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Forum Cinema em Cena

Por Água Abaixo


Kate Ryan
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A DreamWorks já lançou um site para essa animação que promete.Infelizmente, ainda não há nada para se fazer lá, mas provavelmente logo irão disponibilizar algumas imagens e vídeos!

Kate Winslet e HuGh Jackman fazem as vozes principais no desenho.Estréia marcada para 03 de Novembro nos EUA!

http://www.flushedaway.com/

Bruno Carvalho2006-12-20 17:25:42
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  • 8 months later...

Já está em cartaz, movido.

 

A opinião do Pablo está AQUI

 

 

Por Água Abaixo


 

 

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Por Água Abaixo
Flushed Away

EUA, 2006, 90 min
Animação

Direção: Sam Fell, David Bowers
Roteiro: Ian La Frenais, Dick Clement

Vozes no original: Hugh Jackman, Kate Winslet, Ian McKellen, Jean Reno, Bill Nighy, Andy Serkis, Shane Richie, Kathy Burke, David Suchet, Miriam Margolyes, Rachel Rawlinson, Susan Duerden, Miles Richardson, John Motson, Douglas Weston

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Quando a Pixar se associou à Disney, nenhuma das duas companhias tinha nada a perder. Assim, a primeira conseguiu uma gigante parceira na distribuição de seus longas, e a outra voltou a injetar qualidade em suas animações. Mas na época em que a casa do Mickey quase deixou a empresa de Steve Jobs sair livre para negociar com outros estúdios, o prejuízo da Disney seria muito maior. A Pixar já havia provado que ainda tem muitos pixels para queimar, enquanto que no reino encantado, Pateta e companhia continuavam derrapando em seus novos projetos.

Alheios a tudo isso, do outro lado do Atlântico, os ingleses da Aardman preferiam ignorar a corrida dos bytes e continuavam "brincando de massinha". 'Ah, mas eles também usam computadores', podem chiar os xiitas. Claro que usam, e não há mal algum nisso. O grande diferencial não são os bonecos fotografados quadro a quadro, mas sim as histórias. Conseguir ver as impressões digitais no focinho de um Gromit apenas acrescenta mais charme a tudo isso.

Por água abaixo (Flushed away, 2006) mantém o mesmo "traço" de A fuga das galinhas (1999) e Wallace & Gromit - A batalha dos vegetais (2005), mas coloca a Aardman de vez no mundo da Computação Gráfica. Ou não. Afinal, a bem da verdade, os ingleses cuidaram da concepção do longa, deixando para os parrudos computadores da DreamWorks Animation, na Califórnia, o trabalho de transformar aquelas idéias em realidade - mesmo que virtual.

O longa conta uma ótima história que tem aventura, romance e todo o humor inglês em sua excelência. É verão em Londres, época em que todas as famílias vão viajar, deixando a cidade à mercê dos turistas. Assim, o rato de estimação Roddy St. James (dublado por Hugh Jackman) ganha uma enorme montanha de ração e a casa inteira só para ele. À la Toy Story, ele sai da sua gaiola, pega o carro da Barbie e começa a se divertir com os outros brinquedos. A diferença é que ele é o único ser vivo por ali. Até que aparece Sid (Shane Richie), um rato que veio do esgoto londrino. Na tentativa de se livrar da indesejada visita, quem vai "por água abaixo" é justamente o roedor mauricinho.

O esgoto é uma divertida mini-Londres, com Big Ben, Picadilly Circus, ônibus de dois andares, os guardas que não se mexem e turistas americanos sem noção (com o perdão do pleonasmo). Logo depois das onipresentes lesmas, Roddy conhece outro ser deste submundo, Rita (Kate Winslet). Ela está sendo perseguida por Spike (Andy Serkis) e Alvino (Bill Nighy), dois capangas do Sapão (Ian McKellen) que querem colocar as mãos em uma pedra preciosa que Rita encontrou e escondeu. Claro que no início eles não se dão bem, mas logo entendem que um precisa do outro para sobreviver e ainda salvar todos os ratos que vivem no esgoto de uma catástrofe, que vai acontecer bem no intervalo da final da Copa do Mundo de futebol.

