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Nacka

Central de Notícias - Equipamentos HT

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Este tópico, a exemplo do que já existe para dvds é para postar notícias ou fotos sobre equipamentos de home theater que quem sabe um dia teremos smiley4.gif:

Plasma LG pode gravar programas de TV

LGplasma_HD.jpgUm produto deste não chega ao mercado brasileiro tão cedo, mas, nos EUA, o consumidor já pode comprar um display de plasma da LG com um HD interno, o que permite ao aparelho gravar programas de TV, a exemplo do que já fazia o bom e velho videocassete. Com modelos de 50 e 60 polegadas, os novos displays trazem um HD de 160 GB de capacidade, capaz de guardar até 13 horas de vídeo em alta resolução ou até 63 horas de vídeo convencional. As telas de plasma também trazem entradas para cartões de memória, podendo exibir fotos digitais, vídeos ou músicas no formato MP3. O 50PY2DR e o 60PY2DR tem preços sugeridos de US$ 7999 e US$ 14999.

Eu já assisti a cena da luta da Noiva e Elle Driver nessa belezinha aqui:

ds1000_frontal_g.jpg

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Aqui algo mais acessível para os seus filmes baixados da net:

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Nacka2009-09-04 00:52:52

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A Música vai no lado A e o outro lado é um DVD

Por Robert Levine, do New York Times


dvda-logo2.jpgQuando o vocalista da banda Matchbox 20, Rob Thomas, estava planejando seu primeiro trabalho solo no final do ano passado, ele pensou em maneiras de trazer mais valor para o álbum, em parte para atrair a atenção de consumidores que pudessem ficar tentados a baixar suas músicas ilegalmente.


“Obviamente, eu não quero que as pessoas façam o download do meu álbum. Mas você não pode apenas reclamar que as pessoas estão baixando suas músicas e não fazer nada a respeito”, disse ele.


Nos últimos anos, alguns artistas incluíram um segundo disco com músicas bônus ou um pequeno DVD de forma a ganhar dos copiadores de arquivos em potencial. Mas o disco “Something to Be” do sr. Thomas, que deve ser lançado em abril, pelo selo Atlantic, parte do grupo Warner Music, está entre os primeiros de um grande artista a ser lançado apenas em DualDisc, um novo formato que está sendo introduzido pelos grandes selos e que inclui um CD tradicional em um dos lados de um disco e conteúdo em DVD do outro. O lado DVD inclui o mesmo álbum mixado em som surround de forma que possa ser ouvido em home theaters, além de trazer 20 minutos de vídeo, um documentário, no caso do disco de Thomas.


Em um período em que o negócio da música está processando os compartilhadores de arquivos a quem a indústria acusa de gerar perdas nas vendas, os grandes selos estão apostando no formato DualDic como uma forma de dar uma ‘cenoura’ multimídia que pode ser usada junto com conteúdo legal. Por conta de ter conteúdo adicional, álbuns em DualDisc custam apenas um dólar ou dois em comparação com CDs tradicionais na maioria das lojas.


“Eles estão buscando formas de adicionar valor ao produto físico”, disse David Card, analista da empresa Jupiter Research.


Eles também gostariam de adicionar alguma conveniência. Quando Andrew Lack começou como o líder da Sony Music, agora Sony BMG Music Entertainment, em janeiro de 2003, ele trazia pilhas de CDs e DVDs para casa toda noite para se familiarizar com os artistas da companhia. Novo no negócio musical – ele veio da NBC, onde havia sido presidente da rede – Lack ficou incomodado em como era inconveniente a troca de discos entre os dois formatos.


“Eu estava pensando se não seria legal se pudéssemos virar o disco e aprender alguma coisa sobre os artistas”, disse ele. A idéia já estava em curso, então Lack decidiu fazer do produto uma de suas prioridades. Ao longo do ano passado, todos os grandes selos concordaram com as especificações do DualDisc, e nenhuma empresa iria controlá-lo. O logotipo será provavelmente licenciado pela RIAA (Recording Industry Association of America).


Revendedores, que tem sido pressionados nos últimos anos pela troca de arquivos de música e cortes nas verbas promocionais, estão otimistas quanto às possibilidades do DualDisc. Desde o início do ano, dois grandes álbuns foram lançados tanto em CD como em DualDisc: “O” de Omarion e “Rebirth”, de Jennifer Lopez. Cerca de um terço dos consumidores comprou o DualDisc na primeira semana, de acordo com a Sony BMG Music Entertainment, que produziu ambos. No dia 26 de abril, a companhia vai lançar o novo disco de Bruce Springsteen, “Devils & Dust”, exclusivamente em DualDisc.


sacd-logo.jpg“O feedback que eu estou recebendo de revendedores me faz ficar cautelosamente otimista. Acho que o CD está chegando ao final de sua carreira e eu penso que este pode ser um substituto”, disse Lack.


Quando o formato foi lançado antes do natal passado, ainda haviam dúvidas técnicas. Os discos, imperceptivelmente mais grossos que CDs porque os dois lados são fundidos, são incompatíveis com uma fração de alguns CD players. Até agora, no entanto, poucos consumidores tiveram problemas. “Nós tivemos uma taxa de reclamações abaixo da média”, disse Bryan Everitt, diretor de operações da Hastings Entertainment, que lida com 153 lojas de música com vários nomes.


Avanços artísticos também foram alcançados. “Os primeiros lançamentos em DualDisc devem ter atraído apenas os grandes fãs”, disse Robert J. Higgins, o diretor executivo da Trans World Entertainment, dona da F.Y.E., Coconuts e outras cadeias de lojas de música. “Mas os novos títulos parecem ter resolvido o problema.”


“Quando você vê um grande artista saindo em DualDisc, isso realmente determina as regras”, disse Higgins.


Até aqui, a Sony BMG tem sido a gravadora mais agressiva na promoção do formato, de acordo com diversos revendedores. Uma vez que o DualDisc incorpora formatos que já existem, ele terá uma vantagem em relação a outros produtos recentes, como o Super Audio CD e DVD-Áudio, e os revendedores acreditam que o DualDisc vai capturar uma boa fatia do mercado. Dos quatro maiores elos, apenas a EMI Music ainda não anunciou lançamentos em DualDisc mas deve fazer isso neste ano.


Entre os sinais encorajadores para o DualDisc está o recente crescimento nas vendas de DVDs de música, que quase dobraram em 2004 quando comparadas ao ano anterior. “Achamos que os consumidores mostraram um grande desejo pelo vídeo e um dos grandes vetores para o crescimento do DVD de vídeo são os recursos adicionais. Agora você já pode ver o início disso com a música”, disse Paul Bishow, vice-presidente de marketing da Universal Music Group.


Os lojistas esperam que os consumidores vejam o paralelo com o DVD. “Nós precisamos de algo que, quando o consumidor pegar um CD, ele irá pensar que é tão bom quanto um DVD”, afirmou Higgins da Trans World Entertainment.


Como muitos revendedores, a Trans World usualmente tira uma margem de US$ 1,50 a mais por um título em DualDisc. Mas as gravadoras esperam que preços baixos aumentem o mercado, como aconteceu com os DVDs. “Até o dia do trabalho, nós saberemos”, disse Mike Dreese, dono da Newbury Comics, uma loja de venda de música e filmes da Nova Inglaterra. “Isso será tanto um produto interessante de nicho ou, no próximo ano, metade dos álbuns dos grandes artistas sairão em DualDisc. Por enquanto, dado às dificuldades que o negócio de música sofreu nos últimos anos, é ótimo ver algo que vende assim que você coloca na prateleira”, finaliza Dreese.

