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Forum Cinema em Cena

Doctor Who


Odo
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Pra quem não conhece o seriado, criei o tópico, pra discutir não só a nova série que está aí mas tudo que foi feito antes. 02

 

Um aviso: o tópico terá spoilers. 01

 

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The ten faces of the Doctor. Clockwise from top-left: William Hartnell, Patrick Troughton, Jon Pertwee, Tom Baker, Peter Davison, Colin Baker, Sylvester McCoy, Paul McGann, Christopher Eccleston and David Tennant

Doctor Who é uma série galardoada de ficção científica britânica, produzida e transmitida pela BBC.

 

Nela acompanhamos as aventuras de um misterioso viajante do tempo conhecido apenas como "O Doutor" ("the Doctor") que viaja na sua máquina do tempo, conhecida como TARDIS, cuja aparência exterior se assemelha a uma cabine da polícia londrina dos anos 60.

 

Juntamente com os seus companheiros, ele explora o espaço e o tempo, por vezes corrigindo os males e resolvendo problemas que encontra.

 

A série está referenciada no Guiness como "a mais longa série de ficção científica do mundo", sendo também um ícone da cultura popular britânica.

 

É reconhecida pelas histórias imaginativas, pelos seus criativos e baratos efeitos especiais (no período 1963-1989) e pelo uso pioneiro de música electrónica.

 

A série foi exibida durante o período de 1963 até 1989, suspensa até 1996 (exibição de um telefilme co-produzido pela FOX e pela BBC) e relançada com grande sucesso em 2005, desta vez produzida no País de Gales pela BBC.

 

Doctor Who tem também múltiplos spin-offs (Torchwood e The Sarah Jane Adventures e presença noutros formatos que não o televisivo (livros, audio, etc).

 

O papel do "Doutor" é atualmente interpetado pelo ator David Tennant. Um episódio especial de Natal foi emitido no dia 25 de Dezembro de 2007, com Kylie Minogue no papel de companhia, e está prevista uma quarta temporada da nova série para 2008, que ainda se encontra em produção.

 

Para esta temporada Catherine Tate vai retomar o papel de Donna Noble, do episódio especial de Natal de 2006, e juntar-se-à à equipa do TARDIS.

 

Freema Agyeman irá igualmente juntar-se à equipa como Martha Jones, contudo o seu regresso só está agendado para os últimos episódios da temporada, após uma participação especial na série spin-off Torchwood.

 

Outras presenças confirmadas para a quarta temporada são John Barrowman e Billie Piper que regressarão como o charmoso Capitão Jack Harkness e Rose Tyler, respectivamente.

 

Após um especial de Natal em 2008 e mais três episódios especiais em 2009, Doctor Who irá regressar em 2010 com uma quinta temporada.

 

Episódios

Doctor Who originalmente foi exibido durante 26 temporadas, na BBC,

durante o período de 23 de Novembro de 1963 até 6 de Dezembro de 1989.

 

 

Durante este tempo, cada episódio semanal de meia-hora fazia parte de

uma história (ou serial), que normalmente decorria durante

quatro a seis episódios.

 

Inicialmente, o programa tinha uma vocação

familiar e educacional, usando as histórias decorridas no passado para

ensinar história britânica e mundial, e as histórias decorridas no

futuro e no espaço para ensinar ciências.

 

Contudo, as histórias de ficção científica

acabaram por se tornar dominantes, devido à sua enorme popularidade, e

os episódios "históricos" deixaram de ser produzidos. Porém,

continuaram a ser usados cenários históricos para o decorrer das

histórias decorridas no futuro e no espaço para ensinar ciências.

 

Contudo, as histórias de ficção científica acabaram por se tornar dominantes, devido à sua enorme popularidade, e os episódios "históricos" deixaram de ser produzidos. Porém, continuaram a ser usados cenários históricos para o decorrer das histórias de ficção científica.

Com o renascer da série em 2005, o formato foi alterado, sendo agora

cada temporada constituída por treze episódios de 45 minutos cada mais

um episódio especial de Natal em cada ano.

 

Cada temporada inclui várias

histórias individuais ou de múltiplas partes, apenas ligadas entre si

por um enredo secundário que apenas é revelado no fim da temporada.

Ao total foram emitidos 738 episódios desde 1963, incluindo o filme

de 1996 e os três episódios especiais de Natal (2005, 2006, 2007).

O Doutor (The Doctor)

A personagem do Doctor está

sempre envolta em mistério. No início da série, apenas se sabia que ele

era um extraterrestre viajante e excêntrico, com um grande conhecimento

sobre as mais variadas matérias, que combatia as injustiças que

encontrava ao explorar o Universo na sua nave espacial TARDIS.

 

 

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TARDIS é uma abreviatura para Time And Relative Dimensions In Space (Tempo e Dimensões Relativas No Espaço).

 

O TARDIS é maior por dentro do que por fora, e, devido a uma avaria permanente num circuito, a sua aparência exterior assemelha-se à de uma cabine da polícia londrina dos anos 60.

 

Eventualmente descobre-se que a figura sinistra e misteriosa do "Doctor" é uma espécie de renegado da sua própria espécie, os "Time Lords" ("Senhores do Tempo"), oriundos do planeta "Gallifrey" na constelação de Kasterborous.

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Sendo um "Senhor do Tempo", o "Doctor" tem a capaciade de regenerar

o seu corpo, como forma de evitar a morte. Este conceito foi

introduzido em 1966, quando os argumentistas se confrontaram com a

partida do ator principal William Hartnel, como forma de prolongar a

série.

 

Desde então tem sido uma característica definidora da série,

sendo utilizada sempre que é necessário substituir o ator principal.

 

 

Contudo, foi estabelecido num episódio que um Senhor do Tempo apenas

pode regenerar 12 vezes, a um total de 13 incarnações (apesar de ser

possível contornar a situação).

 

Até à data, o "Doctor" passou por este

processo nove vezes, tendo cada uma das suas incarnações o seu estilo e

particularidades, mas partilhando as memórias, a experiência e o seu

sentido de moral:

  1. Primeiro Doutor, interpretado por William Hartnell (1963–1966)

     

  2. Segundo Doutor, interpretado por Patrick Troughton (1966–1969)

     

  3. Terceiro Doutor, interpretado por Jon Pertwee (1970–1974)

     

  4. Quarto Doutor, interpretado por Tom Baker (1974–1981)

     

  5. Quinto Doutor, interpretado por Peter Davison (1981–1984)

     

  6. Sexto Doutor, interpretado por Colin Baker (1984–1986)

     

  7. Sétimo Doutor, interpretado por Sylvester McCoy (1987–1989)

     

  8. Oitavo Doutor, interpretado por Paul McGann (1996)

     

  9. Nono Doutor, interpretado por Christopher Eccleston (2005)

     

  10. Décimo Doutor, interpretado por David Tennant (2005–presente)

Outros atores também interpretaram o "Doctor" noutras histórias, como é o caso de Rowan Atkinson, contudo estas não são consideradas canónicas tanto pelos fãs, como pela própria BBC.

Ao longo da história da série várias revelações, algumas

controversas, foram realizadas acerca do "Doutor". Por exemplo, que o

Primeiro Doutor pode não ser a primeira incarnação do Doutor; que o

Doutor é mais que um simples Senhor do Tempo, podendo ser "meio humano"

por parte da mãe (apesar de esta afirmação ser altamente contestada).

