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Amor à Vida (2013)

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Amor à Vida colocará em evidência esse e tantos outros dilemas. “A história da novela é muito abrangente, pois são várias as formas de amor. Temos uma história central muito forte, que envolve a família dona do hospital, com uma briga de posses, uma disputa velada de poder sobre os filhos e entre os filhos herdeiros”, define Wolf Maya.

 

A novela Amor à Vida é a próxima trama das nove da Globo e estreia dia 20/05.

 

Conheça alguns personagens:

 

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Família Khoury e seus agregados

Paloma (Paolla Oliveira) – Pediatra, filha de Pilar (Susana Vieira) e César (Antonio Fagundes), vive em conflito com a mãe. Paloma tem personalidade intensa, em uma mistura de doçura e rebeldia. Ela se apaixona por Ninho (Juliano Cazarré), de quem engravida logo no começo da trama. Vai se envolver com Bruno (Malvino Salvador).

Félix (Matheus Solano) – Irmão de Paloma (Paolla Oliveira), é o grande vilão da história. Invejoso, ferino, rancoroso, Félix sabe ser manipulador. Ele é movido pela ambição.

Ninho (Juliano Cazarré) – Charmoso, de caráter elástico, vive com um pé na marginalidade. Vive um amor bandido com Paloma (Paolla Oliveira).

Pilar (Suzana Vieira) – Charmosa, anda sempre muito bem vestida. É ldolatrada pelo filho e tem uma relação tensa com a filha. De origem pobre, dá valor a tudo o que tem hoje. Ama e confia no marido, César (Antonio Fagundes).

César (Antônio Fagundes) – Pai de Paloma (Paolla Oliveira) e de Félix (Mateus Solano). Clínico geral, César é um homem calmo, ponderado e tradicional, dedicado à Medicina.

Edith (Bárbara Paz) – É estilista e tem um estilo sofisticado. Edith é materialista. Casou-se com Félix (Mateus Solano) sem saber quem é o marido de verdade.

Tamara (Rosamaria Murtinho) – Socialite decadente, ela é uma mulher amargurada.

Jonathan (Thales Cabral) – Filho adotivo de Félix (Mateus Solano) e Edith (Bárbara Paz). É um menino introspectivo e um tanto rebelde. Vive em atrito com o pai.

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Família de Bruno

Bruno (Malvino Salvador) – Filho de Ordália (Eliane Giardini) e Denizard (Fúlvio Stefanini). Realista e batalhador, Bruno passa a se dedicar exclusivamente à filha, Paula (Klara Castanho), após a morte de sua esposa.

Paula (Klara Castanho) – Não é filha biológica de Bruno (Malvino Salvador), mas pouquíssimas pessoas sabem disso. Ela tem um ótimo relacionamento com o pai.

Ordália (Eliane Giardini) – Auxiliar de enfermagem, Ordália trabalha no San Magno. É mãe de quatro filhos e luta para melhorar a vida de todos eles. É a própria mãe coragem.

Denizard (Fúlvio Stefanini) – Moralista e humilde, Denizard  lutou com a esposa, Ordália (Eliane Giardini), para criar os filhos. Ama a sua família.

Carlito (Anderson di Rizzi) – É um tipo divertido. Sonha em ser um reconhecido DJ. É apaixonado por Valdirene (Tatá Wenerck).

Gina (Carolina Kasting) – Filha mais velha de Ordália (Eliane Giardini) e Denizard (Fúlvio Stefanini). Acha que é o patinho feio da família. É uma cozinheira de mão cheia.

Luciano (Lucas Romano) – Filho de Ordália (Eliane Giardini) e Denizard (Fúlvio Stefanini). Estudante de Medicina, um rapaz muitíssimo determinado.

Joana (Bel Kutner) – É uma mulher um pouco rude. Vai se interessar por um rapaz bem mais jovem, o Luciano (Lucas Romano).

Família de Pilar

Bernarda (Nathalia Timberg) – Mãe de Pilar (Susana Vieira). Viúva batalhadora, é uma mulher prática e objetiva. Enxerga a verdadeira personalidade de Félix (Mateus Solano).

Amadeu (Genézio de Barros) – Irmão de Pilar (Susana Vieira). Uma pessoa simples. É muito amável com a família e os amigos, mas nunca deu muita sorte na vida.

Neide (Sandra Corveloni) – Esposa de Amadeu (Genézio de Barros). Neide é muito passional. Ela é dedicadíssima ao marido e aos filhos.

