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Crise Financeira Mundial

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Se isso acontecesse, o Paraguai (com a ajuda do aparato técnico, tecnológico e logístico dos chineses) iria falsificar a moeda.. É o q eles fazem de melhor...06

 

Eu sei, eu sei, comentário preconceituoso, mas um país q legaliza carros furtados no Brasil à rodo e onde até o vice presidente usava uma BMW roubada aqui não merece mesmo muito do meu respeito...

 

 

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Rayden,

 

 

 

Aqui nesse continente não se consegue nem um sistema econômico parecido, é um louco tentando ser socialista de um lado outro louco tentando ser dono dos E.U, uma moeda única sem uma força política única é uma loucura...

 

 

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Para os Europeus foi prometido que as coisas iam melhorar com a moeda única, que tudo ia ficar mais barato por causa do comércio livre entre os países. O que aconteceu foi o oposto, tudo ficou mais caro, os empregos minguaram, muita gente está vivendo de food stamps (cupons pra comprar comida, tipo bolsa família).

 

Toda esta globalização, esta nova ordem mundial não visa as pessoas comuns, mas sim os grandes banqueiros internacionais. Se você não é um deles, a coisa não vai ficar boa pra você com moeda única, governo único, semântica única, mente única...

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Eu ví uma charge na revista Newsweek desta semana. Tinha um profeta falando "the end is near" (o fim está proximo)  e um banqueiro passando com um jornal fala pro profeta "Optimistic" (seu otimista).

 

No site da moeda global (singleglobalcurrency.org) eu ví uma coisa dizendo que a moeda global pode ser antecipada para 2009. Em 84 falaram em 2025, em 88 falaram em 2018 e agora estão falando em 2009.

 

Também estão falando no governante global, no grande educador ou grande professor. O mais cotado é o espanhol Javier Solana. Ele praticamente manda na União Européia e na OTAN. Últimamente a OTAN tem feito bombardeios teríveis no Afeganistão então por aí dá pra ter uma idéia o que é que vem.

 

Javier Solana tem um PhD em física do estado sólido, é um gênio em estratégia militar, em economia e em diplomacia. Além disto é um arrogante fanfarrão. Se encaixa no perfil pra governante global. Quem quiser que compre a criatura...

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hOLLY sHIt! 06

 

24/10/2008 - 11h13

Bovespa opera em forte queda; novos dados reforçam pessimismo no mundo

Da Redação
Em São Paulo

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(Texto atualizado às 11h20)

O Ibovespa, principal indicador da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) operava em forte queda de 7,74% por volta das 11h20, aos 31.973,71 pontos.

O dólar comercial avançava 3,64%, a R$ 2,389 na venda (veja quadro com a cotação do dólar atualizada).

Um conjunto de notícias negativas em diversos países derruba os mercados de ações em todo o mundo.

Nos Estados Unidos, o diário "Wall Street Journal" afirmou que a seguradora AIG já retirou 75% do fundo emergencial que foi disponibilizado à companhia sob um plano federal para resgatar a companhia.

Ásia
A decisão de países asiáticos de criar um fundo de US$ 80 bilhões para combater a crise financeira não amenizou as preocupações de investidores.

Enquanto a moeda brasileira vem registrando queda em relação à americana, no Japão o problema é o inverso. A moeda local, o iene, ganha valor frente ao euro e ao dólar em um ritmo incontrolável.

O motivo é a queda em massa de algumas operações conhecidas como "carry trades" - que consistem em pedir créditos em ienes para comprar ativos em euros ou dólares.

As Bolsas de Valores da Ásia fecharam em forte queda nesta sexta-feira. A de Tóquio tombou 9,6%; a de Seul, 10,6%. A japonesa Sony registrou queda de 72% no lucro do segundo trimestre fiscal e aumentou a previsão de perdas para este ano.

A sul-coreana Samsung divulgou balçanço mostrando redução de 44% no lucro trimestral.

A situação da Coréia do Sul merece atenção particular porque crescem os rumores de que o país pode precisar de ajuda do FMI (Fundo Monetário Internacional). O governo local negou hoje essas especulações, classificando-as de informações "sem fundamentos".

A economia sul-coreana cresceu 3,9% no terceiro trimestre, pior desempenho desde 2005.

