, como Agente 86, Sou Espião (essa paródia inclusive mencionou os filmes de 007 em um de seus episódios), James West, O Agente da U.N.C.L.E., além de diversos filmes, como Flint, Perigo Supremo e Johnny English.
    Rayden2008-08-27 07:55:00
  5. Like
    Rayden got a reaction from Israelbiax in James Bond - 007 (A Série de Filmes)   
    Estranhei que esse tópico não tenha sido criado, então aqui está, pra discutir tudo relacionado à esta franquia.
     
    O tópico do novo filme é esse:
     
    James Bond - Quantum of Solace (2008)
     



    James Bond, também conhecido pelo código 007, é um agente secreto britânico fictício, criado pelo escritor inglês Ian Fleming em 1953. Bond trabalha no serviço de espionagem MI-6.

    James Bond foi primeiramente apresentado ao público em livros de bolso na década de 50 e logo tornou-se um sucesso de vendagem entre os britânicos. Em seguida tornou-se uma grande franquia no cinema, com vinte e um filmes desde 1962, sendo que o 22º está planejado para 2008. James Bond também apareceu em quadrinhos, videogames, e se tornou alvo de muitas paródias.
     
     


    O personagem

    Em suas doze aventuras originais completas, entre elas Casino Royale, Dr. No, Goldfinger e Octopussy,
    Bond era descrito como um homem alto, moreno, de olhar penetrante,
    viril, porte atlético e sedutor na casa dos trinta anos, apreciador de vodka-martini (batido, não mexido) exímio atirador com licença 00 para matar (sétimo agente desta categoria especial, daí seu código 007) e perito em artes marciais, que combatia o mal pelo mundo (muitas vezes representado pela URSS naqueles tempos de Guerra Fria), a serviço do governo de Sua Majestade, sempre com charme, elegância e cercado de belas mulheres.




     
    Literatura

    O primeiro livro estrelado por James Bond foi Casino Royale, lançado em 1953. Então, todo ano, Ian Fleming ia para sua casa na Jamaica, chamada GoldenEye, para escrever um novo livro, até sua morte em 1964. Após sua morte, seus herdeiros publicaram duas obras: The Man with the Golden Gun e Octopussy and The Living Daylights (livro de contos). As obras foram publicadas em 1965 e 1966, respectivamente.
     
    Após a morte de Fleming, Kingsley Amis, amigo de Fleming e sob o pseudônimo Robert Markham, escreveu Colonel Sun, em 1968. Em 1973, John Pearson lançou James Bond: The Authorised Biography of 007, uma "autobiografia" do espião.

    Nas décadas de 80 e 90, outro autor, o inglês John Edmund Gardner (1926-2007), escreveu quatorze livros originais, até se aposentar por problemas de saúde.
     
    Raymond Benson seguiu-o com seis livros originais e três histórias curtas. Retirou-se em 2002.
     

    Em 2008, os herdeiros de Ian Fleming autorizaram a publicação de umanova obra de James Bond. Esta foi escrita pelo britânico Sebastian
    Faulks. É ambientada no período da guerra fria e, como sempre, passa por locações diversas. Devil May Care lançou em 28 de maio de 2008, acompanhando o centenário de nascimento de Fleming.

    Além disso, filmes com enredos originais receberam novelizações. The Spy Who Loved Me e Moonraker foram escritos pelo roteirista Christopher Wood. Os "escritores oficiais" assinaram as seguintes obras: John Gardner - Licence to Kill e GoldenEye, e Raymond Benson - Tomorrow Never Dies, The World Is Not Enough e Die Another Day.

    O livro Moscou contra 007 foi publicado pela primeira vez no Brasil em 1965, mas tratava-se de uma segunda edição já que a mesma história fora publicada em 1963 com o título Espionagem. Traduzido do original em inglês por Maria Eugênia de Sousa Pacheco, é no capítulo 28 desse livro que o autor Ian Fleming
    narra a morte de seu mais famoso personagem, fato que nunca aconteceu
    no cinema.
     
    James Bond aparentemente morre no quarto 204 do Ritz Hotel
    em Paris e sua algoz, embora tenha sido capturada por ele próprio, é
    Rosa Klebb, que desfere-lhe um golpe com sua botina armada com uma
    pequena lâmina envenenada na ponta. Aparente, porque o mesmo retorna no
    romance seguinte, Dr. No, já que o livro anterior termina de maneira um tanto dúbia.
     
