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Forum Cinema em Cena

captainchilla

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  1. Alguém bem disposto poderia ler minha crítica? Digam o que acham. Tava vendo a lista de filmes que tinha por aqui e vi um muito discreto que quase passou despercebido. O filme em questão era Drive de 2011 com Ryan Gosling com direção de Nicolas Winding Refn - esse último sobrenome parece erro de digitação. A primeira coisa que podemos notar é que Ryan não tem cara de ator de ação, ele é o carinha modelo em filmes de comédiaromântica e dessa vez é o mais novo protagonista badass. "É ... promissor né" pensei, quando acabou tudo e rolaram os créditos, enfim ... A fonte do nome do ator principal tá estilo Miami Vice, né não? Sinopse: Um rapaz (Ryan Gosling) que possui habilidades incríveis com automóveis, trabalha como mecânico, dublê de cinema e motorista em assalto nas horas vagas. Ele se envolve com uma vizinha que está com o marido preso. Após o retorno do homem, o motorista descobre que o marido da mulher que acabara de conhecer precisa assaltar uma loja de penhora que pertence a uma máfia milionária ou sua mulher e filho irão morrer. Assim, o personagem de Ryan Gosling decide ajudar a livrar a barra do ex-presidiário para salvar a vida da sua amada. Então, o filme é excelente. Como está no título é um filme dos anos 80 que se passa nos anos 2010. Possui um tom extremamente estiloso, algo que se observa até na tipologia do pôster. A atuação da grande maioria dos atores está ótima: Ryan faz o típico herói sem nome de maneira muito convincente e contida, também temos a ilustre presença de Ron Pearlman que faz um mafioso perigosamente excêntrico, outro que pode ser citado é Bryan Cranston como o amigo mecânico do protagonista está com a atuação afiada. Ó os dois aí! Quanto à fotografia, muito bonito. Cenas de contraste pontuais e sem exageros além do filme saber "brincar" muito bem com ângulos de câmera em cenas com os carros. RAIAN GOSLIM BOLADO PESQUISAR GOOGLE E as cenas de ação? E a porradaria? Muito tiro? Muita gente morrendo? Sangue? Tripas? Excrementos? Tem. Tem sim. Mas, por incrível que pareça, são poucos esses momentos. Poucos e curtos. O filme nem é longo (1h40) e talvez por isso não se estende na ação por vias de fato. O roteiro exige mais takes reflexivos do que balas de festim às pampas ou socos ensaiados. Você pode pensar que quando o filme precisa ser brutal ele falha mas é o contrário. Por conta da falta de firula, Drive acaba sendo doloroso e visceral, momentos simples de violência que marcam de maneira impactante o telespectador. O ponto de foco é a cabeça do cara deitado para você que só prestou atenção nas meninas. O roteiro começa muito simples aparentemente e vai se embaraçando em outras tramas até ficar devidamente mais complexo. Não muito, o filme apenas se preocupa em dar mais peso a própria história de maneira mais gradual. As falas em sua maioria funcionam e caem bem na interpretação dos atores. O pobrema que vejo no roteiro mesmo é por conta de um elemento que citei antes: o texto exige takes calmos, reflexivos. Muitas cenas são apenas o rosto de Ryan olhando para um ponto fixo. Entendo que servem para criar um clima de mais suspense - e funciona! - mas elas são excessivas fazendo com que o filme perca o bom ritmo. Roubei de um DeviantArt, me desculpa Por fim, é muito bom. Me surpreendeu bastante! Bom roteiro, boa fotografia, bons atores. Todos os elementos que construíram um ótimo filme. Uma obra que me dirigiu a uma excelente experiência. DIRIGIU. Sacou? Bem bolado! Bem bolado! Dá cem reais pra ele!