Europa
Dados macroeconômicos e previsões de empresas contribuíram para derrubar as Bolsas de Valores européias nesta sexta-feira. A economia britânica encolheu no terceiro trimestre, o que não ocorria desde 1992.

O desemprego na Espanha aumentou para 11,33%, maior taxa desde 2004.

Na França, a montadora de automóveis Renault disse que vai fechar temporariamente quase todas as suas fábricas no país. O motivo é a queda nas vendas.

(Com informações de AFP, Efe, Reuters e Valor Online)
Dr. Calvin2008-10-24 11:30:30

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Parece que as discussôes em torno de um moeda global estão esquentando.

Provavelmente o anúncio da moeda global será antecipado para 2009.

Uma outra alternativa seria uma moeda global tri-polar baseada no dólar, yen e euro.

Alguns dos nomes cotados para a moeda global são:

"Phoenix", "Mundo", "Eartha"

Eu votaria em Eartha pois rima com ERDA.

No site da Single Global Currency Association, singleglobalcurrency.org (você pode se tornar sócio se quiser, ha ha) tem uma enquete sobre a moeda global única. 45% das pessoas que votaram são fortemente contra.

 

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É a terceira vez que ele comenta e ninguem fala nada,só você(prevendo que este é um sinal para o fim do mundo06).

O cara até abriu um tópico,que pelo visto nada rendeu.

 

Quanto à crise.Para quem têm sangue frio,ela significa comprar papeis à preço de banana.Nada mais que isso06

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É a terceira vez que ele comenta e ninguem fala nada' date='só você(prevendo que este é um sinal para o fim do mundo06).

O cara até abriu um tópico,que pelo visto nada rendeu.

 

Quanto à crise.Para quem têm sangue frio,ela significa comprar papeis à preço de banana.Nada mais que isso06
[/quote']

 

Na verdade é um pouco mais que isso . Mas que os preços estão convidativos e cada vez mais afastados dos fundamentos das empresas , estão .

 

 

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É a terceira vez que ele comenta e ninguem fala nada' date='só você(prevendo que este é um sinal para o fim do mundo06).

O cara até abriu um tópico,que pelo visto nada rendeu.

 

Quanto à crise.Para quem têm sangue frio,ela significa comprar papeis à preço de banana.Nada mais que isso06
[/quote']

 

Na verdade é um pouco mais que isso . Mas que os preços estão convidativos e cada vez mais afastados dos fundamentos das empresas , estão .

 

 

Claro,claro.Mas eu só abordei o lado bom da coisa toda.

 

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Bovespa se descola do cenário mundial e opera em alta

Economia japonesa entrou em recessão nesta segunda.
Maioria dos mercados mundiais registra perdas.

Após operar em baixa durante toda a manhã, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) reage e passa para território negativo, descolada do clima pessimista das bolsas na Europa e nos EUA. Por volta das 15h59, a bolsa registrava alta de 1,18%, aos 36.209 pontos.

Acompanhe os indicadores do mercado financeiro

Mais cedo, a Bovespa havia recuado em meio ao clima negativo dos mercados globais, diante da informação de que a economia do Japão entrou oficialmente em recessão, após registrar a segunda contração trimestral consecutiva, entre julho e setembro, de 0,4% em relação há um ano e 0,1% na comparação com o segundo trimestre.

Para entrar oficialmente em recessão, a economia de um país precisa "encolher" por dois trimestres seguidos. No segundo trimestre, o PIB já havia sofrido uma contração de 0,9% em relação ao trimestre anterior.

Leia também:

Dólar inicia a semana em alta

O secretário-geral da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Angel Gurria, disse "esperar" que o Brasil não caia em recessão. Vários países do primeiro mundo como Inglaterra, Alemanha e Itália agora já se enquadram nessa tendência.

Os investidores também analisam os resultados da reunião do G20, realizada durante o final de semana em Washington. Os líderes dos países do grupo definiram um plano de ação de 47 pontos para tentar impulsionar o crescimento global e restaurar o sistema financeiro, mas deixaram a cargo dos governos de cada país a definição e a implementação do projeto.