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Systems compactos conquistam mais espaço no mercado

Acompanhando uma tendência internacional, os conjuntos compactos para home theater estão ganhando a preferência do consumidor, principalmente o leigo que busca montar seu primeiro sistema. Levantamento feito pela revista HOME THEATER confirma que já existem mais de 35 opções desse tipo nas lojas, algumas delas incluindo recursos avançados, como player DVD-Audio e conector vídeo componente.

philips_mx2500.gifEmpresas como Sony e Philips optaram por lançar no mercado conjuntos integrados de home theater, que incluem DVD player, processador surround (em alguns casos, embutido no próprio player), 5 caixas acústicas e subwoofer. Outras, como Samsung e LG, lançaram modelos com design diferenciado, que têm forte apelo junto aos usuários mais ligados no aspecto visual dos ambientes.

ht-lg.jpgO modelo LH-T6740 (imagem ao lado), da LG, por exemplo, reproduz discos DVD-Audio, DVD-R/RW, DVD+R/RW, música gravada em MP3 e WMA e filmes em DivX, além de oferecer caixas acústicas slim do tipo torre (120cm de altura), cujo visual combina com displays de plasma e LCD. Já o Philips MX-2500D (acima) traz como diferencial a tecnologia de amplificação digital Classe D, com amplificador interno de alto rendimento, capaz de gerar elevados níveis de pressão sonora.

Outra solução integrada vem da Sony. É o minisystem MHC-RV888D, que vem com DVD-changer para três discos e função karaokê. Trata-se ainda do primeiro minisystem do mercado com recurso progressive scan e saída vídeo componente. A potência fica em 320W, sendo 200W nos canais frontais.

A edição de 9o. aniversário da revista HOME THEATER, que está nas bancas, traz como destaque o encarte “Home Theater na Caixa”, com tudo sobre o segmento de systems compactos para home theater.

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LG lança LCD TV com DVD player embutido

lg-kp17lz21.jpgO mercado de LCD TVs está se aquecendo. A LG, por exemplo, acaba de lançar no Brasil a KP-17LZ21, uma LCD TV de 17 polegadas, formato widescreen, que traz um drive DVD player embutido e que é capaz de reproduzir VCDs, CDs de áudio, além de reconhecer discos com músicas em MP3 e imagens no formato JPEG.

Com taxa de contraste de 400:1 e ângulo de visualização de 176º, ela é compatível com sinais de alta definição (1280 x 768 WXGA) e apresenta ainda recurso Progressive Scan e alto-falantes embutidos. Seu preço sugerido no mercado brasileiro é de R$ 4500,00.

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HD DVD Player será lançado até o fim do ano:

logo-toshiba.jpgA Toshiba pode até negociar uma sinergia do HD DVD com o formato concorrente Blu-ray, visando uma plataforma unificada de discos óticos para vídeo em alta definição, mas isso não vai impedi-la de lançar players de discos HD DVD como programado. Pelo menos é o que a empresa divulgou durante seu evento anual de anúncio de novos produtos, na semana passada, nos EUA. Pelos planos iniciais da empresa, os players chegam ao mercado no último trimestre deste ano. A previsão inicial é de que um primeiro modelo deva chegar ao varejo abaixo da faixa de US$ 1000,00.

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Nacka... esse é o meu "brinquedinho"... um AVR230

 

 

 

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Aliás, lá do no fórum de HT, eles estão bem na moda.

 

 

 

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LeoSarmento

 

 

 

ps.: tu é de Brasília também é?

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Nacka, faz sentido em comprar um display de plasma com HD se não temos transmissão digital no país (nem por cabo nem por satélite)? Ou isso é ignorância minha? Confesso que o LCD é um grande sonho de consumo, mas desanimei quando soube que não poderia conectá-lo a um receptor. Investir essa dinheirama só para assistir DVD eu acho meio surreal...

O Harman Kardon é um show... smiley4.gif

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Nacka... esse é o meu "brinquedinho"... um AVR230

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Aliás' date=' lá do no fórum de HT, eles estão bem na moda.

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LeoSarmento

ps.: tu é de Brasília também é?

Sou. Me cadastrei lá no fórum HT mas posto pouco lá. Comprou onde a belezinha, PY ou em loja?

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Nacka' date=' faz sentido em comprar um display de plasma com HD se não temos transmissão digital no país (nem por cabo nem por satélite)? Ou isso é ignorância minha? Confesso que o LCD é um grande sonho de consumo, mas desanimei quando soube que não poderia conectá-lo a um receptor. Investir essa dinheirama só para assistir DVD eu acho meio surreal...

O Harman Kardon é um show... smiley4.gif

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Newman é verdade que o imbroglio da tv digital no país desanima, mas houve uma reunião esta semana exatamente para discutir isso (mas uma vez) e acredito que eles (o governo) não vão poder adiar esse assunto por muito mais tempo não. Esses gadgets apresentados no tópico são pra sonhar mesmo mas são também para que a gente fique por dentro do que é lançado no mercado. O Harmam é... ah... deixa pra lá.. smiley36.gif  

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Os (des)caminhos da TV Digital no Brasil

Por Alexandre Barbosa*


hdtv.gifSanta Rita do Sapucaí tem ruas estreitas, casas antigas ou que parecem paradas no tempo, carros em ruas de paralelepípedos dividindo espaço com carroças, cavalos, fora a indefectível praça da igreja matriz. Um passar de olhos revelaria uma típica cidade do sul de Minas Gerais, não fosse ali um dos berços de avanços tecnológicos importantes, além de sede de fábricas de computadores, baterias para celulares e outros negócios ligados à área de tecnologia e que gera mais de 6 mil empregos e uma receita anual estimada em US$ 150 milhões.
É lá também que fica o Inatel, o Instituto Nacional de Telecomunicações, que combina um instituto de ensino e centro de pesquisas e que, entre tantos outros projetos, está participando do desenvolvimento do padrão brasileiro de TV Digital.


O primeiro fruto concreto das experiências realizadas está na transmissão de sinais. Tenho a oportunidade de presenciar uma transmissão de um sinal digital de alta definição e que é exibido numa tela de plasma de 42 polegadas, alicerçado por moduladores que ajudam a mapear a clareza do sinal. A fonte é um pequeno transmissor, que está localizado na sede da Linear, não muito longe do prédio do instituto. A empresa, que é fabricante e revendedora de equipamentos de transmissão e parceira do instituto no projeto de TV Digital, já criou um protótipo funcional e que poderia atender às demandas técnicas de um padrão brasileiro.
Na breve conversa com o professor Adonias Costa da Silveira, coordenador do projeto, dá para perceber que o instituto tem capacidade técnica plena para resolver os intrincados problemas que cercam a criação de um sistema brasileiro. Não é possível saber se o professor acompanha o vaivém político que cercou a questão e que pode tornar inútil o esforço dos pesquisadores do Inatel.


No último dia 19, o secretário-executivo do Ministério das Comunicações, Paulo Lustosa, participando do Fórum Sobre Política de Telecomunicações, realizado pela Secretaria de Telecomunicações do Ministério, deu a entender que a criação de um sistema brasileiro pode ser descartada. A frase? "Eu avisei na última reunião que se a TV digital não for entregue até 10 de dezembro, acabou o modelo brasileiro".


