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A Ciência de Defender e Cobrar Pênaltis


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Aproveitando o momento, 06 eu lembro de ter lido uma vez que a chance de um goleiro pegar uma cobrança de pênalti era impossível se ele não saltasse primeiro em frações de segundos já se antecipando, do contrário ele jamais alcançaria a bola (infelizmente não tenho mais a matéria aqui, mas ela fazia o cálculo em segundos, tamanho do gol, velocidade do chute, etc.).

 

Eu sei que o tópico pode parecer idiota de tão óbvio, 08 mas existe um modo de cobrar um pênalti indefensável? Cientificamente falando? Que jogadores sabem fazer isso?

 

Brasileiro leva um couro nesse quesito, mas é no mundo todo que a gente vê esse problema, sério, toda vez que tem uma decisão por pênaltis é a mesma história. Como se costuma dizer, o pênalti é tão importante que deveria ser batido pelo presidente do clube.

 

Vocês já pararam pra ver quantas decisões por pênalti acabaram com placares altos, quase já indo pro sorteio? Ou que o jogador perdeu porque mandou na trave? Acho que nem 10%.

 

Porque toda vez nego insiste em cobrar pênalti um metro à esquerda ou direita do centro do gol onde o goleiro sempre vai? O goleiro sempre fica parado e dizem que eles saltam por olhar o tronco do jogador e adivinhar pra que canto ele vai. Então por que não cobram toda vez no canto e melhor ainda, no alto?

 

Vou dar dois exemplos, o terceiro gol do Brasil nesse vídeo.

 

http://www.youtube.com/watch?v=vekbPcI2ipA

 

E olhem esse primeiro gol da Inglaterra! Duvido que algum goleiro teria chances de defender. E nessa mesma série o Veron faz um igualzinho!

 

http://www.youtube.com/watch?v=4w9fB2VsQjk

 

Eu lembro da primeira vez que assisti esse jogo e até hoje me pergunto o porquê de ninguém cobrar assim e ainda não encontrei uma resposta. 01

 

Edit: Achei uma matéria da Época a respeito, apesar de não mencionar o que falei da impossibilidade do goleiro defender se cobrado no canto mais distante:

 

Edição 213

17/06/2002

 

COPA 2002

Ciência dos pênaltis

 

Com o início dos jogos eliminatórios, antecipar o lado do gol em que o batedor colocará a bola pode decidir as partidas no Japão e na Coréia

 

As partidas em mata-mata das oitavas-de-final podem se transformar em palco de um momento culminante do futebol: o pênalti. Desde a Copa de 1982, na Espanha, 14 jogos foram decididos nas cobranças de penalidade máxima depois da prorrogação.

 

A Itália tem um recorde negativo: foi eliminada três vezes consecutivas, nos três últimos torneios, ao perder a disputa dos cinco chutes. O Brasil derrotou os italianos por pênaltis na final do mundial dos Estados Unidos, em 1994, e despachou os holandeses, na semifinal de 1998, com o mesmo recurso.

 

Nas duas vezes, a roupa de herói coube no goleiro Taffarel. "Não tenho uma técnica específica para defender pênaltis", diz Taffarel. "Observo o olhar do batedor, vejo como ele se enquadra para tocar na bola e tento relembrar como foram as cobranças mais recentes daquele jogador."

 

O comportamento intuitivo do brasileiro foi confirmado pela ciência. Uma equipe de especialistas da Universidade John Moores, de Liverpool, na Inglaterra, demonstrou que a leitura do movimento de corpo dos batedores auxilia os goleiros na defesa das cobranças. O resultado do estudo mostra que, instantes antes do chute, a posição dos quadris do chutador revela seu grande segredo: o canto em que decidiu enfiar a bola.

