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Big Love


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No domingo (1º de outubro), o canal pago HBO estréou "Big Love". A produção, inédita na America Latina, conta a história de um homem e suas três mulheres vivendo no meio de uma América conservadora.

 

Produzida por Tom Hanks, "Big Love" é protagonizada por Bill Paxton, Jeanne Tripplehorn, Chloë Sevigny e Ginnifer Goodwin. Nos EUA, o seriado obteve grande repercussão da imprensa e estreou em março deste ano. O país conta atualmente com 40 mil praticantes de poligamia.

 

A primeira temporada de "Big Love" tem 12 episódios de uma hora cada. As exibições acontecem às 23h.

 

Bruno Carvalho2006-10-20 02:28:40

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Pena que eu não tenho HBO, gostaria de ver esta série...segundo a Folha o personagem principal é Mórmom.

 

A  poligamia, aos olhos de Tom Hanks, na HBO

 

por Cristina Padiglione, Seção: Biscoito fino às 17:35:59.

A

HBO fez agora há pouco uma pré-apresentação de "Big Love", nova série

produzida por Tom Hanks, que estréia dia 1.º de outubro no canal.

O foco: a poligamia.

 

Não aquela casual e sem maiores conseqüências vista em "Eu, Tu, Eles".

Longe disso. Aqui temos um homem contemporâneo que vive no subúrbio de

Salt Lake City, no estado de Utah, Estados Unidos, com três mulheres,

sete filhos, piscina e garagem em comum e auto-exigência permanente

pela perfeição no papel do chefe de família.

As

três esposas se revezam, uma por noite, na cama do macho, que não

demora a recorrer à pílula azul para dar conta da demanda de

estrogênio. Como só uma delas trabalha, fica o zangão responsável por

todas as contas do lar.

A filosofia não dispensa recato:

repreende-se decotes, vestidos curtos e gemidos mais explícitos. Há

crianças na casa, afinal. Há oração à mesa. Há conservadorismo de

sobra, diga-se, em especial àqueles que não conhecem bem esse painel

familiar que abrange algo em torno de 40 mil pessoas no país de Bush,

segundo dados revelados no ano passado pela Attorney General's Offices

de Utah e do Arizona.

Mas a paz no lar encontra resistências

que mal esbarram no fator moral: se já é tarefa árdua conjugar as

diferenças entre duas pessoas, calcule o peso que é ajustar direitos,

deveres e mimos entre três mulheres para um mesmo homem.

Entre

as brechas que vão revelando caprichos e diferenças entre elas, o que

se impõe na condução do enredo é a condição clandestina da poligamia.

"Big

Love: Um marido, três esposas, um lar" tem Bill Paxton como o macho

protagonista, também chamado como Bill em cena. As mulheres são Jeanne

Tripplehorn, Cholë Sevigny e Ginnifer Goodwin. Tom Hanks divide a

produção com Gary Goetzman.

Bill e suas três mulheres

São

12 episódios e estréia dia 1.º, às 23 horas, como grande opção para

quem estiver em busca de um desvio da rota da overdose sobre boca de

urna da data.

 

Big One2006-10-02 18:26:16

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Que estranho né? Acabei de ver agora na HBO 2. Passa às terças também, 9:00 na 1 e 00:00 na 2. O que mais me surpreendi é que o diretor Roberto Garcia e o produtor Tom Hanks conduziram essa situação bizarra e completamente fora dos padrões ocidentais de forma natural, sem parecer forçado...

E o Paxton, coitado... Se no 1o episódio já está precisando de viagra... 06... Fala sério. 3 mulheres, 3 casas pra sustentar, um background trash com aquela família meio Amish (eles são o quê? mórmons?)... Muita polêmica...

Bruno Carvalho2006-10-04 01:59:21
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Eu acho que todos sabem. Não viram que uma hora eles disseram que têm que evitar os religiosos lá etc? E no evento da loja foram as 3 mulheres. Bom, mas eu acho que isso tem um motivo por trás, não lembra que a Patroa falou que a história é complicada?

 

Ah, e ao final aparece um texto, mas a HBO dividiu a tela e não legendou. Alguém sabe o que estava escrito?
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É verdade, também houve um momento em que as meninas na lanchonete tiram sarro da filha dele dizendo "suas mâes teriam orgulho de vc".

