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Questão

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  1. Flanagan tentando vender a ideia dele de A HORA DO PESADELO para o estúdio. ESTÚDIO: Então, Mike, a sua ideia e legal, e a gente gostou de DOUTOR SONO, mas ele não fez grana, né? FLANAGAN: Mas a crítica gostou. ESTÚDIO: Mas não fez muito dinheiro FLANAGAN: Mas o Tarantino gostou! Ele achou melhor que Coringa. ESTÚDIO: É um argumento que a gente vai considerar. Mas tem que ver que o Tarantino também gostou dos Tres Mosqueteiros do Paul W. Anderson, né?😂
  2. Adam Sandler ganha prêmio de melhor ator pelo longa ‘Uncut Gems’ Adam Sandler ganha prêmio de melhor ator pelo longa 'Uncut Gems' (Crédito: Divulgação) Estadão Conteúdo 04/12/19 - 16h26 - Atualizado em 04/12/19 - 16h46 22 A National Board Review – NBR -, associação de críticos de cinema fundada nos Estados Unidos em 1909, divulgou nesta quarta-feira, 4, uma lista com os seus ganhadores. A surpresa ficou para Adam Sandler, que inesperadamente ganhou na categoria de Melhor Ator, em que concorria com ninguém menos que Joaquin Phoenix, de O Coringa. O reconhecimento foi dado ao ator pela sua atuação em Uncut Gems, Dramédia que conta a história de Howard Ratner (Sandler), um joalheiro de Nova York prestes a falir, que tem uma oportunidade de se recuperar financeiramente caso consiga vender uma pedra não lapidada vinda diretamente da Etiópia, que contém uma série de minerais preciosos. O filme, que ainda não tem data de estreia certa no Brasil, tem sido um grande sucesso de crítica. No entanto, ninguém poderia imaginar que ele conseguiria tirar o troféu de Coringa, que atingiu recordes inesperados nas bilheterias de cinema por todo o mundo. FONTE: ISTOÉ INDEPENDENTE
  3. Durante entrevista ao Bloody Flicks, Robert Longstreet comentou brevemente sobre “Halloween Kills“, próximo filme da famosa franquia de suspense/terror. O ator se mostrou bastante empolgado. As filmagens foram concluídas há algumas semanas. Halloween Kills chega aos cinemas em 16 de outubro de 2020, enquanto Halloween Ends estreia em 15 de outubro de 2021. O novo filme de Halloween chegou aos cinemas em 2018, e com orçamento estimado em US$ 10 milhões, arrecadou US$ 255 milhões ao redor do mundo, além é claro de receber aclamação da crítica. FONTE: O VÍCIO
  4. Diretor de ‘Cats’ comenta sobre as reações negativas ao visual dos personagens Por Allan Torres Publicado em 06/12/2019 às 13:51 FacebookTwitterWhatsAppE-mailMais... COMPARTILHE! Após a divulgação do primeiro trailer de ‘Cats‘, o público reagiu de forma negativa à aparência dos personagens, o que deu origem a uma série de piadas nas redes sociais. Por conta disso, o diretor Tom Hooper revelou à Empire que a equipe de efeitos alterou o visual dos gatos para evitar novas críticas e encarou a repercussão de forma humorada. Hooper aproveirou para esclarecer que os efeitos vistos no trailer não eram o produto final, mas as críticas ajudaram a equipe de efeitos a fazer os ajustes necessários. FONTE: CINEPOP
  5. Roteiro do novo filme está sendo polido e McFarlane promete que reboot vai sair Por McFarlane diz que não é uma questão de “se” e sim “quando” o filme vai sair, prometendo em entrevista que o projeto do novo longa metragem do Spawn seguirá em produção com ou sem estúdio por trás. “Exatamente agora um outro escritor/diretor está polindo o roteiro que nós lhe entregamos”, disse McFarlane ao IGN. “Supostamente deve estar pronto em algumas semanas, e então vamos arrumar e apertar mais algumas coisas, daí iremos a Hollywood obter um sim ou não”. Capa de Spawn #285, por Francesco Mattina – daria um ótimo pôster ou pelo menos um belo visual a ser seguido para o reboot/novo filme do Spawn! Todd diz que tem pessoas com dinheiro para ajudá-lo a fazer esse filme. A única questão seria: ir a Hollywood fazer um trato com eles, ir pra produção e depois voltar à Hollywood ou fazer por conta própria com investimento de terceiros, e depois voltar pra Hollywood. “De qualquer jeito, o filme vai sair”, disse Todd. Ele também comenta que a melhor maneira seria já ter um estúdio por trás do filme com tudo certo, para já poder chegar aos fãs e dizer: “O filme vai estrear dia tal”, ao invés de concluir todo o filme pra só depois saber quando ele estreará realmente. Capa de Spawn #290, por Francesco Mattina – perceba que é uma homenagem a histórica capa #1 e que o visual desenhado por Mattina poderia ficar ótimo num filme, não