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Questão

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  1. Não fazia questão nenhuma desse Snyder Cut, mas devo acabar vendo. Em tempo, ele rolou por que a HBO Max precisa mesmo de conteúdo pro serviço de streaming dela, e não por pressão dos fãs ou algo que o valha. O foda é o precedente que isso abre. Agora todo o diretor que sentiu que o estúdio, o produtor ou sei lá o que lesou a sua versão do filme, quer lançar o seu insira o nome de fulano Cut. O Ayer e o Paul Feig j´apareceram ai, mas outros virão. Eu sei que os estúdios de Hollywood e produtores são fodas, tu vê que o desastre que foi LIGA DA JUSTIÇA se deve muito mais a influência dos "engravatados" do que erros de uma equipe de filmagem, mas eu também acho que dentro dessa grande maquina que é Hollywood, o papel do diretor é também lidar com isso, e defender a sua visão, inclusive encontrando maneiras criativas de burlar determinados obstáculos.
  2. Já ouviu o termo "pergunta de geladeira", GUST? É quando você vai ao cinema, acha o filme super legal, volta pra casa, e quando vai abrir a geladeira nota aquela "falta de verosimilhança" em determinado momento do filme, que você vai notar em qualquer filme, mas que não é importante de verdade. Por exemplo, DE VOLTA PARA O FUTURO, baita clássico. Um ponto chave do filme é o raio que cai na torre, que eles sabem a hora por que o relógio parou. Mas o relógio do filme não tem ponteiro de segundos,, então podia ser em qualquer um dos sessenta segundos que tem dentro de um minuto. Alguém se importa com isso? Não. Tudo o que o cara aponta ai no vídeo é divertido, mas são só "perguntas de geladeira" no final das contas.
  3. Pânico 5 | Neve Campbell indica retorno à franquia Atriz elogiou diretores atrelados ao projeto NICOLAOS GARÓFALO 11.05.2020 23h11 Protagonista da franquia Pânico, Neve Campbell pode voltar em breve ao mundo criado por Wes Craven. Ainda em negociando sua participação no quinto filme, a atriz afirmou que espera se acertar com os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt, de Casamento Sangrento, para “criar algo incrível” (via Collider). “Bom, eu ainda não estou 100% [confirmada em Pânico 5], mas, para ser honesta, ambos os diretores têm ótimos trabalhos”, disse Campbell, que contou que Bettinelli-Olpin e Gillert lhe escreveram reafirmando o desejo de respeitar o legado de Craven, morto em 2015. “Foi muito bom ouvir isso. Então, veremos. Espero que a gente [Campbell e o estúdio] se acerte e faça algo incrível, mas é um processo”. Em relação à sua personagem, Sydney, a atriz afirmou que sempre há espaços a serem explorados na história, embora não saiba dizer o que espera a protagonista no próximo filme da franquia que, diferente do que foi anunciado anteriormente, será uma sequência e não um reboot. FONTE: OMELETE Meio óbvio que não iam deixar a Neve de fora.
  4. O roteirista deu nos dedos do vivente.
  5. trailer legendado Candidato da Netflix ao Oscar esse ano?
