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Homem do Futuro, Claudio Torres


CACO/CAMPOS
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O Homem do Futuro | Música do Legião Urbana e cenas inéditas em novo clipe

Wagner Moura e Alinne Moraes cantam "Tempo Perdido" no vídeo

Homem do Futuro, a nova comédia de Cláudio Torres (Redentor, A Mulher Invisível), ganhou um videoclipe, com a música "Tempo Perdido", da Legião Urbana, cantada por Wagner Moura e Alinne Moraes. Assista:

O Homem do Futuro - clipe "Tempo Perdido"

Na trama, Zero (Moura) é um cientista genial, mas arrogante e infeliz, que há 20 anos foi humilhado publicamente na faculdade e perdeu o grande amor de sua vida, Helena (Alinne Moraes). Prestes a ser demitido, Zero aciona, antes de totalmente concluído, o acelerador de partículas mais barato do mundo. O experimento dá errado, o cientista acidentalmente volta ao passado - e se vê diante da chance de alterá-lo.

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Eu já tava meio que de olho neste filme, o Cláudio Torres mandou muito bem com a Mulher Invisivel com o Selton Mello, e agora o protagonita da vez e o Wagner Moura que e um ator excelente, e este clip com a clássica música do Legião e um belo convite para eu ir ao cinema.

 
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  • 2 months later...

 

O Homem do Futuro | Crítica

Unindo a ficção científica à comédia romântica

 

 

Viajar no tempo e espaço é um maiores prazeres da ficção científica, criando paradoxos temporais que podem levar a história a infinitas direções diferentes. No cinema, temos, por exemplo, a nova Star Trek de J.J. Abrams, que cria um universo paralelo. E temos também a mais antológica série de viagens no tempo, De Volta para o Futuro, que discute as consequências que uma mudança aparentemente pode fazer com o futuro de uma pessoa. O Homem do Futuro (2011), novo filme do roteirista e diretor Cláudio Torres (Redentor, A Mulher Invisível) segue mais esta segunda linha, e mostra Zero, o personagem de Wagner Moura, voltando duas vezes para o seu passado.

O motivo, claro, é uma mulher. Seu nome é Helena (Alinne Morais). No final de 1991, os dois estão cursando Física na faculdade. Ele é o nerd, tímido, gago, que só consegue olhar para baixo quando estão juntos. Ela é a mulher mais linda da turma, que já não aguenta mais as pessoas que só vivem de aparência e quer ficar ao lado de alguém com mais conteúdo intelectual. No dia da festa à fantasia de fim de ano, os dois finalmente ficam juntos, mas nem tudo termina bem para ele, que a partir daquele dia se torna uma pessoa amargurada e que não acredita mais na felicidade.

Duas décadas depois, trabalhando na busca de uma nova fonte de energia, Zero acaba criando um buraco de minhoca que o manda para o pior dia de sua vida. E agora, com a possibilidade de mudar tudo, a humilhação de 20 anos atrás não voltará a acontecer. Mas ao macular seu próprio passado, Zero muda também seu futuro e o que ele vê não é exatamente o que imaginava.

Quem assistiu à trilogia estrelada por Michael J. Fox enxerga claramente aqui um resumo dos dois primeiros filmes da série, inclusive com o protagonista subindo ao palco para animar os colegas no baile e tudo mais. A reciclagem da ideia, porém, não chega a incomodar, pois a homenagem é clara e feita com respeito.

Ao misturar a ficção cientítifica com a comédia romântica, Cláudio Torres age como um trapezista seguro, andando sem tropeçar na linha que separa o cinema comercial do autoral. De uma só vez ele consegue falar do que quer - no caso, a ficção científica e as viagens no tempo que ele não esconde curtir - enquanto o público vê o que também quer - que é uma história divertida, bem contada e com rostos que eles estão acostumados a ver na televisão diariamente.

Mas o filme não passa sem falhas. Contrastando com as divertidas e bem distintas atuações de Wagner Moura - cândido na época da faculdade, desiludido no primeiro presente e seguro de si no futuro -, a sensualidade e dureza de Alinne Morais e o bom companheirismo de Fernando Ceylão, estão os atemporais Gabriel Braga Nunes e Maria Luísa Mendonça. Apesar de seus figurinos e cabelos acompanherem bem a mudança temporal, os dois já não têm mais idade para se passar por universitários e a maquiagem não ajuda.

Wagner Moura e seu Zero devem levar muita gente ao cinema, somando assim mais uns zeros à conta de Cláudio Torres, que poderá continuar fazendo os filmes do seu jeito. O Homem do Futuro é o buraco de minhoca que pode trazer o cinema de gênero ao nosso presente.

E parece que Claudio Torres acertou novamente.
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No caso da Maria Luísa Mendonça, ela só aparece no passado de fantasia de paquita com uma peruca cor-de-rosa, o que ajuda bastante ao disfarçar a idade... não vi muito problema nisso não. Ela inclusive tá muito bem no papel da maluquete traída, personagem muito simpática. Aliás, até no caso do Gabriel Braga Nunes o negócio da idade não se faz reparar muito...

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2

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Você notou que os filmes brasileiros estão cada vez mais

com cara de filme gringo ultimamente?Parece que,depois de anos de peleja,os

produtores nacionais aderiram à máxima "se não pode vencê-los,junte-se a

eles!".Assim como "Se Eu Fosse Você" bebeu na fonte das estórias de troca de

corpos por pessoas com personalidades diferentes que o cinemão americano tanto

explorou,"O Homem Do Futuro" recorre à também batida "viagem no tempo",para se

defender.Ou seja,não espere originalidade desse filme.Mas como talento faz toda

a diferença,aqui um roteiro bacana,bem amarrado e um elenco muito bom,tornam

algo sem frescor criativo num espetáculo gostoso de se ver.Wagner Moura,essa

explosão de talento e versatilidade,é o Marty McFly tupiniquim.Poderia também

ser a Peggy Sue nacional,pois assim como os personagens de "De Volta Para O

Futuro",de Robert Zemeckis e de "Peggy Sue,Seu Passado A Espera",de Coppola,ele

viaja ao passado para tentar tentar consertar sua vida que não deu certo,apenas

para se dar conta que,quanto mais mudar os acontecimentos passados,pior as

coisas vão ficando no futuro.Tecnicamente perfeito,muito bem escrito e dirigido

e com esse ator fantástico no papel principal,não há como não se deixar levar

pelo filme.E que delícia a cena do baile.Impossível se conter.Que vontade de

cantar "Tempo Perdido",do Legião, junto com os personagens!Uma estória gringa

com temperinho brasileiro resultou num filme bem bacana.Diversão de primeira.

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