acham?! Uma das coisas negativas em não se ter um estúdio já fazendo parte do filme, é na hora de fechar os contratos com os artistas, pois quando chegam até os advogados, tem-se tantas incertezas que acabam atrapalhando, como quantos cinemas vão estar exibindo, qual o plano de divulgação do filme e por aí vai. “Eles querem a coisa certa”, diz McFarlane, referenciando os advogados dos artistas. Também comenta que “é difícil convencer o pessoal de Hollywood a fazer um filme R Rated – para maiores de 18 anos nos EUA – um filme sério, de terror e que por acaso tem um super-herói”. Enquanto Hollywood foca apenas na parte do herói McFarlane comenta: “Eu quase desejo tirar essa parte do filme”. FONTE: SPAWN BRASIL
  6. Amanda Seyfried e Lily Collins atuarão em “Mank”, filme sobre roteirista de “Cidadão Kane” MAYUMI YAMASAKI 16/10/2019 11:53 Uma leva de atores famosos entrou para o elenco de “Mank”, do diretor David Fincher. De acordo com o The Hollywood Reporter, Amanda Seyfried, Lily Collins e Tuppence Middleton atuarão ao lado de Gary Oldman na produção. A informação foi noticiada nesta terça-feira (15). O filme, que deve ser em preto e branco, conta a história de Herman Mankiewicz — o homem que é co-autor de “Cidadão Kane” junto com Orson Welles. Um dos focos do enredo deve ser a intriga que existiu entre os roteiristas, porque o protagonista chegou a afirmar antes de sua morte que o colega tinha tentado ficar com todo o crédito pela escrita desse clássico. Convém dizer que “Cidadão Kane” não foi o único projeto de sucesso de Mankiewicz. Isso porque ele trabalhou também em outros sucessos da história do cinema como “O Mágico de Oz” (1939), “Ídolo, Amante e Herói” (1942) e “Os Homens Preferem as Loiras” (1953). Até o momento, não há muitas informações sobre quais personagem cada ator interpreta. Apesar disso, já foi divulgado que Oldman será o protagonista, Seyfried será a atriz Marion Davis, Collins será a secretária Rita Alexander, Tom Burke será Welles e Tom Pelphrery será irmão de Mankiewicz. A má notícia é que “Mank” ainda não tem data para estrear na Netflix FONTE: PAPEL POP
  7. Apesar de já estar muito tempo sem informações concretas da já anunciada produção de um longa-metragem inspirado no universo do cinematográfico Metal Gear, de Hideo Kojima, tudo indica que o desenvolvimento do filme está encaminhado. As revelações foram postadas na conta do Twitter do próprio diretor Jordan Vogt-Roberts, responsável pela direção de Kong: A Ilha da Caveira, em mensagem atualizando sobre o andar de seu atual projeto. 1.066 pessoas estão falando sobre isso "BÔNUS SE VOCÊS VIERAM ATÉ O FINAL: Me desculpem se não posso atualizá-los sobre o filme de MGS mais regularmente... mas: - Nós apenas nos voltamos para um novo projeto. É cheio de individualidades de Kojima e surrealismo militar. Eu não irei dizer mais. - Estou esperando encontrar um ator específico muito em breve - Vamos fazer o filme!" O diretor, que também fez uma participação especial em Death Stranding atuando como “O Diretor de Cinema”, compartilhou, no mesmo post, uma imagem do atual script da adaptação de Metal Gear. Ainda não há previsão de lançamento para o filme e outras confirmações sobre seu cast e produção. Mas saber que o filme acontecerá é, por enquanto, uma excelente notícia. FONTE: VORTEX
  8. Capaz se ele tentar fazer um filme ruim de propósito, acabar saindo uma coisa boa😂
  9. Filmes (independente da qualidade) são reflexos de sua época. O papel cultural da mulher está sendo revisto nos dias de hoje, quer gostemos ou não. Não é uma questão de modinha. Não tem como fazer um filme das Panteras hoje, onde as protagonistas são mulheres que atuam em um mercado tipicamente masculino, sem abordar essa temática. E quanto a necessidade do filme existir, bom a necessidade de um filme das Panteras é a mesma de um novo filme do Indiana Jones, por exemplo, ou de uma série do Jack Ryan. Por isso, que continuo sem entender a sua comparação. CAÇA FANTASMAS e 12 MULHERES... foram filmes que subvertiam o conceito original dos filmes. Isso não tem nada a ver com o que AS PANTERAS faz, creio eu. Pegamos outro exemplo. Alguém pediu um novo JUMANJI? Não. Fez dinheiro pra caralho? Fez. Alguém pediu sequência de O ILUMINADO? Não. O filme é bom? É. Fez dinheiro? Não. Então, esse argumento de "Ninguém pediu" pode ser aplicado a um monte de filme que nem é protagonizado por mulher, e que não define a qualidade do filme e (ou) o seu desempenho financeiro.