 

 

No primeiro episódio da série é revelado que o "Doutor" tem uma neta,

Susan Foreman, e, na temporada de 2006, é o próprio Doutor que afirma

que já foi pai. Em 2005 é revelado que o Nono Doutor é o último

sobrevivente da sua raça, e que o seu planeta foi destruído.

Principais Personagens (versão atual)

  • The Doctor (Christopher Eccleston/David Tennant): o último

    Senhor do Tempo existente. Viaja livremente pelo tempo e espaço apenas

    com o propósito de explorar. Contudo acaba sempre por encontrar problemas, tentando os resolver à medida que avança.

     

  • Rose Tyler (Billie Piper): Jovem funcionária de uma loja, a

    quem o Doutor convida para acompanhá-lo em suas aventuras após salvá-la

    dos Autons.

     

  • Capitão Jack Harkness (John Barrowman): Sedutor viajante

    temporal, antigo "Agente do Tempo", que possui um passado ainda por

    descobrir (até mesmo para o próprio). Após o encontro com os "Daleks"

    no século 2002, ele torna-se imortal. De volta ao século XXI ele

    torna-se o líder de Torchwood 3 em Cardiff.

     

  • Mickey Smith (Noel Clarke): Namorado de Rose, a quem ela

    deixa para viajar com o Doutor. Eventualmente ele participará de

    algumas aventuras a bordo da Tardis.

     

  • Martha Jones (Freema Agyeman): Torna-se assistente do Doutor, após a saída de Rose Tyler. É uma médica em treinamento.

     

  • Donna Noble: Após conhecer o Doutor no dia de seu casamento

    frustrado, ambos se reencontram um ano depois e ela torna-se também uma

    viajante da Tardis.

     

    Wikipedia

Odo2008-01-07 09:37:37

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Uma análise sobre o novo seriado Doctor Who, que estreou em 2005 e ainda está aí:

 

AVISO: SPOILERS

Doctor Who (2005-2007)

VISÃO GERAL:

 

A série de TV Doctor Who  (de 2005) traz uma versão

atualizada do mitológico personagem (e ícone britânico): um genial

alienígena (conhecido apenas como: "O Doutor") de aparência humana e

que navega o espaço e o tempo a bordo da sua nave (a TARDIS), a qual

exteriormente parece ser apenas uma antiga cabine telefônica policial

da Londres de 1963, e é maior por dentro do que por fora.

 

Ele

geralmente viaja com um ou mais humanos, chamados de companheiros. De

tempos em tempos, geralmente após ser fatalmente ferido, ele se

"regenera", assumindo uma diferente e nova forma humana (o que sempre

permitiu a mudança dos atores que interpretaram o personagem ao longo

dos anos).

 

O personagem do doutor é um dos mais antigos e mais

bem conhecidos no SCIFI televisivo mundial. Sua antiguidade,

longevidade e identificação com país de origem parecem ser comparáveis

apenas com as de Star Trek dos Estados Unidos da América e Ultraman do Japão.

 

A principal força criativa por trás destas três primeiras temporadas de Doctor Who 2005 foi o britânico Russell T Davies (de séries controvertidas como Queer As Folk e The Second Coming),

fã confesso do personagem (com o qual partilha o mesmo ano de

nascimento), ele procurou ser fiél aos melhores momentos de seus mais

de quarenta anos de história enquanto o adaptando aos dias de hoje.

 

 

Entre 39 episódios regulares e 3 especiais natalinos, ele escreveu

metade dos segmentos da nova série até aqui. Davies é considerado hoje

(agosto de 2007) provavelmente o mais influente Gay de todo o Reino

Unido e o mais importante produtor de TV também.

 

A série do doutor é

muito popular em seu país de origem, indo muito além de uma audiência de nicho de ficção científica. É um programa para toda a família. Todas as famílias.

 

Davies, para atualizar o personagem do doutor, buscou inspiração (por admissão própria) no americano Joss Whedon (Buffy, Angel e Firefly). O que não quer dizer que os trabalhos anteriores do britânico já não apontassem em similares direções. Eis alguns exemplos:

 

- Cada temporada televisiva têm um arco de história (ou tema recorrente) distinto e bem definido;

 

-

Diálogos são extremamente afiados (muitas vezes mesmo indulgentes) e

repletos de referências (populares ou não, obscuras ou não), os

diálogos também objetivam a criação de um dialeto próprio em si mesmos;

 

-

Metáforas embutidas em tramas e situações, não deixando os personagens

terem percepção das mesmas (os personagens simplesmente tratam dos

acontecimentos em seus termos dentro do seu próprio universo ficcional);

 

- Relacionamentos entre pessoas de mesmo sexo são comuns e tratados sem maior estardalhaço etc.

 

Entretanto

a influência de Whedon pode não ser suficiente para suavizar a herança

britância do programa para pessoas que tem como hábito (essencialmente

exclusivo) assistir a séries originárias da terra do Tio Sam. Para

melhor apreciar a série do bom doutor, pode ser necessário que alguns

espectadores potenciais tenham que trocar o chip !

 

Ainda assim não devemos sofrer de uma síndrome de Borat em reverso

em que tudo é justificado uma vez que "eles são britânicos e este é o

jeito deles".

 

Tentativas de humor e metáforas óbvias e grosseiras são

ruins em qualquer país de forma independente da herança cultural.

Episódio padrão de monstro é ruim em qualquer pátria, assim como uma

óbvia falta de conhecimento científico. Atitude juvenil e uso de

melodrama fora de controle idem.

 

http://images.quizfarm.com/1112293787dninth.jpg

 

Tais problemas (e outros) aparecem na

série mais do que os seus fãs mais devotos e fervorosos gostam de

admitir. O importante é que, apesar de tais defeitos, e em seus melhores momentos,

o programa é capaz de transcende-los oferecendo uma única combinação de

leveza, excitação, beleza, pathos e senso de deslumbramento, que só

podemos esperar de um dos definitivos pilares do gênero.

 

A nona

encarnação do doutor foi vivida por Christopher Eccleston durante a

primeira temporada da nova série. A partir do final do último episódio

da primeira temporada em diante (até agora) tivemos a décima encarnação

do doutor, vivida por David Tennant.

 

A principal companheira nas

duas primeiras temporadas e no primeiro especial natalino foi Rose

Tyler (vivida pela atriz Billie Piper) . Na terceira temporada tivemos

como a principal companheira Martha Jones (Freema Agyeman). No segundo

especial natalino tivemos Donna "A Noiva" Noble (Catherine Tate). O

terceiro especial natalino (o de 2007) envolve o Titanic.

 

Tate

voltará (no mesmo papel) como a principal companheira na já confirmada

quarta temporada (em 2008). Junto comTennant e Davies é claro. Agyeman

participará apenas do arco final da temporada (após uma programada

aparição na segunda temporada de Torchwood).

 

Agora a

analise episódio a episódio e em seguida os seus valores relativos. Os

especiais natalinos não possuem comentários, apenas valores relativos.

 

http://newsimg.bbc.co.uk/media/images/42714000/jpg/_42714689_rose_doc9_tardis300.jpg

 

 

PRIMEIRA TEMPORADA (2005) (ANÁLISE):

 

O arco da

primeira temporada gravita em torno da recorrente frase "Lobo Mau", que

teima em aparecer em praticamente todo o episódio e nas situações mais

improváveis.