  2. Alguém bem disposto poderia ler minha crítica? Digam o que acham. Tava vendo a lista de filmes que tinha por aqui e vi um muito discreto que quase passou despercebido. O filme em questão era Drive de 2011 com Ryan Gosling com direção de Nicolas Winding Refn - esse último sobrenome parece erro de digitação. A primeira coisa que podemos notar é que Ryan não tem cara de ator de ação, ele é o carinha modelo em filmes de comédiaromântica e dessa vez é o mais novo protagonista badass. "É ... promissor né" pensei, quando acabou tudo e rolaram os créditos, enfim ... A fonte do nome do ator principal tá estilo Miami Vice, né não? Sinopse: Um rapaz (Ryan Gosling) que possui habilidades incríveis com automóveis, trabalha como mecânico, dublê de cinema e motorista em assalto nas horas vagas. Ele se envolve com uma vizinha que está com o marido preso. Após o retorno do homem, o motorista descobre que o marido da mulher que acabara de conhecer precisa assaltar uma loja de penhora que pertence a uma máfia milionária ou sua mulher e filho irão morrer. Assim, o personagem de Ryan Gosling decide ajudar a livrar a barra do ex-presidiário para salvar a vida da sua amada. Então, o filme é excelente. Como está no título é um filme dos anos 80 que se passa nos anos 2010. Possui um tom extremamente estiloso, algo que se observa até na tipologia do pôster. A atuação da grande maioria dos atores está ótima: Ryan faz o típico herói sem nome de maneira muito convincente e contida, também temos a ilustre presença de Ron Pearlman que faz um mafioso perigosamente excêntrico, outro que pode ser citado é Bryan Cranston como o amigo mecânico do protagonista está com a atuação afiada. Ó os dois aí! Quanto à fotografia, muito bonito. Cenas de contraste pontuais e sem exageros além do filme saber "brincar" muito bem com ângulos de câmera em cenas com os carros. RAIAN GOSLIM BOLADO PESQUISAR GOOGLE E as cenas de ação? E a porradaria? Muito tiro? Muita gente morrendo? Sangue? Tripas? Excrementos? Tem. Tem sim. Mas, por incrível que pareça, são poucos esses momentos. Poucos e curtos. O filme nem é longo (1h40) e talvez por isso não se estende na ação por vias de fato. O roteiro exige mais takes reflexivos do que balas de festim às pampas ou socos ensaiados. Você pode pensar que quando o filme precisa ser brutal ele falha mas é o contrário. Por conta da falta de firula, Drive acaba sendo doloroso e visceral, momentos simples de violência que marcam de maneira impactante o telespectador. O ponto de foco é a cabeça do cara deitado para você que só prestou atenção nas meninas. O roteiro começa muito simples aparentemente e vai se embaraçando em outras tramas até ficar devidamente mais complexo. Não muito, o filme apenas se preocupa em dar mais peso a própria história de maneira mais gradual. As falas em sua maioria funcionam e caem bem na interpretação dos atores. O pobrema que vejo no roteiro mesmo é por conta de um elemento que citei antes: o texto exige takes calmos, reflexivos. Muitas cenas são apenas o rosto de Ryan olhando para um ponto fixo. Entendo que servem para criar um clima de mais suspense - e funciona! - mas elas são excessivas fazendo com que o filme perca o bom ritmo. Roubei de um DeviantArt, me desculpa Por fim, é muito bom. Me surpreendeu bastante! Bom roteiro, boa fotografia, bons atores. Todos os elementos que construíram um ótimo filme. Uma obra que me dirigiu a uma excelente experiência. DIRIGIU. Sacou? Bem bolado! Bem bolado! Dá cem reais pra ele!
  3. http://capitaochilla.blogspot.com.br/2015/09/drive-um-dos-anos-80-so-que-nos-anos.html Vocês poderiam ler minha crítica e dizer o que acharam?
  4. Tava lendo o Bleeding Cool e vi a notícia mais óbvia que poderia aparecer nessa semana: a Warner quer mais Batman e menos Super-Homem no novo filme da Liga da Justiça. Segundo outro site Hollywood Heroico os produtores do filme estão afirmando que a performance do Ben Affleck como o homem morcego está ofuscando a atuação de Henry Cavill e por isso mais tempo de tela deveria ser dado a Ben. Sério, galera, vocês acreditam que o Ben Affleck se saiu tão bem que mereceu mais tempo de tela ou só a Warner querendo nos fazer de trouxa? A cada clique o Batman dá um soco no Super-Homem: http://capitaochilla.blogspot.com.br/2015/09/dane-se-o-super-homem-eu-quero-ver-e-o.html
  5. São, cara! Olha, as minhas favoritas são as que envolvem a turma. Os irmãos Caffagi são demais cara. As histórias são bem simples, porém bonitas. Foi nessas hqs que me inspirei pra abrir o blog, talvez. Tu devia checar. O Magnetar eu quaaaase comprei. Só a capa achei linda.
  6. Por mais que eu tenha pegado no pé, é massa ver fãs que nem você dando alternativas pros personagens. Pensando bem, eu nem duvido a DC acabar pescando um ideia parecida com alguma que tu citou por aí. Falando em DC, o Batman já vai aparecer mais que o Superhomem no novo filme do Snyder. Elogiaram o Ben Affleck, cês acreditaram nele no começo? http://capitaochilla.blogspot.com.br/2015/09/dane-se-o-super-homem-eu-quero-ver-e-o.html
  7. Eu parei de ler Mônica faz um tempo. Não via mais graça e desisti de acompanhar essa bobagem toda. Então chegou o selo MSP de graphic novels da turma. Fiquei curioso até começar a rajada de lançamentos.Aí vieram vários conteúdos excelentes: Turma da Mônica - Laços, Astronauta - Magnetar, Penadinho - Vida e outras porradas quadrinísticas desse novo selo.O último que li foi o que mais gostei: Turma da Mônica - Lições. Li e achei incrível, acho que poderia ser considerado um novo clássico das HQ's nacionais ou só estou exagerando? O que é que cês acham? O complemento da minha opinião fecal está aqui: http://capitaochilla.blogspot.com.br/2015/09/turma-da-monica-licoes-um-novo-classico.html -clica aí amiguinho, meu blog não morde, vacinei anteontem-
  8. Isso na verdade são preceitos do Frank Miller. Tudo isso faz referência a Cavaleiro das Trevas e Batman Ano Um. O desenvolvimento dessas novas linhas dos personagens já foram explorados no anos 90. Grant Morrisson deu a continuidade depois do Frank. O Zack Snyder está só se baseando nessa fase que é do período do fim dos anos oitenta. Eu acho que esses conceitos realistas e mais pé no chão já foram explorados e já dá pra perceber que um tema como esse é facilmente estragado com o passar do tempo. Tanto que depois da surra que o Super levou na HQ do Miller, o Morrisson fez questão do Bátima dar surra no Kal-el o tempo todo tirando toda a graça do universo criado anteriormente. Ou talvez eu só esteja falando merda, como sempre hahahahaha
  9. Pois é. Agora eu consegui sacar bem o teu ponto. Ei, cê pode dar uma acessada no meu blog e dizer o que achou? Foi o link que eu indiquei no começo do tópico.