Linda (Bruna Linzmeyer) – Linda tem autismo. A menina é amável e vive com os pais, Neide (Sandra Corveloni) e Amadeu (Genézio de Barros), e os irmãos Daniel (Rodrigo Andrade) e Leila (Fernanda Machado).

Daniel (Rodrigo Andrade) – Filho de Neide (Sandra Corveloni) e Amadeu (Genézio de Barros). É fisioterapeuta alto-astral e sociável.

Leila (Fernanda Machado) – Filha de Neide (Sandra Corveloni) e Amadeu (Genézio de Barros). Ambiciosa, Leila é estrategista e não tem muitos escrúpulos.

Thales (Ricardo Tozzi) – Jornalista modesto, ama Leila (Fernanda Machado) e, por ela, dará novos rumos à sua vida.

Outros personagens

Lutero (Ary Fontoura) – Já foi um famoso cardiologista. Luta para se manter na profissão, apesar das limitações da idade.

Glauce (Leona Cavalli) – Obstetra, Glauce é apaixonada por Bruno (Malvino Salvador). Por amor, se tornará peça-chave do segredo que une Bruno e Paula (Klara Castanho).

Perséfone (Fabiana Carla) – Enfermeira-chefe, ela é muito divertida. Sonha em encontrar um amor de verdade.

Aline (Vanessa Giácomo) – Secretária eficiente e zelosa de César (Antonio Fagundes).

Amarylis (Danielle Winits) – Enfermeira instrumentista de alto padrão. É uma mulher sozinha, carente.

Patrícia (Maria Casadevall) – Ousada e moderna. Após uma traição, passa a rejeitar qualquer relacionamento formal. Mas vai se envolver com Michel (Caio Castro).

Michel (Caio Castro) – Residente bonitão, ele  vai ter um relacionamento com Patrícia (Maria Casadevall).

Renan (Álamo Faço) – Plantonista do hospital, ele está se especializando em Psiquiatria. Tímido e atrapalhado, divide o apartamento com Laerte (Pierre Baitelli).

Laerte (Pierre Baitelli) – Cirurgião plantonista, ele é mulherengo. Mas vai acabar se envolvendo com Raquel (Caroline Rainato).

Raquel (Caroline Rainato) – Essa simpática enfermeira é romântica e vai viver um triângulo amoroso.

Jacques (Júlio Rocha) – Cirurgião jovem e ambicioso, ele quer o lugar de Lutero (Ary Fontoura). Manipulador e observador, vive tentando pegar algum erro de Lutero.

Rogério (Daniel Rocha de Azevedo) – Oncologista sério e dedicado. Sofre com o lado cruel da profissão.

Esther (Paula Braun) – De família judia ortodoxa, Esther é cirurgiã.

Pérsio (Mouhamed Harfouch) – De família árabe. Quer ser cirurgião geral.

Márcia (Elizabeth Savalla) – Mãe de Valdirene (Tatá Werneck), ela é ex-dançarina. Engraçada e despachada, Márcia vende cachorro-quente.

Valdirene (Tatá Werneck) – Filha de Márcia (Elizabeth Savalla). Sonha em dar o golpe da barriga em algum famoso. Mas vai se relacionar com Carlito (Anderson di Rizzi).

Eron (Marcello Antony) – Advogado, vive com Niko (Thiago Fragoso). Já foi casado com uma mulher antes de se relacionar com Niko.

Niko (Thiago Fragoso) – Sensível, tem um relacionamento com Eron (Marcello Antony). É o dono de um restaurante.

Nicole (Marina Ruy Barbosa) – Doce, rica e frágil. Tem a saúde debilitada. Vai se tornar amiga de Leila (Fernanda Machado)

Lídia (Ângela Rebelo) – É a fiel secretária de Nicole (Marina Ruy Barbosa). É uma espécie de “anjo da guarda”.

Atílio (Luis Mello) – Administrador do San Magno. É um homem sério e honesto. Ao longo da trama, terá um problema de amnésia que vai interferir nos rumos da história.

Vega (Christiane Tricerri) – Esposa de Atílio (Luis Melo) e irmã de Glauce (Leona Cavalli). Elegante e ponderada, tem uma família estável.

Gigi (Françoise Forton) – Falida, não consegue manter o alto nível de vida da qual já usufruiu. Vive pedindo dinheiro ao primeiro marido, Atílio (Luis Melo).