 

Sobre o texto, acho que falava algo do tipo, "segundo o departamento de justiça existem X famílias..." falando das pessoa que vivem na américa em situação de bigâmia.

 

 

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Segundo o artigo abaixo a série teve bastante audiência nos EUA.

 

 

 

 

 

Estréia Big Love hoje na HBO brasileira

 

 

 

Na última quarta, a cidade de Hurricane, no Estado de Utah, saiu da

rotina modorrenta que contradiz seu próprio nome ("furacão", em

inglês), para se acotovelar em frente à TV e no  tribunal e conseguir

ver quem é, afinal, e como se comporta o sujeito que se denomina

"profeta", dirige uma seita e estava na lista dos dez mais procurados

do FBI até sua prisão, no começo do mês. Apesar da pele muito pálida e

do olhar algo morto, Warren Jeffs é aparentemente normal.

 

 

 

Mas Warren Jeffs é polígamo.

 

 

 

Há diversos grupos dissidentes do mormonismo nos EUA que defendem a

poligamia masculina, o direito de um homem casar com várias mulheres,

embora a seita religiosa norte-americana, fundada em 1827 por Joseph

Smith (1805-1844), conhecida no Brasil como Igreja de Jesus Cristo dos

Santos dos Últimos Dias, rejeita a prática desde que a lei

norte-americana a proibiu, em 1887.

 

 

 

A própria polícia federal dos Estados Unidos calcula entre 40 mil o

número de praticantes, só nos Estados de Utah e Arizona. E todo editor

de programa de notícias locais sabe: poligamia traz audiência.

Demoraria pouco até que os responsáveis por programas de ficção

tivessem o mesmo raciocínio. Para a HBO norte-a mericana, demorou até o

ano passado, quando Tom Hanks, no seu chapéu "produtor", apresentou a

idéia de dois roteiristas, Mark V. Olsen e Will Scheffer.

 

 

 

Em fevereiro desse ano, chega ria às telas das TVs norte-americanas

"Big Love". Foi um sucesso inesperado, embora a audiência não tenha se

igualado aos hits absolutos do canal pago, "Sopranos", atualmente num

hiato de mais de ano, e "Sex and The City", já concluída. Hoje, o

primeiro episódio, o piloto, estréia na versão brasileira da HBO.

 

 

 

A série mostra a vida de Bill Henrickson (o ator Bill Paxton, de

"Twister"), um comerciante bem-sucedido de Utah, que leva uma vida

aparentemente normal não fosse o fato de ter três mulheres e sete

filhos, e de estas mo rarem em três casas contíguas, que dividem o

mesmo quintal. Ele cumpre suas obrigações maritais de acordo com um

esquema simples, mas eficaz: cada dia da semana é dedicado a uma.

 

 

 

Primeiro, a chefe da "tropa", Barb (Jeanne Tripplehorn, de "Instinto

Selvagem"), sensual em sua maturidade; depois, a ciumenta e

ultrarreligiosa Nicolette (Chloë Sévigny, de ‘Kids‘), que ele roubou do

"profeta" (Harry Dean Stanton), seu arquiinimigo e muito parecido com o

Warren Jeffs da vida real; por fim, a sexy Margene (Ginnifer Goddwin,

atriz novata). E começa tudo ou tra vez. De certa maneira, Bill é um

Warren Jeffs a quem as pessoas assistem sem culpa.

 

 

 

"Se eu vivesse mil anos atrás, se eu tivesse condições financeiras,

provavelmente eu teria várias mulheres", disse Bill Paxton, para quem a

idéia é tornar o personagem mais "gente como a gente" possível. Tanto

que logo no segundo episódio Bill (o personagem, não o ator) tem de

recorrer ao Viagra para dar conta do recado. Cartões de crédito

estourados, ciúmes e até um affaire farão parte dos próximos episódios.

À maneira de "Sopranos", porém, quando a audiência começa a achar

"normal" o estilo de vida daquela família, algo vindo do submundo volta

para lembrar Bill e os telespectadores que há algo de errado naquela

equação.

 

big_love_hbo.jpg

 

 

 

do Blog do Sérgio Dávila

Big One2006-10-06 14:31:19

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É verdade' date=' também houve um momento em que as meninas na lanchonete tiram sarro da filha dele dizendo "suas mâes teriam orgulho de vc". [/quote']

 

Nem todos sabem e essa situação da lanchonete vai evoluir para algo mais complicado...