  10. Ai já é outro argumento, que não tem nada a ver com os filmes citados anteriormente por você. E desde quando alguém precisa "pedir" um filme pra ele existir (ou pra ele ser bom)? Ninguém "pedia" um filme de origem do Coringa, mas tá ai.
  11. De novo, o que isso tem a ver com as Panteras? Elas sempre foram mulheres. não é um filme "versão muié", ora.
  12. Questão

    Frozen 2

    To dizendo, o filme dos "incels homicídas" não é CORINGA, e sim FROZEN 2. Primeiro o sujeito se masturbando com o boneco do Olaf, e agora isso.😂
  13. Nao entendi a sua comparação, SOTO. CAÇA FANTASMAS e 12 HOMENS eram franquias que tinham contra eles o fato de serem anteriormente protagonizadas por homens. AS PANTERAS sempre teve um elenco feminino. E o ultimo filme das Panteras era de 2003. São dezesseis anos de diferença. Dentro da ótica hollywoodiana atual, isso é praticamente uma eternindade.
  14. Fora que depois do documentário "Leaving Neverland" o pessoal voltou a dar uma rejeitada no Michael. Tanto que o Disney + tirou o episódio dos Simpsons com a participação dele, e mandou a Fox não exibir mais.
  15. Nunca tinha parado pra pensar no Flanagan, mas já tem o meu voto; pois o acho pereito pra essa cadeira. Ele tem toda uma vibe de trabalhar a narrativa dos filmes dele em camadas que começam a se misturar, que tem tudo a ver com a franquia. E pelo jeito, o cara tá empenhado em conseguir o projeto, já que voltou a falar sobre ‘A Hora do Pesadelo’: Mike Flanagan fala sobre sua ideia para o novo filme Por Nefferson Taveira Publicado em 27/11/2019 às 19:35 FacebookTwitterWhatsAppE-mailMais...20 COMPARTILHE! Em entrevista ao Bloody Disgusting, o diretor Mike Flanagan (‘Doutor Sono‘) revelou que tem uma ótima ideia para um novo filme da franquia ‘A Hora do Pesadelo‘. Ele continua, “Estou doido para chegar lá e contar para eles. Se pudermos fazer isso, vai ser muito legal.” Flanagan já havia declarado o seu interesse anteriormente no Twitter. FONTE: CINEPOP Só espero que o fraco desempenho comercial de DOUTOR SONO não atrapalhe ele (se bem que a crítica gostou). Em tempo, um brazuca já fez até um concept trailer, substituindo os clássicos adolescentes por crianças e pré adolescentes (usando muitas imagens das produções do Flanagan inclusive).