Murilo (Emílio Orcciolo Neto) – Acomodado, ele não trabalha e ainda depende dos pais. É um tipo mulherengo. É pai de Sandra (Thavyne Ferrari).

Sandra (Thavyne Ferrari) – Ao mesmo tempo, simpática e séria. Vive com o pai e a avó e é a única sensata em sua família.

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Estou acompanhando a novela sempre que é possível e estou gostando muito do que estou vendo... Um trama cheia de intrigas, bem contemporânea, num ritmo acelerado e com bons personagens e atuações...

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Como acho que ainda é cedo pra abrir um tópico pra isso, vai aqui mesmo:

 

“Em Família” contará com medalhões e velhos conhecidos do autor Manoel Carlos

 

Próxima novela das nove, com estreia prevista para janeiro de 2014, “Em Família” promete ser um reencontro do autor Manoel Carlos com velhos conhecidos. Isso porque a substituta de “Amor à Vida” contará com várias atores que já trabalharam com o dramaturgo em momentos distintos.

 

Christiane Torloni, longe das novelas desde “Fina Estampa” (2011), é um desses casos. Após um hiato de dez anos, quando deu vida à Helena em “Mulheres Apaixonadas”, a atriz voltará a trabalhar com Maneco. Luigi Baricelli, o Fred de “Laços de Família” (2000) também foi confirmado no elenco do folhetim.

 

Vivianne Pasmanter, presente em “Felicidade” (1991),“Por Amor” (1997) e “Páginas da Vida” (2006) é presença garantida, desta vez na pele da grande vilã da história. Tony Ramos, figura constante nas novelas do dramaturgo, e que não trabalhava com o autor desde "Mulheres Apaixonadas" (2003) também estará em “Em Família”.

 

E a lista não para por aí. Medalhões de Manoel Carlos, como Giovanna AntonelliHelena RanaldiNatália do ValleMaitê ProençaDan Stulbach e Alinne Moraes estão confirmadíssimos. Outros que se tornaram conhecidos pelas mãos do autor, como Reinaldo GianechiniBruna MarquezineJulia Feldens e Julia Almeida, que, aliás, é filha de Maneco, também estão escalados. Julia Lemmertz, a última Helena do escritor, Paulo JoséTássia CamargoMarcos PalmeiraCamila CamargoAndré Bankoff,Klebber Toledo e Ana Beatriz Nogueira, a Selma de “Felicidade”, completam a relação.

 

Há ainda outros casos pendentes: Lilia Cabral e José Mayer, também figuras constantes nas novelas do autor, e que estão no ar em “Saramandaia”, também são cotados. A atriz, no entanto, está na mira de Aguinaldo Silva para viver a sua próxima vilã. Alexandre Borges é disputado por “Em Família” e “Além do Horizonte”, próxima das sete. Nanda Costa, a Morena de “Salve Jorge”, em processo de descanso de imagem, tem um personagem desenvolvido especialmente para ela. Sonia BragaRegina Duarte e Glória Pires são cotadas para participações especiais ao longo da história.

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rapaz um time pra ninguém botar defeito viu, sonia braga e regina, poxa

apesar de participação, valerá muitíssimo a pena..::: pode ser q eu veja meno 2 ep. com bastante paciência, claro

:D

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Tô achando um lixo essa parte da novela. Canastrice total é a palavra que me vem a cabeça.

 

A Paloma tem filha sequestrada, é acusada de traficar drogas, apanha na prisão, vai pra um clínica de tratamento mental e lá vai sofrer com eletro-choques... Hein? Nda contra clichês, mas todos clichês possíveis, juntos e misturados ao mesmo tempo, não dá.

 

Sei que as mocinhas das novelas tem que sofrer um pouco, mas o Walcyr tá exagerando. E não creio que esse sofrimento todo tá fazendo o público ter algum carinha pela personagem que continua sem carisma.

 

Aquela cena no tribunal de ontem, com o julgamento da Paloma foi uma coisa incrivelmente ruim. Todo mundo falando ali, parecia reunião de condomínio, não um julgamento.

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Eu assisti ao primeiro capítulo só pra comentar, como fiz com a anterior, e me apaixonei por Félix porque ele é ultra-mega-sexy. Continuei assistindo por causa dele, mas não suportei ir além do sétimo capítulo. Depois do 40º eu vi mais alguns na internet, só as partes em que ele aparece, e captei poucos detalhes do que estava acontecendo com outros personagens.

