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Forum Cinema em Cena

Thiago Lucio

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Everything posted by Thiago Lucio

  1. Essa participante que ganhou o apelido de "Bah" é linda demais... Thiago Lucio2012-01-14 18:07:06
  2. TOP "BREAKING BAD": 1ª TEMPORADA - 8.5/10 2ª TEMPORADA - 8/10 3ª TEMPORADA - 8/10Thiago Lucio2012-01-12 20:22:05
  3. Pode me considerar para comissão também embora tenha ficado um pouco desapontado com os filmes de 2011. E lá vamos nós... Thiago Lucio2012-01-11 20:51:01
  4. Os recursos utilizados para a apresentação foram péssimos ainda assim das mulheres destaco a "nerd", a "caçulinha" e a gaúcha gremista. Negativamente, a das galinhas e a patricinha de 35 anos. Dos caras, o carioca que faz terapia e o professor de muai tai, além do Dicésar 2. Negativamente... o caubói genérico talvez. Thiago Lucio2012-01-11 04:07:29
  5. Um dos grandes problemas da SÉRIE é que ela não funciona como tal, ela depende muito e quase que exclusivamente do Dexter. Tudo o que transita ao seu redor é desinteressante. Pouco ou quase nada consegue acompanhá-lo. Até mesmo na 4ª temporada que considero a melhor nem me lembro o que aconteceu com os outros personagens e só me lembro da Debra por causa do seu envolvimento com o detetive que caçava o Trinity. Thiago Lucio2012-01-10 19:00:00
  6. CONTÁGIO - 4/10 - Em sua acepção, "Contágio" é um filme catástrofe cujo fenômeno responsável por dizimar boa parte da população mundial é um vírus, ou seja, trata-se de um inimigo invisível e o roteiro busca lidar com a forma que a sociedade e determinados indivíduos se comportam quando estão diante de uma calamidade que desconhecem e parece incontrolável. O roteiro pedestre de Scott Z. Burns destrói qualquer pretenção quando na tentativa de apresentar um quadro amplo e completo sobre as implicações do contágio, ele vem acompanhado de subtramas dramáticas pálidas e que já nascem enfraquecidas, ou seja, a necessidade que o filme tem de criar uma paranóia explícita sobre a forma de infecção (que se resume a qualquer tipo de contato humano e/ou por objetos que tiveram contato humano) cria algumas passagens constrangedoras, como quando a personagem de Kate Winslet quer ceder um cobertor para um outro moribundo, mas não possui forças para tal; ou quando o personagem de Matt Damon quer evitar que a sua filha experimente o primeiro beijo com seu namoradinho; ou as implicações filosóficas em volta de um aperto de mãos. Jude Law assume a sua persona canastra para incorporar um personagem que está mais interessado em insistir numa potencial teoria da conspiração envolvendo o governo e a indústria farmacêutica cujo impacto não é muito maior que uma nota de rodapé. Já Marion Cottilard é a responsável por ser uma espécie de "Madre Teresa de Caucutá" para os doentes negligenciados em Hong Kong. Enfim, tudo é encenada de forma tão novelesca que beira o constrangimento que qualquer atitude altruísta vinda de qualquer personagem soa como artificial (como a que é feita pelo personagem do Laurence Fishburne, por exemplo). E se os personagens são identificados pelos atores que os interpretam é porque não existe nenhum envolvendo verdadeiramente honesto ao ponto de se interessar pelos seus dramas. O diretor Steven Soderbergh, provavelmente contagiado pelo seu sentimento de aposentadoria já anunciada, apostou neste projeto como uma forma de trabalhar com o máximo de atores possíveis já que ele não terá muitos outros projetos pela frente e essa sensação de que está perto do fim deve tê-lo estimulado, embora sua câmera nunca esteve tão preguiçosa e canhestra como aqui. Ainda assim é possível