 

Ao final é revelado que Rose Tyler, de posse de poderes

equivalentes aos de uma espécie de "Deusa Temporal" , deixou tais "referências" como uma mensagem para ela mesma. O arco termina definitivamente a Guerra Temporal

entre os Senhores do Tempo (a raça do doutor) e os Daleks (os seus

inimigos mortais). É globalmente a mais satisfatória das três primeiras

temporadas da nova série.

 

Rose & The End Of The World:

O início da nova série não foi muito inspirado. Os manequins animados

são mais ridículos do que interessantes e o seu mestre é o mais típico

monstro da semana. Salvando-se a apresentação da titular em Rose. O episódio seguinte (The End Of The World) teve mais sorte, apesar do seu forte ser essencialmente o conceito do vislumbre do último suspiro natural da Terra (seguindo o final do ciclo de vida do Sol). Destaque para introdução da Face de Boe.

 

The Unquiet Dead:

O primeiro verdadeiramente bom episódio da nova série. O Nono Doutor e

Rose visitam o escritor Charles Dickens ao mesmo tempo que os mortos

voltam a vida nas imediações. Cuidados com a produção e vislumbre de

elementos do arco da temporada (via a excelente heroína do episódio, a

personagem Gwyneth) coroam a curiosa história.

 

Aliens Of London (I) & World War Three (II):

Aqui somos introduzidos aos tediosos Slitheen, a sua capacidade de

assumir outras identidades em meio a uma infinidade de piadas

flatulentas (ou não?) e os seus planos mirabolantes para a Terra que

acabam beirando a comédia involuntária.

 

Dalek: O

primeiro grande clássico da nova série. Um fascinante "museu particular

de tecnologia alienígena" na Terra do ano 2012 guarda prisioneira uma

criatura posteriormente identificada como um Dalek, aparentemente o

outro único sobrevivente (além do Doutor) da Guerra Temporal. A última futilidade realizada da luta entre os dois sobreviventes de tal confronto é um marco para o novo programa.

 

The Long Game:

A bordo de Satellite 5, uma estação de transmissão no distante futuro

da Terra, somos apresentados ao mesmo tempo a uma excessiva metáfora

sobre a escravidão da humanidade pela manipulação da mídia e um não

menos excessivo monstro da semana que age como supervisor (!) de todo o

processo. Honestamente nem dá para dizer que o episódio se alinha de

fato com o final da temporada, apesar da estação aparecer novamente no

mesmo.

 

Father's Day: Uma visita do Nono Doutor e de

Rose Tyler ao cenário da morte de Peter Tyler, leva a companheira a

evitar a morte do seu pai. O paradoxo faz surgir uma horda de

monstruosas criaturas aladas que consomem as pessoas no local, os

sobreviventes se refugiando numa igreja próxima.

 

Obviamente (e

felizmente) os tais "Ceifadores" não são o centro do episódio. Aqui

cabe sim destacar o cuidado dos realizadores nos mínimos detalhes

envolvendo a família Tyler daquela epoca, Rose e o Nono Doutor,

preparando caminho até o inevitável e honesto desfecho, uma vez que não

existe dúvida alguma Pete tem que de fato morrer, agora nos braços de

Rose, para salvar a todos.

 

http://www.popbuzzuk.com/wp-content/uploads/2007/05/chris-and-rose.jpg

 

The Empty Child (I) & The Doctor Dances (II):

O melhor da temporada, um dos melhores da nova série e ganhador do

Prêmio Hugo de ficção científica de 2006. Cortesia do estupendo

roteirista Steven Moffat.

 

Aqui temos o gênero no seu

melhor, uma clara consciência social (e mesmo intimista ultimamente),

um honesto mistério, um uso de tanto belas (e marcantes) quanto

bizarras (e assustadoras) imagens e a introdução de um vibrante

personagem na pessoa do capitão Jack Harkness (John Barrowman), sendo

tudo embalado em um pacote de múltiplas camadas e significados. BRAVO!

 

Boom Town:

Basicamente uma Slitheen, que não morreu no episódio duplo anterior,

quer explodir o mundo como parte dos seus novos planos e acaba sendo

impedida e vira um ovo ao final do episódio. OH BOY!

 

Bad Wolf (I) & Parting Of The Ways (II): Rose, Jack e o Nono Doutor são trazidos a bordo de Satellite 5, um século após os eventos de The Long Game.

Finalmente eles descobrem que a Terra tem sido controlada de forma

distante por novos mestres desde antes da sua última visita a estação,

porém é revelado que tais alienígenas temem o doutor de alguma forma.

 

A

atual controladora da estação trouxe o trio para ajudar a humanidade.

Rose é feita prisioneira a bordo da nave dos invasores, que se revelam

ser os Daleks, que de alguma forma sobreviveram a Guerra Temporal.

Eles vieram invadir de fato a Terra e a estação é a última linha de

defesa. O doutor tem como única opção usar uma arma que destruirá não

somente os Daleks, mas toda a humanidade, salvando o resto da galáxia.

 

 

Ele envia Rose para casa na TARDIS para salvá-la. De volta ao seu

presente, ela não se conforma em deixar o doutor para trás e finalmente

intui que todas as referências ao "lobo mau" eram dela para ela mesma.

Rose abre o o "Coração da TARDIS", transformando-se essencialmente em

uma Deusa do Tempo. Ela volta a estação no futuro e derrota os Daleks

de uma vez por todas.

 

O Doutor dá um beijo em Rose extraindo o excesso

de energia, o que leva a sua necessidade de se regenerar. Relaxem e

curtam este belo melodrama épico com carinho, onde mesmo os paradoxos

temporais são postos para bom uso, para deixar as emoções ainda mais a

flor da pele.

 

Davies coloca para fora todo o seu amor pelo personagem,

especialmente quando o Doutor envia Rose a bordo da TARDIS para o

presente dela, para protegê-la, como prometeu a mãe da companheira. Um

holograma do personagem diz o seguinte:

 

http://www.danielbowen.com/images/2005/0818-doctor-who-message.jpg

 

"

Rose, now listen, this is important.

 

If this message has activated, then it can only mean one thing.

 

We must be in danger,and I mean fatal.

 

I'm dead or about to die at any second with no chance of escape.

 

And that's OK, hope it's a good death.

 

But I promised to look after you, so the Tardis is taking you home.

 

And I bet you'refussing and moaning now, typical!

But hold on and just listen a bit more.

The Tardis can never return for me.

 

I'm facing an enemy that should never get this machine.

So this is what you do should do, let the Tardis die.

Just let this old box gather dust.

No-one can open it, no-one'll even notice it.

Let it become a strange little thing standing on a street corner.

Over the years the world will move on and the box will be buried.

And if you want to remember me, then you can do one thing.

That's all, one thing.

Have a good life.

Do that for me, Rose.

Have a fantastic life.