 

Foram analisados 138 pênaltis batidos em Copas do Mundo de 1982 a 1994. Exibiram-se aos goleiros imagens em tamanho natural das cobranças. Os filmes foram parados em três momentos: 0,12 segundo antes do chute, 0,04 segundo antes do chute e no instante exato do impacto na bola. Os goleiros tinham de apontar o lado em que a bola atingiria as traves e em qual altura. Metade dos palpites dados ao 0,12 segundo antes da cobrança foi certeira. A 0,04 segundo, a taxa subiu para 62%.

 

Nas fotografias do instante do impacto, o acerto chegou a 82%. Conclusão: a postura do batedor é a pista crucial. "Se os quadris do cobrador estiverem bem de frente para o goleiro, um atacante destro tende a chutar em direção ao lado direito do goleiro", diz o pesquisador Mark Williams. "Se os quadris estiverem um pouco abertos, de lado, o chute será do lado esquerdo."

 

OLHO NO CORPO DO BATEDOR

O goleiro tenta adivinhar o ângulo de chute de acordo com a posição dos quadris de quem vai cobrar o pênalti

 

especialcopa12.jpg

Se o cobrador estiver de frente para o gol, a bola provavelmente sairá cruzada

 

especialcopa13.jpg

Quando o cobrador se posiciona de lado, o chute toma a direção paralela às traves

 

O estudo britânico foi baseado em 138 pênaltis batidos nas Copas do Mundo entre 1982 e 1994. Desse total, 123 foram convertidos. Em 80% das defesas, os goleiros adivinharam o ângulo de chute

 

Fonte: Universidade John Moores

 

ÉPOCA submeteu a pesquisa a dois dos três goleiros do Brasil na Coréia no e Japão: Marcos, o titular, e Rogério Ceni. "O problema desses dados é que o cara pode ter chutado as últimas dez vezes para a direita com a mesma postura e, justamente no pênalti em que eu for catar, ele cismar de inventar e bater para o outro lado", diz Marcos. "O que vale é o feeling do goleiro", afirma Ceni.

 

O arqueiro do São Paulo acredita que a melhor forma de defender uma penalidade é jogar com a probabilidade. "A experiência ensina que os batedores que efetuam cobranças com o pé direito têm tendência a bater no canto direito do goleiro, quase sempre cruzando o chute", diz. Os dois depoimentos, ainda que ancorados no aleatório e no imponderável do futebol, confirmam o estudo elaborado nos computadores de Liverpool.

 

A rigor, o que a matemática e a física ensinam, e os dois brasileiros carimbam, é que a diferença entre o sucesso e o fracasso na cobrança de pênaltis é menos aleatória que se imagina. Há recursos técnicos que, do ponto de vista do atacante, favorecem o gol – e outros que ajudam os goleiros a defender.

 

"É fundamental treinar pênaltis, preparar-se à exaustão, mesmo que a gente ache que não vá precisar deles", diz o ala esquerdo Roberto Carlos. Todos os dias, na Ásia, ao fim dos treinamentos, Marcos, Ceni e Dida exercitam-se com os batedores oficiais do Brasil, Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho.

 

"Não existe uma técnica secreta para defender as cobranças"

MARCOS, goleiro do Brasil

 

O treinador Felipão conhece a importância dos pênaltis e as formas de diminuir os riscos de erro. Logo depois da partida contra a Turquia, Felipão assistiu ao vídeo do jogo. Irritou-se com a imagem de Rivaldo antes do pênalti convertido. Vê-se nitidamente as pupilas do craque do Barcelona se dirigindo para o lado direito – direção para a qual a bola foi chutada.

 

especialcopa11.jpg

INGENUIDADE

Rivaldo olhou para o canto das traves da Turquia contra o qual chutaria. A televisão registrou o passeio das pupilas do craque do Barcelona. Ele foi advertido por Felipão, irritado porque o jogador "cantou" para que lado empurraria a bola

 

O técnico repreendeu o atacante, porque ele não deveria olhar para o lado para o qual chutaria, dando pistas ao goleiro adversário. Como os goleiros hoje são muito altos – Marcos tem 1,93 metro e Ceni 1,88 –, saltar do lado certo é meio caminho para impedir que a bola toque a rede. "Se acertamos o canto, as chances de executar a defesa são muito grandes", resume Ceni. As estatísticas mostram que, em 14 decisões por pênaltis de 1982 a 1998, 131 cobranças foram feitas e 35 gols perdidos – número equivalente a 27% do total.