notar um certo esforço de Matt Damon em conferir intensidade dramática ao seu personagem, mesmo que de maneira tímida ou por parte de Jennifer Ehle, que interpreta a cientista responsável pela cura, mas nada muito animador ou inspirador. E, num claro esforço, é compreensível que muitos dos aspectos apresentados são passíveis de ocorrer numa situação dessa escala, mas o filme é um esforço inútil para legitimar estas consequências já que usa as ferramentas narrativas mais fracas em sua ânsia de contar esta história, logo o filme já se inicia "doente" sem muitas forças para se salvar.Thiago Lucio2012-01-08 09:57:16
  7. Estou assistindo a 3ª temporada de "Breaking Bad" e estava bastante desapontado. Depois de 2 ótimas temporadas (mais a primeira do que a segunda), o começo desta 3ª estava bem abaixo do nível visto até então e, ironicamente, foi justamente ao explorar algo pra lá de esperado que seria a descoberta do segredo de Walt pela sua esposa, mas as implicações foram muito fracas e tratadas de maneira corriqueira, colocando até mesmo a própria com um lance adultero apenas para ilustrar a idéia de que todo mundo tem segredos e/ou também faz coisas tida como erradas e o peso da carga dramática envolvendo a tragédia na vida do Pinkman foi reduzida a meros recados na caixa postal. Ainda bem que os episódios 6 e 7 colocam a série novamente nos eixos e as expectativas para a 2ª metade da temporada são as melhores possíveis. De qualquer forma gosto da maneira com a série explora que as ações de Walt acabam gerando um efeito dominó e afetando diretamente a vida de outros, como o acidente de avião, a suspensão de Hank, a agressão em Pinkman e por aí vai...Thiago Lucio2012-01-07 23:17:47
  8. SEM SAÍDA - 4/10 - É claramente uma tentativa em transformar Taylor Lautner em um astro "teen" de filme de ação, colocando seu personagem como uma espécie de versão adolescente de Jason Bourne, mas o roteiro falha miseravelmente em estabelecer a premissa. Pra começar, o filme não sabe nem que tipo de personagem o jovem Nathan quer ser, a princípio querem colocá-lo como alguém problemático e arruaceiro, logo depois o apresenta como um filho provido por uma educação severa até demais, mas bem acompanhada, em seguida seu pais são apresentados como amáveis, apenas pra depois o próprio dizer se sentir um estranho dentro da própria casa e isso não fazer o menor sentido. E a forma como ele descobre ser adotado é totalmente constrangedora e anti-clímax. A partir do momento que a narrativa se torna mais dinâmica, o diretor John Singleton não faz muito pelas sequências de ação que parecem ter parado no tempo, soando muito mais como uma daquelas genéricas produções dos anos 80 e a incompetência só não é maior porque aqui e ali, o filme tenta mostrar que não se constrói um herói de ação (seja personagem ou ator) do dia pra noite, ou seja, quando Nathan soca um dos capangas, a mão dele dói; quando salta, ele machuca a perna (numa clara referência ao próprio Bourne), mas no final são artifícios vazios e inconsequentes como tantos outros apresentados ao longo do filme que em nenhum momento se torna insuportável, é verdade, mas é muito frágil e a trama acaba tendo papo furado demais. Se é algo que o filme acerta em sua missão é fazer com que Lautner seja assistido por um bom elenco de coadjuvantes, como Maria Bello, Jason Isaacs, Alfred Molina e Sigourney Weaver, o que dá pelo menos uma credibilidade miníma ao filme já que o jovem ator só funciona no pôster. O vilão feito por Michael Nyqvist não dá muito certo (assim como não funcionou, posteriormente, no novo "Missão: Impossível") e a mocinha feita por Lily Collins não faz valer a pena o sacrifício. Futuro candidato a algum Supercine da vida. Thiago Lucio2012-01-07 17:25:40
