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Forum Cinema em Cena

bs11ns

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    Designer de Figurino

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  1. Olha eu de novo te enchendo o saco rsrsrsrs.....Queria saber onde tu viu. É que tenho um interesse imenso nesses filmes de temática LGBTQIA+, especialmente quando são europeus e é difícil achar na internet se não tiver em sites específicos. Desculpe o incômodo!
  2. Oi, tudo bem? Respondendo a sua pergunta sobre o "Sauvage": eu o vi em streaming na internet. Procurei muito até achá-lo, pois estava muito interessado, mas perdi o endereço do site.

    Vou ver se acho.

     

    1. bs11ns

      bs11ns

      Oi Sérgio. Eu achei no site filmesgays.net. Não terminei de ver todo ainda mas já gostei bem mais do que o Jonas. Mas obrigado pela resposta!

    2. SergioB.

      SergioB.

      Desconhecia esse site aí. Acabei vendo em francês. É muito melhor do que o "Jonas" (que eu curti tam,bém!).

      Sobre o "And Then We Danced", está facinho facinho de achar o streaming/ ou o torrent. Basta dar um google tipo "An then we danced assistir online", que vão aparecer vários sites. Eu vi em um que começa com hd.

       

       

    3. bs11ns

      bs11ns

      Tá bom. Vou procurar. Obrigado. 

