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  1. Blu Ray - Lançamentos 1 2 3 4 43

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  2. Twin Peaks

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  3. 007 DVDs e Blu-rays 1 2 3 4 10

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  4. Analisando DVDs e BDs 1 2

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  5. Blu-Ray Players 1 2 3 4 63

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  6. Alfred Hitchcock em Blu-ray

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    • CINEMA AUDIO SOCIETY (CAS) NOMINATIONS:  NOMINATIONS FOR THE 56th CAS AWARDS FOR OUTSTANDING ACHIEVEMENT IN SOUND MIXING FOR 2019 MOTION PICTURE – LIVE ACTION Ford v Ferrari Production Mixer – Steven A. Morrow CAS Re-recording Mixer – Paul Massey CAS Re-recording Mixer – David Giammarco CAS Scoring Mixer – Tyson Lozensky ADR Mixer – David Betancourt Foley Mixer – Richard Duarte Joker Production Mixer – Tod Maitland CAS Re-recording Mixer – Dean A Zupancic Re-recording Mixer – Tom Ozanich Scoring Mixer – Daniel Kresco ADR Mixer – Thomas J. O’Connell Foley Mixer – Richard Duarte Once Upon a Time in… Hollywood Production Mixer – Mark Ulano CAS Re-recording Mixer – Michael Minkler CAS Re-recording Mixer – Christian Minkler CAS Foley Mixer – Kyle Rochlin Rocketman Production Mixer – John Hayes Re-recording Mixer – Mike Prestwood Smith Re-recording Mixer – Mathew Collinge ADR Mixer – Mark Appleby Foley Mixer – Glen Gathard The Irishman Production Mixer – Tod Maitland CAS Re-recording Mixer – Tom Fleischman CAS Re-recording Mixer – Eugene Gearty ADR Mixer – Mark DeSimone CAS Foley Mixer – George A. Lara CAS MOTION PICTURE—ANIMATED Abominable Original Dialogue Mixer – Tighe Sheldon Re-recording Mixer – Myron Nettinga Scoring Mixer – Nick Wollage Foley Mixer – David Jobe Frozen II Original Dialogue Mixer – Paul McGrath CAS Re-recording Mixer – David E. Fluhr CAS Re-recording Mixer – Gabriel Guy CAS Song Mixer – David Boucher Scoring Mixer – Greg Hayes ADR Mixer – Doc Kane CAS Foley Mixer – Scott Curtis How to Train Your Dragon: The Hidden World Original Dialogue Mixer – Tighe Sheldon Re-recording Mixer – Gary A. Rizzo CAS Re-recording Mixer – Scott R. Lewis Re-recording Mixer – Shawn Murphy Foley Mixer – Blake Collins CAS The Lion King Original Dialogue Mixer – Ronald Judkins CAS Re-recording Mixer – Lora Hirschberg Re-recording Mixer – Christopher Boyes Scoring Mixer – Alan Meyerson CAS Foley Mixer – Blake Collins CAS Toy Story 4 Original Dialogue Mixer – Doc Kane CAS Re-recording Mixer – Michael Semanick CAS Re-recording Mixer – Nathan Nance Scoring Mixer – David Boucher ADR Mixer – Vince Caro CAS Foley Mixer – Scott Curtis MOTION PICTURE—DOCUMENTARY Apollo 11 Re-recording Mixer – Eric Milano Re-recording Mixer – Brian Eimer Echo in the Canyon Re-recording Mixer – Chris Jenkins Re-recording Mixer – Paul Karpinski Making Waves: The Art of Cinematic Sound Production Mixer – David J. Turner Re-recording Mixer – Tom Myers Scoring Mixer – Dan Blanck Foley Mixer – Frank Rinella Miles Davis: Birth of the Cool Production Mixer – Gautam Choudhury Re-recording Mixer – Benny Mouthon CAS Woodstock: 3 Days That Changed Everything Re-recording Mixer – Kevin Peters OUTSTANDING PRODUCT POST PRODUCTION FabFilter: Pro Q3 Equalizer iZotope, Inc.: Dialogue Match Leapwing Audio: DynOne 3 Sound Radix Ltd.: Auto-Align Post Todd-AO: Absentia DX v2.2.3   ** Chama a atenção a ausência de "1917" e de "Avengers: Endgame", e chama atenção a inclsuão de "Joker". Previously announced honorees will be James Mangold as CAS Filmmaker and Re-recording Mixer Ton Fleishman CAS as CAS Career Achievement Honoree being presented by Martin Scorsese. Final balloting for Outstanding Sound Mixing and Outstanding Products will open online Thursday, January 2 and ends Tuesday, January 14 at 5pm PST. The Awards will be presented at a sealed envelope dinner on January 25th in the Wilshire Grand Ballroom of the InterContinental Los Angeles Downtown. During the awards the highest honor of the CAS, the CAS Career Achievement Award, will be presented to Re-Recording Mixer Tom Fleishman CAS, the CAS Filmmaker Award will be presented to James Mangold. The Student Recogition Award winner will also be named. On the evening of the Awards the Cinema Audio Society website will be updated in real time as the winners are announced. About the Cinema Audio Society: The Cinema Audio Society was formed in 1964 for the purpose of sharing information with Sound Professionals in the Motion Picture and Television Industry.  