  9. Como sempre, vendo a cara dos participantes antes do programa começar tende a ser um fracasso. Ninguém chama a atenção positivamente, nem mesmo as beldades... Thiago Lucio2012-01-04 18:50:31
  10. Thiago Lucio

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    Esta 3ª temporada teve 3 episódios excelentes em sequência: o das realidades paralelas, o das história de terror e o do documentário sobre o clipe. Os 2 últimos antes da pausa de final de ano foram fraquinhos. Thiago Lucio2012-01-02 19:54:26
  11. Thiago Lucio

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    Acabei de ver o 4º episódio da 3ª temporada de "Community". Realidades paralelas. Nunca ri tanto vendo um episódio. Thiago Lucio2012-01-01 19:28:24
  12. O HOMEM QUE MUDOU O JOGO - 6.5/10 - A narrativa aborda um tema que ainda custa caro na prática esportiva, ainda é visto como um tabu. Até que ponto a estatística pode determinar o sucesso de um time? Ou simplesmente tudo se resolve dentro de campo/quadra? Qual é o peso que cada variável merece ter? Há como racionalizar um time campeão? Partindo da história real do gerente Billy Beane é claro que os roteiristas Aaron Sorkin e Steve Zaillian defendem a tese matemática, sem deixar de mostrar, por exemplo, que os resultados também só vieram a partir do momento que o gerente se "aproximou" um pouco mais dos atletas para que eles melhorassem suas performancem, porém logo minimizam a importância do técnico e por isso acabam enfraquecendo a proposta, mesmo que ela seja relativamente feliz ao questionar a cultura imediatista do esporte pelos resultados. Vamos dizer que a partir do momento que o filme decide destacar a "Revolução Matemática" promovida por Billy (Brad Pitt) e seu assistente Peter (Jonah Hill), ele "reduz" a perspectiva e as demais variáveis, limitando o próprio alcance do filme. O diretor Benett Miller, felizmente, nos encarrega de lembrar que não está nem um pouco interessado em fazer um filme de esportes, logo as sequências dos jogos de beisebol acabam assumindo uma participação coadjuvante, muitas vezes até mesmo sintetizadas em imagens de arquivo e/ou televisão (o que, no entanto, não justifica a utilização dos jogadores em estúdio, simulando uma partida, o que chama a atenção pra si, dando um efeito negativo) e sempre fazendo o bom uso do isolamento do som ambiente, o que dá uma conotação muito mais melancólica. O apelo do filme se sustenta muito pelo carisma de Brad Pitt, não digo que é uma performance marcante, o que não chega a ser um demérito, mas existe aqui e ali, sinais de um sujeito que foge do estereótipo cinematográfico, o que colaboradora para a atuação crível do ator (você nota que o "personagem" não tem a mínima vocação para discursos inflamados e dificilmente verbaliza suas frustrações, mas o desconforto nunca deixa de ser perceptível pelo bom trabalho do ator também). Jonah Hill realiza uma perfomance discreta, porém eficiente e Phillip Seymour Hoffman entra muda e sai calado, pelo seu personagem ser enfraquecido pela própria proposta, logo sua participação só se justifica por uma "dívida" com o diretor de "Capote". O desfecho consegue "amarrar" as principais idéias do filme, a sequência da "metáfora" é propositalmente expositiva, mas cumpre seu papel. Ainda assim o filme peca por acreditar demais nas idéias dos seus personagens, como se só existisse uma verdade absoluta, quando na verdade, a importância da idéia não deveria vir obrigatoriamente com a relativização de todas as outras coisas que fazem parte da análise esportiva, algo que certamente deve ter feito parte do cotidiano dos retratados neste filme. Thiago Lucio2012-01-01 18:38:11