  3. Comecei a ver "The Last Thing He Wanted" por causa do elenco mesmo, já que adoro a Hathaway mas sem saber muita coisa sobre ele. Depois, fui atrás de mais informações e acabei descobrindo que a história de uma jornalista que larga a cobertura de uma eleição presidencial para cuidar de uma das "transações" do pai enfermo é baseada num livro e fiquei me perguntando porque fizeram essa adaptação. O boy desistiu do filme na metade e dormiu. Já era um indicativo de que seria difícil de se conectar com a trama. Muito confuso e com essa coisa de querer ser importante que o Sergio falou, o filme é tão embaralhado que eu só fui realmente entender o que tava acontecendo no final. Não consegui torcer por nenhum personagem ali por falta de identificação mesmo. A menos pior é a da Anne, que acaba tendo um desfecho muito nada a ver que eu e o boy (que acordou no fim) detestamos. Tô cada vez tendo mais preconceito com esses filmes da Netflix. Esse aqui nem deveria ter sido feito.
  4. Isso. 3 centrais e 4 ponteiros. Tem técnico q faz o inverso: 4 centrais e 3 ponteiros. No caso do Brasil, acho besteira abrir mão de um ponteiro tendo tantos em ótima fase. Também levaria Lucão e Isac. O outro seria Souza ou Flávio ou Éder, dependendo da SL que fizerem.
  5. Nossa, que vergonha de mim mesmo! Quando vi alguém postando aqui corri para ver e me animei para escrever o que tava lendo. Depois de Allen Ginsberg e Goethe desisti hahahahahahahahahahah.
  6. Sim, também acho que é momento mesmo ou deveria ser porque na seleção feminina ZRG vive chamando as mesmas da panelinha dele de sempre. Também acho que o Lucarelli tá em fase espetacular e que ele poderia até levar um ponteiro a mais ao invés de 4 centrais porque o Souza, o Isac e o Lucão dão conta do recado. Mas acho difícil ele não levar o Éder também porque tá fazendo uma grande SL: é o melhor sacador e terceiro melhor bloqueador em pontos feitos (não vi esse jogo que você falou). Também curto muito o Vaccari. Desde o Paulista ele vem arrebentando e na SL também tem ganho vários jogos pro Campinas. Fisicamente tá bem superior ao Borges embora seja mais novo e tenha pouca rodagem internacional. O Renan podia levar ele pra testar na VNL e definir a quarta vaga pois acho que Douglas, Leal e Luca estão garantidos. Cachopa evoluiu muito e ganhou rodagem no último ano, acho que briga com o William sim. Outro que queria muito ver na seleção é o Rapha mas acho difícil por causa da idade e porque ele não tem participado desse ciclo.
  7. O último filme do domingo (sob protestos do meu boy que não queria ver filme de assalto, rs) foi este exemplar do Steven Soderbergh, Logan Lucky - Roubo em Família, uma espécie de Onze Homens sem tanto charme, classe, elegância e astros. Ainda assim, dá pra ver a mão do Steven ali quando ele pega uma história bem clichezinha (dois irmãos que querem fazer um roubo astronômico de forma tão minuciosa quanto rocambolesca contando com a ajuda de tipos grotescos) e faz a gente manter o interesse até o final, mesmo sabendo qual será o desfecho. A trilha é bacanérrima, os figurinos são singulares e eficientes e o restante da parte técnica é apenas ok. Tem uma alfinetada ou outra aqui e ali (como a crítica às equipes automobilísticas "vendidas" que valorizam mais o patrocínio do que os pilotos), uma ou outra tirada cômica do texto, a criação de tipos "loosers" esquisitões e a presença de um competente elenco, do qual eu destaco o Adam Driver (irônico e caladão, bem diferente do emocionalmente destruído personagem que ele faz em História de Um Casamento e do obstinado e resiliente agente da CIA de The Report, a melhor das três atuações na minha modesta opinião) e o sempre competente Daniel Craig que rouba a cena em diversos momentos (tem ainda o gostoso do Chaning Tatum, a Katie Holmes, o Seth McFarlane e a Hilary Swank em participação curta no final). Os extensos 118 minutos de projeção poderiam ter sido enxutos ou contar com um andamento mais dinâmico, como outros filmes dele. Pra quem gosta do gênero ou Steven, vale a conferida.
  8. Sim, a Polônia é a grande rival do Brasil hoje, embora veja a Rússia com uma boa seleção também mas temos que ver qual será a decisão final sobre a permanência deles na disputa das Olimpíadas. Como eu acredito que eles irão mesmo que com bandeira neutra, vejo Brasil, Polônia, Rússia e EUA como favoritos por serem seleções que já jogam juntas há mais tempo, com jogadores mais experientes mesclados com outros mais novos. No último jogo entre Brasil e Polônia, ambos completos, o Brasil ganhou de 3x2 na Copa do Mundo. Talvez a Olimpíada seja o último ciclo de vários poloneses como o Kubiak, o Kurek, o Konarski, o Zatorski e o Drzyzga (todos já na casa dos 30). Última chance deles levarem medalha pra seleção, já que eles têm o costume de flopar bonito nos Jogos, assim como a Itália e a França. Como o grupo da Polônia é mais fraco, acredito que eles peguem França ou Rússia já nas quartas. O Brasil tem grandes jogadores em quase todas as posições. William e Bruninho; Wallace (gosto mais do Evandro mas já tem 37) e Allan; Douglas Souza e Leal; Lucão, Maurício Souza, Isac, Éder e Flavio; Maique e Thiago Brendle jogam em alto nível internacional. Pra mim a posição mais complicada é a ponta pq o Borges vive lesionado e o Lipe já tem idade. Não gosto do Loh, não vejo à altura do Leal e do Douglas. Tirando isso, vejo a seleção entre as favoritas. Mas é olimpíadas né? Tudo pode acontecer. Vamos esperar as convocações e a VNL pra ter mais parâmetros.
  9. Só falam de futebol por aqui? Não é crítica nem nada do gênero. Só dúvida mesmo!
  10. Sergio, tu acha que o vôlei masculino perde pra quem?