 

Embora eu o considere charmoso, devo dizer que o jeito caricato do vilão passa do ponto (e eu não me refiro à afetação típica de alguns homens gays). Outro problema é o desenvolvimento dele ser restringido pelas limitações impostas ao personagens gays. A mocinha é pior, não tem carisma, é só uma pessoa totalmente meiga e sem profundidade que sofre muito.

 

As tramas secundárias (e desnecessárias) são terríveis. Os pobres histéricos e dementes que falham como alívio cômico; o casal forçado e constrangedor que tenta ser sexy e eletrizante; o casal de retardados que provavelmente só existe para dar um exemplo positivo de gente gay e contrabalançar Félix... Não parece haver um personagem que valha acompanhar.

 

A morte da garota moribunda, que eu decidi ver porque alguém no meu Facebook comentou o ridículo da reação tranquila das pessoas na festa, certamente é um dos maiores momentos de melodrama, até a alma dela aparece. As cenas em que Félix se entende com a família depois de ser tirado do armário sofrem do mesmo problema, são de uma pieguice insuportável, com falas carregadas de sentimentalismo.

 

Situações forçadas, falta de sutileza, texto aquém das próprias pretensões de ser provocativo, pessoas falando sozinhas para expressar o óbvio e melodrama. A novela é estúpida, como novelas costumam ser. 

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Essa novela é MUITO, mas MUITO mal escrita. Cruz credo!

 

Me lembro que na época que tavam desmascarando o Félix, o Bruno ficava o tempo todo falando de quando ele encontrou a menina na caçamba, e com riqueza de detalhes, e isso o tempo todo, porque toda hora ele contava isso pra algum outro personagem. Cansei de ouvir esse história da caçamba. Agora é o Niko que toda hora fica falando de como o Félix ajudou ele e blábláblá. Vira e mexe ele conta isso de novo. Já cansou essa história também. Ok, Niko, o Félix te ajudou, tá bom. Não precisa ficar contando isso o tempo todo.

 

Ou autor fica querendo martelar certas coisas na mente do público, ou não sabe escrever mesmo os diálogos, então fica no ctrl c + ctrl v o tempo todo, ou as duas coisas.

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Texto perfeito sobre o grande fail que foi essa novela (não bastasse ser muito ruim, mas foi um grande fail também):

 

 

 


 

Top 26: Campanhas sociais que não deram certo em “Amor à Vida”

 

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Walcyr Carrasco aproveitou o fato de escrever uma novela das 21h, tradicionalmente o programa mais assistido do Brasil, para promover diversas campanhas sociais em sua novela. Assuntos polêmicos e questões ignoradas pelo governo foram inseridas na trama do hospital San Magno na esperança de criar um debate entre público e autoridades. O problema é que… nenhuma campanha de “Amor à Vida” emplacou. Vamos ver um apanhado geral de todas elas?

#01- Lúpus
Como era pra ser: Paulinha (Klara Castanho) tem lúpus, uma doença rara que é o sonho de diagnóstico do doutor House. Com o passar dos capítulos, o autor mostraria as dificuldades dos portadores da doença, e a insistência de Paloma (Paolla Oliveira) em incentivar pesquisas sobre o Lúpus revelaria como o Brasil está atrasado nesse tipo de campo.
Como aconteceu: A trama da Paulinha arrastou-se dramaticamente por duas semanas, Paloma surtou mais que apresentador de programa policial e depois todo mundo se esqueceu da doença da menina, lembrada apenas em algumas ocasiões. As tais pesquisas sobre o Lúpus acabaram servindo apenas para deixar Paloma ainda mais chata, porque ela queria salvar as finanças do hospital incentivando o estudo da doença que -olha só que coincidência- sua filha tinha e seria a maior beneficiária.

#02- Câncer de Nicole
Como era pra ser: Nicole (Marina Ruy Barbosa) seria diagnosticada com Doença de Hodgkin, e o autor mostraria a dura vida de uma garota com câncer em meio ao primeiro amor.
Como aconteceu: A atriz se recusou a raspar a cabeça e o autor escreveu uma morte para a personagem. Detalhe 1: ela morreu de desgosto, e não de câncer. Detalhe 2: a Doença de Hodgkin é branda e tem 90% de chance de cura. Ou seja, mostrando a morte da personagem, Walcyr Carrasco, na verdade, prestou um desserviço ao público.