Infelizmente, o público estunidense, responsável por grande parte das bilheterias mundiais, não viu muita graça na história (futebol? Mas cadê o quarterback?). Como resultado, a cara produção de 143 milhões de dólares rendeu até o início de dezembro pouco mais de 60 milhões de dólares por lá - apesar das críticas positivas. Descontente com o resultado, a Dreamworks já avisou que este foi o último longa que produziu em parceria com a Aardman. Talvez o seu prejuízo não seja tão grande quanto o que teria a Disney ao "se livrar" da Pixar, mas com esta decisão a empresa que um dia foi de Steven Spielberg joga pela privada uma chance a mais de continuar produzindo animações divertidas e inteligentes. Não vou dizer que eles erraram, mas eu aguardo mais ansiosamente Crood awakening do que Madagascar 2.

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 Muito, mas muito bom esse desenho. Para agradar as crianças e os adultos!

 

Ótimas sátiras a algumas das boas músicas americanas do passado. De uma criatividade impar nos cenários. E um roteiro certeiro. Risadas garantidas...

 

E as lesmas!!!!! hahahahahaha - bom demais

 

Nota do Filme (0 a 10): 9
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Fraco. Filmes de animação recentes têm a tarefa de entreter tanto a crianças como adultos (que usam a desculpa de levá-los ao cinema para se divertirem) isso não acontece aqui. A parte técnica é interessante mas a história bobinha faz a gente esquecê-la. Talvez legendado seja melhor porque dublado, o humor britânico não funcionou.
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Fraco. Filmes de animação recentes têm a tarefa de entreter tanto a crianças como adultos (que usam a desculpa de levá-los ao cinema para se divertirem) isso não acontece aqui. A parte técnica é interessante mas a história bobinha faz a gente esquecê-la. Talvez legendado seja melhor porque dublado' date=' o humor britânico não funcionou. [/quote']

 

Acho que eu vi outro filme entón13
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LOS ANGELES (Reuters) - Eles já ganharam o Oscar, mas participaram das maiores "bombas" do cinema em 2006, segundo uma análise publicada pela Variety. Russell Crowe, Nicolas Cage e Sean Penn mostraram, assim, que astros de primeira linha não são garantia de sucesso.

Crowe atuou na comédia romântica "Um Bom Ano", Cage no remake de filme de terror "O Sacrifício" e Penn em uma outra refilmagem, a saga política "A Grande Ilusão".

Diretores celebrados como M. Night Shyamalan ("A Dama da Água") e Wolfgang Petersen ("Poseidon") também literalmente naufragaram.

Também fizeram parte da lista de maiores fiascos do ano a continuação "Instinto Selvagem 2", a saga da aviação da Primeira Guerra Mundial "Flyboys", a animação "Por Água Abaixo", o romance transcendental "Fonte da Vida" e o thriller "A Cor de um Crime".

A Variety diz que sua lista, publicada em ordem alfabética, foi elaborada principalmente pela proporção entre o custo do filme e sua renda de bilheteria. A revista lembrou que o prejuízo pode ser dividido entre vários estúdios e investidores, e que a bilheteria dos mesmos filmes no resto do mundo e as vendas em DVD podem reduzir um pouco as perdas.

Com base nos números da reportagem, o filme que rendeu menos foi "Instinto Selvagem 2", um longa de 70 milhões de dólares que arrecadou apenas 5 milhões de dólares nos cinemas norte-americanos, dando continuidade à série de "bombas" estreladas por Sharon Stone, que já dura 11 anos.

Mas "Por Água Abaixo" e "Poseidon" registraram prejuízos totais de 90 milhões de dólares e 100 milhões de dólares respectivamente, tomando por base a arrecadação nos EUA.