  16. "Me de o meu filme Warner, ou vou começar a cancelar algumas séries"
  17. ‘Sonic – O Filme’ passou por uma densa transformação, principalmente pela recepção nada agradável do design do filme pelo público com o lançamento do trailer oficial. Mas as mudanças não foram tão rápidas quanto pensávamos. Em entrevista ao Tails’ Channel, o animador argentino Max Schneider revelou que o processo de remoção e re-adição de elementos para o projeto levou cinco meses: A mudança artística, entretanto, custou menos de 5 milhões de dólares para os estúdios Paramount. O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 13 de fevereiro de 2020 fonte: cinepop
  18. Killers of the Flower Moon’: Drama de Martin Scorsese será rodado em março de 2020 Por Thiago Nolla Publicado em 03/12/2019 às 09:10 COMPARTILHE! Segundo o Collider, as filmagens de ‘Killer of the Flower Moon’, novo drama de Martin Scorsese, começarão em março de 2020. O projeto está em desenvolvimento desde 2016 e será lançado pela Paramount Pictures. Robert De Niro e Leonardo DiCaprio estão em negociações para estrelar o longa-metragem. Ambos trabalharam juntos em ‘As Filhas de Marvin’, de 1993. Rodrigo Prieto, frequente colaborador de Scorsese, será o diretor de fotografia. Baseado no romance homônimo de David Grann e roteirizado pelo premiado Eric Roth, ‘Killers of the Flower Moon‘ acompanha a jornada da tribo indígena Osage, que vê vários de seus membros assassinados após a descoberta de petróleo sob o solo de sua reserva, na década de 1920. Quando os homicídios tomam proporções gigantescas, agentes do FBI se infiltram na região para expor uma grande conspiração. Por enquanto, maiores informações não foram reveladas e ainda não há data de estreia para o filme. fonte: cinepop
  19. Filme menor da Marvel uma pinoia https://m.youtube.com/watch?v=BotTBc1x7M4 Como dá pra ver, a Marvel não abriu mão da ação super heróica em larga escala. Não é uma critica, só uma constatação. Em tempo, acho que quem não acompanha as noticias deve ficar bem perdidinho com esse trailer. Vai ficar pensando "ué? A Viuva não morreu"?
  20. Vista a 2ª temporada de TITÃS Na trama, após ajudar a jovem Rachel (Teagan Croft), também conhecida como Ravena a salvar o mundo do demónio Trigon (Seamus Deaver), Dick Grayson (Brenton Thwaites) resolve reunir os jovens heróis envolvidos na crise de Trigon em uma nova equipe de Titãs. Retornando a Torre Titã em São Francisco, que foi o lar dos Titãs originais, Grayson começa a treinar a nova geração de Titãs, em uma equipe formada por Ravena, Garfield Logan, o Mutano (Ryan Potter), e Jason Todd (Curran Walters), que sucedeu Dick como o novo Robin. O retorno da equipe, entretanto, traz a volta de um antigo e mortal inimigo, Slade Wilson; o Exterminador (Esai Morales), grande responsável pelo fim dos Titãs originais. O ressurgimento do vilão faz com que os titãs originais Rapina (Alan Richardson), Columba (Minka Kelly) e Moça Maravilha (Conor Leslie) também voltem a ativa, mas se quiserem sobreviver ao Exterminador, as duas gerações de Titãs precisam encarar os pecados e fantasmas de seu passado. TITÃS foi a primeira série do DC UNIVERSE ONLINE, serviço de Streaming da DC lançado no ano passado. Todos anteciparam uma bomba quando a série foi anunciada devido as imagens promocionais e trailers de qualidade bem duvidosa, mas após o fim da primeira temporada, o programa mostrou ter ótimas qualidades, ao trazer personagens com dramas relativamente complexos, e uma estética que era sombria, mas sem se envergonhar de abraçar o cartunesco dos quadrinhos. Entretanto, a série tinha muitos problemas também, e quando escrevi a resenha da primeira temporada aqui neste tópico, disse que a série havia provado que podia ser interessante, mas que em sua segunda temporada, sem a "vantagem" das baixíssimas expectativas, eu não estava esperando mais uma bomba, o que tornaria o nível de exigência consideravelmente mais alto. Essas exigências triplicaram após a mesma DC UNIVERSE ONLINE, apresentar a série derivada desta aqui, PATRULHA DO DESTINO, que se mostrou não apenas uma brilhante série de super heróis, mas uma excelente série independente do género, desconstruindo de maneira inteligente o subgénero super herói (sendo a primeira em um ano que ainda traria THE BOYS e WATCHMEN). A mesma DC UNIVERSE também trouxe a elogiada MONSTRO DO PÂNTANO (que não assisti) que acabou cancelada após uma única temporada por uma falha bizarra de produção. Ou seja, ainda que a proposta de