#03- Preconceito contra gordos
Como era pra ser: Perséfone (Fabiana Karla) é uma enfermeira obesa e é constantemente motivo de chacota entre os outros personagens da novela. Ao se casar, a família do marido se coloca contra o casamento com uma moça gorda. Assim, “Amor à Vida” tinha a intenção de mostrar a difícil vida dos gordinhos.
Como aconteceu: Ninguém levou a sério a questão do preconceito contra gordos(exceto os próprios gordos, revoltados com a abordagem absurda do tema). Para piorar, a tal família preconceituosa com a Perséfone tem uma filha austista vítima de muito preconceito, então CADÊ A COERÊNCIA???

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#04- Alcoolismo
Como era pra ser: Vívian (Ângela Dip) é a dona de um bar e foi internada com cirrose no San Magno. Através de visitas no AA, Vivian seria o exemplo para tantos brasileiros que sofrem desse vício do álcool.
Como aconteceu: A trama da dona de bar alcoólica durou apenas dois capítulos (porque Walcyr precisava enrolar) e ninguém comprou muito o drama da figurante. Às vezes ela tenta beber um copo, mas aí entra logo um personagem chato em cena com uma lição de moral mais didática e chata que panfleto do Ministério da Saúde.

#05- AIDS (feat. Câncer)
Como era pra ser: Inaiá (Raquel Villar) descobriu ter AIDS e um câncer raro, então a novela fomentaria um debate a respeito da DST, além de mostrar como o vírus HIV não é um problema exclusivo dos homossexuais.
Como aconteceu: A AIDS de Inaiá serviu apenas para ela ser expulsa da casa de um médico figurante e cair nos braços do psicólogo figurante. A tal campanha pela prevenção da AIDS acabou ficando em apenas um diálogo chato de Lutero (Ary Fontoura).

#06- Autismo
Como era pra ser: Com uma personagem autista como Linda (Bruna Linzmeyer), a novela poderia ter abordado o tratamento e como a sociedade é preconceituosa com os autistas.
Como aconteceu: O tal tratamento acabou sendo botar Linda numa esteira de academia durante dois meses de “Amor à Vida” e o maior preconceito veio de sua própria mãe. Aí o Walcyr Carrasco decidiu enfiar o advogado Rafael (Rainer Cadete) para ter um romance com Linda, algo proibido pelas leis brasileiras e não recomendado nem mesmo para estudiosos do autismo. Mas quem liga, né? Vamos botar esse advogado com problemas cognitivos namorando essa autista que tá beleza!

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#07- Primeira vez
Como era pra ser: Jonathan (Thalles Cabral) está naquela fase que só pensa na primeira transa, então caberia na novela algumas palavras sobre as dificuldades dos jovens e lições de educação sexual.
Como aconteceu: Fomos obrigados a ver uma cena longa e constrangedora envolvendo César (Antonio Fagundes) e Félix (Mateus Solano) dando uma aula sobre sexo seguro, tão natural quanto encontrarmos um dinossauro cruzando a Avenida Paulista.

#08- Incentivo à Leitura
Como era pra ser: Walcyr Carrasco quis aproveitar o público gigantesco de uma novela das nove para mostrar como a leitura é algo importante e comum, então colocou diversos personagens lendo e recomendando livros durante as cenas.
Como aconteceu: O incentivo à leitura virou uma grande piada, e os personagens recomendam romances no meio de cenas de briga, cenas de amor. Faltou só Paloma recomendar o “Kamasutra” ao Bruno (Malvino Salvador) no meio do sexo…

#09- Barriga Solidária
Como era pra ser: Niko (Thiago Fragoso) e Eron (Marcello Antony) queriam ter um filho, então procuraram alguém para gestar uma criança. Walcyr mostraria então as dificuldades da lei, os conflitos de interesses entre o desejo da barriga solidária e os pais homossexuais.
Como aconteceu: Amarilys (Danielle Winits) virou uma vilã psicopata, quase uma madrasta da Branca de Neve. Todo a conversa sobre barriga solidária foi jogada na caçamba porque o público queria mais ver o circo pegando fogo na casa dos gays.

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#10- Adoção de Crianças
Como era pra ser: Niko (Thiago Fragoso) e Eron (Marcello Antony) queriam ter um filho, então procuraram alguém para gestar uma criança adotar. Walcyr mostraria então as dificuldades da lei, os conflitos de interesses entre o desejo da barriga solidária lei e os pais homossexuais.
Como aconteceu: A adoção correu sem problemas e sem burocracia. Coerência com a realidade para quê, né?