 

"

 

Odo2008-01-31 03:38:19

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Uma análise do colunista Luiz Castanheira sobre o novo seriado Doctor Who, que estreou em 2005 e ainda está aí:

 

 

 

 

AVISO: SPOILERS

 

 

Doctor Who (2005-2007)

 

http://www.theage.com.au/ffximage/2006/07/19/tennant_wideweb__470x289,0.jpg

 

 

SEGUNDA TEMPORADA (2006) (ANÁLISE):

 

Curiosamente

o tema desta segunda temporada foi aparentemente preparar o caminho

para a série derivada, com o personagem do capitão Jack Harkness como

protagonista, Torchwood. Obviamente tal recorrência não

sustenta a temporada, a qual tem pelo menos três episódios muito ruins,

ficando isto sim a cargo do drama familiar de Rose, sua interação com

uma versão alternativa do seu pai de uma Terra paralela e a sua

despedida definitiva do Doutor e da série.

 

New Earth: Uma espécie de continuação do episódio The End Of The World.

Rose e o Décimo Doutor visitam Nova Terra (algum tempo depois da

destruição da primeira Terra), lá encontram a Noviça Hame e mais uma

vez a Face de Boe e Lady Cassandra (que não morreu). Somos apresentados

a uma excessiva alegoria sobre pesquisa médica avançada e diversas

trocas de corpos, cortesia da consistentemente lamentável Cassandra.

Fraco!

 

Tooth and Claw: Aqui o Décimo Doutor, Rose, a

Rainha Vitória e um Lobisomen de origem alienígena colidem em uma

surpreendente aventura, que emerge vencedora principalmente por usar

pequenas brechas históricas para enfiar os seus mamutescos lampejos de

bizarra criatividade. A cena final que brinca com a possibilidade da

família real Britânica dos dias de hoje ser formada por lobisomens é

definitivamente divertida em meio ao seu completo absurdo.

 

School Reunion:

Uma raça alienígena planeja usar crianças de uma escola preparatória do

presente como uma espécie de processador para alcançar o poder

definitivo, o que curiosamente é o menos importante do episódio que

traz um contagiante senso de honesta nostalgia ao marcar a aparição da

antiga companheira Sarah Jane Smith (a atriz Elisabeth Sladen) e por

utilizar tão bem tal evento como um momento importante para o

relacionamento do Doutor e Rose. Outros destaques para o retorno do

também clássico K9 (um COMPLETAMENTE ABSURDO cão andróide) e a participação de Anthony Stewart Head (o Giles da série Buffy) como o diretor da tal escola.

 

The Girl In The Fireplace:

O melhor episódio da temporada, um dos melhores de toda a nova série, e

indicado ao Prêmio Hugo de ficção científica de 2007, tudo cortesia do

roteirista Steven Mofatt. Graças a bizarra

necessidade de uma tripulação de andróides relógios de uma nave

avariada, milhares de anos no futuro, pelo cérebro (aos 37 anos) da

mitológica Madame De Pompadour (da França do século XVIII), o Décimo

Doutor visita diferentes épocas da vida da figura histórica. Cada vez

mais apaixonados a cada encontro.

 

A beleza, a delicadeza e a

honestidade de todos os aspectos da produção são muito difíceis de por

em poucas palavras. A química entre o ator David Tennant e a atriz

convidada Sophia Myles foi tanta que eles passaram a namorar após as

filmagens.

 

http://www.stevepugh.net/VTT/images/doc10costume.jpg

 

Rise Of The Cybermen (I) & The Age Of Steel (II):

A TARDIS vai parar em uma Terra paralela, com versões alternativas das

pessoas, incluindo um vivo e rico Peter tyler. Naquele planeta um

industrial criou um novo tipo de raça cibernética (os Cybermen) como

uma forma de prolongar a vida humana.

 

Uma claramente aceitável história

sobre o possível fim da humanidade alternativa como a conhecemos aqui

(com todos sendo "atualizados" como Cybermen), com algumas boas

explorações pessoais nesta outra Terra e muito pouco além disto. Uma

clara preparação para o final da temporada, mais do que qualquer outra

coisa.

 

The Idiot's Lantern: O cenário da coroação da

Rainha em 1953, com o correspondente aquecimento na compra de aparelhos

de TV é um engenhoso cenário, mas que é enviado rapidamente para o

toilete com o lamentável surgimento na história de um (Oh Boy!) monstro

televisivo.

 

The Impossible Planet (I) & The Satan Pit (II): Este é provavelmente o melhor exemplo da nova série em que um aparente "Analfabetismo Científico"

pode, mesmo assim, levar a um grande episódio. A vizinhança de um

buraco negro parece ser de fato o local ideal para se aprisionar o mal

primordial.

 

Tudo aqui é vendido muito mais em termos de atmosfera e

louca imaginação (com uma produção muito cara e complexa, que

aparentemente até prejudicou os episódios imediatamente anteriores e

posteriores) do que em termos de lógica e razão, com o segmento duplo

funcionando em última instância, apesar do escorregadio conceito aqui

desenvolvido.

 

Love And Monsters & Fear Her: Sejam

muito bem-vindos ao pior momento da temporada em que um monstro

absorvedor (e que lamentavelmente lembra muito os Slitheen) é seguido

por um monstro de parede (!). O segundo segmento ainda leva uma estrela

solitária mais pela infinitamente absurda cena em que o Doutor conduz a

tocha olímpica até a respectiva pira. Fora isto...

 

Army Of Ghosts (I) & Doomsday (II) :

O melhor do episódio é a sincera narrativa de Rose, que indica

exatamente o que vai acontecer, o que acontece e o que aconteceu.

Incluindo-se ai a antológica cena de despedida definitiva dela e do

doutor. Rose não morre realmente, mas passa agora a viver (junto com o

resto da sua família de fato) com a versão do seu pai da Terra

alternativa e naquele planeta.

 

Alguns podem reclamar do absurdo das

presenças (especialmente ao mesmo tempo) dos Cybermen e dos Daleks no

episódio, outros do modo relativamente fácil que o doutor se livra do

literal oceano de alienígenas hostis, mas o episódio não é realmente

sobre nada disto.

 

Algumas irregularidades durante este segunda

temporada sim, mas até que Russell T Davies mandou os espectadores

felizes para o hiato do programa. E quanto a cena de despedida:

 

"

Where are you?

 

Inside the Tardis.

 

There's one tiny little gap in the universe left, just about to close.

 

And it takes a lot of power to send this projection - I'm in orbit around a supernova.

I'm burning up a sun, just to say goodbye.

 

You look like a ghost.

 

Hold on.

 

Can I t. . . ?

 

I'm still just an image.

 

No touch.

 

Can't you come through properly

 

The whole thing would fracture. Two universes would collapse.

 

So?

 

Where are we? Where did the gap come out?

 

We're in Norway.

 

Norway! Right.

 

About 50 miles out of Bergen.

 

It's called Darlig Ulv Stranden.

 

Dalek?

 

- Darlig.

 

It's Norwegian for bad.

 

This translates as Bad Wolf Bay.

 

How long have we got?

 

About two minutes.

 

I can't think of what to say!

 

You've still got Mr Mickey, then.

 

There's five of us now - Mum, Dad, Mickey and the baby.

 

You're not. . . ?

 

No! It's Mum.

 

She's three months gone.

 

More Tylers on the way.

 

And what about you, what are you. . . ?

 

Yeah, I'm back working in the shop.

 

Oh, good for you.

 

Shut up!

 

Nah, I'm not.

 

The Torchwood on this planet's still open for business. I think I know a thing or two about aliens.