TITÃS fosse obviamente mais tradicional dentro do subgénero, a barra das outras produções de Streaming da DC foi deixada muito alta, deixando a série do (ex) Robin na responsa para manter o alto nível de suas colegas. Infelizmente, ainda que corrija muitos dos erros de sua temporada de estreia, TITÃS comete muitos erros novos, entregando uma temporada que ainda que tenha os seus momentos (e que consegue ter algum senso de conclusão, diferente da anterior) soa inchada e sem foco, com as suas recompensas emocionais soando terrivelmente artificiais. De fato, a temporada começa de forma estranha, com o primeiro episódio "Trigon" funcionando como um apressado e anticlimatico fecho da temporada anterior, com os roteiristas se livrando de um plot que dentro de sua visão, não deu muito certo. É a partir de seu segundo episódio, quando os Titãs se estabelecem na Torre em São Francisco (que não é em forma de T) que a temporada encontra os seus melhores momentos, ao adotar uma atmosfera mais leve, mas que também trabalha a tensão entre as duas gerações de Titãs pelos veteranos alienarem os novatos. A forma como a trama vai construindo a ameaça de Slade Wilson nesta metade inicial é interessante, por deixar muito claro para o publico e para os personagens o tipo de ameaça representada pelo assassino, muito bem defendido por Esai Morales. A trama tem foco nesta metade inicial da temporada; ao tratar da vingança de Slade contra os titãs, um plot que por si só já é interessante por mostrar a nova geração de heróis sofrendo as consequências pelos atos de seus veteranos. Ainda assim, já começa a se perceber aqui alguns dos problemas que arruinariam a segunda metade da temporada. Primeiro, que TITÃS se torna aquelas séries onde temos um bando de personagens convivendo em um local, que lidam com crises, mas que não se comunicam sem nenhum bom motivo, ou pior, por motivos absolutamente imbecis, como a relutância de Ravena em contar que está perdendo o controle de seus poderes para não magoar Dick (que decididamente fica muito mais magoado quando ela quase mata uma colega de equipe). O segundo problema é o excesso de personagens. Tinhamos basicamente o mesmo numero na temporada anterior, mas ela não tinha esse problema, pois ao se estabelecer como um road movie (no caso, Road Series) a primeira temporada estabelecia personagens como Rapina, Columba e a Moça Maravilha como participações especiais que serviam para dar background ao quarteto principal de protagonistas. Mas ao duplicar o numero de protagonistas, a série simplesmente acaba esquecendo de trabalhar muitos deles, como é o caso de Mutano, reduzido a porteiro da Torre por boa parte da temporada, ou da própria dupla Rapina e Columba. Não contente, a série continua a inserir novos personagens, como é o caso de Rose Wilson (Chelsea Zhang), a filha do Exterminador, que se junta a equipe no segundo episódio sem possuir grande importância além de se envolver em um romance bem artificial com Jason Todd, e o Superboy (Joshua Orpin), que ainda que protagonize um dos melhores episódios da temporada (talvez o melhor) soa terrivelmente deslocado dentro da série. O mesmo pode ser dito da Estelar (Anna Diop) que sai e entra da equipe a esmo, protagonizando uma subtrama que só ganhara espaço na já confirmada terceira temporada, mas que no contexto da temporada atual, poderia simplesmente não existir. Mas a temporada começa a desandar a partir de sua segunda metade. A partir da introdução do Superboy e de Kripto, o Supercão (não mais um cão alienígena, mas sim uma experiência com o DNA kriptoniano) a série introduz a organização Cadmus, representada pela figura de Mercy Graves (Natalie Gumede), sempre respondendo a figura invisível de Lex Luthor. A trama do Cadmus é muito interessante por si só, mas surge de forma atravessada no meio da temporada, e passa a brigar por espaço com a trama do Exterminador, criando uma confusão narrativa, já que os dois plots simplesmente não se comunicam em nível algum. Mas esse não é o maior problema. Ao causar um rompimento dos Titãs, não uma, mas duas vezes (primeiro em um episódio de Flashback com os titãs originais, e depois com a nova equipe) os roteiros tiram qualquer impacto que tal separação poderia causar. Não bastando acabar com a credibilidade do grupo como uma equipe, já que eles ficam de beicinho indo cada um para um lado na primeira dificuldade, mas também torna o desenvolvimento dos personagens truncado e pouco natural, já que numa série com tantos