A razão para o comentário ácido está no número elevado de grupos de trabalho criados pelo governo para analisar a questão. De fato, a pretexto de analisar todas as partes envolvidas, criou-se um sem número de grupos de análise e comissões que só fizeram atrasar o andamento dos trabalhos.


De seu lado, as transmissoras de TV e fabricantes de equipamentos eletrônicos pressionam por uma definição o mais breve possível, o que acabaria com o suspense que cerca essa novela há alguns anos e liberaria de vez os investimentos para a produção de novos conteúdos e para a compra de equipamentos de transmissão de sinais digitais, além dar a partida para um novo mercado de receptores para a TV aberta.
Longe de entrar na discussão dos méritos de cada modelo (japonês, europeu ou americano), a verdade é que não importa realmente qual seria o sistema adotado do ponto de vista da geração e transmissão. Mas um sistema brasileiro seria viável e empresas como a própria Linear seriam capazes de atender à demanda nacional sem necessariamente criar um elefante branco tecnológico.


Do ponto de vista tecnológico, a preocupação dos pesquisadores é como criar canais de interatividade em cima dos sinais digitais, possibilitando não apenas a transmissão de sinais de alta definição, mas também um caminho consistente para a convergência de mídias, no que poderiam entrar canais de sinais sem fio, a telefonia celular e até mesmo a Internet. Outra questão que fica em aberto é se a TV Digital não teria o poder de mudar o modelo atual de funcionamento do mercado, ainda que seja muito cedo para especular sobre que novos modelos poderiam surgir de um sistema que ainda não existe (mas que o comportamento da mídia segmentada dos canais por assinatura já deixa alguns sinais).


De início, quando o atual governo colocou novamente a questão da definição em suspenso, a reclamação foi geral. Este que vos escreve também se frustrou. Quando a demora no andamento do projeto de definição se acirrou, também me irritei. O processo político na visão do PT, de ouvir sempre as bases (todas elas), pode ate resultar em uma decisão mais democrática, mas atrasa muito quem tem sede e pressa de decisão.
Então é compreensível que todo o mercado se volte para os coordenadores do projeto brasileiro de TV Digital pressionando por uma decisão.


Mas, ao ver os resultados concretos do talento nacional na hora de desenvolver tecnologia, me pergunto se não seria o caso de considerarmos o trabalho de centros como o Inatel antes de tomar decisões das quais poderíamos nos arrepender mais tarde.

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Enquanto isso lá fora:

O custo dos receptores limita a venda de TVs digitais?
Por Jerry Del Colliano, do Audio Vídeo Revolution

hd-dvr250.jpgAs vendas de TVs de alta definição continuam crescendo no varejo a um ritmo de mais de um milhão de novos conjuntos ao mês, de acordo com relatórios da Consumer Electronics Association. A HDTV é a “killer application” (aplicação matadora, referência a tecnologias que trazem ruptura para o modo estabelecido) para a indústria de home theater, provendo uma experiência de vídeo de grande qualidade em TVs que são ultrafinas. O problema é que uma DTV (DTVs, ou TVs digitais, são TVs que podem reproduzir conteúdo de alta definição mas que não tem necessariamente sintonizadores embutidos) raramente têm sintonizadores de alta definição mesmo nos modelos de maior preço. Mas, em breve, muitas HDTVs terão cartões que permitirão aos consumidores controlar o conteúdo que recebem de seus serviços por cabo ou satélite diretamente em seus aparelhos. No entanto, estes cartões não permitem o uso de um PVR (personal vídeo recorder, um gravador de vídeo digital como o TiVo) o que é bem difícil para qualquer entusiasta de TVs e home theaters. Isto deixa o consumidor precisando de um gravador de HDTV externo para extrair o máximo dos conteúdos de alta definição e, pelos padrões atuais, isso não sai barato.

 

dish-dvr921.jpgO HD 10-250 da DirectTV e o 921 da Dish são dois padrões no atual estágio de desenvolvimento da HDTV. Ambos são feitos e vendidos por seus respectivos provedores de serviço por satélite. Já se foram os primeiros players como os HD100, HD200 e HD300 da Sony e que eram as referências em sintonizadores de alta definição (sem apresentar funcionalidades de um PVR) para os primeiros usuários de serviços HDTV da DirecTV. O custo destes primeiros dispositivos estava na faixa de US$ 799. Hoje um HD DVR da Dish ou DirecTV pode ser encontrado na faixa que vai de US$ 500 a US$ 1000. Também é possível encontrar aparelhos mais esguios por US$ 1500 em várias lojas dos EUA, o que é um choque para muitos consumidores sensíveis a preço quando fazem investimentos em eletrônicos na faixa de quatro dígitos.

sony-hd300.jpgEmpresas de TV a cabo tinham a solução – alugue o equipamento para os consumidores e inclua o preço na mensalidade. Com o vídeo em MPEG4 se tornando realidade em breve, é dito que os receptores HDTV atuais da DirecTV e possivelmente da Dish estarão obsoletos em um ano ou dois. A Dish ajudou os primeiros usuários da alta definição a fazer o upgrade (levando-os para longe de seu receptor, que podia ser usado para gravar conteúdo de alta definição) quando eles tiveram acesso a novos equipamentos para HDTV. A DirecTV precisará adotar um plano similar se eles acabarem chegando a uma conta de US$ 1000 de seus usuários que investiram num HD 10-250 e que se tornará obsoleto em breve.

Não há dúvida de que a HDTV está com um crescimento explosivo. No entanto, poderia estar crescendo ainda mais se os melhores equipamentos necessários para fazer o conteúdo da HDTV funcionar fossem mais acessíveis. Uma licença do TiVo e um HD em um mercado que empurra os custos para baixo poderia levar um PVR básico a custar menos de US$ 100 em volumes que as empresas de satélite poderiam bancar. Para manter seus consumidores, os provedores de satélite precisarão continuar a oferecer equipamentos e conteúdo de primeira linha, considerando que eles competem com um player dominante na indústria de cabo, que também pode oferecer acesso rápido à Internet como parte de sua mensalidade de US$ 100.

Nacka38505.550474537

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O Ipod não tem nada a ver com home theater mas é interessante e tornou-se um dos brinquedinhos mais cobiçados pela galera, aqui algumas dicas que podem ser interessantes :

Organizando suas musicas no servidor

Por Bryan Dailey

ipod_gde1.gifSe você ainda não tem um iPod e está se sentindo excluído, não tenha medo. Criando um backup de sua coleção de CDs e colocando-o no computador e/ou iPod pode ser muito simples e poderá até salvar sua coleção de música caso ocorra algum desastre. Outra vantagem de arquivar é que você fica mais próximo das suas canções e volta a ouvir aquelas que você ama, mas havia esquecido que tinha. É bem capaz que você vá para uma loja de CDs ou ao próprio iTunes para aumentar sua coleção.


 

A velha dúvida – Mac ou PC?

Os novos produtos da Apple além de sua interface fácil de usar tornam o Mac a melhor ferramenta para arquivar e gerenciar suas músicas. A facilidade de uso do iPod assim como também a integração simples com o iTunes foram fatores determinantes para que cerca de 5 milhões de iPods fossem vendidos só nos últimos quatro meses de 2004. Com um iMac e alguns acessórios, você pode ter, aqui nos EUA, um computador com toda a sua coleção de musica por menos de US$1.000. Eu recomendo que você arquive suas musicas em algum tipo de drive externo. Eu prefiro drives Lacie Firewire. Com cerca de $200, você pode ter 250Gb de armazenamento (ou seja, milhares de musicas) em um único drive.