  11. Já tem um tempo que eu queria ver Mulheres do Século 20 por dois motivos: 1- amo qualquer coisa cinematográfica que tenha mulheres à frente; 2- amo qualquer coisa cinematográfica que tenha a Annette Benning. Pesquisando depois, descobri que esse filme foi indicado ao Oscar de melhor roteiro original em 2017 (perdendo de forma justa para o sensacional Manchester à Beira-Mar) e que é dirigido pelo Mike Mills, que fez um dos filmes mais lindos que eu assisti na década passada, Beginners. Descobri também que Mills contou um pouco da história da mãe dele e que a casa onde se passam a maior parte das cenas foi inspirada na casa onde ele cresceu com a mãe. Tudo isso me fez ficar ainda mais encantado com o longa, que conta a história de uma mãe (Benning, maravilhosa como sempre) com algumas dificuldades de entender a fase pela qual seu filho (bem defendido pelo Lucas Jade Zumman, o Gilbert do seriado Anne com E) passa e pede ajuda para uma amiga dela (Greta Gerwig) e para a melhor amiga do filho (Elle Fanning, ótima, rouba a cena) neste intento. É verdade que a premissa de tentar entender as alterações ocorridas no mundo ao longo do séc. XX é um tanto quanto presunçosa e ambiciosa, já que se trata de apenas 2 horas de projeção. Uns detalhes de montagem (luzes de arco-íris em cenas com carros, aceleração de algumas cenas sem diálogos) e de fotografia eu achei excessivos por estarem um tanto dispersas do roteiro. Tirando isso, eu amei o discurso feminista da maior parte do filme (a personagem da Greta é um exemplo, me fez lembrar a Elizabeth Bennet de Orgulho e Preconceito); amei a abordagem sobre a adolescência, a construção da sexualidade e a influência da mudança da sociedade nas dinâmicas familiares produzida pela passagem do tempo; amei a estrutura familiar já bem modernista pra época apresentada; amei a maior parte dos diálogos (em especial o diálogo na mesa sobre menstruação) ricos em leveza e ironia (mais uma vez Jane Austen me veio à cabeça). Sobretudo, o que mais me encantou foi a personalidade de origem tão forte quanto diametralmente oposta das três protagonistas, cada uma defendendo seu viés sociológico á medida que o tempo avança e (re)constrói ideais culturais ao longo desta passagem. Os dois boys principais (o filho da Benning e o pedreiro locatário dela, um Billy Crudup sensualíssimo que me lembrou o Chris Cooper no Adaptação) cumprem muito bem seus papeis secundários: um servindo como olhos do espectador frente às modificações, e o outro como ilustração da maneira particular com que cada uma das protagonistas lida com o gênero oposto (uma fala dele, em especial, na cena da mesa que eu citei é incrível). É um filme menor, quase indie, de baixo orçamento mas com roteiro muito bem executado, texto a serviço da ideia e atuações mega competentes que eu super indico, principalmente pra quem ama pegadas mais feministas.
  12. Ainda sob influência do Oscar desse ano, quis assistir ao documentário Indústria Americana também impulsionado pelo fato dos Obama terem-no financiado. Confesso que fiquei um tanto frustrado com o resultado final especialmente por conta do tom institucional utilizado na maior parte do tempo. Talvez por conta da minha expectativa mais emocional frente a este tipo de filme (que não é meu favorito), esperava algo mais degradante, de denúncio forte e que me levasse a uma identificação imediata. O filme, que conta a história da criação de uma montadora de vidros automotivos no estado de Ohio por conta de um milionário chinês usando onde tivera sido uma fábrica da GM, tem seus bons atributos ao retratar a exploração capitalista dos empresários frente a pessoas que precisam trabalhar para sobreviver e se sujeitam a receber muito menos do que antes com o argumento de que é melhor ter emprego do que nada. Também consegue interessar ao mostrar os abusos cometidos pelos patrões e a falta de interesse dos mesmos na vida pessoal dos funcionários (os chineses passam o ano sem praticamente visitar a família, a empresa não se importa com a segurança dos funcionários e investe pesado para que o interesse destes não seja defendido pelo sindicato), salientando uma tendência tanto no capitalismo ocidental quanto no socialismo oriental (no caso, dos chineses). Pra mim, no entanto, acabou faltando algo que também senti falta no Carta Para Além dos Muros, já que o debate sobre a origem dessas relações predatórias entre patrão e empregado ficou sublimado. De novo me pareceu que quiseram falar de muita coisa quando, na verdade, não conseguiram mostrar nada com muita profundidade. Achei tudo muito frio, distante, desumano, sem muita proximidade com os envolvidos. Talvez tenha sido proposital mesmo porque a fotografia e a iluminação do filme focam quase o tempo todo em cenários vazios com cores bem opacas. Talvez tenha sido só impressão minha por conta da falta de tato com documentários. Fato é que, embora trate de um tema bem interessante e atual, eu não consegui ser fisgado pelo vencedor da estatueta da categoria neste ano.
  13. O documentário Carta para Além dos Muros dirigido por André Canto aborda a AIDS sob vários pontos de vista, estabelecendo panoramas diferentes partindo justamente desses pontos de vista pra abordar a doença. Traz bastante conteúdo, dados e fatos históricos desde a descoberta da existência do vírus e da estigmatização das vítimas até notícias e números mais recentes do vírus. Sempre é um tema relevante, justamente por se tratar de algo incurável que torna os acometidos muito marginalizados e a direção do documentário pincela esse assunto através de alguns depoimentos. Acontece que a realidade dos soropositivos - especialmente quando se trata de gays - é bem pior do que a retratada no filme e isso ficou bem amenizado. Embora se trate de uma discussão que também acaba sendo política, achei que o filme pendeu mais para esse lado na maior parte do tempo e não explorou a realidade vivida pelos pacientes. Gostei do filme, principalmente quando o tom é mais humanístico e os depoimentos da área científica exercem seu papel esclarecedor. Agora, achei que faltou explorar mais um dos assuntos dentro do tema pois ficou um monte de coisas pulverizadas sem que houvesse muito aprofundamento em alguma delas.
  14. Que legal esse tópico aqui! Vou ler sempre. Já adoro teus textos na parte de filmes Sérgio. Sabendo que você escreve aqui também, sempre vou acompanhar. O esporte que mais acompanho é o vôlei, minha segunda paixão depois do cinema. Parabéns pelo tópico.
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