 

especialcopa14.jpg

ESPECIALISTA

Marcos fez fama ao defender as cobranças

 

O meia Kaká é severo com a teoria revelada pela pesquisa britânica. "Ronaldinho Gaúcho sempre fica virado antes de bater, e chuta tanto para a direita como para a esquerda", afirma. Desde que as cobranças se tornaram decisivas nas partidas empatadas ao longo de 120 minutos, os pênaltis ganharam peso entre técnicos e preparadores especializados.

 

Num torneio como a Copa do Mundo, com jogos eliminatórios, são cruciais. Roubaram tempo do treinamento das equipes. Hoje, mais do que nunca, vale o chavão: o pênalti é tão importante que deveria ser batido pelo presidente do clube.

 

Fonte

Rayden2008-07-03 22:38:47

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Bom, achei +- o gráfico que eu queria. 16

 

Ciência pode ajudar em cobranças de pênalti, diz especialista

Matéria de 2006

 

LONDRES (Reuters) - Ken Bray, um físico com doutorado em ciência quântica, tem um conselho importante para qualquer jogador que vá cobrar um pênalti na Copa do Mundo da Alemanha -- chute no canto superior do gol.

 

Pode parecer óbvio, mas o conselho de Bray tem como base uma pesquisa científica em que ele diz que pode ajudar os jogadores em qualquer área, da cobrança de faltas à defesa de pênaltis.

 

"A ciência é importante quando se trata de vencer jogos", disse Bray, autor de um livro sobre a ciência por trás do futebol chamado "How to Score" (como marcar, em português).

 

Bray analisou jogos memoráveis dos últimos 50 anos e aplicou física, biologia, computação e psicologia.

 

Usando biomecânica para calcular o alcance absoluto de um goleiro que salta para tentar defender um pênalti, Bray identificou uma área perto das traves e nos cantos superiores que o goleiro não pode alcançar, chamando-a de "zona indefensável".

 

"Se um jogador colocar a bola nas regiões, que correspondem a 28 a 30 por cento da área do gol, não há nada que o goleiro possa fazer", explicou Bray, da University of Bath, da Inglaterra.

 

Ele aconselhou os goleiros a se mexerem antes do chute, porque se esperarem a bola já estará a meio caminho do gol antes que eles consigam se mexer.

 

Ele disse que a maneira como o jogador que vai cobrar o pênalti se posiciona é uma dica de onde a bola irá.

 

"Foi provado que em cerca de 85 por cento dos casos a direção em que o pé de apoio aponta é a direção do chute", disse ele em entrevista à imprensa em Londres.

 

Matéria mais completa:

http://education.guardian.co.uk/higher/research/story/0,,1245767,00.html

 

The unsaveable zone (A zona indefensável)

24/06/2004

 

As England prepare for tonight's match, success may depend on the striker's ability to hit a crucial 28% area of the goal. Ken Bray and David Kerwin report on the strategy of the penalty shoot-out

 

Today is the start of the quarter-final rounds of Euro 2004 and, with them, the penalty shoot-out as the ultimate decider for tied matches. England has been here before, but has seen the team and the nation's hopes crumble in the past: Gareth Southgate in Euro 96, and Stuart Pearce in the world cup in 1990 for two.

 

One former England coach, excusing the squad, confessed that the team did not practise penalties in training, and a former player who missed spectacularly admitted that he had never taken a penalty in a competitive match. Why should the team and the fans fear this part of the competition so much and how can England prepare better this time?

 

The penalty kick is the easiest set piece to analyse in the biomechanics of soccer. By modelling the goalie's diving action (see graphic) we have determined the limits of his reach, no matter how he dives. There is no guarantee that the ball will be saved within this zone, of course.