Um dos maiores objetivos da Microsoft é transformar o PC numa central de entretenimento. Eles estão trabalhando muito para criar softwares que gerenciam e arquivam sua musica em PCs tradicionais, além de produtos como o PC Media Center da HP. Estão fazendo coisas maravilhosas também no mundo da TV de alta definição com o Windows Media player 10, mas eles ficaram um pouco para trás com relação ao armazenamento em comparação à Apple. A vantagem do PC é o preço. Tudo no PC é mais barato que no Mac, mas normalmente é mais complicado de usar e bem menos atraente. Se você tem um PC velho, você deseja melhorar a configuração do PC, sua maquina antiga com um drive USB2 externo pode ser o local perfeito para você arquivar suas musicas sem muito custo.

Produtos feitos exclusivamente para armazenamento de companhias como Escient, ReQuest e QSonix podem ser úteis para arquivar sua coleção. Aliás, existem muitas maneiras de fazer isso, usando diferentes hardwares. No entanto, nós vamos focar no sistema mais fácil e popular: o iTunes. Ele também ser usado com PCs e com iPods no ambiente Windows.

Importando música no iTunes

imac1.gifComo em qualquer outro programa de computador, há muitas opções no ‘menu de preferências’ do iTunes. Há pequenas variações nos lançamentos diversos do iTunes, mas para o objetivo desse artigo, eu prefiro a versão mais atual até agora, que é a 4.7.1. Muitas das pessoas que gravam seus CDs para o iTunes e provavelmente não estão cientes da freqüência em que o arquivo é convertido. Isso é algo importante de se saber, especialmente se você não tem muito espaço no HD ou usa um iPod pequeno. Você terá que usar configurações diferentes até achar o nível de qualidade de áudio que mais te agrada, mas que não ocupe muito espaço. Vários formatos podem ser usados para a importação de músicas. O que apresentou uma melhor qualidade de áudio é o AAC, com 192Kbps de freqüência. Para manter uma qualidade boa em sua coleção, você deverá gravar todas suas músicas com a mesma freqüência. Nada é mais frustrante do que ouvir uma música gravada em alta freqüência de compressão e depois ouvir uma outra à 32kbps. Os audiófilos que têm muito espaço no HD podem utilizar 320kbps para seus arquivos, mas se você planeja manter o CD depois que você arquivar, eu faço a seguinte pergunta: Porque não ouvir o próprio CD ao invés do arquivo? A decisão é sua, e deve ser baseada no espaço que você possui e o que você irá fazer com a coleção arquivada.

Configurando o iTunes para se conectar automaticamente à Internet, o banco de dados CCDB que contém títulos de musicas, álbuns e outras informações de áudio será automaticamente anexado ao arquivo. A tarefa de nomear cada musica e álbum manualmente não é das mais fáceis, usar o banco de dados é com certeza a característica mais importante do iTunes para ganhar tempo. Se você tiver um CD meio obscuro, você poderá não encontra-lo no banco de dados, então algumas vezes será necessário que você tenha que digitar os nomes você mesmo, mas isso acontece em no máximo um por cento dos casos, pelo menos no meu caso.

Muitas pessoas que usam o iTunes não se preocupam com a ordem dos arquivos e não têm a mínima idéia da onde os arquivos estão sendo armazenados. Há um aumento significativo no tamanho dos drives de armazenamento, mas a qualidade deles está cada vez mais baixa. Hoje em dia é cada vez mais comum ouvir reclamações de falhas nos HD dos meus amigos, então o backup é mais do que essencial.

Se você está usando o iTunes no Macntosh OS X, os arquivos são salvos em uma pasta “music” dentro do “home folders”. A pasta chamada “iTunes” é aonde as músicas são salvas. Se você quiser movê-las para outra pasta por precaução, ou simplesmente para acessar de outro HD, você só precisa copiar a pasta para o diretório desejado. Se você decidir apagar as musicas que estão no HD do seu computador, você terá que configurar novamente o iTunes para ele saber aonde ele deverá buscar as músicas. Se o iTunes não encontrar o caminho correto para uma musica, ele vai tornar a musica cinza no seu playlist e você não poderá selecioná-lo. Você terá que encontrar a música e redirecionar o iTunes para o caminho certo. Eu achei mais fácil arrastar as pastas do novo HD para a biblioteca dentro do iTunes. Daí ele irá acessar as músicas sem problemas.

O software iTunes copiará os CDs para a pasta de músicas do iTunes e listará primeiro o nome do artista, depois dentro da pasta, ele mostrará o nome do álbum como outra pasta. Dentro de cada pasta com o nome do álbum, as músicas são listadas na ordem que eles parecem no CD. Se você possui cinco CDs da Madonna e copiar para o computador, eles aparecerão dentro da pasta Madonna. Alguns álbuns, chamados de álbuns compilados são armazenados de forma diferente. Uma pasta chamada compilations será automaticamente criada. O titulo do álbum será colocado em uma nova pasta e as músicas serão copiadas para lá.

Se você possui um computador decente, o processo de conversão para formato MP3 não demora muito e você pode executar outras tarefas enquanto o CD é convertido. Eu tenho um Macintosh G4 da Apple com processamento dual e eu percebi que o que ajuda na gravação é a velocidade do drive. O novo super-drive da Apple com um único processador gravará um CD mais rápido que meu CD-ROM de 48x. Se você converter e gravar muitos CDs, você não se arrependerá em gastar um pouco mais para adquirir um drive melhor para seu computador. Dependendo da velocidade do seu computador, da freqüência e tamanho dos arquivos, pode levar de um minuto à dez minutos por disco. Desligando opções como “play disc while ripping” e “error correction” a velocidade pode inclusive aumentar.

Criando Playlists

Há inúmeras formas de arquivar e armazenar suas músicas pelo iTunes, assim como também, no seu iPod. Na minha opinião, o armazenamento em ordem alfabética é mais simples. Whitesnake fica embaixo do W, já artistas como John Mayer, eu re-nomeio para Mayer, John. Isso ajuda na hora de procurar um álbum dele do que ficar procurando entre os artistas que também possuem o primeiro nome John. Artistas como Iggy Pop e Marilyn Manson pode aparentar ser um problema, mas eu usei o nome verdadeiro e não o nome fictício, depois o sobrenome primeiro. O problema com meu método, para conseguir organizar minhas músicas como uma loja de CDs, eu tenho que lutar contra a forma com que o CDDB quer criar as pastas dentro do diretório principal. Também há o problema quando você perde o tempo renomeando uma pasta, como Hendrix, Jimi, e depois quando você for converter outro álbum do mesmo artista o CDDB coloca Jimi Hendrix novamente e você vai se deparar com um problema de organização.

Como eu gosto muito de música clássica, eu decidi criar um pasta dentro do diretório principal de música só para ele. Eu então coloquei todas as músicas clássicas dentro dela. Tudo isso porque, quando procuro por um artista POP ou rock eu não queria ter que passar por várias orquestras e outros artistas que não conheço por nome. Normalmente, se a Filarmônica de Londres faz um álbum de Mozart, CDDB irá listar Mozart como o artista, mas em alguns casos, ele listará Filarmônica de Londres. Em outros casos, duas opções aparecerão em uma janela, uma com o nome da orquestra primeiro, e outra com o nome do compositor primeiro, ai você escolhe qual lhe agrada mais.