  Cenário brasileiro

No cenário nacional, o foco dos investidores vai para os novos índices de inflação divulgados nesta segunda. O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) - indicador usado em muitos contratos de aluguel - desacelerou na segundo prévia do mês, com alta de 0,49%, contra os 0,86% do período anterior. Já o IPC-s ficou próximo à estabilidade, subindo 0,56% contra os 0,58% anteriores.

Nesta segunda, o mercado financeiro elevou, pela sétima semana consecutiva, a sua expectativa para a taxa de câmbio no fim deste ano, segundo dados divulgados pelo Banco Central. A expectativa dos analistas é que o dólar permaneça acima de R$ 2 nos próximos anos.

  Panorama internacional

Na Europa, a maior parte das bolsas opera em queda, após apresentar resultados variados no início do pregão. Por volta das 11h de Brasília, o a Bolsa de Londres registrava baixa de 2,02% no índice FTSE-100. A tendência de desvalorização era seguida pelo índice CAC-40, de Paris (2,20%) e pelo DAX, de Frankfurt (2,22%). Os mercados de Milão (2,91%) e de Madri (3,75%) também tinham perdas. 

Na Ásia, a recessão na economia japonesa - já esperada pelos analistas - não impediu uma leve alta na Bolsa de Valores de Tóquio. O índice Nikkei 225 ganhou 60,19 pontos, lucrando 0,71% e encerrando o dia em 8.522,58 pontos.

O índice Hang Seng, de Hong Kong, teve pouca variação em uma sessão volátil, com desvalorização de 0,1%. Na bolsa de Seul, a desvalorização foi de 0,9%. Na Austrália, o principal índice da bolsa de Sydney teve queda de 2,5% , enquanto em Cingapura, a desvalorização foi de 0,54%. Taiwan fechou em leve declínio de 0,3%, enquanto o principal índice da bolsa de Xangai fechou em alta de 2,2%.

  Pregão de sexta

Na sexta-feira, a Bovespa fechou em queda, após um pregão volátil onde as cotações oscilaram acompanhando os movimentos de Wall Street. Ao final do dia, a bolsa teve baixa de 0,57%, aos 35.789 pontos, com giro financeiro de R$ 3 bilhões. No acumulado da semana, a Bovespa teve perdas de 2,3%.

Durante o dia, a Bovespa mostrou volatilidade. Durante a manhã, os indicadores chagaram a apontar alta de 1,9%. Com os indicadores negativos vindos de Nova York, a bolsa recuou para a mínima de 2,6% negativos e depois, já próxima do fim do pregão, reduziu as perdas.

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'A crise deve gerar novos negócios'

Apesar da crise econômica global - ou até mesmo por causa dela -, vem aí uma nova rodada de fusões e aquisições. A avaliação é de Ricardo Lacerda, presidente do banco de investimentos do Citi.

Lacerda é responsável pela costura de alguns dos maiores negócios realizados no Brasil nos últimos anos. Em 2007, passaram pelas suas mãos transações de mais de US$ 17 bilhões - como, por exemplo, a compra do Atacadão pelo Carrefour, um negócio de US$ 1,1 bilhão -, cifra que fez do Citi o líder do ranking de fusões e aquisições no País.

 

Este ano, até o momento, os negócios nos quais o executivo está à frente, como a fusão entre Bovespa e BM&F, já somam mais de US$ 31 bilhões, colocando o banco na vice-liderança do ranking (atrás do Credit Suisse, com US$ 36 bilhões). Para Lacerda, há boas oportunidades surgindo no País. E muitas empresas com dinheiro em caixa, em condições, portanto, de aproveitar esse momento para ir às compras. "Há no Brasil empresas extremamente capitalizadas, que estão acompanhando a situação e devem voltar a investir rapidamente", disse. Além disso, empresas estrangeiras também voltaram a olhar com bastante interesse as companhias brasileiras. Ele deu a seguinte entrevista ao Estado:

Qual será o reflexo da crise econômica global nos negócios de fusões e aquisições no Brasil?