 

Rose Tyler. Defender of the Earth.

 

You're dead, officially, back home.

 

So many people died that day, and you've gone missing.

 

You're on a list of the dead.

 

Here you are, living a life, day after day. The one adventure I can never have.

 

Am I ever going to see you again?

 

You can't.

 

What are you going to do?

 

I've got the Tardis. Same old life. Last of the Time Lords.

 

On your own.

 

I. . . I love you.

 

Quite right too.

 

And I suppose. . . If it's my last chance to say it. . .

 

Rose Tyler. . .

"

 

http://forbiddenplanet.co.uk/blog/wp-content/uploads/2007/07/catherine%20tate%20david%20tennant%20doctor%20who%20donna.jpg

TERCEIRA TEMPORADA (2007) (ANÁLISE):

 

A premissa

da temporada é intrigante: O Mestre (maior inimigo do Doutor) volta no

tempo antes do início da temporada e se torna Saxon, um político (com

planos nefastos) a caminho do gabinete de Primeiro Ministro da

Inglaterra.

 

O detalhe é que tais eventos são postos em movimento

justamente pelos nossos heróis somente mais ao final da temporada.

Infelizmente tal interessante premissa não ganha vida como deveria e a

temporada se mostra de longe a mais fraca até aqui da nova série, tanto

em termos de organização global (inclusive conclusivamente) quanto na

qualidade continuada, semana após semana.

 

É definitivamente tolo

pensar em simplificar os problemas dizendo que "faltou Rose Tyler" e

que "Martha Jones não funcionou". Basta assistir ao episódio Blink (ver

a seguir) para perceber que o que faltou mesmo e de uma maneira geral

foi um pouco mais de planejamento e principalmente uma melhor qualidade

de escrita.

 

Russell T Davies termina a temporada aparentemente desgastado. Talvez seja a hora de uma mudança, talvez trazendo a bordo Steven Mofatt que emerge desta série até aqui como uma das mais distintas vozes da ficção científica televisiva do nosso tempo

 

Smith And Jones & The Shakespeare Code & Gridlock:

No primeiro segmento conhecemos os Judoons (raça resultante de uma

fofíssima aparente mistura de Juíz Dredge com Rinoceronte) na sua caça

por uma Plasmavore (uma vampira transmorfa), o qual ganha uma meia

estrela extra por nos introduzir a nova companheira Martha Jones (que é

apresentada como uma alternativa mais madura e distinta de Rose Tyler,

algo que não é desenvolvido a contento ao longo da temporada, o que é

claramente culpa do texto da série e não da atriz).

 

No segundo

testemunhamos o plano de uma trupe de bruxas alienígenas em usar as

palavras escritas de Shakespeare para acabar como mundo (!). O qual

também ganha uma meia estrela extra pela cena quase final em que O

Bardo com muita sensibilidade figura as reais identidades do Décimo

Doutor e de Martha.

 

E finalmente o terceiro, onde conhecemos uma

civilização que essencialmente vive em um engarrafamento, que também

ganha meia estrela extra por trazer as últimas palavras da Face de Boe

para o Doutor: "Você não está sozinho" (se referindo a existência do

Mestre, um outro Senhor do Tempo, revelada no arco final da temporada a

seguir) Três episódios por demais inofensivos (sempre algo entre o

"regular" e o "bonzinho"), mas que pela solidez dos aspectos gerais da

produção nos levavam a entender então que o brilhantismo não estava

muito longe. Ledo engano.

 

http://www.themindrobber.co.uk/doctor-who-season-3/doctor-who-david-tennant-series-3.jpg

 

Daleks In Manhattan (I) & Evolution Of The Daleks (II):

Após assistir a esta bomba de episódio duplo ficaram duas certezas: (a)

Pagar ao espólio de Terry Nation para usar os Daleks sem um bom roteiro

é burrice e (B) Os Daleks sem uma muita boa história não passam de

saleiros gigantes enfeitados e com um ridículo e infinitamente irritante

grito de guerra.

 

Aqui os últimos filhos de Skaro planejam sobreviver

criando híbrido humanos em um high-concept de história que não perdoa

literalmente nada e que passa principalmente por Frankenstein e Moreau.

O erro fatal para o segmento é curiosamente humanizar os Daleks,

removendo as suas características mais alienígenas e ameaçadoras, algo

similar ao que os Borgs sofreram em Jornada Nas Estrelas.

 

Tudo coroado

pela literal história de amor de uma corista e um porco (Oh Boy!). Cabe

ainda lamentar a não utilização (apesar dos bons valores de produção)

em nenhum senso artístico coerente e consistente o tão óbvio cenário da

era da depressão americana (comparem, por exemplo, com o duplo da

primeira temporada: The Empty Child (I) & The Doctor Dances (II)).

 

The Lazarus Experiment & 42:

Com a impressão de que a temporada já estava com problemas, chegam em

seguida dois episódios de monstros que confirmam a instabilidade. Um

monstro evolutivo seguido por um monstro solar. Que são feitos ainda

piores pelas fúteis tentativas de integrá-los no arco da temporada

envolvendo o Mestre. Era hora de Russell T Davies pedir ajuda.

 

Human Nature (I) & The Family Of Blood (II): A ajuda veio do roteirista Paul Cornell (que já havia escrito o ótimo Father's Day

da primeira temporada), que trouxe uma boa dose de competente

maturidade a uma temporada infelizmente repleta até então de

incompetetentes high-concepts juvenis. Em desvantagem, sendo perseguido

de forma obstinada por uma família de assassinos alienígenas, o Décimo

Doutor decide assumir uma forma humana e sem memórias e se esconder no

passado da Terra posando com um professor (sendo Martha uma empregada

da escola).

 

Tal premissa acaba sendo apenas uma desculpa para uma

interessante exploração e análise desta nova figura humana do doutor,

até mesmo como uma possível alternativa de vida. O uso com propósito de

bizarras imagens (um dos pontos altos desta nova série) se faz

novamente presente, com uma conclusão esperada (como em Father's Day),

mas que emerge vencedora ao apresentar a mais alienígena, distante e

impiedosa caracterização do personagem na nova série até agora.

 

Blink: Simplesmente o melhor episódio da temporada e talvez de toda a nova série, cortesia do estupendo: STEVEN MOFATT!

Aqui estátuas de anjos são na realidade alienígenas que deslocam suas

vítimas para o passado.

 

A única salvação de Martha e do Décimo Doutor

(presos sem a TARDIS em 1969) é uma jovem fotógrafa de nome Sally

Sparrow. A criatividade do roteiro do episódio em utilizar a assumida

não linearidade do tempo é intrigante do começo ao fim, desafiando e

deslumbrando o espectador.

 

O mais importante de tudo é enfatizar que

este foi o episódio mais barato de toda a temporada e que praticamente

não tivemos nele a presença do elenco regular (exatamente a mesma

situação vivida pelo tétrico Love And Monsters da segunda temporada, só para fixar uma comparação), Mofatt é realmente tão bom assim.

 

Utopia (I) & The Sound Of Drums (II) & The Last Of The Time Lords (III):

Na primeira parte, a TARDIS, afetada pela presença do absurdo do

capitão Jack Harkness agora não poder morrer, leva a todos para o

"Final do Universo" (com Jack literalmente "a tiracolo"). Lá os últimos

humanos planejam ir para um local chamado simplesmente de "Utopia", a

bordo de uma nave inventada por um certo Professor Yana.