     


    007 no cinema
    Filmes oficiais

    Os filmes de 007 foram produzidos inicialmente por Harry Saltzman e Albert Broccoli,
    detentores dos direitos cinematográficos de quase toda a obra já
    escrita por Ian Fleming e donos da produtora EON (Everything or
    Nothing). Em 1975, Saltzman abandonou a franquia. Desde 1995, os filmes são produzidos pela filha de Albert, Barbara Broccoli, e seu meio-irmão Michael G. Wilson.

    James Bond já foi interpretado por seis atores:

    Sean Connery (1962–1967;1971;1983 cujo filme não faz parte da saga original) George Lazenby (1969) Roger Moore (1973–1985) Timothy Dalton (1987–1989) Pierce Brosnan (1995–2002) Daniel Craig (2006–presente)
    Válido como curiosidade, James Bond também foi vivido no cinema pelo ator inglês David Niven, na primeira versão cinematográfica de Cassino Royale.
    Todavia, tal filme não pertence à série "oficial". Curioso, também é o
    fato de que o mencionado ator era o favorito de Ian Fleming para
    interpretar o espião, devido às suas características físicas e
    aparência elegante, refinada.

    Em 1962, foi lançado o primeiro filme, Dr. No, com o personagem James Bond interpretado pelo então semi-desconhecido escocês Sean Connery.

    O filme, feito com apenas um milhão de dólares (orçamento irrisório,
    até para a época), estourou nas bilheterias de todo o mundo,
    transformando Connery num ícone dos anos 60, que com a sua espetacular popularidade internacional fez surgir uma nova histeria mundial vinda da terra da beatlemania da época: a bondmania.

    Alguns dos fatores de maior empatia da série com o público, além do
    carisma e do charme de seu personagem principal, têm sido sem dúvida os
    mirabolantes vilões , os gadgets mortais e de alta tecnologia, suas canções-tema e suas maravilhosas bond-girls.
     



    Os vilões

    As mais variadas estrelas do cinema internacional já passaram pela
    pele dos terríveis inimigos de Bond, do pioneiro Dr. No interpretado
    por Joseph Wiseman; passando pelo vilão Goldfinger, interpretado por Gert Fröbe; Ernst Blofeld, o líder da organização criminosa SPECTRE vivido por Donald Pleasance, Telly Savallas e Charles Gray em filmes diferentes; Francisco Scaramanga, vivido por Christopher Lee em The Man with the Golden Gun; o capanga Jaws, interpretado pelo gigante Richard Kiel em The Spy Who Loved Me e Moonraker; até o Khamal Khan de Louis Jourdan em Octopussy, e o Renard de Robert Carlyle, principal vilão de The World Is Not Enough.
     
     

     
    Artefatos tecnológicos

     
     
    Bond também não seria o espião invencível que é se não fossem os
    brinquedos tecnológicos que o acompanham desde o início, e que por
    tantas vezes lhe salvaram a vida, todos produzidos no laboratório de
    pesquisas do MI-6 pelo irascível "Q", o gênio inventor da agência de espionagem, vivido por Desmond Llewelyn.
     
    Falecido num acidente de automóvel no fim de 1999, Lewellyn foi o ator que mais participou dos filmes de James Bond: esteve em todos, à exceção do pioneiro Dr. No e de Live and Let Die.

    Entre esses brinquedinhos tornaram-se famosos a Lotus Esprit, o carro esporte-submarino-lançador-de-misséis de The Spy Who Loved Me; o Aston Martin DB5 com chapa blindada à prova de balas que protegia o vidro traseiro de Goldfinger; Little Nellie, o mini-helicóptero desmontável de You Only Live Twice, e até mesmo um brinquedinho não criado por "Q", mas pela NASA, o jipe lunar usado por Sean Connery em uma de suas fugas no filme Diamonds Are Forever.

    As sempre inovadoras vinhetas de apresentação na abertura dos filmes, criadas pelo artista gráfico Maurice Binder, se tornaram uma atração à parte dentro do próprio filme e revolucionaram o design cinematográfico nos anos 60 e anos 70.




    Canções

    As famosas canções-título também marcaram época, como Goldfinger e Diamonds Are Forever, na voz da cantora britânica Shirley Bassey.