Nos últimos cinco anos, nós vivemos os quatro anos de maior expansão econômica do último século, seguidos de uma das maiores retrações. Então, é natural que isso leve a uma incerteza e a uma retração substancial do volume de negócios. E o fato é que o modelo de negócios desenvolvido antes dessa retração, que implicava em uma disponibilidade quase ilimitada de recursos de terceiros, não existe mais. O dinheiro secou. Hoje, para se fazer algum negócio, tem de ser com recursos próprios. Mesmo assim, esse setor continua extremamente forte no Brasil. Este ano, estamos com um volume recorde de US$ 85 bilhões em fusões e aquisições no País. Com a crise, têm surgido ótimas oportunidades, e não só de empresas em dificuldades, mas também de empresas que estavam muito caras na Bolsa, e que esse choque de realidade transformou-as em ativos mais acessíveis para os eventuais interessados.

Esses US$ 85 bilhões não são ainda fruto de um primeiro semestre mais favorável?

Sem dúvida, há um componente grande do primeiro semestre, mas no segundo semestre nós também vimos operações substanciais sendo anunciadas. Claro que esse número pode estar distorcido pela fusão do Itaú com o Unibanco. Mas, mesmo desconsiderando-se esse negócio, os números são relevantes. E há outras operações que estão para ser anunciadas até o fim do ano. São negócios importantes, e que eu diria que estão acontecendo em função da oportunidade do momento que estamos vivendo.

Ou seja, a crise está gerando oportunidades de negócios.

Sim, eu acho que a crise está gerando oportunidades de negócios, e não só porque há empresas em dificuldades - isso é um pedaço muito pequeno do mercado em que atuamos. Há muitas empresas que estão vendo a oportunidade de comprar bons ativos a preços mais acessíveis. E, além disso, essa nova realidade faz com que os empresários busquem formas de criar mais valor para suas empresas. E, nisso, eu acho que o Brasil tem dado um show. Se olharmos operações da complexidade do Itaú com o Unibanco, da Bovespa com a BM&F, da Oi com a Brasil Telecom, da própria Aracruz com VCP, por exemplo, em todos esses casos vemos o empresário brasileiro fazendo transações extremamente complexas, em prazos bastante exíguos e colocando de lado complexidades familiares, de egos e de administração. São operações que criam muito valor para o acionista. É um movimento muito significativo que estamos vendo este ano, e que tende a continuar muito robusto em 2009.

De onde virá o dinheiro para esses negócios, se agora não há dinheiro disponível?

O que não há é dinheiro de terceiros. Por isso, aquelas aberturas de capital de empresas menores, que tinham apenas um plano de negócios, não existem mais, e talvez nem voltem a existir. Mas há no Brasil empresas extremamente capitalizadas, que estão acompanhando a situação e devem voltar a investir rapidamente. Outras empresas globais que querem atuar no Brasil também têm bastante capital. Por sermos um banco global, estamos envolvidos em várias dessas situações. Passada essa onda de turbulência mais forte, quando o mercado se estabilizar, seja em que patamar for, todo mundo vai ajustar seu plano de negócios e voltar a investir normalmente. Por isso, não estamos esperando nenhum desastre para o ano que vem.

O que vai acontecer com o mercado de aberturas de capital?

Nós vimos praticamente um fechamento do mercado de aberturas de capital no segundo semestre. Acho que, nessa área, ficaram evidentes alguns excessos nesses últimos anos, e o mercado está depurando isso. Acredito que dificilmente veremos interesse dos investidores por empresas menores. O fator que motivou muitas aberturas foi mais a possibilidade de acesso fácil a capital do que necessariamente planos de negócios, de utilização dos recursos. Mas, uma vez estabilizado o mercado, seja lá em que patamar for, certamente as empresas maiores, com históricos mais sólidos, vão ter acesso a capital. O mercado hoje é cético. Ele vai ter de ser convencido da necessidade de se levantar capital e de como ele vai ser utilizado.

Houve um momento da crise em que parecia que o mundo estava acabando, com grandes oscilações nas bolsas, e a impressão que dava era de que tão cedo não haveria nenhum negócio. Quando o Sr. sentiu que as empresas voltaram a buscar essas transações?