 

E eu acho que todo mundo sabe' date=' mas deve ter algo mais complicado por trás desta história. Até porque só uma das esposas dele é mórmom [/quote']

 

A série foi filmada em Salt Lake, Utah, sede de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e é claro causou desconforto, para quem não conhece, fica parecendo que todo mundo na série é mórmon e que todos adotam a prática da poligamia, o que não é o caso. O casamento plural só é praticado por dissidentes da Igreja e sua prática foi abolida há décadas.

Uma outra coisa que a série abordará é o fato de homens mais velhos tomarem como esposas, meninas menores de 18, no primeiro episódio já aparece um caso... Minha opinião? A questão do casamento plural como é colocada nas escrituras foi desvirtuada com o passar dos anos e o fato de um homem ter mais de uma esposa nos dias de hoje parecer para a sociedade que ele é um maníaco sexual ajuda a disseminar o erro.

  


 
Nacka2006-10-07 14:11:32
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Parei na Hbo domingo porque vi a Amanda Seifriend, daí notei que era essa série e acabei assistindo até o final, gostei até, mas nem sabia que tinha dado estardalhaço assim, achei até que fossem daquelas já canceladas, o que pra minha surpresa vai ter temporada nova ano que vem

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  • 2 weeks later...
  • 2 weeks later...

Big Love é soberba, nao tenho HBO acompanho pela net ja estou no 5º episodio... uma pena Bill Paxton não ter sido indicado ao Emmy de Ator - Drama acho seu trabalho talentossimo porém realmente ele não teve nenhuma cena forte o bastante pra uma indicação. Das suas esposas Barb é a minha preferida, sei lá não gosto muito da Nicky (apesar de adorar a atuação da atriz que a interpreta)....

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Desde o começo eu percebi que ele era bem mais próximo da Barb. Ele é mais amigo dela, mais companheiro. Quando rola um problema, ele geralmente procura por ela. Até mesmo com relação às famílias, ele parece ser muito mais ligado aos filhos que tem com a Barb, espcialmente o mais velho. Dá pra sentir que apesar do suposto amor que ele nutre pelas outras esposas, não há muito companheirismo com elas, até mesmo pelo fato de que as duas são bem imaturas. 

 

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  • 2 weeks later...

Quem mais está acompanhando a série?

 

[spoilerS]

 

Finalmente a Barb descobriu que a Nick deve quase 60 mil dólares no cartão de crédito 13, essa notícia, somada ao despejo da família de Bill por Norman, e ainda o fato do irmão dele ter assinado aquele documento que o coloca quase como réfem do sogro deve garantir boas situações daqui pra frente. E vocês viram o filho do Norman? Aquele com cara de cachorro doido? Maior clima de Brockeback Mountain... 06

 

Só não gostei da forma como eles mostraram os missionários da Igreja abordando a Nick... muito longe da verdade. E a Margenne com a chata da vizinha? Eu acho que poucos homens gostariam de estar na pele do Bill... 06  
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  • 1 month later...

Terminou ontem. Final morno com algumas coisas interessantes, Alby envenenado com fluido anti-congelante (bem ao estilo Desperate Housewives) Barb vendo seu sonho de ser a mãe do ano ruir (aqui foi legal mas podia ter rendido mais) e ainda a menina-esposa com aquele perverso sorriso enquanto o Roman dava aquele telefonema 13.

 

A família do Bill é a típica mala sem alça, todos, das mulheres neuróticas, aos pais e irmão pancadas. E o cara ainda tem um sogro que é um doce. Ainda tem gente que acha a poligamia um troço bacana. Ao que parece teremos 2ª temporada.

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Eu também achei que o último capítulo deixou um pouco a desejar. Mas o gancho pra próxima temporada é bom. Só espero que eles construam boas tramas com eles lidando com terem sido descobertos. Eu gosto da série porque ela lida bem com vários lados da questão. O próprio Bill, às vezes parece muito apaixonado e dedicado as três esposas, às vezes parece que ele está se sentindo culpado por fazer a Barb e a primeira família terem que lidar com certos aspectos da poligamia. 

 

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Concordo e isso ficou bem evidente neste último episódio. Mas eles perderam uma ótima oportunidade de mostrar como a coisa funciona lá em Utah, os mórmons não praticante da poligamia foram mostrados de forma estereotipada, talvez vejamos isso na 2ª temporada...

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