    Nobody Does It Better, tema de The Spy Who Loved Me, cantada por Carly Simon e líder de todas as paradas de FM do fim dos anos 70, ou Goldeneye, com Tina Turner, ajudaram os filmes de Bond a se tornar os mais populares filmes de aventura e espionagem em todo o mundo.

    No filme de 1973, Viva e deixe morrer, Paul McCartney interpreta a canção tema Live and Let Die.

    Até mesmo Madonna teve uma canção na abertura de Die Another Day, e o grupo Garbage também colaborou com uma canção de mesmo nome do filme The World is Not Enough, em 1999.

    O cantor Chris Cornell, ex-integrante das bandas Audioslave, Soundgarden e Temple of the Dog, foi o responsável pela canção-tema You Know My Name, em Casino Royale, de 2006.





     
    Bond girls
    Mas são as famosas bond-girls, as namoradas do agente
    especial, que trouxeram aos filmes de 007 o ar de sofisticação, beleza
    e sensualidade, que são a sua marca registrada.
     
    Entre goles de champagne Bollinger e Dom Pérignon, lençóis de seda inglesa, peles de raposa, tapetes persas, castelos e cenários de sonho em todo o planeta, a série lançou ao mundo as atrizes: Ursula Andress, Daniela Bianchi, Honor Blackman, Claudine Auger, Mie Hama, Diana Rigg, Jill St. John, Jane Seymour, Britt Ekland, Barbara Bach, Lois Chiles, Carole Bouquet, Maud Adams, Kim Basinger, Tanya Roberts, Maryam D'Abo, Carey Lowell, Izabella Scorupco, Michelle Yeoh, Teri Hatcher, Sophie Marceau, Denise Richards, Mary Stavin, Halle Berry, Barbara Carrera e Eva Green
     

    Filmes não-oficiais

    Bond estrelou também três filmes "bastardos": em 1954, uma adaptação para a televisão de Casino Royale teve Barry Nelson no papel do espião; a paródia Casino Royale, de 1967, com David Niven; e Never Say Never Again, de 1983, refilmagem de Thunderball, estrelada por Sean Connery.




    Paródias

    James Bond virou referência no gênero espionagem, com diversas paródias, sendo as mais conhecidas a série Austin Powers, criado pelo canadense Mike Myers e iniciada em 1997, formada por filmes como Austin Powers: International Man of Mystery, Austin Powers: The Spy Who Shagged Me e Austin Powers in Goldmember.
     
    As paródias incluem também seriados de televisão durante a "bondmania", nos anos 60, como Agente 86, Sou Espião (essa paródia inclusive mencionou os filmes de 007 em um de seus episódios), James West, O Agente da U.N.C.L.E., além de diversos filmes, como Flint, Perigo Supremo e Johnny English.
    Rayden2008-08-27 07:55:00
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    Rayden got a reaction from Ordibbarpkava in Superman: Os Filmes (de Donner á Singer)   
    Se você só quer levar os dois primeiros filmes, compre o primeiro (triplo) e o segundo (1 DVD só), que dessa vez tem extras (a edição antiga era pelada). Falando especificamente do filme original, dessa vez adicionaram um disco só com a versão de cinema (e faixa de comentários sem legendas de Ilya Salkind e de um produtor).  
    O ponto negativo fica pra ausência do idioma em DD 2.0, original (o box americano chegou a
    prometer, mas vinha sem, aí a Warner prensou uma tiragem incluindo a trilha DD 2.0, original de 1978). Infelizmente aqui não houve esse "recall", até porque a propaganda enganosa só ocorreu lá fora. Pra quem gosta do áudio em português, também não espere encontrar (com exceção do segundo filme) as dublagens antigas. 
    Uma nota: Eu achei uma pena também, tanto em Blu-Ray, como HD-DVD, Superman - O Filme não ter saído com o áudio DD 2.0 original. Não que o áudio 5.1 tenha ficado ruim, mas a trilha sonora é um dos elementos que mais pesam na franquia (o que seria de um filme do Super sem o score de John Williams) , e pra mim é um crime deixarem só a versão com novos efeitos sonoros. Eu espero que se relançarem todos os filmes em Blu-Ray (como a Warner está fazendo agora com todos os Matrix), incluam essa faixa de áudio.