O número de sub-categorias depende exclusivamente do tempo que você tem. O QSonix Server System é um pacote de hardware e software para sistemas de home theater, eu me impressionei com a capacidade sub-categorização do banco de dados do provedor de música. Você pode procurar e arquivar centenas, ou até milhares, de sub-categorias desde ART ROCK até vocais femininos. Com um pouco de paciência, você pode fazer isso acontecer no seu sistema.

Transportando as canções para o seu iPod ou para um dispositivo de armazenamento de música portátil.

Se você converteu suas músicas em arquivos MP3, e os guarda no iTunes, você pode então importar as faixas para seu iPod. Se o espaço de armazenamento do seu iPod for maior que sua coleção eu recomendo que você copie tudo para ele. Mas se não for, você terá que fazer uma playlist menor antes de importar. Eu tenho mais de 20Gb de música, mas possuo um iPod de mais de 20Gb. Eu coloco em torno de 15Gb no playlist e depois escolho cinco dos meus artistas favoritos para importar. Eu prefiro fazer isso a escolher uma prateleira de CDs, colocar no carro, depois selecionar alguns outros CDs extras que posso querer ouvir.

Uma vantagem para aqueles que usam outros MP3 players fora o iPod, é que normalmente, você recebe um grande espaço de armazenamento por um menor preço. Outros MP3 players não vendem tanto quanto o iPod porque são menos atraentes mas tem valor para os usuários de PC. Ainda assim, tanto para usuários de PC quanto para Mac, eu recomendo o iPod. Recomendo todos os modelos da Apple, menos o iPod Shuffle. Ele é muito pequeno. Se sua coleção de música valer mais que centenas de dólares, US$250 dólares não é muito para investir em algo que você pode levar junto com você numa viagem, por exemplo.

Comprando música do iTunes ou outro lugar

itunes1.gifQuando a indústria fonográfica ainda estava correndo para encontrar uma maneira para combater a transferência de músicas via redes de compartilhamento P2P, a Apple saiu na frente e apresentou ao mundo a loja virtual de compra de músicas, iTunes. Por US$0,99 por música ou US$9,99 por um álbum, amantes da música têm uma alternativa para os downloads ilegais com qualidade de áudio duvidosa além de geralmente mal nomeados. O conceito rapidamente pegou e gravadoras logo aderiram. Outras gravadoras logo seguiram essa idéia e agora podem baixar por outros sites, Musicnet.com, Napster entre outros. Cada um tem uma estrutura diferente de pagamento, mas você terá que pesquisar para ver qual funciona corretamente com seu MP3 player.

Para o Apple iPod, o iTunes foi criado para baixar musica e importar para o aparelho ou também para gravar em um CD. Há um limite de gravações para cada faixa. Uma grande desvantagem da loja iTunes é o tamanho do catalogo de musicas disponíveis. Alguns artistas que você poderá querer baixar, como Led Zeppelin ou Beatles, não estão disponíveis na loja e outros poderão ter só alguns álbuns e não todos. Outra coisa que você deve prestar atenção é que quando estiver procurando músicas de um artista popular o botão “more” (que mostra mais resultados para sua busca) é muito pequeno. Uma pesquisa por Van Halen mostrou 75 ocorrências na primeira página, como se tivessem poucas músicas da banda no catálogo. Mas se você clicar na seta “more results”, você verá que existe muito mais música do Van Halen em catalogo do que é mostrado realmente.

O iTunes não é a única opção para baixar músicas, mas como tudo que a Apple faz é mais fácil de usar. A Napster, empresa que era sinônimo de downloads ilegais no final da década de 90, está de volta alugando canções. Tenho ouvido casos dizendo que é difícil a importação das músicas do Napster para o iPod. Uma alternativa interessante de downloads é o Emusic.com, que transmite “podcasts” de shows ao vivo e eventos especiais direto para seu iPod. É mais aconselhável para músicas menos populares. Para os fãs de Punk Music, é um ótimo serviço.

Conclusão

3,000 mil palavras depois, parece que só falei superficialmente sobre o que é possível. Na minha experiência pessoal, arquivando minhas músicas não só tornaram as minhas viagens entre Long Beach e Beverly Hills mais agradáveis, mais que isso, meu projeto de arquivamento permitiu uma nova visão com relação às minhas músicas. Eu comprei mais músicas em CD e no iTunes para completar minha coleção em todos os gêneros. Até que a indústria decida quais serão os próximos passos deve tomar sobre o DualDisc ou formatos futuros como HD-DVD e Blu-Ray, vale a pena você pensar em como deve de arquivar suas músicas. É quase impossível que o seu interesse pela sua coleção continue inalterado.

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Essa é pra quem mora em São Paulo e pretende ou já comprou na Panashop/BestMix:

Grupo Panashop/Best Mix pede concordata

Por Redação Home Theater

Surpreendendo o mercado em geral, o grupo paulista Panashop/Best Mix - uma das maiores redes de lojas especializadas em eletrônicos do Estado - pediu concordata nesta 6a. feira. Alegando dificuldades financeiras com o aumento dos juros bancários, e também um assalto que ocorreu na sede da empresa no final do ano passado, a empresa solicitou à Justiça enquadramento na nova Lei de Falências, que permite a recuperação com pagamento de todos os credores, incluindo funcionários, bancos e fornecedores (entre estes, diversas indústrias do setor).

Segundo a gerente de marketing do grupo, Luzia Lopes, outro fator que desencadeou os problemas financeiros do grupo foi a queda do dólar nos últimos meses, após um período de alta, o que desvalorizou mercadorias adquiridas anteriormente. Com o roubo no depósito da empresa, que segundo ela causou prejuízos de R$ 9 milhões, a situação se complicou no 1o. semestre deste ano. Não foi divulgado o montante total da dívida do grupo, mas fontes da indústria estimam valores em torno de R$ 30 milhões.

Mesmo assim, segundo Luzia Lopes, a empresa pretende preservar seus 500 funcionários e possui caixa para garantir o pagamento regular dos salários. Atualmente, a rede é composta de 22 lojas com a bandeira Panashop e 10 com a bandeira Best Mix. Seus principais fornecedores hoje são Philips, Sony, Panasonic e Gradiente, entre outras grandes indústrias de eletrônicos. Já na 5a. feira, véspera do pedido de concordata, a empresa decidiu fechar uma de suas lojas na capital paulista. Recentemente, a empresa abriu seu 32o. ponto, no Shopping Daslu, que atende consumidores de alto padrão. A venda ou fechamento de lojas é vista no mercado como solução inevitável para a crise financeira do Grupo.


 

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THX: Sinônimo de qualidade

Por Ricardo Marques


lucasfilm-logo.jpgEle surgiu nos EUA no início da década de 80 e virou referência de qualidade em salas de cinema. Depois, com a popularização do conceito de home theater, rapidamente chegou aos equipamentos domésticos. Mas o que significa o padrão THX? Quais as vantagens de adquirir equipamentos ou ver filmes em salas de exibição com esse certificado?

Para entender essas questões, é preciso voltar um pouco no tempo. Com o estrondoso sucesso do primeiro filme da série Guerra nas Estrelas (1977), o diretor George Lucas começou a perceber que todo o empenho técnico para a captação de áudio e de vídeo se perdia na hora de reproduzir os efeitos nas salas de exibição, pois os equipamentos e as instalações da época deixavam muito a desejar.