 

Interagindo

com os visitantes, Yana se mostra ser de fato apenas a forma humana de

um outro Senhor do Tempo , na realidade o inimigo mortal do

Doutor, aquele conhecido apenas como: O Mestre. Ele rouba a TARDIS e

volta para a Londres de aproximadamente dezoito meses antes dos eventos

de Smith And Jones. Um segmento perfeitamente passável como

entretenimento de qualidade e que começa a desvendar o arco da

temporada.

 

Ele recebe meia estrela extra pela verdadeira mágica que Sir

Derek Jacobi faz no papel de Yana, indo muito além do que está escrito

(algo deveras raro de acontecer, ao contrário do que muitos pensam). A

segunda parte é ainda sólida, onde nossos heróis de volta ao presente

descobrem que Saxon e O Mestre são a mesma pessoa e um inevitável (e

extremo) Cliff-Hanger é preparado.

 

Problemas: a impressão fica de que

alguns elementos foram reciclados da história da Terra paralela da

segunda temporada, os ajudantes robóticos do Mestre são De Facto

Daleks (no que se tornaram os humanos do futuro que procuravam por

"Utopia") e principalmente, não importa o número de fogos de artifício

que Davies possa tentar jogar na audiência, a sua história simplesmente

não possui um claro foco emocional.

 

A terceira parte (e todo o arco)

colapsa centrada em uma peça de risível melodrama na "virada de mesa"

do Doutor (que ficaria muito mais adequada em algum episódio de Ultraman)

e no uso do botão de reset. Talvez esteja mesmo na hora de Davies

recarregar as baterias e a ausência de uma citação aqui, fica

justamente para sublinhar esta distinta possibilidade.

 

------------------------------------------------------------------------------------

 

PRIMEIRA TEMPORADA (2005) (DE '0' A '4' ESTRELAS):

 

1.01 Rose (**)

1.02 The End of the World (**1/2)

1.03 The Unquiet Dead (***)

1.04 Aliens of London (I) (**)

1.05 World War Three (II) (**)

1.06 Dalek (****)

1.07 The Long Game (**)

1.08 Father's Day (****)

1.09 The Empty Child (I) (****)

1.10 The Doctor Dances (II) (****)

1.11 Boom Town (**)

1.12 Bad Wolf (I) (****)

1.13 The Parting of the Ways (II) (****)

 

------------------------------------------------------------------------------------

 

SEGUNDA TEMPORADA (2006) (DE '0' A '4' ESTRELAS):

 

2.00A Children In Need (N/A)

2.00B The Christmas Invasion (***)

 

2.01 New Earth (**)

2.02 Tooth and Claw (***)

2.03 School Reunion (***1/2)

2.04 The Girl in the Fireplace (****)

2.05 Rise of the Cybermen (I) (***)

2.06 The Age of Steel (II) (***)

2.07 The Idiot's Lantern (*)

2.08 The Impossible Planet (I) (****)

2.09 The Satan Pit (II) (****)

2.10 Love & Monsters (SEM ESTRELAS)

2.11 Fear Her (*)

2.12 Army of Ghosts (I) (****)

2.13 Doomsday (II) (****)

 

2.14 The Runaway Bride (**)

 

------------------------------------------------------------------------------------

 

TERCEIRA TEMPORADA (2007) (DE '0' A '4' ESTRELAS):

 

3.01 Smith and Jones (***)

3.02 The Shakespeare Code (***)

3.03 Gridlock (***)

3.04 Daleks in Manhattan (I) (*)

3.05 Evolution of the Daleks (II) (*)

3.06 The Lazarus Experiment (**)

3.07 42 (**)

3.08 Human Nature (I) (****)

3.09 The Family of Blood (II) (***1/2)

3.10 Blink (****)

3.11 Utopia (I) (***1/2)

3.12 The Sound of Drums (II) (***)

3.13 Last of the Time Lords (III) (**)

 

3.14 Voyage of the Damned (EXIBIDO NO NATAL DE 2007)

 

 

 

Odo2008-01-31 03:38:49

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Curiosamente eu nem pretendia assistir Doctor Who, nem sabia do que se tratava, foi quando eu vi por um acaso Torchwood na TV, e achei a atriz principal bunitinha, aí resolvi pesquisar pra ver quem era. 1906

 

Estou com ele aqui mas não comecei a ver ainda porque como soube que era um spin-off de Doctor Who, resolvi assistir depois (até pra me prevenir de alguma referência, e ficar boiando no meio de algum episódio).

 

A primeira temporada desse novo Doctor Who é boa sim, assistam sem medo, quase todo episódio traz uma história interessante, a direção é bem criativa e o Christopher Eccleston realmente deu vida ao personagem.

 

Mas como alegria de pobre dura pouco 04 , ele pediu pra sair ao final da temporada (ou tiraram ele, vai saber), e colocaram o David Tennant que é bem mauricinho, e sem sal.

 

O primeiro episódio da segunda temporada (e o anterior de Natal) já foram fracos, e repletos de clichês, então vão ter que melhorar muuuuito pra eu querer continuar vendo. Depois que o Eccleston saiu, eu brochei de vez, por melhor que façam daqui pra frente, nunca mais vai ser a mesma coisa. 12

 

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Doctor Who é das mais inteligentes e divertidas séries sci fi da atualidade, mas exige do espectador uma certa cumplicidade para que seja melhor apreciada. Também gostava mais do Eccleston como Doutor, mas o Tennant também é bom, apesar de ser às vezes careteiro demais. E para mim a melhor temporada é a 2ª, a primeira dele. O final, com um confronto histórico dos Cybermen e Daleks e a triste saída de Rose da série (mas dizem que ela retorna nos episódios finais da 4ª), é memorável. No fórum Sci Fi do Brasil há fóruns específicos para Doctor Who e Torchwood, onde são discutidos e avaliados os episódios individuais. Confiram em

Jorge Saldanha2008-01-07 12:14:38
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  • 1 month later...

Doctor Who (2005) - Ep. 3x10 - Blink - 10/10

 

É uma dessas histórias que quanto menos você souber as reviravoltas e truques que estão ocorrendo, melhor fica.

 

Geralmente contos sobre viagens no tempo criam seu próprio futuro e deixam óbvias todas as suas propostas, mas o modo que os elementos da viagem no tempo e o próprio tempo não sendo linear para benefício da história, realmente funcionaram aqui. Nada de conveniências forçadas, do tipo "precisamos voltar pra escapar agora".

 

A força motriz da história são os personagens, e não somente o "Doutor". A protagonista é Sally Sparrow, interpretada de forma memorável e carismática por Carey Mulligan, que faz com que a frustração, preocupação e medo do que está acontecendo à ela sejam autênticos.

 

Um dos fatores positivos de Dr. Who é que, na maior parte, os atores encenam as situações de forma séria, sem apelar pra reações exageradas ou caricatas, o que seria uma tentação pela tônica fantasiosa da série. Mas é por causa da atuação de Carey que você se envolve na história e mantém o interesse em como tudo vai se desenrolar.