  13. Essa música consegue a proeza de elevar a série !!!! Maravilhosa !!!! Thiago Lucio2012-01-01 14:54:56
  14. Eu demorei pra ver o 10º episódio e valeu mesmo apenas pelo encontro entre Finch, Reese e Carter. Teve cara de final de temporada. Não saiu nenhum outro episódio depois deste? Aliás, quem souber o nome da música que toca no clímax deste episódio, quando sr. Reese está descendo as escadas, por favor me passe. Pela voz me parece ser do "The Cult"... achei maravilhosa.Thiago Lucio2012-01-01 10:16:25
  15. Terminei de ver a 2ª temporada de "Community". Ela demora para engrenar, alguns episódios iniciais não conseguem manter o mesmo ritmo visto na 1ª temporada, o personagem do Chang sendo deixado como aluno e as aulas de Antropologia não renderam boas piadas como o dele sendo professor de Espanhol, mas já pela metade a temporada volta aos eixos, rendendo ótimos episódios em sequência. Destaque para o do ataque zumbi, aquele que simula um jogo de RPG, o que é apresentado como um documentário, aquele que se encarrega de lembrar momentos do grupo que não fazem parte da temporada e, é claro, os dois episódios finais com mais um empolgante jogo de paintball. O elenco é imbatível, mas os meus destaques ainda ficam por conta de Annie e Abed. 8/10 Thiago Lucio2011-12-31 11:58:20
  16. TOP 2011<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /> CINCO ESTRELAS CISNE NEGRO – 10 SUPER 8 – 9.5 RANGO – 9.5 TUDO PELO PODER – 9.5 QUATRO ESTRELAS <?:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" />EM UM MUNDO MELHOR – 8.5 X-MEN: PRIMEIRA CLASSE – 8.5 AMIZADE COLORIDA – 8.0 CONFIAR – 8.0 O VENCEDOR – 8.0 TRÊS ESTRELAS OS AGENTES DO DESTINO – 7.5 CONTRA O TEMPO – 7.5 MISSÃO: IMPOSSÍVEL – PROTOCOLO FANTASMA – 7.5 THOR – 7.5 PÂNICO 4 – 7.5 SEM LIMITES – 7.5 NAMORADOS PARA SEMPRE – 7.5 FÚRIA SOBRE RODAS – 7.5 HANNA – 7.5 PASSE LIVRE – 7.5 127 HORAS – 7.5 A MINHA VERSÃO DO AMOR – 7.5 O PODER E A LEI – 7.5 A CONDENAÇÃO – 7.5 O DISCURSO DO REI – 7.5 ANIMAL KINGDOM – 7.5 A GRANDE VIRADA – 7.5 MEIA-NOITE EM PARIS – 7.0 ÁRVORE DA VIDA – 7.0 MELANCOLIA – 7.0 UM DIA – 7.0 AS COISAS IMPOSSÍVEIS DO AMOR – 7.0 SE BEBER, NÃO CASE – PARTE II – 7.0 REENCONTRANDO A FELICIDADE – 7.0 SOBRENATURAL – 7.0 CAPITÃO AMÉRICA – 7.0 PLANETA DOS MACACOS – A ORIGEM – 7.0 PAUL – 7.0 DESENROLA – 7.0 BRÓDER – 7.0 RIO – 7.0 ATERRORIZADA – 7.0 CAMINHO DA LIBERDADE – 7.0 BRAVURA INDÔMITA – 7.0 HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE – PARTE II – 7.0 BIUTIFUL – 6.5 GENTE DE SORTE – 6.5 SUA ALTEZA – 6.5 MISSÃO MADRINHA DE CASAMENTO – 6.5 UM CONTO CHINÊS – 6.5 ARMADILHA DO DESTINO – 6.5 VIPS – 6.0 COMO VOCÊ SABE – 6.0 O CASAMENTO DO MEU EX – 6.0 UM NOVO DESPERTAR – 6.0 TAKE ME HOME TONIGHT – 6.0 DO PRADA AO NADA – 6.0 DUAS ESTRELAS ALÉM DA VIDA – 5.5 NÃO ME ABANDONE JAMAIS – 5.5 O BESOURO VERDE – 5.5 SUCKER PUNCH – MUNDO SURREAL – 5.5 ONDE O AMOR ESTÁ – 5.5 CORAÇÕES PERDIDOS – 5.5 LANTERNA VERDE – 5.5 UMA MANHÃ GLORIOSA – 5.0 TRANSFORMERS: O LADO OCULTO DA LUA – 5.0 PIRATAS DO CARIBE – NAVEGANDO EM ÁGUAS MISTERIOSAS – 5.0 BRUNA SURFISTINHA – 5.0 UM LUGAR QUALQUER – 5.0 O NOIVO DA MINHA MELHOR AMIGA – 5.0 QUERO MATAR MEU CHEFE – 5.0 OS ESPECIALISTAS – 5.0 AMOR A TODA PROVA – 4.5 DESCONHECIDO – 4.5 COWBOYS & ALIENS – 4.5 AMOR E OUTRAS DROGAS – 4.5 REFÉNS – 4.5 ARTHUR – O MILIONÁRIO IRRESÍSTIVEL – 4.5 O TURISTA – 4.0 O DILEMA – 4.0 UMA ESTRELA INVASÃO DO MUNDO: BATALHA EM LOS ANGELES – 3.5 SEXO SEM COMPROMISSO – 3.5 A GAROTA DA CAPA VERMELHA – 3.5 WAITING FOR FOREVER – 3.5 EU QUERIA TER SUA VIDA – 3.5 CILADA.COM – 3.5 ESPOSA DE MENTIRINHA – 3.0 DOCE VINGANÇA – 3.0 DYLAN DOG E AS CRIATURAS DA NOITE – 3.0 NÃO TENHA MEDO DO ESCURO – 2.5 LÁGRIMAS DE FELICIDADE – 2.5 EU SOU O NÚMERO 4 – 2.5 COMO GANHAR SEU CORAÇÃO – 2.0 CONAN, O BÁRBARO – 1.5 O SUSPEITO MORA AO LADO – 1.0
