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Forum Cinema em Cena

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Tb achei ridículo as frases ditas pelos amigos de Michael, isso pq o filme necessitava de alguma coisa q entretesse os adolescentes q fossem ver o filme em busca de uma comédia, assim acabaram arruinando o filme.

 

 

 

Palmas para as ótimas atuações de Zach Braff, Tom Wilkinson e Blythe Danner. E Pablo, pq tu não falou das atuações? Ve se acrescenta alguma coisa pra não deixar a crítica incompleta.

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Realmente, dos amigos de Michael, só escapava o que já era pai - gostei daquele personagem, aliás, gosto do Casey Affleck, que devia fazer mais filmes.

 

Mas discordo do Pablo quanto à solução do conflito Jenna x Michael. Não acho que a traição foi minimizada: a montagem boba ao som de uma baladinha "faz parte", mas houve várias outras passagens legais que pra mim conseguiram transmitir bem o ódio/decepção de Jenna e a tristeza, a confusão e o arrependimento, reais, de Michael - as discussões entre os dois quando ele chega em casa após ter saído com Kim e quando ele vai procurar Jenna na casa dos pais, a repugnância de Jenna em relação a ele quando ele resolve dizer "toda a verdade", Michael desligar o telefone,apavorado, na cara de Kim, quando ela liga pra ele depois da confusão...

 

SPOILER - TALVEZ

Acho também que a solução do conflito não foi artificial, afinal o fato de Jenna abrir a porta não significou, pra mim, que estava tudo bem, que eles iam recomeçar como se nada tivesse acontecido. Até a forma como ela fez isso - veja que ela não se jogou nele, não o abraçou, não falou nada, apenas abriu a porta e se virou, deixando ele entrar - denotou que ela estava dando uma chance - mas relutante, desconfiada.

 

Enfim, um bom filme, até acima da média das últimas comedinhas românticas que tenho visto.
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6/10 - Zack Braff tem tudo pra se tornar um dos jovens atores americanos mais confiáveis, pois a sua facilidade em tornar-se uma figura sutil, porém marcante fica comprovada novamente no papel de Michael, em "Um Beijo A Mais" ( péssimo título dado a refilmagem do italiano "O Último Beijo" ) assim como fizera no ótimo "Hora de Voltar". Esta produção dirigida por Tony Goldwyn trata de alguns assuntos bem interessantes a cerca dos relacionamentos, porém sob a perspectiva masculina, o que não deixa de ser um atrativo, afinal existe uma pré-disposição em valorizar mais os anseios e as angústias das mulheres no cinema, afinal elas "consomem" mais este tipo de "produto". O que esperar de uma vida, aparentemente feliz, onde tudo ocorreu conforme planejado ? Será que vale a pena arriscar um relacionamento estável por uma relação que promete novas surpresas ? De uma maneira geral são temas que geralmente giram em torno da eterna insatisfação do homem. Infelizmente o roteiro de Paul Haggis preenche o filme com subtramas dispensáveis ( a do cara que não consegue esquecer sua ex-namorada, a do cara que não quer saber de relacionamentos ) e/ou não as considera com a devida atenção ( o descaso com os dramas vividos pelo jovem pai que vê sua vida virar um caos e o que envolve os pais da namorada de Michael são imperdoáveis ) e, não querendo pegar no pé, porém mais uma vez para Haggis os personagens precisam dizer o que estão sentindo e até discutem sobre isso ( logo depois de dar carona para a jovem com quem está flertando, Michael recebe um telefonema da namorada, que está grávida, para buscá-la para a sessão de ultrassonografia e imediatamente o personagem questiona em alto em bom o que ele está fazendo; ou quando o casal está discutindo por causa das mentiras que ele contou, insistentemente ele argumenta que as verdades precisam ser ditas e que ele está sendo sincero e honesto por dizer a verdade ); em contrapartida há várias sequências em que Goldwyn prefere colocar os personagens imersos sob uma trilha romântica e simplificar as coisas ( os pais da namorada de Michael passam por uma crise em uma cena, se olham sob a trilha em outra e na próxima já dizem que estão querendo se entender; o clímax do filme tb é todo assim, um desperdício ), ou seja, o filme parece que não define o tom a ser adotado, oscila muito. Mesmo assim o casal Braff e Jacinda Barret são muito competentes e tornam o drama do casal mais sensível aos olhos do público e faz com que as atitudes sejam compreensíveis já que são jovens enfrentando a primeira crise de uma relação. O filme, apesar de irregular, é simpático !
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