#11- Racismo
Como era pra ser: Walcyr Carrasco não colocou nenhum personagem negro no começo da novela para criticar como a etnia se encontra pouco representada em cargos que exigem um nível de escolaridade maior.
Como aconteceu: Ah? O que foi, produção? O Walcyr apenas se esqueceu de colocar atores negros na novela mesmo? Nossa, sorte que depois ele saiu enfiando diversos figurantes da etnia para disfarçar a baita gafe, né?

#12- Incesto
Como era pra ser: Com o namoro entre Herbert (José Wilker) e Gina (Carolina Kasting), supostamente pai e filha, Walcyr Carrasco flertaria com o assunto do incesto, um tema sempre muito polêmico.
Como aconteceu: Depois da reação de nojo do público a respeito do incesto, Walcyr arregoue falou que Herbert não é pai de Gina, colocando a menina para fazer par romântico com outro ator. Agora, na reta final, Ordália (Eliane Giardini) dá pra trás mais uma vez e falou que pode ser. Na dúvida, continuamos achando nojento aqueles dois juntos.

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#13- Evangélicos
Como era pra ser: Valdirene (Tatá Werneck) seria uma periguete que se converteria, e se tornaria uma cantora Gospel de sucesso. Assim, Walcyr poderia mostrar como os evangélicos vêm ganhando espaço na sociedade.
Como aconteceu: Valdirene se mantém periguete até hoje e as duas evangélicas da recepção do San Magno são umas malas que ofendem os outros personagens e distribuem indistintamente bíblias tiradas de sabe-se-lá-onde para os transeuntes. Depois, surgiu uma igreja evangélica surreal no bairro pobre e fez praticamente uma lavagem cerebral na Gina, deixando-a com ainda menos personalidade.

#14- Diferença Social em Relacionamentos
Como era pra ser: Com casais formados por patrões e empregados, haveria uma discussão sobre a função das castas sociais da atualidade, podendo fazer praticamente uma nova Revolução Francesa.
Como aconteceu: Ninguém ligou muito para a diferença de Bruno e Paloma, ou então Pilar (Susana Vieira) e Maciel (Kiko Pissolato) se pegando. Quer dizer, as imagens da personagem transando com o motorista assombram até hoje minha mente.

#15- Amor na Terceira Idade
Como era pra ser: Poderiam os idosos terem relacionamentos amorosos como os jovens? Alguém da terceira idade é praticamente um inválido? Vamos discutir sobre os idosos do nosso Brasil.
Como aconteceu: Bernarda (Nathália Thimberg) foi pra cama com Lutero (Ary Fontoura) e depois sambou na cara das recalcadas quando voltou pra casa. “Funciona sim!” disse a vovó safadinha para o neto e a filha. Tirando o diálogo constrangedor, o amor na terceira idade não chamou a atenção.

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#16- Perigos de métodos arcaicos de Psiquiatria
Como era pra ser: Paloma foi internada em uma clínica psiquiátrica de método antiquado, envolvendo choque elétrico e tudo mais. Uma ótima chance para se discutir os caminhos da moderna psiquiatria e o tratamento de pessoas com distúrbios mentais.
Como aconteceu: Todo o debate foi ralo abaixo quando Lutero invadiu o hospital psiquiátrico, distraindo a dona do lugar arremessando seus livros da estante, e sequestrou Paloma. Desde então, ninguém mais citou aqueles momentos (literalmente) chocantes.

#17- Bissexualidade
Como era pra ser: Eron, ao contrário de Niko e Félix, gosta tanto de homens quanto de mulheres. Assim, o debate dessa vez seria a respeito da bissexualidade, uma condição que muitas pessoas não acreditam que possa existir.
Como aconteceu: Um dia Félix falou “Ele é bi? Só se for uma BI…chona!” e aí acabou o debate sério sobre a bissexualidade.

#18- Envelhecimento de um Médico
Como era pra ser: Lutero perdeu seu posto no San Magno pois não mantinha mais a firmeza nas mãos. Ótima oportunidade para falar sobre o caso dos médicos que chegam a uma idade que os impossibilitam de trabalhar como antes.
Como aconteceu: O caso foi esquecido, até hoje fazem piadas envolvendo a mão trêmula de Lutero e ninguém mais se importa com o núcleo médico.