  17. TUDO PELO PODER - 9.5/10 - O filme pode ser condenado por "chutar cachorro morto" ou "chover no molhado" a partir da sua premissa e narrativa simples, mas trata-se de um ótimo drama político que sabe sustentar muito bem as suas idéias através de uma base sólida. Parece preparado/ensaiado para dar certo. Ironicamente, é claro. Ou não. Direção, roteiro e montagem se encarregam de entregar um filme "fino" sobre os bastidores de uma campanha política em que os interesses pessoais são maiores e mais importantes que a verdade e a ética é um valor mutável. Trata-se de um filme inteligente, enxuto e cínico, como bem ilustram os discursos do candidato principal e as conversações nos bastidores entre ele e membros da sua equipe. Os personagens complexos em sua ambiguidade se apropriam do filme e o torna mais contundente. O elenco é "recheado" de talentos do porte de Paul Giamatti, Marisa Tomei, Phillip Seymour Hoffman, Evan Rachel Wood, George Clooney (diretor e co-roteirista), mas a "cereja" é Ryan Gosling, um ator que nitidamente está acima da média dos atores da sua geração, pois é talentoso, competente e consistente. Vale a pena acreditar nele, no seu trabalho, em suas atuações. A recompensa é garantida.Thiago Lucio2011-12-30 17:34:23
  18. Terminei de ver a 2ª temporada de "Breaking Bad". Ela não tem a mesma pegada, ritmo e agilidade da 1ª temporada, mas ainda assim permite alguns conflitos morais interessantes, especialmente pelas atitudes/decisões do seu personagem central que são sempre as mais politicamente incorretas possíveis. Por ser uma temporada com mais episódios que a anterior, a série resolveu dar um pouco mais de destaque para personagens coadjuvantes, como a esposa Skyler (a ótima Anna Gunn), o cunhado Hank (Dean Norris) ou até mesmo a figura de um advogado canastrão e corruptível (uma inserção realizada muito mais para resolver problemas ocasionais dos personagens sem comprometê-los totalmente, uma espécie de coringa), mas as subtramas nunca mostram ao que vieram, tomando mais tempo que o necessário, logo a 2ª temporada poderia ser facilmente reduzida a menos episódios. Ainda assim, uma das especialidades de "Breaking Bad" é se utilizar de álibis frágeis que se sustentam apenas por um tempo necessário para que logo em seguida sejam descobertos e/ou revelados apenas para que se promova uma nova reviravolta e um novo ciclo se inicie. A cada episódio, Walter (o ótimo Bryan Cranston) vai se "enforcando" cada vez mais, tornando-se um sujeito mais egoísta, ganancioso, mas ainda assim capaz de preocupar-se com a família através de um código de ética e moral cada vez mais distorcido e reprovável. Ou não? Já Jesse (Aaron Paul) é a "menina dos olhos" da série, pois é o responsável por sofrer as consequências mais duras e diretas das atividades ilícitas promovidas por ele ao lado do seu sócio, ora por sua própria imaturidade, mas muito porque os responsáveis da série usam seu personagem como escudo, ou seja, eles sabem que podem bater à vontade em Jesse que ele aguenta. E o arco dramático enfrentado por ele nesta temporada pode fazer com que o personagem cresça e apareça ainda mais e melhor. 8/10 Thiago Lucio2011-12-30 15:24:42
