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Forum Cinema em Cena

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  • Members

 

Acho que essa é a crítica que eu mais discordei do Pablo.

 

Minha nossa senhora esse filme é RUIM, RUIM, RUIM!!!!!!!!!

 

Seja como humor, que é inexistente ou como exercício para mostrar a insatisfação do homem de classe média chegando a meia idade com a sua vida, incluindo é claro casamento e sexo.

 

Os dois protagonistas são dois homens estúpidos saidos diretamente de um sitcom familiar e com poucas ou nenhuma qualidade redentoras. Simlesmente não dá para gostar ou achar engraçado em uma cena que o cara confunde uma casa de massagem com um prostíbulo... Lembrem-se de Trovão Tropical: Nunca vá completamente retardado.

 

E quanto ao humor "desconfortável" que os Farrely se especializaram, se vocês alguém acha que um quarentão lançando cantadas cafonas em um bar é engraçado, essa pessoa precisa ver mais filmes de comédia. As cenas de humor neste filme vão para o mais básico denominador comum tendo que apelar até para as cenas com pênis.

 

Por fim, me desculpe Pablo, mas a mensagem do filme ficou sentimentalóide sim, com o filme gritando "Hey, monogamia é a melhor coisa do mundo".

 

Uma idéia bacana mas usada de forma medíocre, com uma cena que serve de metáfora para o filme inteiro. Um gordinho que comeu bolo de maconha e vai fazer coco no banco de areia do campo de Golf...

 

Lucasfilmes2011-03-12 13:40:47

  • Members

Concordo em quase tudo com o Lucas.

 

De onde surgiram aqueles homens gratuitamente pelados, numa academia? Se fosse sauna, deles deveriam aparecer, no mínimo, com uma toalha.

 

O filme não é o constrangimento pelo humor, mas o contrangimento por ele mesmo. A cena, por exemplo, em que o Luke Wilson está vestido com uma camiseta de faculdade, onde ele ñ estudou, pra tentar impressionar a loira: patético, em especial quando ela acredita em tudo o que ele diz, no lado de fora do restaurante.

 

O uso do bolo de maconha é de um clichê absurdo. Foi usado recentemente, num filme com a Katherine Heigl (Par Perfeito ou aquele com um bebê, não sei).

 

Se a crítica se preocupasse mais em falar o que era engraçado e o porquê, ao invés de ficar descrevendo personagens, talvez eu ficaria menos inconformado às quatro estrelas dadas ("nãão leve as cotações tão à sério!"). Não é dito, por exemplo, a função totalmente acessória (e descartável) dos coadjuvantes. Os amigos só fazem número na cena do restaurante. No jogo de golfe com maconha, os dois protagonistas poderiam facilmente dar conta dos efeitos da erva. Mas não, prefere-se celebrar a presença do ator habital parceiro de Ricky Gervais.

 

Resumindo: o Pablo foi pago pela Warner para falar bem do filme.

Tá, isso pode parecer absurdo, mas o fato é que achei a crítica bem ruim.

 

 

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