  6. PRODUTOR DE SPAWN DÁ ATUALIZAÇÃO SOBRE ANDAMENTO DO FILME O Soldado do Inferno ainda respira! 16h · 262 POR LUCAS RAFAEL Uma nova adaptação live-action de Spawn, personagem da Image Comics criado por Todd McFarlane, foi anunciada em 2017. De lá pra cá, o filme não saiu do papel, sofrendo diversos atrasos sem conseguir engrenar na pré-produção. Agora, o produtor Jason Blum aliviou o coração dos fãs, afirmando que a adaptação de Spawn segue em desenvolvimento. Segundo o produtor numa entrevista recente, “há uma enorme quantidade de atividade” focada no reboot de Spawn nos cinemas. Mas as novidades pararam por aí. FONTE: LEGIÃO DOS HERÓIS
  7. Questão

    Marighella

    Cineasta brasileiro Wagner Moura durante coletiva de imprensa do filme "Marighella", em 15 de fevereiro de 2019, no Festival de Berlim (Crédito: AFP) Da Redação 20/05/20 - 08h56 - Atualizado em 20/05/20 - 09h01 3K O ator e diretor Wagner Moura afirmou que “é frustrante” o filme “Marighella” ainda não ter estreado no Brasil. A obra prevista para estrear em novembro de 2019 enfrentou problemas com a Ancine. Depois, a data passou para maio deste ano e, novamente, precisou ser adiada por conta da pandemia do novo coronavírus. “Rodamos Marighella no final de 2017, um filme feito sobre e para o Brasil. Por isso, é frustrante demais não ter estreado ainda. Dediquei muito da minha vida, do meu dinheiro para fazê-lo. Não vê-lo acontecer por ignorância e brutalidade de uma censura é doloroso. O prejuízo financeiro, claro, é grande”, contou Wagner Moura, em entrevista para a revista Marie Claire. “Para poder estrear em maio – o que não vai mais acontecer -, tivemos de abrir mão do R$ 1,2 milhão de reais do fundo setorial, da Ancine, com que fomos contemplados. É um valor que a gente não tem, mas que os produtores tiveram a coragem de abdicar, esperando que Marighella faça uma boa bilheteria, já que essa proibição inegavelmente gera mais interesse”, declarou. Atualmente morando com a família nos Estados Unidos, o ator também não poupou críticas ao governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). “Quando o Bolsonaro se elegeu, algumas pessoas diziam: ‘Temos que torcer para tudo dar certo’. Eu respondia: ‘Não posso torcer para esse governo dar certo porque tudo o que esse governo propõe, acho errado’. Bolsonaro acabou com o Ministério da Cultura. Nessa área específica, se você torcer para dar certo, é torcer para o fim de qualquer coisa que diga respeito ao pensamento crítico”, disse à revista Marie Claire A ex secretária especial de Cultura, Regina Duarte, que recentemente deu uma entrevista polêmica para a CNN, não foi poupada das críticas. “Regina Duarte, assim como seu predecessor, também é nazista”, afirmou Wagner Moura. FONTE: ISTOÉ
  8. Esse tá construindo uma carreira bem versátil, hein? Ele mandou bem no remake de SUSPIRIA. Vamos ver se consegue acertar de novo no remake de outro clássico
  9. Borderlands | Cate Blanchett está em negociações para interpretar Lilith Adaptação será dirigida por Eli Roth MARIANA CANHISARES 05.05.2020 17h12 Fontes consultadas pela Variety afirmam que a atriz Cate Blanchett está em negociações para interpretar Lilith na adaptação do jogo Borderlands. O estúdio por trás da produção, a Lionsgate, não quis comentar a informação. Se o acordo for firmado, Blanchett dará vida a uma das protagonistas da franquia de jogos. Na história, ela é uma das poucas mulheres da galáxia pertencentes a uma classe de "sereias" com poderes especiais, como a manipulação do tempo-espaço. No primeiro game, ela era uma das quatro personagens jogáveis. Depois, ela voltou a aparecer nos demais jogos, mas como não-jogável. Originada em 2009, Borderlands se passa em um planeta chamado Pandora, que foi explorado por uma mega-corporação e, após ser abandonado, se tornou uma terra sem lei a la Mad Max. A franquia teve três jogos principais e dois derivados: Borderlands: The Pre-Sequel (2014) e Tales from the Borderlands (2015), da Telltale Games. O título mais recente foi Borderlands 3, lançado em 2019 para PC, Xbox One e PlayStation 4. FONTE: OMELETE
  10. Gostei bastante do primeiro filme. Tem um tom politico forte, mas sabe subverter bem diversas expectativas e clichês dos thrillers detetivescos, mas ainda assim, sendo bastante reverente ao mesmo. O Craig mandou muito bem como o detetive, e estou curioso pra ver o que ele e o Johnson farão a seguir. Mas a abordagem será outra. Uma das (muitas) brincadeiras do primeiro filme é que o tempo todo ele fica nos provocando sobre o Blanc ser ou não um detetive tão foda como dizem, mas no final, ele se mostra a altura de sua reputação. Vão ter que encontrar outras formas de subverter o gênero.