    O segundo disco é o mesmo que veio naquel
    a edicão com a versão estendida, lançada no ano 2000 (que vinha com comentários legendados do Richard Donner). Os extras são os mesmos, "Decolando - Realizando Superman", "Filmando a Lenda", "A Magia por trás da Capa", "Testes de elenco", etc. OBS: O disco 1 com o filme na versão estendida foi limado desse box. Provavelmente a Warner retirou porque vinha com os comentários legendados.
    O disco 3 é que tem extras novos: Um making of da época do filme (muito bom), com quase 52 minutos, e acredito que um episódio da série com George Reeves, mais 9 desenhos dos estúdios Fleischer.

    Rayden2008-09-15 01:46:11
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    Rayden got a reaction from Israelbiax in Superman: Os Filmes (de Donner á Singer)   
    Se você só quer levar os dois primeiros filmes, compre o primeiro (triplo) e o segundo (1 DVD só), que dessa vez tem extras (a edição antiga era pelada). Falando especificamente do filme original, dessa vez adicionaram um disco só com a versão de cinema (e faixa de comentários sem legendas de Ilya Salkind e de um produtor).  
    O ponto negativo fica pra ausência do idioma em DD 2.0, original (o box americano chegou a
    prometer, mas vinha sem, aí a Warner prensou uma tiragem incluindo a trilha DD 2.0, original de 1978). Infelizmente aqui não houve esse "recall", até porque a propaganda enganosa só ocorreu lá fora. Pra quem gosta do áudio em português, também não espere encontrar (com exceção do segundo filme) as dublagens antigas. 
    Uma nota: Eu achei uma pena também, tanto em Blu-Ray, como HD-DVD, Superman - O Filme não ter saído com o áudio DD 2.0 original. Não que o áudio 5.1 tenha ficado ruim, mas a trilha sonora é um dos elementos que mais pesam na franquia (o que seria de um filme do Super sem o score de John Williams) , e pra mim é um crime deixarem só a versão com novos efeitos sonoros. Eu espero que se relançarem todos os filmes em Blu-Ray (como a Warner está fazendo agora com todos os Matrix), incluam essa faixa de áudio.

    O segundo disco é o mesmo que veio naquel
    a edicão com a versão estendida, lançada no ano 2000 (que vinha com comentários legendados do Richard Donner). Os extras são os mesmos, "Decolando - Realizando Superman", "Filmando a Lenda", "A Magia por trás da Capa", "Testes de elenco", etc. OBS: O disco 1 com o filme na versão estendida foi limado desse box. Provavelmente a Warner retirou porque vinha com os comentários legendados.
    O disco 3 é que tem extras novos: Um making of da época do filme (muito bom), com quase 52 minutos, e acredito que um episódio da série com George Reeves, mais 9 desenhos dos estúdios Fleischer.

    Rayden2008-09-15 01:46:11
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    Rayden got a reaction from ICiwIKpoap in A Ciência de Defender e Cobrar Pênaltis   
    Aproveitando o momento,  eu lembro de ter lido uma vez que a chance de um goleiro pegar uma cobrança de pênalti era impossível se ele não saltasse primeiro em frações de segundos já se antecipando, do contrário ele jamais alcançaria a bola (infelizmente não tenho mais a matéria aqui, mas ela fazia o cálculo em segundos, tamanho do gol, velocidade do chute, etc.).
     
    Eu sei que o tópico pode parecer idiota de tão óbvio,  mas existe um modo de cobrar um pênalti indefensável? Cientificamente falando? Que jogadores sabem fazer isso?
     
    Brasileiro leva um couro nesse quesito, mas é no mundo todo que a gente vê esse problema, sério, toda vez que tem uma decisão por pênaltis é a mesma história. Como se costuma dizer, o pênalti é tão importante que deveria ser batido pelo presidente do clube.
     
    Vocês já pararam pra ver quantas decisões por pênalti acabaram com placares altos, quase já indo pro sorteio? Ou que o jogador perdeu porque mandou na trave? Acho que nem 10%.
     
    Porque toda vez nego insiste em cobrar pênalti um metro à esquerda ou direita do centro do gol onde o goleiro sempre vai? O goleiro sempre fica parado e dizem que eles saltam por olhar o tronco do jogador e adivinhar pra que canto ele vai. Então por que não cobram toda vez no canto e melhor ainda, no alto?
     