    • Trilha de Frozen 2 chega ao topo da parada da Billboard Animação chega ao Brasil em 2 de janeiro 09/12/2019 18h10   Por Daniel Reininger   A trilha sonora de Frozen 2 atingiu o primeiro lugar da parada de álbuns da Billboard nesta segunda-feira e repete uma marca da trilha do primeiro longa, que ficou 13 semanas no topo em 2014.   A canção Into the Unknown é forte candidata ao Oscar 2020 e deve repetir o sucesso de Let It Go. A música já foi indicada ao Globo de Ouro 2020 como Melhor Música para filmes. A música é tema da personagem Elsa no novo filme e possui duas versões, uma interpretada por Idina Menzel com vocais da cantora norueguesa Aurora e outra na voz de Brendon Urie, do Panic! At the Disco. Frozen 2 estreou dia 22 de novembro nos Estados Unidos, nas só chega ao Brasil em 2 de janeiro.   FONTE: CINECLICK
    • COSTUME DESIGNERS GUILD NOMINATIONS: Excellence in Contemporary Film A Beautiful Day in the Neighborhood – Arjun Bhasin Hustlers – Mitchell Travers Knives Out – Jenny Eagan The Laundromat – Ellen Mirojnick Queen & Slim – Shiona Turini Excellence in Period Film Dolemite is My Name – Ruth E. Carter Downton Abbey – Anna Mary Scott Robbins Jojo Rabbit – Mayes C. Rubeo Once Upon a Time in Hollywood – Arianne Phillips Rocketman – Julian Day Excellence in Sci-Fi/Fantasy Film Aladdin – Michael Wilkinson Avengers: Endgame – Judianna Makovsky Captain Marvel – Sanja M. Hays Maleficent: Mistress of Evil – Ellen Mirojnick Star Wars: The Rise of Skywalker – Michael Kaplan Excellence in Short Form Design Katy Perry: “Small Talk” music video – Phoenix Mellow Kohler Verdera Voice Smart Mirror: “Mirror, Mirror” commercial – Ami Goodheart Lil Nas X: “Old Town Road” music video – Catherine Hahn Madonna: “God Control” music video – B. Åkerlund United Airlines: “Star Wars Wing Walker” commercial – Christopher Lawrence   * Sem "The Irishiman" e sem "Little Women". Bom para "Rocketman".