 

Match analysis shows that only 20% of penalties are saved in normal play, the figure rising to 25% in shoot-outs. The flight time of a well-struck penalty is about half a second, so to have any chance of saving the shot the goalie must begin his dive before the ball is actually struck. This is allowed by the football rules, provided he does not move off his line.

 

There are many cues that professionals use to predict the direction of the ball, one of the most reliable being the direction in which the penalty taker's non-kicking foot is pointing at the instant of the shot. This was checked during Euro 1996 and confirmed for more than 85% of penalties.

 

If the goalie can dive quickly in the direction of the shot, he maximises the chance of success. Style is unimportant: a leg or arm extended in the last fraction of a second can result in a brilliant reaction save.

 

The kicker's aim should be to place the shot in the "unsaveable zone", which represents up to 28% of the total goal area. This position allows greatest margin for error in the kick. Sceptics who feel this is too demanding should reflect that Danny Murphy, who succeeded Michael Owen as preferred penalty taker for Liverpool last season, consistently hits this zone.

 

The important point is to achieve repeatability in the kick, so that there is no uncertainty in the player's mind when he arrives at the spot. Practice is the key to success and penalties should be part of every serious training session, preferably at the end of a hard workout to replicate the physical and psychological demands of a two-hour match.

 

Further tactics can be used to improve the overall success rate of the squad in a shoot-out. Research by McGarry and Franks in 2000 showed that if the weakest players take their penalties earliest in the sequence with the strongest last, there is a significant improvement in the overall chances of success.

 

The report also drew attention to the strategic importance of key substitutes being used when matches remain deadlocked close to the end of extra time. There is no point in leaving experienced penalty takers unused on the substitutes' bench when such individuals may be pivotal in deciding the outcome of the impending shoot-out.

 

There is little that the kicker can do to enhance his chances beyond achieving greater consistency in technique. Some of the most gifted players attempt to fool the goalkeeper by checking during the run-up, hoping that the goalie will commit to a dive, then sending the ball in the opposite direction. Very few elite players have shown such coolness of nerve in the major events.

 

But it's a different matter for the goalie. By moving forward before the ball is struck, he can improve the chances of a save significantly. This graphic shows how the goalie's coverage increases as he moves towards the kicker. The undefended area of the goal is rapidly reduced and about four yards from the line his theoretical coverage blots out the whole area.

 

It can be taken to extremes: in the 2003 European Cup final, Nelson de Jesus Dida - AC Milan's goalie - took decisive if illegal action to break the deadlock in the shoot-out, advancing nearly to the edge of the six-yard box to save the penalty. Whether Fifa has instructed referees on this for Euro 2004 is unknown, but refereeing decisions have been inconsistent.

 

So there is a way for the team and their long-suffering fans to end the fear and trepidation. The squad must prepare well and trust the science. We need to end the culture of the coach wandering onto the pitch at full-time and asking "who feels up to taking a penalty then?" If not, we're doomed to relive the pain of history again and again.

 

· David Kerwin is professor of sport and exercise biomechanics at the University of Bath. Dr Ken Bray is a theoretical physicist and a research fellow of the university

 

Resumo pra quem não saca muito de inglês:

 

Primeiro o texto do "The Guardian" fala do que eu alertava no começo, da preguiça e descaso que se tem no futebol com os pênaltis, depois o artigo comenta que segundo o pesquisador pode-se determinar os limites de alcance do goleiro, não importa o quanto ele "se atire" na bola, na hora da cobrança.

 

Diz ainda que, é claro, não há garantias que a bola será defendida nessa zona. E que o tempo que a bola voa é de meio-segundo (depois que o jogador chuta), então pro goleiro ter alguma chance de pegar ele tem que começar a pular antes da bola ter sido chutada. Pelas regras do futebol isso é permitido, contanto que fique em cima da linha.

 

E segue o texto dizendo que há várias maneiras de adivinhar pra onde a bola vai, e que uma perna ou braço estendidos na última fração de segundo poderiam resultar numa brilhante defesa.