    Vou dar dois exemplos, o terceiro gol do Brasil nesse vídeo.
     
    http://www.youtube.com/watch?v=vekbPcI2ipA
     
    E olhem esse primeiro gol da Inglaterra! Duvido que algum goleiro teria chances de defender. E nessa mesma série o Veron faz um igualzinho!
     
    http://www.youtube.com/watch?v=4w9fB2VsQjk
     
    Eu lembro da primeira vez que assisti esse jogo e até hoje me pergunto o porquê de ninguém cobrar assim e ainda não encontrei uma resposta.
     
    Edit: Achei uma matéria da Época a respeito, apesar de não mencionar o que falei da impossibilidade do goleiro defender se cobrado no canto mais distante:
     
    Edição 213
    17/06/2002
     
    COPA 2002
    Ciência dos pênaltis
     
    Com o início dos jogos eliminatórios, antecipar o lado do gol em que o batedor colocará a bola pode decidir as partidas no Japão e na Coréia
     
    As partidas em mata-mata das oitavas-de-final podem se transformar em palco de um momento culminante do futebol: o pênalti. Desde a Copa de 1982, na Espanha, 14 jogos foram decididos nas cobranças de penalidade máxima depois da prorrogação.
     
    A Itália tem um recorde negativo: foi eliminada três vezes consecutivas, nos três últimos torneios, ao perder a disputa dos cinco chutes. O Brasil derrotou os italianos por pênaltis na final do mundial dos Estados Unidos, em 1994, e despachou os holandeses, na semifinal de 1998, com o mesmo recurso.
     
    Nas duas vezes, a roupa de herói coube no goleiro Taffarel. "Não tenho uma técnica específica para defender pênaltis", diz Taffarel. "Observo o olhar do batedor, vejo como ele se enquadra para tocar na bola e tento relembrar como foram as cobranças mais recentes daquele jogador."
     
    O comportamento intuitivo do brasileiro foi confirmado pela ciência. Uma equipe de especialistas da Universidade John Moores, de Liverpool, na Inglaterra, demonstrou que a leitura do movimento de corpo dos batedores auxilia os goleiros na defesa das cobranças. O resultado do estudo mostra que, instantes antes do chute, a posição dos quadris do chutador revela seu grande segredo: o canto em que decidiu enfiar a bola.
     
    Foram analisados 138 pênaltis batidos em Copas do Mundo de 1982 a 1994. Exibiram-se aos goleiros imagens em tamanho natural das cobranças. Os filmes foram parados em três momentos: 0,12 segundo antes do chute, 0,04 segundo antes do chute e no instante exato do impacto na bola. Os goleiros tinham de apontar o lado em que a bola atingiria as traves e em qual altura. Metade dos palpites dados ao 0,12 segundo antes da cobrança foi certeira. A 0,04 segundo, a taxa subiu para 62%.
     
    Nas fotografias do instante do impacto, o acerto chegou a 82%. Conclusão: a postura do batedor é a pista crucial. "Se os quadris do cobrador estiverem bem de frente para o goleiro, um atacante destro tende a chutar em direção ao lado direito do goleiro", diz o pesquisador Mark Williams. "Se os quadris estiverem um pouco abertos, de lado, o chute será do lado esquerdo."
     
    OLHO NO CORPO DO BATEDOR
    O goleiro tenta adivinhar o ângulo de chute de acordo com a posição dos quadris de quem vai cobrar o pênalti
     

    Se o cobrador estiver de frente para o gol, a bola provavelmente sairá cruzada
     

    Quando o cobrador se posiciona de lado, o chute toma a direção paralela às traves
     
    O estudo britânico foi baseado em 138 pênaltis batidos nas Copas do Mundo entre 1982 e 1994. Desse total, 123 foram convertidos. Em 80% das defesas, os goleiros adivinharam o ângulo de chute
     
    Fonte: Universidade John Moores
     
    ÉPOCA submeteu a pesquisa a dois dos três goleiros do Brasil na Coréia no e Japão: Marcos, o titular, e Rogério Ceni. "O problema desses dados é que o cara pode ter chutado as últimas dez vezes para a direita com a mesma postura e, justamente no pênalti em que eu for catar, ele cismar de inventar e bater para o outro lado", diz Marcos. "O que vale é o feeling do goleiro", afirma Ceni.
     