 

Ver Sally perdendo sua melhor amiga e um potencial encontro são detalhes bem sacados, assim como ela não acreditar no começo no que está acontecendo. É interessante ver como ela gradativamente se convence do que ocorre com ela é real e não somente fruto da sua imaginação.

 

Sobre a "ameaça da semana", é sem dúvida brilhante. Estátuas que normalmente seriam consideradas objetos ordinários/comuns, sem qualquer perigo aparente, e de maneira súbita passam a ter um contexto bem mais "macabro" e assustador.

 

A ameaça alienígena e como ela se desdobra e ataca é que dá uma intensidade dramática à história. O roteiro do já vitorioso Steven Mofatt, que fez o belíssimo episódio The Girl In The Fireplace, também um dos melhores da série, merece os créditos, mas a direção é que mais se destaca.

 

O modo que certas cenas são filmadas, editadas e encenadas mantém o clima de tensão. Seria uma boa não saber previamente nenhuma das nuances desse episódio superlativo, pois tiraria toda a sua graça.

 

 

10, com louvor! 16

 

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  • 2 months later...

Eu assisto! Eu também senti a saída do Eccleston mas agora já me acostumei com o David Tennant. O penúltimo episódio teve uma história bem tosca, mas valeu pelo carisma da loirinha que fez a filha do Doutor. Teve também a Martha Jones (que deu mais um banho de atuação e não fez nada como sempre 06 ) e de novo a Donna. E tô na expectativa que a Rose volte logo!

 

Trailer dele 16

http://www.youtube.com/watch?v=WeZKVMmBT40

 

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A revista da NET de junho traz a relação das 100 melhores séries de TV na opinião dos leitores - em contraponto à relação anterior, feita com base na opinião de críticos e pessoas convidadas. Na nova lista DOCTOR WHO, que tinha ficado de fora, surge na 37ª posição - nada mal para uma série de FC pouco conhecida no Brasil, exibida apenas na TV paga há 2 anos. E na opinião de vocês, a série mereceria uma colocação melhor? Na minha, com certeza...

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  • 1 month later...

 

Pôster

 

Sobre a season finale:

 

Só pude assistir o penúltimo episódio ontem.

 

Eu estranhei muito a Rose no episódio passado (mais fria, mais séria, mais focada, mais objetiva), mas neste ela era exatamente a Rose. É claro que não a Rose de antes, porque ela vivenciou outras coisas, cresceu, amadureceu, mas continuou sendo a Rose que todos gostam, mas OH MY FUCKING GOD o que foi aquele Dalek atirando no Doctor bem na hora que os dois (finalmente!) se reencontraram? Que casal mais ZICADO é esse? E que Dalek tão estrategicamente posicionado que ferrou tudo???

 

Eu curti o retorno heróico da Harriet Jones (sobe o crachá!) "former prime minister" (eu votaria nela). 16

 

E realmente, colocaram uma chave ultrapoderosa nas mãos da Martha Jones? A Terra tá ferrada mesmo... (tosquinha ela em NY não? Adorei a Rose dizendo: "mas quem é essa?"). 06

 

Doctor Who é de fato uma série juvenil não? Eu me sinto criança assistindo, quase peguei meu celular pra ligar pro Doctor!

 

E o último episódio saiu hoje!

 

OBS: NAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAÃOO à Regeneração! (a não ser que ela dê um pulo pra trás e volte o Eccleston, porque eu juro que visualizei ele nesse episódio enfrentando o Davros! Vocês não sentiram isso? Pra mim esse episódio foi feito pro Eccleston! - Ainda assim, adoro o Tennant, deixo registrado).

 

Esta tem sido uma temporada meio xôxa do DW, mas este episódio em especial faz duas grandes conexões:

 

a) The Dalek Invasion of Earth - um do eventos-chave do tempo do Primeiro Doctor Who, e

 

B) DAVROS, numa sequência de eventos que parece ser bastante similar à Terror Firma, audiobook do Oitavo Doctor Who, que se passa na Terra ocupada pelos Daleks...e que conta como Davros se tornará o Próprio Imperador Dalek, com o oitavo Doctor Who gritando de ódio "I will KILL you, Davros!!!"

 

Mas... se por um lado Russell T. Davies é um gordinho sinistro, que sabe criar tramas de suspense como ninguém mais, por outro lado todo este esquema de citações, nas mãos dele, pode simplesmente dar em pizza e ponto final!!!

 

E esse finale foi anunciado a temporada inteira... olha só o que eu achei no Wikiquote:

 

(Do episódio The Fires of Pompeii)

 

Lucius: Is that so? Man from Gallifrey.

The Doctor: What?

Lucius: The strangest of images, your home is lost in fire is it not?

Donna: Doctor, what are they doing?

Lucius: And you, daughter of... London!

Donna: How does he know that?

Lucius: It is the gift of Pompeii, every single oracle tells the truth.

Donna: But that's impossible

Lucius: Doctor, she is returning.

The Doctor: Who is? Who is she?

Lucius: And you, daughter of London. There is something on your back.

Donna: What's happening?

Evelina: Even the word "Doctor" is false. Your real name is hidden. It burns in the stars, in the Cascade of Medusa herself. You are a Lord, sir. A Lord of Time.

 

Eu nem lembrava disso, e só fez sentido agora! Será que vão usar o mesmo artifício do final de temporada passado? Se a Donna tinha algo nas costas que o cara viu em Pompéia, então será que ela vai ter que voltar e mudar uma decisão pra salvar a Terra e consequentemente não será companheira do Doutor??? Aí esses eventos não terão acontecido???

 

E esse lance do nome hein? E justamente no lugar onde eles estão... será que o Doutor vai revelar o nome dele, ou será que o cara quis dizer que Gallifrey também está 'escondida' na Medusa Cascade???

 

Porque olha só, o oráculo diz que o mundo do Doutor "is lost in fire" e depois diz que o nome verdadeiro dele "burns (...) in the Cascade of Medusa"... Interessante!

 

Mais quotes:

(Do episódio The Sontaran Stratagem)

 

The Doctor: We're going to the country. Fresh air and geniuses - what more could you ask?

Donna: I'm not coming with you. I've been thinking. I'm sorry. I'm going home.

The Doctor: Really?

Donna: I've got to go.

The Doctor: Well, if that's what you want. I mean, it's a bit soon. I had so many places I wanted to take you. The Fifteenth Broken Moon of the Medusa Cascade, the Lightning Skies of Cotter Palluni's World, the Diamond Coral Reefs of Kataa Flo Ko... Thank you. Thank you, Donna Noble. It's been brilliant. You saved my life, in so many ways. You are... [realization dawns; expression changes suddenly] You're just popping home for a visit, that's what you mean.

Donna: You dumbo.

The Doctor: Then you're coming back.

Donna: Know what you are? A great big, outer-space dunce.

 

...

 

(do episódio Midnight)

 

The Doctor & Sky Silvestry: Roast beef. Bananas. The Medusa Cascade. [beat] BANG! [Rapidfire] Rose Tyler Martha Jones Donna Noble TARDIS! [beat] Shamble-bobble-dibble-dooble. [beat] Oh, Doctor, you're so handsome. Yes, I am, thank you.

 

Parece que o especial só vem ano que vem e a quinta temporada em 2010. Eu acho que o Tennant não sai como muitos especularam. E ele é simplesmente fantástico. Cada momento mais dramático que o Doutor passa ele se supera -- no momento a melhor é a cena dele com lágrimas nos olhos em Midnight -- e é sempre imprevisível.