 

Mas aí que tá o que eu falei: a "mira" do batedor para a bola deveria ser na "zona indefensável" que representa 28% do total da área do gol. Ainda segundo o texto, "essa posição permite grande margem de erro no chute", e ainda que os "para os céticos que acham isso muito exigente, um jogador da Inglaterra que substituiu Michael Owen no Liverpool em 2004 constantemente chutava nesse canto".

 

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Quando o goleiro se adianta (como aconteceu com o Dida na decisão da Euro de 2003) ele justamente aumenta consideravelmente a chance de pegar os chutes "indefensáveis".

 

Até achei esse vídeo que citaram:

 

Em suma, o que falta é vontade dos caras treinarem e desse bando de técnico preguiçoso parar de achar que pênalti é loteria, até seria se mandassem bolas na trave ou pra fora, mas não de facilitar pro goleiro pegar, quase que recuando.

 

Talvez fosse melhor errar por excesso, que por omissão, é triste ver tanto jogador desperdiçando pênalti bobo assim. Aí mais um exemplo de pênalti batido no canto, o segundo do Palmeiras: 01

 

 

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Esse é até um momento propício pra discutir algo que devia ser ensinado a todo mundo que joga futebol. Foi o Fluminense hoje, mas o time de todo mundo tá sujeito a esse perigo (e quantas decisões já não foram perdidas de maneira estúpida?) porque instalou-se a cultura no futebol de que todo pênalti é loteria. E nem é.

 

O que se diz é que o goleiro não tem chances de defender o pênalti se esse for cobrado no canto mais distante, no ângulo. A não ser que ele salte bem antes, mas se for algo em cima ele não conseguiria alcançar a bola, então seria uma antecipação mais do que normal.

 

Pode até ser arriscado de bater na trave se cobrar no alto, mas aí seria infelicidade do batedor, e não burrice que é bater fraco e ainda no meio.

 

Eu duvido que treinar cobranças de pênaltis no canto seja difícil. Um jogador que cobra sem ser assim é uma bomba-relógio, pronta pra explodir. 18

 

E eu nem lembrava desse vídeo do Dida e quando achei fiquei pasmo, como isso foi permitido, antes da bola sequer ter sido chutada o cara dá um passo largão pra frente, pra você ver, um lance totalmente ilegal que definiu um campeão da Champions League e fizeram de conta que não viram, mas aí vale o que eu falei, se os caras treinassem pra chutar no ângulo, no canto (de preferência no alto), teriam bem mais chances de marcar, mas não, todo mundo acha que o goleiro sempre vai saltar pro lado errado, e que pênalti é facinho de fazer, quer dizer, toda geração de jogadores irá cometer erros primários como esses.

 

E quanto à se adiantar ao chute, o goleiro pode andar o quanto quiser em cima da linha pros lados como você disse, mas não poderia sair dela, só que na prática quando vão fazer a defesa os caras pisam pra frente e depois saltam, ficam comentando se paradinhas podem ou não e se esquecem da trapaça maior. 01

 

Eu considero que um jogador que acerta a trave teve a infelicidade de um que marcou um gol contra, mas aquele que bate na "área protegida" (do gráfico) e ainda um chute fraco, na verdade é um preguiçoso que não treinou o fundamento mais básico do futebol. Fazer gols de falta é importante mas não essencial, pois nem todo mundo cobra como um Petkovic ou Marcelinho (que encaixava todas) mas pênalti ainda mais em momento decisivo tem que ser cobrado por quem sabe, não esses mulequinhos. E pra cobrar pênalti tem que saber colocar a bola como se fosse com as mãos, um dom que poucos tem.

 

Os chutões que vão pra fora às vezes acontecem quando o jogador já tá estrupiado e a perna tá pesando 500 quilos como foi o caso do Roberto Baggio, que quase ficou de fora da final em 94, mas nessa decisão mesmo o culpado não foi ele mas o Massaro que recuou pro Taffarel. 03

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