personagens, isola-los para desenvolve-los ao invés de trabalhar em núcleos é simplesmente uma estupidez. O maior exemplo, esta, é claro, em seu inegável protagonista, Dick Grayson, cuja jornada para se transformar no herói Asa Noturna o leva a cenários verdadeiramente estúpidos, como ir para a cadeia de caso pensado como forma de purgatório ao agredir policiais federais (acusação que naturalmente desaparece quando a série precisa). O problema nesse desenvolvimento é que Grayson tem umas três ou quatro catarses ao longo da temporada que parecem, irão levar o seu personagem a algum lugar, mas que não levam a lugar algum (quando não o fazem dar passos para trás), o que se repete com muitos dos personagens. Depois de duas temporadas, Mutano continua sendo capaz de se transformar só em um tigre, e Ravena e Estelar continuam tendo problemas para controlar os seus poderes, tal como no começo da série. Toda essa confusão nitidamente leva a um final terrivelmente frustrante na Season Finale naturalmente chamada de "Nightwing". Tendo deixado para resolver todos os seus principais conflitos de ultima hora, o impacto emocional que uma série de eventos como o retorno de um personagem. a mudança de lado de outro, e a morte de um dos protagonistas vão ocorrendo sem que tenhamos tempo de sentir a emoção por trás de qualquer um desses eventos, por que eles vão se atropelando. Vemos os personagens dizendo repetidamente como os Titãs são uma família e tudo, mas esse senso nunca foi construído ao longo dos treze episódios. Os titãs se reúnem com a mesma facilidade com que se separam, então todo o discurso sobre a equipe ser uma família não soa apenas meloso, mas também hipócrita. Falei muito de roteiro, mas TITÃS também não é uma série com grande direção, embora alguns episódios acabem se sobressaindo sobre outros, como é o caso de ELKO, que ainda que tenha algumas falhas de roteiro é muito bem dirigido, com destaque para uma sequência de luta de Grayson com uma alucinação de Bruce Wayne (Iain Glein), ou o brutal ataque de um Mutano sob efeito de lavagem cerebral a uma cientista do Cadmus Agora que bati bastante, posso apontar que a série ainda tem as suas virtudes. Episódios como "Rose" e "Aqualad" que apostam em uma atmosfera mais leve, mostrando que antes de serem super heróis, os Titãs são um grupo de amigos (e adolescentes em alguns casos) funcionam por explorar a humanidade dos personagens nos detalhes, vide o momento em que Dick resolve ligar para o Batman só para pedir alguns conselhos sobre lidar com adolescentes problemáticos. É um momento pequeno, mas humaniza os personagens, não são só Batman e Robin, é um filho ligando pro pai pedir um conselho. Ao mesmo tempo, ainda que totalmente deslocado (uma falha comum em TITÃS) "Conner" se mostrou uma excelente história de origem de super herói ao acompanharmos literalmente os primeiros dias de vida do Superboy, que ao ser criado a partir do DNA tanto do Superman quanto de Lex Luthor, gera uma metáfora interessante para o heroísmo presente não apenas em fazer o bem, mas no valor de reconhecer a existência de um lado sombrio, e conviver com este lado sem deixar que ele o domine, enquanto "Bruce Wayne" se mostrou uma jornada interessante nas inseguranças de Dick Grayson e em sua relação com Bruce Wayne, quando chegamos naquele momento da vida em que olhamos para os nossos pais e decidimos onde queremos ser como eles, e onde não queremos (aqui devia ter se encerrado a jornada de Dick ao Asa Noturna, ao invés de arrastar isso por mais seis episódios). Tecnicamente, a série evoluiu bastante também, com efeitos especiais que não gritam "After Effect" na nossa cara, e mesmo um trabalho visual mais interessante, com uma fotografia mais diversificada, ótimos uniformes (o traje de Asa Noturna é um trunfo), e a maior vitória, uma Estelar cujo cabelo não parece uma peruca. Vale destacar que a série tem um bom elenco. Brenton Thwaites consegue nos vender os conflitos de Dick Grayson de forma bastante competente, mesmo quando o texto não ajuda, conseguindo transitar muito bem entre os momentos mais sombrios de Dick , com a sua veia mais leve e esperançosa que o impede de se tornar como o seu mentor. Curran Walters, por sua vez, interpreta Jason Todd com toda a fúria e petulância tão característica do segundo Robin, mas faz algo que os quadrinhos nunca conseguiram fazer pelo personagem, que é conceder a ele uma vulnerabilidade emocional que o torna relacionável, algo que acho que vem muito mais do