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#19- Sadomasoquismo
Como era pra ser: Marilda (Renata Castro Barbosa) aparecia em todas as cenas com marcas no corpo, e os outros funcionários pensavam ser caso de agressão doméstica. Depois, descobrimos que Marilda e seu namorado eram adeptos de Sadomasoquismo, e assim tal prática poderia vir a ser melhor difundida no Brasil através da novela.
Como aconteceu: Walcyr Carrasco não soube gerenciar a história e abandonou o sadomasoquismo, voltando para a agressão doméstica.

#20- Diferença de Idade
Como era pra ser: Joana (Bel Kutner) começou a namorar Luciano (Lucas Romano), e foi julgada por ser mais velha que o novinho. Ótima desculpa para falar da diferença de idade.
Como aconteceu: Todo mundo ignorou a diferença de idade quando o safado começou a extorquir dinheiro da namorada.

#21- Dupla Personalidade
Como era pra ser: Atílio (Luis Mello) sofreu um acidente e foi parar no subúrbio, onde perdeu a memória e adotou uma identidade mais safada. E agora, o que fazer com uma pessoa com dois lados distintos? Interessante, né?
Como aconteceu: Atílio está até hoje enrolando pra resolver seu problema. Bem, pelo menos a novela está representando bem a demora para marcar consultas.

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#22- Preconceito contra o Funk
Como era pra ser: Carlito (Anderson di Rizzi) se torna um cantor de funk por acidente e faz sucesso. Duas enfermeiras do San Magno abandonam a carreira na medicina para se dedicarem à dança nos show dele. Assim, o funk seria abordado como uma maneira alternativa de se conseguir êxito profissional.
Como aconteceu: O funk do Carlito é tão chato que até mesmo os funkeiros passaram a ter ódio do gênero musical.

#23- Virgindade
Como era pra ser: Perséfone (p***a, de novo ela aparece aqui???) é uma virgem com mais de trinta anos, e assim Walcyr poderia mostrar a vida dessas pessoas que, por algum motivo, não tiveram uma relação sexual mesmo passando das 3 décadas de existência.
Como aconteceu: A virgindade de Perséfone acabou sendo associada à gordura dela, e não à chatice. Desse jeito, ela ficou apenas com o plot da obesidade.

#24- Mania de Limpeza
Como era pra ser: Laerte (Pierre Baitelli) tem problemas com louça suja. Já entenderam a dinâmica desse post, né? Era a oportunidade de se falar sobre TOC.
Como aconteceu: A namorada de Laerte pegou AIDS e ele a botou pra fora de casa, chamando-a de “xícara suja”.

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#25- Judeus x Palestinos
Como era pra ser: Rebeca (Paula Braun) e Pérsio (Mouhamed Harfouch) vivem um romance proibido por causa de suas religiões opostas. Será que os problemas religiosos ainda têm espaço em um mundo tão moderno e avançado como o nosso?
Como aconteceu: Eles são tão irrelevantes na novela que ninguém nem entendeu o problema.

#26- Assédio Moral
Como era pra ser: Félix chamava a sua funcionária de “cadela”, propiciando o debate a respeito do assédio moral e maus tratos a trabalhadores em empresas.
Como aconteceu: A funcionária não denunciou Félix e apenas o chamou de “cachorro”. Parabéns, mulher, você é uma vitoriosa na Jumentolândia.

 

 

http://coisasdenovela.pop.com.br/top-26-campanhas-sociais-que-nao-deram-certo-em-amor-a-vida/

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Bem, pelo menos a novela acabou muito bem. Num último capítulo teve cenas ótimas em relação a Felix, César, Niko, Márcia e Valdirene (que no fim foram os únicos personagens da novela que renderam alguma coisa).

 

Achei um absurdo enorme casarem a autista, alguém incapaz, com mentalidade de criança, que nem sabia o que é um casamento. Essas cenas foram uma vergonha alheia total. Romanceando demais algo que não dá pra romancear.

 

Acabar com "Eu te amo, meu filho" do César pro Félix foi bem tocante (mesmo que seja discutível se o Félix merecia esse "prêmio" depois de tanta coisa ruim que fez no começo/meio da novela), e o alardeado beijo gay no fim foi do jeito que deveria ser, discreto, mas forte. Sem nada sexual, só a demonstração de afeição dos personagens (que era o que a cena pedia).

 

Enfim, acabou\o/ a pior novela das 9 dos últimos 10 anos.

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