Eu acho que os negócios que estão acontecendo agora são transações que não estão sujeitas a essa turbulência muito brusca. São empresas sólidas, capitalizadas, e que vêem uma oportunidade, independente da turbulência do mercado, de criar valor por meio da consolidação. Obviamente, quem está alavancado, ou quem tem uma dependência muito grande do mercado de capitais, não tem elementos nem condições de assumir riscos de uma transação em meio a essa volatilidade. Mas há muitas empresas que não sofrem diretamente essa volatilidade diária, porque têm um caixa sólido, um plano de crescimento consistente, e que estão vendo na consolidação a oportunidade de criar valor. Vimos aí vários movimentos recentes, e acho que o mais notável é a fusão do Itaú e do Unibanco.

Que avaliação o Sr. faz desse negócio? Quais serão as implicações para o sistema bancário?

É um negócio que, claramente, cria bancos brasileiros em condições de competir globalmente. Acho que é uma transação extremamente positiva em relação a isso e em relação à possibilidade de mais consolidação no setor no País, e de criar aí, como em todo mercado, dois ou três bancos muito fortes, capazes não apenas de ter uma parcela forte do mercado local, mas também de competir globalmente. Eles têm uma das melhores administrações de bancos do mundo, combinando uma gestão profissional de altíssimo nível com o "olho do dono" - o que, claramente, falta a muitos bancos hoje. E têm também um enorme potencial de crescimento. Mesmo com operações internacionais relativamente limitadas, já estão entre os 20 maiores bancos do mundo. Estou convicto de que em menos de cinco anos estarão entre os dez.

Quando o Sr. imagina dois ou três bancos fortes...

Isso eu não posso comentar.

Perdas com derivativos, como as registradas por Aracruz, Sadia e Votorantim, podem prejudicar a sobrevivência de empresas? Qual é a extensão desses danos?

O fenômeno dos derivativos foi um episódio bastante grave, duro, dentro do cenário econômico que temos agora. Mas vamos analisar os fatos. Tivemos uma desvalorização da moeda maior do que em 1999, ocorrendo num período mais curto e em meio a uma crise global muito mais grave do que havia no cenário de 1999. Mesmo assim, tudo se resolveu através do mercado. Houve soluções através da Bolsa, houve conversas entre bancos e companhias, tudo se acomodou sem a necessidade de uma intervenção governamental da magnitude que houve em 1999. O governo aqui não teve de fazer intervenção nenhuma. Simplesmente, através de mecanismos normais que ele tem, que utiliza no dia-a-dia, injetou um pouco de liquidez no mercado. Acho que, sempre que se tem uma mudança de cenário drástica como essa, há, infelizmente, uma transferência de valor de um determinado grupo para outro, porque o cenário mudou muito e leva a isso. Mas não acho que isso é algo que afete, coloque em risco a existência, a continuidade das companhias.

Que avaliação o Sr. faz do papel dos bancos nesse episódio?

Muitos dos excessos que foram cometidos, seja no financiamento para IPOs, seja na parte de derivativos, acabaram vindo à tona muito rapidamente, de uma forma muito dramática. No entanto, tudo isso está sendo trabalhado da forma mais construtiva e objetiva possível. No âmbito da Anbid, por exemplo, há uma série de discussões sobre essa questão dos financiamentos para IPOs, a própria questão dos derivativos está sendo tratada, e tivemos, em um período recorde, conversas entre bancos e empresas que levaram a uma solução muito rápida. Acho que, dada a gravidade da mudança de cenário, o resultado final desse processo está sendo muito positivo. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.  

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É a terceira vez que ele comenta e ninguem fala nada' date='só você(prevendo que este é um sinal para o fim do mundo06). [/quote']

 

Mas o fim do mundo é um assunto que interessa muito a vocês... ou a filosofia dos TJs mudou?

 

06

 

Em tempo: a BOSCH já mandou 200 funcionários embora só aqui em Campinas... A crise pode não ser igual a de 1929, mas que não é uma crisinha qualquer como alguns alardeiam, isso não é mesmo.

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Obviamente perdas que quase 3 trilhões de dólares não são qualquer coisinha . Mas a rápida e pronta intervenção coordenada dos diversos bancos centrais do mundo tem evitado que ela assuma as proporções da de 29 .

Quem se der ao trabalho de ler sobre a Grande Depressão vai ver o que estou falando . Daquela vez a coisa foi feia de verdade .

 

 

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Ver a queda do G8 foi bom.O mundo não será mas o mesmo após esta crise.