A fim de combater essas deficiências, a Lucasfilm - empresa do diretor - passou a criar normas para garantir a qualidade das salas. Em outras palavras, os cinemas com certificado THX (já existem cerca de dez salas desse tipo no Brasil) surgiram para reproduzir com o máximo de fidelidade o som e a imagem captados pelos diretores. Na parte de áudio, isso se reflete na redução dos ruídos externos e internos, das distorções e das reverberações (ecos), por exemplo.

Quanto às imagens, as exigências são outras, como a garantia de um bom ângulo de visão da tela para toda a platéia. Imagens com pouco brilho ou cores muito saturadas também não passam pela peneira das salas com certificado THX.

Da telona para a telinha foi só uma questão de tempo. Com o crescimento do interesse pelo entretenimento doméstico, a Lucasfilm adaptou as exigências das salas de cinema para os lares dos usuários. A missão era proporcionar o máximo realismo dos filmes nas residências. Foi quando começou a ser estampado o selo THX nos receivers, caixas acústicas, DVD players e até cabos.

E aqui, uma observação importante: muitas vezes, o certificado THX presente em receivers é confundido como sendo um processador, concorrente direto dos tradicionais Dolby Digital e DTS. Na verdade, o THX é um pós-processamento, que é aplicado sobre qualquer um desses modos de surround. Sua função é fazer uma re-equalização sonora (planejada pelos engenheiros da Lucasfilm) para otimizar o desempenho de todo o sistema.

Num receiver com certificação THX, você pode escolher entre ouvir as trilhas DD e DTS convencionais contidas no DVD, ou escutá-las adicionando o processamento criado pela empresa de George Lucas. Há duas opções de modos: Cinema ou EX (este último destinado à reprodução em 6.1 canais).

thx.jpgForam quatro anos de desenvolvimento até a equipe de engenheiros do diretor americano adaptar o certificado THX para os sistemas domésticos. Eles observaram que os diálogos, os efeitos especiais e as trilhas musicais acabavam perdendo parte de sua qualidade ao serem reproduzidos por certos sistemas de home theater. A fim de resolver essa questão, uma série de regras foi sendo criada para equiparar as salas domésticas a boas salas de cinema. A partir daí, os fabricantes passaram a adotar essas normas e a produzir equipamentos eletrônicos que respeitassem tais exigências.

Por outro lado, o pós-processamento THX é específico para a reprodução de filmes, não sendo indicado para ouvir música. Motivo: o som pode soar extremamente desagradável e muito abafado.

Aparelhos de um lado, filmes de outro. Em meados da década de 90, as normas de qualidade da THX chegaram aos estúdios com a intenção de diminuir as variações de som e imagem nos DVDs. Assim, quando um disco chega ao mercado com esse certificado, certamente o máster - mídia utilizada para a replicação dos títulos - recebeu uma equalização que visa preservar o som e a imagem originais do filme.

Com tantas exigências, seria correto afirmar que os itens com o selo THX são melhores do que os outros? Tudo vai depender de diversos fatores. De nada adianta, por exemplo, montar um sistema doméstico com equipamentos certificados pela Lucasfilm e não se atentar à correta instalação desses aparelhos (principalmente das caixas acústicas). E mais: há bons produtos no mercado, cujos fabricantes, para não pagar royalties à empresa de George Lucas, abrem mão dessa certificação. Portanto, antes de optar por um ou outro equipamento, vale aquela máxima: seu ouvido e sua sensibilidade são os seus melhores amigos.

Para todos os bolsos


Com a proposta de facilitar o acesso aos equipamentos com o selo THX a diferentes públicos, a Lucasfilm criou dois tipos de certificados: o THX Ultra e o THX Select. O primeiro traz especificações bem rígidas e está limitado a uma categoria de aparelhos mais sofisticados. São soluções ideais para ambientes de grandes proporções, com mais de 25m2. Evolução do THX Ultra, a certificação THX Ultra2 é dada a receivers 6.1 e 7.1 canais, por exemplo, e incorporou novas regras para melhorar ainda mais a reprodução do áudio, principalmente em relação às baixas freqüências e aos formatos de alta resolução (DVD-Audio e Super Audio CD). Já o selo THX Select agrega especificações mais brandas. Por isso, está presente em equipamentos de custo mais acessível e buscam atender a um público bem abrangente, que deseja instalar o sistema em pequenos e médios ambientes.

Da aliança entre a Dolby e a THX, surgiu ainda o pós-processamento THX Surround EX, desenvolvido com base na plataforma Dolby Digital EX, e que aparece em receivers THX Select e Ultra. As melhorias mais sensíveis foram a re-equalização do canal traseiro de surround (6.1 canais) e o redirecionamento dos graves para o subwoofer. Para notá-las, basta adquirir um DVD com codificação Dolby Digital EX, como os das séries Harry Potter e O Senhor dos Anéis, e reproduzi-lo no seu DVD player, que deve estar ligado (via conexão digital) a um receiver com essa certificação.

THX: Onde encontrar?
Uma lista de equipamentos e discos que já trazem esse certificado


onkyo-txnr1000.jpgReceivers
JVC RX-DP20;
JVC RX-DP15;
Onkyo TX-NR1000;
Onkyo TX-SR702.


DVD players
Onkyo DV-SP1000;
Onkyo DV-SP800.

Caixas acústicas
B&W surround DS6;
Jamo conjunto de caixas série D 7;
Jamo conjunto de caixas série D 6.

Subwoofers
Jamo D 7SUB;
Jamo D 6SUB;
M&K VX-1250;
M&K VX-860.

Processadores
Aragon Stage One;
Classe SSP-600;
Classe SSP-300;
Meridian G68;
Meridian 561.

Amplificadores
Aragon 2007;
Rotel RMB-1095.

Cabos
Monster Cable - interconexão e caixas acústicas.

Filmes em DVD
Aliens - O Resgate;
Os Incríveis;
Titanic;
Trilogia Indiana Jones (Os Caçadores da Arca Perdida, Indiana Jones e o Templo da Perdição, Indiana Jones e a Última Cruzada);
Coleção Star Wars (Guerra nas Estrelas, O Império Contra-Ataca, O Retorno de Jedi, Episódio 1 - A Ameaça Fantasma, Episódio 2 - O Ataque dos Clones).

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Sony lança gravador que converte vídeos.


sony-dvdirect.jpgDVDirect: este é o nome da nova solução lançada pela Sony do Brasil, um aparelho que simplifica muito o trabalho de gravação e/ou edição em DVD. O novo gravador permite converter filmes e vídeos, em tempo real, para o formato DVD, apenas com a conexão de um cabo.


Normalmente, esse trabalho exige várias conexões, ou então o uso de um computador dotado de drive DVD e software especial. Com o DVDirect, o usuário pode, por exemplo, passar suas fitas VHS do videocassete diretamente para discos DVD. Ou material captado com uma filmadora, ou qualquer outra fonte de sinal analógico.

Lançado ao preço sugerido de R$ 1.099, o DVDirect é uma aposta da Sony como tendência para os próximos anos. "A conversão de filme para DVD é tão fácil quanto copiar uma fita cassete de áudio", diz o gerente da linha Opticals da Sony, Gustavo Rezende. No caso de filmadora, o gravador faz a cópia na íntegra e automaticamente cria um menu de DVD para gerar títulos, capítulos etc.

Com entrada digital Firewire de alta velocidade, o DVDirect pode registrar até 12 horas de vídeo MPEG-2 em discos DVD+R de dupla camada. Pode ainda ser utilizado junto com o computador para trabalhos avançados de edição, gravando em discos DVD-R, +R, RW e +RW.

