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Linkin Park - Minutes to Midnight


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Na minha fase de 15, 16 anos, eu era "o" fã chato de linkin park, até que fui descobrindo outras coisas.

 

Enfim, finalmente eles lançaram um CD novo, e eu, por curiosidade, fui escutar: e como eles evoluíram.

 

Mike deu um tempo pro rap. O guitarrista aprendeu a solar. O baterista, que era o melhor da banda, melhorou mais, e chester melhorou muito tb.

 

Quem tiver curioso, pode caçar nos torrents da vida aí.

 

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  • 2 weeks later...

Se continuar com este troca-troca não demora eles serão os mais novos emo da praça.

Linkin Park deixa o nü-metal para virar pop

"Minutes to midnight" traz baladas e sonoridade mais leve.
Disco é o sucessor de "Meteora" (2003) e traz crítica política.

Shin Oliva Suzuki Do G1, em São Paulo ico_email2.gifentre em contato

ALTERA O
TAMANHO DA LETRA

 

Foto:%20Reproduçãoico_ampliar.gif

Reprodução

"Minutes to midnight": nota 4,5

Muitas vezes os papos sobre mudanças de rumo e sonoridade nova não passam de blefe. Mas o Linkin Park estava falando sério sobre inaugurar uma nova fase na carreira ao lançar "Minutes to midnight". Sai o nü-metal para as massas, entra o pop para as massas.

 

Para uma banda que vendeu mais de 30 milhões de cópias com uma mistura de hip hop e rock, qual é o passo seguinte? Mike Shinoda, o cérebro da banda, hoje com 30 anos nas costas, sabia que o sexteto californiano não podia se bancar mais (só) em cima de suas rimas e de guitarra pesada.

 

E para definir o futuro da carreira do Linkin Park, "Minutes to midnight" trouxe um claro raciocínio mercadológico: colocar em cena os elementos que fazem uma banda ser mega (o U2 é o modelo) e que estimulam aqueles que compram apenas um ou dois CDs por ano - é essa parcela de público que faz a diferença nas vendagens.

 

Assim, a banda que à época de "Meteora" (2003) confessava seu desconhecimento sobre política e tirava essa responsabilidade das costas, hoje se preocupa com a confusão geral que ronda o mundo - em um momento mais favorável para entrar na turma que critica Bush. É a cartilha Bono do roqueiro engajado - e que freqüenta a mídia de hora em hora - mostrando seus primeiros sinais.

 

Na parte sonora, o Linkin Park tornou o seu rock mais palatável para uma audiência maior. Recrutou o midas Rick Rubin, produtor que ajuda meio mundo a garantir discos de platina e ganhar estatuetas do Grammy.

 

Mas o começo de "Minutes to midnight" é enganoso: "Wake", mais uma vinheta de introdução, tem bem a cara do velho Linkin Park. "Given up" é o momento de peso do disco, algo como para se precaver das acusações de que o grupo suavizou sua música.   

 

Logo a seguir, "Shadow of the day" tem todo o jeito daquelas power ballads que tanto apelam às adolescentes em momento de chateação de suas pobres vidas. É difícil imaginar tantos clichês juntos em uma música só, e só mesma essa faixa etária para cair numa dessas. "Valentine's day", com letra sobre um Dia dos Namorados passado em solitário, repete a fórmula. Dessa metade de "Minutes to midnight" salva-se "Bleed it out".

 

E para o pessoal mais velho? "In between" soa muito, mas muito parecida com Coldplay e pode ganhar alguns trintões. Se algo surpreende, é Mike Shinoda (nesta faixa ele assume os vocais principais, função dominada por Chester Bennington) conseguir encarnar tão bem um Chris Martin - e, aqui, isso não é exatamente um elogio.

 

A passagem de fases na carreira não é algo fácil. O Linkin Park optou por caminhos já consagrados - mas diferentes dos percorridos por eles - para tentar ampliar o seu público. O risco, no entanto, de não sensibilizar os novos e ao mesmo tempo perder os velhos fãs pode ser grande. 

 

Ouça essa:

"Bleed it out"

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  • 1 year later...

Eu comprei o CD sabendo apenas uma musica: "What I've Done" (OST Transformers), com o tempo fui aprendendo as outras musica e cheguei a conclusão de que o som desse novo CD é muito bom.

 

Não conheci a primeira fase da banda, apenas ouvia vez ou outra "Numb" e curtia, não sabia o nome da banda, o nome da musica mas apenas curtia.

 

Hoje sou fã de carteirinha03
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  • 2 months later...
  • 11 months later...

Eu sou 1 grande fã da banda e também não estava á espera desta sonoridade , mas com o tempo e ouvindo várias vezes gostei bastante .

Eles teêm mudado gradualmente e tudo pq é mais vendido este tipo de música .

Para mim o melhor albúm é o Meteora mas o remix k fizeram com o Hybrid Theore = Reanimation , está brutal .

"By the away"  Vou vêlos pela 1ª vez ao vivo 4ªfeira (5/8/2009) ao :Rock one Festival em Portimão
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