Quanto às demissões...normal isso ocorrer.Essa crise até que está tranquilo,só um japonês se matou por enquanto.....

 

Calvin,

Sim,interessa,mas este não é um sinal,para mim,do fim do mundo.

Se fosse,o mundo já teria acabado em 29.

 

 

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Aham....claro,claro,me mostre alguma fonte de CREDIBILIDADE que tal movimento está ocorrendo...porque,já lí MUITOS lugares que falam de ações às escuras para criar tal governo.

Além do mais,um governo global também não é indicativo algum para fim do mundo.

Não vou me adentrar no assunto,mas a bíblia apenas aponta:

-Queda da ultima potência através de uma outra potência.

-Aliminação da meretriz.

-Perseguição ferrenha aos servos de Deus.

Claro,antes disto ocorrer todas as pessoas estarão declarando "Paz e Segurança".

 

Quanto á crise,gigantes do setor automotivo(Ford,GM,Crysler) foram ao governo americano pedir dinheiro.....

 

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E eu disse que tal movimento está ocorrendo de fato? Apenas salientei o que você mesmo disse: existem ações às escuras para criar tal governo.  

 

Não adianta né Rafs... o analfabetismo funcional continua a todo vapor...

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Se você se refere à ações as escuras para criar um governo global,elas existem,segundo estes autores, muito antes de 29.Por isso achei que você se referia a coisas abertas ao público.Porque,às escuras,segundo o que esse povo fala,já existe movimentos neste sentido a muito tempo.

Mas deixa este assunto para lá,tá virando off topic.Daqui a pouco você vai estar procurando os Iluminatti....

 

 

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O G20 não deu em nada. Claro, não podia mesmo dar em alguma coisa. O Bush está em status de lame-duck (pato manco) e não está em condições de tomar decisões, além do mais já teve uma fala do Joe Biden e outros ungidos  de que o mundo está em alerta por causa da fase de transição no governo americano, a probabilidade de um ataque terrorista é grande e já captaram mensagens na Europa.

 

Quanto ao governo global, a globalização é exatamente sobre isto, o estabelecimento de um governo global. A organização das nações unidas (ONU -UNO) é o proto-governo global e seus organismos são proto-ministérios de um governo global, saiu até uma reportagem na TIME Magazine sobre isto na década de 90. Não é nada obscuro ou teoria de conspiração. Então vamos lá, proto-ministérios:

UNESCO - Ministério da Educação

FMI - Ministério da Fazenda

FAO - Ministério da Agricultura

WHO - Ministério da Saúde

World Bank - Ministério do Interior

etc...

Lembrando dos ministérios do livro 1984, alguem leu?

MINI-TRUTH - Ministério da verdade (só conta mentiras) 

MINI-LOVE - Ministério do amor (faz tortura)

MINI-PEACE - Ministério da Paz (faz a guerra perpétua -(não lembra a guerra ao terror?)

etc

No nosso mundo globalizado as hipocrisia não será menor.

Existe um vídeo no YOUTUBE de uns caras tentando entrevistar o David Rockefeller sobre a NWO (nova ordem mundial)

 

Quem é o David Rockefeller? Porque você nunca ouviu falar dele?

 

O david Rockefeller é o principal fundador da ONU e da CIA. Foi ele que doou o terreno em NY pra construção do prédio da ONU. Ele também é o dono do banco oficial da ONU o JPMorgan Chase, aliás foi lá no JPMORGAN que os derivativos CDS (credit default swap) começaram.

 

 Porque o Greenspan não fêz nada?

 

Não poderia, o JPMorgan é o principal acionista do Federal Reserve (foi privatizado em 1913) banco central americano. Vocês tem que conhecer os métodos do Sr Rockefeller e sua gang. Em 1963 o JFK (vê o filme do Oliver Stone) fêz um discurso dizendo que iria acabar com a CIA e já tinha tirado o poder do FED de controlar a emissão de dólares pois isto é uma violação da constituição americana. Três semanas depois do tal discurso o Kennedy foi morto com balas dumdum (o mesmo tipo de bala que foi usado no Jean Charles Menezes). As balas dumdum explodem qdo atingem o alvo tornando impossível saber a arma de onde a bala saiu. Este tipo de munição foi banido numa convenção do século XIX, mas parece que certas criaturas não ligam muito para  as leis.