Para mais informações, acesse www.sonypro.com.br.

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Olá, Nacka, este deve ser um dos tópicos a que você se referiu naquela discussão dos DVDs de shows, não é isso? Pois bem, também sou aficionado por equipamentos de HT e tenho evidentemente meus sonhos de consumo em relação a isso também.

Alguns desses sonhos estão aqui, ó:

http://gallery.audioreview.com/showgallery.php?cat=2&pas sword=

http://gallery.audioreview.com/showgallery.php?cat=505&s i=&page=1&sort=1&perpage=9&password=&ppu ser=&what=&name=&=

Coisa de louco!!! coo.gif

Meu HT atual é constituído dos seguintes componentes:

- Processador AV Rotel modelo RSP-976

- 1 Amplificador Rotel modelo RB-980BX (estéreo, para os canais frontais)

- 1 Amplificador Rotel modelo RB-956AX (operando em bridge, 3 canais, para os canais central e surrounds)

- 1 par de caixas Paradigm Monitor 9 v.3 (frontais)

- 1 caixa Paradigm CC-370 v.2 (central)

- 1 par de caixas Paradigm Titan (surrounds)

- Subwoofer Definitive Technology modelo PF-15-TL

- DVD player Pioneer

- Monitor de TV tela plana LG modelo Flatron 29 polegadas

- Cabos interconectores Monster Cable, Audioquest, Tributaries e Ecosse

- Cabos de caixas das marcas Monster Cable e Ecosse.

Demétrio.

Progger5838590.7317013889

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Samsung lança DVD players no mercado brasileiro


A Samsung está lançando três novos DVD players no mercado brasileiro. São eles o DVD-R121, que incorpora também um gravador de DVDs; o DVD-HD850, que apresenta a saída digital HDMI e o DVD Karaokê P355K.


O DVD-R121, primeiro gravador de DVD da Samsung lançado no Brasil, destaca-se por reproduzir multiformatos. É um produto compacto, sofisticado e oferece alta tecnologia, além de gravar os formatos DVD-RAM, DVD-R, DVD-RW e MPEG2 e reproduzir DVD, DVD-R, DVD-RW, DVD+RW, CD, VCD, SVCD, CD-R, CD-RW, reconhecendo fotos no formato JPEG e arquivos de música nos formatos MP3, e WMA. Para facilitar o intercâmbio de sinais de vídeo como filmadoras ou mesmo de entradas de TV, o R121 traz uma entrada DV frontal, fora duas outras entradas para áudio e vídeo. O produto chega ao Brasil com preço sugerido de R$ 999,00.


samsung-dvd-r121.jpgO DVD-HD850 é o único DVD player de alta definição do mercado equipado com a tecnologia HyperVision, que oferece qualidade de imagem do tipo HDTV (High Definition TV) a partir de DVDs convencionais. Para essa reprodução, o Hyper Vision gera, a partir de uma fonte de 480 linhas entrelaçadas, 1080 linhas para que o usuário possa extrair o máximo em imagens do televisor e de um DVD comum. O HD850 conta ainda com saída HDMI (High Definition Multimedia Interface), que une em um só cabo de transmissão digital todos os canais de áudio e vídeo do sistema, facilitando a instalação. A exibição do conteúdo em alta definição depende de uma TV ou display de vídeo capaz de exibir essa resolução. Seu preço sugerido é de R$ 899,00.


Para completar a linha, a Samsung oferece também o ultra-compacto DVD P355K, que se destaca por reproduzir arquivos no formato DivX, permitindo ao usuário gravar o conteúdo de um DVD, com capacidade de até 7 GB, em um CD convencional de 700 MB, sem perda de qualidade da imagem digital. O P355K também reproduz multiformatos e DVD Áudio com dois canais, o que proporciona alta fidelidade na reprodução do conteúdo sonoro. Para a função Karaokê, o aparelho possui duas entradas frontais para microfone, além dos recursos Progressive Scan, para melhorar a qualidade da imagem; Bookmark, que permite marcar as seções do DVD para fácil localização; Instant Skip e Instant Replay, que avançam e retrocedem a cena em dez segundos. Seu preço sugerido no mercado brasileiro é de R$ 479,00.

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Um texto sobre alta definição e melhor, com humor.

Um olhar de alta definição, feito por você

Por David Pogue, do New York Times

Quando se trata de atitudes em relação à TV de alta definição, podemos dividir o mundo em três grupos. O grupo A pensa que a HDTV é a maior invenção desde o microondas e mal pode esperar até que todo o país faça a sua transição para a HDTV. O grupo B pensa que a HDTV é um embuste, uma conspiração do governo e da indústria para roubar dinheiro das pessoas. E o grupo C é composto por pessoas que gostariam de ter alguém para lhes explicar o que é HDTV.

Sem problema, pessoal do grupo C. HDTV é um novo e melhorado formato de vídeo. A imagem é maior, como em uma tela de cinema. E é tão precisa que você pode praticamente contar os poros dos atores. Para muitas pessoas, uma olhada nas imagens espantosamente claras e realistas, bem, é o suficiente para os colocar no grupo A.

O problema é, claro, que mudar sua vida para o formato HDTV envolve a compra de novas TVs, filmadoras, videocassetes e DVD players (isto, claro, é a parte que irrita o grupo B).

Em Abril, a Sony indicou seu interesse em ajudar na solução desse problema com o lançamento da câmera semi-profissional HDR-FX1 (US$ 3300), um aparelho cujo vídeo é tão brilhante e perfeito que os canais de TV e empresas de produção se apaixonaram perdidamente por ela.

Infelizmente, a FX1 é muito grande para usar como um equipamento doméstico; entre na peça escolar de seu filho com ela no ombro e as pessoas vão pensar que você está filmando para a HBO. O que o mundo realmente quer, bem, o mundo de pessoas fanáticas por imagens de qualidade, claro, é uma filmadora de alta definição com o tamanho, forma e preço de uma câmera normal. Por acaso é pedir demais?

Não mais. A nova HDR-HC1 da Sony é a menor e mais acessível filmadora de alta definição, sendo pequena o suficiente para passar por um aparelho convencional. Ela pode ser encontrada em lojas na Internet por US$ 1750, cerca de metade do preço da FX1. E se o preço e o tamanho não são o suficiente, aqui vai a melhor notícia: ela também é uma filmadora incrível.

Por exemplo, tem um belo design, operação silenciosa e por ser a primeira câmera de alta definição que pode ser operada com apenas uma mão, a Sony colocou os controles mais importantes justamente onde você espera encontrá-los.

As conexões (FireWire, USB e saídas de vídeo) estão bem posicionadas e escondidas atrás de tampas protetoras. A proteção da lente está junto com um anel de foco e zoom manual - uma raridade em câmeras para o consumidor final - que possibilita algumas filmagens que você não faria de outra maneira.

Tempos de transição pedem câmeras de transição e a HC1, como suas grandes predecessoras, oferece todo tipo de flexibilidade. Por exemplo, é chamada de filmadora HDV, significando que ela grava com toda a grandeza da alta definição em fitas MiniDV comuns, que você pode comprar em uma farmácia por US$ 5.

