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Cosmopolis, David Cronenberg


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David Cronenberg comandará a adaptação - 24/07/2009 15:41

cosmopolis.jpgO livro Cosmopolis, de Don DeLillo, terá sua versão para os cinemas comandada por David Cronenberg (Senhores do Crime), informou o The Hollywood Reporter.

A história segue um bilionário de 28 anos que atravessa Manhattan para chegar até um salão e cortar o cabelo.

As filmagens terão início no ano que vem. As locações definidas foram Nova York e Toronto, cidade do Canadá.

11/05/2010 18h25

Colin Farrell e Marion Cotillard unem-se ao elenco de Cosmopolis

Da Redação

 

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Foto: Divulgação
Os atores Colin Farrell (Ondine) e Marion Cotillard (Nine) estão confirmados para atuar em Cosmopolis, longa do canadense David Cronenberg (Senhores do Crime). O filme será uma adaptação do romance de Don DeLillo, lançado no Brasil, em 2003. A informação é da revista Variety.

Com roteiro do próprio cineasta, a história acompanha um dia na vida do milionário Eric Michael Packer. Aos 28 anos, ele percorre as ruas convulsivas de Nova York em sua limusine, de onde controla os negócios, recebe assessores e tem encontros amorosos. Ao mesmo tempo, o sistema financeiro global é arrastado para uma crise sem precedentes. Farrell interpretará o milionário e Cotillard sua esposa.

Cosmopolis terá orçamento de US$ 20,5 milhões e contará com a produção de Paulo Branco e das produtora Kinology e Antenna, sendo a última propriedade de Cronenberg.

As filmagens estão previstas para começar em março de 2011, em Toronto, no Canadá, e Nova York, nos EUA.

Eu adoro o Cronenberg espero que ele realmente de conta deste e outros filmes que foram anuciados com sua direção.
CACO/CAMPOS2010-05-12 03:46:06
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O Farrell tá construindo um resumo bem bom de diretores, já trabalhou com o Spielberg, com o Malick, com o Mann, com o Allen, com o Peter Weir e agora com o Cronemberg... Gostei muito do trabalho do cara em In Bruges.

E Cronemba filmando 2 filmes em um curto período de tempo é bom demais pra ser verdade.
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  • 7 months later...

Cosmopolis | Robert Pattinson vai protagonizar o filme de David Cronenberg

Adaptação ao cinema do romance de Don DeLillo tem também Marion Cotillard e Paul Giamatti

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Depois de estrelar o ainda inédito Water for Elephants, Robert Pattinson vai protagonizar mais um interessante projeto agora que a Saga Crepúsculo está chegando ao fim de suas filmagens.

Trata-se de Cosmopolis, adaptação ao cinema do romance homônimo de Don DeLillo, que David Cronenberg (Senhores do Crime, Marcas da Violência) dirigirá. Anteriormente, Colin Farrell faria o protagonista, Eric Packer, mas o papel sobrou para Pattinson.

Cosmopolis conta a história de Packer, um bilionário de 28 anos que cruza Manhattan atrás de um corte de cabelo (boa parte da trama se passa dentro da limusine dele) e, no decorrer de um dia, perde sua fortuna depois de apostar na Bolsa contra o yen. Marion Cotillard faz a esposa do personagem, que ele vê na rua pela janela do carro em situações diversas ao longo desse dia.

Paul Giamatti também está no elenco. As filmagens passarão por Nova York e Toronto e devem começar em breve.

Não sou do Patirson mas um filme com a direção do Cronenberg ainda me mantem o interesse ainda mais com a a Marion Cotillard n casting
CACO/CAMPOS2011-01-06 08:42:55
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  • 3 weeks later...

keiraknightley_01.jpg

Após perder o papel de Mulher-Gato para Anne Hathaway, a inglesa Keira Knightley (Orgulho e Preconceito) já conseguiu um bom motivo para se alegrar. De acordo com o Los Angeles Times, ela substituirá a francesa Marion Cotillard em Cosmopolis. Segundo informações, Cotillard precisou desistir do projeto em função de sua recém-anunciada gravidez.

Como nem tudo são flores, Knightley fará par romântico com Robert Pattinson, que já tenta se livrar da imagem de Edward Cullen - mais de um ano antes do fim da "Saga" Crepúsculo.

Ainda em pré-produção, Cosmopolis tem sofrido com baixas no elenco: Colin Farrell, que ocupava o posto de protagonista, abandonou a equipe há algumas semanas.