    • primeira critica, do Eduardo Kacic: Confesso que pensei bastante antes de escrever a crítica deste Star Wars: Episódio IX: A Ascenção Skywalker (Star Wars: Episode IX: The Rise of Skywalker, EUA, 2019), e esta dúvida surgiu basicamente por um motivo: o de que o fã de Star Wars é chato pra caramba. Eu poderia ter escrito ‘exigente’ ao invés de ‘chato’, mas geralmente o indivíduo exigente faz suas cobranças em cima de algo que pode lhe ser entregue; o fã de Star Wars não. Não importa a qualidade do produto entregue, nada nunca será perfeito. Este comportamento de criança mimada piorou principalmente depois do lançamento dos dois capítulos anteriores desta trilogia, O Despertar da Força (The Force Awakens, 2015) e Os Últimos Jedi (The Last Jedi, 2017), que em minha concepção e na concepção de um fã do bom cinema, são dois tremendos exemplares de entretenimento. Mas não, para aquele cidadão que se veste de Jedi para ir trabalhar ou visitar os parentes, O Despertar da Força é mera reciclagem dos filmes originais, e Os Últimos Jedi é o pior filme de toda a saga (sim, pior até que A Ameaça Fantasma!). Para eles, J.J. Abrams é um imitador, e o “amado” Jar Jar Binks (outro “JJ”) era um prenúncio do que estava por vir. Se mencionarmos o nome Rian Johnson então, esse povo tem uma síncope. Anyway, como meu objetivo é sempre escrever para o público em geral e não para os membros de qualquer fã clube, decidi me aventurar por esta crítica principalmente pelo fato de que este A Ascenção Skywalker me agradou muito. E sendo este o último dos nove capítulos principais da saga (pelo menos até que a Disney decida lançar uma nova trilogia), me senti propelido a escrever algumas palavras sobre ele. Ascenção Skywalker acompanha o desenrolar dos eventos do polêmico Os Últimos Jedi, onde uma pequena parte da Resistência Rebelde sobreviveu aos ataques de Kylo Ren e seus comandados depois que ele e a corajosa guerreira Rey dizimaram o Líder Supremo Snoke e sua guarda. Para não adentrar o traiçoeiro território dos spoilers, não irei muito à fundo nos principais detalhes da trama de A Ascenção Skywalker, mas posso dizer que o filme marca um retorno à dinâmica dos personagens centrais do primeiro filme, a Jedi em formação Rey (Daisy Ridley), e os aventureiros Finn (John Boyega) e Poe (Oscar Isaac), reunindo-os depois que a trama de Os Últimos Jedi os havia separado. É claro que o vilão Kylo Ren (Adam Driver) também está presente como peça vital desta dinâmica, e A Ascenção Skywalker também marca o retorno de uma velha conhecida dos admiradores da franquia: A famigerada Estrela da Morte. Para os menos escolados no universo Star Wars, a Estrela da Morte é uma velha e gigantesca espaçonave do tamanho de uma estrela, que traz morte para todos que surgem em seu caminho. Em Star Wars: Episódio IV: Uma Nova Esperança, o primeiro filme da saga lançado em 1977, Luke Skywalker liderou um esquadrão de aeronaves da Aliança Rebelde contra a Estrela da Morte e a explodiu. Mas não completamente. Ao fazer seus personagens retornarem às ruínas da espaçonave do mal, o diretor J.J. Abrams meio que os leva para dentro de uma casa assombrada, e a história ganha um peso a mais uma vez que seus protagonistas precisam lidar como fardo que a geração anterior derramou sobre seus ombros. Retornar à esta relíquia do passado e ter de enfrentá-la novamente não deixa de ser uma óbvia metáfora, mas é também uma metáfora incrivelmente cinematográfica. Pessoalmente, considero este retorno à Estrela da Morte uma escolha perfeita por parte de Abrams. Uma das coisas que eu mais gostei em O Despertar da Força foi sua esperta utilização das iconografias e mitologias do passado da saga, e um dos aspectos que mais me agradou em Os Últimos Jedi foi justamente sua necessária e irreverente destruição destas mesmas iconografias e mitologias da saga (os puristas preferem a morte). Me agrada também o fato de que com Ascenção Skywalker, Abrams foi capaz de construir um blockbuster que acompanha esta tendência saudosista e que está interessado em exumar, de maneira metafórica e literal, os traumas do passado. Mesmo que isso aconteça entre inúmeras explosões e combates de sabres de luz. Há ainda outro importante elemento narrativo em torno da real ameaça que reside em A Ascenção Skywalker, e tal elemento consiste na volta do ator Ian McDiarmid, no papel do Senador Palpatine, ou se preferirem, o terrível Lorde Sith, Darth Sidious. O retorno de Palpatine já é algo sabido pelos