talento do ator do que do texto e que (quase) nos faz desejar que esse garoto quebrado não tenha um encontro com um certo palhaço e seu pé de cabra. Em seu trabalho de estreia, Joshua Orpin dá uma complexidade cativante ao seu Superboy, que basicamente tem a mentalidade de uma criança de oito anos em um corpo de um jovem de 17 super poderoso. Orpin concede a este clone do Superman uma inocência que ora é cativante, ora ameaçadora, vide o seu encontro com Lionel Luthor (Peter Macneill). Falando dos veteranos, Esai Morales concede uma frieza assustadora para o seu Slade Wilson, ao mesmo tempo em que sua imponência física em cena constrói Slade como uma figura sempre ameaçadora, mesmo quando em tese, não está ameaçando ninguém. Embora tenha muito menos espaço aqui do que na temporada anterior, (e seu plot seja absolutamente descartável) Anna Diop surge muito mais a vontade no papel de Estelar agora que sua personagem sabe quem é. Curiosamente, são nas cenas de natureza mais cómica que Diop acaba brilhando mais, vide a cena em que desabafa com uma transa casual, que acaba sendo coincidentemente um terapeuta. Por fim, preciso falar de Iain Glein. Tendo causado bastante estranheza quando foi anunciado como Bruce Wayne (com muitos dizendo que ele seria mais adequado para o papel de Alfred, ) Glein faz uma leitura bastante particular do Batman (que nunca aparece uniformizado), mas que super funciona. Wayne surge aqui como uma figura sarcástica e uma figura paterna distante e dura, cuja natureza sombria está muito mais nas entrelinhas do que exposta para todos verem. O ator se diverte muito ao explorar diferentes facetas do bilionário, utilizando elementos tão dispares quanto o Batman da série de 66 e o Batman de Frank Miller para criar uma versão única do cavaleiro das trevas, que se manifesta principalmente através das alucinações de Dick Grayson, que inclui não só uma ótima sequência de luta já citada, onde Glein mostra que tem sim idade pra lidar com as cenas de ação se precisar, mas uma bizarra e divertidissima versão do Batusi, imortalizado por Adam West. Decididamente não é o que a maioria espera de um Bruce Wayne mais velho, mas gostei de ver uma versão um pouco menos sisuda do personagem, que não tem medo de brincar com o camp (o contexto das alucinações permite isso) mas que ainda mantém o mistério e uma certa obscuridade que o personagem precisa. Ainda que tenha seus acertos, não dá pra dizer que o saldo final desta segunda temporada de TITÃS foi positivo. Tivemos aqui uma temporada mal planejada, com excesso de personagens, e plots e subplots que não conversavam entre si. Não é intragável, mas fica longe de ser bom. É uma pena, pois se percebe muito potencial ao longo da série, mas ela nunca chega lá. Você levar treze episódios (em uma série que já está em sua segunda temporada) pra fazer uma equipe se comportar como tal é muito difícil de comprar, especialmente quando os conflitos entre os membros são construídos de forma tão pouco credível. O final da temporada encerra um arco iniciado lá na primeira temporada, já que finalmente Grayson se tornou o Asa Noturna, se tornando independente de seu mentor (ele paga a Torre Titã, mas deixa quieto) e os Titãs enfim parecem articulados como uma equipe, então há um quadro limpo para a já confirmada terceira temporada. Talvez eu assista? Talvez. Mas nesse ritmo, dificilmente recomendo pra alguém. Ainda bem que a DC UNIVERSE tem a Patrulha do Destino pra lhe conferir alguma credibilidade. PS: há uma cena pós crédito que estabelece a ameaça da 3ª temporada, dando alguma razão ao plot vivido pela estelar nessa segunda leva de episódios.
  21. Mas não tem como lidar com isso. O negócio da Netflix é Streaming, não circuito de salas de cinema. Eles lançam algumas coisas nas salas de cinema, mas isso sempre vai ser um "extra" e nunca o seu carro chefe. Querer, ele queria, mas também sabia muito bem onde estava se metendo quando fechou com a Netflix para produzir o filme, já que foi a única que aceitou bancar o projeto dele. Ao fechar com a Netflix, você sabe que o grosso do publico do filme não vai ser o de cinema. (e dai vem o ranço do Scorsese com os blockubusters atuais, que ele simbolizou na Marvel). Então não é a Netflix que tem que se adaptar e começar a priorizar o cinema ao invés do streaming. São os estúdios de cinema que precisam apostar mais em projetos como o do Scorsa (e esse é o ponto realmente importante do Scorsa por trás da bobagem de "esses filmes não são cinema").