Ela também pode gravar em definição standard (o monitor de 2,7 polegadas está preparado para gravar em formato widescreen mas gera barras escuras nas laterais se o usuário prefere gravar em formato standard na proporção 4x3). E, como uma vantagem final, a HC1 pode tocar ambos os tipos de gravação em displays convencionais ou de alta definição, com vantagem para quem tem aparelhos HDTV, por conta da altíssima resolução de imagem com 1080 linhas.

A câmera traz outros recursos típicos da Sony como tempo de bateria e um modo de visão noturna que permite gravações mesmo com pouca luz.

Em modo de fotos, a resolução é de 2,8 Megapixels, melhor que muitas filmadoras, embora não seja suficiente para substituir uma câmera fotográfica digital. A HC1 herdou uma versão júnior de seus recursos FX1: você pode memorizar dois ajustes de zoom, foco e exposição, que podem ser definidos como um começo e um fim e, ao toque de um botão, a câmera muda entre um modo e outro, acrescentando um efeito muito profissional.

Então, se a HC1 é tão maravilhosa, porque alguém compraria a FX1 por quase o dobro do preço?

Primeiro os prós: a FX1 tem mais controles manuais e recursos avançados. Além disso, tem três chips, um sensor para cada cor primária de vídeo - que permite capturar cores com uma grande precisão em quase toda condição de iluminação.

Como a maioria das filmadoras de consumo, a HC1 só tem um sensor. Sua reprodução de cores ainda supera outros modelos mas ainda gera efeitos em áreas sombreadas.

Fora isso, você ficará encantado coma qualidade de vídeo proporcionada por essa câmera. De fato, considerando quantas coisas a Sony acertou nessa máquina, parece quase injusto apontar suas falhas.

O tempo de bateria é uma delas. A bateria inclusa só agüenta 45 minutos de gravação em alta definição. você pode comprar uma com vida útil maior, mas aí cairá em outro problema: o visor não se estende além do corpo da câmera quando se considera a profundidade de baterias de maior capacidade. Narigudos, cuidado.

Também vale a pena ressaltar que o compartimento de fitas da HC1 fica na parte inferior. É um design comum em câmeras para consumidores mas isso significa que você não pode trocar de fitas se a câmera estiver em um tripé.

A Sony escolheu novamente fazer o corpo da câmera parecer mais simples e limpo ao relegar a maioria dos controles no display LCD sensível ao toque. Com sempre, essa troca implica em algumas desvantagens. Por exemplo, quando você quer tocar algum vídeo para a família na TV, é preciso manter a tela aberta, roubando tempo da bateria. É onde estão os botões Play, Stop e Rewind.

Finalmente, mesmo na sua posição de zoom mínimo, a lente está muito mais próxima do que você provavelmente gostaria (outra falha comum em câmeras para consumidores).

Em termos fotográficos, a HC1 tem uma lente de zoom equivalente a uma 41-480mm; em termos humanos, você tem de tomar alguns passos de distância para conseguir filmar uma pessoa inteira na imagem. A não ser que você adicione uma lente grande angular, prepare-se para muitas filmagens da cintura para cima das pessoas que fotografar ou filmar.

Considerando o leque de avanços da HC1, no entanto, essas são falhas menores. Esta filmadora vai atrair muitos fãs. Na verdade a questão para os entusiastas de HDTV é: uma vez que você gravou vídeo em alta definição, como vai mostrá-lo?

Você pode editar os vídeos em um Mac ou PC, mas a maioria dos programas compatíveis com a edição de alta definição são caros (com exceção do iMovie HD da Apple, que custa US$ 80 em parte de um pacote de cinco programas). Você não pode salvar sua obra-prima em fita porque quem tem um videocassete de alta definição? E você não pode queimar um DVD porque os gravadores e tocadores de DVD de alta definição DVD ainda não estão disponíveis.

Por enquanto, então, só existe uma forma prática de tocar seus vídeos de alta definição: conectando a HC1 diretamente ao seu equipamento de HDTV.

Em outras palavras, comprar uma filmadora de alta definição hoje é um movimento para o futuro. Ele permite a você capturar momentos que não têm preço hoje, com a melhor qualidade possível, mesmo que o resto do quebra-cabeças da HDTV ainda não esteja no lugar.

Se esse tipo de filosofia "filme hoje, assista mais tarde" é atraente para você, agradeça à Sony. A HC1 é um grande avanço em preço e tamanho e ele traz o potencial das imagens em alta definição para uma grande e nova audiência.

Bem-vindo ao futuro, grupo A. A linha começa aqui.

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Samsung apresenta novo conceito de home theater

Por Orlando Barrozo, de Nova York


samsung_plasma102.gifExpandable Home Theater (XHT): este é o nome de um novo conceito apresentado na última 2a. feira pela Samsung. Trata-se de um sistema completo de áudio e vídeo que já vem preparado para os upgrades. A empresa reuniu cerca de 80 jornalistas internacionais em Nova York, onde inaugurou uma super-loja num dos pontos mais badalados da cidade (Edifício Time Warner, Columbus Circle).


A loja, dentro do conceito "Samsung Experience", exibe em primeira mão diversos produtos que a Samsung deve lançar em vários países nos próximos meses (alguns inclusive no Brasil). Pudemos ver de perto, por exemplo, o plasma de 102" (foto), maior TV do mundo, que realmente impressiona pelo tamanho e pela qualidade da imagem.
Outros produtos que a Samsung exibiu no evento fora o TV LCD de 82", um TV DLP de 71" - ambos os maiores de suas categorias - e um protótipo do TV OLED de 40", nova tecnologia que muitos apostam irá predominar no futuro. O evento faz parte do Samsung Global Road Show, que a cada ano é realizado numa grande cidade.


Além da visita à loja, a Samsung fechou dois andares do edifício, onde funciona a Lincoln Center Jazz Orchestra, com uma majestosa sala de espetáculos cuja vidraça dá de frente para o Central Park. A apresentação, com produção hollywoodiana, foi comandada pelo ator americano William Shatner (o Capitão Kirk de Jornada nas Estrelas), e terminou com show da cantora de jazz Jane Monheit..

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CEATEC '05 - Japão

Confira algumas imagens da Ceatec Japan 2005, a maior feira de eletrônicos da terra do sol nascente, que registrou um recorde de visitantes neste ano. A grande tendência mostrada nesta edição foi a crescente digitalização dos produtos eletrônicos e as transmissões em alta definição.


japan5.jpg
Entrada do evento por onde passaram 199,680 visitantes

japan2.jpg
Plasma de alta definição de 65''

japan3.jpg
Uma inusitada performance de dança entre várias telas

japan4.jpg
Diversos displays são demonstrados em um dos stands

japan1.jpg
Apresentação de novos produtos Panasonic

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CEATEC '05 - Japão

Confira algumas imagens da Ceatec Japan 2005, a maior feira de eletrônicos da terra do sol nascente, que registrou um recorde de visitantes neste ano. A grande tendência mostrada nesta edição foi a crescente digitalização dos produtos eletrônicos e as transmissões em alta definição.


japan5.jpg
Entrada do evento por onde passaram 199,680 visitantes

japan2.jpg
Plasma de alta definição de 65''

japan3.jpg
Uma inusitada performance de dança entre várias telas

japan4.jpg
Diversos displays são demonstrados em um dos stands

japan1.jpg
Apresentação de novos produtos Panasonic

[/quote']

smiley32.gif Alguém sabe o que é melhor: comprar uma tv de plasma de 42 polegadas ou Tela Elétrica Kreische 72 pol. 16:9 Da-Mat 1.0 - Tensionada (Inclui controle remoto) ??????

 

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