  11. Não tive vontade ver esse "Os Orfãos", e olha que não sou remake Hater, mas "A Volta do Parafuso" já teve tantas versões (até uma brazuca, que também não assisti) e a original OS INOCENTES de 1960 é tão boa que tem que ter um ótimo chamariz pra me incentivar. Esse ano, O Mike Flanagan vai lançar mais uma versão, inclusive, em forma de minissérie pela Netflix, e essa eu devo conferir, pois gostei muito de A MALDIÇÃO DA RESIDÊNCIA HILL que o diretor fez ano passado. O primeiro já é ruim o suficiente pra mim. Hehehehe Visto PREDADORES ASSASSINOS Na trama, Haley (Kaya Scodelario) é uma jovem nadadora afastada de seu pai Dave (Barry Pepper) desde que este se divorciou de sua mãe. Quando uma grande tempestade atinge a sua cidade, a jovem vai checar se o seu pai está bem, apenas para encontrar Dave ferido no porão inundado de sua casa de infância. A coisa piora quando a jovem descobre que crocodilos ferozes invadiram o porão, e que a força cada vez mais devastadora da tempestade prendeu ela e o pai em casa. Agora, pai e filha precisam por as suas diferenças de lado para sobreviverem a tempestade e aos crocodilos sanguinários, que se tornam ainda mais perigosos na medida em que a casa alaga. Dirigido por Alexandre Aja, responsável por filmes como VIAGEM MALDITA, HORNS e A NONA VIDA DE LOUIS DRAX, e escrito por Michael e Shawn Rasmussen, que escreveram ATERRORIZADA para John Carpenter, PREDADORES ASSASSINOS é um survival horror que até possui alguns méritos, mas falha no principal nesse tipo de narrativa, que é manter o publico preso na situação desesperadora enfrentada por seus personagens principais. Aja não é exatamente novo em contar histórias de terror que giram em torno do isolamento, vide o ótimo VIAGEM MALDITA, remake do clássico de Wes Craven que foi o primeiro projeto do diretor francês em Hollywood. Infelizmente, o filme de Aja falha em criar real tensão ou pungência emocional, apesar de conseguir um ou outro bom momento de ação, devido ao bom trabalho na criação dos lagartões assassinos, em uma boa mistura de CGI e efeitos práticos. Não ajuda também que o roteiro escrito a quatro mãos seja esquemático em demasia e o texto seja expositivo e piegas, embora não chegue a ofender a inteligência do espectador. PREDADORES ASSASSINOS entretanto, tem um grande trunfo na figura da jovem Kaya Scodelario. De ascendência brasileira, a atriz ficou conhecida por fantasias de gosto meio duvidoso e aventuras Teen, como o remake de FURIA DE TITÃS e os filmes da franquia "Maze Runner", mas tem aqui a chance de mostrar o seu domínio de cena ao demonstrar grande entrega física e intensidade nas cenas de maior tensão, em uma atuação que lembrou trabalho semelhante realizado por Blake Lively no (muito melhor) AGUAS RASAS, outro survival horror envolvendo uma fera aquática. No fim das contas, PREDADORES ASSASSINOS é um bom passatempo, mas do tipo que se esquece logo em seguida, o que se torna ainda mais decepcionante, já que Alexande Aja já se mostrou capaz de bem mais. Visto HORAS DE MEDO Na trama, uma família de classe média se muda para uma nova casa em um condomínio isolado. Mas o que deveria ser uma noite tranquila, onde o maior drama era o desejo da filha adolescente Isa (Manuela Velles) de ir a uma festa ao invés de ter o primeiro jantar em família na casa nova, se transforma em um pesadelo quando a casa é invadida por três criminosos. Enquanto o patriarca Jaime (Fernando Cayo) é levado pelo líder do grupo para esvaziar as contas da família nos caixas eletrônicos, as