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Forum Cinema em Cena

O Orfanato


-felipe-
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CURIOSIDADE:

Ninguem reparou' date=' mas o ator mexicano Edgar Vivar, aquele gordão q interpreta um dos pesquisadores paranormais, não é nada mais nada menos q o famoso "Seu Barriga", do saudoso seriado "Chavez"..

 

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Cacete de agulha! É agora que eu assisto esse filme de vez!

Seu Barriga é legal demais.

O filme já tá gravado e aguarda aqui na estante um tempo pra eu ver. Desse final de semana não passa. Ou não.

 

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Pena que aquelas duas

meninas medrosas e com o maldito celular não deixaram ninguém em paz na

primeira metade do filme. Mas depois que viram

o crânio parcialmente esmagado daquela velha

saíram correndo, ainda bem.

 

O filme? Suspense psicológico em estilo clássico, super competente, mesmo que longe da perfeição de um Sexto Sentido, da sofisticação de um Os Outros - mas infinitamente mais satisfatório que engodos como 1408 (que uma das gurias infernais adorou).

 

8/10

Gusmão_Raimundo2008-04-05 23:56:46

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4,5/5

 

Muuuuuito bom. O roteiro tem alguns errinhos, mas a direção do Bayona eleva o filme a um nível completamente diferente. Ele tem pleno domínio da linguagem cinematográfica e realiza escolhas narrativas admiráveis, como indica a ótima utilização de câmeras na mão, travellings, fast motions, panorâmica, infra-vermelhos, closes reservados para momentos de extrema importância, entre outras, tornando o filme extremamente estiloso e bem composto e isso aliado ao jogo de sombras da brilhante fotografia, aos ruídos do excelente design de som, a montagem certeira na estruturação e a intensificação da trilha sonora em determinadas cenas (que também reconhece o poder do bom e velho silêncio) torna O Orfanato envolvente e o espectador sempre alerta (e o que foi dito sobre nós mesmos mantermos o clima tenso é a mais pura verdade – e este é um mérito do filme ao preparar o ambiente propício para o terror que logo se aproxima). E o mais legal é que o filme investe sempre no lado dramático: o primeiro ato basicamente acompanha a interação de Laura (Belén Rueda, incrível) com sua família, criando um elo forte e consistente com as personagens (daí a gente torce, torce e torce para que a protagonista alcance seu objetivo) e na ambientação brilhante do espaço em que a trama se situa.

Enfim, é um trabalho intenso e admirável da direção, que te faz ficar na ponta da poltrona se deliciando com a maestria dessa brilhante orquestra; Juan Antonio Bayona em seu primeiro trabalho chega ao mesmo patamar que Alejandro Amenábar com seu Os Outros (e também de Guillermo Del Toro, que afinal de contas, é o chefão do terror macabro/drama latino).

 

Ah, e muitos desses filmes citados (O Sexto Sentido, Poltergeist, Encontro Marcado) são bem inferiores a O Orfanato (na minha opinião, pelamor de Deus). E nem me incomodei com esses 3 finais, particularmente achei bem bonito a parte do marido e que engrandecia o tom trágico que impera na película.
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