 

Comecei a ver Doctor Who com o Eccleston e gostava muito dele, mas sempre tinha a sensação de que ele era meio evil. Sei lá, acho que era alguma coisa na forma de olhar dele, no entanto fiquei abismado quando ao final da 1a. temporada ele saiu e deu lugar ao Tennant.

 

Odiei com todas as minhas forças, pois eu achei muito estranho que uma mera regeneração fosse possível mudar a psiquê de um personagem. Conforme o tempo foi passando eu fui me apegando à cara-de-pau do Tennant e à expressão gélida que ele fica quando tem que ser sério nos momentos decisivos. Isso sem contar o quão cool é ver um cara de terno e tênis -- eu jurei pra mim mesmo que um dia ainda irei andar por aí assim! 8-)

 

Enfim, sei que é tradição da série mudar de tempos em tempos de ator, mas sei que sentirei muita falta do Tennant se ele vier mesmo a sair. Muita mesmo, mas eu vou superar -- bom, eu superei a perda da Billy Pipper, dá pra superar o Tennant...

 

Só espero que o Russel T. Davis, ou o Moffat, saiam com alguma idéia pra alguma série nova e coloquem o Tennant nela, porque é um prazer vê-lo em cena.

 

Talvez até a Jenny/filha do Doutor pudesse substituí-lo, se fosse a primeira vez que o Doutor se regenerasse como mulher.

Rayden2008-07-05 21:51:41

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  • 2 weeks later...

A%20imagem%20“http://chrisbaer.net/mp/wp-content/uploads/2008/01/100000bc.jpg”%20contém%20erros%20e%20não%20pode%20ser%20exibida.

Consegui assistir os primeiros episódios da versão de 1963, pena que aquele pessoal das cavernas é chato bagarai, 06 e a neta do Doutor só fazia gritar o tempo todo, além do Dr. ter mais um papel de coadjuvante nessa estréia (eu achava que mesmo velhinho, ele imporia mais sua presença). Os novos parecem mais crianças hiperativas, mas pelo menos tem alguma desenvoltura.

 

Vou agora ver se pego os episódios com a estréia dos Dahleks. 16

 

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  • 5 months later...

Viram que anunciaram o 11º doctor?

Matt Smith o nome da criatura... alguém já ouviu falar? procurei ele no imdb, só fez coisas pra tv... nada que eu tenha visto.... fiquei mt desconfiada com o cara... ele é mt freaky

 

Já to com saudades do tennant.

 

Enfim... esse ano vão sair mais dois especias com o tennant (páscoa e natal - yeap! Natal.... láááá em dezembro... que infeliz) e na quinta temporada já teremos o novo doctor. nhai.

 

Alguém viu o especial de natal 2008? Ou só eu sou sem vida o suficiente para passar o dia 25 de dezembro esperando pelo doctor? Não foi assim o melhor, mas gostei muito da parte do doctor...
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  • 4 years later...

Interessante que a última postagem tinha sido sobre o anúncio de Matt Smith como o novo Dr. Agora venho aqui anunciar que a era dele acabou:

 

Matt Smith Leaving 'Doctor Who'
After four years in the iconic role, BBC announces he will be exiting the sci-fi series

 

mattsmithleavingdoctorwho.jpg
 
BBC
 
Published: June 01, 2013 @ 3:10 pm
 

Matt Smith is leaving the "Doctor Who" universe after four years.

BBC and BBC America announced the exit on Saturday. In 2010, the 30-year-old actor was the 11th person to assume the iconic role. He willl be appearing in November's much-anticipated 50th anniversary episode and officially leaving the role (or "regenerating" as the series calls the handoff to a new Doctor) during the annual Christmas special.

Also read: 'Doctor Who' Premiere Sets Ratings Record for BBC America

Read Smith's statement on his departure below:

'"Doctor Who' has been the most brilliant experience for me as an actor and a bloke, and that largely is down to the cast, crew and fans of the show. I'm incredibly grateful to all the cast and crew who work tirelessly every day, to realize all the elements of the show and deliver 'Doctor Who' to the audience. Many of them have become good friends and I'm incredibly proud of what we have achieved over the last four years."

Having Steven Moffat as showrunner write such varied, funny, mind-bending and brilliant scripts has been one of the greatest and most rewarding challenges of my career. It's been a privilege and a treat to work with Steven, he's a good friend and will continue to shape a brilliant world for the Doctor.

The fans of 'Doctor Who' around the world are unlike any other; they dress up, shout louder, know more about the history of the show (and speculate more about the future of the show) in a way that I've never seen before, your dedication is truly remarkable. Thank you so very much for supporting my incarnation of the Time Lord, number Eleven, who I might add is not done yet, I'm back for the 50th anniversary and the Christmas special!

It's been an honor to play this part, to follow the legacy of brilliant actors, and helm the TARDIS for a spell with 'the ginger, the nose and the impossible one'. But when ya gotta go, ya gotta go and Trenzalore calls. Thank you guys. Matt."

Also read:  BBC America Renews 'Orphan Black' for Season 2

Smith has been heralded as one the most popular Doctors of the franchise. He was the first to be nominated for a BAFTA for the role. He also won the Most Popular Male Drama Performance at Britain's National Television Awards last year.

Showrunner Steven Moffat released the following statement on Smith's departure:

"Every day, on every episode, in every set of rushes, Matt Smith surprised me: the way he'd turn a line, or spin on his heels, or make something funny, or out of nowhere make me cry, I just never knew what was coming next. The Doctor can be clown and hero, often at the same time, and Matt rose to both challenges magnificently. And even better than that, given the pressures of this extraordinary show, he is one of the nicest and hardest-working people I have ever had the privilege of knowing. Whatever we threw at him - sometimes literally - his behavior was always worthy of the Doctor.

But great actors always know when it's time for the curtain call, so this Christmas prepare for your hearts to break, as we say goodbye to number Eleven. Thank you Matt - bow ties were never cooler.

Of course, this isn't the end of the story, because now the search begins. Somewhere out there right now - all unknowing, just going about their business - is someone who's about to become the Doctor. A life is going to change, and Doctor Who will be born all over again! After 50 years, that's still so exciting!"

Under Moffat's watch, Smith, the youngest actor to play the character, starred alongside three different companions: Amy Pond (Karen Gillan), Rory Williams (Arthur Darvill) and this past season's Clara Oswald (Jenna Coleman).

Also read: 'Doctor Who' Origin Movie Commissioned for 50th Anniversary

The series, which is produced by BBC Cymru Wales production for BBC ONE, also delved much deeper into the personal life of the longtime hero by developing (spoilers!) his relationship to his wife (also, Amy and Rory's daughter), River Song, played by "ER's" Alex Kingston.

 

Matéria do The Wrap.

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Um salario como Dr Who icone inglês não deve ser tão baixo..., arriscar em outros projetos, sei não, o cara não é um modelo de "Hollywood" e nem mesmo é um veterano como o Christopher Eccleston que mesmo ele não tem tido um grande destaque em outras produções desde que saiu da produção em 2005, acabou de entrar no Thor 2 mas vai saber..., nem o David Tennant, pior ainda, este anda sumindo aos poucos.

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  • 4 weeks later...

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