mulheres ficam em casa sob a guarda dos criminosos restantes, mas eles são extremamente instáveis. Este Home Invasion espanhol se destaca muito mais por sua boa direção do que por seu roteiro, que embora simples, acaba sendo também um pouco apelativo e gratuito. comandado por Miguel Angel Vivas, que também escreve o roteiro ao lado de Javier Garcia Arredondo, HORAS DE MEDO tem como grande destaque a escolha estética de ser filmado através de vários planos sequência. Isso poderia fazer do longa metragem um mero objeto de exibicionismo de seu diretor, mas a direção de Vivas é elegante sem chamar a atenção demais para si mesma, nos puxando para dentro da história e de todo o calvário que está sendo enfrentado por aquela família, intensificando assim o suspense e a angustia presentes na narrativa. O elenco tem carisma, e consegue dar naturalidade as relações e conflitos existentes naquela família O roteiro, entretanto, não sabe dar qualquer significado maior a sua violência, ando a ela apenas valor de choque. Claro, não estou aqui criticando a violência em um filme de terror, o que seria incoerente, mas sinto que sequências como a do estupro de uma personagem ou mesmo o desfecho absolutamente niilista da obra não parecem colaborar com nenhuma espécie de arco dramático de qualquer personagem, e o filme se leva a sério demais para ser divertido. No fim das contas, HORAS DE MEDO é um filme interessante por suas escolhas estéticas e de direção, mas de resto, foi apelativo demais para o meu gosto. Visto A CAÇADA Na trama, doze desconhecidos acordam no meio do campo sem fazer ideia de onde estão ou como chegaram lá. O que o grupo não sabe é que todos eles foram escolhidos por membros de uma rica elite liderados pela psicótica Athena (Hillary Swank) para serem caçados como animais, inclusive recebendo armas para tornar a disputa mais emocionante. Enquanto a luta de classes assume contornos mortais, a misteriosa Cristal (Betti Gilpin) começa a perceber evidências de que podem não ter sido escolhidos ao acaso, ainda que ela não se importe muito com isso. A CAÇADA despertou certa polêmica antes de seu lançamento devido a ter sido criticado pelo Presidente Trump e ter sido adiado devido a uma das várias tragédias armadas que ocorrem nos Estados Unidos. Mas a tal polêmica inclusive usada no material de marketing é totalmente inexistente no filme dirigido por Craig Zobel, pelo menos em um nível amplo pois a tal guerra de classes presente na premissa serve também de metáfora para o conflito entre democratas e republicanos nos Estados Unidos, mas isso não é aprofundado o suficiente para gerar qualquer tipo de discussão mais séria, o que não é um problema. De fato, o roteiro escrito pela dupla Nick Cuse e Damon Lindelof, recentemente premiados por seu trabalho na minissérie WATCHMEN da HBO se apresenta como uma sátira politica, que mesmo superficial, é extremamente divertida, que se utiliza da violência insana e quase cartunesca para tecer críticas para todos os lados, seja a cultura armamentista e xenófoba do atual governo americano, mas também a hipocrisia existente na cultura do "politicamente correto". O 1º ato do filme também é digno de nota pela forma como estabelece a imprevisibilidade da narrativa ao apresentar falso protagonista atrás de falso protagonista até estabelecer a real personagem principal. No geral, A CAÇADA não deve ficar na memória de ninguém, mas tem algumas tiradas satíricas muito boas, e se não funciona totalmente como terror social, funciona como Terrir de ação.