 

Acho que já escreví demais. Existe muita coisa sobre este mundo que ninguem vai contar pra vocÊs. Vejam no Youtube uma entrevista que o Bob dylan deu prum repoter da TIME na décda de 60...

 

A media sofre um enorme hedging no Brasil, mais do que no tempo da ditadura...

 

Alguns cineastas de Hollywood tentam arduamente passar uma mensagem, mas pouca gente aquí entende.

 

Vamos lá:

 

TRUMAN Show: não é sobre reality shows na TV e sim sobre o fato de que todos nós estamos vivendo numa realidade artificial, onde os eventos estão cada vez mais previsíveis. Como na hora que o  Truman começa a ficar esperto e já sabe que vai passar uma mulher com carrinho de bebê.

 

Matrix: Baseada no livro do Baudrillard "Simulacra and Simulation" (ele aparece no filme - é a caixa de onde o Neo tira o CD) .  Aí tem que ler os livros do Baudrillard. O mais interessante é  "O crime perfeito", Baudrillard afirma que alguém matou a realidade e  só ficou a cena do crime. Como um detetive ele vai tentar descobrir quem matou a realidade, quando, como, onde, porquê. Baudrillard diz que hoje em dia não existem mais eventos de verdade, só  "eventos fracos", ou seja, os eventos são fabricados...

 

MIB - Homens de Preto (lembra do  neuralizador?) Bom vai lá. Pra quem não leu a Agenda 21 da ONU, um dos tópicos diz respeito a mudar o sistema de crença das pessoas de uma forma Seamless (Seamless change), ou seja, sem costuras, sem emendas, e a idéia é juntar várias gerações, como numa escola, por exemplo (lembra da "escola da família") e lá operar a mudança de crenças (ou modo de pensar) de todo mundo junto, como o neuralizador do filme. Paranóia minha? Saiba que a agenda 21 foi inspirada nos livros do Hitler.

 

Viram  o discurso do David Rockefeller (acho que tem no youtube) agradecendo a imprensa (mídia) mundial por ter ficado calada nos últimos 40 anos, sem este silêncio não teria sido possível implementar a globalização. O discurso foi feito no início da década de 90. Então toda gerra fria, guerra do vietnâ, etc foi só dialética hegeliana, o martelo e a bigorna e nós no meio. Agora a gente está numa nova fase da dialética, a síntese anterior foi a 3ª via. Que agora é a tese e a antítese é o terrorismo.   A próxima síntese deve ser o governo global. Está tudo muito chato e previsível, não tem nem graça.

 

E por que ninguem pode prender o dantas? Porque ele é testa de ferro do George Soros que por sua vez é testa de ferro do...?

 

Já escreví muito. Já disse, a mídia brasileira é pra retardados... é melhor ver o pica-pau na TV.    

 

Sinto muito se pareço incompreensível pra quem tomou a pílula azul...

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Se você se refere à ações as escuras para criar um governo global' date='elas existem,segundo estes autores, muito antes de 29.Por isso achei que você se referia a coisas abertas ao público.Porque,às escuras,segundo o que esse povo fala,já existe movimentos neste sentido a muito tempo.
Mas deixa este assunto para lá,tá virando off topic.Daqui a pouco você vai estar procurando os Iluminatti....
[/quote']

 

E o analfabetismo funcional ataca de novo...

 

Não, Rafito... não vou procurar os Iluminatti... Sou um cristão muito sossegado em relação ao fim do mundo. Não perco o sono como vocês bolando datas para o fato, vendo pêlo em ovo, etc. Apenas abordei o assunto como curiosidade mórbida.

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20/11/2008

-

14h19

Banco do Brasil fecha compra da Nossa Caixa por R$ 5,4 bilhões

 

da Folha Online

 

 

 

O Banco do Brasil fechou nesta quinta-feira a compra da Nossa Caixa,

banco estadual de São Paulo. A negociação foi concluída por R$ 5,386

bilhões e é o primeiro passo do BB no sentido de retomar a liderança de

mercado perdida após a fusão entre o Unibanco e o Itaú.

