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Um Crime de Mestre (Fracture)


-felipe-
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http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/crime-de-mestre/crime-de-mestre-poster01.jpg

Willy Beachum (Ryan Gosling) é um jovem e ambicioso promotor público,

que está no melhor momento de sua vida profissional. Ele nunca perdeu

um caso e está prestes a assumir um cargo na famosa agência Wooton

Sims. Porém, antes de deixar o cargo de promotor ele tem um último

desafio pela frente: Ted Crawford (Anthony Hopkins). Após descobrir que

sua esposa o estava traindo, Ted a matou com um tiro na cabeça. Parecia

um caso simples, já que era um crime premeditado e com uma confissão

clara, mas Ted cria um labirinto tão complexo em torno do caso que

consegue sua absolvição. Desejando ver Ted preso, Willy passa a

persegui-lo, colocando em risco sua própria carreira.

crime-de-mestre02t.jpg crime-de-mestre03t.jpg

 

Estréia essa semana aqui no Brasil. 

 

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http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/crime-de-mestre/crime-de-mestre-poster01.jpg

Willy Beachum (Ryan Gosling) é um jovem e ambicioso promotor público' date=' que está no melhor momento de sua vida profissional. Ele nunca perdeu um caso e está prestes a assumir um cargo na famosa agência Wooton Sims. Porém, antes de deixar o cargo de promotor ele tem um último desafio pela frente: Ted Crawford (Anthony Hopkins). Após descobrir que sua esposa o estava traindo, Ted a matou com um tiro na cabeça. Parecia um caso simples, já que era um crime premeditado e com uma confissão clara, mas Ted cria um labirinto tão complexo em torno do caso que consegue sua absolvição. Desejando ver Ted preso, Willy passa a persegui-lo, colocando em risco sua própria carreira.

crime-de-mestre02t.jpg crime-de-mestre03t.jpg

Estréia essa semana aqui no Brasil. 
[/quote']

 

 

 

FIQUEI SABENDO QUE ESTE FILME É MUITO BOM!
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UM CRIME DE MESTRE - 5/10 - Infelizmente o filme não cumpre as suas promessas e fica num incômodo meio termo. Inicialmente a trama tenta sustentar o seu "plot" usando um argumento frágil, alegando que as "distrações" fizeram com que o advogado cometesse um erro primário no julgamento do caso. No decorrer do filme parece que a única ação possível é fazer com que os policiais vão até a casa da vítima encontrar uma arma escondida e acaba virando uma alternativa cansativa. Geralmente esses filmes que se utilizam de algum artifício que se ampara por alguma brecha da lei ( me lembro dos filmes baseados nos livros John Grisham e "Risco Duplo", suspense fraquinho com Ashley Judd e TommY Lee Jones ) sempre acabam tendo uma abordagem bacana, mas aqui confesso que o roteiro não soube valorizar muito essa alternativa já que a ação é praticamente nula e não muitas opções a serem exploradas. O desfecho é satisfatório, talvez o elemento mais discutível seja a inserção de um outro argumento legal relacionado a área civil do Direito que torna o filme um pouco mais burocrático, mas consegue ser simples e eficiente, mas não é nenhuma Brastemp. Ryan Gosling ( um ótimo ator ) tem uma atuação boa, muito embora o roteiro torne seu personagem em um sujeito não tão inteligente como deveria no começo, mas aos poucos o tom vai se acertando e termina bem. Anthony Hopkins tenta fazer um tipo mais "engraçado", mas acaba ficando meio caricato e não chega a ser um personagem especialmente marcante ( o porte do ator ajuda, mas não é o suficiente ). David não tem muito o que fazer, mas uma grata surpresa foi a bela Rosamunda Pike que, apesar de um papel ingrato ( é um interesse amoroso que não se desenvolve muito bem ), possui uma postura em cena atraente e sofisticado. Um filme com poucos atrativos e a direção sonolenta de Hoblit e a trilha incômoda atrapalham mais ... Thiago Lucio2007-05-21 11:55:54

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Não sou entendido de direito' date='mas já que têm muito advogado aqui....

 

SPOILER

 

O Antony poderia ser julgado por assassinato por ter desligado os aparelhos da esposa dele,pelo o que mostrou no filme,legalmente?
[/quote']

 

Perguntaria outra coisa tb: tudo bem que legalmente existem uma série de alternativas, brechas na lei, mas como a justiça libera uma autorização para uma pessoa, que acabou de ser julgada - mesmo que ao fim tenha sido declarada inocente - por uma tentativa de assassinato, permitindo que ele permita o desligamento das máquinas da pessoa que foi justamente a vítima desse julgamento ... ok, incoerências ocorrem, mas será que chegaria a esse grau de absurdo ????