A Warner Bros. Pictures, que pertence à Time Warner Inc., distribuiu quatro dos dez filmes nos Estados Unidos: "Fonte da Vida", "A Dama da Água", "Poseidon" e "O Sacrifício".

A Columbia Pictures, que liderou o mercado do ano com 13 filmes ocupando o número 1 das bilheterias em 2006, foi quem lançou "A Grande Ilusão" e "A Cor de um Crime".

(Por Dean Goodman)

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  • 2 weeks later...

Por Água Abaixo - Dir.: David Bowers & Sam Fell.

 

Já comentei, anteriormente, sobre isto, na resenha de A Terra Encantada de Gaya e volto a insistir: o mundo das animações perdeu seu tom de fábulas, encantador e voltou-se ao comercialismo, destruidor de idéias originais (salvo cá ou lá; como Procurando Nemo e Happy Feet), e copiador de idéias... fracas, o que é pior. Cotado para ser nomeado como uma das cinco melhores animações do ano, Por Água Abaixo, é um exemplo de catástrofe: sem roteiro, direção e bonecos afáveis. Roddy é um rato de gaiola que é, "acidentalmente", jogado na privada de um banheiro da sua luxuosa mansão - e com a descarga dada -, pára no esgoto, descobrindo uma cidade subterrânea infestada de ratos. Quem viu Robôs, lembra-se muito bem de como Carlos Saldanha colocou um robô na cidade e a exploração da cidade valeu o custo do ingresso - ainda que a trama tenha sido destrutível. No entanto, em Flushed Away (no original), Roddy é catacumbado para uma série de perseguições, passagens rápidas, cantorias e as personagens esporádicas - que, costumeiramente, atraem a atenção infantil - são desprezadas. A trama é previsível, frouxa e sem graça.

 

Para fugir de volta à sua cidade, ele é recomendado (só Deus sabe porque, justaqmente, o rato estranho tinha tal conhecimento) a visitar um barco e tomá-lo. Nesta embarcação mora Rita, uma rata pobre - e com uma família imensa - que é perseguida por ter furtado o rubi do Poderoso Sapão que planeja dominar a cidade, matando os ratos e perpetuando girinos. Pois bem, mal a chegada de Roddy efetua-se e o filme põe-se a correr por vastas tubulações e cenários mal-iluminados e pouco criativos. Os toques efetivos são, unicamente, as lesmas cantantes e o álbum de fotografias do Sapo. A rivalidade França X Inglaterra, aproveitada com gargalhadas infindáveis em Monty Python Em Busca do Cálice Sagrado, é desprovida de bordões e configurada com um sotaque arrastado do sapo francês (e seus parceiros ridículos). A massinha, tática arriscada, é desequilibrada pela série de frenéticos tapas, brigas e clichês. O final do filme é tão aguardado que, quando chega, soltam-se fogos de alegria e sorrisos jamais convencíveis durante toda a exibição. O pior de tudo isso é ver que, nem refletir sobre as crianças felizes, o longa-metragem consegue; pois a personagem principal, desastrada, rouba de sua possível humana uma jóia preciosa com  a finalidade de virar um novo Robin Hood (chamado "Transeunte Insolente" - tipo, falta de criatividade para bolar um nome caracaterizável às crianças, a saída é enfeitar com adornos ilegíveis por elas). Eu é que não falarei mais, cansei de tentar achar cinco pés no gato (ou pêlo em ovo).
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Acho que "Por agua abaixo" ( Flushed Away) é , como seus antecessores da Aardman, uma animação divertidade, de qualidade visual, com personagens bem humorados.

Foi exatamente com eu esperava que fosse.

Nada inovador, mas cumpriu o seu papel de enterternimento.

 ps - Aqui só chegou a versão dublada, o que perde muito na qualidade das piadas.

 

 

 

 

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  • 2 weeks later...

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