    O arqueiro do São Paulo acredita que a melhor forma de defender uma penalidade é jogar com a probabilidade. "A experiência ensina que os batedores que efetuam cobranças com o pé direito têm tendência a bater no canto direito do goleiro, quase sempre cruzando o chute", diz. Os dois depoimentos, ainda que ancorados no aleatório e no imponderável do futebol, confirmam o estudo elaborado nos computadores de Liverpool.
     
    A rigor, o que a matemática e a física ensinam, e os dois brasileiros carimbam, é que a diferença entre o sucesso e o fracasso na cobrança de pênaltis é menos aleatória que se imagina. Há recursos técnicos que, do ponto de vista do atacante, favorecem o gol – e outros que ajudam os goleiros a defender.
     
    "É fundamental treinar pênaltis, preparar-se à exaustão, mesmo que a gente ache que não vá precisar deles", diz o ala esquerdo Roberto Carlos. Todos os dias, na Ásia, ao fim dos treinamentos, Marcos, Ceni e Dida exercitam-se com os batedores oficiais do Brasil, Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho.
     
     
    O treinador Felipão conhece a importância dos pênaltis e as formas de diminuir os riscos de erro. Logo depois da partida contra a Turquia, Felipão assistiu ao vídeo do jogo. Irritou-se com a imagem de Rivaldo antes do pênalti convertido. Vê-se nitidamente as pupilas do craque do Barcelona se dirigindo para o lado direito – direção para a qual a bola foi chutada.
     

    INGENUIDADE
    Rivaldo olhou para o canto das traves da Turquia contra o qual chutaria. A televisão registrou o passeio das pupilas do craque do Barcelona. Ele foi advertido por Felipão, irritado porque o jogador "cantou" para que lado empurraria a bola
     
    O técnico repreendeu o atacante, porque ele não deveria olhar para o lado para o qual chutaria, dando pistas ao goleiro adversário. Como os goleiros hoje são muito altos – Marcos tem 1,93 metro e Ceni 1,88 –, saltar do lado certo é meio caminho para impedir que a bola toque a rede. "Se acertamos o canto, as chances de executar a defesa são muito grandes", resume Ceni. As estatísticas mostram que, em 14 decisões por pênaltis de 1982 a 1998, 131 cobranças foram feitas e 35 gols perdidos – número equivalente a 27% do total.
     

    ESPECIALISTA
    Marcos fez fama ao defender as cobranças
     
    O meia Kaká é severo com a teoria revelada pela pesquisa britânica. "Ronaldinho Gaúcho sempre fica virado antes de bater, e chuta tanto para a direita como para a esquerda", afirma. Desde que as cobranças se tornaram decisivas nas partidas empatadas ao longo de 120 minutos, os pênaltis ganharam peso entre técnicos e preparadores especializados.
     
    Num torneio como a Copa do Mundo, com jogos eliminatórios, são cruciais. Roubaram tempo do treinamento das equipes. Hoje, mais do que nunca, vale o chavão: o pênalti é tão importante que deveria ser batido pelo presidente do clube.
     
    Fonte
    Rayden2008-07-03 22:38:47
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    Rayden got a reaction from Theppreence in Universal/Fox/Warner /Studio Canal -Distribuidoras   
    Como não havia topico pra discutir essa distribuidora infame aqui e lá fora,  eu criei esse. Hoje passando por acaso num fórum internacional li comentários de 2005 do pessoal reclamando que o seriado Dr. House foi lançado em Widescreen não-anamórfico (a primeira temporada). E eu achava que era só aqui que eles cagavam em cima dos lançamentos...
     
    Já a segunda temporada de House fomos brindados com a versão TELA CHEIA enquanto lá fora saiu em Widescreen anamórfico.
     