 

Quanto ao que vc perguntou acho que tem lógica sim, embora não conheça qual seja o amparo legal disso ... mas o que o personagem do Hopkins alega é que ele não pode ser acusado pelo mesmo crime 2 vezes, ou melhor, pela tentativa de assassinato, porém a partir do momento em que novas pistas são encontradas e o crime efetivamente acontece ( ou seja, deixa de ser uma tentativa pra ser um crime de fato ) passa a ser um outro caso ...
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Entendí o que vc falou Thiago' date='mas quando o Antony desliga os aparelhos da esposa,parace que ele fez isso com amparo legal.Logo,ele não poderia ser julgado por assassinato quando desligou os aparelhos.[/quote']

 

Ok, ele faz isso com o amparo legal tratando-se da acusação de tentativa de assassinato em que ele foi julgado inocente, mas a partir do momento em que novas pistas são encontradas ele deixa de ser inocente e passa a sofrer uma nova acusação não pelo 1º crime, mas pelo 2º crime.
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Qual seria seria esse 2º crime?

Se foi assassinato (por ter desligado os aparelhos que mantiam a esposa viva) creio que isso não poderia ser cosiderado crime.

Porque,pela a impressão que ficou no filme,ele fez isso com amparo legal,ele não invadiu o hospital de desligou tudo na marra,o que poderia ser considerado crime,mas ele fez isso com amparo legal,o que não pode ser considerado crime.

É isso que estou falando:

Anulando o 1º e considerando apenas o 2º;Se ele fez com amparo legal,não pode ser considerado crime,logo,ele não poderia ser processado por um 2º crime.
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Thiago' date=' o nome do filme é "Um Crime de Mestre", "Um Crime Perfeito" é um filme maneiraço com Michael Douglas, Gwyneth Paltrow e Viggo Mortensen. 03.gif [/quote']

 

Puts, errei feio ... rs ... já corrigi ... e "Um Crime Perfeito" é mais ou menos, mais pretenção do que realização ... 6/10 ...
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Qual seria seria esse 2º crime?

Se foi assassinato (por ter desligado os aparelhos que mantiam a esposa viva) creio que isso não poderia ser cosiderado crime.

Porque' date='pela a impressão que ficou no filme,ele fez isso com amparo legal,ele não invadiu o hospital de desligou tudo na marra,o que poderia ser considerado crime,mas ele fez isso com amparo legal,o que não pode ser considerado crime.

É isso que estou falando:

Anulando o 1º e considerando apenas o 2º;Se ele fez com amparo legal,não pode ser considerado crime,logo,ele não poderia ser processado por um 2º crime.
[/quote']

 

Hummm, entendi ... mas será que esse amparo legal não foi concedido apenas pelo fato dele ter sido inocentado e a partir do momento que novas pistas são encontradas, ele passa a ser um suspeito por um novo crime, no caso o 2º ??? Fiquei na dúvida agora ...
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Eu já consultei o Dook ... tentei simular uma situação envolvendo a Angélica e o Luciano Huck ( a minha primeira opção foi a rainha Elisabeth e o Tony Blair ) pra evitar ao máximo de spoilers ... não sei se consegui ... ou melhor, acho que não ... mas vamos ver o que ele me responde ... rs06

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Nossa, achava q o filme era legal. No rt tá com 72% rotten, unicamente graças às atuações de Ryan Gosling e Anthony Hopkins. De qq forma verei o filme sim, pois sou fãzóide de Hopkins, mesmo parecendo q ele está fazendo um personagem q ele já tá craque em atuar (o q não tira a glorificação q ele merece): o Dr. Hannibal Lecter.

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ahAUahUhauH

Deve ter sido engraçado vc tentar tirar uma dúvida de um filme sem fazer spoiler06

 

Ele me esclareceu a questão de não poder ser julgado pelo mesmo crime duas vezes ... algo que até estava claro pra gente ... mas devolvi lhe questionando a respeito do suposto 2º crime ... vamos aguardar ...
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Rafal,

conversei com o Dook e pelo que ele me explicou parece que houveram 2 incoerências ...

 

A primeira é aquela que eu comentei ... como é que a justiça autoriza uma pessoa recém-saída de um processo acusando-a de tentativa de assassinato - mesmo que tenha sido considerada inocente - a desligar os aparelhos que mantém justamente a vítima desse 1º crime ...

 

A outra é que ele me disse que as duas situações ( tentativa de assassinato e desligamento dos aparelhos ) são dois casos distintos e independentes e que ele acredita que os aparelhos não poderiam ser desligados apenas com a alegação de parentesco ainda mais quando ela estava em coma, ou seja, ainda viva ... ele acredita que pode haver uma brecha na justiça americana que permita isso ...

 

Acho que é isso ... o final não é justificável ... acho que o único que pode contradizer isso que eu coloquei é o próprio Dook caso ele assista o filme e tenha alguma outra impressão que eu não consegui colocar ... é isso ...
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