  12. Comparada a tal "maldição do Superman", isso não é nada.
  13. Tom Cruise entrou no grande grupo de atores de Hollywood com Top Gun: Ases Indomáveis, de 1986. Desde então, o artista se popularizou como um grande astro de ação. Fora da franquia de Top Gun, Tom Cruise se tornou conhecido por fazer as próprias cenas perigosas. Em Missão Impossível, principalmente, o astro sempre procura inovar de diferentes maneiras. Ao que parece, Tom Cruise usou essa experiência e coragem no seu retorno para Top Gun: Maverick. O produtor Jerry Bruckheimer fez uma surpreendente revelação sobre o astro. O treinamento de Tom Cruise para Top Gun: Maverick é, no mínimo, perigoso. Não apenas isso, o ator não precisaria ter o treino, mas pediu para participar com os elencos de colega. Como explicou Bruckheimer ao Yahoo!, o treinamento serve para que todos possam suportar a força gravitacional quando estiverem em jatos de combate. Parte desse treino envolvia uma atividade de sobrevivência na água. “Foi realmente duro para esses jovens atores, porque eles também tinham que ter esse treinamento de sobrevivência na água, onde eles eram vendados e eram colocados em tanques da água que estavam virados. Eles tinham que descobrir como sair deles. E Tom Cruise passou pela mesma coisa! Me disseram que ele queria ter o treinamento como um garoto de 22 anos – isso é o quanto ele é bom”, elogiou o produtor. Os treinamentos duraram cerca de 3 meses. Com relatos como esse, Tom Cruise marca cada vez mais o nome dele em Hollywood. FONTE: OBSERVATÓRIO DO CINEMA
  14. ‘Brinquedo Assassino’: Criador afirma que o Chucky terá um ‘objetivo diferente’ na série Por Nefferson Taveira - 20 de maio de 2020 Em entrevista ao Syfy Wire, Don Mancini deu novos detalhes sobre a série ‘Chucky‘, que irá continuar o universo da franquia clássica ‘Brinquedo Assassino‘, revelando que o icônico vilão terá um objetivo diferente na nova produção. “Com essa série, nossa missão é preservar o clima tenso do filme original. Mas, ao mesmo tempo, continuar expandindo a trama que nós construímos no decorrer dos sete filmes que lançamos nos últimos 30 anos. Acho que os fãs irão amar os novos personagens que nós introduzimos na produção e também o retorno de outros personagens conhecidos. Não será apenas o Chucky, mas também teremos o retorno de outros personagens que os fãs querem voltar a ver. Há uma boa chance deles aparecerem.” Ele completa, “Acho que as pessoas vão achar interessante que o Chucky irá implementar suas habilidades. É importante dar ao Chucky novas armas, estratégias, objetivos e alvos. O personagem terá um objetivo diferente na série – algo nunca visto anteriormente.” A série irá ser lançada pelo canal SyFy, mas permanece sem previsão de estreia. Vale lembrar que a Jennifer Tilly já confirmou o seu retorno na produção. Brad Dourif, que dublou o vilão em todos os filmes da franquia original, também retornará. FONTE: CINEPOP
  15. De acordo com o Film Music Reporter, Tom Holkenborg, conhecido também como Junkie XL, fará a trilha sonora de Army of the Dead, novo filme de zumbis de Zack Snyder para a Netflix. XL havia confirmado isto em uma sessão de ”Ask Me Anything” (”Me Pergunte Qualquer Coisa”) que ele fez no Reddit. O longa é estrelado por Dave Bautista, Ella Purnell, Ana de Reguera, Theo Rossi, Chris D’Elia, Huma Qureshi, Garret Dillahunt, Raúl Castillo, Omari Hardwick, Hiroyuki Sanada e Matthias Schweighöfer. A trama acompanha um grupo de mercenários que após um surto de zumbis em Las Vegas, que faz a aposta final, aventurando-se na zona de quarentena para obter o maior assalto já tentado. Snyder co-escreveu o roteiro ao lado de Joby Harold (Rei Arthur: A Lenda da Espada) e Shay Hatten (John Wick 3: Parabellum). Ele também produz com sua esposa, Deborah Snyder (Watchmen, Sucker Punch: Mundo Surreal). Para quem não conhece XL, ele compôs as trilhas dos filmes SCOOBY! O Filme, Mad Max: Estrada da Fúria, Sonic: O Filme, Alita: Anjo de Combate, e trabalhou com Snyder em Batman vs Superman: A Origem da Justiça. Army of the Dead ainda não tem data de estreia. FONTE: MULTIVERSOGEEK
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