  19. NÃO TENHA MEDO DO ESCURO - 2.5/10 - Não tem como entender o porquê do Guillermo Del Toro ter topado ser produtor deste filme de suspense já que ele é uma espécie de anti-"Labirinto do Fauno" justamente por tentar usar das mesmas analogias dramáticas vistas no filme do mexicano apenas para assustar a audiência, logicamente que sem a mesma criatividade e sensibilidade. A pequena Sally (Bailee Madison, fraquinha) é forçada a morar com seu pai Alex (Guy Pearce, precisando pagar o aluguel) e a madrastra Kim (Katie Holmes, precisando fazer papel de mulher) em uma mansão que se descobrirá mal assombrada como bem sabemos. O roteiro, que não é um dos mais sutis, funciona apenas no comecinho ao explorar este desconforto da garota como uma forma de ilustrar que este isolamento permitiu que ela passasse a visualizar algumas criaturas do mal que querem "brincar" com ela e seus dentes. Sim, é uma espécie de versão macabra da fada dos dentes assim como o australiano "No Cair da Noite", mas é claro que sabemos que não se trata do fruto da imaginação da garota (como o "plot" faz questão de provar), mas na cartilha do incompetente diretor Troy Nixey um filme que tem este nome só poderia funcionar se a fotografia fosse forçadamente escura justamente para realçar o "escuro da escuridão" e que mesmo de dia o interior da mansão deveria ser o mais escuro possível e que a mesma deveria contar com o sistema de iluminação mais frágil da história do cinema pra reforçar essa necessidade já que os tais seres malignos são avessos a luz. E mesmo diante disso, o filme também não consegue explorar o potencial da premissa ao explorar o medo infantil do escuro já que a cada sequência mais tensa, trata-se apenas de uma repetição do que já havia sido visto anteriormente, como se os próprios personagens tivessem esquecido do que lhes havia ocorrido anteriormente. E sem contar que no clímax, surpresa, a iluminação da mansão é cortada. Sem conseguir explorar o bom designer estético e arquitetônico da mansão e terminando sem deixar pra trás nenhuma carga dramática que qualifique as implicações do seu final, "Não Tenha Medo do Escuro" não deixa saudades, não dá medo, não fede, nem cheira. Thiago Lucio2011-12-30 12:22:34
  20. MISSÃO: IMPOSSÍVEL - PROTOCOLO FANTASMA - 7.5/10 - Um divertido filme de ação. Pode parecer pouco, mas o que mais me surpreendeu positivamente neste novo filme da franquia foi o senso de humor, afinal ele nunca esteve tão bem inserido como aqui e o "timming" entre roteiro e elenco está muito bom. O diretor Brad Bird não faz feio na sua 1ª incursão em um filme "live-action", realizando um filme de ação competente e eficiente seja quando explora certos eventos mais megalomaníacos e grandiosos, como a explosão do Kremlin ou a sequência em Dubai que começa no mais alto prédio do mundo e termina com uma tempestade de areia, seja em sequências em ambientes menores e mais controlados, como na Índia. A trama segue uma lógica um tanto quanto conhecida (não existe lá uma grande engenhosidade, é apenas a perseguição a determinado vilão e seus comparsas), mas ela flui, que é o mais importante. Um dos aspectos que me incomoda é que em meio aos absurdos prazerosos do filme existe espaço para alguns detalhes bobos, como telefones e/ou scanners da MIF "misturados" aos cenários reais, sem contar que certas sequências só acontecem pela combinação de uma série de coincidências só pra realçar o grau absurdo do filme. Tom Cruise extremamente à vontade, Simon Pegg impecável, Jeremy Renner defendendo bem seu personagem (se bem que o seu "casting" enfraquece qualquer surpresa), Paula Patton deslumbrante e eficiente, enfim, todos a serviço de um divertido filme de ação. TOP "MISSÃO: IMPOSSÍVEL": MISSÃO: IMPOSSÍVEL 3 - 7.5/10 MISSÃO: IMPOSSÍVEL - PROTOCOLO FANTASMA - 7.5/10 MISSÃO: IMPOSSÍVEL - 7.5/10 MISSÃO: IMPOSSÍVEL 2 - 5/10Thiago Lucio2011-12-29 18:31:07
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