fãs desde que sua gargalhada ameaçadora foi ouvida no final do primeiro teaser do filme. Se olharmos para toda a saga Star Wars como nove capítulos de uma história, de fato seria até estranho se Palpatine não retornasse. Nada do que Rian Johnson apresentou em Os Últimos Jedi criou alguma espécie de impedimento para o retorno de Palpatine, sem falar que o Lorde Sith de McDiarmid foi o malvadão tanto da trilogia original quanto da trilogia intermediária. Diabos, o cara foi o mentor do Darth Vader! A Ascenção Skywalker também é valorizado por um roteiro certeiro à cargo do próprio J.J. Abrams em parceria com o experiente Chris Terrio (Argo, Liga da Justiça). O texto valoriza seus personagens e os desenvolve de maneira efetiva, principalmente a dupla Finn e Poe. O piloto vivido por Oscar Isaac finalmente sai do cockpit e passa a fazer mais parte do grupo, enquanto que o Finn interpretado por John Boyega se torna um soldado ainda mais capaz, dando mais sentido ao arco do personagem em Os Últimos Jedi. O filme também não dá por encerrada a questão envolvendo a descendência de Rey. Em Os Últimos Jedi, seus pais foram descritos como “bêbados mercadores de lixo”, mas A Ascenção Skywalker mostra que as coisas não são bem assim, uma vez que Rey continua investigando de onde ela veio. É claro que elogiar A Ascenção Skywalker ou qualquer outro exemplar da saga Star Wars por seus quesitos técnicos é ser absurdamente óbvio. Contudo, este novo capítulo da franquia consegue maravilhar o público com seus visuais, veículos e criaturas. As qualidades técnicas dos filmes com o selo Star Wars sempre estiveram na vanguarda e não é diferente aqui. Apenas citando alguns dentre tantos detalhes visuais incríveis da produção, ressalto a incrível renderização da falecida atriz Carrie Fisher, aqui mais uma vez imortalizada como a Princesa Leia, e que faz os efeitos de rejuvenescimento do recente O Irlandês parecerem de um desenho animado (Abrams utilizou imagens de arquivo da atriz em Os Últimos Jedi e as aliou aos efeitos digitais); o simplesmente fenomenal duelo final entre Rey e Kylo Ren na Estrela da Morte, que sem dúvida entra na lista dos momentos mais marcantes de toda a história Star Wars; e até uma surpreendente novidade envolvendo nossos velhos conhecidos Stormtroopers. Star Wars: Episódio IX: A Ascenção Skywalker será o último filme Star Wars a chegar aos cinemas pelos próximos três anos, no mínimo. Apesar de suas mancadas recentes e seu panfletarismo insuportável em torno de um politicamente correto completamente furado (que tem certos aspectos presentes aqui), a toda-poderosa Disney entrega uma conclusão mais que satisfatória para os fãs não apenas das histórias de Rey, Finn e Poe, mas também da saga Skywalker como um todo. Abrams conseguiu dar a seu filme uma sensação de real conclusão para a longa empreitada de nove filmes que chegaram aos cinemas periodicamente durante os últimos 42 anos, o que não é pouco. A Ascenção Skywalker se assemelha mais em seu tom fatalista e sua grandiosidade à produções como o excepcional Rogue One (talvez o melhor filme moderno do cânone Star Wars) e ao clássico O Império Contra-Ataca, do que a equívocos ao estilo matinê como o citado A Ameaça Fantasma e o recente Solo: Uma História Star Wars, por exemplo. Para o admirador do bom cinema como eu, e para os fãs coerentes da saga, A Ascenção Skywalker é diversão garantida aliada à um sentimento profundo que envolve a mitologia da franquia. Já o cidadão que vai trabalhar vestido de Obi-Wan Kenobi, entretanto, com certeza encontrará motivos para reclamar. Pelo menos não teremos que aguentar essa turma chata pelos próximos três a quatro anos.
    • Eu vi em maio e gostei muito. Escrevi à epoca aqui nesta seção do Oscar: "Desde Sundance, está sendo um estouro no mundo indie. Dirigido pela atriz Olivia Wilde, e produzido por Adam Mckay, este filme é um parente bem próximo de "Superbad", mas com pretensões mais altas. A campanha para conduzi-lo a uma vaga de Melhor Roteiro Original já está forte. E pode dar certo. Não tem a densidade dramática de "Oitava Série", pelo contrário, seu prisma é muito mais cômico e porralouca. Pegou o modelo de várias produções da Netflix e pôs substância e ...surto...nele! Gostei muito! Porém, o que mais me chamou a atenção foram mesmo as atrizes, sobretudo Beanie Feldstein, que era uma das melhores coisas de "Lady Bird", e aqui está simplesmente espetacular."
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