  22. Não sou fã de STAR WARS, longe disso. De fato, é uma franquia que nunca teve apelo nenhum pra mim (lembro de uma vez que falei em uma sala de aula de pós graduação que achava o Darth Vader o vilão mais superestimado da história do cinema, e de repente a sala mergulhou em um silêncio aterrorizante. Achei que não ia sair vivo😂). Dito isso, acho que tem uma discussão interessante aqui. Eu acho que embora parte dessa galera seja os "novos fãs", não vamos cair na síndrome do Vovô Simpson, e achar que são só "as novas gerações que estão estragando o mundo". Muitos desses fãs tóxicos são sim fãs das antigas, que antes simplesmente não tinham a oportunidade de se expressar, e com o advento da internet e redes sociais, agora tem.
  23. Vida de Maurício de Sousa vai virar filme Por Katiúscia Vianna — 16/10/2019 às 10:50 Biografia acontece sob o comando de Pedro Vasconcelos (Fala Sério, Mãe!) Se a Turma da Mônica invadiu as telonas, está chegando a hora de seu criador fazer o mesmo. Foi anunciado que a vida de Maurício de Sousa vai inspirar um filme, sob a direção de Pedro Vasconcelos (Fala Sério, Mãe!, Dona Flor e Seus Dois Maridos). Livremente inspirado na autobiografia Maurício – A História que Não Está no Gibi (ed Primeira Pessoa), o longa irá contar como um menino pobre, que ,aos 6 anos de idade, encontrou uma HQ no lixo, acabou construindo um império da literatura nacional. Além de abordar sua vida pessoal, a ideia é mostrar as inspirações e referências para seus mais famosos personagens. Além de dirigir, Vasconcelos assina o roteiro do projeto, enquanto a produção é de Tuinho Schwartz, com quem trabalhou em Fala Sério, Mãe!. Ainda sem elenco ou lançamento definidos, as filmagens da biografia serão realizadas em São Paulo, mas maiores detalhes não foram revelados. FONTE: ADORO CINEMA
  24. Richard Jewell | Novo filme de Clint Eastwood é alvo de polêmica O longa é baseado em uma história real e está sendo acusado de deturpar um dos fatos retratados Richard Jewell, o novo filme de Clint Eastwood, foi exibido recentemente nos Estados Unidos e as polêmicas já envolvendo a produção já começaram. Uma cena envolvendo a personagem real da jornalista Kathy Scruggs, vivida pela atriz Olivia Wilde, foi bastante criticada. Segundo informações do The Hollywood Reporter, há um momento no longa em que Scruggs promete fazer sexo com o agente do FBI Tom Shaw (Jon Hamm) em troca de informações sobre a ameaça de bomba no Centennial Olympic Park, em Atlanta, nos Estados Unidos. A polêmica surgiu pois não há nenhum indício de que esta tentativa de Scruggs tenha acontecido na vida real, mesmo com a repórter sendo a responsável por identificar Richard Jewell, vivido por Paul Walter Hauser no filme, como um dos suspeitos do atentado. O THR falou com Kevin Riley, o atual editor do Atlanta Jornal-Contitution, jornal no qual Kathy Scruggs trabalhava, confirmou que leu uma versão do roteiro do filme que já incluía esta cena. Riley afirmou ter feito objeções a ela para os produtores. Riley disse também que a caracterização de Scruggs é injusta, especialmente porque a repórter não pode se defender – ela morreu em 2001, vítima de uma overdose de remédios. O novo drama de Clint Eastwood é baseado na história real de Richard Jewell, um homem que achou uma mochila cheia de explosivos enquanto trabalhava nos Jogos Olímpicos de 1996, em Atlanta, nos Estados Unidos. Inicialmente, ele foi tido como um heróis, mas logo se tornou o principal suspeito do caso. Sua casa foi revistada duas vezes pelo FBI e Jewell acabou sendo pintado como um policial frustrado que teria implantado as bombas para atingir a fama. Richard Jewell chegará aos cinemas dos Estados Unidos no próximo dia 13 de dezembro, deixando a produção qualificada para concorrer ao Oscar e às outras premiações. FONTE: JOVEM NERD
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