  10. Mas esse pensamento de punição que tu sugeriu pro Super é meio que contra os valores do personagem. Se você recicla um personagem numa nova linha "Ultimate Dc", por exemplo, mudando os valores e o verdadeiro espírito do personagem é fazer uma reciclagem ruim, não concorda? E o realismo não é necessário assim, a graça dos super herois é que eles são escapista, são "mentirosos, são a esperança entende? Se o Kal-El simplesmente querer se intrometer nos problemas humanos simplesmente por consideração aos pais e não por empatia a nossa "racinha" hahaha ele deixa de ser o Super-Homem. Simples. Agora sobre o Bátima, ele começa com essa intenção mesmo: dar cabo no criminoso que matou seus pais e acabar com a assombração na vida dele, mas ele percebe que não é apenas ele que precisa de esperança e se resolver com a vida. Bruce percebe que matar por vingança é algo mesquinho e individualista. O mundo precisa muito mais de um símbolo de ordem do que ele. Isso até os filmes do Nolan exploraram. Então digamos que isso não seria bem uma "novidade". Aí você tornar o Batman um personagem não tão sombrio e ser o símbolo da esperança enquanto o Super é o que dá a bronca é inverter os papeis e deturpar os personagens, com o perdão da palavra. O Bátima é o que resolve na porrada enquanto o Super-Homem é o que resolve na diplomacia (às vezes hahahahaha).
  11. Entendi o que tu disse. É verdade Espectro, mas existe uma porrada de filmes em que o casal dá errado e pronto, fim de filme. Tipo o 500 Dias com Ela (500 days of Summer). Desculpa se for spoiler procê mas o filme acaba com o suposto casal perfeito terminando e seguindo outros rumos na vida. Mas eu concordo, o romance se recicla com muito menos frequência do que outros gêneros.
  12. Mas não é isso mesmo que a família Kent faz? Eles insistem em dizer pro Kal-el que o mundo nunca vai compreender os poderes dele, por mais que ele queira apenas fazer o bem. Tá que a Martha e o Jonathan não privam ele completamente mas foi mais por desconhecer como a criança usaria seus poderes com o passar do tempo. De fato, o Super Homem enfrentou o terrorismo, ameaças mundiais, interferiu em guerras, ao mesmo tempo que enfrentava "bandidinhos" e assaltantes de banco haha. Sobre a armadura que você mesmo sugeriu, não acha que já temos armaduras demais no universo das HQ's (Batman, Ciborgue, Aço, Homem de Ferro)? E outra: a biologia Kryptoniana, digamos assim, permite que a pele do Super tenha um resistência fora do normal em outras atmosferas além de que a roupa dele tem um campo magnético super fino, o que explica por que o tecido não rasga tão facilmente. E é estranho o Kal-El ter se tornado um cara bruto e antissocial, sabe? Se ele não vai ter mais essa empatia toda pelos outros, por que lutar pela Terra? Por que defender os humanos? Não sei, gosto do azulão do jeito que ele é, manja?
  13. Mas filmes de ação/aventura também martelam muito nos clichêzões, saca? Existem muitas coincidências de trama em filmes de ação também. A realidade é muito distante como um Adrenalina (2009), por exemplo. Por que se incomodar quando dois personagens coincidentemente são feitos um para o outro enquanto um cara pode cair de um helicoptero nos ares e ainda sim, sobreviver a queda sem paraquedas. Entende o que eu quero dizer? Se um filme de romance deixa a realidade mais açúcarada e facinha a ação faz muito disso também. E olha que eu nem gosto de romance, tu acredita? hahaha
  14. Mas cê não acha que Os Novos 52 já não meio que tentaram começar isso? Quer dizer, eu acho melhor que os primeiros filmes do novo universo cinematográfico DC começasse para acontecer um evento desse. Eu nunca gostei da série Ultimate no geral e acho que seria desnecessário para a DC projetar algo da mesma forma. Já acho as origens e os desenvolvimentos dos personagens tão amarradinhos já. Tanto que nem tenho muita sugestão para o que mudar.
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