    Que outras pérolas (além dos DVDs da Studio Canal e também do box zuado de Battlestar Galactica, na questão dos extras prometidos e que não vinham (eles até prensaram outro DVD com eles, mas hoje você não encontra mais na 2001Vídeo, eu até guardei um screenshot da época da página de compra do site) e de novo a insistência no formato foolscreen pros episódios) vocês lembram? Nacka2008-09-19 20:23:46
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    Rayden got a reaction from Theppreence in Superman: Os Filmes (de Donner á Singer)   
    Se você só quer levar os dois primeiros filmes, compre o primeiro (triplo) e o segundo (1 DVD só), que dessa vez tem extras (a edição antiga era pelada). Falando especificamente do filme original, dessa vez adicionaram um disco só com a versão de cinema (e faixa de comentários sem legendas de Ilya Salkind e de um produtor).  
    O ponto negativo fica pra ausência do idioma em DD 2.0, original (o box americano chegou a
    prometer, mas vinha sem, aí a Warner prensou uma tiragem incluindo a trilha DD 2.0, original de 1978). Infelizmente aqui não houve esse "recall", até porque a propaganda enganosa só ocorreu lá fora. Pra quem gosta do áudio em português, também não espere encontrar (com exceção do segundo filme) as dublagens antigas. 
    Uma nota: Eu achei uma pena também, tanto em Blu-Ray, como HD-DVD, Superman - O Filme não ter saído com o áudio DD 2.0 original. Não que o áudio 5.1 tenha ficado ruim, mas a trilha sonora é um dos elementos que mais pesam na franquia (o que seria de um filme do Super sem o score de John Williams) , e pra mim é um crime deixarem só a versão com novos efeitos sonoros. Eu espero que se relançarem todos os filmes em Blu-Ray (como a Warner está fazendo agora com todos os Matrix), incluam essa faixa de áudio.

    O segundo disco é o mesmo que veio naquel
    a edicão com a versão estendida, lançada no ano 2000 (que vinha com comentários legendados do Richard Donner). Os extras são os mesmos, "Decolando - Realizando Superman", "Filmando a Lenda", "A Magia por trás da Capa", "Testes de elenco", etc. OBS: O disco 1 com o filme na versão estendida foi limado desse box. Provavelmente a Warner retirou porque vinha com os comentários legendados.
    O disco 3 é que tem extras novos: Um making of da época do filme (muito bom), com quase 52 minutos, e acredito que um episódio da série com George Reeves, mais 9 desenhos dos estúdios Fleischer.

    Rayden2008-09-15 01:46:11
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    Rayden got a reaction from wlqmxtun in Superman: Os Filmes (de Donner á Singer)   
    Se você só quer levar os dois primeiros filmes, compre o primeiro (triplo) e o segundo (1 DVD só), que dessa vez tem extras (a edição antiga era pelada). Falando especificamente do filme original, dessa vez adicionaram um disco só com a versão de cinema (e faixa de comentários sem legendas de Ilya Salkind e de um produtor).  
    O ponto negativo fica pra ausência do idioma em DD 2.0, original (o box americano chegou a
    prometer, mas vinha sem, aí a Warner prensou uma tiragem incluindo a trilha DD 2.0, original de 1978). Infelizmente aqui não houve esse "recall", até porque a propaganda enganosa só ocorreu lá fora. Pra quem gosta do áudio em português, também não espere encontrar (com exceção do segundo filme) as dublagens antigas. 
    Uma nota: Eu achei uma pena também, tanto em Blu-Ray, como HD-DVD, Superman - O Filme não ter saído com o áudio DD 2.0 original. Não que o áudio 5.1 tenha ficado ruim, mas a trilha sonora é um dos elementos que mais pesam na franquia (o que seria de um filme do Super sem o score de John Williams) , e pra mim é um crime deixarem só a versão com novos efeitos sonoros. Eu espero que se relançarem todos os filmes em Blu-Ray (como a Warner está fazendo agora com todos os Matrix), incluam essa faixa de áudio.

    O segundo disco é o mesmo que veio naquel
    a edicão com a versão estendida, lançada no ano 2000 (que vinha com comentários legendados do Richard Donner). Os extras são os mesmos, "Decolando - Realizando Superman", "Filmando a Lenda", "A Magia por trás da Capa", "Testes de elenco", etc. OBS: O disco 1 com o filme na versão estendida foi limado desse box. Provavelmente a Warner retirou porque vinha com os comentários legendados.
    O disco 3 é que tem extras novos: Um making of da época do filme (muito bom), com quase 52 minutos, e acredito que um episódio da série com George Reeves, mais 9 desenhos dos estúdios Fleischer.