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Após muita turbulência, as coisas parecem estar se normalizando em Cosmopolis. A produção do  longa, que substituiu Colin Farrell e Marion Cotillard por Robert Pattinson e Keira Knightley (ainda não confirmada), acaba de ter mais uma definição: Paul Giamatti estará no elenco.

paulgiamatti_02.jpgEm entrevista à MTV, o ator - indicado ao Oscar de Melhor Coadjuvante em 2006, por A Luta Pela Esperança - antecipou-se a todos e anunciou até mesmo qual será seu papel no filme.

 

 

 

 

 

Legal boa adição ao elenco

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  • 3 months later...

Cosmopolis | Veja Robert Pattinson na primeira foto do filme de David Cronenberg

Sarah Gadon também aparece no carro em que a maior parte da trama se passa

Cosmopolis, a adaptação ao cinema do romance homônimo de Don DeLillo, que David Cronenberg (Senhores do Crime, Marcas da Violência) dirige, ganhou a sua primeira imagem.

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  • 3 months later...
  • 1 month later...
  • 2 weeks later...

Cosmopolis | "As pessoas vão pirar", diz David Cronenberg sobre a atuação de Robert Pattinson

Diretor diz que se diverte com a exposição dos astros que estrelam seus filmes

Em entrevista ao Playlist, Cronenberg, que já finalizou Cosmopolis, comentou a atuação de Pattinson no papel de Eric Packer, um bilionário de 28 anos que cruza Manhattan atrás de um corte de cabelo e, no decorrer de um dia, perde sua fortuna depois de apostar na Bolsa contra o yen.

Questionado se incomoda-se em escalar astros em seus filmes, respondeu: "Pelo contrário, eu meio que gosto". "Francamente, de um jeito meio esquisito, tem quase um paralelo aí com o que aconteceu com Keira [Knightley, que protagoniza Um Método Perigoso]. Na Inglaterra ela é perseguida, tem os críticos, a mídia, e eles sabem ser maldosos. Eu não posso ignorar essa bagagem que ela carrega, mas, enquanto você está fazendo o filme, isso deixa de existir. [No set] você só lida com a realidade daquela pessoa como ator. E eu adoro isso."

"O barulho em torno de Cosmopolis por causa do Rob [Pattinson] era incrível. Foi divertido. Aconteceu a mesma coisa com Viggo [Mortensen, em Senhores do Crime]. Se essa garotada é mesmo fã do Rob e não fã de Edward - ou o que quer que seja o nome do personagem - eles vão querer assistir a Cosmopolis. Ele está fantástico no filme. As pessoas vão vê-lo fazendo coisas que ele nunca fez, acredite. As pessoas vão pirar", completa Cronenberg.

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Vão pirar, é? Sei... conversa de diretor, tem que dizer alguma coisa interessante, que desperte o interesse. Além disso, escalar um "astro" como o Patz tem suas vantagens, a renca de fãs do vampiro vão em peso ver o queridinho no novo filme, atuando bem, atuando mal, tanto faz, o importante é faturar e as meninas continuam vendo o Edward, só que sem purpurina, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  • 4 months later...

Cosmopolis | Filme de Cronenberg com Robert Pattinson ganha seu primeiro teaser

Longa adapta o romance de Don DeLillo

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Muito intrigante e totalmente surreal este teaser acho o Pattinson vai surpreender muita gente  com a geniladade violenta e bizarra do Cronenberg.
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  • 3 weeks later...
  • 4 weeks later...

Divulgada a tracklist da trilha sonora de COSMÓPOLIS

08/05 - 11h48

 

Cosmopolis_13330382588746-rb-sg.jpg

 

Cosmópolis é o filme que colocará Robert Pattinson (Crepúsculo) nas mãos de uma das mentes mais criativas e estranhas do cinema. A produção também marca a volta do cineasta David Cronenberg, que recentemente foi assunto do nosso Podcast Especial de Grandes Diretores, ao seu estilo mais visceral após Um Método Perigoso, filme mais “convencional”, digamos assim.

O blog The Playlist acaba de anunciar a tracklist da trilha sonora do longa-metragem, que além de contar com o trabalho de Howard Shore (parceiro leal da maioria dos filmes de Cronenberg), também terá três canções inéditas da banda canadense Metric (que já foi destaque em uma edição da coluna Cineclipado): “Long to Live”, “I Don’t Want To Wake Up” e “Call Me Home”. O rapper K’naan ficou responsável por “Mecca”. Curiosamente, Shore trabalhou com o Metric durante a composição das músicas, enquanto a letra de “Mecca” foi creditada ao escritor Don DeLillo, autor do livro que gerou Cosmópolis. Clique aqui para ouvir trechos das músicas e confira a lista completa abaixo:

Tracklist:

1. White Limos - Howard Shore
2. Long To Live - Metric
3. Rat Men - Howard Shore
4. Asymmetrical - Howard Shore
5. I Don't Want To Wake Up - Metric
6. A Credible Threat - Howard Shore
7. Call Me Home - Metric
8. Haircut - Howard Shore
9. Mecca - K'Naan
10. The Gun - Howard Shore
11. Benno - Howard Shore

O filme estreia no dia 13 de julho.