 

O pagamento será realizado em espécie dividido em 18 parcelas de R$ 299,250 milhões

a partir de março de 2009, corrigidas pela taxa Selic até o pagamento

das respectivas parcelas. Pelo acordo, cada ação foi avaliada em R$

70,63.

 

De acordo com o banco federal, a negociação envolve 71,25% do capital na Nossa Caixa, o que dá o controle ao Banco do Brasil.

 

Ele informou ainda que dará aos acionistas minoritários as mesmas condições que ofereceu ao governo do Estado.

 

O Banco do Brasil negocia ainda a compra do BRB (Banco Regional de

Brasília) e de metade do banco Votorantim, de propriedade da família

Ermírio de Moraes. Caso concretize esses negócios, poderá voltar a ser

a maior instituição financeira do país. a instituição aprovou a compra

do Banco do Piauí.

 

Na última terça-feira

(19), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o governo quer

que o Banco do Brasil volte a ser o maior banco do país, posto que ele

perdeu com a fusão do Itaú com o Unibanco.

 

Sergio Lima/Folha Imagem

Mantega%20disse%20que%20venda%20da%20Nossa%20Caixa%20depende%20de%20detalhes%20técnicos

Mantega disse que venda da Nossa Caixa depende de detalhes técnicos

 

"O Banco do Brasil era o principal banco do Brasil e com a fusão do

Itaú e do Unibanco passou a ser o segundo. Nós queremos que o Banco do

Brasil seja muito maior do que qualquer outro banco no Brasil", disse

Lula na terça-feira.

 

Na semana passada, durante a divulgação dos resultados do BB, o presidente da instituição, Lima Neto afirmou

que o banco tem interesse em crescer no mercado de São Paulo -- maior

do país e onde o BB ocupa a 4ª colocação em número de agências-- e além

da expansão orgânica (por meio dos próprios negócios) no país. Ele

antecipou isso só ser possível com aquisições e que tal posição já

existia antes mesmo do início da crise financeira e da fusão

Itaú-Unibanco

 

Unibanco e Itaú anunciaram no começo do mês a fusão de suas

operações financeiras, o que formará o maior banco do país e o maior

grupo financeiro do Hemisfério Sul. A união é resultado de 15 meses de

negociação.

 

Segundo as duas instituições, o total de ativos combinado é de mais

de R$ 575 bilhões --contra R$ 403,5 bilhões do Banco do Brasil, e R$

348,4 bilhões do Bradesco, de acordo com dados de junho do Banco

Central.

 

A compra da Nossa Caixa pelo BB também frustra os planos do

Bradesco, que também se moveu em direção ao banco estadual, vista como

uma das poucas possibilidade de ampliar sua presença no mercado. Com a

fusão entre Itaú e Unibanco, o Bradesco deixou de ser a maior

instituição financeira privada do país.

 

A possibilidade de compra de bancos estaduais, sem licitação, foi

possível por meio de um medida provisória, que permite ao BB e à Caixa

Econômica Federal adquirem outras instituições financeiras.

 

 

Balanço

 

 

O Banco do Brasil encerrou o terceiro trimestre deste ano com lucro líquido de R$ 1,867 bilhão,

um crescimento de 36,9% sobre o mesmo período de 2007. Na comparação

com o trimestre imediatamente anterior, o crescimento foi de 13,6%.

 

Nos nove primeiros meses deste ano, o lucro líquido do banco foi de

R$ 5,9 bilhões, 52,5% de crescimento em relação ao observado no mesmo

período de 2007. Os ativos totais do BB cresceram 10,2% no trimestre, e

26,5% em 12 meses, alcançando R$ 444,7 bilhões.

 

Já a Nossa Caixa teve lucro líquido de R$ 69,8 milhões

no terceiro trimestre, ante prejuízo líquido de R$ 67,9 milhões no

mesmo período do ano passado. Nos acumulado do ano, o lucro somou R$

596 milhões, alta de 87,5% sobre os nove primeiros meses de 2007. Os

ativos totais da Nossa Caixa, segundo o balanço do terceiro trimestre,

totalizaram R$ 53,43 bilhões.

 

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    Já era, agora sou BB 0906...saí de férias na Nossa Caixa e volto trabalhando no Banco do Brasil, isso sim q eu chamo de evoluir sem trabalhar 0606

 

 

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