    Rayden2008-09-15 01:46:11
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    Rayden got a reaction from mxvsvopk in Superman: Os Filmes (de Donner á Singer)   
    Se você só quer levar os dois primeiros filmes, compre o primeiro (triplo) e o segundo (1 DVD só), que dessa vez tem extras (a edição antiga era pelada). Falando especificamente do filme original, dessa vez adicionaram um disco só com a versão de cinema (e faixa de comentários sem legendas de Ilya Salkind e de um produtor).  
    O ponto negativo fica pra ausência do idioma em DD 2.0, original (o box americano chegou a
    prometer, mas vinha sem, aí a Warner prensou uma tiragem incluindo a trilha DD 2.0, original de 1978). Infelizmente aqui não houve esse "recall", até porque a propaganda enganosa só ocorreu lá fora. Pra quem gosta do áudio em português, também não espere encontrar (com exceção do segundo filme) as dublagens antigas. 
    Uma nota: Eu achei uma pena também, tanto em Blu-Ray, como HD-DVD, Superman - O Filme não ter saído com o áudio DD 2.0 original. Não que o áudio 5.1 tenha ficado ruim, mas a trilha sonora é um dos elementos que mais pesam na franquia (o que seria de um filme do Super sem o score de John Williams) , e pra mim é um crime deixarem só a versão com novos efeitos sonoros. Eu espero que se relançarem todos os filmes em Blu-Ray (como a Warner está fazendo agora com todos os Matrix), incluam essa faixa de áudio.

    O segundo disco é o mesmo que veio naquel
    a edicão com a versão estendida, lançada no ano 2000 (que vinha com comentários legendados do Richard Donner). Os extras são os mesmos, "Decolando - Realizando Superman", "Filmando a Lenda", "A Magia por trás da Capa", "Testes de elenco", etc. OBS: O disco 1 com o filme na versão estendida foi limado desse box. Provavelmente a Warner retirou porque vinha com os comentários legendados.
    O disco 3 é que tem extras novos: Um making of da época do filme (muito bom), com quase 52 minutos, e acredito que um episódio da série com George Reeves, mais 9 desenhos dos estúdios Fleischer.

    Rayden2008-09-15 01:46:11
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    Rayden got a reaction from lieterwesmest in Superman: Os Filmes (de Donner á Singer)   
    Se você só quer levar os dois primeiros filmes, compre o primeiro (triplo) e o segundo (1 DVD só), que dessa vez tem extras (a edição antiga era pelada). Falando especificamente do filme original, dessa vez adicionaram um disco só com a versão de cinema (e faixa de comentários sem legendas de Ilya Salkind e de um produtor).  
    O ponto negativo fica pra ausência do idioma em DD 2.0, original (o box americano chegou a
    prometer, mas vinha sem, aí a Warner prensou uma tiragem incluindo a trilha DD 2.0, original de 1978). Infelizmente aqui não houve esse "recall", até porque a propaganda enganosa só ocorreu lá fora. Pra quem gosta do áudio em português, também não espere encontrar (com exceção do segundo filme) as dublagens antigas. 
    Uma nota: Eu achei uma pena também, tanto em Blu-Ray, como HD-DVD, Superman - O Filme não ter saído com o áudio DD 2.0 original. Não que o áudio 5.1 tenha ficado ruim, mas a trilha sonora é um dos elementos que mais pesam na franquia (o que seria de um filme do Super sem o score de John Williams) , e pra mim é um crime deixarem só a versão com novos efeitos sonoros. Eu espero que se relançarem todos os filmes em Blu-Ray (como a Warner está fazendo agora com todos os Matrix), incluam essa faixa de áudio.

    O segundo disco é o mesmo que veio naquel
    a edicão com a versão estendida, lançada no ano 2000 (que vinha com comentários legendados do Richard Donner). Os extras são os mesmos, "Decolando - Realizando Superman", "Filmando a Lenda", "A Magia por trás da Capa", "Testes de elenco", etc. OBS: O disco 1 com o filme na versão estendida foi limado desse box. Provavelmente a Warner retirou porque vinha com os comentários legendados.
    O disco 3 é que tem extras novos: Um making of da época do filme (muito bom), com quase 52 minutos, e acredito que um episódio da série com George Reeves, mais 9 desenhos dos estúdios Fleischer.

    Rayden2008-09-15 01:46:11
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