Trailer legendado abaixo:

 

 

Poder,Sexo e Violência acho que o Cronenberg voltando ao seu lado visceral e incrivel, no aguardo total.
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  • 4 months later...

Cosmópolis | Crítica

Que tipo de mutação pode acontecer em um mundo imaterial?.

 

Os filmes de David Cronenberg frequentemente tratam de transmutação entre homem e máquina, um processo ora surrealista (nos filmes de horror como Videodrome e eXistenZ, com seus revólveres de carne e os corpos usados como videocassete ou joystick) ora realista (as taras de Crash são tipicamente cronenberguianas embora não tenham nenhuma mutação manifesta). Cosmópolis, o romance de Don DeLillo sobre um gênio milionário de 28 anos que raciocina na velocidade dos fluxos do mercado de ações, se presta bem a esse universo... Mas como transmutar em corpo uma máquina - a nuvem digital de dados que nos cerca - que não tem forma?

 

Esse é o desafio a que se dispõe Cronenberg, um cineasta visivelmente em transformação. John Carpenter desdenha, diz que o canadense começou a se levar a sério demais, mas filmes como Marcas da Violência e Um Método Perigoso apontam para uma depuração - não apenas uma interiorização - daquele cinema de horror que tratava da violência das mutações em um nível epidérmico. Embora Cosmópolis tenha muito em comum com outros trabalhos do cineasta (o fetiche do automóvel de Crash, a vida vista pela TV/janela e o desfecho idêntico ao de Videodrome), é também seu filme mais "depurado", por assim dizer, no sentido em que sua dramaturgia é mínima, embora o texto seja verborrágico.

 

Basicamente acompanhamos em Cosmópolis a jornada de Eric Packer (Robert Pattinson, papel difícil, atuação adequada), o gênio milionário, em sua limusine durante um dia especialmente congestionado pelas ruas de Manhattan. Eric quer ir ao barbeiro cortar o cabelo, e, enquanto não chega, aposta na Bolsa uma jogada arriscada contra a moeda chinesa. À medida em que ele faz reuniões dentro do carro, discutindo desde a natureza da modernidade até os clichês dos suicidas, sua fortuna vai diminuindo - e Eric se transforma.

 

O filme comprime ainda mais que o livro as cenas das reuniões. A ideia é nos situar no tempo suspenso do protagonista, onde não se sentem as horas. Mas eis que o tempo alcança Eric. O que está em curso aqui é menos uma metamorfose, como se esperaria, e mais uma súbita tomada de consciência da mortalidade (outro tema bem ao gosto do diretor). Eric fala idiomas, sabe de tudo, mas aos 28 anos não consegue lidar com a descoberta da morte - seja a de um rapper que ele admirava, ou o fim da sua fortuna, ou sua possível morte em decorrência de um diagnóstico de "próstata assimétrica". Eric vive num mundo etéreo movido por ciclos iguais (uma personagem ressalta que ao redor do planeta, por causa dos fusos, o mercado de ações nunca fecha) e nesse mundo, autosustentado e fadado a se repetir, descobrir a morte é o mesmo que descobrir a História.

 

É uma mutação diferente, portanto, daquelas a que estamos acostumados nos filmes do diretor, e Cronenberg não tateia sem tropeços essa transformação que ocorre mais na percepção do mundo (o antídoto da imaterialidade da máquina seria a passagem do tempo?) do que na experiência vivida com o mundo físico em si. Não por acaso, a única mudança pesada que o diretor faz em relação ao livro é a eliminação do último e redentor encontro de Eric com sua esposa, em que DeLillo dava ao protagonista a oportunidade de experimentar o mundo da forma mais óbvia possível: nu ao ar livre. Para Cronenberg, que nessa hora nos poupa de ver Robert Pattinson pelado, a única forma de Eric Packer vivenciar de verdade o mundo material é, como em todos os filmes do cineasta, por meio da violência.

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  • 2 months later...

"pseudô intelectual"; mamãe quero ser cult-posmoderno, nonsense da "próstata assimétrica" e blablablablá, enfim, fraco, pretensioso.

 

Senti exatamente o mesmo da primeira vez que assisti. Uma revisitada mudou muita coisa, mas muita coisa mesmo. Acho a performance do Pattinson uma das maiores surpresas do ano (isso achei desde o início). E talvez seja o melhor filme sobre o vazio existencial (um tema tão difícil) que eu já vi.

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  • 4 months later...

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